Acabei de receber um email com esta mensagem... foi enviado pela minha amiga Tati e preciso compartilhar com vocês pois ele está muito, muito certo mesmo.
Beijos e desculpe o sumiço, mas a vida está numa correria tremenda.
Logo volto com os posts da viagem!!!
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Ame seus pais e seus irmãos.
Eles são a base de sua vida, seu chão e quem com certeza vão sempre te ajudar.
Ame suas tias e tios, porque foram eles que por muitas vezes zelaram seu sono, quando você era apenas uma criança mimada.
Eu sei,você não se lembra!
Mas você só vai entender o amor dos tios, depois que sua primeira sobrinha nascer.
Então, não perca tempo.
Ame! Seus primos e amigos por mais que eles sejam completamente diferentes de ti.
Aceite-os. Aceite-se. Todo mundo tem defeitos.
E por falar neles… nos defeitos, Ame sua barriga, suas celulites e as tais estrias.
Elas indicam que sua vida está repleta de prazeres gastronômicos.
Ame também seus quilos a mais, porque se eles não existissem, você jamais poderia comemorar a vitória de um dia perdê-los.
Ame seu cabelo do jeitinho que ele é.
E o seu armário… Mude. Completamente.
Experimente coisas novas, outras cores. Calças largas e calcinhas/cuecas de algodão.
E não troque seu velho pijama por nada nesse mundo.
Ele é o seu companheiro de sonhos.
E é com aquele tênis feio e fora de moda, com o formato exato dos seus pés, que eu acho que você deve sair para caminhar todas as manhãs.
Leve os cachorros pra passear.
Pra amar as coisas que estão do lado de fora.
Tarefa difícil.
Respire.
No fundo, procure outra pessoa para amar um tanto, que dá até vontade de se casar com ela.
Namore.
E não se preocupe com o tempo que a paixão vai durar.
Se gostem. Se assumam. Se curtam. Se abracem. Beijos. Viagens.
E saiam para dançar sempre!!!
Tomem café da manhã juntos.
Fiquem o domingo inteiro na cama, enquanto o mundo despenca numa chuva fria e fina.
E quando você achar que já amou demais nessa vida…Tenha filhos.
Se não conseguir, adote.
Dizem que não há amor maior.
E eles vão crescer, amando você e muitas outras coisas e pessoas.
Com sorte, você terá netos.
E dos seus netos, receberá mais tarde com muito orgulho, o amor dos bisnetos…
Pois, o nosso amor é contínuo… é para sempre. É INFINITO!!!
Porque amar vale a pena!!!
“O destino decide quem vamos encontrar na vida…As atitudes decidem quem fica!”
Em quatro palavras eu resumo tudo o que aprendi sobre a vida: “ela segue em frente.”
Robert Frost
(Poeta norte-americano, 1874 – 1963)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
"Amor Contínuo"
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sábado, 16 de abril de 2011
Arco do Triunfo
Depois de uma pequena pausa em virtude da correria do dia a dia, cá estou eu para continuar com a minha maravilhosa visita à Paris.
O ponto turístico agora é o Arco do Triunfo.
Mas vocês sabem porque ele se chama Arco do Triunfo? Pois ele foi construído a pedido de Napoleão Bonaparte, para celebrar suas vitórias militares. Ele está situado no alto dos Champs Elysées, bem ao centro da Praça Charles de Gaulle e de lá partem dozes das principais avenidas de Paris. Por isso ele também é conhecido como Arco da Etoile, que significa estrela em francês, vista do alto, estas dozes avenidas foram uma estrela.
Ao descer do metrô e subir as escadas da estação, lá está ele, vistoso, enoooorme... uma bela visão. E com um significado histórico tão grande quanto ele.
Subir as escadas é um desafio a parte, pois parece que nunca mais chega o fim... Segundo Ricardo Freire, no site www.viajenaviagem.com, são 284 degraus até a parte interna do Arco e depois mais 64 degraus até o terraço. Eu fiquei só na parte interna do Arco. Chegando lá em cima, tem uma fileira de bancos para as pessoas retomarem o fôlego, pois é realmente cansativo. Se for até lá, não esqueça de levar uma garrafinha de água, pois certamente você vai precisar, hehe.
O Arco do Triunfo foi inspirado no Arco de Titus e iniciou sua construção em 1806, sendo concluído em 1836.
Tem gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Na sua base situa-se o Túmulo do Soldado Desconhecido, construído em 1920.
É considerado a obra-prima da arquitetura neoclássica, quer pela fidelidade às formas antigas quer pela concepção urbanística de grandiosidade que lhe está subjacente. O arco é composto por quatro grandes pilares que proporcionam a passagem através de duas entradas frontais maiores e duas laterais menores que servem como passadiços. Os pilares apresentam cada um ao centro um grupo escultórico.
Na parte externa dele você ainda pode ver em alto-relevo figuras que retratam as batalhas, conquistas militares e outras cenas históricas da França. A mais famosa delas é a “Partida dos Voluntários de 1792”, mais conhecida como A Marselhesa, representa a pátria mãe com as asas abertas e estendidas chamando os voluntários para lutar pela França.
A partir de 1920 o Arco do Triunfo abriga também as cinzas do soldado desconhecido, como lembrança das sangrentas batalhas da Primeira Guerra Mundial.
E para finalizar, é no Arco do Triunfo que termina (ou começa???) a mais famosa avenida de Paris, a Champs-Élysées.
E para finalizar, é no Arco do Triunfo que termina (ou começa???) a mais famosa avenida de Paris, a Champs-Élysées.
Abaixo seguem os sites utilizados como referência para as questões históricas e um pouco mais abaixo, algumas fotos para apreciarem.
A vista que se tem ao sair da Estação de Metrô
Uma daquelas fotos bonitas que você tira de você mesmo hehe
A grandeza do Arco
Os nomes das batalhas e generais
As cinzas do soldado desconhecido
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quarta-feira, 30 de março de 2011
RAZÃO E EMOÇÃO – É preciso inteireza
Boa Tarde Pessoal...
Segue abaixo um texto recebido e que vale a reflexão.
Abraços!!!
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Por: Fabiano Brum
Existem situações em nossa vida onde temos que escutar as informações, os sons e os sentimentos que nos rodeiam para tomarmos decisões, caminhos ou realizar escolhas.
