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quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Como Salvar um Herói

 Hello People, bora para o último livro da Trilogia dos Canalhas?

Depois de contarmos a história de Georgie e Tristan, de Evie e Santo, agora vamos para a terceira amiga e o foco está todo em Lucinda Barrett, a mais “séria”, por ser filha de um militar.

Este é o livro Como Salvar um Herói, de Suzanne Enoch, publicado em 2020, pela Editora Harlequin, e tem 401 páginas. Livro lido em julho deste ano!


Sinopse:

As melhores amigas de Lucinda acabaram se casando com os homens que deveriam educar. Prática e sensata, ela decide encontrar alguém que precise de uma lição, mas que ao mesmo tempo seja uma boa opção de marido.

Essa pessoa, contudo, não é Robert Carroway. Ele é teimoso, mal troca duas palavras com ninguém, raramente sai de casa e é odiado pelo pai dela. Por que, então, Lucinda não consegue parar de pensar em seus belos olhos azuis mesmo quando está perto do seu noivo em potencial?

Há três anos, Robert vem sendo atormentado por suas lembranças da guerra. Mas o jeito despretensioso de Lucinda, sua serenidade e bondade parecem ser capazes de afastar o pânico que o consome diariamente. Assim, quando ela escolhe o alvo de suas lições, ele se oferece para ajudá-la, vendo uma oportunidade de voltar à Sociedade e tranquilizar sua família. O problema aparece, no entanto, quando Robert se vê desejando ser o homem vítima das lições de Lucinda e, consequentemente, a quem ela vai entregar seu coração.

 

E Lucinda, por ser filha de militar, não poderia ser mais estrategista, sabendo do destino das suas duas queridas amigas, quando chegou a sua vez de escolher o seu “alvo”, optou pelo mais “confortável”.... escolheu o militar preferido do momento, aquele que, no fundo no fundo, não tinha algo a ser corrigido afinal e, além de lindo, era um ótimo partido e teria a benção do seu pai.

Porém, o destino não iria ser tão generoso assim com ela, senão, que graça teria?  E assim ele (o destino) tratou de fazer troça com ela, colocando um certo Carroway em sua vida, para bagunçar tudo.

Robert era o irmão mais sombrio por assim se dizer de Tristan, lutou na guerra e de lá trazia fortes sequelas, que o atormentavam de forma avassaladora... ou ao menos é o que todos achavam. Seu comportamento isolado, pouco social deixa todos incomodados, porém, Lucinda desperta nele algo diferente.

Achando que a presença de Lucinda poderia ajudar Robert, surge um jardim de rosas que acaba fazendo com que passem a conviver com mais frequência e essa convivência faz com que Robert lembre-se de que têm um coração, de que ainda está vivo... porém, uma falsa acusação de traição militar, feita pelo pai de Lucinda e outros militares deixa toda a situação muito tensa e neste momento Lucinda se vê numa situação delicada... ter que escolher entre seu amado pai ou aquele rapaz que tanto a intriga... mas como vocês sabem, o amor sempre vence no final hehe...

Livro fofo, gostoso de ler, momentos divertidos, românticos, emocionantes... tem gente que achou que este terceiro livro perdeu o ritmo dos outros, mas acho que não, ele não deixa nada a desejar quanto ao primeiro e segundo, amei todos! E super recomendo.

E vocês leram essa trilogia, vamos conversar?

Bjo Bjo

domingo, 19 de outubro de 2025

Como Encantar Um Canalha

E bora para o segundo livro da Trilogia dos Canalhas?

Depois de contarmos a história de Georgie e Tristan, agora vamos para a segunda das três amigas e o foco está todo em Evelyn Ruddick, a mais doce das três amigas e também, considerada a mais frágil e ingênua de todas.

Este é o livro Como Encantar um Canalha, de Suzanne Enoch, publicado em 2019, pela Editora Harlequin, e tem 320 páginas.

 


Sinopse:
Evelyn, uma jovem obstinada, promete se vingar de um dos canalhas mais infames de Londres. Mas, quando o cafajeste vira o jogo, quem vai realmente aprender uma lição sobre do que o amor é capaz?

