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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Como Salvar um Herói

 Hello People, bora para o último livro da Trilogia dos Canalhas?

Depois de contarmos a história de Georgie e Tristan, de Evie e Santo, agora vamos para a terceira amiga e o foco está todo em Lucinda Barrett, a mais “séria”, por ser filha de um militar.

Este é o livro Como Salvar um Herói, de Suzanne Enoch, publicado em 2020, pela Editora Harlequin, e tem 401 páginas. Livro lido em julho deste ano!


Sinopse:

As melhores amigas de Lucinda acabaram se casando com os homens que deveriam educar. Prática e sensata, ela decide encontrar alguém que precise de uma lição, mas que ao mesmo tempo seja uma boa opção de marido.

Essa pessoa, contudo, não é Robert Carroway. Ele é teimoso, mal troca duas palavras com ninguém, raramente sai de casa e é odiado pelo pai dela. Por que, então, Lucinda não consegue parar de pensar em seus belos olhos azuis mesmo quando está perto do seu noivo em potencial?

Há três anos, Robert vem sendo atormentado por suas lembranças da guerra. Mas o jeito despretensioso de Lucinda, sua serenidade e bondade parecem ser capazes de afastar o pânico que o consome diariamente. Assim, quando ela escolhe o alvo de suas lições, ele se oferece para ajudá-la, vendo uma oportunidade de voltar à Sociedade e tranquilizar sua família. O problema aparece, no entanto, quando Robert se vê desejando ser o homem vítima das lições de Lucinda e, consequentemente, a quem ela vai entregar seu coração.

 

E Lucinda, por ser filha de militar, não poderia ser mais estrategista, sabendo do destino das suas duas queridas amigas, quando chegou a sua vez de escolher o seu “alvo”, optou pelo mais “confortável”.... escolheu o militar preferido do momento, aquele que, no fundo no fundo, não tinha algo a ser corrigido afinal e, além de lindo, era um ótimo partido e teria a benção do seu pai.

Porém, o destino não iria ser tão generoso assim com ela, senão, que graça teria?  E assim ele (o destino) tratou de fazer troça com ela, colocando um certo Carroway em sua vida, para bagunçar tudo.

Robert era o irmão mais sombrio por assim se dizer de Tristan, lutou na guerra e de lá trazia fortes sequelas, que o atormentavam de forma avassaladora... ou ao menos é o que todos achavam. Seu comportamento isolado, pouco social deixa todos incomodados, porém, Lucinda desperta nele algo diferente.

Achando que a presença de Lucinda poderia ajudar Robert, surge um jardim de rosas que acaba fazendo com que passem a conviver com mais frequência e essa convivência faz com que Robert lembre-se de que têm um coração, de que ainda está vivo... porém, uma falsa acusação de traição militar, feita pelo pai de Lucinda e outros militares deixa toda a situação muito tensa e neste momento Lucinda se vê numa situação delicada... ter que escolher entre seu amado pai ou aquele rapaz que tanto a intriga... mas como vocês sabem, o amor sempre vence no final hehe...

Livro fofo, gostoso de ler, momentos divertidos, românticos, emocionantes... tem gente que achou que este terceiro livro perdeu o ritmo dos outros, mas acho que não, ele não deixa nada a desejar quanto ao primeiro e segundo, amei todos! E super recomendo.

E vocês leram essa trilogia, vamos conversar?

Bjo Bjo

domingo, 19 de outubro de 2025

Como Encantar Um Canalha

E bora para o segundo livro da Trilogia dos Canalhas?

Depois de contarmos a história de Georgie e Tristan, agora vamos para a segunda das três amigas e o foco está todo em Evelyn Ruddick, a mais doce das três amigas e também, considerada a mais frágil e ingênua de todas.

Este é o livro Como Encantar um Canalha, de Suzanne Enoch, publicado em 2019, pela Editora Harlequin, e tem 320 páginas.

 


Sinopse:
Evelyn, uma jovem obstinada, promete se vingar de um dos canalhas mais infames de Londres. Mas, quando o cafajeste vira o jogo, quem vai realmente aprender uma lição sobre do que o amor é capaz?

Nas ruas, ele é chamado ironicamente de “Santo”, mas o marquês de St. Aubyn merece sua reputação como o maior canalha de Londres. Evie sabe que deve evitá-lo, mas ela quer ajudar as crianças do orfanato, e ele preside o conselho dos administradores. Quando Santo nega seu pedido para ser voluntária no Coração da Esperança, ela decide que o homem precisa aprender uma lição. Ela só precisa descobrir como resistir aos encantos daquele mulherengo.

