Mostrando postagens com marcador Filme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filme. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de julho de 2024

Um Lugar bem Longe Daqui – o filme

 

 

Oi pessoal, bom dia, boa tarde e boa noite, tudo bem com vocês?

Hoje a conversa é sobre filme, a um tempo atrás escrevi sobre o livro lido: Um Lugar bem Longe Daqui.... indicação da amiga Grasi e esses dias, assisti ao filme baseado no livro.

Tenho que contar pra vocês, a fotografia e a trilha sonora do filme são um espetáculo.

O filme começa com a morte de Chaise e as autoridades da região atrás da Menina do Brejo como principal suspeita.

Ela é presa e no tempo de prisão, o gato, que é bem evidenciado no livro, também aparece como um conforto para Kya em seu tempo encarcerada.

Já na sequência, um advogado aposentado aparece na prisão para se oferecer para atender o caso de Kya, para lhe representar.

E a história volta para a sua infância, para sua família, no brejo.

Uma coisa que me chamou muito atenção é que no livro se enfatizava muito a pobreza e o mal vestir deles e no filme isso é bem diferente. Roupas limpas, todos bem arrumados e bem branquinhos, no livro dá impressão de que seriam pardos. Mas enfim, no livro a gente sempre imagina como queremos não é mesmo?

Então a descrição da pobreza que eles viviam não é muito evidente no filme.

Quando vai para a escola pela primeira e única vez é um dos poucos momentos que vemos Kya “suja”, descalça.... mas já na sequência que mostram ela ajudando seu pai com as pescas no barco, está asseada.

Reforçando o que já disse lá em cima, a fotografia do filme é divina, o brejo, um lugar lindo, acolhedor, cheio de vida.... muito verde, muitos sons, é um espetáculo a parte.

A história de Kya com Tate é contada de forma linda, romântica, mas Tate não aceita quando ela quer se entregar e deixa tudo triste e “frio” entre eles... e depois ele vai para a faculdade, deixando Kya “à espera”... e como ele não volta, ela acaba se envolvendo com Chaise, que parecia ser alguém legal, mas que no fundo não queria assumir nada com ela. Em paralelo rola o julgamento de Kya, com muitos detalhes como no livro.

Os pássaros que vinham sempre ao seu encontro no livro, aparecem muito pouco no decorrer do filme.... deveriam ter explorado isso um pouco mais, visto que em muitos momentos eram os pássaros seus únicos amigos e companheiros.

O julgamento passa e ela é absolvida... finalmente se junta à Tate e tem uma vida feliz.

A passagem de sua vida, até o seu envelhecimento, no brejo, junto ao seu amado Tate é retratado de uma forma muito linda, pura, envolvente.... emocionante na verdade. E ela deixa essa terra no seu barquinho, no seu brejo, em paz.... e ao recolher suas coisas no final da vida, Tate acaba por descobrir seu segredo mais bem escondido... e fim.

 

Ufa, que lindo, lógico que falta muito do livro, mas adaptações são assim mesmo e tudo bem. E essa é uma adaptação que vale o seu tempo... assistam.

 

Bjo bjo




segunda-feira, 8 de maio de 2023

Medianeras

E não é que finalmente testamos o aparelho de DVD que estava parado sem uso e deu certo na nossa TV? E qual foi o filme que eu assisti pra testar?
Medianeras.... amo esse filme, mas não é comum encontrar em plataformas ou outros locais.... já escrevi sobre ele por aqui, mas vamos recapitular:

 


É um filme argentino, de 2010, que estreou no Brasil em setembro de 2011. Ele conta a história de Martin, Mariana e a cidade e nos mostra Buenos Aires de uma maneira muito peculiar, além de “falar” muito sobre o comportamento humano.

Lembrando que medianeras são as paredes sem janelas dos prédios e que isso faz todo sentido para o contexto do filme....

O filme todo é narrado pelos protagonistas, Martin e Mariana... e nos mostra um pouco sobre a solidão cotidiana daqueles que vivem sozinhos em seus apartamentos.... Martin é um fóbico em recuperação e usa a foto para tentar superar seus medos e sair de casa. Mariana, arquiteta de formação, mas que trabalha organizando vitrines, sai de um relacionamento de muitos anos que não deu em nada e tenta se recuperar em sua “nova” caixa de sapatos (leia-se apartamento). Eles se cruzam, porém, não se encontram e assim vão vivendo suas vidas e buscando viver um dia de cada vez.

Mariana tem um livro desde a sua adolescência... Onde está Wally? E ela o encontra em todos os lugares, menos na cidade.... até que....

Ah gente, é um filme lindo e com muitas reflexões... caso ainda não tenham visto, assistam e se já viram, vejam novamente, pois é muito legal!

Bjo bjo 

sexta-feira, 17 de março de 2023

A Caminho do Verão – Filme

Hello People, tudo bem com vocês?

Lembram que no post passado eu falei sobre o livro A Caminho do Verão e bem lá no finalzinho disse que descobri existir um filme de 2022 sobre ele? Então, eu assisti ao filme... com toda aquela expectativa que já imaginam né, kkkk

 

Para começar, a sinopse:

“Baseado em um romance homônimo da escritora Sarah Dessen, A Caminho do Verão se passa nas férias de verão de uma jovem. Auden West é uma garota esperta que acabou de se formar do ensino médio e foi aceita em uma faculdade. Mas ela nunca teve a chance de ser uma criança comum, por exemplo ela nunca andou de bicicleta e agora com o verão inteiro sem precisar estudar e agradar os pais, ela não sabe muito o que fazer. Ela então decide aceitar a oferta de seu pai de passar o verão antes da faculdade na cidade litorânea de Colby. Quando ela chega, ela espera que ela possa ter algum tempo de ligação com seu pai. No entanto, ela fica desapontada ao descobrir que esse não será o caso, já que seu pai passa todo o tempo trabalhando. Mas um dia nas férias ela acaba conhecendo Eli, um garoto que também sofre de insonia. Enquanto a cidade litorânea de Colby dorme, os dois embarcam em uma missão noturna para ajudar Auden a experimentar a vida adolescente divertida e despreocupada que ela nunca soube que queria”.

