quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Veneza


Depois de mais um bom tempo sem postar sobre a viagem que já está próximo de completar um ano, cá estou eu novamente... o destino de hoje é Veneza.

Fui à Veneza no dia 02 de janeiro, de trem com a minha amada tia e o afilhado mais lindo do mundo hehe!

A expectativa era grande, afinal, o que se fala de Veneza é que é a cidade do amor, do romance, das águas...

... das águas... muuuuuuita água gente! 

Para se perder por lá é fácil fácil, todas as vias são muito parecidas. As lojas vendem artefatos locais fantásticos, lindos... muito murano, muitas máscaras, difícil escolher.

A Praça de São Marcos é um ponto a parte, cheia de turistas, muitos flashs, pessoas caminhando, apreciando aquele local. Muitas pombas e gaivotas que fazem a alegria da criançada e dos adultos também. Haviam ainda resquícios da festa da virada que deve ter sido belíssima.

Na Praça encontra-se a Igreja de São Marcos, pena que ela estava fechada à visitas devido a uma grande reforma.

É em Veneza que encontra-se a Ponte dos Suspiros, onde os namorados fazem suas juras de amor, porém, este nome não tem nada de romântico, pois deriva da seguinte história:
A ponte une o Palácio Ducal a um outro prédio, que era uma prisão. Nos subterrâneos dele existiam masmorras, com frequência, alagadas pelas marés. Era um lugar de pragas, sofrimento e morte. As pessoas ali encarceradas eram conduzidas ao tribunal, no Palácio Ducal, através da pequena ponte suspensa. Conta-se que a passagem pela ponte era a última oportunidade que elas tinham de ver, ainda que rapidamente, o mar e o céu, daí os suspiros de tristeza dos condenados. (Hull de La Fuente - http://www.recantodasletras.com.br/artigos/1182516)

Tradicional também são as vielas estreitíssimas e as roupas penduradas pelas janelas. Uma cena que foto nenhuma consegue retratar, só vendo mesmo.

Queria passear de gôndola, porém, muuuuuito caro, mas para compensar, demos um grande passeio de vaporeto, que também valeu a pena. Ver todas aquelas construções antigas “brotando” da água é muito interessante.

Agora, algumas informações retiradas do site http://www.vamosparaitalia.com.br/veneza.html:

Situada na região nordeste da Itália, na região do Vêneto é banhada pelo mar Adriático. Foi construída sobre várias ilhas e  tornou-se  uma potência comercial a partir do século X, no qual sua frota já era uma das maiores da Europa e  servia de  intercâmbio comercial e cultural com o Oriente. O historiador Fernand Braudel classificou-a como a primeira capital econômica do Capitalismo.

Entre 1140 e 1160, a cidade se tornou uma república e, em 1797, foi tomada por Napoleão. Em 1866, a cidade foi anexada ao reino da Itália.

A praça de São Marcos é maravilhosa e bem conservada, em frente à Basílica di San Marco já foi palco de cortejos, procissões e encontros políticos, é o point onde todo mundo se encontra, nos cafés com mesinhas ao ar livre, música ao vivo, cheia de pombos e onde acontece o Carnaval. Rodeada também pela  Torre do Relógio, Campanile, o Museu Correr entre outras atrações. Ao vista do alto do Campanile é deslumbrante.

A Basílica de San Marco tem arquitetura bizantina e foi construída para abrigar a relíquia de San Marco. Possui uma maravilhosa  coleção de 8.000 m2 de mosaicos nas paredes, que vem sendo restauradas por temores, danificações, desde o séc. XVIII. .

Abaixo algumas fotos dos bons momentos registrados neste dia tão especial.

 A chegada em Veneza



Uma gôndola



 A Igreja de São Marcos


 A Praça de São Marcos


 A Praça de São Marcos





 A Ponte dos Suspiros



As estreitas vielas de Veneza



As roupas penduradas pelas janelas


 Vista através do vaporeto


 Vista através do vaporeto
 
 E para finalizar a foto que eu acho que foi a melhor que já tirei na vida, considerou-a perfeita! =D



sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A Lenda do Vaga-Lume

Bom Dia Pessoal,

Recebi esta mensagem da Profa. Karim... ela é até conhecida, mas vale a leitura e uma pequena, ou grande reflexão.

Beijinhos...

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.

