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quinta-feira, 6 de junho de 2019

O Despertar do Príncipe



Oi Gente, cá estou eu para contar para vocês como é bom ler um bom livro hehe!

Terminei a leitura de O Despertar do Príncipe, de Colleen Houck. Autora que tive o prazer de conhecer em uma Bienal Internacional do Livro em São Paulo a algum tempo atrás. Não consegui chegar muito perto, obviamente, mas já tá valendo.
 Autora da Saga do Tigre, eu sabia que seria uma boa leitura. Texto envolvente, daqueles que você sente até a areia do Egito em sua pele durante a leitura. 

O Despertar do Príncipe é o primeiro livro da Saga dos Deuses do Egito, e conta a história de Liliana Young, ou apenas Lily e Amon, ou seria apenas o Príncipe do Sol?!

Bom, vamos lá... Lily é uma jovem de 17 anos que tem uma vida 100% regrada, certinha, sem sair “da linha” por um momento sequer. É uma garota rica, que mora na cobertura de um hotel com seus pais, ganha uma mesada robusta e que tem “amigas” que seus pais aprovam, mas que gosta mesmo é dos seus momentos a sós, quando observa as pessoas e costuma desenhá-las, procurando por suas essências. 

Lily é visitante praticamente diária do Metropolitan Museum of Art, e em determinado dia, pede para o guarda lhe indicar um local mais tranquilo para que pudesse pensar em paz, ela precisava conversar com seus pais sobre o seu futuro e queria usar as palavras e argumentos corretos para conseguir o que queria. Assim, ela é orientada a “se esconder” na sessão egípcia do Museu, que estava fechada ao público. 

Enquanto está perdida em seus pensamentos, tem a impressão de ter visto alguém. Com seu spray de pimenta em mãos, levanta-se e vai atrás daquela pessoa... pensou em um milhão de possibilidades de quem poderia ser, porém, nenhuma dessas possibilidades chegou nem perto da verdade. Lily deparou-se com uma múmia... uma bela múmia diga-se de passagem. Um rapaz, jovem, lindo, com olhos cor de amêndoa e cabeça raspada. Usando roupas “estranhas” para a época (apenas um saiote). Um príncipe, ela acaba por descobrir depois, que acabou de acordar de um sono de mil anos. 

Seu primeiro contato com ela é estranho, arredio. Ela chega a pensar que ele é um louco, e quer se afastar, mas algo a faz manter-se ao seu lado. Ela não entende aquela forte “atração” que tem pelo desconhecido, mas segue seus instintos que a levam até o Egito... no Vale dos Reis, onde eles iniciam uma busca perigosa e com muitas aventuras, pelos irmãos de Amon, que assim como ele, devem ser acordados de seu sono milenar para realizar uma celebração que resultaria na salvação do mundo. Eles teriam que “derrotar” Seth, o deus do mal. 

Com o decorrer da história, Lily entende que está conectada a Amon por sua força vital. Que Amon necessita dela... e cada vez que ele faz uso dessa força vital, ela se enfraquece muito. Essa ligação acaba por aproximá-los mais do que gostariam... e quando Lily se dá conta, está apaixonada por uma múmia milenar, e linda. Para seu desgosto e tristeza, Amon parece não corresponder a este desejo e chega a cortá-la em muitas oportunidades. 

Enfim eles buscam pelos irmãos Asten (Príncipe da Lua) e Ahmose (Príncipe das Estrelas) e contam com a ajuda do Dr. Hassan, um egiptólogo que na verdade é um gran vizir, uma pessoa que é devotada aos irmãos e fará de tudo para ajudar os príncipes do Egito a cumprirem sua missão. 

Asten é o irmão sedutor, engraçadinho e que me parece “mais forte”, e Ahmose é o mais velho, contido, que possui o poder da cura. Juntos com Amon, contando com a ajuda do Dr. Hassan e de Lily, eles enfrentam muitos zumbis, demônios bilokos e um Necromante assustador (Sebak), com corpo de crocodilo, para evitar que Seth retorne e domine o mundo com trevas. 