Nas ruas, ele é chamado ironicamente de “Santo”, mas o marquês de St. Aubyn merece sua reputação como o maior canalha de Londres. Evie sabe que deve evitá-lo, mas ela quer ajudar as crianças do orfanato, e ele preside o conselho dos administradores. Quando Santo nega seu pedido para ser voluntária no Coração da Esperança, ela decide que o homem precisa aprender uma lição. Ela só precisa descobrir como resistir aos encantos daquele mulherengo.

Para Santo, a ideia de ceder a uma mulher como Evie é impensável. Ele não quer se tornar outro projeto de caridade em suas mãos, mas a moça se recusa a desistir. Que outra opção ele tem a não ser seduzir a dama? Porém, ele não esperava ser seduzido pelo doce coração da mulher. A tentação de passar longas noites nos braços dela poderia provocar o impossível? Será que o mais conhecido cafajeste de Londres poderia mudar?


 Só para lembrá-los, as três amigas resolveram escrever um tipo de lista quanto ao que esperam do comportamento dos homens da sociedade em que vivem e para ter certeza de que tal lista faz sentido, e que os conselhos dariam certo, elas resolvem aplicar a lista escolhendo cada uma delas um “canalha” da sociedade londrina para “colocar na linha”. No primeiro livro, Georgiana conseguiu alcançar êxito em seu propósito, dando um jeito em Tristan tanto que acaba se casando com o alvo do seu projeto.

Agora, um ano se passou, Georgie está casada com Tristan e as amigas acham que está na hora de dar continuidade ao seu projeto. Evelyn está com a vida bagunçada. Seu irmão mais velho retornou das Índias com grandes aspirações políticas e por considerar a irmã meio boba e manipulável, está usando-a para fazer contatos políticos, com a intenção de ganhar aliados na Câmara dos Lordes. Porém Evie como é chamada pelas amigas já não aguenta mais ser só sorrisos forçados e fingir não ter opinião própria. Seu irmão diz como ela tem que se vestir, como falar, com quem falar, até com quem dançar nos bailes da sociedade. Ao pedir socorro para a mãe, não encontra apoio, pois a mãe só diz que ela tinha que ter se casado antes do irmão voltar da viagem, assim não precisaria passar por isso. Que agora ela tinha que se dedicar à família, aos interesses da família.

  Em um momento de “rebeldia” e coloco rebeldia entre aspas pois na verdade isso é algo que ela sempre teve em mente, porém, como não era tratada como igual, não podia expressar sua vontade, seu ato foi tratado como rebeldia quando descoberto... e isso aconteceu só bem lá na frente. Mas vamos aos fatos. Um belo dia, ao se dirigir para mais um daqueles eventos em que teria que confraternizar com as senhoras esposas de políticos que poderiam privilegiar o seu irmão ela passa em frente a um orfanato, um orfanato feio, mal cuidado, daqueles que parece abandonado ao tempo... e tomando toda a coragem que lhe resta, numa segunda oportunidade que passa pelo local, ela pede para que seu transporte volte e entra no local, perguntando se lá precisam de voluntários para atender às crianças. Já esperando ser bem recebida por quem mais interessava, ela leva consigo uma cesta cheia de doces para as crianças.

Quem a atendeu, uma senhora nem um pouco simpática, quase a colocou para correr,  mal deixando que ela conhecesse o local, quanto mais as crianças, deixando transparecer que não queria que as crianças sentissem que poderiam acreditar que ela realmente faria algo por elas. Isso pois, provavelmente, muitas senhoras da sociedade já passaram por lá, prometeram muitas coisas e nunca voltaram, deixando as crianças frustradas e com expectativas não atendidas. O abandono é algo que dói e quando ele acontece repetidas vezes, o melhor é não deixar que expectativas sejam criadas.

Porém, Evelyn não era como as outras damas da sociedade londrina que só queria fazer “exposição da figura” e depois ir embora, sem realmente se importar com aquelas crianças. Ela queria fazer algo que fizesse a diferença para aquelas crianças e portanto, decidiu entrar em contato com o conselho diretor do orfanato.