Este fugia rápido da feroz predadora, e a serpente não desistia.
Primeiro dia , ela o seguia.
Segundo dia ,ela o seguia...
No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e falou à serpente :
-Posso te fazer três perguntas?
- Não estou acostumada a dar este precedente a ninguém, porém, como vou te devorar, podes perguntar, contestou a serpente.
- Pertenço a tua cadeia alimentícia ? Perguntou o Vaga lume.
Não, respondeu a serpente.
- Eu te fiz algum mal ? Diz o vaga-lume.
- Não. Tornou a responder a serpente.
Então por que queres acabar comigo ?
- Porque não suporto ver-te brilhar.

Conclusões
Muitas vezes nos envolvemos em situações nas quais nos perguntamos:
Por que isso me acontece se não fiz nada de mal , nem causei dano a ninguém?
Certamente a resposta seria : Porque não suportam ver-te brilhar... !
Quando isso acontecer, não deixe diminuir seu brilho.
Continue sendo você mesmo, segue fazendo o melhor!
Não permita que te lastimem, nem que te retardem.
Segue brilhando e não poderão tocar-te... porque tua luz continuará intacta.
Tua essência permanecerá, aconteça o que acontecer...
Seja sempre autêntico, embora tua luz incomode os predadores.!!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Pudim

Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir Pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. Um só.
Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a Vontade que dá é de passar numa loja de conveniência,comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons. Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar. E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação... Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai
ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua,o compasso,a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'..
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar vários pedaços de pudim, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo. Um dia. Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga: um pudim inteiro,um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente. OK? Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.
(Marta Medeiros)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Felicidade

Boa Noite Pessoal!
Ontem, em um momento de reclusão total, resolvi colocar em dia a leitura da revista Veja que se acumulava em cima da minha escrivaninha.... e me deparei com um texto de Lya Luft que caiu como uma luva para o momento que estou passando. Transcrevo-o totalmente aqui, compartilhando com vocês...
Saiu na revista Veja de 17 de agosto e tem como título: Felicidade.

"Não se preocupem: não vou dar, pois não tenho, a receita de ser feliz. Não vou querer, pois não consigo, dar lição de coisa alguma. Decido escrever sobre esse tema tão gasto, tão vago, quase sem sentido, porque leio sobre felicidade. Recebo livros de autoajuda (hoje em dia o melhor meio de querer insultar um escritor é dizer que ele escreve autoajuda), ela serve para análises filosóficas, psicanalíticas. Parece que existe até um movimento bobo para que a felicidade seja um direito do ser humano, oficializado, como casa, comida, dignidade, educação.

Mas ela é um estado de espírito. Não depende de atributos físicos. Nem de inteligência: acho até que, quanto mais inteligente se é, mais possibilidade de ser infeliz, porque se analisa o mundo, a vida, tudo, e o resultado tende a não ser cor-de-rosa. Posso estar saudabilíssimo, e infeliz. Posso ter montanhas de dinheiro, mas viver ansioso, solitário. Talvez a felicidade seja uma harmonia com nós mesmos, com os outros, com o mundo. Alguma inserção consciente na natureza, da qual as muralhas de concreto nos isolam, ajuda. Mas dormimos de cortinas cerradas para não ver a claridade do dia, ou para escutar menos o rumor do mundo (trem passando embaixo da janela não dá). Tenho um amigo que detesta o canto dos pássaros, se pudesse mataria a tiro de chumbinho os sabiás que alegram minhas manhãs. Um parente meu não suportava praia, por que o barulho do mar lhe dava insônia.

Portanto, cada um é infeliz à sua maneira. Acho que felicidade também é uma predisposição genética: vemos bebês e criancinhas mal-humorados e luminosos. Parte dela se constrói com projetos e afetos. O que se precisa para ser feliz?, me perguntam os jornalistas. Melhor seria: O que é preciso para não ser infeliz? Pois a infelicidade é mais fácil de avaliar, ela dói. Concordo que felicidade é uma construção laboriosa quando se racionaliza: melhor deixar de lado, ela vai se construir assistindo ao noticioso, refletindo um pouco, e vendo, por exemplo, que as bolsas despencam no mundo todo, os dinheiros derretem, muitas vidas se consumiram por nada, muita gente boa empobrece dramaticamente, muita gente boa enriquece (não direi que os maus enriquecem com a desgraça dos bons porque isso é preconceito burro). Enquanto a histeria coletiva solapa grandes fortunas ou devora pequenas economias juntadas com sacrifício, Obama, de quem ainda sou fã, aparece elegante e pronuncia algumas de suas frases elegantes, mas aparentemente não diz grande coisa porque na legenda móvel embaixo de sua bela figura as bolsas continuam a despencar. Vamos consumir, vamos poupar, vamos desviar os olhos, vamos fazer o quê? Talvez em conjunto gastar menos, pensar menos em aproveitar a vida, e trabalhar mais - mas aí a gente reclama, queremos é trabalhar menos e gastar mais.

