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domingo, 22 de fevereiro de 2026

A Bruxa Rebelde

Cá estamos nós para finalizar a história de Rune e Gideon....


Sinopse:

Rune Winters está em fuga. Desde que Gideon Sharpe a traiu e revelou seu disfarce, todos a querem morta. Para ter chance de sobreviver, ela precisa se unir a uma cruel e poderosa bruxa que planeja conquistar a República.

Gideon não pode permitir que seu lar caia nas mãos das impiedosas mulheres. Para atingir seu objetivo, todas as bruxas devem morrer... inclusive Rune Winters.

Porém, quando ela lhe faz uma proposta irrecusável, os dois se juntam para realizar um plano perigoso. E logo Gideon se dá conta de que seus sentimentos por Rune ainda estão bem vivos.

Então ele se vê diante de uma escolha terrível: sacrificar a mulher que ama e impedir um monstro de ascender ao poder ou deixar Rune viva e ver o mundo pelo qual tanto lutou desmoronar.  Nesta empolgante conclusão da série, o amor nunca foi tão mortal.

 

                                              

E como diria o Pica Pau, e lá vamos nós: Rune foge com Cressida e está diferente, se tornou submissa aos mandos da “bruxa mor”. Em paralelo, Gideon mantem firme seu propósito de exterminar todas as bruxas que existem, inclusive Rune.

Esta submissão de Rune incomoda, mas ela acredita que fazer todas as vontades “da sua rainha” é a única maneira de deixar todas as suas companheiras em segurança e por isso, se sujeita a situações que jamais imaginou. Agora é noiva de um príncipe, Soren Nord, de um reino da Umbria e lá estão juntando forças para voltar a ter seu domínio novamente. Mas aos poucos ela percebe que na verdade, Cressida é uma louca e que não está buscando o bem de todos e sim, seu próprio bem a revelia de todos.

Porém, para garantir a segurança das bruxas, ela foi levando até aonde deu o plano de Cressida, condicionando o pedido de casamento de Soren à segurança de suas irmãs bruxas.

Gideon, ao conseguir chegar à Umbria, acaba capturado, e quando Rune vê ele sendo torturado por Cressida, ela não suporta mais aquela situação e se rebela contra “sua rainha”, revelando uma grande ira.

Juntos eles propõe uma trégua para “se salvar” e à Nova República. Porém, sempre com um pé atrás um com o outro, sempre desconfiados, achando que um vai trair o outro, são várias as situações em que eles se metem e o romance acaba surgindo novamente, deixando nossos corações batendo forte... ai ai.

Grandes emoções se revelam nesta duologia... e por aqui paro a escrita visto correr o risco de muitos spoilers... mas só digo uma coisa mais... vale a pena a leitura, ah se vale.

Mas me contem, já se aventuraram neste mundo de magia e aventura? Vamos conversar?

Bjo bjo

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

O Caçador Sem Coração

O Caçador sem Coração é o primeiro livro de uma duologia de Kristem Ciccarelli, uma fantasia romântica cheia de bruxas e emoções.

 Sinopse:

Na noite em que uma revolução derruba o Reinado das Bruxas, a vida de Rune Winters muda para sempre. Agora, com a Nova República no poder e bruxas sendo caçadas e executadas, a jovem precisa esconder quem realmente é.

Durante o dia ela finge ser apenas uma socialite fútil, mas à noite se torna a Mariposa Escarlate, uma vingadora que salva suas companheiras de magia. Porém, quando um dos resgates dá errado, ela tem que arrumar um jeito de despistar os perseguidores e conseguir a informação de que precisa. A solução é flertar com o belo e impiedoso Gideon Sharpe, um dos mais famosos caçadores de bruxas.

Gideon odeia todo o luxo que Rune representa, mas, quando descobre que a Mariposa Escarlate usa os navios mercantes da jovem para ajudar bruxas a fugirem, resolve se infiltrar em seus círculos sociais e cortejá-la. Logo percebe que, sob toda a beleza e frivolidade, ela é incrivelmente inteligente e sensível e parece seu par perfeito. Porém... e se ela for a inimiga que ele está há anos caçando?

 

Aqui temos como personagens principais Rune e Gideon, porém, não podemos deixar de lado Alex e Verity que são primordiais para todo o contexto e desenrolar desta fantasia romântica que foi o livro de setembro do Clube das Gurias Literárias e que foi deliciosamente mágico de ler.