 Agora o trailer:

É muito interessante que quando lemos um livro, a gente crie em nossa cabeça imagens para os personagens em questão... então, foi ai o primeiro choque hehe, pois imaginava Auden diferente, mais forte, sei lá.... mesmo ela tendo um comportamento que não fosse considerado “forte”, ainda assim achei a menina muito sem graça.... mas tudo bem, toca o barco...

E temos toda aquela questão do “baseado em”.... ou seja, é só baseado, algumas ideias, preferencialmente a central da história é que são retratadas, mas assim, eles mudaram muitas coisas e omitiram outras que ao meu entender, eram importantes e que deveriam estar lá.

Avaliação final?

É um filme fofinho para sessão da tarde, mas se a gente não vincular com o livro, fica mais leve hehe...

 

Mas e ai, vocês já assistiram ao filme? Vamos conversar?

 

Bjo bjo

domingo, 5 de fevereiro de 2023

Olhar Indiscreto


 

Bom dia, boa tarde, boa noite, tudo bem com vocês?

Então, cá estou eu para falar um pouco sobre uma minissérie brasileira que assisti recentemente e que ganhou 5 estrelas na avaliação Mel de minisséries.
O nome é Olhar Indiscreto.

Apesar de ter lido algumas críticas acirradas quanto ao foco no teor sexual da história, confesso que gostei bastante do enredo, me deixou interessada em saber o que iria acontecer.

O seriado conta a história de Miranda e de Cléo.... respectivamente uma hacker muito inteligente e ligada no que faz e que tem como hobby o voyerismo, e uma acompanhante de luxo.

A vida das duas se “conecta” quando Cléo se muda pra um apartamento bem em frente ao de Miranda e lá, ela recebe vários de seus clientes, um prato cheio para alimentar o olhar de voyer de Miranda.

Elas até se conhecem pessoalmente, pois Miranda ajudou certa vez, Cléo com o seu computador.

Então Cléo precisa viajar e sugere que Miranda poderia cuidar de sua cachorrinha e também do seu apartamento.

Miranda acha uma ideia excelente, pois poderia aproveitar a oportunidade para viver mesmo que em sua cabeça, aquela vida de luxúria no apartamento da “amiga”. Mas o que ela não sabe, é que ao aceitar este simples pedido, ela se envolveu em uma trama que trás consigo poder, dramas familiares, e até violência, tudo travestido de uma investigação. E tudo por uma vingança pessoal.

Pode até ser que eu seja ingênua, por não ter percebido algumas coisas no decorrer da trama, mas sim, fui pega de surpresa e adorei o rumo que a história tomou.

E tudo indica que haverão novas temporadas, visto que parte do fim fica “em aberto”, apesar de todas as pontas terem sido amarradas.

E ai vocês assistiram? Curtiram?  Vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Viver Duas Vezes



Todas as noites, após o jornal, acabamos assistindo algo na Netflix, normalmente, desenhos e filmes infantis por causa da Maria... mas esses dias, como ela já estava dormindo, sugeri algo diferente ao querido esposo... e já de cara a Netflix nos ofereceu Viver Duas Vezes... ao ler o resumo e ver a sinopse, me pareceu interessante, então, resolvemos assistir.



O título original é Vivir Dos Veces, filme espanhol, produzido e dirigido por Maria Ripoll em 2019 e lançado na primeira semana de 2020.

Ele conta a história de Emilio, um professor universitário de matemática, aposentado, que para sua infelicidade, é diagnosticado com Alzheimer.

Imaginem o desgosto de um professor que descobriu um número primo, seu maior feito, começar a esquecer o que tanto amou e se dedicou uma vida toda.

Ao se ver passando por esta situação, não reconhecendo onde estava, não conseguindo voltar para casa, tentando pagar uma conta duas vezes, passou a recordar toda a sua vida,  e o coração bateu mais forte com as lembranças da infância, do seu primeiro amor. 

Como sabia que iria esquecer seu primeiro amor, Margarita, ele resolve buscá-la, reencontrá-la uma última vez. 

Para isto, ele faz a mala e entra em seu carro (bem velho) e é abordado por sua neta, Blanca, que por estar em conflito com o pai, não quer ir para casa e resolver embarcar com o avô nesta empreitada.

Eles não conseguem ir muito longe até serem “denunciados” para Julia, filha de Emilio, mãe de Blanca.

Como existe uma questão (que até certo ponto podemos dizer mal trabalhada no filme) entre Julia e seu esposo, ela resolve largar tudo e correr atrás do desejo do pai, encontrar Margarita, apenas sabendo que ela foi professora em Granada e mais nada. 

Chegando lá, descobrem que ela não mora mais no endereço que conseguiram e então, voltam para Valenza frustrados. 

Vida que segue, Emilio se muda para a casa da filha e sua netinha, usando a internet e seus contatos, acaba conseguindo o verdadeiro endereço de Margarita, que pasmem, é em Valenza mesmo... assim, eles vão ao encontro do grande amor da infância daquele homem.