Aqui entre nós, vejo uma reportagem sobre a gastança de nossas crianças e jovens. Gostei do tênis azul, do amarelo e do rosa, diz uma menininha encantadora. Ah, e do lilás também. Qual a senhora vai comprar?, pergunta a repórter. A mãe, também encantadora, ri: Acho que todos. Está decretada a dificuldade de ser feliz, pois se eu quero todas as cores, todas as marcas, todos os carros, todos os homens ricos ou mulheres gostosas, preparo a minha frustração, portanto a infelicidade. Na ex-fleumática Inglaterra, bando de jovens desocupados destroem bairros de Londres e cidades vizinhas. Seu terror são pobreza, desemprego, falta de assistência para os velhos e de futuro para os moços. Não há como, nessa condição, pensar em ser feliz, a gente quer mesmo é punir, destruir, talvez matar. Complicado.

Uma boa rima para felicidade pode ser simplicidade. Ainda tenho projetos, sempre tive bons afetos. O que mais devo querer? A pele imaculada, o corpo perfeito, a bolsa cheia, a bolsa ou a vida? Acho que, pensando bem, com altos e baixos, dores e amores, e cores e sombras, eu ainda prefiro a vida."

Ai ai.... é profundo e muito real.... pensem, reflitam e sejam felizes pelas coisas simples da vida!

Beijoooooos

domingo, 28 de agosto de 2011

Père Lachaise


Meu último destino antes da Estação de Trem foi o Père Lachaise... a intenção ao coloca-lo na minha rota de visitas, era encontrar a lápide de Edith Piaf, porém, é tudo tão misterioso, assustador e lindo ao mesmo tempo que foi um presente ter ido até lá.

Tive acesso ao cemitério por uma lateral e já na entrada, tem um senhor vendendo um mapa, pois ele é imenso e perder-se é muito, muito fácil.

De mapa em punho, vamos ao túmulo da Edith Piaf... e adivinha? Era do oooooutro lado do cemitério. Em minhas andanças para encontra-lo, achei o do Jim Morrison... mesmo já tendo visto fotos dele, achei que fosse algo, sei lá, maior, mas enfim, hehe... registrei o momento. =]

Em determinados momentos muitas pessoas próximas em outros, me via sozinha entre aquelas ruelas e confesso que cheguei a ficar com medo... tudo silenciosíssimo e só o som dos corvos, assustador hehe.

Tentei encontrar o túmulo de Chopin, mas não consegui.

Depois de muito caminhar achei a lápide da Edith, lindíssima, estilosa. Mas já estava na hora de voltar... no inverno escurece bem cedo e eu não queria ficar lá dentro sozinha e no escuro hehe... para não correr o risco de me perder, fui até o muro e percorri o mesmo até encontrar a saída... depois corri para comprar um lanche e rumo à Estação de Trem Paris Bercy.

Abaixo seguem mais algumas informações sobre o Père Lachaise, retirada do site:
http://www.passaportecarimbado.com/2008/10/pere-lachaise/

