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terça-feira, 7 de junho de 2016

Festival de Outono Bodebrown



E finalmente eu participei no meu primeiro Festival Bodebrown... o Festival de Outono!

Foi no sábado, dia 04 de junho e, segundo os organizadores, foram mais de 20 mil pessoas que passaram por lá durante todo o dia.

Foram 3 quadras (e mais um braço, digamos assim), onde podíamos encontrar várias barracas com as cervejas da casa e algumas parceiras, muuuuitos foodtrucks com todas as comidinhas que vocês possam imaginar, além de 2 containers para aqueles que possuem o black card da Bodebrown, e tinham também algumas barracas de parceiros vendendo souveniers, além da “lujinha” da Bode onde eu adquiri meus óculos super estilosos e uma camiseta do festival.

Apesar de grandes filas para comprar o “dinheirinho”, um ticket com o valor de R$ 5,00 cada, que era a moeda de troca nas barracas, o fluxo era contínuo, a fila não parava... mesmo tendo abastecido o meu cartão durante a semana, justamente para não enfrentar filas, tive que entrar numa dessas pois eu queria um caneco... o que me deixou bem chateada foi que, ao chegar no evento descobri que as pessoas que estavam abastecendo R$ 80,00 no black card, ou que estavam adquirindo o mesmo valor em tickets, tinham direito àquela caneca. Mas eu carreguei R$ 100,00 no meu cartão durante a semana e ninguém me falou nada sobre isso... então “tive” que pegar mais R$ 100,00 em tickets pois eu queria muito uma daquelas... mas tudo bem, a intenção era curtir e foi o que eu fiz.

Tive que ir na casa da amiga Tati trocar de blusa, pois eu fui super agasalhada (nossa, isso é muito curitibano) e como estava mega cheio, eu estava com muito calor. Então coloquei a minha camiseta do Festival e bora curtir. Teve até um momento engraçado, onde um casal veio me pedir informações, pois eu estava parecendo garota propaganda com a camiseta e os óculos... tudo bem, não estava trabalhando no evento, mas dei a informação do mesmo jeito, já que eu sabia responder ao que eles queriam, kkkkkkkk!!!

A certa altura do dia, escolhemos o sanduba que queríamos provar, achamos uma mesa disponível (o que não foi tão difícil como imaginávamos também), carregamos nossos copos e bora beber, dar risada, conversar!

Curti as bandas que estavam lá pra abrilhantar mais ainda o Festival que foi phodástico como o pessoal está dizendo por ai hehe!

Tenho que dizer que, apesar da quantidade de gente, estava tudo bem organizado... espaço para as crianças, muitos banheiros (não fiquei na fila nenhuma vez), não vi confusão em momento algum... estava tudo identificado... sempre alguém para auxiliar se fosse preciso.... concordo com algumas pessoas que disseram que deveriam ter barracas de cervejas intercaladas com os foodtrucks, pois a gente tinha que andar “longe” para ir atrás da bebida enquanto esperava a comida... e também, separar os containers, pois eram dois, mas estavam um ao lado do outro. Imagino que isto foi por uma questão de logística, afinal para fazer aqueles “bichinhos” funcionarem, precisa de eletricidade e um monte de outras questões, mas enfim.

A questão é que foi muito show e eu me diverti pra caramba. Mesmo tendo chovido um pouco (marca registrada da nossa amada Churitiva, digo, Curitiba), isto não atrapalhou em nada, pois as tendas atenderam à necessidade, e tinha bastante gente prevenida, que levou o seu guarda-chuva, hehe.

E é isso... acabou que tirei poucas fotos, mas dizem que isto é por que a gente se divertiu de verdade.




Alegria, alegria... e que venham outros!

Ah, as cervejas que eu tomei no Festival foram:

Bodebrown Hop Weiss: A Hop Weiss é uma cerveja que combina o estilo Hefe-Weiss com Dry Hoping (adição de lúpulo no final da maturação). Nesta cerveja de trigo, foi usado lúpulo de Amarillo (cítrico americano). A bebida conta com notas de banana e cravo e tem um aroma cítrico de maracujá bem marcante. Sua coloração é amarelo ouro, marcando bem a presença do Amarillo, tem baixo nível de amargor e uma graduação alcoólica de 5,5%.

