quarta-feira, 28 de maio de 2014

O Que Realmente Importa?

E vamos continuando a leitura deste ano... como ando meio triste e deprimida, tenho focado muito mais na leitura... pelo menos uma coisa boa nessa situação triste e chata que eu espero que passe logo. Enfim, o livro da vez se chama O que realmente importa?, de Anderson Cavalcante. Ai você vai me dizer, tá com cara, ou melhor, com nome, de livro de autoajuda... e eu vou te dizer sim, é exatamente isso... é um livro de autoajuda e é ótimo... mais um daqueles que realmente faz você refletir e agir, pois existem diversos livros de autoajuda que não nos motivam a uma prática, mas este não, ele incita a prática, ele pede que você reflita, escreva e parta para a ação.

As palavras-chaves dele são: Missão, Objetivo, Meta, Ação.

O que você quer para a sua vida? O que você está fazendo para alcançar este desejo? Estas são algumas das perguntas que eu me fiz durante a leitura.


Estas são algumas palavras do autor sobre o seu livro:
Certas coisas vemos melhor com os olhos fechados. Aqui vai meu pedido. Espero que no decorrer desta leitura você use o olhar da contemplação. Deixe de lado seus pressupostos e preconceitos. Mergulhe na leitura desarmado e com o coração aberto, para que, mais do que ler para entender, possa ler para sentir. Tenho certeza de que, assim, minhas palavras farão um sentido muito maior para você e para sua vida, pois verá este livro com o olhar de quem deseja — e pode — ver além”.

O livro nos mostra que todos temos uma missão e pede que reflitamos sobre ela... será que é realmente esta a sua missão? Será que o seu foco está correto? Por diversas vezes me senti assim, me questionando se o que estou fazendo da vida é o que eu realmente quero, ou se me falta algo... e sim, parece que o livro tem razão, me falta algo... e diz respeito a não só uma área da minha vida, mas pelo menos duas delas.

O rumo profissional que tomei é o que eu quero? Não? Mas por que não mudo? Me acomodei? Sim.... e assim por diante, estas foram mais algumas questões que o livro me levou à reflexão.

Será que é possível dar uma guinada na vida e conseguir arcar com as consequências? Segundo Cavalcante, sim, é possível, basta ter tudo muito bem planejado e para isso, é preciso fazer anotações, recorrer a tais anotações sempre que necessário e alterá-las quando achar que é o caso.

Enfim, foi um livro que mexeu comigo, e espero que tenha mexido o suficiente para me fazer tomar atitudes necessárias para melhorar minha vida, focar de fato na minha missão... durante a leitura, só conseguia enxergar que o meu destino é a sala de aula, que é lá que eu me sinto realizada... preciso fazer algo a respeito, pois a vida está passando e já não sinto mais como se estou fazendo a diferença como fazia quando estava dando aula.

Espero que tal leitura possa mexer com o seu íntimo também... que te leve a identificar a sua missão e que você faça por si, o que é necessário para realizá-la.

Conheçam mais sobre o autor através do site: http://www.andersoncavalcante.com.br/

Boa leitura!






terça-feira, 20 de maio de 2014

O Lado Bom da Vida



Terminei esta semana de ler O Lado Bom da Vida, de Mathew Quick... estava ansiosa para lê-lo, já que muitos conhecidos comentavam sobre ele... e tem também o filme que só ouvi elogios... mas preciso confessar pra vocês que eu achei o Pat um grandessíssimo chato hehe! Aff... parece que entrou na fila umas 1000 vezes pra ser chato, cruzes.
Mas dizem que no filme ele não é tão chato assim... vou assistir o filme neste fds (se der tempo) e tomara que seja mesmo mais legalzão hehe!

Mas vamos a história do livro... ele conta o que aconteceu com Pat Peoples e que ele, Pat, busca o final feliz para a sua história... e o final do tempo separados com a sua tão amada esposa Nikki... porém, ele passou anos numa clínica psiquiátrica, mas ele não tem noção de quanto tempo passou e também não lembra ao certo por que foi parar lá.

