sexta-feira, 16 de agosto de 2013
O Amor...
O amor, ah o amor... o amor está no ar nos últimos tempos... mas que amor é esse? Não creio ser este um amor de verdade.
Hoje, o rapaz vai pra balada, conhece a menina, ficam, e uma semana depois já diz que ama... isso é amor? Acho que não né? Só se for uma nova categoria de amor: o amor descartável, aquele que “se sente” hoje e amanhã já se joga no lixo e se troca por outro.
Segundo o nosso super companheiro, dicionário Aurélio, amor é afeição viva por alguém, sentimento apaixonado por pessoa do outro sexo (ou do mesmo, não é mesmo?), amor é zelo, dedicação...
O amor é aquele sentimento verdadeiro e que, pelo menos antigamente, era para a vida toda... não se ama apenas por uma estação, por um verão, isto é paixão, é fogo... e todo fogo se apaga. Não estou afirmando que a paixão não se transforme em amor, só acho que não se ama de uma semana para outra. Lembro que quando estava namorando com alguém, ficava pensando: “qual é o tempo certo para dizer eu te amo?” Em quanto tempo se ama alguém? E às vezes eu era pressionada neste sentido: “Mas você não me ama?” E às vezes a gente acaba dizendo sem nem mesmo sentir, sem nem saber o que é exatamente o amor, pois amamos todo mundo. Eu te amo está na boca do povo, louquinho pra sair, para se espalhar... descartável!
Fui criada para enxergar o amor de uma forma diferente... aquele amor que só acaba quando um dos dois morre... e ainda não, acho que ele não acaba, este amor é eterno, vive além da vida... com quem fica, com quem foi...
Olhem só o que a Bíblia Sagrada, no livro de Coríntios, nos diz sobre o amor:
“O amor é paciente, o amor é prestável, não é invejoso, não é arrogante nem orgulhoso, nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita nem guarda ressentimento. Não se alegra com a injustiça mas rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais passará”.
Pra mim o amor se tornou um sentimento raso, sem muitas perspectivas... é, estou um pouco descrente do real significado desta palavra e mais ainda, deste sentimento, na vida das pessoas.
Desejo de coração estar errada, que realmente o sentimento ainda viva no coração das pessoas e que seja sentido verdadeiramente e em toda a sua extensão e intensidade.
domingo, 28 de julho de 2013
Razão, Estação ou Vida Inteira...
Refletindo sobre algumas
situações, lembrei-me desta mensagem que recebi várias vezes por email e da
qual desconheço o autor. Pesquisei no “pai google”, mas não encontrei, então,
se alguém souber, por favor, me avise para eu dar os devidos créditos. =)
Pessoas entram na sua vida por uma "Razão",
uma "Estação" ou uma "Vida Inteira".
Quando você percebe qual deles é,
você vai saber o que fazer por esta pessoa.
Quando alguém está em sua vida por uma "Razão"... é,
geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou.
Elas vêm para auxiliá-lo numa dificuldade,
te fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física,
emocional ou espiritualmente.
Elas poderão parecer como uma dádiva de Deus, e são!
Elas estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá.
Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte,
ou em uma hora inconveniente,
esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa
para levar essa relação a um fim.
Às vezes, essas pessoas morrem.
Às vezes, eles simplesmente se vão.
Às vezes, eles agem e te forçam a tomar uma posição.
O que devemos entender é que nossas necessidades
foram atendidas, nossos desejos preenchidos
e o trabalho delas, feito.
As suas orações foram atendidas.
E agora é tempo de ir.
Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação",
é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender.
Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir.
Elas poderão ensiná-lo algo que você nunca fez.
Elas, geralmente, te dão uma quantidade enorme de prazer...
Acredite! É real! Mas somente por uma "Estação".
Relacionamentos de uma "Vida Inteira"
te ensinam lições para a vida inteira:
coisas que você deve construir para ter
uma formação emocional sólida.
Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa,
e colocar o que você aprendeu em uso em todos
os outros relacionamentos e áreas de sua vida.