Blanche de Curitiba: Criada para homenagear os 319 anos da cidade onde fica a sede da Bodebrown, celebrados em 2012, a Blanche de Curitiba agrada a todos os gostos. Refrescante e aromática, no estilo Witbier, é uma cerveja de trigo belga. Em sua composição, conta com sementes de coentro e cascas de laranja, tornando-a uma cerveja aromática e leve. Com 5,5% de teor alcoólico, foi desenvolvida com a intenção de unir os aromas frutados condimentados às notas cítricas, inspiradas nas Biere Blanch (ou Wit Bier) da cidade de Hoegaarden na Bélgica.

Cerveja do Amor: Se a cerveja é uma paixão, nada melhor do que celebrar esse sentimento com a Bodebrown Cerveja do Amor. No estilo Belgian Tripel, esta bebida recebe adição de aromas. O sabor das amoras balanceia as características da cerveja com uma leve acidez característica da fruta. A coloração é levemente avermelhada e de baixo amargor, com uma porcentagem de grau alcoólico em torno de 8%. Ideal para os apaixonados, é produzida em datas especiais como Dia dos Namorados e Natal.

Atomga Russian Imperial Stout: Receita elaborada em uma parceria com os cervejeiros norte-americanos Chris Krik e Joyce Tyller, conhecidos pelo trabalho na Great Divide. O nome da cerveja foi inspirado por uma banda de Afrobeat americana da cidade de Denver!

Bodebrown/Bierhoff® Outono Indian Pale Lager: não achei informações oficiais desta, mas como é uma IPA, achei amarga demais hehe!

As informações sobre as cervejas, retirei do site e do facebook da Bodebrown.

E vocês, foram ao festival? Conhecem a Bodebrown? Já provaram as cervejas? Vamos conversar?

Bjo bjo!

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Sobre o Tempo.... ou a falta dele...



Olá Pessoal... tudo bem com vocês?

E o ano está acabando e a proposta de escrever entre três a quatro vezes por mês acabou furando em outubro e novembro, que tristeza. Mas tudo é culpa do tempo, ou melhor, da falta de tempo... um pouco da ausência de inspiração também, confesso, mas também da falta de tempo.

E como a nossa vida anda tão corrida, principalmente nessa época do ano, de correria, de prazos apertados, de fechamentos.

Em outubro eu estava passando por aquele inferno astral, parecia que nada dava certo... mas aos poucos as coisas foram entrando nos eixos e tudo se encaixando, se adequando e graças ao bom Deus, parece que tudo voltou ao normal.

Para mim, o mês de novembro foi especialmente agitado. Coisas boas aconteceram, mas eu não tinha tempo nem de ir ao banheiro, e acreditem, não estou exagerando.

Mas também tive momentos lindos... como o casamento da minha amiga Grasi, que foi especialmente encantador... tudo perfeito, simples mas ao mesmo tempo com muito estilo. Delicado, e com a cara do casal... e como aqueles dois estavam lindos em todos os sentidos, envolvidos com tudo e com todos, e como aproveitaram o seu dia. O Luiz, o noivo mais nervoso que eu já vi na vida hehe... fez um vão na entrada do lugar de tanto ir e voltar até tudo começar oficialmente. E me olhou depois da cerimônia e perguntou: “Mel, ela me ama né?” Não não, a gente tá aqui porque não tinha mais nada pra fazer... kkkkkk... Luiz querido, ela te ama muito, tenha certeza disso!

Casal... desejo toda felicidade do mundo pra vocês...