Pat é um jovem bom, chega a ser até um pouco ingênuo, porém, por sua condição psiquiátrica afetada, tem altos e baixos que por vezes podem assustar.

Sua mãe, Jeanie, de uma bondade incrível, vai até a clínica e resolve tirá-lo de lá a qualquer custo. Explica ao filho que para que ele permaneça em casa e não volte para o lugar ruim, como ele mesmo denomina, será necessário que ele tome todos os remédios e vá a um psiquiatra (Dr. Cliff, que acaba se tornando um amigo, o que ajuda muito na recuperação de Pat). Ele concorda e assim vão-se embora.

Seu pai, Patrick, não recebe-o bem em casa, estranhando que o filho tenha recebido alta, ao que a mãe explica. A relação entre pai e filho não é boa, o pai é rude com o filho, por vezes ignorando-o totalmente, como se ele não estivesse em casa.

Assim, Pat passa seus dias entre exercícios e a leitura dos livros que a Nikki utilizava para dar aulas. Ele queria ficar forte, bonito e gentil para quando o tempo separados acabasse. Ele não entende por que as pessoas não falam nada sobre os acontecimentos do passado, que sempre que ele se depara com questões de tempo, todos fiquem desconfortáveis. Ele também não entende como as fotos do casamento dele com Nikki não estão mais na casa dos seus pais, nem como o vídeo do casamento sumiu. Ele questiona as pessoas que inventam as mais diversas histórias para justificar as situações. Ele não consegue aceitar que houve um fim com Nikki, para ele, o tempo separados vai acabar e tudo vai voltar ao normal, ele será um bom marido como sua amada sempre quis. E para isso ele se esforça, pratica a gentileza, como ele diz, ele prefere ser feliz a ter razão.

Pat tenta retomar velhos hábitos, então volta a frequentar os jogos dos Eagles com o seu irmão, onde acaba por conhecer muitas pessoas bacanas que passam a fazer parte de sua vida, mas também acaba se envolvendo em várias confusões. E retoma também, a amizade com Ronnie, aquele que ele considerava seu melhor amigo. Ronnie é casado com Verônica e ela tem uma irmã chamada Tiffany, a quem todos tentam “jogar” para cima de Pat.

Tiffany é um caso a parte neste livro, gostei muito do seu papel geral na história. Ela também tem problemas psiquiátricos devido a morte do seu marido prematuramente. Para extravasar, ela dança, para competir um campeonato ao qual não consegue ganhar pois sempre dança sozinha.

Tiffany e Pat, com seus comportamentos peculiares, para não dizer estranhos, acabam se aproximando dia a dia, correndo juntos, ficando em silêncio juntos e depois, devido a uma trama que a Tiffany “inventou”, dançando juntos.

A intenção da garota era a melhor, porém, ela acaba piorando a situação de seu amigo Pat de uma maneira bem séria. Mas adivinhem? Ela fez tudo isso por amor, ela se apaixonou por seu amigo... e por amor, acaba valendo tudo.

Confesso que só o final do livro me pegou de jeito... pois num geral, achei o Pat muito chato como já disse anteriormente, e também assisti o filme, que pra variar, se perde tanto, que não parece nem baseado no livro. Comportamentos dos personagens totalmente diferentes da narrativa oficial, mas enfim, são filmes baseados em livros, expectativa minha ser igual ou no mínimo parecido.

Enfim, minha avaliação não é a melhor, o que me deixa pensativa, será que fui eu que mudei o meu ponto de vista? Será que os meus critérios de avaliação mudaram? Será que estou mais “bruta”? Todos que conheço amaram o livro, amaram o filme e eu não... mas eu não!

Se gostaram ou não, comentem, compartilhem suas opiniões!


Beijos e até a próxima!!!!