Ao chegar na casa, Emilio identifica como aquela em que passava seus verões durante a infância e com isso, muitas e muitas memórias voltam a sua cabeça, são lembranças que chegam a doer, ele entra na casa, vai até os fundos e lá encontra ela, Margarita, sentada em uma cadeira, contemplando a paisagem. Ele senta, se apresenta e ela o olha atentamente, mas existe algo “errado”.... Seu primeiro amor tem demência em estado avançado, ou seja, não está lúcida... mas fica claro que ela o reconhece, quando lhe entrega um bordado inacabado, parecendo o símbolo do infinito e que remete aos tempos em que se conheceram.

E assim, ele vai embora e continua sua vida... até que o estado avançado da doença o leva para uma casa de acolhimento e lá, para sua surpresa, ele reencontra aquela que fazia o seu coração bater mais forte e aceita aquele convite para ir à praia... aquele convite feito a mais de 50 anos e que ele nunca esqueceu.

...


...

Oscar Martínez é quem interpreta Emilio... sem dúvidas o melhor do filme, pois suas expressões (principalmente quando os sistemas da doença começam a se acentuar), seu humor ácido, sua inteligência, prendem a atenção e emocionam.

Mafalda Carbonell, a neta “rebelde” que só quer saber de ficar no celular também, é ótima, pois no desenrolar do filme, vai se envolvendo verdadeiramente com aquele vô que, até então, ela queria manter distância... em diversas cenas, o envolvimento de ambos é são simétrico, que fica evidente a cumplicidade que existe naquela relação, cumplicidade que nasceu e cresceu no decorrer da história. 

Enfim, chega de bla bla bla... assistam e depois me contem... terminei o filme chorando litros, pois Alzheimer é uma doença muito triste, pois nos leva do que de mais valioso tempos, nossas memórias, nossas lembranças... e um amor da infância é sempre emocionante também... 

E vocês, gostam deste tipo de história? Vamos conversar?

Bjo Bjo

terça-feira, 25 de abril de 2017

13 Reasons Why

“E se o único jeito de não se sentir mal for parar de sentir qualquer coisa para sempre?”



E cá estou eu para falar da série do momento do Netflix: 13 Reasons Why. Série que assisti em uma semana (coisa rara), mas é porque eu realmente queria saber o que levou Hannah ao suicídio e se de fato o que ela alega como motivos, eram motivos para tanto.

A série foi baseada no livro de mesmo nome, de Jay Asher, publicado em 2007.

Quando comecei a assistir, por recomendação de um amigo, comecei a ler sobre ela diversas opiniões... algumas positivas, outras negativas, mas ainda não tinha formado uma opinião própria, afinal não tinha terminado de assistir. O que podia adiantar é que o rapaz que é “foco” juntamente com Hannah, o Clay, me irritava profundamente com o seu comportamento. Mas também, como julgar né, adolescente, envolto em uma situação tão delicada.



Enfim, vamos à história. A série conta quais foram os motivos (13) que levaram Hannah Baker a cometer suicídio... quem nos “mostra” os acontecidos, na maior parte dos episódios, é Clay Jansen, aquele típico estudante do ensino médio, que não é assim tão enturmado com os populares, mas também não passa 100% despercebido.

Um dia, depois da morte da sua colega de classe e de trabalho, ele encontra uma caixa em frente à sua casa, cheia de fitas cassetes e um mapa, com instruções de como proceder. Eram fitas gravadas por Hannah... 7 fitas que descreviam os motivos que a levaram ao suicídio... ou, no caso, a identificação das pessoas que a levaram a tal e por que. As instruções diziam que cada um que fosse considerado responsável pela sua morte deveria ouvir as fitas... mas não somente a sua, todas, para entender o contexto geral, já que de toda forma, como são os seus colegas de colégio, estão relacionados e suas histórias se cruzam.

Outros já ouviram as fitas, e está na vez de Clay.... mas ele não consegue fazer isso de forma direta, ou racionalizar. Ele se envolve totalmente com cada fita e quer, de alguma forma, punir os colegas que contribuiram para a morte de Hannah. E quando ele aborda seus colegas, sempre é lembrado de que ele também está nas fitas e também é responsável pelo que aconteceu.

Se alguém decidir “dar fim” nas fitas, ou levar às autoridades, Tony, amigo de Hannah, que além de ter as cópias das fitas, tem instruções para tornar público o conteúdo das mesmas, caso isso acontecesse. E tornar públicas as gravações da menina, seria, no mínimo, vergonha aos envolvidos, pois como sempre é dito no decorrer dos episódios, cada um sabe muito bem o que fez para levá-la à morte.



É importante ressaltar que as fitas falam sobre o comportamento de cada uma dessas 13 pessoas que Hannah culpa pela sua morte! O comportamento delas com a garota... são questões de assédio moral e sexual, bullying, depressão, fofocas adolescentes, descaso de quem podia ajudar, enfim, falam sobre como o ensino médio pode ser nocivo se você não estiver “blindado” de alguma forma. Ufa.... lembrei de muitas coisas que passei no ensino fundamental e médio.... por causa do tamanho dos meus lábios... aquilo era bullying, com certeza!

Agora, voltando às críticas que li enquanto assistia ao seriado e também agora, para escrever meu post: muitos entendem que a série é um desserviço, devido ao efeito Werther, que é utilizado para designar os suicídios que seguem um modelo, que são imitados. Ou seja, tem-se o medo de que a série instigue adolescentes e jovens a comenterem o suicídio como fez a protagonista da história. E isso é preocupante, pois de fato, a intenção é alertar para o problema, porém, não há um canal de contato para promover a vida, uma central de atendimento para que aqueles que estão assistindo ao seriado e se sentem mal, possam conversar (pois nem sempre, ou na maioria das vezes, estes adolescentes e jovens não tem liberdade para conversar com seus pais e familiares sobre este assunto e os seus amigos, que tem a mesma idade, não vêem como algo sério). No caso do Brasil, este contato é através do CVV – Centro de Valorização da Vida. Inclusive, o telefone de contato do CVV é 141 e o site http://www.cvv.org.br/. Se você se sente mal, se você pensa em tirar a própria vida, procure ajuda.