Assim, ela descobre quando será a próxima reunião do conselho e aparece para apresentar sua proposta de trabalho voluntário... para apresentar suas melhorias ao local e às crianças. Ao se deparar com vários lordes que conhecem sua família e portanto a tratam com respeito e cordialidade ela se sente segura, confiante, porém, o presidente do conselho, e também proprietário do imóvel onde está o orfanato se mostra irredutível e nega/veta todas as suas propostas. E quem é este senhor sem nenhum coração ou interesse em ajudar as crianças? Ele se chama Marques de St. Aubyn, mais conhecido como Santo. Um famoso mau caráter que já foi expulso de vários locais bem apessoados visto seu comportamento duvidoso. Este sim, um verdadeiro canalha, porém, como Evelyn está obstinada com suas propostas e não aceita não como resposta, tanto insiste que consegue fazê-lo ceder para que ela possa visitar o orfanato e interagir com as crianças e nada mais. Lembrando que faz tudo isso escondido, sem que sua família saiba, pois para o seu irmão, ela é uma boba avoada.... e suas amigas também pouco sabem, pois ela teme que ao saberem que ela está lidando com alguém como Santo, seja censurada por suas queridas amigas.

Santo, por outro lado, para tentar dissuadir Evelyn do seu projeto, colocou como condição, que suas visitas deveriam ser supervisionadas por ele, que não dava folga, sempre tentando seduzi-la para que assim, se sentindo intimidada, ela desistisse. Mas isso só fez com que ela se sentisse mais desafiada e ainda, Evie viu em Santo a oportunidade de colocar suas lições em prática escolhendo assim, o seu canalha. O problema é que, o principal motivo para afastar Evie é que Santo precisa desocupar o imóvel onde fica o orfanato, ele quer se livrar daquele “fardo”. E com aquela ação social da jovem, ele não consegue dar continuidade ao seu projeto. E neste jogo de sedução de um e de outro, acabam se apaixonando, claro hehe, mas aí acontece algo meio questionável no livro, porém, leiam, avaliem e depois me digam o que acharam. A questão é que essa situação leva Santo a repensar sua vida, seu comportamento e também, seus reais sentimentos por Evelyn e também, por aquele orfanato e, em extensão, por aquelas crianças. Pois até então ele era a perfeita definição de um canalha e não tinha problema nenhum com isso, inclusive gostava disso. E apesar de até as amigas de Evelyn acharem que ele não era a melhor opção, com medo da reputação de Santo e de tudo que ele representa, Evelyn continuou em sua intenção de dar uma lição naquele canalha sedutor, pois no final das contas, ela estava é gostando do jeito bruto dele. E o que acontece no final das contas? Ah, no final das contas, só lendo para saber meus queridos amigos... ou esperando o post do próximo livro da trilogia, pois talvez role algum spoiler por lá hehe!

Mas e ai, me contem, já leram este livro? Gostaram? Vamos conversar?

 Bjo bjo

sábado, 11 de outubro de 2025

Como se Vingar de um Cretino

 Oi Pessoal, tudo bem com vocês?

O livro da vez é o do mês de junho das Gurias Literárias, Romance de Época e esse, uma trilogia, a Trilogia dos Canalhas, olhem só que nome mais sugestivo! Livro este que me pegou de jeito e me fez ler os outros dois rapidinho, quer dizer, ler não, devorar os outros dois.

Confesso que não tenho certeza de que tenha lido um romance de época em outro momento da vida, pode até ser que tenha acontecido, mas não lembro e confesso, AMEI!

Bem, estou falando do livro Como se Vingar de um Cretino, de Suzanne Enoch, livro de 2018, publicado pela Editora Harlequin Books, e que tem 288 páginas.


Sinopse:

É possível ensinar a um notório sedutor uma lição? Lady Georgiana Halley acredita que sim. E a melhor forma é fazer o visconde Dare provar do próprio veneno!

Lady Georgie está cansada de ver Tristan Carroway, visconde de Dare, partir os corações das jovens damas da sociedade londrina. Ela o considera um cretino por fazer isso sem remorso e porque também já caiu na sedução dele. Seis anos atrás, Tristan se empenhou em cortejá-la, tudo por causa de uma aposta que quase arruinou o futuro da jovem debutante. Disposta a se vingar, Georgiana acha a forma perfeita: seduzir o terrível visconde e abandoná-lo. Dessa forma ele aprenderá a respeitar os sentimentos das outras pessoas.

Tristan está em um momento perigoso: sua família está à beira da falência e a única forma de solucionar o problema é se casando com uma herdeira que esteja interessada no título de viscondessa de Dare. Mas como é possível se aproximar e conquistar uma esposa se Georgiana Halley está sempre atrapalhando, seja batendo-lhe os dedos com um leque ou... simplesmente roubando o seu coração? Ser seduzido não está nos planos de Tristan, mas se Georgie acha que pode sair impune dessa lição, talvez ela esteja muito enganada!