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Pode Beijar a Noiva



Hora de comentar mais um livro lido... comecei o ano bem empenhada nas leituras, mas acabei dando uma relaxada por causa da Hospedeira que foi muito difícil de ler, hehe... enfim, este a leitura foi rapidinho, mas confesso que esperava mais, principalmente sendo de quem é...
E o livro em questão é Pode Beijar a Noiva, de Patricia Cabot que é um pseudônimo utilizado pela escritora norte-americana e tão conhecida, Meg Cabot.
Trata-se de um livro de época, uma história de amor claro... Emma Van Court é uma jovem que se apaixona por Stuart, que queria se mudar para a Escócia e viver como cura (o mesmo que um pároco hoje em dia). Mas James, primo de Stuart, acha que ambos são muito jovens e que é uma loucura que eles se casem, contando para a família de Emma, que também reprova a ideia. Assim, Emma e Stuart fogem para a Escócia, para uma cidade chamada Faires e se casam...
Lá eles pensam que viveriam sua linda história de amor. Ou melhor, Emma achava isso, pois Stuart era a pessoa mais desapegada que ela já conheceu e o seu foco era a caridade, deixando seu casamento um pouco de lado.
Mas alguns meses depois do casamento chegou a epidemia de tifo, que matou diversos moradores de Faires, entre eles, Stuart....
E a partir de então Emma passou a viver sozinha em sua precária casa, ocupando os seus dias dando aulas para as crianças da cidade no velho farol.
Como acreditou ser uma obrigação, enviou uma carta para a família de Stuart, informando sobre  sua morte... mas o que ela não esperava, era que James apareceria por lá, para levar o corpo do primo para ser enterrado junto ao jazigo da família, em Londres.
Além disto, algo em torno do falecimento de Stuart não está muito claro para James, já que ele vê que Emma é cortejada por diversos homens no vilarejo onde mora.
Primeiramente ele chega à casa de Emma dizendo que foi dar suas condolências e chamá-la para morar com a mãe de James em Londres, convite que Emma rejeita sem nem pensar.
James não se dá por vencido, diz que irá embora, mas volta à hospedaria onde conversando com moradores, descobre que na realidade o seu primo não morreu de tifo e sim foi assassinado. Que o motivo de tal barbaridade não está clara, mas que o assassino, entregou-se à polícia e, condenado a morte, deixou toda a sua herança para Emma, como um pedido de desculpas por ter matado seu marido. O juiz da cidade, para impedir que Emma deixasse toda a herança para os pobres e em obras de caridade, instituiu uma condição. Para retirar a herança, ela deveria se casar novamente.
Para James, o dinheiro não é a questão, na realidade, em segredo, ele sempre foi apaixonado por Emma, tão diferente das moças de sua idade.
Depois de muito insistir para que Emma vá embora com ele, James decide lhe fazer uma proposta, uma proposta comercial como ele mesmo disse: James pede Emma em casamento para que ela possa retirar a herança e fazer o uso que achar melhor dela. Meio relutante, ela acaba aceitando, pois percebe que é a melhor saída.
E assim James e Emma se casam, porém, como há uma “plateia” em seu casamento, eles se veem obrigados ao beijo dos noivos... e quando eles se beijam, Emma sente algo indescritível, que jamais sentiu, nem mesmo por seu amado Stuart. James também sente o mesmo, e fica muito feliz pois por diversas vezes se viu, se imaginou beijando sua amada Emma.
E assim a história se segue, sem Emma desconfiar, que na realidade, James não deseja que seja um casamento de fachada, ele deseja sim, ficar com ela para sempre...

Vale como um tipo de sessão da tarde... romance água com açúcar, bem tranquilinho e sem grandes pretensões...



sexta-feira, 2 de maio de 2014

A Menina Sem Qualidades





Gente... agora sim uma ótima recomendação, que talvez vocês até comentem que está beeeeem atrasada, hehe, mas só agora tomei conhecimento.

Então, terminei de ver essa semana a série “A Menina Sem Qualidades”, que passou nesta mesma época, no ano passado, na MTV.
Ela foi produzida pela MTV e dirigida por Felipe Hirsch, com coprodução dos Estúdios Quanta e parceria com a Quanta Post. 



Confesso para vocês que só resolvi assistir por causa do Javier Drolas, ator argentino, protagonista do filme Medianeras e que é o meu objeto de desejo nos últimos tempos... estou encantada com sua atuação, ai ai... (ainda irei à Buenos Aires assistir a uma peça dele).