São inúmeras estas informações como por exemplo:
Externas - conselho de amigos, de especialistas, análises financeiras, opinião pública, pesquisar o cliente, etc.
Próprias – nossas percepções, sentimentos, experiências, nosso conhecimento técnico, nossa razão e nossa emoção.
Muitas vezes não existe um caminho único a ser seguido e como também não existe uma verdade absoluta a ser acreditada. Muitas escolhas podem até nos levar para os mesmos lugares, ou até mesmo para resultados bem distantes.
Certa vez o filósofo Confúcio disse: “Onde quer que vás, vá de todo o coração”.
Confúcio estava nos dizendo que precisamos ser fiéis a nós mesmos, utilizar da razão porém embebida na sensibilidade, estarmos presentes em razão e emoção. Devemos agir tecnicamente, porém com o sentimento daquele que ama o que faz, respeita seus ideais e principalmente tem respeito por outras pessoas.
Basta você olhar para os lados e verá quantas pessoas estão trabalhando sem nenhum tipo de sentimento, “ligadas no modo automático”, exercendo suas funções de forma mecânica, alheias aos acontecimentos e aos outros seres humanos que os cercam. São pessoas que atuam sem prazer, sem vida, sem amor próprio ou amor pelo próximo.
Na vida é preciso agir com inteireza. Inteireza é uma palavra definida no dicionário como: a qualidade ou estado daquilo que é inteiro; com integridade física e moral.
Precisamos estar inteiros para darmos o melhor de nós mesmos por aquilo que estamos fazendo naquele momento. Estar inteiro também é estar com o outro, pelo outro, interessados no bem estar e no sucesso do outro (clientes, parceiros, família, amigos, comunidade). Um trecho da música Por Inteiro do cantor e compositor Wilson Sideral diz: “Não importa o arranjo, em conjunto somos mais do que solo”. Estar inteiro não é estar sozinho, mas sim em sintonia com o mundo. Juntos somos mais do que um.
Da próxima vez que tiver que tomar uma decisão, estiver atendendo um cliente, ou se relacionando com algo ou alguém, esteja por inteiro. E não se esqueça do velho amigo Confúcio: “Onde quer que vás, vá de todo o coração”.
Afine-se para o sucesso!
Fabiano Brum: Palestrante especialista em motivação, vendas, empreendedorismo e educação, vem destacando-se em palestras, cursos e seminários pela maneira inteligente e criativa com que alia seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos.
Segue abaixo um texto recebido e que vale a reflexão.
Abraços!!!
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Por: Fabiano Brum
Existem situações em nossa vida onde temos que escutar as informações, os sons e os sentimentos que nos rodeiam para tomarmos decisões, caminhos ou realizar escolhas.
São inúmeras estas informações como por exemplo:
Externas - conselho de amigos, de especialistas, análises financeiras, opinião pública, pesquisar o cliente, etc.
Próprias – nossas percepções, sentimentos, experiências, nosso conhecimento técnico, nossa razão e nossa emoção.
Muitas vezes não existe um caminho único a ser seguido e como também não existe uma verdade absoluta a ser acreditada. Muitas escolhas podem até nos levar para os mesmos lugares, ou até mesmo para resultados bem distantes.
Certa vez o filósofo Confúcio disse: “Onde quer que vás, vá de todo o coração”.
Confúcio estava nos dizendo que precisamos ser fiéis a nós mesmos, utilizar da razão porém embebida na sensibilidade, estarmos presentes em razão e emoção. Devemos agir tecnicamente, porém com o sentimento daquele que ama o que faz, respeita seus ideais e principalmente tem respeito por outras pessoas.
Basta você olhar para os lados e verá quantas pessoas estão trabalhando sem nenhum tipo de sentimento, “ligadas no modo automático”, exercendo suas funções de forma mecânica, alheias aos acontecimentos e aos outros seres humanos que os cercam. São pessoas que atuam sem prazer, sem vida, sem amor próprio ou amor pelo próximo.
Na vida é preciso agir com inteireza. Inteireza é uma palavra definida no dicionário como: a qualidade ou estado daquilo que é inteiro; com integridade física e moral.
Precisamos estar inteiros para darmos o melhor de nós mesmos por aquilo que estamos fazendo naquele momento. Estar inteiro também é estar com o outro, pelo outro, interessados no bem estar e no sucesso do outro (clientes, parceiros, família, amigos, comunidade). Um trecho da música Por Inteiro do cantor e compositor Wilson Sideral diz: “Não importa o arranjo, em conjunto somos mais do que solo”. Estar inteiro não é estar sozinho, mas sim em sintonia com o mundo. Juntos somos mais do que um.
Da próxima vez que tiver que tomar uma decisão, estiver atendendo um cliente, ou se relacionando com algo ou alguém, esteja por inteiro. E não se esqueça do velho amigo Confúcio: “Onde quer que vás, vá de todo o coração”.
Afine-se para o sucesso!
Fabiano Brum: Palestrante especialista em motivação, vendas, empreendedorismo e educação, vem destacando-se em palestras, cursos e seminários pela maneira inteligente e criativa com que alia seu conhecimento musical aos temas de seus treinamentos.
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sábado, 19 de março de 2011
Torre Eiffel
E continuando a realização de um sonho, sai da Catedral de Notre Dame e rumei para o meu próximo destino que era a Torre Eiffel. Dizem que se você não subiu na Torre Eiffel você não foi à Paris.... então, vamos lá, subir, subir, subir....
A estação do metrô é um pouco longe da Torre, mas logo que se sai dela, já dá para ver a "Dama de Ferro" lá de longe. O tempo estava nublado, com chuvisco, o que encobria um pouco o seu tamanho, mas mesmo assim, quanto mais eu me aproximava dela, menor eu me sentia... ela é realmente imensa, uma grande estrutura de ferro... não dá pra descrever o tamanho de cada uma das suas "pernas"... me senti um ratinho hehe. Lá foi o local que eu esperei mais tempo para visitar... filas imensas em todos os acessos, mais de uma hora de espera e: "le plus haut possible, s'il vous plaît" e quando me dei conta eu já estava subindo. No primeiro estágio tem um restaurante. Desci primeiramente no segundo estágio e apreciei a vista, tirei muitas fotos e desejei que a minha mãe estivesse lá comigo, compartilhando aquele momento tão especial. Depois resolvi subir até o topo.... gente, parece que nunca mais chega o final daquilo.... sobe, sobe, sobe, sobe, sooooobe... chega a dar uma certa pressão na cabeça até. De lá não consegui ver absolutamente nada da cidade, pois como o tempo estava nublado, parecia que eu estava entre as nuvens. Então desci novamente e aproveitei o tempo no segundo estágio que dá para ter uma bela vista de Paris. Sai de lá realmente emocionada.