Rune é tudo que toda garota da sua idade gostaria, tem posses e pose, vai e dá grandes festas, é cobiçada pelos jovens mais bonitos e abastados... mas o que ela realmente gosta é das suas noites, quando se transforma na Mariposa Escarlate, e vive grandes aventuras salvando suas irmãs bruxas das garras dos malfeitores que querem vê-las mortas. Sim, Rune é uma bruxa, mas só quem sabe disso são seus fieis amigos, Alex e Verity.

A Nova República quer a extinção das bruxas e o principal algoz dessa caçada é Gideon Sharpe, que nutre um ódio particular pelas bruxas e começa a desconfiar que Rune pode ser uma delas ou se não, que pelo menos está ajudando a Mariposa Escarlate, ele precisa encontrar meios de descobrir e talvez a melhor maneira para isso seja cortejar a bela Rune... o que ele não imaginava é que Rune estaria fazendo o mesmo para tentar descobrir onde está presa uma de suas irmãs bruxas.

O que ambos não imaginavam é que desse cortejo nascesse um sentimento, que eles descobrissem que no final das contas, existia um coração dentro de cada peito, que Gideon no final das contas é um homem gentil e que Rune, não é uma moça tão fútil assim.

Cada um deles, com suas artimanhas e estratégias, tenta tirar do outro, informações que possam sanar suas dúvidas e chegar ao que desejam. Cada estratégia é muito inteligente e mostra suas verdadeiras faces. Só que entre uma estratégia e outra, uma artimanha e outra, esse jogo de sedução que seria apenas para conseguir informações acaba fazendo com que se apaixonem e desta paixão nascem cenas deliciosas de ler. Um livro lido daquela forma que a gente nem percebe, quando me dei conta eu já estava acabando e eu já me sentindo desesperada pelo próximo... querendo saber aonde tudo aquilo iria acabar, ou não, não queria saber aonde iria acabar, não queria que acabasse.... não acaba.... nããããããão....

Mas e ai, já leram essa duologia? Gostaram da história?

Vamos conversar?

Bjo bjo

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Viagem em Família

Bom dia, boa tarde, boa noite... tudo bem com vocês?

Hoje estou aqui para escrever sobre um tema diferente... nada de livros! Ufa né? Sei que acabou que o blog ficou mais literário que outra coisa hehe, mas tudo bem, amo livros e escrever sobre eles é uma delícia apesar de que nos últimos tempos, percebi que escrever, de forma geral, sobre o que quer que seja, tem sido bem difícil, parece que me faltam palavras para descrever tudo que me vêm à mente, tudo que me vêm à imaginação, aos pensamentos... mas enfim, foco...  O post de hoje é sobre viagem... a grande viagem... sim, grande, pois foram pouco mais 1800 quilômetros rodados em 09 dias... e foram 08 cidades em 02 estados: Paraná e São Paulo... as férias em família de julho deste ano foram memoráveis.

Saímos em 07 de julho, cedinho cedinho de Curitiba, rumo à Maringá (1) para visitar nossos queridos amigos, Cintia e Jones, chegamos lá para o almoço e passamos um dia muito agradável com a Cintia e a pequena Luisa. Para nossa surpresa, descobrimos que na segunda-feira os parques da cidade estão fechados (acredito que para manutenção por ficarem abertos no final de semana). Sendo assim, fomos na Catedral Metropolitana Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, um símbolo de Maringá, onde pude observar com cuidado toda a sua grandeza e magnitude, e também, onde pude fazer uma oração agradecendo pela viagem até ali e também, pelos queridos amigos que nos acolheram tão calorosamente, e por toda a nossa família, sempre =).

Dali seguimos para uma feira no Estádio Regional Willie Davids... onde vende-se hortifrútis de toda espécie, lindos, cheirosos, e também, o famoso pastel frito com suco de laranja.... aquele suco “espremido” na hora, geladinho... só de lembrar já dá água na boca de tão gostoso que estava. E depois de uma noite com muita brincadeira das meninas, muita conversa dos adultos e de uma manhã também com muita conversa, seguimos para a casa do meu querido sogro, o Sr. Mesquita, aí, rumo ao estado de São Paulo, para a cidade de Mirante do Paranapanema (2). Na realidade, o sítio em que ele mora é antes de chegar em Mirante, alguns quilômetros antes.... no assentamento Palu! Lá ele mora com Dona Ana, uma senhora que nos recebeu meio desconfiada, mas que aos poucos percebeu que nós éramos(somos) gente boa! =D Ah, no sítio do vô Mesquita moram também, o Bidu e a Shakira, os cachorros mais raiz que já vi na vida hehe, dormem em buracos na terra e caçam.... mas são super dóceis.