Para Santo, a ideia de ceder a uma mulher como Evie é impensável. Ele não quer se tornar outro projeto de caridade em suas mãos, mas a moça se recusa a desistir. Que outra opção ele tem a não ser seduzir a dama? Porém, ele não esperava ser seduzido pelo doce coração da mulher. A tentação de passar longas noites nos braços dela poderia provocar o impossível? Será que o mais conhecido cafajeste de Londres poderia mudar?


 Só para lembrá-los, as três amigas resolveram escrever um tipo de lista quanto ao que esperam do comportamento dos homens da sociedade em que vivem e para ter certeza de que tal lista faz sentido, e que os conselhos dariam certo, elas resolvem aplicar a lista escolhendo cada uma delas um “canalha” da sociedade londrina para “colocar na linha”. No primeiro livro, Georgiana conseguiu alcançar êxito em seu propósito, dando um jeito em Tristan tanto que acaba se casando com o alvo do seu projeto.

Agora, um ano se passou, Georgie está casada com Tristan e as amigas acham que está na hora de dar continuidade ao seu projeto. Evelyn está com a vida bagunçada. Seu irmão mais velho retornou das Índias com grandes aspirações políticas e por considerar a irmã meio boba e manipulável, está usando-a para fazer contatos políticos, com a intenção de ganhar aliados na Câmara dos Lordes. Porém Evie como é chamada pelas amigas já não aguenta mais ser só sorrisos forçados e fingir não ter opinião própria. Seu irmão diz como ela tem que se vestir, como falar, com quem falar, até com quem dançar nos bailes da sociedade. Ao pedir socorro para a mãe, não encontra apoio, pois a mãe só diz que ela tinha que ter se casado antes do irmão voltar da viagem, assim não precisaria passar por isso. Que agora ela tinha que se dedicar à família, aos interesses da família.

  Em um momento de “rebeldia” e coloco rebeldia entre aspas pois na verdade isso é algo que ela sempre teve em mente, porém, como não era tratada como igual, não podia expressar sua vontade, seu ato foi tratado como rebeldia quando descoberto... e isso aconteceu só bem lá na frente. Mas vamos aos fatos. Um belo dia, ao se dirigir para mais um daqueles eventos em que teria que confraternizar com as senhoras esposas de políticos que poderiam privilegiar o seu irmão ela passa em frente a um orfanato, um orfanato feio, mal cuidado, daqueles que parece abandonado ao tempo... e tomando toda a coragem que lhe resta, numa segunda oportunidade que passa pelo local, ela pede para que seu transporte volte e entra no local, perguntando se lá precisam de voluntários para atender às crianças. Já esperando ser bem recebida por quem mais interessava, ela leva consigo uma cesta cheia de doces para as crianças.

Quem a atendeu, uma senhora nem um pouco simpática, quase a colocou para correr,  mal deixando que ela conhecesse o local, quanto mais as crianças, deixando transparecer que não queria que as crianças sentissem que poderiam acreditar que ela realmente faria algo por elas. Isso pois, provavelmente, muitas senhoras da sociedade já passaram por lá, prometeram muitas coisas e nunca voltaram, deixando as crianças frustradas e com expectativas não atendidas. O abandono é algo que dói e quando ele acontece repetidas vezes, o melhor é não deixar que expectativas sejam criadas.

Porém, Evelyn não era como as outras damas da sociedade londrina que só queria fazer “exposição da figura” e depois ir embora, sem realmente se importar com aquelas crianças. Ela queria fazer algo que fizesse a diferença para aquelas crianças e portanto, decidiu entrar em contato com o conselho diretor do orfanato.

Assim, ela descobre quando será a próxima reunião do conselho e aparece para apresentar sua proposta de trabalho voluntário... para apresentar suas melhorias ao local e às crianças. Ao se deparar com vários lordes que conhecem sua família e portanto a tratam com respeito e cordialidade ela se sente segura, confiante, porém, o presidente do conselho, e também proprietário do imóvel onde está o orfanato se mostra irredutível e nega/veta todas as suas propostas. E quem é este senhor sem nenhum coração ou interesse em ajudar as crianças? Ele se chama Marques de St. Aubyn, mais conhecido como Santo. Um famoso mau caráter que já foi expulso de vários locais bem apessoados visto seu comportamento duvidoso. Este sim, um verdadeiro canalha, porém, como Evelyn está obstinada com suas propostas e não aceita não como resposta, tanto insiste que consegue fazê-lo ceder para que ela possa visitar o orfanato e interagir com as crianças e nada mais. Lembrando que faz tudo isso escondido, sem que sua família saiba, pois para o seu irmão, ela é uma boba avoada.... e suas amigas também pouco sabem, pois ela teme que ao saberem que ela está lidando com alguém como Santo, seja censurada por suas queridas amigas.