Se eu tivesse que ir embora naquele momento de Paris, iria feliz, pois visitar a Torre Eiffel foi marcante.
Abaixo, mais algumas informações sobre a "Dama de Ferro", retiradas do site
www.revistaturismo.com.br/passeios/eiffel.htmO marco mais famoso de Paris foi construído por Gustave Eiffel para a Exposição Mundial de 1889, centenário da Revolução Francesa.
A Torre Eiffel de Paris é hoje o monumento mais visitado do mundo, recebe anualmente a visita de mais de seis milhões de turistas, que fazem longas filas durante todo o ano para subir aos seus três pisos, na França ela é carinhosamente chamada de "A Dama de Ferro".
A Torre Eiffel, duas vezes mais alta que a Grande Pirâmide do Egito ou a cúpula da Basílica de São Pedro, foi construída em apenas alguns e seu custo foi relativamente baixo.
A história da Torre Eiffel, monumento que é propriedade da prefeitura de Paris, está cheia de casos e histórias diversos, que vão desde suicídios, testes dos primeiros pára-quedas, filmagem de uma fita de James Bond, até uma séria tentativa para vendê-la por um ousado farsante.
Em 1925, o elegante e mundano vigarista austro-húngaro Victor Lustig, que se fazia chamar "o Conde", conseguiu dar o "golpe de sua vida", vendendo a Torre a um ingênuo negociante de sucata.
Aproveitando que a prefeitura da capital estava com graves dificuldades financeiras, que impediam inclusive reparar o oxidado monumento, Lustig se instalou na suíte mais elegante do Hotel de Crillon, em frente à Praça de la Concorde, com uma estupenda vista para sua futura vítima.
Graças a um falsificador conseguiu várias folhas em branco, envelopes e selos com o timbre da prefeitura e convocou por escrito os cinco mais importantes comerciantes de sucata do país, para lhes propor um grande negócio que exigia o máximo de discrição.
Os cinco interessados foram ao encontro, e Lustig, em meio a canapés e taças de champanhe, lhes revelou que havia sido designado pelas autoridades municipais para vender a Torre Eiffel à melhor proposta.
Enquanto explicava as dificuldades financeiras que obrigavam a prefeitura a se desfazer do monumento, observava seus cinco interlocutores para detectar o mais ambicioso e ingênuo ao mesmo tempo.
Quarenta e oito horas depois recebia cinco envelopes fechados com propostas de compra. Só se interessou por aquele que achava que cairia mais facilmente em suas mãos. Convocou-o no dia seguinte para lhe comunicar que sua proposta era a que tinha sido aceita.
"Mas você sabe que nestes casos costuma-se fazer chegar discretamente ao senhor prefeito uma quantia "correta", em dinheiro vivo, para lhe agradecer seu apoio", disse-lhe Lustig, o que o futuro novo "dono" da Torre aceitou imediatamente.
Um dia depois, o feliz comprador chegou a vê-lo com uma pasta cheia de cédulas e acertou voltar à tarde para assinar a transferência oficial.
Qual não foi sua surpresa, ao constatar que "o Conde" tinha feito suas malas, pago a conta e deixado o hotel com destino desconhecido.
De ascendência germânica, Gustavo Eiffel nasceu a 15 de Dezembro de 1832 em Dijon e em 1850 ingressou em Paris na Ecole Centrale des Arts et Manufactures onde completou o curso de Engenharia Química. Mas desde cedo, por influência de um cunhado se dedicou à metalurgia e ao novo material que vai usar de modo brilhante como construtor.
A torre, sem suas antenas de radiodifusão modernas, é 300 m (984 ft) alto. Uma estação meteorológica, umas comunicações de rádio estacionam, e uma antena de transmissão de televisão, como também um apartamento de quartos que era usado por Eiffel, fica situado perto do topo da torre.A 300 metros (320.75m inclusive antena), e 7000 toneladas, era o edifício mais alto do mundo até as 1930.
Outras estatísticas incluem:
· 2.5 milhões de rebites
· 300 trabalhadores de aço, e 2 anos (1887-1889) construir isto.
· Balanço de no máximo 12 cm em ventos altos.
· Altura varia até 15 cm dependendo de temperatura.
· 15,000 pedaços de ferro (excluindo rebites).
· 40 toneladas de pintura.
· 1652 passos para o topo.
A estrutura da torre foi utilizada em 1910 à 1957 para a rádio e televisão francesa. Durante sua vida, a Torre de Eiffel testemunhou também alguns cenas estranhas, inclusive ser escalado por um montanhês em 1954, e em 1984 por dois ingleses. Em 1923 um jornalista foi com uma bicicleta abaixo do primeiro nível.
A famosa Torre Eiffel de Paris, o monumento mais visitado do mundo, cresceu mais de cinco metros em Novembro de 2000, graças a uma nova antena de rádio e televisão instalada em sua cúpula, aumentando-a de 319 a 324 metros de altura.
Estórias a parte, a torre continua sendo o símbolo máximo de Paris.
A famosa Torre Eiffel de Paris, o monumento mais visitado do mundo, cresceu mais de cinco metros em Novembro de 2000, graças a uma nova antena de rádio e televisão instalada em sua cúpula, aumentando-a de 319 a 324 metros de altura.
Estórias a parte, a torre continua sendo o símbolo máximo de Paris.
Vale a pena dar uma passada por lá!
Visite o Site oficial (em francês: www.tour-eiffel.fr/ ) com todas as informações e você ainda pode dar uma "visitada virtual" de 360 graus
Reportagem:Yoko Nakamura
Torre Eiffel
Sim, eu estava lá hehe
Subindo...
Vista do 2º estágio
Vista do topo... nha
Vista do 2º estágio
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Múltiplas Escolhas
Uma pausa nos posts sobre a viagem novamente...
Estou lendo o livro Múltipla Escolha da Lya Luft, ela tem uma coluna na Revista Veja e sou grande fã de suas palavras.
Transcrevo abaixo um dos textos deste livro (p. 69-71) pois, ao lê-lo, identifiquei muito do que aconteceu no feriado do carnaval.