É dito que o amor é cego,
mas a amizade é clarividente.
Esta mensagem é linda e um fato real em nossas vidas, se
pararmos pra prestar atenção... é pena apenas que, às vezes, não consigamos
identificar se é pela razão ou pela estação ou para a vida inteira que uma
pessoa entra em nossa vida... e também
como saber quanto tempo é uma razão ou uma estação? E também ainda, às vezes, é
difícil desapegar, deixar ir... principalmente quando pensamos que seria para
vida inteira, mas não, e percebemos que com ela, irão outras pessoas que você
pensou que talvez também seriam pra vida inteira, mas que na verdade estão mais
para uma estação que durou alguns anos...
Outras pessoas que entraram em nossa vida por uma razão ou
por uma estação e se foram, acabam voltando para nossa vida, o que é uma
experiência gratificante e regada de muitos ensinamentos.
E quando é para vida inteira? Bem, quando é para a vida
inteira, você percebe pelo comportamento da pessoa... por mais diferenças que
existam entre vocês, a amizade prevalece... podem brigar, se desentender, dizer
até que nunca mais se verão ou se falarão, podem se mudar, morar longe, mas o
amor que existe, a sinceridade, a honestidade é maior que tudo e supera todo
esse bla bla bla. E para ser pra a vida inteira não quer dizer que a pessoa
seja exatamente igual a você, que goste das mesmas coisas que você. Não não...
eu mesma tenha uma amiga que considero para a vida inteira que é muuuuuuuito
diferente de mim, não nos falamos todos os dias, às vezes ficamos mais de mês
sem se falar na realidade, e quando conversamos, quando nos vemos, é como se o
último encontro tivesse sido ontem. Tanto que tive o privilégio de ser a primeira
a saber de algo muito importante em sua vida, e vibrei junto dela... e me senti
realmente especial! =)
Mas é isso... se for por uma razão, uma estação ou pra vida
inteira, não importa, o importante é aproveitar cada momento e quando for o
tempo certo, deixar ir, desapegar e viver novas experiências, com novas
pessoas... e ser feliz, pois é isso que
importa.
Texto escrito em 28/07/2013.
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sábado, 20 de julho de 2013
Minha Doce Paris
Bom, como já adiantei no post
anterior, o livro da vez se chama “Minha Doce Paris – um ano na cidade luz (e
do chocolate amargo)”, de Amy Thomas, livro que conta a trajetória de nossa
autora pela cidade mais encantadora que já conheci.
Este é um livro que eu
recomendo para todos os que amam Paris e para aqueles que ainda não tiveram
esse prazer, pois através da leitura, sua vontade de saber mais e quem sabe até
visitar Paris vai aparecer. Ah, não posso esquecer dos amantes de doces, pois a
história toda se passa em volta de sobremesas e chocolates: trufas, caramelos,
wafers, cupcakes, barrinhas Bernachon de Lyon, chocolate quente, croissants
doces e salgados, macarons, crumbles, bolos dos mais diversos sabores, entre
outros. Ok, ok, vocês devem estar estranhando que alguns desses doces não são franceses,
mas nossa autora também não era francesa, e sim americana e ela descobriu que
muitos doces americanos também fazem sucesso na França. O único problema do
livro é que tem tantas opções de doces gostosos que só de ler é capaz da gente
engordar, hehe...
Existe também outra questão que é
tratada no livro e que merece atenção: Qual é a nossa verdadeira identidade? Onde
nascemos é o nosso lar? Ou para onde vamos é que seria? Os incontáveis dias em
que Amy refletiu se deveria permanecer em Paris (ainda que só por mais seis
meses) ou se deveria voltar para Nova York também nos fazem refletir se estamos
no lugar certo... o livro fala também sobre identificação e realização
profissional.
Enfim, é um livro encantador,
assim como Paris... leia, delicie-se e depois me conte como foi!
“Por que estava em Paris? Qual a
verdadeira razão de eu estar ali? Ou não havia motivo – talvez tivesse sido
apenas um incrível e bobo golpe de sorte. Paris era o meu destino? Como não conseguia
resolver a questão, achei que um grupo de amigas e algumas cervejas poderiam me
ajudar” (THOMAS, 2012, p. 259).