Santo, por outro lado, para tentar dissuadir Evelyn do seu projeto, colocou como condição, que suas visitas deveriam ser supervisionadas por ele, que não dava folga, sempre tentando seduzi-la para que assim, se sentindo intimidada, ela desistisse. Mas isso só fez com que ela se sentisse mais desafiada e ainda, Evie viu em Santo a oportunidade de colocar suas lições em prática escolhendo assim, o seu canalha. O problema é que, o principal motivo para afastar Evie é que Santo precisa desocupar o imóvel onde fica o orfanato, ele quer se livrar daquele “fardo”. E com aquela ação social da jovem, ele não consegue dar continuidade ao seu projeto. E neste jogo de sedução de um e de outro, acabam se apaixonando, claro hehe, mas aí acontece algo meio questionável no livro, porém, leiam, avaliem e depois me digam o que acharam. A questão é que essa situação leva Santo a repensar sua vida, seu comportamento e também, seus reais sentimentos por Evelyn e também, por aquele orfanato e, em extensão, por aquelas crianças. Pois até então ele era a perfeita definição de um canalha e não tinha problema nenhum com isso, inclusive gostava disso. E apesar de até as amigas de Evelyn acharem que ele não era a melhor opção, com medo da reputação de Santo e de tudo que ele representa, Evelyn continuou em sua intenção de dar uma lição naquele canalha sedutor, pois no final das contas, ela estava é gostando do jeito bruto dele. E o que acontece no final das contas? Ah, no final das contas, só lendo para saber meus queridos amigos... ou esperando o post do próximo livro da trilogia, pois talvez role algum spoiler por lá hehe!

Mas e ai, me contem, já leram este livro? Gostaram? Vamos conversar?

 Bjo bjo

sábado, 11 de outubro de 2025

Como se Vingar de um Cretino

 Oi Pessoal, tudo bem com vocês?

O livro da vez é o do mês de junho das Gurias Literárias, Romance de Época e esse, uma trilogia, a Trilogia dos Canalhas, olhem só que nome mais sugestivo! Livro este que me pegou de jeito e me fez ler os outros dois rapidinho, quer dizer, ler não, devorar os outros dois.

Confesso que não tenho certeza de que tenha lido um romance de época em outro momento da vida, pode até ser que tenha acontecido, mas não lembro e confesso, AMEI!

Bem, estou falando do livro Como se Vingar de um Cretino, de Suzanne Enoch, livro de 2018, publicado pela Editora Harlequin Books, e que tem 288 páginas.


Sinopse:

É possível ensinar a um notório sedutor uma lição? Lady Georgiana Halley acredita que sim. E a melhor forma é fazer o visconde Dare provar do próprio veneno!

Lady Georgie está cansada de ver Tristan Carroway, visconde de Dare, partir os corações das jovens damas da sociedade londrina. Ela o considera um cretino por fazer isso sem remorso e porque também já caiu na sedução dele. Seis anos atrás, Tristan se empenhou em cortejá-la, tudo por causa de uma aposta que quase arruinou o futuro da jovem debutante. Disposta a se vingar, Georgiana acha a forma perfeita: seduzir o terrível visconde e abandoná-lo. Dessa forma ele aprenderá a respeitar os sentimentos das outras pessoas.

Tristan está em um momento perigoso: sua família está à beira da falência e a única forma de solucionar o problema é se casando com uma herdeira que esteja interessada no título de viscondessa de Dare. Mas como é possível se aproximar e conquistar uma esposa se Georgiana Halley está sempre atrapalhando, seja batendo-lhe os dedos com um leque ou... simplesmente roubando o seu coração? Ser seduzido não está nos planos de Tristan, mas se Georgie acha que pode sair impune dessa lição, talvez ela esteja muito enganada!

  

Ele conta a história de Lady Georgie e Tristan Carroway, mas para chegar neles, é preciso contextualizar como tudo começou.

Lady Georgiana Halley e suas amigas Lucinda Barrett e Evelyn Ruddick estão cansadas de ver os homens da sociedade em que vivem tratando-as de forma rude ou como objetos e não haver consequências para este comportamento. Assim, elas resolvem criar um tipo de lista, que pensam até em publicar em algum momento, intitulada: Lições de Amor por Três Distintas Damas. Mas para ter certeza de que as lições faziam sentido, elas teriam que colocá-las em prática. Mas isso não seria um problema, pois candidatos a aprender uma lição eram muitos, era só escolher e partir para a ação.

Como a ideia principal partiu de Lady Georgie por ter “tomado um banho” junto de sua aia devido a falta de gentileza de um homem que passou com sua carruagem em meio a chuva e nem se deu ao trabalho de ver se elas precisavam de ajuda, a primeira a colocar suas lições em prática seria ela e Lady Georgie já sabia exatamente quem seria seu “pupilo”.