A incomunicabilidade humana é um fato. Em parte pela nossa natural dificuldade, em parte porque “a alma do outro é uma floresta escura”, como disse o poeta Rainer Maria Rilke, meu autor de cabeceira. Diante dela hesitamos, entre fascínio, medo e desejo: a ferramenta para abrir esse território é a palavra, com seu parceiro, o silêncio. Não sabemos bem o que fazer com nenhum dos dois, assombrados pelo mito da uma união ideal, uma comunicação total que nos salvasse do isolamento (ou do vazio).
Dizem que a boa comunicação é tudo, mas sem querer produzimos mal-entendidos e mágoas involuntários. A realidade é que nos comunicamos pouco, e mal, e somos assim. Essa é uma condição natural dos humanos, como nascer com algum defeito físico do qual não temos culpa, mas perturba.
Além disso, há no outro uma reserva de mistério, um desejo de privacidade, que se defende de intrusões, por mais ansiedade que isso nos cause.
As almas não vestem uniforme como nos antigos internatos ou nas festas modernas: somos individualidades entre as quais aqui e ali se constrói uma ponte, mas também se erguem paredes, que podem ser de vidro ou pedra bruta.
Saber se comunicar, no trabalho, no cotidiano e na vida pessoal, é uma dádiva. Abre portas e janelas, promove generosidade e acolhimento. Mas é raro. Em geral somos enrolados, somos tímidos, guardamos rancor, ou somos arrogantes – outra face da insegurança e do medo.
De saída olhamos o outro com suspeita: será que ele me entende? Será que fala a verdade? Será que posso baixar a guarda?
O mito da palavra perfeita que produziria o diálogo absoluto salvando-nos do isolamento e impedindo mal-entendidos torna mais crítico o problema. Por ser na comunicação que se baseia boa parte de nossas relações afetivas, educação, trabalho e progresso, essa expectativa infundada pode ser fatal.
Casamentos, famílias, trabalho, projetos podem acabar em decepção: porque desejamos a perfeição, não conseguimos produzir o razoável.
Nossa ambiguidade não ajuda: quero amar, mas não quero que o outro descubra o que preciso esconder, e quem sabe ele há de querer me controlar. Penso em ficar só, mas minha natureza pede diálogo e afeto. Uma vida dividida numa boa relação é com certeza uma vida enriquecida. Mas, se eu for traído, se for mal interpretado, se me machucar?
Temos medo de falar, e de calar; terror de não ser ouvidos, e de ser escutados. Quero falar, mas exijo ser inteiramente compreendido, e assim me frustro; prefiro calar, para não assumir a responsabilidade sobre o efeito das minhas palavras, e assim me isolo.
Em todos os relacionamentos – amoroso, familiar, entre amigos, entre mestre e alunos, entre artista e seu público, com cientistas ou lavradores – a comunicação é raiz de muito desencontro. Quando porém floresce, são pétalas de maravilha, pura música (mesmo para quem não distingua uma só nota e desafine).
A transformação pessoal e as mudanças sociais se dão com maior ou menor facilidade, à medida que palavra e silêncios falham ou produzem o desejado efeito. Não por sermos maus, ou incapazes, mas porque até à morte nos conheceremos pouco, pior ainda ao outro, e frequentemente nem nos damos conta disso. Apenas somos infelizes. Se nem sei direito quem sou, como conhecer melhor o outro, meu pai, meu filho, meu parceiro, meu amigo ou meu competidor – e como acertar no que devo dizer ou calar? Como cuidar para que uma relação floresça em vez de nos envenenar?
No relacionamento em que se deseja uma boa parceria, importa muito o aprendizado do equilíbrio entre rotina e mistério, surpresa e monotonia; entender que a banalização corrói o necessário encanto. Que cada um tem sua reserva pessoal impossível de partilhar mesmo no maior amor. É preciso poder rir juntos, não um do outro (Rir de si mesmo, sem sarcasmo, pode ser um grande alívio.)
Sempre seremos dois: ser um só é a ilusória promessa de um romantismo cruel.
Estou lendo o livro Múltipla Escolha da Lya Luft, ela tem uma coluna na Revista Veja e sou grande fã de suas palavras.
Transcrevo abaixo um dos textos deste livro (p. 69-71) pois, ao lê-lo, identifiquei muito do que aconteceu no feriado do carnaval.
A incomunicabilidade humana é um fato. Em parte pela nossa natural dificuldade, em parte porque “a alma do outro é uma floresta escura”, como disse o poeta Rainer Maria Rilke, meu autor de cabeceira. Diante dela hesitamos, entre fascínio, medo e desejo: a ferramenta para abrir esse território é a palavra, com seu parceiro, o silêncio. Não sabemos bem o que fazer com nenhum dos dois, assombrados pelo mito da uma união ideal, uma comunicação total que nos salvasse do isolamento (ou do vazio).
Dizem que a boa comunicação é tudo, mas sem querer produzimos mal-entendidos e mágoas involuntários. A realidade é que nos comunicamos pouco, e mal, e somos assim. Essa é uma condição natural dos humanos, como nascer com algum defeito físico do qual não temos culpa, mas perturba.
Além disso, há no outro uma reserva de mistério, um desejo de privacidade, que se defende de intrusões, por mais ansiedade que isso nos cause.
As almas não vestem uniforme como nos antigos internatos ou nas festas modernas: somos individualidades entre as quais aqui e ali se constrói uma ponte, mas também se erguem paredes, que podem ser de vidro ou pedra bruta.
Saber se comunicar, no trabalho, no cotidiano e na vida pessoal, é uma dádiva. Abre portas e janelas, promove generosidade e acolhimento. Mas é raro. Em geral somos enrolados, somos tímidos, guardamos rancor, ou somos arrogantes – outra face da insegurança e do medo.
De saída olhamos o outro com suspeita: será que ele me entende? Será que fala a verdade? Será que posso baixar a guarda?
O mito da palavra perfeita que produziria o diálogo absoluto salvando-nos do isolamento e impedindo mal-entendidos torna mais crítico o problema. Por ser na comunicação que se baseia boa parte de nossas relações afetivas, educação, trabalho e progresso, essa expectativa infundada pode ser fatal.
Casamentos, famílias, trabalho, projetos podem acabar em decepção: porque desejamos a perfeição, não conseguimos produzir o razoável.
