domingo, 28 de agosto de 2011

Père Lachaise


Meu último destino antes da Estação de Trem foi o Père Lachaise... a intenção ao coloca-lo na minha rota de visitas, era encontrar a lápide de Edith Piaf, porém, é tudo tão misterioso, assustador e lindo ao mesmo tempo que foi um presente ter ido até lá.

Tive acesso ao cemitério por uma lateral e já na entrada, tem um senhor vendendo um mapa, pois ele é imenso e perder-se é muito, muito fácil.

De mapa em punho, vamos ao túmulo da Edith Piaf... e adivinha? Era do oooooutro lado do cemitério. Em minhas andanças para encontra-lo, achei o do Jim Morrison... mesmo já tendo visto fotos dele, achei que fosse algo, sei lá, maior, mas enfim, hehe... registrei o momento. =]

Em determinados momentos muitas pessoas próximas em outros, me via sozinha entre aquelas ruelas e confesso que cheguei a ficar com medo... tudo silenciosíssimo e só o som dos corvos, assustador hehe.

Tentei encontrar o túmulo de Chopin, mas não consegui.

Depois de muito caminhar achei a lápide da Edith, lindíssima, estilosa. Mas já estava na hora de voltar... no inverno escurece bem cedo e eu não queria ficar lá dentro sozinha e no escuro hehe... para não correr o risco de me perder, fui até o muro e percorri o mesmo até encontrar a saída... depois corri para comprar um lanche e rumo à Estação de Trem Paris Bercy.

Abaixo seguem mais algumas informações sobre o Père Lachaise, retirada do site:
http://www.passaportecarimbado.com/2008/10/pere-lachaise/

A vista de fora do cemitério é meio assustadora. A sensação ao cruzar os portões, enormes, é a de entrar num filme de terror. O sentimento logo se acalma, afinal o local é cheio de arte e é um ponto de encontro. Se você acha que quem gosta de visitar cemitério é fantasma, é porque não conhece o Père Lachaise. Lá, descansam Jim Morisson e muitas outras celebridades.
O maior cemitério de Paris tem a reputação de ser um dos mais famosos do mundo. A fama é merecida. Enterradas entre as mais de 70 mil sepulturas estão personalidades: o músico Frédéric Chopin (1810-1849), os escritores Molière (1622-1673), Oscar Wilde (1854-1900), e o espírita Allan Kardec (1804-1869).
O cemitério, inaugurado em maio de 1804, recebeu esse nome em homenagem a um padre, Père François de La Chaise, que foi confessor do rei francês Luís 14 no final do século 17. A princípio, ele não empolgou muito os parisienses e certamente ninguém apostaria que aquele local iria se tornar o cemitério mais pop do mundo.
As coisas mudaram quando túmulos de celebridades começaram a ser transferidos para o Père Lachaise. Os escritores Molière e La Fontaine (1621-1695) foram alguns dos primeiros moradores famosos a chegar. Essa transferência deu tão certo que o lugar se transformou num dos principais pontos turísticos de Paris.
Hoje, mais de 2 milhões de visitantes passam pelo cemitério todos os anos. Ele é imenso – possui uma área equivalente a mais de 50 campos de futebol. A popularidade que o Père Lachaise procurou já rendeu alguns problemas. A administração do cemitério tentou transferir Jim Morrison, que atraía fãs, no mínimo, barulhentos.
A sepultura tinha uma estátua de bronze com o busto do cantor que sumiu misteriosamente de lá. Mas, como esse túmulo foi arrendado para sempre, enquanto existir o Père Lachaise, Jim Morrison descansará por lá. Não exatamente em paz.

 Túmulo do Jim Morrison


  Túmulo do Jim Morrison


Mistééééério....


 Lápide de Edith Piaf


 Lápide de Edith Piaf


 Frio, neve e alguns "fantasmas" hehe

domingo, 14 de agosto de 2011

Filmes sobre Secretárias

Bom Dia Pessoal!

Estou em dívida com o blog novamente, mas está realmente corrido para postar.
Ontem estava preparando um curso que ministrarei na Sanepar para as profissionais de secretariado e para isso assisti dois filmes da área, buscando trechos, cenas que pudessem ilustrar a parte teórica.

Um deles é de 1988, "Uma Secretária de Sucesso"  e o outro de 2002, "Secretária".
Cada um com a sua particularidade, mostra um perfil de profissional e também um comportamento muito distinto.