No sítio do vô Mesquita passamos momentos únicos, divertidos, dando bom dia para os porcos e as galinhas hehe.... ajudando o vovô a alimentar os bichinhos, passeando pelo assentamento e conhecendo outros familiares do vovô.  Maria foi firme no propósito de enfartar algumas galinhas de tanto que corria atrás das bichinhas gritando – coitadas hehe! Lá comemos comida bem feita, com carinho, e todas as noites, vovô Mesquita fazia um chazinho bem doce para que a gente dormisse bem! Até tentamos replicar em casa, mas não ficou igual hehe!






Também fomos até a cidade de Mirante ver a família da vovó Izabel... lá visitamos a tia Eliane, sua filha e neta, o Tio Dito, Tia Sonia e seu filho, tentamos ver Tia Judite, mas ela estava trabalhando e não deu tempo de vê-la, mas vimos a sua filha. Buscamos resolver algumas coisas burocráticas também, mas não deu muito certo, mas ao menos encaminhadas ficaram.... cidade grande ou cidade pequena, a burocracia é a mesma...  



Em um dos dias fomos para Presidente Prudente (3) também, primeiramente para arrumar o celular que o Kadu conseguiu quebrar brincando com o Zeus (cachorrinho do Centro de Formação da Paróquia Nossa Senhora do Carmo “Vila Maristela” – local onde o vô Mesquita e o Kadu garantiram um pernil para a vovó Arlete, se é que me entendem). E ao mandar consertar o celular ainda rolou uma grande oportunidade, Kadu pôde reencontrar um amigo querido da adolescência... aquele amigo das bagunças, das artes na escola e ver que ele prosperou da vida e ficar feliz por ele. Além disso, também aproveitamos para passear pelo calçadão (diga-se de passagem, uma loucura, cheio de lojas com preços bem interessantes, ah se o bolso permitisse hehe). Por lá almoçamos no Tio Patinhas, também no calçadão, onde o Kadu costumava almoçar quando morava em Prudente, lanche e PF, bem tradicional, muito bem feito e gostoso. Tudo regado a muita tubaína funada, que virou a bebida preferida da vez.





No retorno passamos por Pirapozinho (4), para visitar o Reginaldo, irmão do Kadu... não ficamos muito tempo por lá, mas o suficiente para um abraço apertado e um registro para aquietar o coração da Dona Izabel.

No mesmo dia, ao voltar para o sítio, só ajeitamos as coisas e nos dirigimos para a cidade de Presidente Bernardes (5), para a Estância São Bento, onde passamos o final de semana e onde conhecemos a família de dona Ana... ela tem 08 filhos, mais um agregado e destes, conhecemos o agregado e 06 dos filhos. Todos super animados, receptivos e parceiros. Com algumas crianças na família, Maria se sentiu em casa, brincou muito.... pintaram, pularam, cantaram, criaram, inventaram, fizeram a festa de todas as formas possíveis. Uma bagunça gostosa de ver. Se afeiçoou muito à Helloisa e a Pietra. No dia seguinte, Kadu e eu fomos até a cidade de Álvares Machado (6) para comprar o café da manhã hehe, então, mais uma cidade para a lista... por lá uma voltinha básica e também, o registro dos Loucos por Terra para deixar o Interior de SP na rota dos Loucos tbm! O dia foi de brincadeira, risada, bagunça, alimentar os animais, e até interagir com os guatis. No domingo voltamos cedo para o sitio e mesmo antes de chegar lá recebemos um convite para almoçar na casa da Janaina, filha de Dona Ana, e mal chegamos, ajeitamos as coisas, tomamos um banho e saímos novamente hehe... vida louca essa entre cidades... e bora conhecer mais uma cidade da região... fomos para Tarabai (7)... outra cidade sossegada, mas lá não saímos para passear não, ficamos na casa da Janaina, onde comemos uma lasanha delícia feita pela filha dela, a Thais. Por lá muita conversa, risada e brincadeira na pracinha com as meninas. Kadu foi atrás de picolé pra todos numa sorveteria e conseguiu a proeza de se perder, o que foi motivo de muita risada, visto que é uma cidade realmente pequena. No meio da tarde voltamos pro sitio e agora sim, foi a hora de se organizar pra ir embora... pois na segunda seguiríamos para Nova Londrina, na casa da Dona Izabel. O final do domingo já foi meio triste, nostálgico, com gostinho de saudades... foram dias muito especiais em São Paulo, com a família do Sr. Mesquista e da Dona Ana e também com a família da dona Izabel.