Nossa ambiguidade não ajuda: quero amar, mas não quero que o outro descubra o que preciso esconder, e quem sabe ele há de querer me controlar. Penso em ficar só, mas minha natureza pede diálogo e afeto. Uma vida dividida numa boa relação é com certeza uma vida enriquecida. Mas, se eu for traído, se for mal interpretado, se me machucar?
Temos medo de falar, e de calar; terror de não ser ouvidos, e de ser escutados. Quero falar, mas exijo ser inteiramente compreendido, e assim me frustro; prefiro calar, para não assumir a responsabilidade sobre o efeito das minhas palavras, e assim me isolo.
Em todos os relacionamentos – amoroso, familiar, entre amigos, entre mestre e alunos, entre artista e seu público, com cientistas ou lavradores – a comunicação é raiz de muito desencontro. Quando porém floresce, são pétalas de maravilha, pura música (mesmo para quem não distingua uma só nota e desafine).
A transformação pessoal e as mudanças sociais se dão com maior ou menor facilidade, à medida que palavra e silêncios falham ou produzem o desejado efeito. Não por sermos maus, ou incapazes, mas porque até à morte nos conheceremos pouco, pior ainda ao outro, e frequentemente nem nos damos conta disso. Apenas somos infelizes. Se nem sei direito quem sou, como conhecer melhor o outro, meu pai, meu filho, meu parceiro, meu amigo ou meu competidor – e como acertar no que devo dizer ou calar? Como cuidar para que uma relação floresça em vez de nos envenenar?
No relacionamento em que se deseja uma boa parceria, importa muito o aprendizado do equilíbrio entre rotina e mistério, surpresa e monotonia; entender que a banalização corrói o necessário encanto. Que cada um tem sua reserva pessoal impossível de partilhar mesmo no maior amor. É preciso poder rir juntos, não um do outro (Rir de si mesmo, sem sarcasmo, pode ser um grande alívio.)
Sempre seremos dois: ser um só é a ilusória promessa de um romantismo cruel.
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sábado, 12 de março de 2011
Notre Dame
E no dia 28 de dezembro de 2010 amanheci em Paris e foi lindo... S2
A realização de um sonho... uma vontade de sair gritando: "Eu estou em Paris, eu estou em Paris", mas com receio de ser tachada de louca, me limitei a pedir informações sobre como chegar a uma estação de metro, hehe....
Segundo o site
www.mundi.com.br, Paris é a capital e a maior cidade da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France, na bacia parisiense. A cidade é atravessada pelo Rio Sena. É a segunda maior metrópole da Europa (só menos populosa que Moscou), e é a maior cidade francofonica do mundo. A sua área metropolitana tem cerca de 12 milhões de habitantes.
A cidade é conhecida mundialmente como Cidade Luz, devido a ser uma das primeiras cidades a possuir uma iluminação urbana, sendo uma das principais cidades turísticas do mundo. A cidade encanta pela beleza de sua arquitetura, suas perspectivas urbanas e suas avenidas, bem como por seus vários museus
. As margens do Rio Sena, em Paris, foram inscritas, em 1991, na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.
Tendo sido capital de um império que se estendeu sobre os cinco continentes
, Paris continua a reter uma forte posição no cenário mundial, e a ser considerada a capital do mundo francofonico. Paris é um pólo comercial, industrial, financeiro e turístico, que tornou a cidade um dos maiores centros de transportes do mundo. E estando em Paris, a minha primeira parada foi: Catedral de Notre Dame.
Ao descer da estação de metrô, a primeira visão que se tem é do Palácio da Justiça.... uma fila enoooorme para entrar, mas aquele não era o meu objetivo.
Após pedir informação em uma banca de revistas, segui ladeando o Rio Sena e lá estava ela, imponente, grandiosa, fantástica.... a Catedral de Notre Dame. Uma emoção sem tamanho tomou conta de mim, afinal, eu estava diante de uma Catedral que até então, eu só havia visto em filmes e fotos pela internet. Difícil explicar como me senti naquele momento, só posso dizer que quero voltar...
Abaixo deixo mais algumas informações sobre a belíssima Catedral de Notre Dame, retiradas do site www.lmc.ep.usp.br:
A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.
A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contato e ascensão espiritual.
A arquitetura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo econômico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.
Mais um pouco de história...
Um espírito de competição tomou conta do século XII no que se referia à construção de catedrais. O desconhecido mestre (idealizador e construtor) dos trabalhos de Notre Dame em Paris, logo no início do trabalho em 1150, decidiu que esta catedral seria a mais alta igreja existente na época. Assim os trabalhos começaram e, quando o coro estava praticamente terminado, foi tomada mais uma corajosa decisão, aumentar ainda mais a altura da catedral, agora a uma altura um terço mais alta do que qualquer outra catedral existente.
Notre Dame tornou-se assim um lugar de grandes discussões pois, além da beleza criada pela grande altura, muitos problemas, nunca antes enfrentados, começaram a surgir. Sua altura se tornou tão grande que a luz que entrava pelas janelas situadas na parte superior das paredes da catedral não atingia o chão. Quanto mais alta ficava sua estrutura, mais problemas eram encontrados, dentre eles a grande velocidade e, principalmente, a grande pressão dos ventos.
Frente a esses problemas, os mestres construtores e estudiosos encontraram uma solução: abóbodas ogivais, arcobotantes e contrafortes introduzidos em 1180. Esses novos elementos estruturais propiciaram paredes mais altas e resistiram aos esforços laterais gerados pelas abóbadas e pelo vento. Porém, frente a pequenas rachaduras, os construtores perceberam pontos falhos nesse esquema estrutural e, em 1220, modificaram a estrutura, além de terem introduzido escadarias ao lado dos corredores e galerias
Em 1250, Jean de Chelles, mestre construtor do período, decidiu substituir as paredes dos transeptos por paredes de vidro. Livres da influência de cargas, foram abertos nessas paredes grandes orifícios que foram preenchidos com vidros e estruturados apenas por dois pequenos pilares. Assim, formou-se com centenas de blocos de pedra uma belíssima moldura para esses vidros em forma de rosa, delineando a fachada da catedral
A perfeição e habilidade do trabalho de Jean de Chelles, desenvolvendo a geometria e supervisionando o corte das pedras, foi tanta que essa moldura de pedra vem suportando 117 metros quadrados de vidros há mais de 700 anos e, nos 100 anos seguintes, pouco menos de 20 janelas tentaram superá-la em tamanho, porém nenhuma realmente conseguiu.
