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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sobre o Tempo.... ou a falta dele...



Olá Pessoal... tudo bem com vocês?

E o ano está acabando e a proposta de escrever entre três a quatro vezes por mês acabou furando em outubro e novembro, que tristeza. Mas tudo é culpa do tempo, ou melhor, da falta de tempo... um pouco da ausência de inspiração também, confesso, mas também da falta de tempo.

E como a nossa vida anda tão corrida, principalmente nessa época do ano, de correria, de prazos apertados, de fechamentos.

Em outubro eu estava passando por aquele inferno astral, parecia que nada dava certo... mas aos poucos as coisas foram entrando nos eixos e tudo se encaixando, se adequando e graças ao bom Deus, parece que tudo voltou ao normal.

Para mim, o mês de novembro foi especialmente agitado. Coisas boas aconteceram, mas eu não tinha tempo nem de ir ao banheiro, e acreditem, não estou exagerando.

Mas também tive momentos lindos... como o casamento da minha amiga Grasi, que foi especialmente encantador... tudo perfeito, simples mas ao mesmo tempo com muito estilo. Delicado, e com a cara do casal... e como aqueles dois estavam lindos em todos os sentidos, envolvidos com tudo e com todos, e como aproveitaram o seu dia. O Luiz, o noivo mais nervoso que eu já vi na vida hehe... fez um vão na entrada do lugar de tanto ir e voltar até tudo começar oficialmente. E me olhou depois da cerimônia e perguntou: “Mel, ela me ama né?” Não não, a gente tá aqui porque não tinha mais nada pra fazer... kkkkkk... Luiz querido, ela te ama muito, tenha certeza disso!

Casal... desejo toda felicidade do mundo pra vocês...

Na semana seguinte, na quarta fui ao lançamento de um livro da Fernanda Maia, querida amiga, e na sexta, dei uma palestra na empresa para os estagiários do estado todo, via videoconferência, sobre a entrada no mercado de trabalho, como confeccionar um bom currículo e se preparar para uma entrevista de emprego... sempre rola uma tensão no começo, mas foi bacana. Sempre me sinto muito feliz em compartilhar um pouco do que sei, principalmente se isto puder ajudar alguém. Sei que nem todos dão atenção, mas também sei que para alguns, é importante e faz a diferença. Pois eles acabam comentando comigo, ou entre si, ou com aqueles que não puderam assistir. De alguma forma fico sabendo e fico feliz feliz... e isso faz com que a correria para revisar o material, adequar algumas coisinhas, testar a apresentação e tudo o mais, valha a pena. =)

E na última semana do mês foi o ápice da loucura, loucura, loucura.... terça-feira bancas na UFPR... para avaliar alunos do curso de Tecnologia em Secretariado. É sempre um prazer aceitar o convite das professoras Fernanda, Zélia e Eliana. Primeiro pois poder avaliar trabalhos da minha área é sempre engrandecedor, segundo porque rever estas profissionais, docentes e (por que não) amigas, é sempre muito bom.
Na quarta viajei para uma experiência quase que indescritível... fui para Santos, para participar do 30º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, mas sobre este evento, que durou 3 dias, farei um post próprio.



Lembrando sempre que no meio de tudo isso, muitos e muitos artigos chegaram para correção e a minha mesa no trabalho estava sempre forrada com muitas listas de presença, certificados e processos de treinamento, e o telefone não parava de tocar, e sempre tinha alguém pedindo alguma coisa, e mais o atendimento aos estagiários... e não esqueçam as aulas de espanhol, com aquele monte de lições e atividades que só a melhor professora do mundo que eu tenho sabe dar hehe, ou seja, correria, correria, correria!!!!

Mas enfim, o que eu quero dizer com tudo isso? Primeiro era compartilhar com vocês um pouco de tudo o que aconteceu comigo e que me impediu de escrever e manter a promessa dos posts semanais e segundo de mostrar que realmente estamos com o nosso tempo escasso, ou melhor, preenchido por muitas coisas, fazendo parecer que não temos tempo para nada, o que na realidade não é verdade.

