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terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Balanço 2018




E ai pessoal, tudo bem com vocês? Vejam só como a vida de mãe é corrida... estamos já em fevereiro e só agora que deu tempo de pensar no texto sobre o balanço de 2018.... e como vocês puderam perceber, não estou conseguindo escrever para deixar o blog lindamente atualizado como antes... confesso que sinto falta, mas a vida nova é boa... diferente, corrida, sem tempo pra mim, mas é boa!

Então vamos lá para 2018... no balanço de 2017 eu disse que foi o ano que mudou a minha vida... e foi mesmo, mas preciso dizer que 2018 também mudou a minha vida... acho que mais que 2017, pois em 2018 eu me tornei mãe... tem mudança maior na vida de alguém? Acho que não... no ano que passou me vi revendo fortemente algumas “convicções” ditas como definitivas... como o que achamos certo, correto, adequado também passa por adaptações quando temos um pequeno ser sob a nossa responsabilidade.

Mais uma vez, um ano de aprendizados... diários para dizer a verdade... Mais uma vez nos mudamos de endereço, para ficar mais próximos da casa da minha mãe, para os cuidados com nosso ser mais precioso... Em abril Maria Alice Grigowski Chagas veio ao mundo... um dia lindo, um dia de emoções confusas e alegria transbordante.

Conforme eu imaginava, não existe mais muito tempo para mim, então, os dados que sempre    “alimento” nos balanços anuais serão bem mirrados, bem escassos, pois o meu tempo não é mais meu e sim da minha filha linda... apesar de que depois da adaptação inicial, até que seriados e filmes eu consegui assistir uma boa quantidade... mas livros, isso não me pertence mais, pelo menos por algum tempo ficarei na vontade de ler... não dá tempo.

Bom, vamos lá então... começando pelas atualizações do blog... apenas 2 em 12 meses! =(

Para quem tinha a intenção de 2 ou 3 posts por mês, 2 no ano foi feio... um em janeiro e outro em julho. Mas vamos ver se isso muda esse ano... se consigo melhorar meu status de blogueira, kkkkkkk! Mas já vou avisando, provavelmente os assuntos serão: mamães, bebê, papinhas, picos de desenvolvimento, dentinhos, essas coisas sabe... =D


Já quanto aos filmes e seriados vistos, foram 502 (nenhum no cinema, além de caro, impossível sair de casa para ir ao cinema com um bebezinho), muito mais que no ano anterior... e isso se deve aos 07 meses em casa... 06 meses de licença maternidade mais um de férias acabaram rendendo... no lugar de ir dormir quando dona Maria dormia, eu ai fazer minhas coisas e também, ver um seriado ou filme.
Foi o ano dos seriados... Dark, La Casa de Papel, Merlí (em espanhol, MARAVILHOSO), Shadowhunters (minha dose adolescente falando alto), Seven Seconds (suspense policial), Grimm (que cortou o coração porque acabou), Bates Motel (finalmente comecei e terminei a série), Greys Anatomy (amor eterno), The Good Wife (bom demais para avaliar o empoderamento feminino e também a gangorra de uma vida pública/política), Segurança em Jogo (curtinho mas bom demais) e Você (intrigante). Difícil avaliar qual foi melhor... além desses tiveram outros seriados e muitos filmes... dos quais destaco um visto em dezembro, Bird Box, amplamente comentado pela mídia... alguns falando muito mal, mas eu gostei, me senti envolvida, vivenciando tudo aqui e nem vi o tempo passar. Em dezembro também foi o momento de ver filmes natalinos, desses sessão da tarde, super fofinhos, foram 12, kkkkkk, todos produção Netflix....

Quanto aos livros, consegui terminar Férias que tinha começado a ler em 2017, pasmem... e iniciei outro, do Harry Potter, mas ainda não consegui terminar. Que vergonha, kkkk ... quem sabe esse ano de 2019 eu melhoro essa marca, pelo menos começar e terminar um kkkkkk
Mas não quer dizer que eu não tenha lido em 2018... eu li muito, mas assim, 99% coisas em aplicativos e sites que estão relacionados a bebês e maternidade.