Na semana seguinte, na quarta fui ao lançamento de um livro da Fernanda Maia, querida amiga, e na sexta, dei uma palestra na empresa para os estagiários do estado todo, via videoconferência, sobre a entrada no mercado de trabalho, como confeccionar um bom currículo e se preparar para uma entrevista de emprego... sempre rola uma tensão no começo, mas foi bacana. Sempre me sinto muito feliz em compartilhar um pouco do que sei, principalmente se isto puder ajudar alguém. Sei que nem todos dão atenção, mas também sei que para alguns, é importante e faz a diferença. Pois eles acabam comentando comigo, ou entre si, ou com aqueles que não puderam assistir. De alguma forma fico sabendo e fico feliz feliz... e isso faz com que a correria para revisar o material, adequar algumas coisinhas, testar a apresentação e tudo o mais, valha a pena. =)

E na última semana do mês foi o ápice da loucura, loucura, loucura.... terça-feira bancas na UFPR... para avaliar alunos do curso de Tecnologia em Secretariado. É sempre um prazer aceitar o convite das professoras Fernanda, Zélia e Eliana. Primeiro pois poder avaliar trabalhos da minha área é sempre engrandecedor, segundo porque rever estas profissionais, docentes e (por que não) amigas, é sempre muito bom.
Na quarta viajei para uma experiência quase que indescritível... fui para Santos, para participar do 30º Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento, mas sobre este evento, que durou 3 dias, farei um post próprio.



Lembrando sempre que no meio de tudo isso, muitos e muitos artigos chegaram para correção e a minha mesa no trabalho estava sempre forrada com muitas listas de presença, certificados e processos de treinamento, e o telefone não parava de tocar, e sempre tinha alguém pedindo alguma coisa, e mais o atendimento aos estagiários... e não esqueçam as aulas de espanhol, com aquele monte de lições e atividades que só a melhor professora do mundo que eu tenho sabe dar hehe, ou seja, correria, correria, correria!!!!

Mas enfim, o que eu quero dizer com tudo isso? Primeiro era compartilhar com vocês um pouco de tudo o que aconteceu comigo e que me impediu de escrever e manter a promessa dos posts semanais e segundo de mostrar que realmente estamos com o nosso tempo escasso, ou melhor, preenchido por muitas coisas, fazendo parecer que não temos tempo para nada, o que na realidade não é verdade.

O tempo continua o mesmo, todos nós temos 24 horas por dia e devemos distribuir nossas atividades da melhor forma possível. Percebi que não fiz isso da maneira que deveria... em muitas situações. Nem tudo estava no meu controle, e acabou que várias das coisas se acumularam, mas estou buscando, neste mês de dezembro, trabalhar de uma forma diferente o meu tempo. Em termos está dando certo, em termos não. Um dia de cada vez, aprendendo com os nossos erros e acertos... sendo mais tolerante, tentando entender por que as coisas acontecem assim e não assado, é... parece que vamos amadurecendo e percebendo certas coisas.

E nisso tudo, nada de escrever sobre os livros também, mas só para constar, continuo com a saga adolescente dos Instrumentos Mortais, estou no quinto livro... passei dos 50% já hehe... e ainda vai faltar um, e farei um post sobre a saga toda.

Só tenho a dizer que estou com muuuuuuitos outros livros para ler, a lista é imensa, em livros físicos e digitais. Mas isso não é um problema, é sempre uma solução para viajar sem sair do lugar, não é mesmo? E também para arejar a cabeça, se distrair, esquecer da vida real... enfim, ler é tudo de bom!

Ufa, acho que é isso por enquanto.

Aguardem novos posts... já estou escrevendo sobre a viagem para o congresso em Santos que foi MARAVILHOOOOOSO hehe.

Bjo bjo e vamos procurar usar o nosso tempo de uma forma mais positiva e otimizada!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O Presente



E como “O Livro do Amanhã” foi muito bom e impactante, resolvi continuar com a sessão Cecelia Ahern e ler o outro que tinha na minha estante, O Presente... e agora vamos falar sobre este grande presente que Cecelia quer nos dar, ou, no mínimo, nos fazer prestar atenção.