Enfim, comecei a assistir por causa dele e tive uma grata surpresa ao me deparar com um texto muito bem estruturado, dividido em 12 episódios e adaptado do romance alemão Spieltrieb, de Juli Zeh.

Existem diversas cenas fortes e até por isso, pelo que pesquisei, os episódios eram transmitidos à meia noite.

Além de Javier Drolas (professor de literatura espanhola - Tristán), tem como protagonistas Bianca Comparato (como Ana – a Menina Sem Qualidades) e Rodrigo Pandolfo (Alex, o menino manipulador/sedutor/estranho pra caramba, hehe).

O termo que dá nome à série só aparece lá pelo episódio 9 ou 10, não estou bem certa, quando Alex afirma para Ana que ela é uma menina sem qualidades e por isso, extremamente comum.



Como disse acima, possui cenas fortes e não só de nudez, mas para uma reflexão pesada sobre questões da vida de uma adolescente de 16 anos, problemática, introspectiva, forte e ao mesmo tempo frágil, inteligentíssima e, acima de tudo, só.

Muitos diálogos nos levam a retornar a fala para confirmar se era aquilo mesmo que os personagens queriam dizer.... sempre que assistia a um, dois ou três episódios por vez, acabava sonhando com toda aquela história e com o reflexo daquilo tudo na minha própria vida... por quantas questões existenciais já passei que Ana e Alex passaram no decorrer da série? E Tristán? Envolvo numa situação a qual pareceu chocado num primeiro momento, depois acabou se tornando confortável e ele se mostrou confortável com tudo aquilo?



Ana desenvolveu muito bem o seu intelecto pois passa muito de seu tempo livro lendo os livros que o seu padastro deixou na casa antes de ir embora. Ela diz ter “preguiça da internet”, pois os assuntos que nem aparecem são muito rasos. Por viver num mundo só seu, Ana é um tanto agressiva e acaba expulsa de uma escola por agredir outro aluno. Na nova escola, acaba se envolvendo primeiramente com rapaz chamado Olavo, que diz que ela é estranha e que isso é bom, pois com ela, ele consegue manter um diálogo, mas também, se o diálogo não acontece, não tem problema, ficam confortáveis em seus silêncios.
Na escola ela costuma enfrentar seus professores, e quando Alex um rapaz de 18 anos, de origem libanesa (pode-se considerá-lo niilista) entra na escola, ela encontra um parceiro para toda aquela introspecção. Alex é um rapaz manipulador e passa seus dias a testar os limites das regras sociais, questionando os valores e as fraquezas da “raça humana”. Para ele, não existe nada de extraordinário na vida, nada pelo que vale a pena se empenhar. Mas isso é apenas uma cortina que esconde seu verdadeiro eu.
A situação fica um tanto tensa quando eles resolvem envolver o professor Tristán nessa paranoia que é a vida de ambos. Tristán tem convicções políticas fortes, pois foi preso político na época da ditadura militar em seu país e possui uma esposa depressiva que não ajuda muito a ter uma vida plenamente feliz. Sua felicidade, na realidade, é estar em sala de aula, vivendo, respirando a literatura espanhola e tentando mostrar aos alunos a sua beleza. Por diversas vezes ele é repreendido por Ana, que diz que ele não pertence a esta época, a este mundo. 
Enfim, Ana seduz Tristán e depois, juntamente com Alex, eles passam a chantagear o professor que entra na onda deles.