O tempo continua o mesmo, todos nós temos 24 horas por dia e devemos distribuir nossas atividades da melhor forma possível. Percebi que não fiz isso da maneira que deveria... em muitas situações. Nem tudo estava no meu controle, e acabou que várias das coisas se acumularam, mas estou buscando, neste mês de dezembro, trabalhar de uma forma diferente o meu tempo. Em termos está dando certo, em termos não. Um dia de cada vez, aprendendo com os nossos erros e acertos... sendo mais tolerante, tentando entender por que as coisas acontecem assim e não assado, é... parece que vamos amadurecendo e percebendo certas coisas.

E nisso tudo, nada de escrever sobre os livros também, mas só para constar, continuo com a saga adolescente dos Instrumentos Mortais, estou no quinto livro... passei dos 50% já hehe... e ainda vai faltar um, e farei um post sobre a saga toda.

Só tenho a dizer que estou com muuuuuuitos outros livros para ler, a lista é imensa, em livros físicos e digitais. Mas isso não é um problema, é sempre uma solução para viajar sem sair do lugar, não é mesmo? E também para arejar a cabeça, se distrair, esquecer da vida real... enfim, ler é tudo de bom!

Ufa, acho que é isso por enquanto.

Aguardem novos posts... já estou escrevendo sobre a viagem para o congresso em Santos que foi MARAVILHOOOOOSO hehe.

Bjo bjo e vamos procurar usar o nosso tempo de uma forma mais positiva e otimizada!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Antonia e Suas Filhas





E o terceiro livro do ano, foi Antonia e Suas Filhas, de Marlena de Blasi. Pelo título, achei que fosse um livro diferente dos outros, pois ela sempre escreve livros sobre a sua vida, sobre as suas aventuras e é justamente isso que me atrai nela.
 
E mais uma vez eu não me decepcionei... o livro é fantástico... segundo livro lido no meu lindo kobo, que confesso que ainda não me acostumei, parece que cansa mais a vista, deixa os olhos ressecados, mas acho que é só impressão.

Enfim, voltemos ao livro... li em cinco dias, comecei em Búzios e terminei em casa... em meio a correção de oito artigos postados enquanto eu viajava... mas vamos lá, a história do livro, hehe!

Como é a linha de trabalho de Marlena, este é mais um livro que conta a sua história... a continuação da sua história, da sua vida na Itália, dos altos e baixos da sua relação com o país, com seu amado Fernando e com todas as pessoas que ela conhece, que passam a fazer parte da sua vida.

Amo a maneira como as coisas são expostas, sem medo, sem vergonha... e desta vez, “pressionada” por prazos, Marlena busca isolamento para escrever seu livro e lá ela conhece Antonia e suas filhas... Antonia, uma senhora de 83 anos, que nas palavras de Marlena, mais parece “uma muher de 60 anos bem conservada”. Mas a primeira aproximação é com Filippa, filha de Antonia, que mesmo sabendo da necessidade de Marlena escrever e ficar isolada, sempre dava um jeito de estar por perto e puxar papo. 

Até que ela convida Marlena para jantar em sua casa e conhecer melhor Antonia, que foi até um pouco agressiva com ela, em seu primeiro contato, num café da cidade.

Antonia, num primeiro momento, se sente “insegura” com a estrangeira, mas os seguidos encontros e a afinidade “velada” das duas é notória e quando se dá conta, Antonia começa a contar sua história, e a de suas filhas, netas e bisnetas... tudo regado a muita comida preparada com imensas doses de amor e vinhos deliciosos.

E quais foram essas histórias? A história da vida de Antonia, aquela que até o momento ela não tinha contado para ninguém... quer dizer, não que não tivesse contato, mas alguns detalhes sempre ficaram guardados em sua memória e ela não queria compartilhar com ninguém, até que sentiu que deveria abrir a boca, e muito mais, o coração para aquela estrangeira que passava horas e horas apenas ouvindo o que aquela velha senhora falava.

A história da vida de Antonia é muito interessante, difícil, dura, mas também feliz, leve... algumas dificuldades, algumas omissões e mentiras, mas tudo por um bem maior.

Quer saber mais? Leia o livro, pois qualquer coisa que eu escrever daqui por diante, pode estragar tudo!

E se já leu, vamos conversar?