Na capa do livro, tem a seguinte frase: “Às vezes é preciso se entregar a alguém para perceber quem você realmente é”. Achei a frase intrigante e confesso que demorei, durante a leitura, para entender o que ela queria dizer com isso. Mas vamos lá, vou contar um pouco da história do livro para vocês.



Ele conta um pouco sobre a vida de Aloysius Suffern, ops, Aloysius não, Lou, ele não gosta que ninguém o chame pelo seu “verdadeiro” nome. 

Enfim, Lou é um daqueles executivos de negócio que não tem tempo para mais nada a não ser trabalhar. Seu grande mote é dizer que consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo, estando em um e já pensando no outro. Fazendo uma negociação aqui e já pensando na próxima. É muito bem sucedido, ganha muito dinheiro e conseguiu tudo o que queria na vida... mas será?

Tem o carro do ano, uma bela casa em local privilegiado de Dublin, longe do tumulto da cidade urbana, é casado com uma bela mulher e tem dois filhos adoráveis... 

Mas então, qual é o problema? O problema é que Lou, por desejar sempre mais e mais no que diz respeito ao profissional, ao financeiro, por querer demais aquele cargo que ficou vago pois um grande executivo da empresa simplesmente teve um ataque de tanto trabalhar e o deixou "livre"... por tudo isso, Lou deixa a família de lado... sua bela esposa, seus filhos, seus pais, seus irmãos... nenhum deles é tão importante quanto a sua carreira.

E então, alguém ai se identifica? Ou conhece alguém que se comporta assim? Pois é, infelizmente, isso é mais comum hoje em dia do que deveria... 


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“Gabe estava se referindo a pessoas competitivas. Pessoas ambiciosas, que estão sempre pensando no prêmio em vez de simplesmente realizar as tarefas que estão ao alcance de suas mãos. Pessoas que querem ser as melhores pelos motivos errados, e que fazem praticamente qualquer coisa para alcançar seus objetivos”.  (p. 166)
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Mas a vida de Lou mudou... num belo dia quando ele resolveu fazer uma boa ação... não que isso fosse algo incomum, afinal ele ia a grandes jantares beneficentes, arrematava obras de arte em favor dos necessitados... muita caridade, desde que houvessem holofotes sobre ele. Mas neste dia não, neste dia, ele se viu compelido a oferecer um copo de café a um homem que estava sentado na marquise do prédio onde ele trabalhava, estava muito frio e aquele copo de café aqueceu aquele homem... e depois do café, veio a troca de algumas palavras... e ele se surpreendeu com a aptidão que aquele homem tinha, em distinguir os sapatos das pessoas, e também, a memória que tinha quanto ao entra e sai de tais sapatos das portas daquele grande edifício onde Lou trabalhava.

E assim, Lou resolve dar um emprego para aquele homem... ele resolve dar um emprego à Gabriel, que gosta de ser chamado de Gabe.... e é ai que tudo começa a acontecer...

Lou passa a ter diversos sentimentos que se achava “imune”, como o medo, a insegurança... e isso o faz repensar a vida... e a presença e o comportamento de Gabe também fazem com que ele reflita, com que ele pense sobre tudo... mas a ganância ainda fala mais alto... e Gabe tenta ajudá-lo, oferecendo-o uma pílula, um comprimido... que seria para dor de cabeça, mas que na realidade, não era... e para que servia aquele “remédio”? 

Só lendo a história para saber mesmo pessoal, pois se eu falar, o encanto se quebra.

Mas então, conhece essa história? Já leu o livro? Gostou?

Vamos conversar?