Adorei a descrição que o blog papo de homem fez e transcrevo abaixo:

“Alex é aquele tipo de garoto que acredita saber mais do que seus professores. Em parte, têm razão, pois sabe mais do que seus mestres sobre um bocado de coisas. Mas ainda é novo demais para compreender que a medula da verdade só é mordida com o tempo, após roer o osso da experiência, enfiar os dentes na carne dura dos caminhos equivocados. O menino, filho de uma época em que nobres sentimentos são tratados com ironia e a cara de tédio é considerada sinal de inteligência, está desconectado de sua própria hombridade. É um homem incompleto, semelhante a um homem castrado.
Tristán é aquele que viveu um bocado, já foi preso, já amou e conviveu com uma mulher, já apanhou de inimigos e já tirou a vida de alguém. Ele roeu o proverbial osso até chegar à medula, mas seu paladar rejeita o gosto das duras verdades que Ana aceita lucidamente, pois isso significaria abdicar de seu amor. “Por causa desse amor, ele não quer escutar”, diz Ana, “quando eu lhe esclareço a falta de sentido do universo”.
Tristán é o Adão tardio. Ana é a Eva prematura. Alex é o demônio disfarçado de inofensivo réptil. Juntos, seu jogo é reencenar o drama mais antigo da humanidade”.
Sugiro, inclusive, que leiam todo o texto oportunamente, pois é bem interessante.

A trilha sonora é outro prato cheio... muitas músicas interessantes, de todos os estilos, retratando cada cena, cada situação de forma ímpar.

Então, neste caso, SUPER RECOMENDO!!!! Se ainda não assistiram, assistam, se já assistiram, comentem o que acharam!!!

É possível assistir a todos os episódios através do youtube.
Segue o link do primeiro episódio, os demais aparecem na barra lateral direita da página:




segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Hospedeira

A Hospedeira de Stephenie Meyer

Gente, sério mesmo, fazia muito tempo que eu não pegava um livro tão tão tão difícil de ler.

Comecei no início de fevereiro e terminei na sexta passada e com muito sacrifício, confesso... é que eu não gosto de desistir de uma leitura.... até hoje, só fiz isso com um livro realmente... então, insisti na Hospedeira, mas aff, que tristeza.

A história não tem muito sentido, é confusa, mistura muitas situações... resumidamente, a Terra é invadida por alienígenas (chamados almas), que tomam o corpo dos humanos, porém, uma das hospedeiras, se recusa a cooperar com o domínio da alma.

Aqui uma resenha sobre o livro, pois confesso que não senti vontade nenhuma de fazê-lo...


Desta vez... não recomendo!


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Desperte o Milionário que Há em Você



No ano passado eu participei do Fórum de Lideranças, evento sobre o qual falei aqui no blog. 
Uma das palavras foi com o Sr. Carlos Wizard Martins, presidente e fundador do Grupo Multi, uma multinacional brasileira, focada no ensino de idiomas e cursos profissionalizantes.
Durante a sua palestra, ele informou que algumas pessoas seriam contempladas com um presente, um exemplar do seu livro: Desperte o Milionário que há em Você. Estes livros estariam presos debaixo das cadeiras e eu fui uma das privilegiadas.
Como tenho a minha “sequência” de leitura, hehe, só agora que peguei este livro para ler... trata-se de um livro que conta a história de sucesso do Sr. Wizard, desde quando ele era apenas um rapaz, até a construção do império que é hoje o Grupo Multi.
O Sr. Wizard ensina alguns passos simples que podem fazer a diferença na sua vida e transformá-lo num milionário. Ok, ok, você vai me dizer que não é simples se tornar um milionário e eu concordo, mas acredito também, que as dicas dadas no livro são muito tranquilas de se realizar, basta um pouco de perseverança e desprendimento por parte de cada um que almeja esta vitória.

Citarei abaixo os pontos, chamados por ele de chaves de ouro, e um pequeno resumo que é dado após cada um deles:

Chave de Ouro 1: Zere seu passado
  • Se você tiver dívidas, primeiro zere suas pendências;
  • Não se deixe prender por falsas crenças do passado;
  • Quem entende de juros recebe, quem não entende paga;
  • Primeiro tenha uma atividade geradora de renda e só depois abrir uma empresa.