Queridos alunos, sugiro que assistam ambos, porém com um olhar muito crítico e uma análise sobre, principalmente, o comportamento das personagens principais de cada trama.

Segue abaixo o link com maiores informações sobre ambos:

http://www.adorocinema.com/filmes/secretaria-de-futuro/

http://www.adorocinema.com/filmes/secretaria/




sábado, 9 de julho de 2011

Sacré Coeur

Continuando minha belíssima visita à Paris, segui para a Basílica de Sacre Coeur... lá, uma experiência diferente... me vi dentro do filme “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”... ela andou por aquelas escadarias... foi emocionante! E eu tinha a trilha sonora no meu MP6 pra deixar a coisa mais real, hehe!
Já de longe, ao sair da estação do metrô, dá pra ver a Igreja. Nas ruas para chegar lá, um grande comércio, vendendo de tudo o que vocês podem imaginar.
A quantidade de degraus que precisamos subir para chegar até a Basílica é imeeeeenso, mas a vista da cidade inteira paga qualquer canseira ou dor nos pés e pernas.
Já dentro da Sacre Coeur, me ajoelhei e fiz minhas orações... agradeci a maravilhosa oportunidade de estar ali e pedi por todos que amo.
Mais um momento de intensa emoção.
Obrigada Meu Deus!

Abaixo mais algumas informações:
Ainda que seja a Catedral de Notre Dame a ostentar o título oficial de maior monumento religioso de Paris, a Sacré Coeur pode surpreender pela sua beleza e por ser um dos melhores pontos a oferecer uma acurada visão panorâmica da cidade.
O acesso até a igreja pode ser feito por escadas ou se preferir, de funicular. Um outro jeito é subir pela parte de trás da colina, por suas ruas curvas e mais inclinadas.
A colina recebeu esse nome por ter sido o lugar do martírio de Saint Denis, o primeiro bispo de Paris (século III) e seus companheiros. Foi lá que a Companhia de Jesus (Jesuítas) em 1534 foi fundada por Santo Inácio de Loyola, São François Xavier e seus companheiros.
Sua construção iniciou-se por volta de 1875.
Alguns dizem que essa iniciativa surgiu como uma tentativa de pedir perdão a Deus pelas faltas cometidas, visto que a França vivia um período difícil como a guerra contra Alemanha e a relação desgastada entre o Vaticano e os franceses, e atribuia estes a um castigo de Deus. Outros dizem que sua construção foi uma forma de pagamento da promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury, caso a França sobrevivesse as investidas do exército alemão.
À partir de 1919, foi consagrada Basílica e desde então um local sagrado de peregrinagem.
Atualmente, a basílica é um dos monumentos mais visitados de Paris.
A Basílica de Sacré-Coeur foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona a tonalidade branca.
Possui um formato de cruz grega, formada por 4 cúpulas incluindo a central, cuja altura possui 80m. No campanário, possui um sino de 3m de diâmetro com mais de 26 toneladas.
A basílica segue as diretrizes da arquitetura romana e bizantina e ifluenciou outros edifícios religiosos do século XX.







sábado, 2 de julho de 2011

Museu do Louvre

Bom, fim do primeiro dia em Paris, perninhas reclamando de cansaço, mas muito feliz fui para o hotel, tomar um bom banho e descansar.
Uma coisa que é incrível (e para aqueles que me conhecem bem sabem que estou falando a verdade), é que eu pouco senti fome... tanta coisa linda para ver, tanta emoção de estar realizando um sonho, que a alimentação ficou de lado.
Depois de um banho quente, colocar as roupas para secar em função da chuva e arrumar algumas comprinhas, deitei e fiquei assistindo seriados em francês. Peguei no sono que nem percebi.
Acordei cedo, tomei um super café da manhã com um casal muito simpático e rumo ao Louvre.
Desci na estação de metrô que pára dentro do Louvre... depois de uma pequena caminhada, lá estava a pirâmide invertida. Grande emoção, mais uma... apesar de ter chego antes do Museu abrir, peguei uma super fila.
Com a entrada em mãos, vamos ao passeio pelo Museu... permaneci por lá durante umas 3 horas.... é realmente imenso e 3 horas não é nada nada... procurei as principais obras, registrei os momentos, depois sai, pois a vista externa também é um show a parte. Muuuuuita gente por todo lado e lá foi o local aonde eu mais ouvi o português, seja nos corredores do Museu, seja na área externa.