Bjo bjo

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O Destino do Tigre


E a Saga do Tigre chegou ao fim... confesso pra vocês que além de todos os problemas de saúde que me ocuparam no último mês, o livro é um pouco cansativo e tive dificuldade para terminá-lo.
Mas a demora na postagem é porque realmente as últimas 3 semanas foram uma correria total total total... muitos trabalhos postados para corrigir, bancas da Federal para participar (que por sinal foram ótimas) e prova de espanhol... aulas de hidro três vezes por semana por ordem médica... mas cá estou eu para contar para vocês o que eu achei do último livro da Saga do Tigre!!!!
Sabe quando parece que gira em torno de tudo o que já foi dito nos outros três? Algo do tipo, ai vêm mais “aventuras” e eles vão sofrer, e a Kelsey vai fazer alguma “burrada”... enfim, até a metade, um pouco mais pra frente do livro foi assim que me senti... mas as últimas 30 páginas deixam a história mais emocionante e a animação volta... fico imaginando quantos filmes eles vão ter que fazer para retratar tudo que aconteceu hehe...
Neste livro o elemento que se destaca é o fogo e conseguir a corda de fogo é o objetivo, além claro, de vencer Lokesh em uma grande batalha.
A batalha contra Lokesh se passa no passado e desta vez é bem mais emocionante, com a Deusa Durga lutando junto com eles... tem um desenrolar que descreve a preparação de todos para a grande batalha, os ciúmes de Kelsey por causa do “poder” que a Deusa Durga (que ainda não é efetivamente a Deusa) tem sobre os seus dois amados tigres. Lokesh sequestra Kelsey e consegue o poder de mais um amuleto... rola muita ação, muito medo de eles não darem conta do recado, mas no final das contas, o bem sempre vence do mal!
Mas o mais interessante deste livro são algumas escolhas que precisam ser feitas para que a maldição seja realmente quebrada... escolhas estas, que podemos trazer para a nossa vida, para o nosso dia a dia... escolhas que geram consequências, mas que podem ser decisivas para o nosso futuro.
E o melhor, as escolhas que precisam ser feitas, geram consequências que não deixam todos felizes para sempre como toda a história que costumamos ler... pois é, e isso é realmente surpreendente... e bom, afinal, nossa realidade é assim, nem tudo são flores.
Resumo da ópera... cá estou eu agora, órfã de tigres, hehe (e sem muita motivação para o livro que comecei... sabe quando parece que falta emoção, mas também, depois de tantas emoções nestes livros... fica difícil mesmo )... mas vale muito a pena a leitura desta saga que, com seus altos e baixos, acabou me conquistando de verdade!

sábado, 9 de agosto de 2014

Bridget Jones Louca pelo Garoto



E cá estamos nós com mais uma história divertidíssima da Bridget Jones (livro de Helen Fielding), mas preciso confessar algo para vocês... eu não li os outros livros, apenas assisti aos filmes, mas como os filmes são ótimos, imaginei que este livro seria tipo muito bom e eu estava certíssima, ele é mais que divertido e o pior, tão real que dá até medo, hehe!

Como eu suponho (pois não li os outros) este livro também é escrito em forma de diário, com a data, horários e sempre uma tirada engraçada da Bridget como por exemplo: 60 kg, 3482 calorias (ruim), número de vezes que vi se o Roxster estava com piolho: 3, número de piolhos encontrados no Roxster: 0, número de larvas encontradas na comida do Roxter: 27, quantidade de larvas encontradas na casa: 85 (ruim)... e assim por diante, hehe

Ele conta a história da nossa querida Jones quando ela já passou dos 50 anos (idade que ela não admite assim claramente, é óbvio) e está com dois filhos... um casal descrito de maneira fofíssima.

Ela ainda continua com seus antigos amigos, aqueles fiéis escudeiros do passado que estão ao seu lado para o que der e vier nesta nova fase da vida, assim como estavam antes... mas tem algumas coisas que eu não posso escrever aqui, pois seria um spoiler imenso e para os fãs da série, uma afronta hehe, então, o que eu posso dizer é que o livro é delicioso... leve, daqueles que fazem você viajar, se visualizar em algumas situações, desejar passar por outras, se desligar deste mundo cão em que vivemos e dar boas risadas. Mas ele também tem algumas reflexões, como o valor das verdadeiras amizades com o passar dos anos, como neste trecho:
"Nós todos nos olhamos alegremente. O triunfo de um era o triunfo de todos" (p. 123)

Ou ainda, como o "amor" pode ser cruel, mas sempre podemos comer:
"Quem quer quer, quem não quer não quer. Mas pelo menos, sempre é possível comer" (p. 392).