Quero colocar aqui também, que fiquei muito mal depois que terminei de assistir a série. Na realidade ainda não estou 100%. Há, no decorrer dos episódios, muitas cenas fortes, de violência ao outro, de violência à si próprio, de tortura psicológica.... e não tem como não mexer com a gente uma coisa dessas. É um trabalho psicológico perigoso mesmo... e se a cabeça é fraca (ou está fraca), é possível ceder aos encantos de tirar a própria vida e deixar “recados”, culpando quem fica.

Mas apesar disto, acho que vale a pena assistir, mas tentando, dentro do possível, não se envolver, utilizando um filtro interno, pois por diversos momentos eu me senti mal, deprimida, envolvida aos extremos com tudo o que estava acontecendo por não ter feito isso. Então, bora assistir, se conscientizar e ajudar a orientar as pessoas que estão à nossa volta. Principalmente, observando o seu comportamento.

Como leitura complementar, sugiro que leiam o texto do Diário de Permambuco, postado em 10 de abril, ou seja, super recente:

E vocês, já assistiram? O que acharam? Vamos conversar?

Bjo bjo

quinta-feira, 30 de março de 2017

A Teoria de Tudo

Eu sei que pra variar estou bem atrasada, mas só agora que liberou no netflix o filme, então vamos assistir hehe!

Enfim, hoje eu quero falar com vocês sobre o filme “A Teoria de Tudo”, filme baseado no livro de mesmo nome (livro escrito pela primeira esposa do protagonista), filme biográfico que conta a história, ou pelo menos parte dela, da vida do chamado “gênio”, o físico, Stephen Hawking.


 Ao ler diversas resenhas para escrever aqui no blog, observei muitas críticas ao filme. Eu não li o livro, então não sei se ele foi fiel ou não a história escrita, porém, eu me encantei com o filme. Mesmo as pessoas tendo dito que ele era voltado apenas para o primeiro matrimônio de Stephen e dizendo que romantizaram demais tudo. Mas vamos combinar, é um filme, é baseado em e não fidedigno.... então tem que ser comercial, certo? E se romantizar o torna comercial, então...

Bom, o filme é de 2014,  mas só essa semana eu o assisti.  E eu realmente gostei do que vi.

É muito importante aqui, ressaltar a atuação de  Eddie Redmayne como o protagonista. Ele realmente se transformou para fazer o papel e chega a incomodar a interpretação do ator. Na minha opinião, uma das melhores atuações que já vi por ai. Seus movimentos e expressões quando a doença começa a acomoter Stephen, a debilidade física que o assola, aff, muito bom mesmo.

Mas vamos a história do protagonista e também ao filme. Stephen Hawking é o autor da teoria sobre os buracos negros. Brilhante desde muito jovem, tem o diagnóstico precoce de uma esclerose lateral amiotrófica – ELA (doença incurável que leva à perda dos movimentos), que o fez perder os movimentos das pernas, braços, entre outras coisas, deixando seu corpo “preso” em uma cadeira de rodas.

Ao ser diagnosticado, o médico lhe dá apenas 2 anos de vida, porém, contrariando todas as expectativas, ele teve uma vida praticamente normal(logicamente, dentro das suas limitações). Casou, teve filhos... e dentro de tais limitações, conseguia até cuidar dos seus filhos.


E a história discorre sobre suas teorias e descobertas, e seu relacionamento... com todos os altos e baixos de um relacionamento, principalmente com alguém tão debilitado.

Em determinada altura de sua vida, Stephen entra em coma e sua esposa, Jane, contrariando todos os pedidos médicos, pede para reanimá-lo. Para que isso acontecesse, foi necessário fazer uma traqueostomia que o deixou mudo... então, além dos movimentos seriamente comprometidos, agora Stephen não falava também.

Porém, isto não foi impeditivo para que continuasse sendo brilhante. Com a ajuda de um computador acoplado a sua cadeira de rodas, ele conseguia se comunicar através de uma voz robótica, porém, conseguia assim, continuar com a sua vida praticamente “normal” se assim podemos dizer.

A doença, em nada prejudicou o seu cérebro e ele continuou sendo um homem brilhante, inteligente, que desenvolvia teorias (e queria sempre prová-las fatos) e escrevia livros... além de ministrar palestras sempre lotadas com pessoas que queriam aprender com ele.

É interessante observar a relação de Stephen com a sua esposa... primeiro pois aquela moça linda se apaixona pelo nerd da turma, contrariando o que todos “achariam normal”. Depois, pois a sua dedicação ao marido quando sua saúde fica mais e mais delibitada é lindo de ver. Ela realmente vive em função dele, de cuidar, de apoiar, de ajudar em tudo o que era possível para que sua vida fosse boa, confortável.

Não que ela não se cansasse ou ficasse triste e desanimada, mas o amor era maior que isso... pelo menos até um ponto da vida, quando ela percebeu que ele também já não a amava mais... e assim eles se separaram, mas certamente essa mulher tem lugar garantido no céu hehe! Ele casa-se novamente (com sua cuidadora), e ela se envolve com um homem que já tinha feito parte de suas vidas anteriormente e tinha se afastado.

O filme acaba, mas a vida do protagonista não... então, vale a pena ler sobre ele, pois afinal de contas, é alguém que faz a diferença conhecer.

Ah, é importante dizer que o meu texto foi baseado no filme assistido, mas também no site:

E vocês, já viram este filme? Conhecem a história de Stephen Hawking?