Depois de muita luta eles conseguem vencer.... e quando a gente acha que Amon não vai mesmo se render aos encantos de Lily, à sua devoção por ele e por tudo que aquela aventura significa, ele cede e aceita que realmente também está apaixonado por ela. Porém, este amor é impossível, pois Amon precisa morrer, voltar ao seu sono milenar para acordar somente daqui a 1000 anos e refazer toda essa cerimônia e salvar o mundo por mais um milênio. 

É neste momento que entra Anúbis na história e os “ajuda”, dando um tempo para que fiquem juntos e efetivem seus laços. Porém, depois disso, Lily precisará, literalmente, matar Amon para que tudo fique certo. Em particular, Amon lhe dá seu coração, transformado em um escaravelho de esmeraldas verdes, que ela guarda. Com uma ajuda de Anúbis, Lily cumpre a sua missão e volta para a sua realidade em Nova York, no mesmo local, momentos antes de ter conhecido Amon. 

Muito tempo se passou, mas é como se aquilo tudo tivesse sido apenas um sonho... e ela sai do museu, rumo à sua realidade, sem saber o que lhe espera no futuro.
 
E assim termina o primeiro de quatro livros.... o segundo já está na mão e amanhã já começo a ler, então, logo logo teremos continuação. 

Mas e ai, já leram essa saga? O que acharam? Vamos conversar?

Bjo bjo

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Festa de Aniversário do Primeiro Ano


Oi Meu Povo, tudo bem com vocês?


Então, hoje resolvi escrever sobre tema controverso... fazer ou não fazer festa de aniversário de 1 ano?

É, eu sinto muito, o foco deste blog mudou... agora falamos de maternidade mais que de outras coisas. Mas calma, logo voltam postagens sobre livros, prometo!

Mas vamos lá então... festinha de aniversário para comemorar um aninho do bebê! 

Muitos são adeptos do não fazer, alegam que a criança é muito pequena, não aproveita, não entende ainda o que está acontecendo e que a festa acaba, no final das contas, sendo para “os adultos”.

Já outros são a favor, dizem que a comemoração não é só da criança, mas dos pais que estão completando um ano como pai e como mãe. E que no final das contas, a criança aproveita sim, se diverte, brinca, interage (mas isso vai de criança para criança, claro). 

Enfim, desde que a Maria estava na minha barriga eu tive mil ideias sobre fazer ou não. Decidi não fazer, depois mudei de ideia e assim foi por um bom tempo, até ela nascer e eu resolver fazer só um bolinho em casa... vocês conhecem aquele vídeo do só um bolinho?!

Segue abaixo para vocês darem risada:



E esse “só um bolinho” em casa virou uma festinha na casa da Dinda... era para ser umas 10 pessoas no máximo e já estamos em quase 40! Ahhhhhhhhh, socorro.

Faz bolo? Manda fazer? E os docinhos? Ah, melhor fazer em casa... (madrinha vai dar, ufa), e os salgados? Ah, tem aquele Japa que faz um pastel mara... mas só pastel? Então vamos fazer uns empadões de pão e aqueles patês com pão de forma... ótimo, fechou. 

Mas espera, isso vai dar muito trabalho, não vai dar tempo... é, muda, então vamos pegar mais salgados... coxinha e risoles? Coxinha e kibe? Coxinha e bolinha de queijo?... É, certeza mesmo só da coxinha. 

Ah, eu quero aquele suco que lembra a infância... sim sim, perfeito, só não esquece de comprar água pra fazer. Ah, água comprada, 5 litros, tá bom? Ótimo, perfeito... mas daí o galão não cabe na geladeira... SOCOOOOORRO! Kkkkkk, parece piada, mas é muito, muito sério mesmo. 

E a decoração... ah, a decoração mamãe vai fazer em casa... mas quem disse que a filha deixa?! E se comprar pronta? Vamos ver... nooooooossa, muito caro, vamos fazer. E dai, não se encontra muitos apetrechos, pois a mãe escolhe tema distinto dos “temas comuns”... corre atrás de copos, pratos, guardanapos e garfinhos vermelhos e amarelos. Ah, e precisa de pratos grandes para servir os salgadinhos... e tem que ser vermelhos e amarelos... e vamos fazer um jardim de flores vermelhas e amarelas para a nossa princesa...