Só para contextualizar mais um pouco, os outros dois volumes contam as histórias das lições dadas por suas amigas a outros “cretinos/canalhas”. Porém, cada um dos volumes tem começo, meio e fim, ou seja, se não quiser ler os outros, não precisa, mas vale a pena a leitura de todos, ao menos para mim valeu! =D

Agora, voltando para Georgiana Halley e Tristan Carroway, este foi o escolhido para receber uma lição, ou várias, por já ter uma história com Lady Georgie. Eles já se conhecem a anos e por causa de uma aposta feita entre Tristan e seus amigos ele a cortejou e ela se entregou para ele, deixando ainda em sua posse um “troféu”, o que poderia acabar com sua vida social para sempre e esta é a faísca que leva à escolha tão específica deste jovem lorde.

Seu plano para colocar a lista de lições em prática é ardiloso e no dia seguinte já o coloca em prática, deixando até suas amigas confusas e com medo, pois ela literalmente, vai morar na casa do inimigo, se oferecendo para cuidar de uma das tias de Tristan, Milly, que se recuperava de uma crise de gotas.  As tias Carroways acharam a ideia adorável, aceitando imediatamente, Georgie só não tinha certeza se sua tia, Frederica Brakenridge, com quem ela morava, receberia a notícia da mesma maneira.

Quando Lady Georgiana chega a sua casa, o Visconde de Dare sabe que tem algo muito errado e quando fica sabendo que ela passará a viver ali, fica mais intrigado ainda, pois já tem muito com o que se preocupar, visto a situação precária que seu falecido pai deixou toda a família. Ele tinha que focar em cortejar uma moça rica e que quisesse um título, não queria ter que se preocupar com o que Georgiana estava aprontando.

Lady Georgie acredita que dará tudo certo, pois tem um plano bem traçado, Tristan vai se apaixonar por ela e depois ela vai o abandonar, é isso. Porém, no dia a dia percebe que não será tão fácil, visto que o Visconde Dare é deveras encantador e, ao conviver com ele, suas tias e seus irmãos, percebe que ele não é tão desalmado assim, que bem lá no fundo, existe um coração naquele homem. Que ele se preocupa com a família, que ama seus irmãos e tias, que quer o bem deles e um futuro confortável para todos, por isso busca um casamento abastado, para quitar as dívidas que seu pai adquiriu em vida, mas essa é a parte que ela não sabe.

Cada nova ideia que Georgiana tem para fazer Tristan sofrer acaba fazendo com que ela enxergue mais um ponto positivo dele, pois cada discussão que eles tem, leva a uma “lavação de roupa suja” que faz com que as coisas se esclareçam e aquela mágoa, aquela raiva, vá diminuindo... e aquela vingança que deu início a tudo acaba perdendo a força...

As respostas atravessadas que Georgiana sempre tivera para Tristan deixam de existir para dar lugar à uma jovem sem palavras e ruborizada. Assim, ela começa a questionar seus princípios, seus objetivos.... se aquele ódio todo ainda existe... e o medo de que aquilo está se tornando amor e onde tudo isso pode chegar.

Dia após dia eles se aproximam, parecem gato e rato, mas se aproximam, até que aceitam que se amam, porém, Georgiana não confia em Tristan e ele precisa provar para ela que “mudou”, que um homem bom, que amadureceu, que “tem coração” e merece o seu perdão.

Enfim, o final vocês já imaginam né? Ou não? Hehe....

Mas me contem, já levam essa trilogia? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Viagem em Família

Bom dia, boa tarde, boa noite... tudo bem com vocês?

Hoje estou aqui para escrever sobre um tema diferente... nada de livros! Ufa né? Sei que acabou que o blog ficou mais literário que outra coisa hehe, mas tudo bem, amo livros e escrever sobre eles é uma delícia apesar de que nos últimos tempos, percebi que escrever, de forma geral, sobre o que quer que seja, tem sido bem difícil, parece que me faltam palavras para descrever tudo que me vêm à mente, tudo que me vêm à imaginação, aos pensamentos... mas enfim, foco...  O post de hoje é sobre viagem... a grande viagem... sim, grande, pois foram pouco mais 1800 quilômetros rodados em 09 dias... e foram 08 cidades em 02 estados: Paraná e São Paulo... as férias em família de julho deste ano foram memoráveis.