Chave de Ouro 2: Sonhe acordado
  • Defina exatamente o que deseja alcançar;
  • Quanto mais específico você for, maior será sua chance de sucesso;
  • Faça um brainstorming pessoal de seus sonhos e ponha no papel tudo o que está guardado no fundo de sua alma;
  • Visualize-se já de posse de seus desejos e já tendo realizado seus sonhos;
  • Diariamente, sinta em seu íntimo o prazer da conquista e da vitória;
  • Siga o ciclo do sucesso de transformar seu objetivo em estratégia; crie um plano de ação; execute, avalie, corrija o rumo, abandone o que não deu certo, e perpetue as boas práticas e finalmente comemore os bons resultados alcançados;
  • Pense grande, comece pequeno.

Chave de Ouro 3: Deseje empreender para enriquecer
  • Dedique seu tempo e sua energia àquilo que deseja alcançar;
  • Não espere o mundo vir até você; você precisa ir ao encontro do mundo;
  • Veja-se já de posse do que mais deseja alcançar;
  • Siga o caminho do empreendedorismo.

Chave de Ouro 4: Determine quanto quer ganhar
  • Mude o valor estampado em seu cartaz invisível;
  • Para ter um ganho diferente, você precisa fazer coisas diferentes.

Chave de Ouro 5: Divida para multiplicar
  • Transforme seu sonho em sonho coletivo;
  • Ajude outras pessoas a alcançar o sucesso;
  • Forme um time de talentos profissionais;
  • Milionários adoram vender.

Chave de Ouro 6: Guarde cada tostão para juntar seu milhão
  • Defina a porcentagem que você vai separar ao receber qualquer dinheiro que chegue às suas mãos;
  • Desconsidere o valor total de sua renda e viva apenas com o que não será destinado a formar seu patrimônio futuro;
  • Antes de receber sua remuneração, faça um orçamento detalhado definindo o destino de seus recursos.

Chave de Ouro 7: Acredite na sua origem divina
  • Ouça sua voz interior;
  • Cultive seu espírito de gratidão;
  • Reconheça a mão de Deus em todas as etapas de sua vida.

Muitas destas falas já li em outros livros.... e por repetição parece que a coisa acaba acontecendo mesmo hehe... acredito que mal não faça, então, por que não tentar?

Um ponto que achei bem interessante é você determinar uma porcentagem da sua renda e guardá-la. Seja numa conta poupança, em casa ou em algum investimento. Não o que sobrar do seu salário, pois deste jeito, nunca vai sobrar... é determinar uma porcentagem antes e se virar com o valor recebido, menos aquela porcentagem. Isso ajuda, inclusive, a evitar aqueles gastos bobos, aquelas comprinhas desnecessárias... principalmente para nós, mulheres que adoramos comprar... hehe! =D

Enfim, é um livro de autoajuda, mas mal não faz... acho que vale a pena dar uma olhadinha.



Beijos e até mais!!!!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Medianeras



Filme argentino, indicado pela amiga Grasi e que recomendo a todos que gostam de refletir um pouco sobre os rumos que as nossas vidas estão tomando nesta era digital, neste “admirável mundo novo”.

Gustavo Taretto, seu diretor, diz que sua intenção era retratar uma solidão que não é dramática, mas "uma solidão a que já estamos acostumados. De todos os dias. Solidão urbana. A solidão que sentimos quando estamos rodeados de desconhecidos"

Só a narrativa inicial já te ganha, tal é a profundidade das palavras e a metáfora com as construções desenfreadas da cidade de Buenos Aires. Como diria a minha prima, fala-se sobre todo aquele cimento!

Primeiramente, vou explicar o porque deste nome: Medianeras... medianeras são aquelas paredes sem janelas das grandes construções. Tais paredes não possuem janelas tendo em vista sua proximidade com as construções vizinhas. Na realidade, é proibido abrir janelas nestas paredes, mas muitas pessoas o fazem, buscando um pouco de claridade em suas residências, gerando inclusive, grandes brigas judiciais.

Existem alguns pontos que considerei peculiares no filme, mas que se eu escrever aqui, acabarei por estragar um pouco da história... então? Só assistindo mesmo pra vocês identificarem os seus e depois, poderemos conversar, trocar figurinhas sobre o filme e sobre o que acharam de mais interessante, pois me levou a uma grande reflexão e a questão de que nem tudo está perdido, que ainda há uma esperança neste mundo pra mim.