Bjo bjo

domingo, 12 de outubro de 2014

O Resgate do Tigre


“ – Errar é o que nos torna humanos – sussurrou. – É assim que aprendemos. Minha mãe sempre dizia que cometer um erro não é ruim. Ruim é se recusar a aprender com ele a fim de não repeti-lo” (p. 179).



E cá estamos nós para a continuação da Saga do Tigre (de Colleen Houck)... confesso que mesmo a história sendo ótima e a leitura fácil, demorei mais do que gostaria para terminar de ler, mas também houveram algumas questões de saúde ai que complicaram a minha leitura.

Mas como era de se esperar, o segundo livro da saga é muito bom, o foco dele é o resgate de Ren, e na relação de Kelsey e Kishan que se torna mais afinada ao ponto dela não ter tanta certeza sobre seus sentimentos pelos irmãos. Tanto que Kishan, ao perceber sua instabilidade, investe fundo em tentar conquistá-la...  mas tem muita história que acontece antes disso... o livro se inicia com o retorno de Kelsey para sua antiga vida... decisão que ela mesmo tomou, sem a aprovação de todos que ela deixou na India.

Já no Oregon, ela vai, com Nilima para sua nova casa, com seu novo carro, presentes que o Sr. Kadam insiste que ela aceite.

Muito relutante ela toca a vida, mas com o pensamento sempre em tudo o que viveu na Índia, e principalmente em seu amado príncipe, Ren. O que mais lhe dói, é saber que mesmo o tempo passando e mesmo ela tendo contato telefônico semanal com o Sr. Kadam, neste tempo todo, Ren não tentou falar com ela, não a procurou... provavelmente está tocando a vida, já encontrou alguém do seu nível para se relacionar... assim, Kelsey resolve se relacionar com outros rapazes e o faz com dois colegas da faculdade e também com seu instrutor de wushu.

E o tempo passa e a vida corre... e assim chega o Natal e Kelsey recebe o melhor presente do mundo: Ren... que finalmente resolve procurá-la e eles passam a viver um conto de fadas (mas é claro que com alguns percalços no caminho pois ambos são teimosos e tudo o mais).

No baile do dia dos namorados, ambos ganham um presente a mais: a visita de Kishan, que na verdade não é uma visita... e sim uma vinda para ficar.

E assim continuam tocando a vida, os três... até que Lokesh consegue identificar a localização deles e manda seus capangas para persegui-los.

No meio de toda a luta e fuga, Ren pede que Kishan fuga com Kelsey enquanto ele dá conta dos capangas e nesta, ele é capturado.

Assim, com muita dor no coração, Kelsey volta com Kishan para a Índia e lá encontram o Sr. Kadam e começam a se organizar para ir em busca do próximo presente à Durga, que ajudará a encontrar Ren e também desfazer a maldição dos tigres.

Como no primeiro livro, eles passam por diversas dificuldades para conseguir alcançar seu objetivo e salvar Ren, mas eles saem vitoriosos desta fase, identificam a localização do esconderijo de Lokesh que apareceu para todos em visão, mostrando como estava maltratando Ren para encontrar Kelsey e conseguir os medalhões que os protegem... mas desta vez, com a ajuda do fruto dourado e do lenço e também com o apoio físico do Sr. Kadam, que desta vez foi para a “luta”, eles resgatam Ren com sucesso. Porém, nem tudo está bem, pois algo muito ruim aconteceu... e o que foi?

Bom, melhor não contar ou vocês me acusarão de spoiler hehe...leiam o segundo livro da Saga e me contem o que acharam... vamos conversar?


Bjo bjo

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

A Maldição do Tigre

E cá estou eu novamente, começando a leitura de uma nova série.

O primeiro livro é “A Maldição do Tigre”, de Colleen Houck. Demorei para começar essa leitura pois queria ter todos os livros em mãos para não sofrer de abstinência entre um e outro, hehe... são quatro volumes e eu tinha apenas dos dois primeiros. O número 1 comprei no ano passado e o segundo, ganhei este ano de uma aluna. Assim, quando me vi com dois cartões presentes das Livrarias Curitiba, não tive dúvidas quanto aos títulos que escolheria.