Saímos em 07 de julho, cedinho cedinho de Curitiba, rumo à Maringá (1) para visitar nossos queridos amigos, Cintia e Jones, chegamos lá para o almoço e passamos um dia muito agradável com a Cintia e a pequena Luisa. Para nossa surpresa, descobrimos que na segunda-feira os parques da cidade estão fechados (acredito que para manutenção por ficarem abertos no final de semana). Sendo assim, fomos na Catedral Metropolitana Basílica Menor de Nossa Senhora da Glória, um símbolo de Maringá, onde pude observar com cuidado toda a sua grandeza e magnitude, e também, onde pude fazer uma oração agradecendo pela viagem até ali e também, pelos queridos amigos que nos acolheram tão calorosamente, e por toda a nossa família, sempre =).

Dali seguimos para uma feira no Estádio Regional Willie Davids... onde vende-se hortifrútis de toda espécie, lindos, cheirosos, e também, o famoso pastel frito com suco de laranja.... aquele suco “espremido” na hora, geladinho... só de lembrar já dá água na boca de tão gostoso que estava. E depois de uma noite com muita brincadeira das meninas, muita conversa dos adultos e de uma manhã também com muita conversa, seguimos para a casa do meu querido sogro, o Sr. Mesquita, aí, rumo ao estado de São Paulo, para a cidade de Mirante do Paranapanema (2). Na realidade, o sítio em que ele mora é antes de chegar em Mirante, alguns quilômetros antes.... no assentamento Palu! Lá ele mora com Dona Ana, uma senhora que nos recebeu meio desconfiada, mas que aos poucos percebeu que nós éramos(somos) gente boa! =D Ah, no sítio do vô Mesquita moram também, o Bidu e a Shakira, os cachorros mais raiz que já vi na vida hehe, dormem em buracos na terra e caçam.... mas são super dóceis.

No sítio do vô Mesquita passamos momentos únicos, divertidos, dando bom dia para os porcos e as galinhas hehe.... ajudando o vovô a alimentar os bichinhos, passeando pelo assentamento e conhecendo outros familiares do vovô.  Maria foi firme no propósito de enfartar algumas galinhas de tanto que corria atrás das bichinhas gritando – coitadas hehe! Lá comemos comida bem feita, com carinho, e todas as noites, vovô Mesquita fazia um chazinho bem doce para que a gente dormisse bem! Até tentamos replicar em casa, mas não ficou igual hehe!






Também fomos até a cidade de Mirante ver a família da vovó Izabel... lá visitamos a tia Eliane, sua filha e neta, o Tio Dito, Tia Sonia e seu filho, tentamos ver Tia Judite, mas ela estava trabalhando e não deu tempo de vê-la, mas vimos a sua filha. Buscamos resolver algumas coisas burocráticas também, mas não deu muito certo, mas ao menos encaminhadas ficaram.... cidade grande ou cidade pequena, a burocracia é a mesma...  



Em um dos dias fomos para Presidente Prudente (3) também, primeiramente para arrumar o celular que o Kadu conseguiu quebrar brincando com o Zeus (cachorrinho do Centro de Formação da Paróquia Nossa Senhora do Carmo “Vila Maristela” – local onde o vô Mesquita e o Kadu garantiram um pernil para a vovó Arlete, se é que me entendem). E ao mandar consertar o celular ainda rolou uma grande oportunidade, Kadu pôde reencontrar um amigo querido da adolescência... aquele amigo das bagunças, das artes na escola e ver que ele prosperou da vida e ficar feliz por ele. Além disso, também aproveitamos para passear pelo calçadão (diga-se de passagem, uma loucura, cheio de lojas com preços bem interessantes, ah se o bolso permitisse hehe). Por lá almoçamos no Tio Patinhas, também no calçadão, onde o Kadu costumava almoçar quando morava em Prudente, lanche e PF, bem tradicional, muito bem feito e gostoso. Tudo regado a muita tubaína funada, que virou a bebida preferida da vez.





No retorno passamos por Pirapozinho (4), para visitar o Reginaldo, irmão do Kadu... não ficamos muito tempo por lá, mas o suficiente para um abraço apertado e um registro para aquietar o coração da Dona Izabel.