E lembrancinha, o que vai ser? Ah, mas precisa? Sim, precisa sim... o que fazer para que as pessoas lembrem por um bom tempo ou até pra sempre deste dia tão especial? Hummmmm, pensa, pensa, pensa... Já sei, flores... Ótimo, flores, mas tem que ser flor que, caso as pessoas queiram, elas possam plantar... e lógico, tem que ser vermelhas e amarelas... dai se descobrem vários tipos de flores vermelhas e amarelas, todas os olhos da cara por causa da época do ano... ah, então vamos de kalanchoe... dai descobrimos que ela é chamada também de Flor da Fortuna, perfeito, os convidados vão amar. E sim, eles podem plantar se quiserem, pois já plantamos em casa e deu certo! =D

Agora, só por curiosidade, o que a Wikipédia diz sobre essas plantinhas: 

“Kalanchoe é um gênero de plantas suculentas da família crassulaceae (ordem Saxifragales). Sua origem é africana e ela também é conhecida como flor-da-fortuna ou kalandiva. No Brasil, é conhecida também como coerana, eoirama-branca, erva-da-costa, folha-da-fortuna, folha-de-costa ou saião.
Na hora de comprar, escolha sempre plantas com folhas inteiras, brilhantes, viçosas e sem manchas. Observe o número de botões fechados, pois as que possuem grande números de botões terão uma durabilidade maior.
Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. O vaso deve ser colocado onde possa receber sol e vento. Exposta ao sol, suas flores duram mais tempo.
Por acumular muita água, precisa de poucos cuidados com a rega. No verão pode ser regada apenas duas vezes semanalmente e no inverno apenas uma ou quando o substrato estiver começando a ressecar. A rega deve ser feita apenas sobre o solo, sem molhar a planta. Deixe o solo secar antes de regar novamente. Regar sempre com pouca água, o suficiente para que escorra um pouco no pratinho, ou nem isso.
O período de florada vai em geral do início do inverno ao fim da primavera. Pode ser encontrada com flores vermelhas, rosas, laranjas, brancas, amarelas e talvez outras cores. Quando adulta, alcança até 30 centímetros de altura”.

É, acho que escolhemos bem. Então vamos na Floricultura pra encomendar... Levamos sorte, encontramos uma senhora de bom coração (Dona Hilda) que disse que pode fazer os vasinhos se levarmos os cachepôs. Uhuuuu... bora decorar cachepôs vermelhos com laços amarelos. Na semana do aniversário marido leva tudo para lá... e dois dias antes temos que ir buscar. Ufa, resolvido, e vai ficar lindo (Siiiim, já peguei as flores e ficaram lindas, os convidados vão amar). 

Então vamos para a lista de convidados... vai ser só família mais próxima... padrinhos, avós e tios da Maria... não não, vamos abrir para os tios da mamãe... ah, mas se vão os tios, por que não os primos também? E a lista vai aumentando... mas e aquela tia avó que não é da família, mas é mais presente que muita família? Ela não pode faltar... ah, mas e aquela amiga que a mamãe ama de paixão e que tem bebezinho pequeno também? Ah, ela pode... E aquele amigo do papai que ele considera um pai? E aquele outro que não é mais o patrão, mas é muito mais que isso? ... e assim a lista vai aumentando, aumentando, aumentando... Será que cabe todo mundo? Espero que sim! Ah, mas sempre tem um e outro que não vão... é, vamos contar com isso! Kkkkk E foi assim que a quantidade de pessoas cresceu tanto e com isso aumentou a preocupação se a comida vai dar.

Bom, estamos na correria para os últimos preparativos e a ansiedade está batendo forte... por mais que não seja uma mega festa, com tudo que se tem direito, quero algo que marque as pessoas e, principalmente, nossa menina. Sei que talvez ela nem lembre, mas acredito que quando ela vivenciar certas coisas, pode remeter a aquele momento e quero apenas lembranças boas. 

