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domingo, 15 de setembro de 2013

6º FÓRUM DE LIDERANÇA








Como dormi na hora que não devia, a noite o sono demorou para aparecer e quando isso acontece, a cabeça corre solta pensar e pensar e pensar.

E nesses pensamentos, percebi que faz tempo que não escrevo nada sobre minha tão amada área, o Secretariado. E também, que tenho participado de diversos eventos proporcionados pela empresa em que trabalho e que eu poderia escrever sobre isto também. Então, vamos lá.

Na primeira semana de setembro tive o privilégio de participar do 6º Fórum de Liderança, organizado pela Estação Business School. E como os profissionais de secretariado executivo tem perfil de liderança, decidi compartilhar um pouco das minhas anotações com vocês.

Foram três noites, das quais participei de duas, quarta e quinta-feira.

As palestras que não pude assistir foram do Sr. Reinaldo Paiva – Tendências de Liderança, Christina Carvalho Pinto – O Papel dos Líderes na Reconstrução da Mídia e o Sr. Luiz Kaufmann – Sobrevivência e Crescimento: lições da experiência.

É possível assistir a todas as palestras do Fórum no canal ÓTV, através do link: http://www.otv.tv.br/programa/transmissoes-especiais/forum-global-de-lideranca/

O segundo dia iniciou-se com uma palestra do Sr. Wolney Pereira: Tendências de Mercado, seu foco. Nos 20 minutos em que falou, foi sobre o compartilhamento, mas um compartilhamento estratégico. De que maneira compartilhar pode viabilizar alcançar melhores resultados em sua empresa?
Segundo Pereira, o compartilhamento estratégico viabiliza e proporciona melhorias, porém, é necessário criar um valor compartilhado e ele deve ser econômico e social, com interação com a sociedade. Além de uma necessidade contínua de promover inovação, para que seja percebido como uma alternativa estratégica.
A economia do compartilhamento baseia-se no utilizar ao invés do ter. Esta nova configuração do mercado é reforçada pelo uso da internet pois viabiliza o compartilhamento direto entre os próprios consumidores.

A segunda palestra, esta mais extensa, foi com o Sr. Vicente Gomes: Felicidade Interna Bruta na Nova Economia: Os modelos inovadores de gestão.
O conceito de FIB nasceu em 1972, no Butão, pequeno país do Himalaia.  Ele é um indicador sistêmico e é baseado na premissa de que o objetivo principal de uma sociedade não deveria ser somente o crescimento econômico, mas a integração do desenvolvimento material com o psicológico, o cultural e o espiritual – sempre em harmonia com a Terra.
Seus focos: bom padrão de vida econômica, boa governança, educação de qualidade, boa saúde, proteção ambiental, acesso a cultura, gestão equilibrada do tempo, bem estar psicológico, englobando todos os enfoques.
Foram citadas algumas empresas que utilizam: Whole Foods Market, Pampili, The Morning Star Company e Mercur.
É um modelo interessantíssimo a ser implantado nas empresas, porém, difícil, tendo em vista as culturas organizacionais das empresas...

A terceira palestra da noite foi com o Sr. Carlos Wizard Martins: Empreendedorismo: A Riqueza Começa dentro de Você.
Sim, você já ouviu este nome. Wizard, da escola de idiomas... ele é o dono desta e de diversas outras empresas.
Basicamente ele contou sua história de vida, que é, no mínimo surpreendente e inspiradora e que de básica, não tem nada.
De aluno mediano à grande empreendedor, está a frente da Multi, holding que controla as marcas Wizard, Yázigi, Skill, Alps, Quatrum, Microlins, SOS, BIT Company, People e Smartz. Durante a palestra ele descreveu alguns passos que estão no seu livro: Desperte o Milionário que Há em Você, como gerar prosperidade mudando suas atitudes e postura mental. Estes passos foram denominados por ele como as sete chaves de ouro da prosperidade, a saber:
- Zere o sou Passado;
- Sonhe Acordado;
- Deseje Empreender para Enriquecer;
- Determine Quanto quer Ganhar;
- Divida para Multiplicar;
- Guarde cada Tostão para Juntar seu Milhão;
- Acredite em sua Origem Divina.
Parecem passos simples, “bobos” até, mas que o levaram aonde se encontra hoje. Vale a reflexão, e a leitura do livro que eu tive o privilégio da ganhar (só faltou estar autografado). Inclusive, eu já determinei algumas ações e até já comecei a colocar em prática.