Quanto ao balanço profissional, foram 5 meses de trabalho na empresa e 7 meses de trabalho em casa... mais trabalho do que se imagina. Para quem acha que estar em licença maternidade é estar em férias, preciso dizer que ISSO É MENTIRA... trabalha-se muito mais em casa que nas empresas... e olha que na empresa deu o horário você vai embora e pronto, em casa não tem isso não... são 24 horas a disposição. E acreditem, um bebezinho precisa de você as 24 horas do dia... madrugadas sem dormir, essa é a minha realidade agora. Desde que Maria nasceu, foram 3 noites de 8 horas de sono... nas outras, no máximo 3, 4 horas seguidas, hehehehehe... pensa num zumbi ambulante. Mas isso não é bem uma reclamação, apenas uma constatação e desabafo... eu amo ser mãe, é a realização de um sonho, mas sou humana e tenho fraquezas, então, às vezes, a gente fica “sacudo”, cansado e desesperado... mas passa.

Ah, preciso compartilhar que em 2018 eu participei de algumas bancas de TCC lá na UFPR, para avaliar projetos de implantação de melhorias na área de secretariado... foi um dos momentos de me sentir viva profissionalmente. Como é bom fazer algo na área secretarial para variar. Fiquei imensamente feliz com o convite! =D

Viagens não aconteceram como eu previ no balanço de 2017, apesar de uma intenção quando completamos 1 anos de casados... pena que não deu certo... em 2019 queremos levar nossa Maria para conhecer o mar, tomara que dê certo.

Quanto as questões de coração estamos bem... coração ocupado, feliz... claro que com altos e baixos, aquelas discussões básicas, alguns desentendimentos, afinal somos diferentes e isso faz parte de toda relação. Seguimos aprendendo um com o outro e crescendo juntos. Conquistando cada dia algo novo e especial em nossa relação... nem que seja aquele abraço para dormir (de conchinha), ou um beijo de bom dia... todos os momentos valem a pena. Amor, eu sou chata, eu sei, mas eu te amo, tá?!

Voltando na questão profissional, preciso compartilhar que foi bom voltar ao trabalho e se sentir útil de uma forma diferente.... nos 7 meses em que estive fora, muitas coisas aconteceram, muitas mudanças ocorreram e isso refletiu no trabalho... houve a necessidade de algumas adaptações e novos aprendizados, o que recebi de coração aberto... este ano que se iniciou promete ser diferente, muitas mudanças ocorreram e me sinto bem mais aproveitada agora... produtiva, parece que faço a diferença realmente... que assim seja! =D

Bom, acho que por hora é isso, 2018 foi ano de mudanças, crescimento e aprendizado... e quer saber o que aprendi bem? Que com um filho, todo dia é dia de aprendizado... que ele será eterno... que 2019 seja um ano de muito amor e aprendizado para todos, pois o meu já está sendo! Mas e como foi o ano de 2018 para vocês? O que desejam para 2019?

Vamos conversar?