O grande dia é amanhã... tudo o que poderia ser feito foi... agora só falta arrumar o salão, pegar as comidinhas e esperar nossos convidados. 

Sinto que estou fazendo a coisa certa com essa festinha... será um momento de confraternização, com pessoas queridas, pessoas que querem bem à minha pequena! 

Depois eu volto e conto para vocês como foi.... 

Mas e vocês, mamães e papais, fizeram festa de um ano? Festinha? Festão? Bolinho? Bolão? Compartilhem suas experiências.

Vamos conversar?

Bjo bjo

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Todo Mundo Que Vale a Pena Conhecer

Hello People... e cá estou eu para escrever sobre mais um livro finalizado: Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer, de Lauren Weisberger.



Eu não sei se é porque eu demorei muito tempo (3 meses), para terminar de ler este livro, ou se foi porque eu criei faltas expectativas, mas eu não gostei do final dele. Terminei de ler agora (02/08) e confesso que me decepcionei um pouco.

Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer conta a história de Bette. Uma jovem que leva uma vida mais ou menos, trabalhando para um banco local, que não tem nada de estilo e que se compreende feliz dentro desta realidade que pode-se dizer até que é meio medíocre. Pois bem, ela é a típica personagem “mocinha bobinha”, que tem uma melhor amiga, pais “cafonas” e tios refinados.

Um belo dia ela cansa desta vidinha mais ou menos e aceita as investidas do tio para buscar algo melhor e mais útil para fazer e assim começa a trbalhar numa empresa de relações públicas que organiza festas de todo tipo, de segunda a segunda. E neste novo mundo, Bette conhece todo tipo de gente, desde artistas famosos de todo o mundo, até o segurança daquela boate do momento.

Assim ela emagrece, passa a se vestir “bem” (entre aspas sim, pois o bem pra mim pode não ser para você, coisa beeeeem relativa) e sai em colunas sociais praticamente todos os dias. Ela até “ganha” um namorado de fachada, desses bad boys super famosões, desejados por todas as mulheres (e homens) da face da Terra.

Porém, o que Bette não imaginava, é que afora todos estes “ganhos”, ela perderia muito... sua privacidade, sua melhor amiga, o respeito dos pais e até do tio que foi quem a ajudou a entrar nesta nova vida.

Ela não tem mais tempo para nada a não ser frequentar festas badaladas, paparicar estrelas da mídia, e dormir pouco, muito pouco. No começo tudo é alegria e felicidade... mas com o tempo, esta vida tão agitada começa a cansar Bette... principalmente porque ela pensa ter encontrado o grande amor da sua vida, que não é o bad boy famosão, mas sim o segurança da boate badalada.

E em um momento de stress intenso, em uma grande festa que ela organizou para a empresa em que trabalhava, ela simplesmente abandona tudo e vai pra casa... desiste desta vida.

Então ela passa por aquele famoso momento depre, até que no dia do seu aniversário, meses depois de ter abandonado a festa e tudo aquilo (inclusive o seu segurança amado), ele aparece, o seu grande amor, em uma ligação, a convida para um drink e conhecer o restaurante que ele abriu, seu grande sonho de ser chef. E ai, você imaginam o que acontece né? Já imaginam o final também, não?!

Achei tão, tão sem graça, hehe... tão, tão clichê. Esperava mais romance, mais “pimenta”, mais vida... ou sei lá o que eu esperava de fato.

Enfim, talvez seja porque eu não ando lendo tanto quanto gostaria, e acabei deixando o “climax” da história se perder...

Ressalto aqui duas questões: Bette participa de um clube do livro, daqueles livros de bancas de revista, tipo “Sabrina”, romances açucarados e que sempre, sempre tem um final feliz... e isso é bem fofo nela. E também, nas minhas investidas pela  internet para ler sobre o livro, descobri que várias pessoas concordam que o livro é extenso e fraco para a autora, afinal é a autora de O Diabo Veste Prada, maaaaas, faz parte!