Abaixo, seguem algumas informações históricas:

Um passeio pelo Museu do Louvre é parada obrigatória de quem vai à Paris. É um recanto  que agrada  tanto aos amantes da arte como às pessoas comuns que, depois de um dia passeando pelo museu torna-se um apaixonado por arte. 
O museu é grandioso e une o antigo ao moderno e contemporâneo. Ao começar pela sua entrada pela Pirâmide com 21 metros de altura e 200 toneladas de vidro e vigas. Existe um robô, preparado para este fim, que se encarrega de efetuar a limpeza da pirâmide semanalmente. O prédio foi construído entre 1852 e 1857, durante Napoleão III, sendo de 1871 a 1989 o Ministério da Fazenda.
Quando se chega ao museu logo na entrada é fornecido um mapa (existe em várias línguas) para nos direcionarmos dentro do museu. Os visitantes podem seguir por três direções: Sully, Richelieu e Denon. Estas três regiões correspondem as três alas do edifício e levam os nomes de três grandes funcionários do estado: Sully (ministro da fazenda de Henry IV), Richelieu (ministro de Luis XIII) e Denon (primeiro ministro do museu central de arte durante Napoleão I. Existem também 04 níveis ( subterrâneo e do primeiro ao terceiro andar) e o mapa contém as sessões dentro do museu divididas em Antiguidades Orientais, Egípcias , Gregas, Romanas, esculturas e Louvre medieval.
A construção do Louvre data de oitocentos anos e, antes que se convertesse a um dos Museus do Mundo foi uma fortaleza, palácio dos Reis da França (que depois se mudaram para o palácio de Versalles). Foi construído  pelo rei CharlesV (rei da França em 1364 - 1380) para ser uma fortaleza medieval..Podemos verificar no subsolo as ruínas do castelo assim como um mapa de como era o mapa e arquitetura .
As galerias que expõe as pinturas são as mais visitadas na direção Denon, principalmente por conter obras de pintores célebres no mundo das artes.
Uma das obras de maior destaque é a pintura de Leonardo da Vinci (1452 -1519)
La Gioconda
retrato de Mona Lisa.
Milhares de visitantes passam todos os dias e não conseguem deixar de admirar o quadro tão enigmático, onde a protagonista possue em seus lábios aquele famoso sorriso de indefinível tristeza onde temos a impressão que sua expressão muda constantemente. A modelo ficou muito tempo no mais absoluto mistério, porém , atualmente acredita-se que se trata de Lisa Gherardini, proveniente de uma família rica de mercadores e era casada com Francesco Giocondo.

Estas informações foram retiradas do site: http://www.revistaturismo.com.br/passeios/louvre.htm


Chegando...










La Gioconda




 Olha ela lá atrás!




 A vista com a fantasma do Louvre (hehe)




                                                                       Área externa

domingo, 26 de junho de 2011

Champs Élyssées


Depois de muito tempo sem postar em função da correria do dia a dia, vou tentar retomar o blog, aproveitar as férias da faculdade e colocar em dia a viagem e também outras coisinhas interessantes.
Continuando o meu tour por Paris, descendo do Arco do Triunfo, já está ali à sua frente, a imponente Champs Élysées...

O dia estava chuvoso e tive que abrir minha super sombrinha para passear por ela, e como estava um pouco cansada em virtude de todos aqueles degraus do Arco do Triunfo, meu passeio pela belíssima Avenida foi menor do que eu gostaria.
Abaixo algumas informações históricas:

Champs-Élysées ("Campos Elísios") é uma larga avenida em Paris, capital de França. Com os seus cinemas, cafés, e lojas de artigos de luxo, o Champs-Élysées é uma das ruas mais famosas no mundo. O nome refere-se aos Campos Elísios, o reino dos mortos na mitologia grega. A avenida tem 71 metros de largura por 1,9 km de comprimento.
A avenida inicia-se na Place de la Concorde, junto ao Museu do Louvre e Jardins das Tulherias, segue a orientação Sudeste-Noroeste e termina na praça Charles de Gaulle, onde está o Arco do Triunfo. O prolongamento para Noroeste na direção do Grande Arco de la Défense é efetuado pela Avenida de la Grande Armée.
Os primeiros projetos de construção de uma grande avenida em linha reta no que é hoje o Champs-Élysées datam de 1667, pelo arquitecto Le Nôtre. A avenida foi sendo prolongada ao longo do século XVIII. É atualmente o local dos grandes desfiles patrióticos franceses, como o de comemoração do armistício da Primeira Guerra Mundial.