  

Ele conta a história de Lady Georgie e Tristan Carroway, mas para chegar neles, é preciso contextualizar como tudo começou.

Lady Georgiana Halley e suas amigas Lucinda Barrett e Evelyn Ruddick estão cansadas de ver os homens da sociedade em que vivem tratando-as de forma rude ou como objetos e não haver consequências para este comportamento. Assim, elas resolvem criar um tipo de lista, que pensam até em publicar em algum momento, intitulada: Lições de Amor por Três Distintas Damas. Mas para ter certeza de que as lições faziam sentido, elas teriam que colocá-las em prática. Mas isso não seria um problema, pois candidatos a aprender uma lição eram muitos, era só escolher e partir para a ação.

Como a ideia principal partiu de Lady Georgie por ter “tomado um banho” junto de sua aia devido a falta de gentileza de um homem que passou com sua carruagem em meio a chuva e nem se deu ao trabalho de ver se elas precisavam de ajuda, a primeira a colocar suas lições em prática seria ela e Lady Georgie já sabia exatamente quem seria seu “pupilo”.

Só para contextualizar mais um pouco, os outros dois volumes contam as histórias das lições dadas por suas amigas a outros “cretinos/canalhas”. Porém, cada um dos volumes tem começo, meio e fim, ou seja, se não quiser ler os outros, não precisa, mas vale a pena a leitura de todos, ao menos para mim valeu! =D

Agora, voltando para Georgiana Halley e Tristan Carroway, este foi o escolhido para receber uma lição, ou várias, por já ter uma história com Lady Georgie. Eles já se conhecem a anos e por causa de uma aposta feita entre Tristan e seus amigos ele a cortejou e ela se entregou para ele, deixando ainda em sua posse um “troféu”, o que poderia acabar com sua vida social para sempre e esta é a faísca que leva à escolha tão específica deste jovem lorde.

Seu plano para colocar a lista de lições em prática é ardiloso e no dia seguinte já o coloca em prática, deixando até suas amigas confusas e com medo, pois ela literalmente, vai morar na casa do inimigo, se oferecendo para cuidar de uma das tias de Tristan, Milly, que se recuperava de uma crise de gotas.  As tias Carroways acharam a ideia adorável, aceitando imediatamente, Georgie só não tinha certeza se sua tia, Frederica Brakenridge, com quem ela morava, receberia a notícia da mesma maneira.

Quando Lady Georgiana chega a sua casa, o Visconde de Dare sabe que tem algo muito errado e quando fica sabendo que ela passará a viver ali, fica mais intrigado ainda, pois já tem muito com o que se preocupar, visto a situação precária que seu falecido pai deixou toda a família. Ele tinha que focar em cortejar uma moça rica e que quisesse um título, não queria ter que se preocupar com o que Georgiana estava aprontando.

Lady Georgie acredita que dará tudo certo, pois tem um plano bem traçado, Tristan vai se apaixonar por ela e depois ela vai o abandonar, é isso. Porém, no dia a dia percebe que não será tão fácil, visto que o Visconde Dare é deveras encantador e, ao conviver com ele, suas tias e seus irmãos, percebe que ele não é tão desalmado assim, que bem lá no fundo, existe um coração naquele homem. Que ele se preocupa com a família, que ama seus irmãos e tias, que quer o bem deles e um futuro confortável para todos, por isso busca um casamento abastado, para quitar as dívidas que seu pai adquiriu em vida, mas essa é a parte que ela não sabe.

Cada nova ideia que Georgiana tem para fazer Tristan sofrer acaba fazendo com que ela enxergue mais um ponto positivo dele, pois cada discussão que eles tem, leva a uma “lavação de roupa suja” que faz com que as coisas se esclareçam e aquela mágoa, aquela raiva, vá diminuindo... e aquela vingança que deu início a tudo acaba perdendo a força...

As respostas atravessadas que Georgiana sempre tivera para Tristan deixam de existir para dar lugar à uma jovem sem palavras e ruborizada. Assim, ela começa a questionar seus princípios, seus objetivos.... se aquele ódio todo ainda existe... e o medo de que aquilo está se tornando amor e onde tudo isso pode chegar.