Vamos conversar? 
Bjo bjo

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Como Eu Era Antes de Você - O Filme

Então, como já era previsto, eu não podia deixar de ver este filme, já que o livro foi tão impactante na minha vida...fui com a mamys ao cinema e pra variar a expectativa estava lá no alto.

A primeira coisa intrigante foi achar um cinema onde o filme fosse legendado, pois por mais incrível que pareça, em quase todos os cinemas da cidade, ele só estava passando dublado, e dublado não dá né.

A segunda questão é que, quando finalmente achamos um cinema que estava exibindo o filme legendado, só tinha sessão na sala VIP... sabem aquela ultra mega ninja power cara? Pois é... e eu ainda não tenho minha carteirinha de estudante... então seriam R$ 47,00 só de entrada, mas o rapaz da bilheteria foi um amor e fez meia entrada pra mim e pra mamys (ela já tem direito em virtude da idade)! E pela primeira vez eu entrei numa sala VIP hehe... e achei o máximo! =D

Mas vamos ao filme que é o objetivo do post... primeiramente, os atores escolhidos representaram muito bem os personagens principais do livro, o que é ótimo.

Escrevi sobre o livro em 10 de abril de 2015, e ainda lembro muito bem como o livro me impactou... fiquei semanas meio perturbada pela força do livro, pela força daquelas palavras. Pois a história é forte de fato, não é uma história de amor e vida, é uma história de morte... e isso é triste, bem triste. Porém, sempre nos leva à reflexão. Principalmente sobre o que estamos fazendo da nossa vida e como estamos tratando as pessoas que estão ao nosso lado... aquelas que nem sempre damos a devida atenção e respeitamos.

E é isso que Will Traynor faz quando se vê, aos 35 anos, lindo e loiro, preso a uma cadeira de rodas... ele esquece que existem outras pessoas à sua volta, trata a todos muito mal, é grosseiro, antipático, terrivelmente insensível. E na ânsia de tentar dar o mínimo de qualidade de vida à ele, seus pais buscam por um cuidador que tenha coragem de ficar ao seu lado.

Como as pessoas especializadas não estavam dando conta do negócio, a sua mãe resolve contratar uma mocinha, sem experiência nenhuma, já que a contratação é por tempo determinado (seis meses).

E esta mocinha é Louise Clark... A cena de Will imitando Christy Brown, do filme Meu Pé Esquerdo, para assustar Lou, é excelente, e a cara dela é fantástica, porém, ela consegue disfarçar bem. Mas na real, ela queria era sair correndo de lá, mas já tinha aceitado o emprego hehe!

As roupas de Lou no filme são um comentário a parte... quem ficou responsável pelo figurino caprichou, pois ficou show de bola mesmo! Já visualizava de forma autentica para dizer o mínimo, mas no caso, superou as minhas expectativas. Digamos que ela pode ser definida como excêntrica para os mais comedidos. O traje do seu aniversário, quando ela  ganha a famosa meia calça de abelhinha, gente, ela realmente é uma abelha em pessoa! =D




Outra cena que vale muito, é a cena do casamento, o fatídico casamento da ex com o melhor amigo... quando Lou “dança” com Will na cadeira de rodas.

Mas enfim, como no livro, no filme Will procura ser de uma simpatia extrema (só que não) com Lou para que ela desista da função e vá embora, deixando-o com sua autopiedade. Mas ela não desiste... simplesmente o deixa só, no seu canto, enquanto isso, limpa a casa, faz um chá, lê um livro.... e aos poucos conquista a confiança dele, e com o tempo, sua amizade. Aos poucos ele conversa, conta histórias, ouve também, e até permite que ela faça algumas coisas por ele, e com ele.

E disto nasce uma bela amizade, e depois um amor... até que Lou toma conhecimento do desejo de Will... algo que ela não consegue digerir, não consegue entender... como alguém, em sã consciência tem coragem de desejar isso? Mesmo nas condições de Will, ela não consegue entender. Ele tem tanto dinheiro, pode recorrer a todos os recursos possíveis.

E na tentativa de fazê-lo mudar de ideia, busca alternativas para sua qualidade de vida! O que é ótimo, o que o deixa muito feliz, o que o faz ter bons momentos... porém, não o faz desistir.

E isto deixa Lou muito mal, se sentindo de alguma forma irresponsável, inapta, incompetente, pois ela “não conseguiu”.

Porém, no último momento, indo contra todas as suas convicções, ela corre ao encontro do seu amado Will, para estar ao seu lado naquele momento tão intenso.

Esta é uma história de amor, de amizade, de respeito e também, de morte. Pois, por mais que todos tentem e queiram diferente, nada faz com que Will mude de ideia, e ele, com a ajuda de uma clínica especializada, tira a própria vida. Pois a vida que está levando, não é a vida que ele quer ter, aquela não é vida para ele, que antes de sofrer o acidente que o levou à cadeira de rodas, estava rodeado de aventuras e agitação.

Confesso que não me emocionei como achei que me emocionaria durante o filme... não chorei, não fiquei com aquela angústia que achei que ficaria. Creio que faltaram algumas cenas que considero importantes no livro... e que são relevantes para mostrar a relação criada entre os dois, mais enfim, é uma adaptação né, e não dá pra agradar todo mundo hehe!