Ele conta a história de um homem e uma mulher, jovens e isolados do mundo em suas “bolhas”. São eles mesmos que narram suas próprias histórias e os dissabores da era digital em suas vidas sociais e amorosas. Ele trabalhando em casa, como web designer, para sair o menos possível de casa, é meio neurótico e quase tudo o que precisa, compra via internet. Sua única saída de casa é para levar o cachorro para passear vez e outra, cachorro que ele diz que não é dele e sim da ex namorada que foi embora para outro país e não quis levá-lo junto para evitar o stress da mudança. Ela, arquiteta formada, mas que não consegue se encontrar em sua profissão, então trabalha como vitrinista, montando situações, criando contextos, trabalhando com aqueles manequins de loja e retratando o seu próprio eu em cada vitrine. Terminou um relacionamento de muitos anos e está confusa, muito confusa. Não consegue andar de elevador e assim, sobe diversos lances de escada para chegar ao seu apartamento. Como não consegue se encontrar, passa os dias com um livro de sua infância, onde procura por Wally na cidade.... e mesmo depois de todos estes anos, não consegue encontrá-lo.

Eles até tentam se relacionar com outras pessoas, mas é uma relação superficial, pífia... difícil mesmo!

Ele, Martin... ela, Mariana!

Assistam e mergulhem na vida destes dois personagens... *-*



Este blog possui uma ótima resenha sobre o filme, vale a leitura:



Espero que gostem da dica... =)



sábado, 22 de março de 2014

Fique Comigo - Harlan Coben



"Por exemplo, todos ouvíamos de nossos tristes e infelizes pais que a melhor forma de encontrar a felicidade era viver e agir exatamente como eles. Não era essa a definição da loucura? Fazer a mesma coisa repetidas vezes e esperar resultados diferentes? Geração após geração, o mundo parecia fazer justamente isso".




E aqui vai a indicação de mais um livro de Harlan Coben, pois este também é tão envolvente quanto Não Conte a Ninguém. Posso afirmar que é até mais envolvente... e o seu final? Surpreendente e inesperado é pouco para descrevê-lo.

Trata-se de um romance policial que te envolve de uma maneira que te envolve de uma maneira que você não quer parar de ler.

Ele conta a história de vários personagens que num primeiro momento parecem desconectados, mas que na realidade, estão totalmente conectados, por mais que não percebam isso de início.

Um dos personagens é Megan Pierce, que é uma mulher feliz, com o marido perfeito, e dois filhos adoráveis, morando na casa dos sonhos de qualquer mulher.

Mas mesmo com esta vida dita “perfeita”, algo a incomoda, ela sente falta do seu passado e ao resolver visitá-lo, por assim dizer, acabando por desencadear toda a história que segue.

Outro personagem é Ray Levine, um “paparazzi de aluguel”, mas que um dia já foi um fotógrafo famoso por sua coragem e por tudo o que suas fotos retrataram. Porém, uma situação do passado não consegue sair de sua cabeça, deixando-o nessa meia vida de paparazzi.

Já Broome, é quem acaba por “mexer” com a história desencadeada por Megan, pois ele é um detetive que não consegue se conformar com o desfecho de um caso ocorrido a 17 anos atrás onde um pai de família desaparece.

Acontece um desaparecimento com as mesmas características deste caso ocorrido a 17 anos e Broome decide investigar mais profundamente, pois não pode ser apenas coincidência. Assim, ele descobre que nos últimos 17 anos, um homem desaparece ou morre, na mesma época, identificada por Broome como o Mardi Gras.

As especulações são muitas, até hoje a família deste primeiro homem desaparecido ainda espera a sua volta. Broome vai todos os anos, no dia do desaparecimento visitar a esposa do homem, criando laços com a mesma, se sentindo um tanto culpado por não ter desvendado o caso.

E o que Megan e Ray tem haver com estes homens desaparecidos/mortos? Bom, para saber, só lendo mesmo!

 Boa leitura... compartilhem o post, compartilhem sua opinião. Vamos conversar!!!! =D