E é isso, não vou me prolongar, pois senão vou contar algo que não devo hehe... leiam, me contem se gostaram...

Bjo bjo... :)

terça-feira, 10 de junho de 2014

Delírio



Como já citei anteriormente, estou nessa fase de super leitura e mais uma vez encontrei um bom livro. Outra indicação da amiga Grasi que eu também indico pois é fantástico.
O livro em questão é Delírio de Lauren Oliver e trata-se de uma trilogia, sendo sua sequência: Pandemônio e Réquiem. Confesso pra vocês que estava terminando de ler Delíria e entrando em pânico. Por que? Explico... eu não tinha os outros dois livros hehe! Então corri na livraria para providenciar e não ter que passar por um período de abstinência, hehe! Logo, você podem ver que a história é boa e envolvente.

“Afeta nossa mente, impedindo-nos de pensar com clareza ou tomar decisões racionais sobre nosso próprio bem-estar” (p. 8)

Nossa, o que será isso que faz tão mal para nós?

Acreditem, segundo o livro, é o amor... chamado também de amor delíria nervosa... uma doença que deveria ser erradicada e para isso, todos os jovens, ao completar 18 anos, são submetidos a uma intervenção cirúrgica para se “curar” e poder ter uma vida plena e segura.
Até este procedimento acontecer, meninos e meninas tinham que viver separados, não podiam se tocar de maneira alguma e o contato deveria ser o mínimo possível, apenas acontecer em situações que não houvesse outro jeito.

“Os curados, incapazes de desejos intensos, estão, portanto, livres de dores tanto recordadas quanto futuras” (p. 49)

Veja que coisa maravilhosa... sem sentir o amor, sem ter sentimentos, as pessoas estão ilesas também a dor, ao sofrimento.

Mas Lena acabou descobrindo que não era bem assim... primeiro sua mãe foi contaminada e mesmo tendo passado por diversas intervenções, não conseguiu a cura e acabou cometendo o suicídio.

Por isso, Lena contava os dias para a sua intervenção, para a sua cura... ela não queria acabar como a mãe. Mas então ela conhece Alex... e tudo muda.

E a partir daqui, só lendo mesmo o livro para saber o que vai acontecer... senão vai perder a graça e o surpreendente da história.

A única coisa que eu posso lhes dizer é que é excelente e muito, muito interessante a reflexão que me levou a ter sobre o amor, suas consequências e sua validade na vida de cada um.

Tendo em vista o momento pessoal que estou passando, confesso que não seria nada mal passar por esta intervenção e ser “curada”, não ter mais sentimentos, não sentir mais amor, mas também não sofrer mais, não se decepcionar com as pessoas, entre outras coisas... mas isto é literatura e no final das contas, aprendi muito.

Agora já estou terminando de ler Pandemônio, que é a continuação da história, mas que tem um foco diferente (ainda é sobre o amor delíria nervosa, mas de forma diferenciada), mais maduro talvez, mais forte e só tenho a dizer que também estou AMANDO!


Sendo assim, leiam, comentem, vamos conversar!!!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O Que Realmente Importa?

E vamos continuando a leitura deste ano... como ando meio triste e deprimida, tenho focado muito mais na leitura... pelo menos uma coisa boa nessa situação triste e chata que eu espero que passe logo. Enfim, o livro da vez se chama O que realmente importa?, de Anderson Cavalcante. Ai você vai me dizer, tá com cara, ou melhor, com nome, de livro de autoajuda... e eu vou te dizer sim, é exatamente isso... é um livro de autoajuda e é ótimo... mais um daqueles que realmente faz você refletir e agir, pois existem diversos livros de autoajuda que não nos motivam a uma prática, mas este não, ele incita a prática, ele pede que você reflita, escreva e parta para a ação.

As palavras-chaves dele são: Missão, Objetivo, Meta, Ação.