Dia após dia eles se aproximam, parecem gato e rato, mas se aproximam, até que aceitam que se amam, porém, Georgiana não confia em Tristan e ele precisa provar para ela que “mudou”, que um homem bom, que amadureceu, que “tem coração” e merece o seu perdão.

Enfim, o final vocês já imaginam né? Ou não? Hehe....

Mas me contem, já levam essa trilogia? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo

sábado, 28 de dezembro de 2024

O Pacto de Natal

Oi Pessoal, tudo bem com vocês?

Quanto tempo né?

Última postagem em outubro e depois disso, silêncio total.... mas hoje, nos 45 do segundo tempo, resolvi aparecer por aqui... primeiro, vamos ao motivo do sumiço.

Como o blog acabou ficando com o foco mais nos livros que em outros assuntos, fica aquele vácuo cada vez que o livro não flui e não consigo ler em tempo “normal”, digamos assim.

E é exatamente esse o caso, iniciei um livro em 29 de setembro e ainda não terminei de ler, que coisa né? Este foi um livro reverso ao normal... normalmente leio o livro e vejo o filme e/ou seriado, porém, neste caso, foi uma minissérie da Netflix que me levou ao livro... muito mais denso e de difícil leitura que foi assistir na telinha. Então, é por isso que ainda estou nele. Pois vocês sabem, por mais difícil que seja uma leitura, eu não desisto hehe... porém, ao compartilhar dessa angústia com as participantes de um grupo que fui convidada pela minha cunhada para participar, as Gurias Literárias, vi que poderia abandoná-lo, sem dor na consciência... mas não consegui hehe... o máximo foi deixa-lo de lado por um tempo e investido este tempo em outros livros.

Mas vamos falar do grupo primeiro.... é um grupo de garotas que gostam de ler... todos os meses é feita uma votação, um livro é escolhido e bora ler para depois se encontrar e conversar sobre ele... logo que entrei não consegui acompanhar pelas situações do dia a dia, mas agora decidi me dedicar e tentar algo novo e nessa, comecei a leitura de dois novos livros antes de finalizar este que me “angustia”. Ou melhor, até já finalizei esses dois e parti para um terceiro... e é sobre um desses finalizados que falarei hoje.

Ele se chama O Pacto de Natal de Vi Keeland e Penelope Ward, um livro curtinho, delicioso de ler, daqueles que você embala e vive junto a história.

No livro conhecemos Riley Kennedy, moça que trabalha numa editora de livros e que aguarda ansiosamente pelas festas de final de ano, ops, não, não é isso, muito pelo contrário... a proximidade do Natal a deixa “em pânico”, pois a mãe dela costuma escrever uma carta de Natal, tipo um folhetim, falando sobre todos os feitos maravilhosos, as conquistas das irmãs de Riley, porém, a vida dela “não andou” e a mãe nunca tem nada para contar sobre ela, parecendo que é sem graça e desinteressante perto das irmãs.

Pensando em mudar as coisas neste ano, meio que em uma medida desesperada, ela escreve para uma famosa coluna de um jornal local, pedindo conselhos... porém, o que ela menos esperava, acontece, de novo... sua resposta é enviada para um colega de trabalho, Kennedy Riley, que por ter o nome igual ao dela, apenas invertido, gera com frequência essa confusão. Todas as vezes que Kennedy recebe um email que na verdade é para Riley, ele encaminha, mas não sem a poupar de seus comentários e sugestões (nenhum deles solicitados). E neste caso não é diferente... o que a deixa imensamente envergonhada e com raiva ao mesmo tempo, pois assim ele toma conhecimento de uma questão pessoal dela, que sua vida não é nada empolgante.

Por que Kennedy não pode apenas encaminhar os emails recebidos por engano sem ler, assim como Riley faz? Ela não entende o prazer inadequado que ele tem em fazer isso... mas dessa vez ela não se aguentou o respondeu aos comentários nada delicados do colega, de forma curta e grossa. A vantagem é nunca precisar ter se encontrado com ele, já que trabalham em locais diferentes, apesar de para a mesma editora.

Mas como este final de ano promete ser diferente, a festa de encerramento da editora não será local e sim com todas as filiais, o que faz com que eles se encontrem... e para surpresa de Riley, apesar de ser um cara metido, arrogante e “chato“, ele é também um gato... o sorriso do editor chega a tirar suspiros de nossa protagonista.