Curiosidades

Todos os anos, o Tour de France, a mais famosa corrida ciclística do mundo, consagra seu vencedor numa última etapa que se termina nos Champs-Élysées.
 Existe em Paris uma Comissão de Proteção da avenida Champs Elysées cuja missão seria um acompanhamento das transformações que ao longo dos anos vão mudando as características ou a identidade desta, comumente chamada, avenida mais bonita do mundo.
Quais são os perigos que poderiam ameaçá-la? As grandes artérias das grandes capitais mundiais estão se transformando em vitrinas para as grandes marcas que instalam suas lojas símbolo afim de aumentar o valor da marca. Estamos assistindo a uma uniformização destas avenidas e os mais pessimistas dizem que, no futuro, elas serão iguais seja em Paris, Buenos Aires ou Hong Kong. As grandes marcas chegam, compram ou alugam os espaços disponíveis desalojando os cafés, os cinemas, os cabarés, os clubes, tudo aquilo que contribui para a diversidade cultural e social do lugar. A ação da Comissão é no sentido de preservar esta diversidade e impedir que esta avenida se transforme em um grande mall americano.

Neste mesmo site existem várias outras informações interessantes. Acessem!






sábado, 21 de maio de 2011

Pequena Abelha

Boa Tarde Pessoal,

Vamos ver se agora consigo retonar os posts com maior dedicação. Estou sempre na correria, mas prazos da faculdade me impediram de aparecer por vários dias.

Para o retorno, uma sugestão de livro: "Pequena Abelha", de Chris Cleave.

A contracapa deste livro pede para que, ao término do livro, você não comente com seus amigos o que acontece nesta história, o que aguça mais ainda a vontade de lê-lo.
Em princípio, parece um livro comum, um romance, mas por ser uma narrativa em primeira pessoa, a história parece se passar conosco, no máximo aqui ao lado.

Bom, o que posso dizer, é que este livro conta a história de duas mulheres, com perfis completamente diferentes, e que por duas vezes cruzam as suas vidas e uma muda totalmente a vida da outra. Ele é forte, seu final é um tanto difícil de digerir, mas nós temos a liberdade de imaginar outros finais para ele.

Vários meios de comunicação de todo o mundo fizeram comentários sobre ele.... vale a pena ler.

Os marcadores que escolhi para este post dizem um pouco do que você vai encontrar neste livro instigante!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

"Amor Contínuo"

Acabei de receber um email com esta mensagem... foi enviado pela minha amiga Tati e preciso compartilhar com vocês pois ele está muito, muito certo mesmo.

Beijos e desculpe o sumiço, mas a vida está numa correria tremenda.

Logo volto com os posts da viagem!!!

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Ame seus pais e seus irmãos.
Eles são a base de sua vida, seu chão e quem com certeza vão sempre te ajudar.
Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança mimada.
Eu sei,você não se lembra!
Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que sua primeira sobrinha nascer.
Então, não perca tempo.
Ame! Seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente diferentes de ti.

Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.
E por falar neles… nos defeitos, Ame sua barriga, suas celulites e as tais estrias.
Elas indicam que sua vida está repleta de prazeres gastronômicos.
Ame também seus quilos a mais, porque se eles não existissem, você jamais poderia comemorar a vitória de um dia perdê-los.
Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.
E o seu armário… Mude. Completamente.
Experimente coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas/cuecas de algodão.
E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo.
Ele é o seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as manhãs.
Leve os cachorros pra passear.
Pra amar as coisas que estão do lado de fora.
Tarefa difícil.
Respire.
No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que dá até vontade de se casar com ela.
Namore.
E não se preocupe com o tempo que a paixão vai durar.
Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Beijos. Viagens.
E saiam para dançar sempre!!!
Tomem café da manhã juntos.
Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva fria e fina.
E quando você achar que já amou demais nessa vida…Tenha filhos.
Se não conseguir, adote.
Dizem que não há amor maior.
E eles vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.
Com sorte, você terá netos.
E dos seus netos, receberá mais tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos…
Pois, o nosso amor é contínuo… é para sempre. É INFINITO!!!
Porque amar vale a pena!!!
“O destino decide quem vamos encontrar na vida…As atitudes decidem quem fica!”