O que você quer para a sua vida? O que você está fazendo para alcançar este desejo? Estas são algumas das perguntas que eu me fiz durante a leitura.


Estas são algumas palavras do autor sobre o seu livro:
Certas coisas vemos melhor com os olhos fechados. Aqui vai meu pedido. Espero que no decorrer desta leitura você use o olhar da contemplação. Deixe de lado seus pressupostos e preconceitos. Mergulhe na leitura desarmado e com o coração aberto, para que, mais do que ler para entender, possa ler para sentir. Tenho certeza de que, assim, minhas palavras farão um sentido muito maior para você e para sua vida, pois verá este livro com o olhar de quem deseja — e pode — ver além”.

O livro nos mostra que todos temos uma missão e pede que reflitamos sobre ela... será que é realmente esta a sua missão? Será que o seu foco está correto? Por diversas vezes me senti assim, me questionando se o que estou fazendo da vida é o que eu realmente quero, ou se me falta algo... e sim, parece que o livro tem razão, me falta algo... e diz respeito a não só uma área da minha vida, mas pelo menos duas delas.

O rumo profissional que tomei é o que eu quero? Não? Mas por que não mudo? Me acomodei? Sim.... e assim por diante, estas foram mais algumas questões que o livro me levou à reflexão.

Será que é possível dar uma guinada na vida e conseguir arcar com as consequências? Segundo Cavalcante, sim, é possível, basta ter tudo muito bem planejado e para isso, é preciso fazer anotações, recorrer a tais anotações sempre que necessário e alterá-las quando achar que é o caso.

Enfim, foi um livro que mexeu comigo, e espero que tenha mexido o suficiente para me fazer tomar atitudes necessárias para melhorar minha vida, focar de fato na minha missão... durante a leitura, só conseguia enxergar que o meu destino é a sala de aula, que é lá que eu me sinto realizada... preciso fazer algo a respeito, pois a vida está passando e já não sinto mais como se estou fazendo a diferença como fazia quando estava dando aula.

Espero que tal leitura possa mexer com o seu íntimo também... que te leve a identificar a sua missão e que você faça por si, o que é necessário para realizá-la.

Conheçam mais sobre o autor através do site: http://www.andersoncavalcante.com.br/

Boa leitura!






domingo, 17 de novembro de 2013

Assédio Moral


    Tendo em vista alguns acontecimentos recentes, decidi fazer um texto sobre assédio moral, algo tão comum no ambiente profissional hoje em dia e também uma questão difícil, pois em casos judiciais, é complicado provar.

    Estou usando como base para o texto, o seguinte livro: Assédio Moral – a violência perversa no cotidiano, de Marie-France Hirigoyen (2006). Então, todos os conceitos serão baseados nesta autora.
    Peguei como base o capítulo 2, que fala sobre o assédio na empresa.

    Então vamos lá...


   Por assédio em um local de trabalho, temos que entender toda e qualquer conduta abusiva, manifestando-se sobretudo por comportamentos, palavras, atos, gestos, escritos que possam trazer dano à personalidade, à dignidade ou à integridade física ou psíquica de uma pessoa, pôr em perigo seu emprego ou degradar o ambiente de trabalho.

      Mesmo sendo o assédio no trabalho algo tão antigo quanto o próprio trabalho, apenas no começo desta década é que foi identificado como um fenômeno realmente destruidor deste ambiente, sendo responsável pela diminuição da produtividade, além do aumento do absenteísmo, devido aos desgastes psicológicos que provoca.

     Em seu cerne, o assédio nasce como algo inofensivo, propagando-se insidiosamente. Num primeiro momento, as pessoas que estão envolvidas no caso de assédio, não querem se mostrar ofendidas e acabam levando na brincadeira desavenças e maus-tratos. Com o tempo, estes ataques vão se multiplicando e o assediado é seguidamente acuado, posto em situação de inferioridade, submetido a manobras hostis e degradantes durante um período maior.