Escrito em 18/07/2013
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
Férias, Livros, Paris...
Estou em férias, apenas 10 dias,
mas já dá pra relaxar um pouco... e pra não ficar em casa sem fazer nada,
resolvi fazer nada na praia, na casa do meu amado padrinho em Caiobá. E como
estamos em pleno inverno e não dá pra ficar fritando lá na beira mar, trouxe
minhas revistas para colocar a leitura em dia e também trouxe um livro pois por
mais corrida que esteja a vida, estou sempre lendo e não seria diferente num
momento de descanso. O livro da vez é “Minha Doce Paris – um ano na Cidade Luz
(e do chocolate amargo)” de Amy Thomas.
História muito interessante...
confesso que quando comprei o livro, foi pelo nome, por falar de Paris, cidade
que me encanta e que voltarei a visitar quantas vezes forem possíveis. Mas eu jamais
imaginaria que me encantaria mais ainda depois de ler o que Amy relatou. Ela é
autora e protagonista da história, e viveu uma experiência que para mim seria
perfeita (impossível hoje, em virtude da minha realidade, mas daqui a algum
tempo, quem sabe). Ela foi convidada para trabalhar em Paris e para a Louis
Vuitton, quase não é chato heim?! Mas o mais interessante é que realmente
acontece o que eu comentei um dia com a minha mãe. Quando a gente viaja para
passear, sem responsabilidades com horários e contas para pagar, é tudo lindo,
mas quando você se muda e reconstrói a sua vida num lugar, independente de onde
seja, a vida se torna uma rotina natural (mas que seja saudável). Mas este não
é o meu foco. Eu ainda estou na metade do livro, mas que maravilha ler e
relembrar momentos pelos quais eu mesma passei nas duas oportunidades em que
estive por lá. Que saudades, que vontade de voltar... mas não vou me aprofundar
agora no livro, vou deixar isto para um post quando terminar a leitura. Mas pra
dar uma água na boca, vai ai um trechinho que sala sobre a Torre Eiffel: “Era
brega, mas ver aquela silhueta pontuda nunca deixou de fazer meu coração
palpitar” (página 72).
Sei tão bem como é essa
sensação... a emoção de ver a torre, mesmo na segunda viagem... foi única, uma
emoção difícil de descrever... tem que estar lá e sentir!!!
Texto escrito em 13/07/2013
domingo, 7 de julho de 2013
A Travessia
Indicação de Livro
E lá vamos nós para a indicação
de mais um livro.
Confesso que estava um tanto
receosa de lê-lo, e não sei explicar o por que, ou melhor, não sabia, até
iniciar sua leitura.
O livro em questão é “A Travessia”
de William P. Young, o mesmo autor de “A Cabana”.
O livro é simplesmente um tapa
bem dado na cara das pessoas que pensam apenas no trabalho e em si mesmas, em
detrimento de todo o resto.
No decorrer da leitura me vi em
tantas das situações egoístas protagonizadas por Tony que realmente me assustei.
Foi um momento de reflexão, de pensar no rumo que estou tomando para a minha
vida e nas consequências que já tenho recebido em virtude deste comportamento.
Mesmo ao escrever agora, ainda
estou assustada, com medo, mas o livro abriu algumas portas e algumas janelas
que estavam bem trancadas ou que eu acho que estavam é emperradas mesmo e agora
estou tomando cuidado com a manutenção delas, ainda um pouco atrapalhada e sem
jeito, mas sei que posso e vou melhorar.
Na capa do livro tem uma frase
com a qual eu refletia todas as vezes que pegava o livro para ler: “Espero que
este livro incentive você a ter conversas sinceras sobre a vida, Deus e o amor.
E que consiga curar a sua alma”.
O processo de cura da alma é tão
doloroso, ele sangra e por muitos momentos, a vontade é desistir, pois enquanto
não se mexe, não há dor, não há sangramento.