Segunda levantamos não querendo levantar, tomamos café, terminamos de arrumar as coisas no carro e seguimos viagem, agora rumo ao Paraná, para Nova Londrina (8), onde mora Dona Izabel, mãe do Kadu e o Sr. Natal, seu esposo. Lá ficamos só de um dia para o outro e confesso que isso foi “um erro”, pois estar com a Dona Izabel e o Sr. Natal foi tão bom, tão gostoso, tão especial, tínhamos tanta coisa para conversar, para contar, para saber.... e o cantinho deles lá é uma delícia, tudo feito com tanto carinho, por eles mesmo, com suas próprias mãos, com o suor do trabalho deles, mãos que trabalham bem, que construíram cantinhos especiais para eles ficarem mais confortáveis no seu lar. Plantam muitas coisas gostosas, tem suas galinhas que já estão chocando, dois doguinhos fofos.... Trouxemos para casa muitas coisas gostosas! =D



Acordamos cedo pra aproveitar o tempo com eles o que dava e logo pegamos a estrada, a viagem de volta seria longa e cansativa, mais de 8h pela frente... parada para almoço, depois parada para o pão de queijo.... e por incrível que pareça, o congestionamento foi em Curitiba, faltando pouquíssimos quilômetros para chegar em casa. O retorno, já no final, foi meio tenso, pois escureceu, estradas desconhecidas, buracos, trânsito intenso, caminhões, mas no final das contas, deu tudo certo.

A viagem foi mais que especial, cheia de aventuras e coisas novas, viajar de carro tão longe, dirigir por tanto tempo, conhecer tantas cidades e pessoas novas, vivenciar tantas experiências legais, interagir com os animais, conhecer um pouco mais sobre o Kadu e os seus. Valeu cada minuto, cada quilômetro, cada sacolejo do carro, cada uia, cada ai, hehe!

Ao longo do texto compartilhei algumas fotos dos momentos vividos, mas nenhum registro retrata verdadeiramente toda a alegria sentida, todas as experiências passadas, só estando lá mesmo para sentir tudo aquilo! E que venham mais viagens, mais vivências assim! =)

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

100 Dias em Paris

 Hello Peoples, tudo bem com vocês?

Olha só, tô aqui pra contar sobre um livro lindão que eu li tão tão rápido, se levarmos em consideração o tempo que eu estava levando para ler os livros nos últimos 3 anos, foram 15 dias, 15 dias em que eu viajei junto com a Tania Carvalho durante os 100 dias dela em Paris.


Pensem num livro super fluído, uma leitura gostosa... é esse, ele é simplesmente DELICIOSO.


Nunca se é tão velho que não possa sonhar e realizar os próprios desejos”. (p. 8 – dedicatória)

Ici sou feliz e là também. Com sol ou chuva”. (p. 27)

 

E esta é uma história no mínimo interessante. É de fato algo que aconteceu e com uma brasileira que, desde muito jovem, foi apaixonada por Paris e em muitas idas e vindas como turista, resolveu passar 100 dias em Paris e descrever neste livro suas experiências.

Gente, sério, que sonho sensacional. Ela se deu isso de presente de 60 anos, ou seja, ainda tenho chances, hehe! Estive duas vezes em Paris e foi pouco, com toda a certeza. O sentimento que ela descreve no início do livro, de ter voltado várias vezes é o que sinto, que voltaria 1000 vezes se fosse possível.

 

E a cada dia descobria mais que a felicidade está nas coisas miúdas, não as que são especialmente planejadas com obsessão”. (p. 60)

 

Em cada capítulo ela descreve algo diferente, sobre os franceses, sobre os passeios “turísticos”, sobre os passeios não tão “turísticos”, sobre a comida, e até sobre as atividades físicas (ela adora dançar) e as dificuldades que teve em conseguir fazer uma aula de dança ou frequentar uma academia devido a todo processo “metódico” dos franceses.

Tania falou também sobre a Paris dos parisienses... a Paris que só quem mora lá conhece.

 

Vivi com a permanente sensação de plenitude que algumas pessoas acreditam que só é possível quando se está grudado com a outra metade da laranja, cheio de endorfina após o sexo ou o exercício físico ou vivendo uma sensação espetacularmente forte e cheia de adrenalina”. (p. 61)

 

Poderia ter feito tudo isso no Brasil, claro que podia, mas enfrentar a barreira da língua, o desafio de interagir com um povo rabugento como  francês tornou tudo mais engraçado. E vamos combinar, estava em Paris, para mim a cidade construída mais bela do mundo. No balanço dos 50 dias, a metade do caminho, pude sentir que estava tudo perfeito, que minha alma estava aquecida, meu coração alegre e meu cérebro, estimulado – e podia querer mais do que isso?” p. 74

 

Ler como Tania descreve Paris e seus 100 dias por lá é de encher os olhos de lágrimas e apertar o coração de saudades, e aumentar ainda mais a vontade de, algum dia, quem sabe, voltar.