Mas é isso, livro extenso, longo, que me cansou e que no final das contas não recomendo.

E vocês, já leram? Curtiram? Vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Simplesmente Acontece – O Filme



E o filme, pra variar é muito diferente do livro. Sempre é, eu sei... mas a gente sempre tem uma esperança. Hehe!
Enquanto o livro começa lá na infância (mesmo sendo só um capítulo, eu sei), o filme já começa na adolescência, mais precisamente quando Rosie completa 18 anos e toma um porre e precisa ir ao hospital porque caiu de uma banquetinha na discoteca.... tá certo que no livro se desenrola um pouco diferente... o aniversário é de 16 anos, eles vão para um pub, de manhã, pois até enviam bilhetes para a escola dizendo que tem que faltar pois tem uma consulta médica. O que quer dizer que era de dia, mas enfim, baseado em, não igual a.
No livro o baile que muda a vida de Rosie, só muda a sua vida porque Alex não pode ir.... no filme, Alex vai ao baile, mas com outra pessoa: a Bethanie Piranha, que acaba se tornando a sua segunda esposa no livro.
Fora a situação constrangera com a camisinha que “criaram” no filme... o que foi aquilo?! Aff!!!
Só aí que Boston apareceu na história.... sendo que no livro, Alex já morava lá.

No livro, Rosie tem uma amiga que faz no seu ambiente de trabalho, no filme, essa personagem ela conhece na farmácia, onde ela vai para comprar um exame de gravidez.
E ela está grávida... e o bebê nasce... e ela não conta nadinha de nada para o seu best friend... pode isso produção?! Indignação pura ao assistir esse filme!
Alex só fica sabendo que Rosie teve um bebê porque Bethanie encontra-a na rua com a menina e acaba contando para ele. Hunf!
E a menina cresce.... e eles vão tocando a vida.
E a vida profissional de Rosie?! Tá certo que no livro é uma atrapalhação só a vida profissional da nossa protagonista, mas camareira de hotel?! Argh.
E a cada minuto mais uma coisa bizarra acontece... em um momento de sentimentalismo barato, Rosie envia uma carta para o pai de Katie (quando a menina está com 5 anos). Lembrando que no livro é o pai que procura saber da menina quando ela já é uma adolescente na verdade.
E no filme, Rosie se casa com ele.... como assim?! Socoooooorro!
E o Alex se separa da Sally antes do bebê que ela está esperando nascer... e se separa dela pois ela está tendo um caso com um artista excêntrico. E parece até que o filho é do cara e não do Alex (nada haver).
Quanta confusão... o livro já tinha história... e uma história boa, pra quê inventar coisa!
Os pais de Rosie começam a viajar pelo mundo quando Katie está com 10 anos no filme... bem mais cedo do que no livro. Além de Bethanie ser uma modelo famosa...

Rosie é promovida à recepcionista do hotel onde era camareira, o pai morre na viagem... e no enterro é que Alex tem a certeza de que Greg, o pai de Katie, é um babaca completo e resolve se declarar para a sua melhor amiga. Só que isso ele faz como o livro se passa... escrevendo uma carta, que na realidade chega às mãos de Greg e não de Rosie.

Uma coisa que ficou igual e foi legal foi que Rosie recebe uma carta do seu pai depois da sua morte... carta que ele escreveu enquanto estava viajando e que por conta do serviço de correios, só chega depois... e a carta é linda, cheia de emoção e motivação.

A maneira como ela descobre que está sendo traída também é a mesma, mas não é o seu irmão que lhe conta, e sim a tal amiga da farmácia, que nessa altura da história, trabalha com ela no hotel. Inclusive, os irmãos dela nem aparecem no filme.

O tempo da história e a maneira como ela acha a carta do Alex também são diferentes. E como Alex e Bethanie voltam.... e eu me remexendo de “injuriação” (existe essa palavra?! Hehe) na cadeira assistindo!