Em quatro palavras eu resumo tudo o que aprendi sobre a vida: “ela segue em frente.”



Robert Frost
(Poeta norte-americano, 1874 – 1963)

sábado, 16 de abril de 2011

Arco do Triunfo

Depois de uma pequena pausa em virtude da correria do dia a dia, cá estou eu para continuar com a minha maravilhosa visita à Paris.

O ponto turístico agora é o Arco do Triunfo.

Mas vocês sabem porque ele se chama Arco do Triunfo? Pois ele foi construído a pedido de Napoleão Bonaparte, para celebrar suas vitórias militares. Ele está situado no alto dos Champs Elysées, bem ao centro da Praça Charles de Gaulle e de lá partem dozes das principais avenidas de Paris. Por isso ele também é conhecido como Arco da Etoile, que significa estrela em francês, vista do alto, estas dozes avenidas foram uma estrela. 

Ao descer do metrô e subir as escadas da estação, lá está ele, vistoso, enoooorme... uma bela visão. E com um significado histórico tão grande quanto ele. 

Subir as escadas é um desafio a parte, pois parece que nunca mais chega o fim... Segundo Ricardo Freire, no site www.viajenaviagem.com, são 284 degraus até a parte interna do Arco e depois mais 64 degraus até o terraço. Eu fiquei só na parte interna do Arco. Chegando lá em cima, tem uma fileira de bancos para as pessoas retomarem o fôlego, pois é realmente cansativo. Se for até lá, não esqueça de levar uma garrafinha de água, pois certamente você vai precisar, hehe.

O Arco do Triunfo foi inspirado no Arco de Titus e iniciou sua construção em 1806, sendo concluído em 1836. 

Tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Na sua base situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido, construído em 1920.

É considerado a obra-prima da arquitetura neoclássica, quer pela fidelidade às formas antigas quer pela concepção urbanística de grandiosidade que lhe está subjacente. O arco é composto por quatro grandes pilares que proporcionam a passagem através de duas entradas frontais maiores e duas laterais menores que servem como passadiços. Os pilares apresentam cada um ao centro um grupo escultórico.
Na parte externa dele você ainda pode ver em alto-relevo figuras que retratam as batalhas, conquistas militares e outras cenas históricas da França. A mais famosa delas é a “Partida dos Voluntários de 1792”, mais conhecida como A Marselhesa, representa a pátria mãe com as asas abertas e estendidas chamando os voluntários para lutar pela França.
A partir de 1920 o Arco do Triunfo abriga também as cinzas do soldado desconhecido, como lembrança das sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial.

E para finalizar, é no Arco do Triunfo que termina (ou começa???) a mais famosa avenida de Paris, a Champs-Élysées.

Abaixo seguem os sites utilizados como referência para as questões históricas e um pouco mais abaixo, algumas fotos para apreciarem.

A vista que se tem ao sair da Estação de Metrô

 Uma daquelas fotos bonitas que você tira de você mesmo hehe


 A grandeza do Arco


 Os nomes das batalhas e generais


 As cinzas do soldado desconhecido

quarta-feira, 30 de março de 2011

RAZÃO E EMOÇÃO – É preciso inteireza

Boa Tarde Pessoal...

Segue abaixo um texto recebido e que vale a reflexão.

Abraços!!!

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Por: Fabiano Brum

Existem situações em nossa vida onde temos que escutar as informações, os sons e os sentimentos que nos rodeiam para tomarmos decisões, caminhos ou realizar escolhas.

São inúmeras estas informações como por exemplo:

Externas - conselho de amigos, de especialistas, análises financeiras, opinião pública, pesquisar o cliente, etc.

Próprias – nossas percepções, sentimentos, experiências, nosso conhecimento técnico, nossa razão e nossa emoção.

Muitas vezes não existe um caminho único a ser seguido e como também não existe uma verdade absoluta a ser acreditada. Muitas escolhas podem até nos levar para os mesmos lugares, ou até mesmo para resultados bem distantes.

Certa vez o filósofo Confúcio disse: “Onde quer que vás, vá de todo o coração”.

Confúcio estava nos dizendo que precisamos ser fiéis a nós mesmos, utilizar da razão porém embebida na sensibilidade, estarmos presentes em razão e emoção. Devemos agir tecnicamente, porém com o sentimento daquele que ama o que faz, respeita seus ideais e principalmente tem respeito por outras pessoas.