Este livro foi tão maravilho e fluído que me refiro a autora de uma forma como se ela fosse aquela amiga que conheço a anos, íntima, como pode né?!

Ao final do livro ela faz um tipo de check list por todos os lugares que mais gostou de todos os gêneros que vocês possam imaginar, desde comida, até roupa, médicos e templos, tudo com referências, endereços e tudo.

 

“(...) ir embora de Paris não é uma questão de querência, mas de precisância”. (p. 118)

 

E é isso... vocês já ouviram falar deste livro? Já leram? Vamos conversar?

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Viagem à Aparecida

E pelo terceiro ano seguido, fui para Aparecida com a Romaria dos Amigos de Chris e Lidi, Romaria que eles organizam à 16 anos já e que tive a satisfação de ir nos últimos dois anos com a mãe e este ano novamente, nos dias 25, 26 e 27 de agosto.

Desta vez, diferente do ano passado, nos antecipamos pra não perder a viagem, já confirmei que iríamos no mesmo dia que a Lidiane mandou as informações.

Mais uma vez uma Romaria muito organizada, com um valor justo, e novamente com dois pontos de encontro para facilitar a vida de todos os interessados.

E lá fomos nós... rumo à casa da Mãe... uma viagem tranquila, aquela parada estratégica em Registro... e quando vimos, já estávamos lá no Hotel Hollywood... o mesmo das outras vezes.
Um descanso básico, café da manhã bem reforçado e bora para o Morro da Via Sacra...  como já sabíamos o caminho, fomos na frente... bem tranquilas e sem pressa... e ainda tivemos que esperar um tempão todo mundo chegar para fazer a via sacra.

E este ano, eu tinha muitos, mas muitos motivos mesmo para agradecer à Mãe... e também, alguns pedidos especiais à fazer... afinal de contas, a gente não é de ferro né, tem que pedir uma ajuda divina para nossas vidas.

Então a via sacra teve um significado mais especial... a entrega foi maior... e a minha participação efetiva também... fiz a leitura de muitos trechos no decorrer das nossas orações, pedidos e agradecimentos. Foi tão bom, tão leve, tão... não sei nem dizer.

Também fomos à Basílica para a tradicional missa das 20h.... onde consegui abençoar algumas lembranças que comprei para pessoas especiais que ficaram em Curitiba.

Sim, claro que teve aquele momento consumo, mas bem mais suave do que da vez passada, que já foi leve, hehe!

A questão é que, como já disse lá em cima, os motivos de agradecimento eram imensos... e ainda são... todos os dias tenho algo à agradecer e é por isso que quero ir todos os anos, sendo possível, é claro.

Então é isso... terceiro ano visitando a casa da Mãe.... que venham outros e mais outros!







E vocês, conhecem Aparecida? Tem vontade de visitar a Basílica e fazer a peregrinação? Contem suas experiências... vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A Importância da Parceria em uma Relação Afetiva



oi Pessoal! Estou aqui hoje para escrever um texto diferente... algo que foge à minha experiência, ou ainda, que foge muito aos temas que costumo escrever por aqui. Mas é que estou vivendo um momento único, que tem me feito refletir sobre várias coisas e decidi compartilhar estas reflexões para ver se estou no caminho certo... portanto, fiquem muito à vontade para comentar, por favor.

Hoje eu estou aqui para falar sobre os relacionamentos afetivos... sobre as relações de parceria. Tenho percebido no meu dia a dia, a importância da parceria, do respeito, do amor... desde as grandes coisas da vida, até aquelas mais simples, se não houver parceria, respeito e amor, não há relação que dure.

E eu encontrei um parceiro pra vida... se vai durar a vida toda ou se será até o próximo verão, eu não tenho como saber, eu não tenho como afirmar, confirmar nada... a vida é repleta de surpresas e esta pessoa foi uma grata surpresa que a vida me trouxe.... que o pedal me trouxe, no caso. E olha lá a bicicleta mudando mais um pouco a vida da pessoa aqui.

Conheci meu namorado em um pedal... e já faz tempo, bastante tempo, mas como ele é um galático, pouco o via e confesso, gente, pra mim, ele era a pessoa mais metida da face da Terra nos pedais (e exibido também hehe)... o cara não parava quieto, já tinha ido e voltado umas vinte vezes enquanto a gente ainda estava indo a primeira.... sobe morro, desce morro, sobe escada, desce escada... anda deitado na bike, parecendo que vai voar... aff, que tipo desse piá (nossa, isso é muito curitibano).