A vista de fora do cemitério é meio assustadora. A sensação ao cruzar os portões, enormes, é a de entrar num filme de terror. O sentimento logo se acalma, afinal o local é cheio de arte e é um ponto de encontro. Se você acha que quem gosta de visitar cemitério é fantasma, é porque não conhece o Père Lachaise. Lá, descansam Jim Morisson e muitas outras celebridades.
O maior cemitério de Paris tem a reputação de ser um dos mais famosos do mundo. A fama é merecida. Enterradas entre as mais de 70 mil sepulturas estão personalidades: o músico Frédéric Chopin (1810-1849), os escritores Molière (1622-1673), Oscar Wilde (1854-1900), e o espírita Allan Kardec (1804-1869).
O cemitério, inaugurado em maio de 1804, recebeu esse nome em homenagem a um padre, Père François de La Chaise, que foi confessor do rei francês Luís 14 no final do século 17. A princípio, ele não empolgou muito os parisienses e certamente ninguém apostaria que aquele local iria se tornar o cemitério mais pop do mundo.
As coisas mudaram quando túmulos de celebridades começaram a ser transferidos para o Père Lachaise. Os escritores Molière e La Fontaine (1621-1695) foram alguns dos primeiros moradores famosos a chegar. Essa transferência deu tão certo que o lugar se transformou num dos principais pontos turísticos de Paris.
Hoje, mais de 2 milhões de visitantes passam pelo cemitério todos os anos. Ele é imenso – possui uma área equivalente a mais de 50 campos de futebol. A popularidade que o Père Lachaise procurou já rendeu alguns problemas. A administração do cemitério tentou transferir Jim Morrison, que atraía fãs, no mínimo, barulhentos.
A sepultura tinha uma estátua de bronze com o busto do cantor que sumiu misteriosamente de lá. Mas, como esse túmulo foi arrendado para sempre, enquanto existir o Père Lachaise, Jim Morrison descansará por lá. Não exatamente em paz.

 Túmulo do Jim Morrison


  Túmulo do Jim Morrison


Mistééééério....


 Lápide de Edith Piaf


 Lápide de Edith Piaf


 Frio, neve e alguns "fantasmas" hehe

domingo, 14 de agosto de 2011

Filmes sobre Secretárias

Bom Dia Pessoal!

Estou em dívida com o blog novamente, mas está realmente corrido para postar.
Ontem estava preparando um curso que ministrarei na Sanepar para as profissionais de secretariado e para isso assisti dois filmes da área, buscando trechos, cenas que pudessem ilustrar a parte teórica.

Um deles é de 1988, "Uma Secretária de Sucesso"  e o outro de 2002, "Secretária".
Cada um com a sua particularidade, mostra um perfil de profissional e também um comportamento muito distinto.

Queridos alunos, sugiro que assistam ambos, porém com um olhar muito crítico e uma análise sobre, principalmente, o comportamento das personagens principais de cada trama.

Segue abaixo o link com maiores informações sobre ambos:

http://www.adorocinema.com/filmes/secretaria-de-futuro/

http://www.adorocinema.com/filmes/secretaria/




sábado, 9 de julho de 2011

Sacré Coeur

Continuando minha belíssima visita à Paris, segui para a Basílica de Sacre Coeur... lá, uma experiência diferente... me vi dentro do filme “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”... ela andou por aquelas escadarias... foi emocionante! E eu tinha a trilha sonora no meu MP6 pra deixar a coisa mais real, hehe!
Já de longe, ao sair da estação do metrô, dá pra ver a Igreja. Nas ruas para chegar lá, um grande comércio, vendendo de tudo o que vocês podem imaginar.
A quantidade de degraus que precisamos subir para chegar até a Basílica é imeeeeenso, mas a vista da cidade inteira paga qualquer canseira ou dor nos pés e pernas.
Já dentro da Sacre Coeur, me ajoelhei e fiz minhas orações... agradeci a maravilhosa oportunidade de estar ali e pedi por todos que amo.
Mais um momento de intensa emoção.
Obrigada Meu Deus!

Abaixo mais algumas informações:
Ainda que seja a Catedral de Notre Dame a ostentar o título oficial de maior monumento religioso de Paris, a Sacré Coeur pode surpreender pela sua beleza e por ser um dos melhores pontos a oferecer uma acurada visão panorâmica da cidade.
O acesso até a igreja pode ser feito por escadas ou se preferir, de funicular. Um outro jeito é subir pela parte de trás da colina, por suas ruas curvas e mais inclinadas.
A colina recebeu esse nome por ter sido o lugar do martírio de Saint Denis, o primeiro bispo de Paris (século III) e seus companheiros. Foi lá que a Companhia de Jesus (Jesuítas) em 1534 foi fundada por Santo Inácio de Loyola, São François Xavier e seus companheiros.
Sua construção iniciou-se por volta de 1875.
Alguns dizem que essa iniciativa surgiu como uma tentativa de pedir perdão a Deus pelas faltas cometidas, visto que a França vivia um período difícil como a guerra contra Alemanha e a relação desgastada entre o Vaticano e os franceses, e atribuia estes a um castigo de Deus. Outros dizem que sua construção foi uma forma de pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury, caso a França sobrevivesse as investidas do exército alemão.
À partir de 1919, foi consagrada Basílica e desde então um local sagrado de peregrinagem.
Atualmente, a basílica é um dos monumentos mais visitados de Paris.
A Basílica de Sacré-Coeur foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona a tonalidade branca.
Possui um formato de cruz grega, formada por 4 cúpulas incluindo a central, cuja altura possui 80m. No campanário, possui um sino de 3m de diâmetro com mais de 26 toneladas.
A basílica segue as diretrizes da arquitetura romana e bizantina e ifluenciou outros edifícios religiosos do século XX.