Bjo Bjo

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Balanço 2017



E ai pessoal, tudo bem com vocês?
Depois de algum bom tempo ausente, cá estou eu para atualizar vocês das coisas e também fazer um balanço do ano que passou...
2017 acabou e com ele, o ano que mudou a minha vida... sim, mudou.
2017 foi o ano do aprendizado... foi o ano que sai de casa e conquistei a minha independência. Ano em que vivi 9 meses no meu cantinho, aprendendo diariamente, vivi “sozinha” e cada dia descobria algo novo que me fazia crescer como pessoa. Foi também, o ano que encontrei o amor verdadeiro... amor que eu já não imaginava mais ser possível em minha vida. Eu finalmente “arrumei um louco disposto” hehe...
Sim, alguém que quis constituir uma família comigo. Foi o ano em que eu engravidei... foi o ano em que eu casei... mudanças? Sim, foram muitas... Aprendizado? Sim, diário.
Então, como eu desejei no post do balanço de 2016 para o ano de 2017, foi um ano realmente novo, em alguns aspectos difícil, mas no final das contas, maravilhoso, um ano MARAVILHOSO.
Mas vamos lá para o tal balanço que eu faço anualmente... este ano bem mais “fraco” que nos outros, mas é porque a vida mudou 100%.
A começar pelas atualizações do blog, que no ano passado ficaram em 22 postagens, bem menos que no ano anterior, ou seja, a primeira promessa de ano novo do ano passado não foi cumprida, pois não consegui manter a média de 3 a 4 posts mensais. Na realidade, de outubro até dezembro não postei nada.
Já quanto aos filmes e seriados vistos, foram 306 (só 02 no cinema, muito caro hehehe), pouca coisa menos que no ano anterior... e só consegui manter uma boa média, pois o marido adora um seriado e também, pois agora temos uma TV que dá pra ver netflix hehehe.
Como em todos os anos, o que mais vi, foram seriados. Grey’s Anatomy, Shadowhunters, How I Met Your Mother, Narcos, 13 Reasons Why, Grimm (terminei toda a série, pelo menos até onde tem episódios), Stranger Things, Eu, tu e ela, Glitch. Destaque para as séries mais no estilo de suspense, até um tanto de terror.
Quanto aos livros, foram 5 completos e 1 iniciado no mês de outubro! Sim, uma vergonha para quem gosta tanto de ler... mas além da falta de tempo, há também uma falta de interesse.
Neste ano que passou, tive o prazer de ver o show do Nevilton lá no Jokers, show que fazia tempo que não vinha pra cidade e foi maravilhoso. Para variar, fui sozinha, mas não dá nada... me diverti do mesmo jeito. E também, assisti a uma peça teatral no Festival de Curitiba, Macumba, que foi extraordinária.
Quanto ao balanço profissional, no final das contas não posso reclamar, tive um bom ano. Acredito que a gestação tenha influencia nisso. Sim, a gestação... acreditem, a gente muda muito, muito mesmo.
Uma coisa que estava acontecendo todos os anos e em 2017 não aconteceu, foi o convite para avaliar as bancas de TCC da UFPR, não sei o que houve, mas fez falta ter aquela interação maravilhosa com a minha área.
Agora, as viagens... apesar de todas as mudanças, até que elas aconteceram hehe... Fui para Guaratuba, Praia de Leste, Ilha do Mel (pedalar, e foi MARAVILHOSO), Morretes (pedalar também), Bombinhas (no Free Force), Garuva (para as férias de inverno), Ponta Grossa (pedalar), Praia de Leste de novo para pedalar dessa vez e por fim, Caiobá, para a minha lua de mel hehe. Neste ano que se inicia, não sei como será... com a bebê chegando, talvez 2018 não seja o ano das viagens.
Quanto às questões do coração, finalmente o status mudou... e mudou muito né? Encontrei um louco disposto, casei, estou grávida... então as questões do coração estão muito bem, obrigada!
Bom, acho que paro por aqui este balanço... que 2018 seja um ano abençoado para todos, pois o meu já está sendo! Mas e como foi o ano de 2017 para vocês? O que desejam para 2018?

Vamos conversar?

Bjo Bjo

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Todo Mundo Que Vale a Pena Conhecer

Hello People... e cá estou eu para escrever sobre mais um livro finalizado: Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer, de Lauren Weisberger.



Eu não sei se é porque eu demorei muito tempo (3 meses), para terminar de ler este livro, ou se foi porque eu criei faltas expectativas, mas eu não gostei do final dele. Terminei de ler agora (02/08) e confesso que me decepcionei um pouco.

Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer conta a história de Bette. Uma jovem que leva uma vida mais ou menos, trabalhando para um banco local, que não tem nada de estilo e que se compreende feliz dentro desta realidade que pode-se dizer até que é meio medíocre. Pois bem, ela é a típica personagem “mocinha bobinha”, que tem uma melhor amiga, pais “cafonas” e tios refinados.