Confesso para vocês que quando comecei a ler o prólogo, que fala de príncipe, reino indiano, amuleto, talismã, pensei que tinha sido uma má escolha. Mas já no primeiro capítulo, de título Kelsey, me mostrou que na realidade esta é uma belíssima história bem atual... ou melhor, uma mistura do atual com o antigo, do moderno com o folclore e é uma história muito envolvente.

O primeiro livro fala exatamente sobre a maldição que assolou dois irmãos indianos, belíssimos príncipes transformados em tigres, e da entrada de Kelsey em suas vidas e da mudança que esta garota começaria a fazer com eles a partir dali.

Kelsey, uma jovem de 17 anos e que vive com uma família adotiva pois seus pais faleceram num acidente de carro, decide trabalhar, temporariamente, num circo. Suas atribuições seriam: vender ingressos, cuidar da alimentação dos animais, e da limpeza do circo depois das apresentações. Num primeiro momento parecia tudo muito tranquilo, só estava com receio de alimentar animais mais “perigosos” e tinha uma preocupação imensa se haveria um elefante lá e se ela teria que limpar “as cacas” do “bichinho”.

Já em seu primeiro dia de trabalho, se encantou com o todo... e assim toda uma história que parece tirada de um livro (olhem só que ironia), começa a acontecer em sua vida, mudando-a para sempre...
Ela passa a ter uma relação mais afinada com Ren, o tigre do circo. Sente uma afeição que não sabe explicar... mas que depois o destino tratará de mostrar-lhe o porquê. E assim, ela está crente de que poderia ajudar seu novo amigo, convencida por Kadam (uma espécie de protetor de Ren) e o mesmo convida-a para conhecer a Índia. E é neste momento que toda a aventura começa... e é exatamente por aqui que eu paro de escrever, pois a história é muito interessante para contar e pode perder a graça, posso cometer alguns spoilers imperdoáveis.

Espero que divirtam-se com a leitura e depois me contem o que acharam.

Vamos conversar?


Bjo Bjo

domingo, 1 de dezembro de 2013

Como Conviver com Pessoas Tóxicas e Sair Leve Desses Encontros

Recebi este texto semana passada de uma colega de trabalho e acho que vale a pena compartilhar... leiam, reflitam e pratiquem.
Desejo que as pessoas tóxicas se mantenham longe de todos que estimo, mas se não for possível, que consigamos sair leves destes encontros!!!!