Mas é isso... e vocês, leram o livro? Assistiram ao filme? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Simplesmente Acontece – O Filme



E o filme, pra variar é muito diferente do livro. Sempre é, eu sei... mas a gente sempre tem uma esperança. Hehe!
Enquanto o livro começa lá na infância (mesmo sendo só um capítulo, eu sei), o filme já começa na adolescência, mais precisamente quando Rosie completa 18 anos e toma um porre e precisa ir ao hospital porque caiu de uma banquetinha na discoteca.... tá certo que no livro se desenrola um pouco diferente... o aniversário é de 16 anos, eles vão para um pub, de manhã, pois até enviam bilhetes para a escola dizendo que tem que faltar pois tem uma consulta médica. O que quer dizer que era de dia, mas enfim, baseado em, não igual a.
No livro o baile que muda a vida de Rosie, só muda a sua vida porque Alex não pode ir.... no filme, Alex vai ao baile, mas com outra pessoa: a Bethanie Piranha, que acaba se tornando a sua segunda esposa no livro.
Fora a situação constrangera com a camisinha que “criaram” no filme... o que foi aquilo?! Aff!!!
Só aí que Boston apareceu na história.... sendo que no livro, Alex já morava lá.

No livro, Rosie tem uma amiga que faz no seu ambiente de trabalho, no filme, essa personagem ela conhece na farmácia, onde ela vai para comprar um exame de gravidez.
E ela está grávida... e o bebê nasce... e ela não conta nadinha de nada para o seu best friend... pode isso produção?! Indignação pura ao assistir esse filme!
Alex só fica sabendo que Rosie teve um bebê porque Bethanie encontra-a na rua com a menina e acaba contando para ele. Hunf!
E a menina cresce.... e eles vão tocando a vida.
E a vida profissional de Rosie?! Tá certo que no livro é uma atrapalhação só a vida profissional da nossa protagonista, mas camareira de hotel?! Argh.
E a cada minuto mais uma coisa bizarra acontece... em um momento de sentimentalismo barato, Rosie envia uma carta para o pai de Katie (quando a menina está com 5 anos). Lembrando que no livro é o pai que procura saber da menina quando ela já é uma adolescente na verdade.
E no filme, Rosie se casa com ele.... como assim?! Socoooooorro!
E o Alex se separa da Sally antes do bebê que ela está esperando nascer... e se separa dela pois ela está tendo um caso com um artista excêntrico. E parece até que o filho é do cara e não do Alex (nada haver).
Quanta confusão... o livro já tinha história... e uma história boa, pra quê inventar coisa!
Os pais de Rosie começam a viajar pelo mundo quando Katie está com 10 anos no filme... bem mais cedo do que no livro. Além de Bethanie ser uma modelo famosa...

Rosie é promovida à recepcionista do hotel onde era camareira, o pai morre na viagem... e no enterro é que Alex tem a certeza de que Greg, o pai de Katie, é um babaca completo e resolve se declarar para a sua melhor amiga. Só que isso ele faz como o livro se passa... escrevendo uma carta, que na realidade chega às mãos de Greg e não de Rosie.

Uma coisa que ficou igual e foi legal foi que Rosie recebe uma carta do seu pai depois da sua morte... carta que ele escreveu enquanto estava viajando e que por conta do serviço de correios, só chega depois... e a carta é linda, cheia de emoção e motivação.

A maneira como ela descobre que está sendo traída também é a mesma, mas não é o seu irmão que lhe conta, e sim a tal amiga da farmácia, que nessa altura da história, trabalha com ela no hotel. Inclusive, os irmãos dela nem aparecem no filme.

O tempo da história e a maneira como ela acha a carta do Alex também são diferentes. E como Alex e Bethanie voltam.... e eu me remexendo de “injuriação” (existe essa palavra?! Hehe) na cadeira assistindo!

E lá estava Rosie, como madrinha de casamento de Alex e Bethanie.... que coisa. Sabendo que ele tinha declarado seu amor por ela, e ela não sabia no momento certo.... e mais uma vez a vida deles seguiu um caminho diferente. E seu depoimento durante o casamento... aquele famoso “discurso” de madrinha.... foi no mínimo constrangedor, pois foi de uma profundidade absurda, de fato uma declaração de amor... de amigo como ela teve que complementar no final, para não estarrecer as pessoas.

Durante o casamento, Katie (a filha de Rosie) e Tobby (seu melhor amigo) se beijam.... e Alex e Rosie vão atrás dela e Alex diz para ela o que, na realidade, sempre deveria ter dito à Rosie.... sobre o verdadeiro sentimento “escondido” atrás da amizade... daquela relação de melhores amigos desde a infância e que ela não deveria deixar aquilo escapar.

Depois da morte do pai, Rosie recebeu um dinheiro da venda da casa dos pais e com ele, comprou o seu próprio hotel, que ela o seu sonho de infância, e no dia da inauguração, Alex aparece, separado de Bethanie, pedindo para se hospedar, e dizendo que teve um sonho com ela, e que eles ficam juntos.... e fim, final feliz, blim blim!

Tá, tá, eu sei que não dá para reproduzir fielmente todo o livro... e no final das contas, o filme é bom, mas não quando você já leu o livro. Então, se você já leu o livro, veja o filme sem grandes expectativas... se não, prepare a pipoca, e aproveite!

E é isso, ufa!


Bjo bjo!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Filmes em Espanhol



E cá estou eu novamente para um assunto diferente... mas não tão diferente assim dessa vez.

Vou falar um pouco sobre a experiência que estou tendo com filmes da língua espanhola.

Tudo começou lá pelo segundo trimestre de 2014... eu não estava “fazendo nada” e começava e me sentir meio inútil. Tinha trancada a faculdade de Gestão de Recursos Humanos e precisava ocupar a cabeça com algo útil. Então decidi que queria fazer um curso de idioma. 

Como o inglês nunca será uma opção por mais que eu tente gostar dele e o francês eu fiz na faculdade, resolvi escolher o espanhol, pois, por mais que achemos que sabemos, nós não sabemos é nada, hehe!

Então, decidido o idioma, comecei a minha busca por uma escola decente e com um preço justo. E preciso dizer pra vocês, como isso foi difícil. Umas com preços loucamente absurdos, outras loucamente longes da minha residência hehe. 