Um belo dia ela cansa desta vidinha mais ou menos e aceita as investidas do tio para buscar algo melhor e mais útil para fazer e assim começa a trbalhar numa empresa de relações públicas que organiza festas de todo tipo, de segunda a segunda. E neste novo mundo, Bette conhece todo tipo de gente, desde artistas famosos de todo o mundo, até o segurança daquela boate do momento.

Assim ela emagrece, passa a se vestir “bem” (entre aspas sim, pois o bem pra mim pode não ser para você, coisa beeeeem relativa) e sai em colunas sociais praticamente todos os dias. Ela até “ganha” um namorado de fachada, desses bad boys super famosões, desejados por todas as mulheres (e homens) da face da Terra.

Porém, o que Bette não imaginava, é que afora todos estes “ganhos”, ela perderia muito... sua privacidade, sua melhor amiga, o respeito dos pais e até do tio que foi quem a ajudou a entrar nesta nova vida.

Ela não tem mais tempo para nada a não ser frequentar festas badaladas, paparicar estrelas da mídia, e dormir pouco, muito pouco. No começo tudo é alegria e felicidade... mas com o tempo, esta vida tão agitada começa a cansar Bette... principalmente porque ela pensa ter encontrado o grande amor da sua vida, que não é o bad boy famosão, mas sim o segurança da boate badalada.

E em um momento de stress intenso, em uma grande festa que ela organizou para a empresa em que trabalhava, ela simplesmente abandona tudo e vai pra casa... desiste desta vida.

Então ela passa por aquele famoso momento depre, até que no dia do seu aniversário, meses depois de ter abandonado a festa e tudo aquilo (inclusive o seu segurança amado), ele aparece, o seu grande amor, em uma ligação, a convida para um drink e conhecer o restaurante que ele abriu, seu grande sonho de ser chef. E ai, você imaginam o que acontece né? Já imaginam o final também, não?!

Achei tão, tão sem graça, hehe... tão, tão clichê. Esperava mais romance, mais “pimenta”, mais vida... ou sei lá o que eu esperava de fato.

Enfim, talvez seja porque eu não ando lendo tanto quanto gostaria, e acabei deixando o “climax” da história se perder...

Ressalto aqui duas questões: Bette participa de um clube do livro, daqueles livros de bancas de revista, tipo “Sabrina”, romances açucarados e que sempre, sempre tem um final feliz... e isso é bem fofo nela. E também, nas minhas investidas pela  internet para ler sobre o livro, descobri que várias pessoas concordam que o livro é extenso e fraco para a autora, afinal é a autora de O Diabo Veste Prada, maaaaas, faz parte!

Mas é isso, livro extenso, longo, que me cansou e que no final das contas não recomendo.

E vocês, já leram? Curtiram? Vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A Importância da Parceria em uma Relação Afetiva



oi Pessoal! Estou aqui hoje para escrever um texto diferente... algo que foge à minha experiência, ou ainda, que foge muito aos temas que costumo escrever por aqui. Mas é que estou vivendo um momento único, que tem me feito refletir sobre várias coisas e decidi compartilhar estas reflexões para ver se estou no caminho certo... portanto, fiquem muito à vontade para comentar, por favor.

Hoje eu estou aqui para falar sobre os relacionamentos afetivos... sobre as relações de parceria. Tenho percebido no meu dia a dia, a importância da parceria, do respeito, do amor... desde as grandes coisas da vida, até aquelas mais simples, se não houver parceria, respeito e amor, não há relação que dure.

E eu encontrei um parceiro pra vida... se vai durar a vida toda ou se será até o próximo verão, eu não tenho como saber, eu não tenho como afirmar, confirmar nada... a vida é repleta de surpresas e esta pessoa foi uma grata surpresa que a vida me trouxe.... que o pedal me trouxe, no caso. E olha lá a bicicleta mudando mais um pouco a vida da pessoa aqui.