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As pessoas tóxicas jogam jogos para roubar a energia que você tem de utilizar para realizar seus sonhos e metas, assim como para viver em harmonia consigo mesmo e com os demais tirando a paz, que é sua por direito, de experienciar e viver.
As pessoas tóxicas, não sabem que são tóxicas - estão doentes e adoecem aos demais, porem não tem consciência de seu grau de toxicidade.
As pessoas tóxicas falam o tempo todo, não valorizam o silêncio, a meditação, a oração - não podem faze-lo porque, como tóxicos, necessitam desesperadamente da energia que você proporciona para que suas vidas possam ter algum sentido e, se você joga o jogo, elas se energizam às suas custas e você cairá completamente desfalecido devido a um intercâmbio energético completamente inadequado e inútil, para a evolução e crescimento pessoal de todos os envolvidos.
Você saberá se está com pessoas tóxicas quando a conversa se baseia em desqualificar, criticar, aberta ou sutilmente, as pessoas presentes ou ausentes, de tal forma a minar a autoestima e o valor da pessoa, pelo menos para o conceito e forma de ver a vida do outro que, obviamente, não coincide de maneira alguma com a sua visão.
As pessoas tóxicas não gostam de aprender através dos demais já que, para eles, não há nada que precisem assimilar; em suas mentes pensam que são os outros que tem de aprender com elas, mesmo quando vivem vidas miseráveis.
As pessoas tóxicas querem harmonia, felicidade, prosperidade e saúde, discutindo, provocando conflitos, falando da infelicidade que as circunstâncias externas provocam em suas vidas, da escassez, da morte, da obscuridade, sem entender que existe apenas um caminho para a evolução pessoal que é através da luz, da boa vontade e do reconhecimento humilde dos erros cometidos para que possam ser corrigidos, dentre outras coisas...
Todos convivemos com pessoas tóxicas, e analisar o grau de toxicidade que nós temos em nossos modelos mentais e de comportamento interpessoal, na maioria das vezes, isto constitui um ponto cego.... é compreender que não temos consciência de que estamos de alguma outra forma contaminados.
Porém, é muito fácil para você saber se está contaminado, observando os sintomas da enfermidade espiritual:
- Perca da paz interior
- Discussões acaloradas fora de todo contexto racional e das boas maneiras.
- Incômodos físicos, dores de cabeça, dores musculares, dores de estômago, enfim, qualquer dor em seu corpo está indicando a desconexão da fonte adequada de energia e a conexão à uma fonte altamente tóxica para sua saúde.
Existem tipos distintos de pessoas tóxicas e graus de toxicidade:
- Os Intimidadores: são as pessoas que discutem, sempre querem ter razão, ameaçam, ofendem verbalmente e, no pior dos casos, partem para a agressão física.
- Os Distantes: te ignoram, te transformam numa pessoa absolutamente invisível, você simplesmente não existe. E, através de uma atitude maquiavelicamente premeditada, te faz sentir um zero à esquerda. Essa é a ideia: roubar sua atenção e energia.
- Os interrogadores: são os críticos audazes disfarçados no que, na atualidade, se denomina "crítica construtiva" porém, no fundo, são habilidosos em destruir pouco a pouco através de um questionamento incessante sobre sua conduta, atos e maneira de ser para roubar sua energia e fazer com que perca o valioso tempo para onde se deve focar na realização de suas metas e objetivos importantes, fazendo com que pareçam irrelevantes, quando realmente não são.
- Os "Pobre de mim..." (vítima) - São aqueles que desde que chegam a um encontro ou reunião, não fazem outra coisa a não ser se lamentar de uma situação pessoal, ou do país, das condições do clima, da economia, dos pobres, dos ricos, do que seja! A ideia, neste caso, é fazer com que você se sinta culpado com sua felicidade e que não se importa com a realidade alheia ( a deles...). Demonstram um estado mental de pobreza e insegurança, impotência diante da vida e das circunstâncias, que não são capazes de assumir em sua totalidade, buscando atenção e carinho, deixando o ouvinte completa e absolutamente sem energia para desfrutar, viver e compartilhar de maneira natural, através de uma troca saudável, construtiva e edificante.
A forma que temos para sair vitoriosos desses encontros tóxicos, é estarmos preparados mentalmente para entender, e compreender, quais são os jogos que estão, ou estamos, jogando e decidir se participaremos ou não.
Assim, cairemos, ou não, em tentação com suas terríveis consequências.
Temos de entender que nossa paz é assunto nosso e não dos demais, que para discutir é preciso duas pessoas e que, no pior dos casos, se sentir que caiu involuntariamente em algum jogo, tomar consciência e sair dele o mais rápido possível com a finalidade de melhorar sua energia e a qualidade do encontro, assim como pedir desculpas, ou perdão, diante de algum impropério ou imprudência, se faz preciso para agir com base na boa conduta e costumes de pessoas civilizadas em uma comunidade que quer prosseguir crescendo e evoluindo em conjunto e fazer dos encontros momentos especiais para a vida e para a boa recordação de momentos compartilhados.
Texto de Maria Tirone

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A Última Música





Este é o livro da vez, este é a indicação do momento. Ainda estou meio anestesiada pelo efeito que ele teve em mim.
O autor? Nicholas Sparks, é este mesmo... super famoso por ótimos livros. Confesso que este foi o primeiro livro dele que li, e gostei muito.
 
Que linda história... no começo, parece um livro adolescente, daqueles bem mi mi mi, mas não, ele tem uma intensidade, uma força, que vale cada página de leitura.

Ele conta a história de Verônica Miller, que tem 17 anos e se vê obrigada pela mãe a passar suas férias de verão com seu pai. Pai este que ela simplesmente deixou de falar a 3 anos, pois ele abandonou sua família. Ronnie, como gosta de ser chamada, tem uma mágoa muito grande de seu pai e deixa isso bem claro desde o primeiro minuto em que chega a praia de Wrightsville,na Carolina do Norte, onde ele mora. 