Tentei as instituições que tem convênio com a empresa, tentei aquelas que são perto de casa, fui visitar, conversei com “deus” e o mundo, mas nada me agradava. Em todos os sentidos que vocês possam imaginar.

Até que então pensei na PUC, mas pensei só por pensar mesmo, porque imaginei que seria caro. Porém me surpreendi, pois o valor é menor do que a grande maioria das instituições próximas a minha residência e trabalho e nós temos que concordar que a PUC tem professores renomados.
Comparativamente eu não sei como estão os valores hoje, a questão é que eu fiz a minha matrícula, e em 12 de agosto de 2014 empecé mis classes de español. Mas que lindo! *-* Hehe!

Para minha total felicidade, a minha professora foi (e ainda é) a querida Luana, que foi minha colega de trabalho numa outra instituição de ensino, mas não pensem que isso me deu algum privilégio. Ela é uma professora séria e exigente. O que na realidade é ótimo, pois sou dedicada e isto ajuda muito.

Enfim, a questão é que este ano estou indo para o Pré Intermediário II, amo o curso, já consigo entender bem o espanhol, estou lendo um livro sem grandes dificuldades e até consigo manter uma conversa sem ter que pensar demais hehe!

Mas eu falei tudo isso ai para contar para vocês que na verdade o legal de tudo isso é que eu descobri um mundo muito interessante através dos filmes em espanhol. Nâo filmes espanhóis necessariamente, mas em que o idioma é o espanhol. Percebi que muitos são mexicanos, mas tem os espanhóis, os argentinos, os uruguaios. Uma infinidade de bons filmes que talvez vocês não conheçam e que valha a pena conhecerem.

Tudo começou com Medianeras antes mesmo de começar a fazer espanhol hehe... mas na verdade: 
Os filmes em idioma espanhol, para "treinar os ouvidos" para o idioma começou com o filme El Cuerpo, um filme de suspense louco de bom. Vou colocar uma sinopse que foi retirada do site Adoro Cinema deste filme que é espanhol, de 2012.

"O detetive Jaime Peña (José Coronado) está investigando o caso de um corpo desaparecido do necrotério, após um guarda-noturno do local ser atropelado. O corpo é de uma poderosa mulher, Mayka Villaverde (Belén Rueda). Há muitas questões sem resposta e ninguém parece ser quem diz, ao mesmo tempo que escondem algo sobre o passado de Mayka. Ele conta com a ajuda do marido dela, mas uma intrincada rede de interesses surge no meio da investigação". (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-215345/) 

Outro bom filme foi O Segredo dos Seus Olhos, um filme argentino de 2009.
"Benjamin Esposito (Ricardo Darín) se aposentou recentemente do cargo de oficial de justiça de um tribunal penal. Com bastante tempo livre, ele agora se dedica a escrever um livro. Benjamin usa sua experiência para contar uma história trágica, a qual foi testemunha em 1974. Na época, o Departamento de Justiça onde trabalhava, foi designado para investigar o estupro e consequente assassinato de uma bela jovem. É desta forma que Benjamim conhece Ricardo Morales (Pablo Rago), marido da falecida, a quem promete ajudar a encontrar o culpado. Para tanto, ele conta com a a ajuda de Pablo Sandoval (Guillermo Francella), seu grande amigo, e com Irene Menéndez Hasting (Soledad Villamil), sua chefe imediata, por quem nutre uma paixão secreta". (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-171223/)

O próximo da lista é Un Cuento Chino, um filme indicado pela Profa. Norma, que também é professora de espanhol lá da instituição , um filme argentino de 2011.
"Roberto (Ricardo Darín) é um argentino recluso e mau humorado. Ele leva a vida cuidando de uma pequena loja e tem o hobbie de colecionar notícias incomuns. A comodidade de sua vida é interrompida quando ele encontra um chinês (Ignácio Huang) que não fala uma palavra de espanhol. O imigrante acabara de ser assaltado e não tem lugar para ficar em Buenos Aires. Inicialmente relutante, Roberto acaba deixando o asiático viver com ele e aos poucos vai descobrindo fatos sobre o chinês". (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-197304/)

Seguindo, temos Enigmas de um Crime, filme baseado em um romance argentino, apesar de ser uma produção estadunidense. Ele é de 2008.
 “Uma série de assassinatos assombram Oxford ultimamente e a esperança dos moradores da região estão com dois homens: Arthur Seldom (John Hurt), um prestigiado professor de lógica, e Martin (Elijah Wood), um jovem estudante que acabara de chegar à universidade na expectativa de estudar com o professor. Ao que tudo indica, os crimes estão ligados por códigos, estranhos símbolos e números matemáticos. Professor, estudante juntam suas habilidades para desvendar o mistério e montar esse difícil quebra-cabeças. Na medida que Martin chega perto da verdade, aumenta a sensação de insegurança e incompreensão com o mundo ao seu redor”. (Fonte: https://www.imagemfilmes.com.br/imagemfilmes/principal/filme.aspx?filme=103734&titulo=enigmas-de-um-crime)

O seguinte é Yo Soy Sola, filme argentino de 2008.
“O filme é dividido em quatro partes, contando a história pela visão de cada uma de quatro amigas, e suas vidas reais, nem tão perfeitamente felizes como nos sonhos. Vera (Eugenia Tobal) não possui o relacionamento que idealizou, tenta com todas as forças fazer o seu relacionamento amoroso dar certo. Lina (Olívia Molina) vive no mundo da imaginação, sonhando com o famoso apresentador da televisão, com o príncipe encantado que vai tirá-la da vida monótona em que vive, se apega a religião, a velas, santos, promesas e simpatías para tentar mudar a sua vida. Mara (Mara Bestelli) é a acadêmica, e come la surge a questão do feminismo. Nesse ponto o filme tras a maternidade vinculada a ideia de submissão aos homens, na visão de determinadas escritoras feministas. Mara, em contraposição a tudo isso, vai ser mãe, um fruto da produção independente. Inés (Moro Anghileri) sempre sonhou com seu casamento, mas nem tudo sai como imaginamos, e nem todos os sonhos se realizam”. (Fonte: http://www.cinemaemuitomais.com/yo-soy-sola/)