No mesmo dia, ao voltar para o sítio, só ajeitamos as coisas e nos dirigimos para a cidade de Presidente Bernardes (5), para a Estância São Bento, onde passamos o final de semana e onde conhecemos a família de dona Ana... ela tem 08 filhos, mais um agregado e destes, conhecemos o agregado e 06 dos filhos. Todos super animados, receptivos e parceiros. Com algumas crianças na família, Maria se sentiu em casa, brincou muito.... pintaram, pularam, cantaram, criaram, inventaram, fizeram a festa de todas as formas possíveis. Uma bagunça gostosa de ver. Se afeiçoou muito à Helloisa e a Pietra. No dia seguinte, Kadu e eu fomos até a cidade de Álvares Machado (6) para comprar o café da manhã hehe, então, mais uma cidade para a lista... por lá uma voltinha básica e também, o registro dos Loucos por Terra para deixar o Interior de SP na rota dos Loucos tbm! O dia foi de brincadeira, risada, bagunça, alimentar os animais, e até interagir com os guatis. No domingo voltamos cedo para o sitio e mesmo antes de chegar lá recebemos um convite para almoçar na casa da Janaina, filha de Dona Ana, e mal chegamos, ajeitamos as coisas, tomamos um banho e saímos novamente hehe... vida louca essa entre cidades... e bora conhecer mais uma cidade da região... fomos para Tarabai (7)... outra cidade sossegada, mas lá não saímos para passear não, ficamos na casa da Janaina, onde comemos uma lasanha delícia feita pela filha dela, a Thais. Por lá muita conversa, risada e brincadeira na pracinha com as meninas. Kadu foi atrás de picolé pra todos numa sorveteria e conseguiu a proeza de se perder, o que foi motivo de muita risada, visto que é uma cidade realmente pequena. No meio da tarde voltamos pro sitio e agora sim, foi a hora de se organizar pra ir embora... pois na segunda seguiríamos para Nova Londrina, na casa da Dona Izabel. O final do domingo já foi meio triste, nostálgico, com gostinho de saudades... foram dias muito especiais em São Paulo, com a família do Sr. Mesquista e da Dona Ana e também com a família da dona Izabel.







Segunda levantamos não querendo levantar, tomamos café, terminamos de arrumar as coisas no carro e seguimos viagem, agora rumo ao Paraná, para Nova Londrina (8), onde mora Dona Izabel, mãe do Kadu e o Sr. Natal, seu esposo. Lá ficamos só de um dia para o outro e confesso que isso foi “um erro”, pois estar com a Dona Izabel e o Sr. Natal foi tão bom, tão gostoso, tão especial, tínhamos tanta coisa para conversar, para contar, para saber.... e o cantinho deles lá é uma delícia, tudo feito com tanto carinho, por eles mesmo, com suas próprias mãos, com o suor do trabalho deles, mãos que trabalham bem, que construíram cantinhos especiais para eles ficarem mais confortáveis no seu lar. Plantam muitas coisas gostosas, tem suas galinhas que já estão chocando, dois doguinhos fofos.... Trouxemos para casa muitas coisas gostosas! =D



Acordamos cedo pra aproveitar o tempo com eles o que dava e logo pegamos a estrada, a viagem de volta seria longa e cansativa, mais de 8h pela frente... parada para almoço, depois parada para o pão de queijo.... e por incrível que pareça, o congestionamento foi em Curitiba, faltando pouquíssimos quilômetros para chegar em casa. O retorno, já no final, foi meio tenso, pois escureceu, estradas desconhecidas, buracos, trânsito intenso, caminhões, mas no final das contas, deu tudo certo.

A viagem foi mais que especial, cheia de aventuras e coisas novas, viajar de carro tão longe, dirigir por tanto tempo, conhecer tantas cidades e pessoas novas, vivenciar tantas experiências legais, interagir com os animais, conhecer um pouco mais sobre o Kadu e os seus. Valeu cada minuto, cada quilômetro, cada sacolejo do carro, cada uia, cada ai, hehe!

Ao longo do texto compartilhei algumas fotos dos momentos vividos, mas nenhum registro retrata verdadeiramente toda a alegria sentida, todas as experiências passadas, só estando lá mesmo para sentir tudo aquilo! E que venham mais viagens, mais vivências assim! =)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2025

O Auto da Maga Josefa

 Bom dia, boa tarde, boa noite... cá estamos nós para falar sobre um livro que foi um desafio interno.... como contei no post do livro O Pacto de Natal, estou participando de um clube literário e todos os meses temos um livro para ler e este foge totalmente ao meu estilo de leitura.... e quando vi que se tratava de uma história retratada no sertão, me deixou mais apreensiva ainda... termos distintos, muito fora do meu “conforto” habitual.

Este livro foi escrito por Paola Siviero, é de 2021 e tem 212 páginas.


Não posso dizer que foi um livro super confortável para ler, mas também, não foi tão difícil como eu imaginava... cada capítulo conta um “causo”. Então vamos aos “fatos”...  A história é ambientada nos anos 1960... o agreste nordestino é assolado pela seca, mas além disso por demônios, múmias, vampiros, chupa-cabras, e outros tipos de fantasmas. E é ai que entra Toninho, caçador de demônios, e Josefa, uma maga, a própria filha do Tinhoso.

Em dado momento, suas vidas e suas histórias se cruzam e eles passam a ser companheiros de caçada, em busca de solucionar os casos das cidades nordestinas onde são chamados e vão conquistando vitórias... Toninho com sua mula encantada e sua peixeira, além de todo o seu conhecimento sobre os seres sobrenaturais e Josefa, com seu galho de cajueiro e sua magia, vão enfrentando dragões, vampiros, chupa-cabras e gólens ao longo do livro, sempre com uma escrita muito regionalista, e com momentos de humor para apimentar os causos.