Como não está disposta a interagir com Steve, procura ficar o dia todo fora de casa, onde acaba se envolvendo com as pessoas erradas. Steve tenta chamar a atenção da filha utilizando o que considerava ser o seu maior trunfo, o piano e a sua grande habilidade com o mesmo. Quando moravam juntos, ele chegou a ser o professor de Ronnie, que tinha um dom nato para tocar e compor. Porém, como ela se sentia traída pelo abandono do pai, em uma de suas brigas, disse que não queria nunca mais ouvi-lo tocar, muito menos, se sentaria ao seu lado para terem um momento como os momentos passados. Com muita dor no coração, sei pai constrói uma parede na sala de estar, escondendo o piano para fazer a vontade da sua filha.

Jonah, irmão mais novo de Ronnie, no entanto, aproveita cada segundo ao lado de seu pai, seja passeando pela praia, seja empinando pipas, seja na oficina da casa, ajudando-o a construir a janela da igreja... ah a janela da igreja.

Alguns meses atrás, a igreja que Steve frequentava pegou fogo, quase levando ao falecimento do Pastor Harris, que era o cuidador da mesma. Como aquele lugar tinha um significado muito grande e forte para Steve, ele resolveu ajudar o Pastor Harris, construindo uma nova janela, um vitral, que quando a luz do sol transpassava, parecia que era uma cachoeira de brilhos e cores. 

Enquanto isso, Ronnie continuava tentando fugir do pai e viver sua vida “alienada”. Em determinada situação ela conhece Will e aos poucos, sua vida vai mudando... nasce nela o primeiro amor, e no decorrer dos dias, ela começa a enxergar o que realmente aconteceu quando seu pai foi embora... mas vou parar por aqui, pois senão vai rolar um spoiler e vai perder  a graça.


O que eu posso dizer é que vale muito, mas muito a pena a leitura deste livro, pois é um livro que fala de amor, primeiro amor, amor incondicional de um pai por seus filhos, fala de conflitos, de dor... ele é mais real do que parece num primeiro momento.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Lições de Francês



Continuando a minha saga de leitura de histórias que se passam em Paris, mais uma super envolvente, diferente... pitoresca até: Lições de Francês de Ellen Sussmann.

Uma das críticas do livro diz que se você gostou de Meia Noite em Paris do Wood Allen, você vai se identificar com este romance.

E não é que é verdade? Num primeiro momento ele é até um tanto confuso... mas depois “me achei”.

Ele conta a história de três professores de francês (e seus alunos daquela semana) que usam um método um tanto diferente para ensinar. Eles levam seus alunos para as ruas da cidade e com uma caminhada despretensiosa, mostram lugares, ensinam palavras, fortalecem a conversação. Feiras livres, museus, jardins, mercados, praças são os lugares visitados e tudo o que diz respeito àquele lugar é o foco da conversa. (Adoraria uma aula assim).

As histórias de cada um deles é contada separadamente e por pouquíssimos momentos, elas quase que se cruzam.

Naquela manhã os professores Nico, Philippe e Chantal se encontraram como de costume no café e comentaram sobre seus alunos e na hora agendada partiram para suas aulas.

A primeira história contada é sobre Nico e Josie... Josie é uma moça que luta contra a dor da perda do homem amado... uma história que envolve muitos sentimentos, um jovem estudante, seu pai, sua mãe e sua professora... os mistérios que o amor reserva para nós, como conviver com as diferenças, como sobreviver a um sentimento tão forte, mesmo depois da morte. Nico tenta aplacar esta dor de alguma maneira.

A segunda história contada é sobre Philippe e Riley... Riley é uma dona de casa que se muda para Paris por causa do trabalho do esposo. Ela se sente sem graça, sem vida, apesar de estar a um bom tempo na cidade, não consegue aprender o francês e se sentir efetivamente parte daquele lugar. Philippe trata de mostrá-la que ela é uma pessoa interessante e pode ser amada.

A terceira história é de Chantal e Jeremy... Jeremy é um esposo apaixonado, mas que luta com a vida agitada que sua esposa (famosa atriz americana) leva, já que é tranquilo, pacato e gosta de calmaria. Chantal lhe oferece um momento de paz, de vida simples e sem tantos flashs e glamour.

Mas para saber um pouco mais sobre estes três professores e suas histórias com seus alunos, só lendo!
Espero que gostem!!!!