O Palácio da Justiça
A Catedral em toda a sua Magnitude
Vista de dentro
Este vitral é perfeito
Sim, eu estava lá, hehe
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domingo, 27 de fevereiro de 2011
Arquà Petrarca
A próxima parada que compartilho com vocês é Arquà Petrarca.
Difícil explicar a graciosidade desta pequena comunidade. Ruas de pedra, casas de pedra, uma beleza rústica, admirável mesmo.
No dia que fomos pra lá o frio era intenso e como a parte histórica da cidade fica no alto, o vento era cortante, mas o passeio valeu a pena.
Abaixo mais algumas informações interessantes adaptadas do site www.borghitalia.it.
O nome
A cidade cresceu, nas encostas de dois morros e é levemente inclinada para a planície em forma de arco, daí o nome latino Arquatum, então popularizou no Arquade e finalmente Arquà. Em 1868 foi acrescentado o nome de Petrarca.
Um oásis de arte e natureza no coração do Veneto
Leveza e serenidade são termos que podem definir esta aldeia do século XIV. Na verdade, a cidade vibra com o silêncio, contém em seus ângulos, as suas ruas pavimentadas, as suas paisagens, o ardor da juventude, que está mergulhada em melancolia, talvez como um espelho que reflete o clima de Petrarca, quando ele estabeleceu a sua residência final. Mas ela se destaca muito brilhante, dada a pedra clara de suas casas, suas igrejas, palácios que a moda Petrarca erguido para as famílias ricas de Veneza...
As casas de pedra são belíssimas e interessantes, além da visão dos sumidouros, pouco antes da fonte em que Petrarca veio tirar água, terminando no adro da igreja paroquial de S. Maria Assunta.
Fora no adro da igreja está o túmulo de Petrarca, a Arca foi construída, seis anos após sua morte, em mármore vermelho de Verona. A igreja não é novidade desde 1026, na época de Petrarca tinha um alpendre e era habitual para ser enterrado ao lado dela, como o próprio poeta no seu testamento havia estabelecido para si mesmo. Dentro da igreja, recentemente restaurada afrescos da escola veneziana-bizantino, um retábulo do século XIV, um retábulo de Palma il Giovane.
Bem Vindo a Comune de Arquà Petrarca
Túmulo de Petrarca
Prefeirura
Ruas e casas de pedra
Francesco, Mel e Ana
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
A Menina que não Sabia Ler
Mudando um pouco o rumo, escrevo sobre o livro que terminei de ler na semana passada.
“A Menina que não Sabia Ler”, de John Harding.
O livro começa muito modesto, porém lá pela quinta página você não quer mais parar de ler, pois quer saber o que vai acontecer na trama.
Apesar do título “doce”, “ingênio”, trata-se de um suspense muito envolvente, que se passa em 1891 e tem como protagonista Florence, uma menina de 12 anos, que vive em uma mansão sombria com seu meio-irmão caçula, Giles.
Em busca de algo interessante para fazer naquela enorme mansão, Florence descobre a biblioteca da casa e fica maravilhada, porém, tem ordens expressas do tio (pois Florence é órfã de pai e mãe) que não deve ser alfabetizada, pois meninas não precisam disso.
Mas o fascínio pelos livros fala mais alto e ela aprende a ler e passa a viver o mundo dos livros. Todos os dias foge da sua realidade para mergulhar no mundo encantado das histórias literárias.
Quando seu irmão vai para outra cidade estudar, esta prática torna-se mais frequente ainda... porém, não se adaptando à escola, Giles volta e junto com ele, uma preceptora para educá-lo que, morrendo tragicamente, é substituída pela Senhorita Taylor... a partir daí a trama torna-se mais envolvente ainda, misturando o real com a imaginação de Florence, que faz TUDO para defender seus dois grandes tesouros: Giles e os livros.
Leiam e depois de digam o que acharam.
Abraços!!!!!
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Padova
Continuando com os posts da minha viagem, vamos para a próxima cidade, PADOVA!
Estive em Padova pela primeira vez (retornei por mais uma ou duas vezes) no dia 24 de dezembro, que para os italianos é um dia normal, já que não fazem Ceia de Véspera como nós.
Me encantei com a beleza da cidade e sua arquitetura muito antiga.
O tradicional "mercado" estava lá também, cheio de todas as coisas que você possa imaginar para vender... algumas coisas bem baratas, outras de valores normais, outras caras.... a veia consumista ficou bem animada.
Mas de tudo o que vi por lá, o que mais me encantou foi a Basílica de Santo Antônio... uma igreja enorme e belíssima. Muitos turistas, mas mesmo assim, aquela áurea sacra continuava no ar, um local de muita fé e muitas orações.
Tive a oportunidade de tocar no "túmulo" de Santo Antonio e fazer uma oração e também ver suas relíquias, dentre elas a sua língua, e túnica que utilizava.
Em certo momento, recebemos (minha tia e eu) uma bênção de um frei que estava lá. Sai da Basílica inundada de uma grande paz e emoção.
Abaixo, seguem algumas informações históricas que obtive no site www.initalytoday.com
Padova é protagonista da história do Vêneto desde a antiguidade. Era um importante centro já ao tempo dos romanos, em 59 a.C. No período comunal a história da cidade foi especialmente tumultuada mas sempre importante para o cristianismo pois ali viveu Santo Antonio de Pádua, de origem portuguesa ( Lisboa), que passou ali os últimos anos de sua vida, para depois despertar o grande período de desenvolvimento cultural e artístico sob a nobreza dos Carraresi, de 1318 a 1405 graças à presença de estudiosos e artistas atraídos pela Universidade já ativa desde 1222.
No período dos Carraresi a cidade viu surgir alguns dos seus monumentos mais famosos: o Palazzo della Ragione, a Basilica di S. Antonio, a Igreja degli Eremitani, a Cappella degli Scrovegni com os afrescos de Giotto quase antecipando o papel que terá em Florença em 1400. E, em 1405, Padova passa sob o domínio de Veneza mesmo continuando a desenvolver um papel autônomo na cultura e na arte graças à presença de artistas como Mantegna e Donatello. Apesar de tudo isso, a cidade jamais assumiu um aspecto monumental e o seu desenho urbano é abundantemente irregular, alternando largas praças e pequenas ruazinhas porticadas e pitorescas, especialmente na zona do velho gueto, atualmente restaurada e vivaz centro de galerias de arte, lojas de antiguidades e cafés.