Mas um dia esse “piá metido”, resolveu passar um pedal inteirinho ao meu lado, conversando comigo, me fazendo rir, me ajudando. E não é que ele não era tão metido assim?!  Até hoje me pergunto e pergunto à ele, por que cargas d’água ele resolveu ficar de papo comigo.

Daquele domingo em diante, do pedal do morango com nata com o grupo Trilhas Curitiba, ele não parou mais de falar comigo... todos os dias, o dia todo.

Então resolvi convidá-lo para conhecer os meus outros amigos de pedal, aqueles lá do Fazendinha.... convidei-o pois achava que seria legal, afinal, o Black é ótimo, super divertido, e faz uns pedais mais fortinhos, talvez ele curtisse. E naquele dia, o pedal foi fortão, não fortinho... e se ele não tivesse ido, talvez eu não estivesse escrevendo agora, hehe... pensem num pedal forte pra caramba, com uma quilometragem não tão grande, mas com um percurso forte. E se não fosse ele me empurrar praticamente o pedal todo, eu não teria conseguido acompanhar o grupo. Tanto que dei o nome de pedal do empurra pra essa noite.

Mas não foi assim, só me empurrando, que ele me conquistou. Desde o primeiro dia que começamos a conversar oficialmente, ele se mostrou alguém interessante. Bem mais novo, é verdade, mas já com uma história de vida interessante, com vitórias na vida, com dificuldades superadas, outras sendo superadas ainda... com um coração enorme, um sorriso fácil... ai ai, já perceberam né?! Ele me conquistou, ganhou meu coração.

Eu que achei que não encontraria ninguém disposto a uma relação de verdade nessa vida tão superficial e descartável que as pessoas vivem hoje. E gente, eu resisti, passei vários dias apenas respondendo às mensagens dele e dizendo que não era possível, que a nossa diferença de idade era muita, que eu já tinha alguém, que não daria certo.

Aí ele vêm com o “jogo sujo” hehe... dizendo que queria namorar, usar aliança, andar de mãos dadas no parque, casar, ter filhos... viver uma vida juntos, de verdade. Ah gente, aí eu tive que rever os meus conceitos e cheguei a conclusão de que eu não tinha nada a perder tentando.

A diferença de idade é muita? Sim, é muita.... mas ele está disposto a acompanhar... e é ai que entra a questão da parceria, que é o foco deste texto. Pensem em alguém parceiro, mas muito parceiro mesmo... nos pedais e na vida. 

Já perdi a conta de quantas vezes ele me empurrou durante os pedais.... sempre bem humorado e fazendo bagunça e piadas com os colegas de pedal. Me empurra nas subidas mais ferradas, aquelas que só de olhar você busca um caminho alternativo. Mas ele também é parceiro na vida, daquele que vai pra cozinha pra fazer a janta, que não se importa de lavar uma louça, que presta atenção nos meus tocs (e faz de tudo pra não ‘fazer nada errado’ por conta deles, hehe) e faz de tudo para que eu esteja bem e feliz. Ele é aquele cara que gosta de andar de mãos dadas na rua, que vive me enchendo de beijos, que diz que me ama.... mesmo com tão pouco tempo de relacionamento. 

Mas o foco aqui é a parceria... em tão pouco tempo, ele se mostrou parceiro, tão parceiro que parece que estamos juntos à anos, que nos conhecemos a vida toda... é tanta intimidade, gostamos das mesmas coisas, damos risadas das mesmas coisas bobas, mas também conversamos sério, pensamos e falamos sobre o futuro. Dividimos as coisas... nos ajudamos.. cuidamos um do outro. 

No pedal que fizemos no dia 15/07 para as profundezas do Taboão, pedal este que eu já queria fazer a muito tempo, mas que temia as famigeradas subidas, nosso colega de pedal Marcus retratou um destes momentos de parceria... e eu fiquei tão encantada por esta foto, que por causa dela, resolvi ler, pesquisar e escrever sobre as parcerias nos relacionamentos.


Claro que todo relacionamento tem “problemas”, palavra que eu entendo que podemos trocar por “adversidades”... e que podem ser superadas, desde que haja respeito, amor, amizade... e parceria. Desde que ambos respeitem os limites do seu companheiro, que façam a sua parte, mas que também, saibam contribuir para a parte do outro... seja fazendo algo, seja não fazendo nada, seja ficando em silêncio, seja contemplando a alegria e vibrando com a vitória do parceiro. 