sábado, 2 de julho de 2011

Museu do Louvre

Bom, fim do primeiro dia em Paris, perninhas reclamando de cansaço, mas muito feliz fui para o hotel, tomar um bom banho e descansar.
Uma coisa que é incrível (e para aqueles que me conhecem bem sabem que estou falando a verdade), é que eu pouco senti fome... tanta coisa linda para ver, tanta emoção de estar realizando um sonho, que a alimentação ficou de lado.
Depois de um banho quente, colocar as roupas para secar em função da chuva e arrumar algumas comprinhas, deitei e fiquei assistindo seriados em francês. Peguei no sono que nem percebi.
Acordei cedo, tomei um super café da manhã com um casal muito simpático e rumo ao Louvre.
Desci na estação de metrô que pára dentro do Louvre... depois de uma pequena caminhada, lá estava a pirâmide invertida. Grande emoção, mais uma... apesar de ter chego antes do Museu abrir, peguei uma super fila.
Com a entrada em mãos, vamos ao passeio pelo Museu... permaneci por lá durante umas 3 horas.... é realmente imenso e 3 horas não é nada nada... procurei as principais obras, registrei os momentos, depois sai, pois a vista externa também é um show a parte. Muuuuuita gente por todo lado e lá foi o local aonde eu mais ouvi o português, seja nos corredores do Museu, seja na área externa.

Abaixo, seguem algumas informações históricas:

Um passeio pelo Museu do Louvre é parada obrigatória de quem vai à Paris. É um recanto  que agrada  tanto aos amantes da arte como às pessoas comuns que, depois de um dia passeando pelo museu torna-se um apaixonado por arte. 
O museu é grandioso e une o antigo ao moderno e contemporâneo. Ao começar pela sua entrada pela Pirâmide com 21 metros de altura e 200 toneladas de vidro e vigas. Existe um robô, preparado para este fim, que se encarrega de efetuar a limpeza da pirâmide semanalmente. O prédio foi construído entre 1852 e 1857, durante Napoleão III, sendo de 1871 a 1989 o Ministério da Fazenda.
Quando se chega ao museu logo na entrada é fornecido um mapa (existe em várias línguas) para nos direcionarmos dentro do museu. Os visitantes podem seguir por três direções: Sully, Richelieu e Denon. Estas três regiões correspondem as três alas do edifício e levam os nomes de três grandes funcionários do estado: Sully (ministro da fazenda de Henry IV), Richelieu (ministro de Luis XIII) e Denon (primeiro ministro do museu central de arte durante Napoleão I. Existem também 04 níveis ( subterrâneo e do primeiro ao terceiro andar) e o mapa contém as sessões dentro do museu divididas em Antiguidades Orientais, Egípcias , Gregas, Romanas, esculturas e Louvre medieval.
A construção do Louvre data de oitocentos anos e, antes que se convertesse a um dos Museus do Mundo foi uma fortaleza, palácio dos Reis da França (que depois se mudaram para o palácio de Versalles). Foi construído  pelo rei CharlesV (rei da França em 1364 - 1380) para ser uma fortaleza medieval..Podemos verificar no subsolo as ruínas do castelo assim como um mapa de como era o mapa e arquitetura .
As galerias que expõe as pinturas são as mais visitadas na direção Denon, principalmente por conter obras de pintores célebres no mundo das artes.
Uma das obras de maior destaque é a pintura de Leonardo da Vinci (1452 -1519)
La Gioconda
retrato de Mona Lisa.
Milhares de visitantes passam todos os dias e não conseguem deixar de admirar o quadro tão enigmático, onde a protagonista possue em seus lábios aquele famoso sorriso de indefinível tristeza onde temos a impressão que sua expressão muda constantemente. A modelo ficou muito tempo no mais absoluto mistério, porém , atualmente acredita-se que se trata de Lisa Gherardini, proveniente de uma família rica de mercadores e era casada com Francesco Giocondo.