Conheci meu namorado em um pedal... e já faz tempo, bastante tempo, mas como ele é um galático, pouco o via e confesso, gente, pra mim, ele era a pessoa mais metida da face da Terra nos pedais (e exibido também hehe)... o cara não parava quieto, já tinha ido e voltado umas vinte vezes enquanto a gente ainda estava indo a primeira.... sobe morro, desce morro, sobe escada, desce escada... anda deitado na bike, parecendo que vai voar... aff, que tipo desse piá (nossa, isso é muito curitibano).

Mas um dia esse “piá metido”, resolveu passar um pedal inteirinho ao meu lado, conversando comigo, me fazendo rir, me ajudando. E não é que ele não era tão metido assim?!  Até hoje me pergunto e pergunto à ele, por que cargas d’água ele resolveu ficar de papo comigo.

Daquele domingo em diante, do pedal do morango com nata com o grupo Trilhas Curitiba, ele não parou mais de falar comigo... todos os dias, o dia todo.

Então resolvi convidá-lo para conhecer os meus outros amigos de pedal, aqueles lá do Fazendinha.... convidei-o pois achava que seria legal, afinal, o Black é ótimo, super divertido, e faz uns pedais mais fortinhos, talvez ele curtisse. E naquele dia, o pedal foi fortão, não fortinho... e se ele não tivesse ido, talvez eu não estivesse escrevendo agora, hehe... pensem num pedal forte pra caramba, com uma quilometragem não tão grande, mas com um percurso forte. E se não fosse ele me empurrar praticamente o pedal todo, eu não teria conseguido acompanhar o grupo. Tanto que dei o nome de pedal do empurra pra essa noite.

Mas não foi assim, só me empurrando, que ele me conquistou. Desde o primeiro dia que começamos a conversar oficialmente, ele se mostrou alguém interessante. Bem mais novo, é verdade, mas já com uma história de vida interessante, com vitórias na vida, com dificuldades superadas, outras sendo superadas ainda... com um coração enorme, um sorriso fácil... ai ai, já perceberam né?! Ele me conquistou, ganhou meu coração.

Eu que achei que não encontraria ninguém disposto a uma relação de verdade nessa vida tão superficial e descartável que as pessoas vivem hoje. E gente, eu resisti, passei vários dias apenas respondendo às mensagens dele e dizendo que não era possível, que a nossa diferença de idade era muita, que eu já tinha alguém, que não daria certo.

Aí ele vêm com o “jogo sujo” hehe... dizendo que queria namorar, usar aliança, andar de mãos dadas no parque, casar, ter filhos... viver uma vida juntos, de verdade. Ah gente, aí eu tive que rever os meus conceitos e cheguei a conclusão de que eu não tinha nada a perder tentando.

A diferença de idade é muita? Sim, é muita.... mas ele está disposto a acompanhar... e é ai que entra a questão da parceria, que é o foco deste texto. Pensem em alguém parceiro, mas muito parceiro mesmo... nos pedais e na vida. 

Já perdi a conta de quantas vezes ele me empurrou durante os pedais.... sempre bem humorado e fazendo bagunça e piadas com os colegas de pedal. Me empurra nas subidas mais ferradas, aquelas que só de olhar você busca um caminho alternativo. Mas ele também é parceiro na vida, daquele que vai pra cozinha pra fazer a janta, que não se importa de lavar uma louça, que presta atenção nos meus tocs (e faz de tudo pra não ‘fazer nada errado’ por conta deles, hehe) e faz de tudo para que eu esteja bem e feliz. Ele é aquele cara que gosta de andar de mãos dadas na rua, que vive me enchendo de beijos, que diz que me ama.... mesmo com tão pouco tempo de relacionamento. 

Mas o foco aqui é a parceria... em tão pouco tempo, ele se mostrou parceiro, tão parceiro que parece que estamos juntos à anos, que nos conhecemos a vida toda... é tanta intimidade, gostamos das mesmas coisas, damos risadas das mesmas coisas bobas, mas também conversamos sério, pensamos e falamos sobre o futuro. Dividimos as coisas... nos ajudamos.. cuidamos um do outro. 