Na terceira noite, segunda que participei, a primeira palestra foi com o Sr. Pedro Salanek Filho, sobre Tendências de Resultados Sustentáveis.
Salanek iniciou mostrando o quanto o termo sustentável está na moda e como existe um mal uso da palavra, perdendo-se o seu real sentido pelo uso indiscriminado.
Para ele, existe a necessidade de uma “mistura” onde o econômico e o socioambiental andam juntos, apesar de sua heterogenia.
Como o foco principal de cada negócio, sua finalidade, é remunerar seus investidores e gerar lucro, este parece, essencialmente, um foco apenas econômico, sem preocupação alguma com o social e o ambiental. Porém, a empresa que não apresenta resultados socioambientais, não apresenta relatórios de sustentabilidade, está fadada ao fracasso, à rejeição. Hoje o foco socioambiental está sendo mais visado, e cobrado, inclusive pelo consumidor final.
Na prática, o que deve ser levado em conta é a harmonia entre estes fatores (econômico, social e ambiental) e não o seu equilíbrio.
Ele fez uma analogia ao ser humano, dizendo que enquanto o econômico é o corpo, o ambiental e o social são as pernas, ou seja, ambos são necessários para manter a empresa em pé.
Como sua palestra foi de apenas 20 minutos, houve só uma instigação à reflexão sobre tal equilíbrio tão necessário nas empresas.

Dando continuidade a noite, o Sr. Guilherme Cunha Pereira, do Grupo GRPCOM falou sobre O Futuro da Comunicação: Conteúdo, Relevância e Plataforma.
De todas as palestras que assisti, esta considerei a mais “fraca”, tendo em vista a ausência de didática por parte do palestrante.
Segundo Cunha Pereira, no que tange ao futuro da comunicação, sempre haverá demanda por conteúdos de qualidade, logo, para aqueles que primam por isto, o futuro seria tranquilo. Ele diz que é preciso buscar uma visão mais humanística e mais forte da comunicação. Quando questionado sobre o papel do líder, enfatiza que o seu esforço deve estar acima de tudo na busca da excelência como ser humano, como cidadão cada vez mais qualificado e preocupado com as pessoas e com o seu entorno, preocupado em entender cada vez mais como essas mudanças deverão impactar a sociedade em que atua.
Enfim, confesso que não fiz muitas anotações pois ele não conseguiu prender a minha atenção.

E para fechar a noite com chave de ouro, uma palestra... não, não sei se este seria exatamente o termo, talvez uma conversa entre amigos com Arnaldo Jabor. Seu jeito descontraído e confortável de falar não deixou aparente que o tempo voou e que ele super passou do horário. Mas acho que o escutaria por mais muitas horas tranquilamente. Ele fez um panorama histórico de nossa política, desde a ditadura militar, até os dias de hoje, com a presidente Dilma. Sempre com muito bom humor, mostrou o que acha sobre tudo o que já aconteceu em termos políticos e  econômicos em nosso país, e o que está acontecendo hoje em dia.
Por fim, fico muito grata à minha coordenadora Ruth, que interviu firmemente para oportunizar minha participação no Fórum. Este Fórum agregou muito mais conhecimento à minha vida profissional e pessoal também, e que venha o Fórum de Liderança do ano que vêm, de 02 a 04 de setembro de 2014.

(Comecei a escrever este texto no dia 07/09 e terminei no dia 15/09)

domingo, 15 de janeiro de 2012

Sugestão de Leitura



O Menino que Descobriu o Vento, de William Kamkwamba e Bryan Mealer

Este livro é um exemplo de como o interesse, a boa vontade e os livros podem mudar a vida de uma pessoa.
William Kamkwamba nasceu no Malaui e tinha tudo para terminar como muitos do seu povo, morrendo de fome ou malária, porém, sua vontade de aprender, seu desejo de estudar, mudaram totalmente a sua vida e a de todos que vivem próximos dele.

Assolados por uma forte seca, sua família perdeu toda a plantação que seria para subsistência e também venda, garantindo, entre outras coisas, os estudos de William. Logo, ele teve que deixar a escola. Mesmo muito triste por não poder estudar, e debilitado em razão da fome, ele encontra em uma pequena biblioteca a sua salvação e começa a estudar por conta, interessando-se bastante por livros que falavam sobre a geração de energia através de moinhos de vento... baseado nos livros e buscando sucatas em um ferro-velho ele construiu um pequeno modelo, para depois ampliar sua ideia.