Depois, temos Cansada de Besar Sapos, filme mexicano de 2006.
"Martha (Ana Serradilla) é uma designer gráfica que não tem sorte no amor. Quando ela acha que finalmente encontrou seu príncipe encantado, descobre que na verdade o namorado a estava traindo. É quando ela decide mudar a sua forma de agir com os homens, afinal de contas é melhor "jogar o jogo" que se contentar". (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-231566/)

Seguindo, temos Frida (estadunidense também, porém, sobre a pintora mexicana), de 2002.
"Frida Kahlo (Salma Hayek) foi um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ela teve um agitado casamento aberto com Diego Rivera (Alfred Molina), seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush), além de várias outras mulheres". (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-29082/)

Agora, um filme louco de bom, não que os outros não tenham sido, todos os filmes foram muito bons, mas este, este foi ótimo: Ochos Apellidos Vascos, filme espanhol de 2014.
"Durante a feira de Sevilla, Rafa (Dani Rovira), um jovem local, conhece Amaia (Clara Lago), uma mulher vasca. Ele se apaixona por ela. Ele se dá conta de que para poder reencontrá-la, terá que viajar para o norte. Rafa, com medo de viajar ao País Vasco, embarca em busca de Amaia. Quando encontra a garota, ele precisa da aprovação do pai dela, tendo que se passar por um vasco". (Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-221264/)

E o próximo filme foi surpreendente, esperava uma coisa e encontrei outra totalmente diferente, e melhor, pelo nome não se dá nada: Te Presento a Laura, filme mexicano de 2010, mas o filme é lindo, interessante e nos leva a refletir sobre o que devemos fazer da nossa vida no final das contas.
“Laura tem 23 anos e, apesar de viver na maior cidade do mundo, sabe que a maioria de sua idade é como ela: solitária. Laura também sabe exatamente o dia em que vai morrer: 30 de abril. Mas as coisas se complicam um pouco, porque Laura não sabe o que fazer até esse dia. Devido a problemas que só aparecem lá para o final do filme, ela vai morrer e até este dia, ela entra em um grupo de otimistas, que num primeiro momento parece meio bobo, mas que depois se torna algo bom para ela. Ela se junta a um senhor e eles devem fazer uma lista com 10 coisas que devem fazer antes de morrer... e começam a colocar em prática tudo o que está lá. E então ela conhece alguém que está em situação de perigo... e consegue riscar uma das coisas que parecia muito difícil na lista: salvar uma vida, e cuidar dela. E assim o seu restinho de vida muda totalmente”. (Fonte: Adaptado e complementado de http://blog.lancamentosnetflix.com.br/2013/11/te-presento-laura-2010.html)

E segue o barco, agora temos Cásese Quien Pueda, filme  mexicano de 2014.
“Conta a história de duas irmãs que tem metas completamente distintas: uma quer se casar e a outra, quer ter uma carreira e como a vida as leva a trocar seus sonhos e acabar nos lugares mais inesperados possíveis. Ana Paula (Martha Higareda) está a ponto de se casar quando descobre que seu noivo a engana com sua prima. Por isso ela enche a cara e pega no sono na caçamba de uma pickup e só se dá conta do ocorrido quando é tarde… ou cedo, e ela está em outra cidade, muito longe de casa, em um vilarejo. Assim, ela tenta de todas as maneiras retornar para casa e nesta jornada ela conhece um enigmático doutor (Michel Brown), uma família indígena (na realidade uma vila inteira) e também, uma carreira que ela tinha vontade de seguir e acabou deixando de lado. Do outro lado, sua irmã Daniela (Miriam Higareda) não quer nem saber do amor, ela quer só saber de cantar, que é a carreira que escolheu. Porém, por causa do casamento da irmã, se reencontra com Gustavo, um velho amigo da infância, na realidade o seu grande, primeiro e verdadeiro amor.  (Fonte: Adaptado de http://www.elseptimoarte.net/peliculas/casese-quien-pueda-8394.html)

E por fim, e não menos importante, apenas o último que vi, hehe... Amor: Letra por Letra, filme mexicano de 2008.
Ele conta a história de Hanna e Amanda... mas mais de Hanna. Elas trabalham juntas e são demitidas ao mesmo tempo. Enquanto Amanda tenta uma oportunidade fora da cidade, Hanna fica com o filho da amiga e com a responsabilidade de depositar o cheque do acerto de ambas em sua conta corrente, mas por que estava de olho no filho do dono do banco, se distrai e diz o último número da conta errado, e todo o dinheiro delas vai para a conta de um desconhecido. Quando se dá conta do equívoco, volta ao banco, e tenta desfazer a confusão, o problema é que o desconhecido saca todo o dinheiro. E é aí que a história fica divertida, pois Hanna faz de tudo até conseguir descobrir quem é o dono da conta e começa a persegui-lo para que ele devolva o dinheiro que não era dele... e como ele era um escritor meio sem talento, ele está se aproveitando da situação. Porém, como em filme tudo pode, vocês já devem imaginar o que aconteceu. 

Enfim, estes são os filmes que eu vi, e recomendo, espero que tenha aguçado a vontade de vocês em assisti-los.

Mas e ai, me contem... já conheciam estes filmes? Não? Vão ver? Vamos conversar?

Bjo bjo