Ainda existem muitas “curas” a
serem feitas em minha vida, mas acho que agora estou no caminho certo apesar do
medo arrebatador que aperta o meu coração toda vez que penso a respeito disso.
Enfim... a orelha do livro nos
diz:
“Esta é uma história sobre as
escolhas que fazemos e a maneira imprevisível como elas afetam não só a nossa
vida, mas também o coração e o mundo das pessoas à nossa volta. É sobre sermos
convidados pelas circunstâncias a examinar quem somos e, talvez, a abraçar as
escolhas que fizemos e suas consequências – em vez de fugir delas.
O extraordinário se esconde nas
coisas mais simples, mas a maioria das pessoas está ocupada demais perseguindo
ou alcançando o sucesso, sem se preocupar com o alto preço que terá que pagar,
sacrificando os relacionamentos e aquilo que realmente importa em nome de ilusões.
Como A Cabana, espero que A
Travessia toque o que existe de mais profundo em você, que o incentive a ter
conversas sinceras sobre a vida, Deus e o amor. E que consiga curar parte do
que este mundo e as circunstâncias possam ter danificado no precioso milagre
que é a sua alma. Vamos torcer juntos para que sim”.
Uma das partes que mais me marcou
no livro foi: “Grande parte do que você precisa perdoar nas outras pessoas, e
especialmente em si mesmo, é a ignorância que machuca. Não é só de propósito
que as pessoas magoam umas às outras. Na maioria das vezes, elas simplesmente não
sabem agir de outra forma. Não sabem ser algo diferente, algo melhor”. (página
70)
Espero que ele possa abrir os
seus olhos, como abriu os meus!
Boa leitura e depois, me contem o
que acharam!!!!!
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
PS Eu Te Amo
E vamos lá para mais uma indicação de livro...
Terminei de ler PS Eu te Amo, de Cecelia Ahern
A muito tempo atrás eu assisti o filme, sem ter conhecimento da existência do livro, que acabei comprando no ano passado.
Mas como não me lembrava mais do filme, decidi ler o livro antes de assisti-lo novamente, e ainda bem que fiz assim, pois o livro é infinitamente melhor do que o livro.
Até o lugar em que a história se passa mudou... mas enfim, como no caso da música do post anterior, aqui também, o filme foi apenas baseado no livro e não segue fidedignamente a história.
Um livro romântico, mas muito triste, pois conta a história de um casal extremamente apaixonado e que precisa se separar por uma jogada do destino. Gerry tem um tumor cerebral que o leva à morte ainda muito jovem... mas seu amor era tanto, que ele não conseguiu se desligar de sua amada Holly nem mesmo após partir... para isto, ele escreveu cartas à ela, com a famosa lista que era de conhecimento dos amigos mais chegados. Uma cartinha para cada mês... durante este período, Holly sofreu muito, mas seguiu as orientações de seu amado e por diversas vezes, sentiu como se ele estivesse ali, ao seu lado, participando efetivamente de tudo aquilo. Assim ela “superou” a sua morte, conseguiu sair de casa, enfrentar um karaokê (sim, ela canta muito mal), e até arrumar um emprego de que gostasse... enfim, ela conseguiu tocar a vida (isso enquanto ainda haviam cartas). Mas quando as cartas acabaram, depois de alguns meses, Holly se viu num momento de pânico... como seria sua vida a partir de então? Conseguiria ela tomar suas próprias decisões sozinha, sem as orientações das cartas?
Para saber a resposta a essa questão, sugiro que leiam o livro! =)
Sinopse:
Holly e Gerry desejavam ficar juntos pelo resto de suas vidas, mas um tumor cerebral levou Gerry, aos 30 anos. Sentindo - se perdida e solitária, Holly finalmente encontra uma motivação para continuar vivendo quando recebe um pacote , que havia sido enviado por seu marido antes de morrer, intitulado: " A Lista". No pacote, várias cartas com instruções de como ela poderá sobreviver sem a presença dele, todas acompanhadas de um " p. s. : eu te amo". Uma história de amor fascinante!
http://www.sinopsedolivro.com/2008/03/sinopse-do-livro-ps-eu-te-amo.html
Beijos e abraços... e boa leitura!!!!!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Cinema Nacional
Muito se critica o cinema nacional, que teve os seus momentos de tormento no passado, e volta e meia ainda dá algum deslize, porém, o cinema “estrangeiro” também não faz o mesmo? Tem erros e acertos? Desta forma, preciso parabenizar o cinema nacional por estes dois ótimos filmes.