Muitos em seu vilarejo (inclusive familiares) o consideravam louco, porém, quando viram que ele conseguia produzir energia através daquela grande "invenção", mudaram de pensamento.

A partir dai a sua vida começa a mudar, pouco a pouco, e no início ainda com muita dificuldade, sua história ganha repercussão mundial.

Para mim, o começo do livro foi um tanto cansativo, mas não desisti, e valeu a pena. Muito a pena. Primeira leitura do ano 100% lição de vida.

William Kamkwamba

 William Kamkwamba e seu moinho de vento








“O êxito de William Kamkwamba com a energia eólica deveria servir como modelo de o que uma pessoa, com uma ideia inspiradora, é capaz de fazer para enfrentar a crise que atravessamos. Uma história comovente e empolgante.” Al Gore, Prêmio Nobel da Paz

Leiam, comentem, divulguem!!!!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Jogar ou Recolher, Você Escolhe

Acabei de receber este texto por email e ele cabe nas aulas de Gestão Secretarial Avançada... e também cabe na nossa vida diária.... Leiam, reflitam e mãos a obra:

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Este é o slogan de campanha desencadeada pela Prefeitura de importante capital brasileira, estampado em cartaz que mostra uma mão sobre um pedaço de papel ao chão.

Tem a ver com educação. Tem a ver com cidadania. Convida o cidadão a refletir sobre o tipo de cidade que ele deseja para si: uma bela e limpa cidade ou ruas cheias de entulho.
Chama o cidadão à responsabilidade, a partir da sua decisão que, naturalmente, tem a ver com a sua formação moral, com sua ética, com seu comprometimento como cidadão.
Em verdade, tudo que nos rodeia, de alguma forma, é de nossa responsabilidade. E depende de nossas escolhas.
Vejamos que podemos morar em um bairro aprazível, mas somente teremos bons vizinhos, se cultivarmos a gentileza e a boa educação.
E isso é feito a partir de pequenos cuidados. Lembremos, por exemplo, de uma saída de carro muito cedo pela manhã, para o nosso trabalho.
Podemos retirar o carro da garagem sem barulho, sem acelerar ruidosamente e, portanto, sem acordar o vizinho que ainda dorme.
Ou podemos fazer todo o barulho que nos achamos no direito de produzir pensando que se nós estamos despertos, tão cedo, os outros também podem acordar à mesma hora.
Podemos limpar a frente de nossa casa, lavar a calçada, tomando cuidado para não sujar a frente da casa ao lado. Ou podemos, de forma descuidada, ir jogando tudo justamente para os lados e emporcalhando a frente das casas próximas.
Podemos ser gentis no trânsito, detendo-nos mínimos segundos a fim de permitir que outro carro, que aguarda no acostamento, possa adentrar a via à nossa frente.
Ou podemos ser totalmente insensíveis e deixar que o seu condutor canse de esperar, até a enorme fila de veículos findar.
Antipatia, simpatia. Nós decidimos se desejamos uma ou outra.
Podemos entrar no elevador e saudar as pessoas. Ou podemos fazer de conta que todas são invisíveis.
Podemos fazer uma gentileza e segurar o elevador um segundo para permitir a entrada de alguém que vem chegando, depressa.
Ou podemos apertar o botão e deixar que a porta se feche, exatamente à face de quem tentou chegar a tempo.
Podemos pensar somente em nós, viver como se mais ninguém houvesse no mundo.
Ou podemos viver, olhando em derredor, percebendo que alguém precisa de ajuda e ajudar.
Podemos fingir que somos surdos ou podemos nos dispor a escutar alguém a pedir informação a um e a outro e nos dispormos a ofertá-la.
Podemos fingir que somos cegos e não enxergar a pessoa obesa, em pé, no transporte público, ou a grávida, ou o idoso.
Ou podemos ser humanos e oferecer o nosso assento, com a certeza de que esse alguém precisa mais dele do que nós.
Mesmo que o cansaço esteja nos enlaçando, ao final do dia, os pés estejam doendo e o corpo todo diga: Preciso descansar.
Pensemos nisso e nos disponhamos a contribuir, desde hoje, com o mundo mais justo, harmonioso e feliz com que tanto sonhamos.


Redação do Momento Espírita.
Em 30.08.2010.