Basta você olhar para os lados e verá quantas pessoas estão trabalhando sem nenhum tipo de sentimento, “ligadas no modo automático”, exercendo suas funções de forma mecânica, alheias aos acontecimentos e aos outros seres humanos que os cercam. São pessoas que atuam sem prazer, sem vida, sem amor próprio ou amor pelo próximo.

Na vida é preciso agir com inteireza. Inteireza é uma palavra definida no dicionário como: a qualidade ou estado daquilo que é inteiro; com integridade física e moral.

Precisamos estar inteiros para darmos o melhor de nós mesmos por aquilo que estamos fazendo naquele momento. Estar inteiro também é estar com o outro, pelo outro, interessados no bem estar e no sucesso do outro (clientes, parceiros, família, amigos, comunidade). Um trecho da música Por Inteiro do cantor e compositor Wilson Sideral diz: “Não importa o arranjo, em conjunto somos mais do que solo”. Estar inteiro não é estar sozinho, mas sim em sintonia com o mundo. Juntos somos mais do que um.

Da próxima vez que tiver que tomar uma decisão, estiver atendendo um cliente, ou se relacionando com algo ou alguém, esteja por inteiro. E não se esqueça do velho amigo Confúcio: “Onde quer que vás, vá de todo o coração”.

Afine-se para o sucesso!

Fabiano Brum: Palestrante especialista em motivação, vendas, empreendedorismo e educação, vem destacando-se em palestras, cursos e seminários pela maneira inteligente e criativa com que alia seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos.

sábado, 19 de março de 2011

Torre Eiffel

E continuando a realização de um sonho, sai da Catedral de Notre Dame e rumei para o meu próximo destino que era a Torre Eiffel. Dizem que se você não subiu na Torre Eiffel você não foi à Paris.... então, vamos lá, subir, subir, subir....

A estação do metrô é um pouco longe da Torre, mas logo que se sai dela, já dá para ver a "Dama de Ferro" lá de longe. O tempo estava nublado, com chuvisco, o que encobria um pouco o seu tamanho, mas mesmo assim, quanto mais eu me aproximava dela, menor eu me sentia... ela é realmente imensa, uma grande estrutura de ferro... não dá pra descrever o tamanho de cada uma das suas "pernas"... me senti um ratinho hehe. Lá foi o local que eu esperei mais tempo para visitar... filas imensas em todos os acessos, mais de uma hora de espera e: "le plus haut possible, s'il vous plaît" e quando me dei conta eu já estava subindo. No primeiro estágio tem um restaurante. Desci primeiramente no segundo estágio e apreciei a vista, tirei muitas fotos e desejei que a minha mãe estivesse lá comigo, compartilhando aquele momento tão especial. Depois resolvi subir até o topo.... gente, parece que nunca mais chega o final daquilo.... sobe, sobe, sobe, sobe, sooooobe... chega a dar uma certa pressão na cabeça até. De lá não consegui ver absolutamente nada da cidade, pois como o tempo estava nublado, parecia que eu estava entre as nuvens. Então desci novamente e aproveitei o tempo no segundo estágio que dá para ter uma bela vista de Paris. Sai de lá realmente emocionada.
Se eu tivesse que ir embora naquele momento de Paris, iria feliz, pois visitar a Torre Eiffel foi marcante.
 
Abaixo, mais algumas informações sobre a "Dama de Ferro", retiradas do site
www.revistaturismo.com.br/passeios/eiffel.htm
 
O marco mais famoso de Paris foi construído por Gustave Eiffel para a Exposição Mundial de 1889, centenário da Revolução Francesa.

A Torre Eiffel de Paris é hoje o monumento mais visitado do mundo, recebe anualmente a visita de mais de seis milhões de turistas, que fazem longas filas durante todo o ano para subir aos seus três pisos, na França ela é carinhosamente chamada de "A Dama de Ferro".

A Torre Eiffel, duas vezes mais alta que a Grande Pirâmide do Egito ou a cúpula da Basílica de São Pedro, foi construída em apenas alguns e seu custo foi relativamente baixo.