Hoje a vida da cidade é caracterizada pelo turismo, pelos eventos culturais, pela Universidade e pela famosa Fiera Campionaria ( centro de exposições) que com suas atividades realizadas o ano inteiro e com seus padilhões sempre em expansão, tornou-se um dos pólos econômicos mais importantes do norte da Itália.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Monselice
Boa Noite Pessoal...
Começo hoje o "giro" que dei pela Europa durante as minhas férias...
No período de 20/12/10 até 08/01/2011 fiz a minha primeira viagem internacional (oficial)... fui para Itália, visitar meus tios e aproveitei para conhecer Paris, que era um sonho antigo já. Nos dias que virão, vou descrever um pouco dos lugares que visitei e das experiências que passei... espero que gostem, divulguem e comentem. Abraços!!!!
E a primeira cidade sobre a qual falerei é....
Monselice
Monselice é a cidade onde moram meus tios. Ela é uma “comuna” italiana da região de Vêneto, província de Padova, com cerca de 16.507 habitantes. É conhecida também como a Cidade Murada.
Faz fronteira com Arquà Petrarca, Baone, Battaglia Terme, Este, Galzignano Terme, Pernumia, Pozzonovo, San Pietro Viminario, Sant'Elena, Solesino, Tribano.
Todas as segundas-feiras um animado “mercado” (que para nós seria uma feira) lota as principais ruas da cidade, por lá vende-se de tudo.... e com bons preços. O mais interessante são as barracas que vendem peixe frito já cedo... mas não me animei para provar.
A casa dos meus tios fica próximo da principal praça da cidade, que diga-se de passagem é um charme. Devido ao período de Natal, projeções nas paredes deixavam a mostra Nossa Senhora com o Menino Jesus e estrelas que “iluminavam” o céu nas noites frias.
Lá, as leis de trânsito são respeitadas e não se ouvem muitos barulhos.... nem de carros, nem de bagunça, nem mesmo dos vizinhos. Enfim, a cidade é uma paz só. Adorei.
Abaixo algumas fotos para ilustrar a beleza de Monselice!!!!
Começo hoje o "giro" que dei pela Europa durante as minhas férias...
No período de 20/12/10 até 08/01/2011 fiz a minha primeira viagem internacional (oficial)... fui para Itália, visitar meus tios e aproveitei para conhecer Paris, que era um sonho antigo já. Nos dias que virão, vou descrever um pouco dos lugares que visitei e das experiências que passei... espero que gostem, divulguem e comentem. Abraços!!!!
E a primeira cidade sobre a qual falerei é....
Monselice
Monselice é a cidade onde moram meus tios. Ela é uma “comuna” italiana da região de Vêneto, província de Padova, com cerca de 16.507 habitantes. É conhecida também como a Cidade Murada.
Faz fronteira com Arquà Petrarca, Baone, Battaglia Terme, Este, Galzignano Terme, Pernumia, Pozzonovo, San Pietro Viminario, Sant'Elena, Solesino, Tribano.
Todas as segundas-feiras um animado “mercado” (que para nós seria uma feira) lota as principais ruas da cidade, por lá vende-se de tudo.... e com bons preços. O mais interessante são as barracas que vendem peixe frito já cedo... mas não me animei para provar.
A casa dos meus tios fica próximo da principal praça da cidade, que diga-se de passagem é um charme. Devido ao período de Natal, projeções nas paredes deixavam a mostra Nossa Senhora com o Menino Jesus e estrelas que “iluminavam” o céu nas noites frias.
Lá, as leis de trânsito são respeitadas e não se ouvem muitos barulhos.... nem de carros, nem de bagunça, nem mesmo dos vizinhos. Enfim, a cidade é uma paz só. Adorei.
Abaixo algumas fotos para ilustrar a beleza de Monselice!!!!
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Feliz 2011!!!!
Bom Dia Pessoal!!!
Depois de um longo "inverno", voltamos à ativa.
Começo com uma mensagem que recebi por email... estou preparando posts sobre a viagem que fiz para algumas cidades da Itália e Paris durante as minhas férias... aguardem bons textos.
Abraços e que o ano de 2011 seja um ano repleto de novas conquistas, e grandes realizações!!!!
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Um experimento socialista
Depois de um longo "inverno", voltamos à ativa.
Começo com uma mensagem que recebi por email... estou preparando posts sobre a viagem que fiz para algumas cidades da Itália e Paris durante as minhas férias... aguardem bons textos.
Abraços e que o ano de 2011 seja um ano repleto de novas conquistas, e grandes realizações!!!!
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Um experimento socialista
Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado.. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós..
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
"O Banqueiro dos Pobres"
Agora vamos falar um pouco de livros.... durante o mês de outubro e novembro li um livro chamado "O Banqueiro dos Pobres", de Muhammad Yunus e Alan Jolis, que fala sobre como a visão de uma única pessoa, validada pelo esforço coletivo, pode mudar a vida das pessoas de baixa renda.
O livro é de leitura obrigatória para os alunos do 6º período de Administração e nós, professores, devemos cobrá-lo de alguma maneira deles. Resolvi fazer uma questão na prova, vinculada aos temas pertinentes a minha disciplina.
O livro é realmente interessante e real, retrata uma vida diferente da nossa aqui, porém com as mesmas mazelas e tristezas.
Segue abaixo texto de Paulo Cunha sobre o livro.
Retirado do site planetasustentavel.abril.com.br/noticia/estante/estante_264059.shtml.
O Banqueiro dos pobres
Confiando nos mais pobres, o indiano Muhammad Yunus mostra como é possível lucrar e ajudar na distribuição de renda
Bangladesh é um país de 120 milhões de habitantes que está entre os mais pobres do mundo. Quarenta por cento de seu povo vive na mais absoluta miséria. O resto se aguenta. Os endinheirados, donos do poder, constituem uma minoria ridícula em termos numéricos. A cada década algum infortúnio de enormes proporções - inundação, ciclone ou terremoto - deixa milhões de desabrigados. Porém, as catástrofes naturais que assolam este pequeno país asiático não são nada perto da fome que fustiga seus habitantes. Por causa da desnutrição, a média de peso e altura da população está diminuindo. Boa parte das crianças não chega à idade adulta. Além disso, um número assustador de pessoas vaga pelas ruas todos os dias em busca de comida e de um teto para passar a noite. Em Bangladesh, não se vive, sobrevive-se.