No decorrer da festa, apesar dos esforços de Riley em manter-se à distância do colega, ele está sempre por perto cheio de sorrisos e olhadelas até que a toma nos braços e eles dançam... e ela gosta do que sente. Que droga Riley, o que é isso que você está sentindo?

Da dança para uma bebida e uma boa conversa, foi rápido. E para o espanto de Riley, Kennedy se mostra muito diferente do que ela imaginava devido aos emails... ele é gentil, educado, chegando até a pedir desculpas por ler seus emails.

Durante a conversa, descobrem que suas famílias moram em cidades próximas e, sabendo do desconforto de Riley com as festividades por não ter nenhuma “novidade” para a mãe contar pra todo mundo, Kennedy lhe faz uma proposta “indecorosa”, o nosso pacto, que dá nome ao livro: ele acompanharia Riley em sua visita anual familiar, como seu namorado, dando assim, assunto para a mãe... e em troca, ela o acompanharia na sequência em um casamento na sua cidade natal.

Apesar de achar aquilo tudo loucura, Riley acaba concordando. Não deve ser difícil né, serão apenas alguns dias fingindo sermos namorados, e como ele é gentil, engraçado e lindo de morrer, vou tirar de letra.

Mas é ai que as coisas complicam.... os dias que seguem mostram que eles tem afinidades, que e, inegavelmente, se gostam, porém, quando chegam na cidade de Kennedy e Riley descobre quem vai casar e com quem, as coisas mudam um pouco de figura e também, o comportamento de Kennedy durante as festividades do casamento a deixam extremamente magoada... ela realmente achava que eles estavam se dando bem, que se encaixavam e do nada ele muda.

O que será que aconteceu? Quais são as angústias de Kennedy? Eles ficam juntos ou foi apenas um pacto de Natal mesmo? Vocês já leram este livro? Vamos conversar?

Bjo bjo 

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Apenas Um Ano

 Oi Pessoal, olha eu ai outra vez... e senhores, como é difícil escrever sobre um livro que lemos a mais tempo e não fizemos anotação nenhuma no decorrer da leitura. Quando eu não demorava para escrever os textos era mais fácil hehe!

Agora tenho feito as leituras ladeada por um caderno e uma caneta e isso tem facilitado muito as coisas... tanto que já estou no terceiro livro depois desse, os dois seguintes já com resenha feita e postada e agora que estou conseguindo sofridamente escrever sobre este, apesar de ter amado cada página lida.


Mas sem mais delongas, vamos a versão do mocinho da história? O que aconteceu em apenas um ano?

Como é que foi que tudo aconteceu aos olhos de Willem desde o dia que conheceu Alysson, que para ele, na verdade se chamava Lulu, pois, pior do que ela, ele não sabia mesmo seu nome verdadeiro.

O que fica claro, é que assim como Alysson, para Willem o relacionamento deles também foi um marco para o amadurecimento. E fica claro que a gente fica na maior expectativa o livro todo, pois não é bem uma sequência o livro, pois Apenas Um Ano conta toda a história, a mesma história, só que da perspectiva de Willem, então, aquele momento crucial em que acaba o primeiro livro, só é desenrolado lá no final deste... (quer dizer, mais ou menos – ops, spoiler) o que deixa a gente muito, muito ansioso para ler logo e saber o que vai acontecer hehe...

É interessante ver que o tão despretensioso Willem na verdade é um jovem com muitos problemas e anseios assim como a própria Alysson, mas que lida de forma diferente com tudo. Ele corre atrás da vida “desregrada” da vida artística (mostrada no livro, não a minha opinião), para fugir dos seus relacionamentos familiares – pai, mãe, tio.... e assim ele encontra Alysson – Lulu, e eles vivem aqueles momentos mágicos juntos em Paris.

Momentos que acabam de forma abrupta quando ele sai para buscar o café da manhã para eles, mas que é interrompido inesperadamente e não consegue mais voltar e dai que começa todo aquele mal entendido de que Allyson acredita ter sido “usada e abandonada” e que Willem fica desesperado pois quando consegue voltar ao local em que estavam juntos, já é tarde demais.

O desenrolar da história mostra todos os dramas vividos por Willem enquanto ele busca reencontrar a sua Lulu, aquela menina toda certinha que mudou a sua vida, e assim vamos vendo que ele tem dores e dissabores também e que sua vida não foi nada fácil, mas também, que nessa busca, ele consegue resgatar alguns sentimentos e laços que pareciam estar perdidos para sempre.