Enfim, já estou aqui me enrolando e falando demais, como quase sempre faço hehe... 

Nas minhas leituras pela internet achei um trecho de um texto que quero compartilhar com vocês, pois ele descreve exatamente o que é esta parceria que estou sentindo neste momento e que percebo ser tão importante... e mais do que isso, que desejo que perdure por muito e muito tempo. O texto é de Anissis Moura Ramos e retirei do link: https://www.anissis.com.br/single-post/2016/07/08/A-parceria-num-relacionamento-a-dois

“Ser parceiro não é concordar com tudo que o seu companheiro fala ou fazer tudo o que ele quer, tornando-se um marionete em sua mão. Quando se concorda com tudo o que o outro diz, ao invés de ser um parceiro, se está servindo de espelho. Parceria não exige que você anule a sua personalidade, que seja submissa, apesar de a parceria permitir que o outro nos ensine a ver diferente, que nos proporcione momentos prazerosos e fazer com que isto retorne para a pessoa.
 Parceria não é desenvolver críticas, ser deselegante com o outro. Isto é chatice, é ser rabugento. Ser parceiro é saber lidar com as diferenças no dia-a-dia. São exemplos e demonstrações de afeto e carinho. É a transmissão de princípios e valores, sabendo que haverá um retorno, que as suas atitudes não ficarão no vácuo.
 É poder contar com a generosidade, com a elegância, com a finesse, com espontaneidade, com a alegria de seu parceiro, pois se tem a clareza que a recíproca será verdadeira. É poder acompanhá-lo, mesmo quando o programa não é algo que você prioriza, mas sabe que na hora que lhe sugerir algo, ele irá fazer, pois sabe que lhe dará prazer. A parceria se dá não apenas nos momentos bons, nos ruins ela também deverá estar presente.
 Parceria é compreender e se deixar ser compreendido; é ser benevolente, respeitar o momento do outro, como ele o respeita; é gerar prazer e receber prazer; é dar amor e se permitir receber amor. Esta cumplicidade que se estabelece num casal é que ajuda a nutrir a reação e fazer com que esta perdure por um bom tempo.
 Enfim, a parceria é um dos ingredientes que não pode faltar numa relação para que ela se torne saudável, Sem a presença dela, o que se estabelece é a desunião, as brigas, as críticas, o desrespeito, o afastamento, gerando frustrações e desconfortos para o casal”.

E é isso, desejo que todos encontrem o seu parceiro “perfeito”, aquele que lhes faça feliz com as simples coisas da vida. E se vocês já tem esta pessoa, cultivem este relacionamento, mantenham esta parceria ativa, acessa, viva. E mais do que tudo, curtam cada momento juntos e sejam felizes.

Ufa, quanto romantismo, quanta “melação”.... nem me lembro quando me senti ou estive assim... só sei que é bom e quero aproveitar cada momento.

Então, agora espero comentários contando sobre a parceria que existe em suas relações!

Bjo bjo!

sábado, 10 de junho de 2017

Free Force



Hello People! 

Quanto tempo sem aparecer por aqui né? Mas é que realmente não andava conseguindo tempo para parar e escrever e também os últimos dois livros que li não me inspiraram pra escrever.

Mas agora estou em férias, em um lugar super fofo e tranquilo, então além de tempo, veio a inspiração para escrever.

Como algumas pessoas que me acompanham pelo face já sabem, no último final de semana de maio eu fui para Bombinhas para participar do 3º Pedal Free Force. Em dezembro do ano passado participei do 2º à convite do amigo Fabio, e quando soubemos deste, já deixamos previamente combinado que iríamos.


Conseguimos “montar” uma equipe “perfeita”... conseguimos um sobradinho mara por um preço camarada... e na data combinada, embarcamos para mais esta aventura de pedal. 

O Fabio conseguiu a van “emprestada” e fomos todos juntos... 6 pessoas, 6 bikes, malas, mochilas, comida e muita alegria no coração.

Uma viagem tranquila, com muita risada, boa conversa e diversão.

E quem é essa nossa trupe?”  Carlinha, Fabio, Lu Maia, Lu Santos e Luis, além de mim, é claro. Como disseram lá, fechamos, grupo de amigos, pessoas boas, e em quem confiamos.





  
 
 Chegamos em Bombinhas na hora do almoço. Paramos para comer no centro da cidade e rumamos ao nosso lar temporário.

O sobradinho super fofo e com todo o espaço que precisávamos era bem perto do lugar do evento.