Toninho se afeiçoa à Josefa, apesar de não lhe parecer claro qual é o objetivo da Maga ao lutar contra esses seres malignos, porém, lá pro final do livro isso se mostra de uma forma inesperada, surpreendente... e divina. Confesso que apesar de todas as minhas ressalvas ao iniciar este título, ele foi muito legal, uma boa leitura... recomendo.

Mas me contem, vocês já leram este livro? Gostam de livros de fantasia? Vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 15 de julho de 2024

Uma Viagem em Família

Olá pessoas, tudo bem com vocês?

Cá estou eu para mais um texto, dessa vez, pessoal... vamos falar sobre viagem?

Em junho fizemos uma viagem em família, papai, mamãe e filhinha.

Primeira experiência aérea do papai e da filhinha. Foi bem interessante. Apesar do nosso destino ser “perto“, 55 minutos de voo apenas, já foi o bastante para mostrar que dona Maria ficou super à vontade e sr. Carlos ficou um tanto “nervoso” hehe!

Antes dessa viagem acontecer, tivemos vários “perrengues” com as passagens por termos comprado por uma empresa ai que nem merece ser citada.... enfim, depois de muita dor de cabeça, consegui comprar diretamente pela companhia aérea e deu tudo certo.

Ao chegar no aeroporto tínhamos uma moça nos aguardando, pois como fechei tudo antes, fiz a reserva de todos os passeios e hotel por uma agência que já tinha utilizado a 10 anos atrás, quando fui pra Foz pela primeira vez. Ah é, sim, a viagem foi para Foz do Iguaçu, no Paraná.

Ao chegar no hotel, outro “perrengue”, a moça que fechou nosso pacote, se acidentou na sequência do meu contato e fez as reservas de todos os passeios, mas não informou ao hotel nossa estada. Levou mais de 1h para resolverem tudo, enquanto isso, almoçamos e  deu certo... nessa, ainda nos beneficiamos, pois tivemos um upgrade considerável no quarto...

Maria estava encantada com tudo no hotel.... sala de jogos, academia, quarto próprio dentro do quarto, água quente na torneira da pia do banheiro, mas o que ela mais gostou e não parava de falar era da tal piscina, hehe....


Mais para o final da tarde pegamos nosso transporte para o by night na Argentina... passeio pelo Marco das Três Fronteiras, feira de comidinhas típicas, finalizando com um jantar simplesmente espetacular no restaurante Pata Negra.




Durante todo o passeio o motorista nos explicou tudo, conversou sobre como funcionavam as coisas, nos orientou. Foi um ótimo guia, inclusive, todos os motoristas que nos acompanharam em todos os passeios foram ótimos, nada a reclamar, foram atenciosos, com muitas explicações, inclusive históricas, nos sentimos muito acolhidos.

De volta ao hotel, já bem tarde, foi só o tempo de um bom banho e cama. Pois férias em lugar assim, não tem a opção de dormir até tarde, tudo sai cedinho e se perder o transporte, tem que correr atrás do prejuízo kkkkkkk... e o dia seguinte amanheceu banhado por muita chuva. Depois de um bom café da manhã, fomos até um local de venda de coisas típicas a caminho do Parque das Aves e das Cataratas do Iguaçu. E mesmo com chuva, e capas de chuva na mochila, seguimos para o Parque das Aves. Lá precisaremos voltar, pois quase todos os pássaros estavam escondidos da chuva.... mas o sonho da Maria foi realizado, ela viu os seus amados flamingos de perto... tirou fotinhos e tudo. Ficou muito feliz. É lindo de ver tantos pássaros resgatados e tratados com dignidade lá. Alguns ainda meio judiados, doentes, mas rodeados de muito amor e cuidados.


Dali seguimos para as Cataratas do lado brasileiro... novas capas no couro porque a chuva não dava trégua, passeamos por tudo.... mais rápido e com menos fotos e vídeos do que gostaríamos, mas tudo bem. Maria e Kadu curtiram, eu também, claro.

Almoçamos por lá e para nossa surpresa, até um solzinho apareceu enquanto comíamos. De volta ao hotel, tomamos um banho quente, e ficamos um tempo no conforto do quarto.... depois saímos para dar uma volta no entorno do hotel... fomos até o mercado e a noite jantamos numa churrascaria próxima.

No dia seguinte amanheceu um dia nublado, mas sem chuva.... viva!