      Frequentemente, o assediado não é aquele que possui qualquer tipo de patologia ou é considerado frágil, mas sim, aquele que reage ao autoritarismo de um chefe, ou se recusa  deixar-se subjugar. É sua capacidade de resistir à autoridade, apesar das pressões, que a leva a se tornar um alvo.

      Quando o processo de assédio se estabelece, a vítima é estigmatizada: dizem que é de difícil convivência, que tem mau caráter, ou então que é louca. É atribuído a sua personalidade, algo que é consequência do conflito e esquece-se o que ela era antes, ou o que ela é em um outro contexto. Uma pessoa que é acuada desta forma, não consegue manter o seu potencial no máximo, acaba por ficar desatenta, diminui sua eficiência e torna-se alguém mais suscetível às críticas sobre a qualidade e seu trabalho. Torna-se, então, fácil afastá-la por incompetência profissional ou erro.

       Quando questiona-se quem agride quem, existem algumas situações como: um colega que agride outro colega, um superior que é agredido por seus subordinados e um subordinado que é agredido por seu superior.  Neste texto, vou me focar num subordinado que é agredido por seu superior.

        Esta situação é demasiado frequente no contexto atual, em que se busca fazer crer aos assalariados que eles têm que estar dispostos a aceitar tudo se quiserem manter seus empregos. A empresa deixa um indivíduo dirigir seus subordinados de maneira tirânica ou perversa, ou porque isso lhe convém, ou porque não lhe parece ter a menor importância. As consequências são muito pesadas para o subordinado.

       Pode ser simplesmente um caso de abuso de poder: um superior se prevalece de sua posição hierárquica de maneira desmedida e persegue seus subordinados por medo de perder o controle. É o caso do poder dos pequenos chefes.

        Pode ser também uma manobra perversa de um indivíduo que, para engrandecer-se, sente necessidade de rebaixar os demais; ou que tem necessidade, para existir, de destruir um determinado indivíduo escolhido como bode expiatório.

      Alguns superiores tratam seus subordinados como crianças, outros os consideram como “coisas” suas, que podem ser utilizadas a seu bel prazer. Quando se trata de uma pessoa que trabalha com criação, por exemplo, ou com situações de necessitem de iniciativa, pró-atividade, inovação, o superior extingue no seu subordinado, tudo que ele poderia ter de inovador, toda sua iniciativa. No entanto, se o empregado é útil ou indispensável, para que ele não vá embora, é necessário paralisá-lo, impedi-lo de pensar, de sentir-se capaz de trabalhar em outro lugar. É preciso levá-lo a crer que não vale mais que sua posição na empresa. Se ele se torna resistente a esta situação, é isolado. Não lhe dão nem bom dia, ele é ignorado quando dá alguma sugestão, recusa-se-lhe todo e qualquer contato. Na sequência começam as observações ferinas e desabonadoras e, se isto não basta, aparece a violência.

       Quando a vítima reage e tenta rebelar-se, a maldade latente dá uma a hostilidade declarada. Tem início, ai, a fase de destruição moral, que já foi denominada de psicoterror. Neste momento são permitidos todos os meios para demolir a pessoa visada, inclusive violência física, o que pode levar a um aniquilamento psíquico ou ao suicídio. Nesta forma de violência, o interesse da empresa some da vista do agressor, que quer unicamente a derrota de sua vítima.

      A autora diz que dar queixa é o único meio de acabar com este psicoterror. Porém, neste caso, é preciso muita coragem pois, via de regra, esta queixa gera uma ruptura definitiva com a empresa. É normalmente quando se chega a uma situação-limite que a denúncia é feita. A questão é que, mesmo sendo feita tal denúncia, nem sempre existe a certeza de que esta será acolhida, nem que o processo desencadeado venha a ter um resultado positivo.

     Bom, acho que por hora, é isso... se deixar, posso escrever muito mais, mas acho que para se ter uma ideia de como a coisa funciona, já está de bom tamanho.
      
Você é vítima de assédio? Conhece alguém que seja? Comente!!!!