Ajeitamos um pouco as coisas e fomos buscar nossos kits para o evento. A intenção era ir pedalando, ou até a pé, mas quem disse que a chuva deixou? Então borá de van... rumo ao Nickos que era o lugar da entrega dos kits e da partida para o pedal no domingo cedo. 

Como chegamos lá antes do horário de liberação dos kits, ficamos conversando no bar/restaurante, fomos molhar os pés na água, ver um pouco da paisagem, que mesmo cinza faz nossas energias se renovarem. Praia é tudo de bom. 

Aos poucos os ciclistas começaram a chegar e foi aumentando o número de pessoas no aguardo.

Aqui cabe dizer que houve um pouco de desorganização por parte da Equipe Free Force. Apenas duas pessoas para entregarem os kits, num quiosque minúsculo e sem iluminação adequada. 

E de repente, mesmo com toda aquela chuva, muitas e muitas pessoas “brotaram” do chão e virou uma bagunça só a entrega dos benditos kits. Quando consegui pegar o meu, já procurei sair do meio do fervo, e voltar para o bar, onde abri a minha mochilinha e constatei que não tinha a pulseira, nem a plaquinha da bike. Logo a Lu Santos apareceu e confirmamos que na mochilinha dela também não tinha. Achamos estranho, mas enfim... provei minha camiseta, vi que tinha ficado boa e ali ficamos. Como o povo não voltava lá da entrega, voltamos e verificamos que eles tinham esquecido de nos entregar a pulseirinha junto com a placa da bike. Mais uma bagunça, pois como eles não encontraram as nossas, nos entregaram placas sem os nomes e números... mas antes ter assim, do que não ter, afinal a pulseirinha é que dava acesso ao almoço. Como a plaquinha estava sem nome, não tive vontade de colocar na bike... então guardei. 

Enfim, depois desse “stress”, fomos até um mercado pegar algumas coisinhas que sentimos falta e voltamos pro sobrado. Ajudei a Lu Santos com nosso jantar... macarrão de panela de pressão. Ficou uma delícia... tomamos um vinho para harmonizar (que chique, kkkkkk). Depois da janta super batemos papo, demos risada, escolhemos nossos quartos e arrumamos as coisas para dormir, afinal tínhamos que pular cedo da cama. 

Como a entrega dos kits foi meio bagunçada, achamos por bem tomar café da manhã em casa mesmo, pra não correr o risco de ficar sem comer e passar mal durante o pedal. Como o tempo ainda não estava colaborando, fora as subidas fortes do caminho, resolvemos ir de van até o ponto de partida. 

Pouco depois do horário programado,deu-se a largada. Apenas para o passeio, pois devido a grande chuva da noite, acharam conveniente cancelar o desafio, que seria no Morro da Tainha. Tudo por uma questão de segurança dos ciclistas, o que achei bem prudente da parte da organização. 

Mas e quem disse que o passeio seria susse? Lembram das subidas que evitamos indo de van? Pois é... tivemos que seguir por elas... hehe... subidas realmente fortes. Mas tudo bem, faz parte... como eu sempre digo, nada que não deixe as pernas mais gostosas, kkkkkkk! Tudo bem que tive que descer diversas vezes e empurrar, mas faz parte... o importante foi aproveitar o passeio, admirar a paisagem, conhecer gente nova. Foi legal pois a maior parte do pedal conseguimos fazer com a nossa turminha... hora todos, hora 2 ou 3, mas sozinha não fiquei em nenhum momento. 

E melhor que isso, diferentemente de Pomerode, onde terminamos o desafio 2h depois do tempo previsto, dessa vez conseguimos terminar junto com todos... muito bom, muito feliz com isso. 

Felizes, fomos guardar as bikes e almoçar. O almoço correu bem, estava organizado e rapidamente pegamos a comida e encontramos lugar para sentir. A comida era simples, mas bem saborosa. 

Ainda ficamos lá durante a apresentação de manobras com bikes, de hip hop e também nos sorteios (infelizmente não ganhamos nada, hunf). 

No retorno ao sobrado, tomamos aquele banho esperto, descansamos e pegamos a estrada para o nosso retorno à casa.

Até “entregar” todo mundo e ser “entregue”, cheguei em casa quase meia noite... mas valeu cada minuto este final de semana de mais superação, conquistas, amizade, de conhecer gente e lugar novo. Pedalar realmente é algo que me faz muito bem. 

E que venha dezembro.... para o 4º Pedal Free Force! Bora lá?

E vocês, já fizeram algum pedal Free Force? Vamos conversar?

Bjo Bjo