No pedal que fizemos no dia 15/07 para as profundezas do Taboão, pedal este que eu já queria fazer a muito tempo, mas que temia as famigeradas subidas, nosso colega de pedal Marcus retratou um destes momentos de parceria... e eu fiquei tão encantada por esta foto, que por causa dela, resolvi ler, pesquisar e escrever sobre as parcerias nos relacionamentos.


Claro que todo relacionamento tem “problemas”, palavra que eu entendo que podemos trocar por “adversidades”... e que podem ser superadas, desde que haja respeito, amor, amizade... e parceria. Desde que ambos respeitem os limites do seu companheiro, que façam a sua parte, mas que também, saibam contribuir para a parte do outro... seja fazendo algo, seja não fazendo nada, seja ficando em silêncio, seja contemplando a alegria e vibrando com a vitória do parceiro. 

Enfim, já estou aqui me enrolando e falando demais, como quase sempre faço hehe... 

Nas minhas leituras pela internet achei um trecho de um texto que quero compartilhar com vocês, pois ele descreve exatamente o que é esta parceria que estou sentindo neste momento e que percebo ser tão importante... e mais do que isso, que desejo que perdure por muito e muito tempo. O texto é de Anissis Moura Ramos e retirei do link: https://www.anissis.com.br/single-post/2016/07/08/A-parceria-num-relacionamento-a-dois

“Ser parceiro não é concordar com tudo que o seu companheiro fala ou fazer tudo o que ele quer, tornando-se um marionete em sua mão. Quando se concorda com tudo o que o outro diz, ao invés de ser um parceiro, se está servindo de espelho. Parceria não exige que você anule a sua personalidade, que seja submissa, apesar de a parceria permitir que o outro nos ensine a ver diferente, que nos proporcione momentos prazerosos e fazer com que isto retorne para a pessoa.
 Parceria não é desenvolver críticas, ser deselegante com o outro. Isto é chatice, é ser rabugento. Ser parceiro é saber lidar com as diferenças no dia-a-dia. São exemplos e demonstrações de afeto e carinho. É a transmissão de princípios e valores, sabendo que haverá um retorno, que as suas atitudes não ficarão no vácuo.
 É poder contar com a generosidade, com a elegância, com a finesse, com espontaneidade, com a alegria de seu parceiro, pois se tem a clareza que a recíproca será verdadeira. É poder acompanhá-lo, mesmo quando o programa não é algo que você prioriza, mas sabe que na hora que lhe sugerir algo, ele irá fazer, pois sabe que lhe dará prazer. A parceria se dá não apenas nos momentos bons, nos ruins ela também deverá estar presente.
 Parceria é compreender e se deixar ser compreendido; é ser benevolente, respeitar o momento do outro, como ele o respeita; é gerar prazer e receber prazer; é dar amor e se permitir receber amor. Esta cumplicidade que se estabelece num casal é que ajuda a nutrir a reação e fazer com que esta perdure por um bom tempo.
 Enfim, a parceria é um dos ingredientes que não pode faltar numa relação para que ela se torne saudável, Sem a presença dela, o que se estabelece é a desunião, as brigas, as críticas, o desrespeito, o afastamento, gerando frustrações e desconfortos para o casal”.

E é isso, desejo que todos encontrem o seu parceiro “perfeito”, aquele que lhes faça feliz com as simples coisas da vida. E se vocês já tem esta pessoa, cultivem este relacionamento, mantenham esta parceria ativa, acessa, viva. E mais do que tudo, curtam cada momento juntos e sejam felizes.

Ufa, quanto romantismo, quanta “melação”.... nem me lembro quando me senti ou estive assim... só sei que é bom e quero aproveitar cada momento.

Então, agora espero comentários contando sobre a parceria que existe em suas relações!

Bjo bjo!