A história da Torre Eiffel, monumento que é propriedade da prefeitura de Paris, está cheia de casos e histórias diversos, que vão desde suicídios, testes dos primeiros pára-quedas, filmagem de uma fita de James Bond, até uma séria tentativa para vendê-la por um ousado farsante.
Em 1925, o elegante e mundano vigarista austro-húngaro Victor Lustig, que se fazia chamar "o Conde", conseguiu dar o "golpe de sua vida", vendendo a Torre a um ingênuo negociante de sucata.
Aproveitando que a prefeitura da capital estava com graves dificuldades financeiras, que impediam inclusive reparar o oxidado monumento, Lustig se instalou na suíte mais elegante do Hotel de Crillon, em frente à Praça de la Concorde, com uma estupenda vista para sua futura vítima.

Graças a um falsificador conseguiu várias folhas em branco, envelopes e selos com o timbre da prefeitura e convocou por escrito os cinco mais importantes comerciantes de sucata do país, para lhes propor um grande negócio que exigia o máximo de discrição.

Os cinco interessados foram ao encontro, e Lustig, em meio a canapés e taças de champanhe, lhes revelou que havia sido designado pelas autoridades municipais para vender a Torre Eiffel à melhor proposta.

Enquanto explicava as dificuldades financeiras que obrigavam a prefeitura a se desfazer do monumento, observava seus cinco interlocutores para detectar o mais ambicioso e ingênuo ao mesmo tempo.

Quarenta e oito horas depois recebia cinco envelopes fechados com propostas de compra. Só se interessou por aquele que achava que cairia mais facilmente em suas mãos. Convocou-o no dia seguinte para lhe comunicar que sua proposta era a que tinha sido aceita.

"Mas você sabe que nestes casos costuma-se fazer chegar discretamente ao senhor prefeito uma quantia "correta", em dinheiro vivo, para lhe agradecer seu apoio", disse-lhe Lustig, o que o futuro novo "dono" da Torre aceitou imediatamente.

Um dia depois, o feliz comprador chegou a vê-lo com uma pasta cheia de cédulas e acertou voltar à tarde para assinar a transferência oficial.

Qual não foi sua surpresa, ao constatar que "o Conde" tinha feito suas malas, pago a conta e deixado o hotel com destino desconhecido.

De ascendência germânica, Gustavo Eiffel nasceu a 15 de Dezembro de 1832 em Dijon e em 1850 ingressou em Paris na Ecole Centrale des Arts et Manufactures onde completou o curso de Engenharia Química. Mas desde cedo, por influência de um cunhado se dedicou à metalurgia e ao novo material que vai usar de modo brilhante como construtor.

A torre, sem suas antenas de radiodifusão modernas, é 300 m (984 ft) alto. Uma estação meteorológica, umas comunicações de rádio estacionam, e uma antena de transmissão de televisão, como também um apartamento de quartos que era usado por Eiffel, fica situado perto do topo da torre.A 300 metros (320.75m inclusive antena), e 7000 toneladas, era o edifício mais alto do mundo até as 1930.

Outras estatísticas incluem:
· 2.5 milhões de rebites
· 300 trabalhadores de aço, e 2 anos (1887-1889) construir isto.
· Balanço de no máximo 12 cm em ventos altos.
· Altura varia até 15 cm dependendo de temperatura.
· 15,000 pedaços de ferro (excluindo rebites).
· 40 toneladas de pintura.
· 1652 passos para o topo.

A estrutura da torre foi utilizada em 1910 à 1957 para a rádio e televisão francesa. Durante sua vida, a Torre de Eiffel testemunhou também alguns cenas estranhas, inclusive ser escalado por um montanhês em 1954, e em 1984 por dois ingleses. Em 1923 um jornalista foi com uma bicicleta abaixo do primeiro nível.

A famosa Torre Eiffel de Paris, o monumento mais visitado do mundo, cresceu mais de cinco metros em Novembro de 2000, graças a uma nova antena de rádio e televisão instalada em sua cúpula, aumentando-a de 319 a 324 metros de altura.

Estórias a parte, a torre continua sendo o símbolo máximo de Paris.
Vale a pena dar uma passada por lá!
Visite o Site oficial (em francês: www.tour-eiffel.fr/ ) com todas as informações e você ainda pode dar uma "visitada virtual" de 360 graus
Reportagem:Yoko Nakamura




A vista ao sair da estação do metrô... parece perto, mas não é.



Torre Eiffel

 

Sim, eu estava lá hehe



 Subindo...



Vista do 2º estágio



Vista do topo... nha



                                                                 Vista do 2º estágio

segunda-feira, 14 de março de 2011

Múltiplas Escolhas

Uma pausa nos posts sobre a viagem novamente...