Mais uma vez aquele café da manhã super especial e bora para as Cataratas do lado argentino. Neste dia tivemos gratas companhias, o Sr José, espanhol meio carrancudo, mas de boa conversa, passeando solo pelo Brasil e a Cris, do interior de Santa Catarina, mocinha explorando sua primeira viagem sozinha para se sentir mais independente.... fizemos o passeio todo com eles, rimos e nos divertimos muito. As Cataratas do lado argentino tem uma visão distinta do lado brasileiro, pois lá, nós andamos por cima das quedas, literalmente, andamos por cima da água, em plataformas que nos deixam ver tudo abaixo. Foi um momento muito emocionante, estar com a Maria e o Kadu num lugar tão lindo, tão abençoado. Tudo bem que sofremos um furto quase no final do passeio, mas faz parte... um macaquinho muito ligeiro “roubou” nossa coca cola... foi motivo de muitas risadas... vimos os fofos e muito espertos quatis também, que renderam bons vídeos... mas fica o alerta, não tocar, pois eles podem transmitir raiva.... tinha isso escrito em um milhão de placas pelo parque todo.

 


Chegamos ao hotel bem cansados, pois o passeio é muito extenso, e para relaxar, fizemos a vontade da baixinha, fomos pra piscina. O espaço conta com um ofurô, beeeem quentinho e foi lá que nos aconchegamos. Nessa noite, optamos por jantar no quarto... Maria quis uma canjinha e comeu tudo hehe! =)

No dia seguinte, o tão esperado Paraguai.... o dia que levantamos mais cedo, e o que andamos mais, quase mais que nas Cataratas do lado argentino, e isso que ficamos só dentro do Shopping Paris.... mas também, lá tem de tudo, nem precisa sair mesmo... na verdade, optamos por não sair, visto que não conhecemos a região e não sabíamos bem aonde ir, e como a Maria estava conosco optamos pela segurança do shopping. Compramos muito mais do que deveríamos, lógico, mas tudo o que pegamos estava num preço legal, valeu bastante a pena.... Maria veio que veio faceira pra casa com a sua tão querida Alexa, agora quase que sua melhor amiga.... senta na frente da bichinha pra ficar conversando kkkkkkkk.

A tarde ainda tivemos outro passeio, acho que um dos mais interessantes da viagem... fomos ao Complexo Dreams Park Show. Lá tem 5 atrações e participamos de todas... Parque dos Dinossauros, Ice Bar, Museu de Cera, Maravilhas do Mundo e Dreams Moto Show....

O Parque dos Dinossauros é uma experiência muito legal, os dinossauros são em tamanho real, ou quase, se mexem e emitem sons, alguns até nos assustaram hehe... foram grandes emoções e fotos muito divertidas.

Na sequência fomos ao Ice Bar.... o tempo que a gente leva para se paramentar para entrar é maior do que o tempo que ficamos lá dentro... pensem num lugar frio.... o evento é para ser de 30 minutos, mas acho que não ficamos 10. Tem música e eles servem bebidas “quentes”, drinks que ajudam a aquecer, mas mesmo assim, esse é um lugar que não preciso voltar hehe...

Depois, seguimos para o Museu de Cera.... lá fiquei encantada, filmei absolutamente TUDO, não consegui não fazer isso... achei um espetáculo a parte, cada um daqueles personagens, artistas, pessoas públicas... alguns muito, muito parecidos mesmo, cada sala era um susto novo, achando que era uma pessoa mesmo que estava ali. Sensacional!

Nas Maravilhas do Mundo vimos grandes obras e grandes ícones que fizeram parte da história do mundo, bem legal também, mas não bate o Museu de Cera.

Escolhemos finalizar no Dreams Moto Show, pois a intenção era jantar lá... é um bar, estilo Hard Rock Café, mas com muitas, muitas motos mesmo... não são nem tão antigas, as mais velhas são de 2000, mas são lindíssimas... todos os modelos que vocês possam imaginar. Um garçom muito atencioso nos atendeu e ao escolhermos o prato, fomos agraciados com um jantar dos deuses... o chef foi conversar conosco e descobrimos que trabalhou no Bourbon em Curitiba. Cara bom no que faz, ainda sinto o gosto daquela refeição... o cheiro daquela carne hehe!

 

 

Finalizamos nossa viagem com chave de ouro, e no dia seguinte era o dia de voltar pra casa.... mas ainda tivemos tempo de passear no shopping e ainda fazer umas comprinhas hehe, mais algumas!

Ah, voltamos de ônibus... leito, deitadinhos e dormindinhos, bem de boa.... apesar de não ter conseguido dormir super bem, deu pra descansar... e é isso.

Mas me contem, já foram para Foz do Iguaçu? Ou para outro lugar que acharam legal uma viagem em família e queiram compartilhar?

Vamos conversar?

Bjo bjo