Foi a partir desse cenário desolador que o economista Muhammad Yunus teve uma idéia não apenas brilhante, mas revolucionária. Em 1974, logo após a terrível estiagem que se abateu sobre o país, Yunus era o chefe do departamento de economia na Universidade de Chittagong, um pequeno distrito no sudeste do país. Em suas aulas, ele ensinava as teorias que se propunham a resolver os grandes problemas da humanidade. Falava-se em milhões de dólares como se fossem nada. Fora do campus, a realidade era outra, bem mais cruel. Era impossível não ver as hordas de famintos, que estavam por toda parte. O que separava essas pessoas da morte era apenas um punhado de comida. Yunus passou a ficar incomodado com a distância entre o conteúdo de suas aulas e a vida do lado de fora. "Comecei a achar que minhas aulas eram uma sala de cinema onde podíamos relaxar, tranqüilizados pela vitória certa do herói. (...) Mas a partir do momento que saía da sala de aula me confrontava com o mundo real. Lá os heróis eram moídos de pancadas, selvagemente pisoteados", conta no livro. Então, tomou, como ele próprio admite, a decisão mais importante de sua vida. Largou a faculdade e foi descobrir o que estava acontecendo com aquelas pessoas. Yunus queria compreender a realidade do pobre, entender a economia da vida real. "O banqueiro dos pobres" escrito por ele (com a ajuda de Alan Jolis), em 1997, é a história dessa decisão e de tudo o mais que ocorreu - não só em Bangladesh, mas em todo o mundo - por conta dela. A empreitada valeu-lhe o Prêmio Nobel da Paz.
Yunus começou seu trabalho pela pequena aldeia de Jobra, que ficava perto da universidade. Aproximando-se das famílias, começou a perceber como funcionava a economia doméstica naqueles lares e chegou a uma triste constatação: a de que cada trabalhador ganhava no final de uma longa e extenuante jornada, em média, o equivalente a dois centavos de dólar. O grosso da produção ficava todo nas mãos dos intermediários, que obviamente pagavam muito menos do que o valor de mercado. Era exatamente esse sistema de produção que estava, havia décadas, gerando a pobreza de uma população quase inteira. A diferença entre viver decentemente e morrer de fome era dois cents. Yunus, então, decidiu emprestar aos moradores da aldeia o valor que precisavam para não depender mais dos intermediários. Não seriam cobrados juros e eles poderiam pagar quando pudessem. Estava assim lançada a idéia que aos poucos foi crescendo e se transformou no Grameen, o primeiro banco da história criado para os pobres. A instituição que, há três décadas, vem concedendo microcréditos a pequenos produtores e comerciantes como uma estratégia vitoriosa para combater a pobreza.
O que se sucedeu a partir daí é a história de uma transformação, muito bem narrada nas páginas de "O banqueiro dos pobres". O Grameen é um banco completamente diferente dos demais - ele é destinado aos deserdados da sociedade, àqueles que, à primeira vista, não oferecem nenhuma garantia para pagar os empréstimos concedidos e que, por isso, são sempre rejeitados pelos bancos comuns. Yunus constatou que, por mais difícil que seja a situação dos financiados, os empréstimos são sempre pagos, ainda que leve algum tempo. O sucesso do Grameen foi tão grande que colocou por terra os argumentos dos economistas do mundo todo, que não davam nada ao projeto. Os números não deixam dúvidas: de um punhado de dólares emprestados a 42 pessoas da aldeia de Jobra em 1976 até os bilhões de dólares concedidos a 100 milhões de famílias em 2005, com a ajuda do Banco Mundial, foi um longo caminho percorrido. O grande diferencial do Grameen é que ele é baseado em princípios humanistas - não apenas econômicos. Sua ação e seus valores não vêem os pobres como sobra da sociedade, mas como seres humanos que merecem alcançar a cidadania, a vida digna. "Nós acreditamos que a pobreza não tem lugar numa sociedade civilizada, e sim nos museus", afirma Yunus a certa altura do livro, com a certeza de quem sabe o que está dizendo.
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domingo, 28 de novembro de 2010
Tropa de Elite 2
Depois de vários dias ausentes tendo em vista a correria na faculdade e no meu outro emprego também, cá estou eu novamente... o primeiro post será sobre o filme "Tropa de Elite 2" que todos vocês já devem ter assistido, pois se não foram, vão.... o filme é fantástico, apesar de dito ser ficção, muito do que lá se passa é a nossa realidade. É só tomarmos como exemplo tudo o que tem acontecido no Rio de Janeiro.
Wagner Moura como o Capitão Nascimento dá um tom mais real ainda à história. Sua atuação é de tirar o chapéu e só confirma que excelente ator ele é.
O foco continua sendo a violència e a corrupção, porém não mais voltado para os "riquinhos que alimentam o tráfico", mas para policiais e políticos corruptos que visam o benefício próprio, envolvendo ai até questões eleitorais.
Na minha opinião, o capitão Fábio (Milhem Cortaz) também é um caso a parte, mostrando que no final das contas, por mais que existam corruptos e que você entre no jogo, no fundo no fundo, ainda há uma esperança para tudo isso.
Segue abaixo link com crítica de Renato Marafon:
www.cinepop.com.br/criticas/tropadeelite2_101.htm
Repito, para quem ainda não assistiu, corram!
Wagner Moura como o Capitão Nascimento dá um tom mais real ainda à história. Sua atuação é de tirar o chapéu e só confirma que excelente ator ele é.
O foco continua sendo a violència e a corrupção, porém não mais voltado para os "riquinhos que alimentam o tráfico", mas para policiais e políticos corruptos que visam o benefício próprio, envolvendo ai até questões eleitorais.
Na minha opinião, o capitão Fábio (Milhem Cortaz) também é um caso a parte, mostrando que no final das contas, por mais que existam corruptos e que você entre no jogo, no fundo no fundo, ainda há uma esperança para tudo isso.
Segue abaixo link com crítica de Renato Marafon:
www.cinepop.com.br/criticas/tropadeelite2_101.htm
Repito, para quem ainda não assistiu, corram!
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