E lá estava Rosie, como madrinha de casamento de Alex e Bethanie.... que coisa. Sabendo que ele tinha declarado seu amor por ela, e ela não sabia no momento certo.... e mais uma vez a vida deles seguiu um caminho diferente. E seu depoimento durante o casamento... aquele famoso “discurso” de madrinha.... foi no mínimo constrangedor, pois foi de uma profundidade absurda, de fato uma declaração de amor... de amigo como ela teve que complementar no final, para não estarrecer as pessoas.

Durante o casamento, Katie (a filha de Rosie) e Tobby (seu melhor amigo) se beijam.... e Alex e Rosie vão atrás dela e Alex diz para ela o que, na realidade, sempre deveria ter dito à Rosie.... sobre o verdadeiro sentimento “escondido” atrás da amizade... daquela relação de melhores amigos desde a infância e que ela não deveria deixar aquilo escapar.

Depois da morte do pai, Rosie recebeu um dinheiro da venda da casa dos pais e com ele, comprou o seu próprio hotel, que ela o seu sonho de infância, e no dia da inauguração, Alex aparece, separado de Bethanie, pedindo para se hospedar, e dizendo que teve um sonho com ela, e que eles ficam juntos.... e fim, final feliz, blim blim!

Tá, tá, eu sei que não dá para reproduzir fielmente todo o livro... e no final das contas, o filme é bom, mas não quando você já leu o livro. Então, se você já leu o livro, veja o filme sem grandes expectativas... se não, prepare a pipoca, e aproveite!

E é isso, ufa!


Bjo bjo!

sábado, 12 de março de 2016

A Promessa do Tigre



Oi Gente... cá estou eu para falar de algo maravilhoso! LIVROS...

Na realidade o livro da vez deveria ser o livro que li em espanhol, mas estou com duas dificuldades... terminar de fazer as anotações sobre ele e decidir como vou fazer o texto sobre o mesmo, pois eu queria contar a história para vocês, mas a minha surpresa foi tão grande com o desfecho ele (o que foi maravilhoso, diga-se de passagem) que eu acho que se eu contar, vai perder a graça... hehe, então ainda estou decidindo o que fazer.

Mas enfim, por isso resolvi passar outro livro na frente, livro que apesar da loucura que foi essa semana eu consegui ler em 3 dias, e acreditem, a minha semana foi conturbada elevado ao quadrado .com.br! 

A questão é que o livro é fantástico e também curtinho, então isso acabou colaborando. Eu estou falando do livro A Promessa do Tigre, da Colleen Houck, que é o quinto livro da saga dos Tigres... mas na realidade ele conta a história de Yesubai e se passa antes da história de Ren, Kishan e Kelsey.



Yesubai é a prometida de Ren, mas ela acaba se apaixonando é por seu irmão, Kishan.... mas muito antes de chegar a isto, fato já conhecido de todos, pois é descrito nos outros livros, este conta a sua história desde o nascimento. E principalmente, conta a sua relação com o temido Lokesh, seu tão mal fadado pai. 

Gente, eu tinha esquecido como este Lokesh era louco e desconcertado. Do mau mesmo. Aff...
Mas também foi bom ver o lado da Yesubai, que não tem muito nos outros livros. Menina que desde criança conheceu muito mais o mal do que o bem, as trevas do que a luz, mas que mesmo tão jovem, tomou uma decisão acertada, mesmo sabendo das consequências disso.... morreu nos braços de Durga para dar a vida aos príncipes e à Saga dos Tigres! E me deixou com vontade de ler todos os livros de volta hehe!

Se vocês ainda não leram, já que eu sempre estou atrasada com essas leituras, leiam, pois é um livro tão curtinho e é uma leitura tão fluída. Ainda estou viajando pelo jardim suspenso do rei e pelo labirinto da família Rajaram. Vocês não querem fazer o mesmo?