Até que chega aquela cena, aquela lá, do final do primeiro livro, em quem eles estão, finalmente, frente a frente, depois de tanto tempo. E o que acontece?

Bom, isso eu deixo para vocês descobrirem sozinhos, senão é spoiler demais.

Mas o que tenho a dizer é que o livro é ótimo, fluído, gostoso de ler, vale cada minuto de leitura.

Mas me contem, vocês já leram? Gostaram?

Vamos conversar?

Bjo bjo

domingo, 14 de novembro de 2021

Apenas um Dia


 Este foi mais um daqueles livros que comecei a ler de forma despretensiosa e quando percebi, estava totalmente envolvida e devorando o “bichinho” hehehe... demorei pra escrever sobre ele pois o dia a dia estava muito corrido e também, porque eu queria continuar a leitura, pois ao final dele, percebi que havia uma continuação e não sosseguei até encontrá-la. Livro lido entre abril e junho apesar da vontade de terminar logo, tinha aquele desespero de não achar a continuação e o medo de ficar “órfã”. E a demora pra escrever é que o dia a dia está corrido mesmo e confesso que já li alguns vários livros depois desse, até já escrevi sobre eles e agora retomei essa escrita e cá estamos... bora contar um pouco sobre Allyson Healey?

Pois bem, lhes apresento Apenas um dia, de Gayle Forman, mesma autora de Para Onde Ela Foi  e Eu Estive Aqui... pela autora eu já sabia que a leitura valeria a pena, mas aff, já no começo foi aquele amor arrebatador, de não querer parar de ler, de querer saber o que ia acontecer... mas aquela sensação citada ali em cima, de medo de ficar órfã até achar a continuação me fez demorar bastante pra terminar... e também a correria do dia a dia (repetitiva a menina, eu sei).

Num primeiro momento, ao iniciar o livro, parece que você vai acompanhar o Tour de uma adolescente (até meio chatinha e sem graça) com sua grande amiga (super fashion e descolada) pela Europa. Mas no decorrer da história você percebe um grande desenvolvimento na vida desta adolescente e em seu amadurecimento no decorrer dos acontecimentos, tornando a história muito mais interessante e profunda.

O tour foi presente dos pais por finalizar o ensino médio, porém, Allyson se sente um peixe fora d’água a viagem toda, pois ela não se encaixa no perfil dos jovens da sua idade. Sua grande expectativa é ir à Paris, porém, devido a problemas, bem esta parte da viagem é cancelada o que a deixa bem frustrada.

Mas tudo muda de figura quando ela conhece Willem, um despretensioso ator shakespeariano que pasmem, a convida para ir à Paris e ela, em um único impulso insano, fora de tudo o que ela costuma ser e fazer, aceita e vai. E neste dia “fora do script” em Paris, Allyson revela para si mesma a verdadeira personalidade que gostaria de ter, quem realmente gostaria de ser. Um dia repleto de aventuras e por que não, da descoberta do primeiro amor verdadeiro, por si mesma e por alguém... porém, o dia não termina (ou o seguinte não começa) exatamente como ela gostaria, e Allyson retoma sua vida, em sua cidade, porém de uma forma mais madura e o decorrer da história se passa mostrando como ela seguiu em frente...

Será? Como ela seguiu em frente depois daquele belo dia em Paris, com aquele belo moço? Ela não compreendia como algumas coisas aconteceram, ou não aconteceram... e precisava de respostas e então, resolveu sair em busca de Willem, porém, sem maiores informações sobre quem ele realmente era, se o nome que lhe dera era realmente verdadeiro, onde morava, se tinha um endereço fixo, telefone, enfim, coisas básicas que parecem não fazer muito sentido não terem trocado num mundo tão tecnológico como hoje em dia... mas o desenrolar da história mostra que tudo foi perfeitamente orquestrado pelo destino para fazê-los se reencontrarem... mas e dai, o que aconteceu?

E daí que o livro acabou e eu corri para o próximo e nele... o que tivemos? O lado do rapaz da história... e é ele que vamos contar no próximo capítulo, digo, no próximo post hehehe...

E é isso, termino por aqui, pois a continuação fica para o próximo post, com as palavras de Willem Guerrilheiro!

Bjo bjo