Em Somos Tão Jovens, conta-se a história da adolescência (dos 16 aos 22 anos) de Renato Russo (ou Júnior, se preferir), a formação da sua primeira banda - o Aborto Elétrico - e como começou a Legião Urbana....Thiago Mendonça, que dá vida (literalmente) ao Renato Russo é fantástico, por diversos momentos parece que é o próprio Renato que está ali, interpretando a si mesmo. E a trilha sonora, um capítulo a parte que merece toda a sua atenção! Ouvindo aquelas músicas e se remetendo ao passado, à adolescência. Bons tempos que não voltam mais... e como eu aproveitei! =)
Fica claro também que Renato tinha um gênio forte e que nem todos conseguiam se manter ao seu lado, mas também fica muito mais claro ainda toda a sua inteligência e percepção ao escrever as letras que são cantadas até hoje a fortes pulmões por “velhos”, adultos, jovens e adolescentes...
O outro filme é Faroeste Caboclo, história baseada na letra da música com o mesmo nome. Tudo bem que o filme não segue toda a letra, no meu ponto de vista ficaram algumas coisas faltando, mas enfim, o filme é baseado o que não quer dizer que seja exatamente igual. De qualquer forma, Isis Valverde e Fabrício Boliveira interpretam muito bem Maria Lúcia e João de Santo Cristo. Felipe Abib interpreta Jeremias, o “menino mal” da história e nos deixa com muita raiva, playboyzinho babaca, hehe.
Achei muito interessante que, no decorrer do filme me peguei torcendo por João de Santo Cristo e vejam, ele era o bandido da história também. É interessante como a mídia nos leva para onde quiser... de qualquer maneira, o filme é ótimo, prende a atenção e também tem uma trilha sonora muito boa.
Como diz o site cinepop, uma história de amor, ódio, vingança e violência, mas que vale muito a pena assistir.
Resumindo, recomendo os dois... =)
Abaixo sinopses:
Somos Tão Jovens
O jovem Renato Russo não tem tempo a perder: sonha ser um astro do rock. Mas ainda é cedo. Ele precisa estudar, dar aulas de inglês, tranquilizar os pais, curtir a turma, curar dores de amor e, principalmente, arrumar quem toque na sua banda. Do Aborto Elétrico à Legião Urbana, “Somos Tão Jovens” apresenta os primeiros acordes do mito Renato Russo e da turma do Rock Brasília, criadores de sucessos como “Que País é Este”, “Geração Coca-Cola”, “Eduardo e Mônica” e muitas outras músicas que marcam e transformam fãs geração após geração, iniciando a trajetória que a tornará a maior banda do Rock Brasil e Renato Russo o porta-voz da juventude urbana do país inteiro.
Fonte: http://www.somostaojovens.com.br/page/sinopse-1
Faroeste Caboclo
João (Fabrício Boliveira) deixa Santo Cristo em busca de uma vida melhor em Brasília. Ele quer deixar o passado repleto de tragédias para trás. Lá, conta com o apoio do primo e traficante Pablo (César Troncoso), com quem passa a trabalhar. Já conhecido como João de Santo Cristo, o jovem se envolve com o tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que mantém um empregro como carpinteiro. Em meio a tudo isso, conhece a bela e inquieta Maria Lúcia (Ísis Valverde), filha de um senador (Marcos Paulo), por quem se apaixona loucamente. Os dois começam uma relação marcada pela paixão e pelo romance, mas logo se verá em meio a uma guerra com o playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), que coloca tudo a perder.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-202601/
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