Estas informações foram retiradas do site: http://www.revistaturismo.com.br/passeios/louvre.htm


Chegando...










La Gioconda




 Olha ela lá atrás!




 A vista com a fantasma do Louvre (hehe)




                                                                       Área externa

domingo, 26 de junho de 2011

Champs Élyssées


Depois de muito tempo sem postar em função da correria do dia a dia, vou tentar retomar o blog, aproveitar as férias da faculdade e colocar em dia a viagem e também outras coisinhas interessantes.
Continuando o meu tour por Paris, descendo do Arco do Triunfo, já está ali à sua frente, a imponente Champs Élysées...

O dia estava chuvoso e tive que abrir minha super sombrinha para passear por ela, e como estava um pouco cansada em virtude de todos aqueles degraus do Arco do Triunfo, meu passeio pela belíssima Avenida foi menor do que eu gostaria.
Abaixo algumas informações históricas:

Champs-Élysées ("Campos Elísios") é uma larga avenida em Paris, capital de França. Com os seus cinemas, cafés, e lojas de artigos de luxo, o Champs-Élysées é uma das ruas mais famosas no mundo. O nome refere-se aos Campos Elísios, o reino dos mortos na mitologia grega. A avenida tem 71 metros de largura por 1,9 km de comprimento.
A avenida inicia-se na Place de la Concorde, junto ao Museu do Louvre e Jardins das Tulherias, segue a orientação Sudeste-Noroeste e termina na praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo. O prolongamento para Noroeste na direção do Grande Arco de la Défense é efetuado pela Avenida de la Grande Armée.
Os primeiros projetos de construção de uma grande avenida em linha reta no que é hoje o Champs-Élysées datam de 1667, pelo arquitecto Le Nôtre. A avenida foi sendo prolongada ao longo do século XVIII. É atualmente o local dos grandes desfiles patrióticos franceses, como o de comemoração do armistício da Primeira Guerra Mundial.

Curiosidades

Todos os anos, o Tour de France, a mais famosa corrida ciclística do mundo, consagra seu vencedor numa última etapa que se termina nos Champs-Élysées.
 Existe em Paris uma Comissão de Proteção da avenida Champs Elysées cuja missão seria um acompanhamento das transformações que ao longo dos anos vão mudando as características ou a identidade desta, comumente chamada, avenida mais bonita do mundo.
Quais são os perigos que poderiam ameaçá-la? As grandes artérias das grandes capitais mundiais estão se transformando em vitrinas para as grandes marcas que instalam suas lojas símbolo afim de aumentar o valor da marca. Estamos assistindo a uma uniformização destas avenidas e os mais pessimistas dizem que, no futuro, elas serão iguais seja em Paris, Buenos Aires ou Hong Kong. As grandes marcas chegam, compram ou alugam os espaços disponíveis desalojando os cafés, os cinemas, os cabarés, os clubes, tudo aquilo que contribui para a diversidade cultural e social do lugar. A ação da Comissão é no sentido de preservar esta diversidade e impedir que esta avenida se transforme em um grande mall americano.

Neste mesmo site existem várias outras informações interessantes. Acessem!






sábado, 21 de maio de 2011

Pequena Abelha

Boa Tarde Pessoal,

Vamos ver se agora consigo retonar os posts com maior dedicação. Estou sempre na correria, mas prazos da faculdade me impediram de aparecer por vários dias.

Para o retorno, uma sugestão de livro: "Pequena Abelha", de Chris Cleave.

A contracapa deste livro pede para que, ao término do livro, você não comente com seus amigos o que acontece nesta história, o que aguça mais ainda a vontade de lê-lo.
Em princípio, parece um livro comum, um romance, mas por ser uma narrativa em primeira pessoa, a história parece se passar conosco, no máximo aqui ao lado.

Bom, o que posso dizer, é que este livro conta a história de duas mulheres, com perfis completamente diferentes, e que por duas vezes cruzam as suas vidas e uma muda totalmente a vida da outra. Ele é forte, seu final é um tanto difícil de digerir, mas nós temos a liberdade de imaginar outros finais para ele.

Vários meios de comunicação de todo o mundo fizeram comentários sobre ele.... vale a pena ler.

Os marcadores que escolhi para este post dizem um pouco do que você vai encontrar neste livro instigante!