Estou lendo o livro Múltipla Escolha da Lya Luft, ela tem uma coluna na Revista Veja e sou grande fã de suas palavras.


Transcrevo abaixo um dos textos deste livro (p. 69-71) pois, ao lê-lo, identifiquei muito do que aconteceu no feriado do carnaval.



A incomunicabilidade humana é um fato. Em parte pela nossa natural dificuldade, em parte porque “a alma do outro é uma floresta escura”, como disse o poeta Rainer Maria Rilke, meu autor de cabeceira. Diante dela hesitamos, entre fascínio, medo e desejo: a ferramenta para abrir esse território é a palavra, com seu parceiro, o silêncio. Não sabemos bem o que fazer com nenhum dos dois, assombrados pelo mito da uma união ideal, uma comunicação total que nos salvasse do isolamento (ou do vazio).

Dizem que a boa comunicação é tudo, mas sem querer produzimos mal-entendidos e mágoas involuntários. A realidade é que nos comunicamos pouco, e mal, e somos assim. Essa é uma condição natural dos humanos, como nascer com algum defeito físico do qual não temos culpa, mas perturba.

Além disso, há no outro uma reserva de mistério, um desejo de privacidade, que se defende de intrusões, por mais ansiedade que isso nos cause.

As almas não vestem uniforme como nos antigos internatos ou nas festas modernas: somos individualidades entre as quais aqui e ali se constrói uma ponte, mas também se erguem paredes, que podem ser de vidro ou pedra bruta.

Saber se comunicar, no trabalho, no cotidiano e na vida pessoal, é uma dádiva. Abre portas e janelas, promove generosidade e acolhimento. Mas é raro. Em geral somos enrolados, somos tímidos, guardamos rancor, ou somos arrogantes – outra face da insegurança e do medo.

De saída olhamos o outro com suspeita: será que ele me entende? Será que fala a verdade? Será que posso baixar a guarda?

O mito da palavra perfeita que produziria o diálogo absoluto salvando-nos do isolamento e impedindo mal-entendidos torna mais crítico o problema. Por ser na comunicação que se baseia boa parte de nossas relações afetivas, educação, trabalho e progresso, essa expectativa infundada pode ser fatal.

Casamentos, famílias, trabalho, projetos podem acabar em decepção: porque desejamos a perfeição, não conseguimos produzir o razoável.

Nossa ambiguidade não ajuda: quero amar, mas não quero que o outro descubra o que preciso esconder, e quem sabe ele há de querer me controlar. Penso em ficar só, mas minha natureza pede diálogo e afeto. Uma vida dividida numa boa relação é com certeza uma vida enriquecida. Mas, se eu for traído, se for mal interpretado, se me machucar?

Temos medo de falar, e de calar; terror de não ser ouvidos, e de ser escutados. Quero falar, mas exijo ser inteiramente compreendido, e assim me frustro; prefiro calar, para não assumir a responsabilidade sobre o efeito das minhas palavras, e assim me isolo.

Em todos os relacionamentos – amoroso, familiar, entre amigos, entre mestre e alunos, entre artista e seu público, com cientistas ou lavradores – a comunicação é raiz de muito desencontro. Quando porém floresce, são pétalas de maravilha, pura música (mesmo para quem não distingua uma só nota e desafine).

A transformação pessoal e as mudanças sociais se dão com maior ou menor facilidade, à medida que palavra e silêncios falham ou produzem o desejado efeito. Não por sermos maus, ou incapazes, mas porque até à morte nos conheceremos pouco, pior ainda ao outro, e frequentemente nem nos damos conta disso. Apenas somos infelizes. Se nem sei direito quem sou, como conhecer melhor o outro, meu pai, meu filho, meu parceiro, meu amigo ou meu competidor – e como acertar no que devo dizer ou calar? Como cuidar para que uma relação floresça em vez de nos envenenar?

No relacionamento em que se deseja uma boa parceria, importa muito o aprendizado do equilíbrio entre rotina e mistério, surpresa e monotonia; entender que a banalização corrói o necessário encanto. Que cada um tem sua reserva pessoal impossível de partilhar mesmo no maior amor. É preciso poder rir juntos, não um do outro (Rir de si mesmo, sem sarcasmo, pode ser um grande alívio.)

Sempre seremos dois: ser um só é a ilusória promessa de um romantismo cruel.