Bjo bjo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A Última Carta de Amor





Não sei se foi por causa de seis volumes de uma saga adolescente cheia de fantasia e coisas imaginárias, ou se era a gana de iniciar logo um livro que fosse diferente, ou ainda, se era a expectativa, pois todos os livros da Jojo Moyes são bons, mas não consegui gostar deste livro de imediato, não até quase lá mais da metade do bichinho... foi beeeeem lá pra frente que ele conseguiu me envolver de fato!

Ele é um romance, uma história de amor, duas na verdade, que se passam em épocas distintas, mas que acabam se conectando de uma maneira surpreendente no final das contas, o que me deixou imensamente feliz, pois me mostrou que aqui dentro deste corpinho remodelado ainda bate um coraçãozinho (ufa), hehe!

Mas vamos ao que interessa. Este livro conta primeiramente a história de Jennifer Stirling, uma mulher linda, casada com Larry, um grande empresário dos idos de 1950-60.
Porém, um dia Jenny acorda em uma cama de hospital e não lembra de absolutamente nada de sua vida... nem o que houve para ela estar lá, nem de como era sua vida antes de acordar naquele lugar.

E assim ela vai para casa e tenta se enxergar naquele lugar e naquela rotina e com aquelas pessoas da “alta sociedade”, cheias de sorrisos e comentários ácidos e maldosos, com festas e situações que não deixavam Jenny 100% confortável.

Por mais que seu marido, a empregada da casa e seus amigos tentem fazê-la se sentir bem e acolhida, ela sempre tem a impressão de que lhe falta algo. Sempre que ela tenta conversar sobre o acidente de carro (que foi o que gerou a amnésia) com alguém, as pessoas desconversam e ela fica mais intrigada ainda.

A vida dela começa a mudar quando, em uma de suas incursões pela casa que é sua, mas que não parece, ela encontra uma carta de amor escondida... uma carta de amor endereçada a ela... e depois mais outra... e mais outra. E sua nova meta é se descobrir como aquela pessoa descrita nas cartas, aquela pessoa que é querida e amada, pois não é desta forma que ela se sente com Larry. Que é o marido que lhe dá tudo em termos financeiros, mas nada além disso.
E ademais, Jenny passa a tentar descobrir quem é B, que assina as cartas.

Em paralelo, o livro conta a história de Ellie Haworth, já nos anos 2000... uma jornalista que tenta se firmar na profissão. E que recebe a incumbência de fazer uma matéria sobre o passado x o presente... missão difícil, já que sua vida amorosa ocupa muito do seu tempo. A mais de um ano ela vive uma conturbada história de amor com um homem casado. Ela está apaixonada e crê que o seu grande amor abandonará a esposa para ficar com ela... mas sabemos que nunca (ou quase nunca) é assim... e no caso de Ellie talvez também não seja. Ou com ela será diferente??? Quantas dúvidas não? E tudo se torna ainda mais complexo quando a missão dela é esta matéria sobre o amor no passado e no presente.

A questão é que justamente uma carta de amor, esquecida na redação de jornal em que Ellie trabalha acaba juntando a vida e a história destas duas grandes mulheres, que vivem em épocas tão distintas, mas que, para conseguir sua independência, passam por situações tão fortes e que podem nos marcar de forma tão evidente.

Enfim, só lendo mesmo para compreender. Mas se forem como eu, talvez achem o início da narrativa confuso, pois a história se intercala, se mistura... é um vai e volta entre a Ellie e a Jenny antes e depois do acidente... Jenny descobre quem foi o seu grande e verdadeiro amor? Eles conseguem viver juntos? Ela abandona a sua vida junto ao marido rico e controlador? E Ellie, continua a relação com o homem casado? Consegue se consolidar como jornalista?
São muitos questionamentos... e todos são respondidos no decorrer das páginas deste livro que, ao final, não deixa nada a desejar para toda aquela expectativa que eu estava no começo.... Ufa de novo hehe!

Feliz por ter escolhido este título para voltar aos romances.... feliz por não ter desistido dele... afinal, a Mel não desiste dos livros... e não desiste pois eles sempre valem a pena.
E este com certeza vale a galinha toda como diria uma amiga minha hehe!

Mas e ai, já leram este livro? Conhecem a história? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo