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sexta-feira, 29 de março de 2019

A Maternidade Real



   


Oi pessoal, tudo bem com vocês? Eu estava super feliz que consegui, por duas semanas, atualizar o blog e achei que a minha vida tinha voltado ao normal... que piada, acho que nunca mais terei uma vida normal... e talvez isso nem seja tão ruim assim, mas que estar fora do controle me assusta às vezes, isso é.

Enfim, estou aqui para falar com vocês sobre como é a maternidade real... sim, REAL, não aquela escrita em livros e blogs e mostrada em filmes de Hollywood... a maternidade real é algo muito mais tenso, muito mais profundo, muito mais cansativo.

Minha Maria está para completar um aninho, e, com 08 dentinhos já naquela boca pequena, tem dado bastante trabalho pra mamãe aqui (não por causa dos dentinhos, ou não só por causa dos dentinhos, mas pelo pacote completo).

Talvez a culpa seja minha mesmo, como muitos dizem, você acostumou mal, só no colo, só no peito, só na cama de vocês... e agora não consegue desfazer isso. É, talvez seja isso mesmo, mas no manual de sobrevivência da mamãe moderna não está escrito que o seu filho NÃO VAI DORMIR SE NÃO FOR MAMANDO NO PEITO, ou SEU FILHO NÃO VAI DORMIR SE NÃO ESTIVER NO SEU COLO, ou ainda, SEU FILHO NÃO VAI DORMIR SE NÃO FOR NA SUA CAMA.... não, lá está escrito em lindas letras que você deve colocar o bebê sonolento em seu berço e deixar ele lá... e que ele vai pegar no sono e dormir a noite toda.... HA HA HA ... vai fazer 12 meses que eu não sei o que é dormir a noite toda... na verdade faz um pouco mais, pois no final da gestação já não tinha mais jeito de dormir. 


Outra coisa que ninguém conta, é que o seu corpo não volta ao normal... e que talvez nunca volte mesmo... e que os seus pés crescem e que você perde todos os seu calçados! =( 

E como isso é dolorido para quem tinha feito um tratamento médico para emagrecer, que estava no peso ideal e que tem um milhão de pares de calçados. 

Ninguém te conta que amamentar dói... e que quando os dentinhos nascem, dói mais ainda... que às vezes chega a sair sangue e fazer machucado... que eles mordem e que se você tira porque sentiu dor, eles choram, choram muito e chegam a ficar ofendidos.

É, a maternidade não são só flores... tem muitos espinhos no caminho. 

E quando o bebê fica doente e você já fez de tudo e ainda assim ele não melhora? E você está cansada e sente “raiva” e depois culpa por sentir raiva?! E quando o médico diz que tudo é normal, que tudo faz parte, que tudo é assim mesmo e que você tem que se acostumar?! 

E quando você quer sumir no mundo... desaparecer... resgatar sua “antiga” vida... e daí você pensa: “Que ingrata você é, que desumana, você não é uma boa mãe, reveja seus conceitos”.

Ou então quando você percebe que “perdeu” seus amigos... que eles não mandam nem um whats pra saber se você está viva... Quando o bebê nasce, todo mundo quer te visitar, conhecer a criança, falam de tantos planos para o novo serzinho que chegou, mas na realidade do dia a dia, essas pessoas nem lembram que você existe... a menos que precisem de algo. E ninguém te conta que isso dói... todos só dizem que você vai fazer novas amizades, que você vai ter amigas mães como você e que tudo será lindo... Na escolinha, as mães não chegam nem a descer direito dos seus carros para deixar/pegar os filhos, quanto mais conversar com estranhos para tentar afinar alguma relação.

É, eu estou cansada... muito.... e antes que você diga que eu sou um monstro, eu te digo que isso é absolutamente normal e que, conversando com outras mães que tenho contato diário, elas também passam por isso e que talvez isso demore muito, mas vai se amenizar. Que a relação que você tem com as pessoas que se diziam suas amigas vai se perder mesmo e que, em algum momento da vida, virão pessoas novas, e será bom... mas enquanto isso o coração dói, a cabeça, dói, o corpo dói... e não é só uma dor física, é uma dor na alma... alma que nunca mais voltará a ser a mesma. 



E tudo isso não quer dizer que eu não ame, ou ame menos a minha filha. Eu a amo muito, e ela é meu maior presente... e um sonho realizado. É apenas que a mudança que um filho trás para a vida de uma mãe é muito forte e não tem “manual de sobrevivência” na vida que te mostre e te conte e te prepare para isso. É só o dia a dia pra saber como as coisas são mesmo. 

Ufa, acho que estava com algumas coisas engasgadas aqui... me sinto até um pouco mais leve. Enfim, o que eu queria dizer aqui, é que não são só alegrias e lindezas a vida de mãe. Quem vê as fotos que posto no Instagram e no Facebook, não sabem o dobrado que eu corto.

São muitas mini roupas pra lavar e depois passar... é a casa que precisa estar “impecável” pois agora a Maria engatinha por tudo e o que antes já ia pra boca, agora é muito mais. É a comida que precisa ser preparada com muito cuidado para não exagerar em temperos e sabores que possam magoar aquele estomago ainda em formação. É um milhão de coisas que precisam ir na bolsa da bebê só para ir até ali na esquina. E ainda tem o dog que precisa de atenção, amor, carinho, comida e banho.

Ah, mas você não é casada? E o seu marido? Ele não faz nada? Faz sim gente... poderia fazer mais, mas isso é perfil masculino, enfim.... só que tem coisas que é com a gente mesmo. 

Quer um bom exemplo: Maria começa a chorar do nada... papai pega no colo, conversa, canta, faz palhaçadas... a menina chora mais ainda... esperneia... não se sabe aparentemente o motivo daquele choro, mas é só a mamãe aqui pegar no colo que para na hora. Tudo bem que tem vezes que não para nem comigo e a gente não consegue descobrir qual é o problema... mas tudo bem, faz parte né? Logo começa a falar e explicar melhor o que sente.

E tem mais... a gente quer que o bebê cresça logo e engatinhe pois não aguenta mais carregar o bichinho no colo... e quando começa a engatinhar, a gente entra em parafuso, pois piscou, o bichinho já sumiu... e provavelmente só em um lugar onde não deveria, tipo o potinho de água do cachorro, o lixo do banheiro ou da cozinha, a porta da rua! 

E isso é absolutamente normal... e vai passar... e ela vai aprender a andar e as coisas que agora são novidade e curiosidades a serem “matadas”, serão outras... e é isso ai, bola pra frente... lembrando sempre que somos um exemplo, então, mesmo que a vontade seja jogar tudo pro alto e sumir, gritar, chorar, xingar, o negócio é respirar fundo e seguir... não que isso seja fácil, não que eu não chore... eu choro muito, eu acho que não vou dar conta todos os dias , e logo depois eu descubro que de pouquinho em pouquinho eu estou dando conta. Afinal, Dona Maria já vai completar seu primeiro aninho e é saudável, está com o desenvolvimento em dia... só ficou dodói duas vezes e não foi negligência minha... tá certo que é magrela magrela, mas no final das contas até isso é bom, já que a mamãe está super acima do peso, pode ser que ela tenha essa tendência também... então, melhor magrela que obesa.

Ufa de novo... acho que chega né? Já escrevi bastante por hoje.

Tomara conseguir manter as atualizações com maior frequência.

É isso... beijo pra quem fica! =*

quinta-feira, 30 de março de 2017

A Teoria de Tudo

Eu sei que pra variar estou bem atrasada, mas só agora que liberou no netflix o filme, então vamos assistir hehe!

Enfim, hoje eu quero falar com vocês sobre o filme “A Teoria de Tudo”, filme baseado no livro de mesmo nome (livro escrito pela primeira esposa do protagonista), filme biográfico que conta a história, ou pelo menos parte dela, da vida do chamado “gênio”, o físico, Stephen Hawking.


 Ao ler diversas resenhas para escrever aqui no blog, observei muitas críticas ao filme. Eu não li o livro, então não sei se ele foi fiel ou não a história escrita, porém, eu me encantei com o filme. Mesmo as pessoas tendo dito que ele era voltado apenas para o primeiro matrimônio de Stephen e dizendo que romantizaram demais tudo. Mas vamos combinar, é um filme, é baseado em e não fidedigno.... então tem que ser comercial, certo? E se romantizar o torna comercial, então...

Bom, o filme é de 2014,  mas só essa semana eu o assisti.  E eu realmente gostei do que vi.

É muito importante aqui, ressaltar a atuação de  Eddie Redmayne como o protagonista. Ele realmente se transformou para fazer o papel e chega a incomodar a interpretação do ator. Na minha opinião, uma das melhores atuações que já vi por ai. Seus movimentos e expressões quando a doença começa a acomoter Stephen, a debilidade física que o assola, aff, muito bom mesmo.

Mas vamos a história do protagonista e também ao filme. Stephen Hawking é o autor da teoria sobre os buracos negros. Brilhante desde muito jovem, tem o diagnóstico precoce de uma esclerose lateral amiotrófica – ELA (doença incurável que leva à perda dos movimentos), que o fez perder os movimentos das pernas, braços, entre outras coisas, deixando seu corpo “preso” em uma cadeira de rodas.

Ao ser diagnosticado, o médico lhe dá apenas 2 anos de vida, porém, contrariando todas as expectativas, ele teve uma vida praticamente normal(logicamente, dentro das suas limitações). Casou, teve filhos... e dentro de tais limitações, conseguia até cuidar dos seus filhos.


E a história discorre sobre suas teorias e descobertas, e seu relacionamento... com todos os altos e baixos de um relacionamento, principalmente com alguém tão debilitado.

Em determinada altura de sua vida, Stephen entra em coma e sua esposa, Jane, contrariando todos os pedidos médicos, pede para reanimá-lo. Para que isso acontecesse, foi necessário fazer uma traqueostomia que o deixou mudo... então, além dos movimentos seriamente comprometidos, agora Stephen não falava também.

Porém, isto não foi impeditivo para que continuasse sendo brilhante. Com a ajuda de um computador acoplado a sua cadeira de rodas, ele conseguia se comunicar através de uma voz robótica, porém, conseguia assim, continuar com a sua vida praticamente “normal” se assim podemos dizer.

A doença, em nada prejudicou o seu cérebro e ele continuou sendo um homem brilhante, inteligente, que desenvolvia teorias (e queria sempre prová-las fatos) e escrevia livros... além de ministrar palestras sempre lotadas com pessoas que queriam aprender com ele.

É interessante observar a relação de Stephen com a sua esposa... primeiro pois aquela moça linda se apaixona pelo nerd da turma, contrariando o que todos “achariam normal”. Depois, pois a sua dedicação ao marido quando sua saúde fica mais e mais delibitada é lindo de ver. Ela realmente vive em função dele, de cuidar, de apoiar, de ajudar em tudo o que era possível para que sua vida fosse boa, confortável.

Não que ela não se cansasse ou ficasse triste e desanimada, mas o amor era maior que isso... pelo menos até um ponto da vida, quando ela percebeu que ele também já não a amava mais... e assim eles se separaram, mas certamente essa mulher tem lugar garantido no céu hehe! Ele casa-se novamente (com sua cuidadora), e ela se envolve com um homem que já tinha feito parte de suas vidas anteriormente e tinha se afastado.

O filme acaba, mas a vida do protagonista não... então, vale a pena ler sobre ele, pois afinal de contas, é alguém que faz a diferença conhecer.

Ah, é importante dizer que o meu texto foi baseado no filme assistido, mas também no site:

E vocês, já viram este filme? Conhecem a história de Stephen Hawking?


Vamos conversar? 
Bjo bjo

terça-feira, 10 de maio de 2016

Reativação do Facebook

Oi Pessoal... estou aqui para compartilhar com vocês que eu reativei o meu facebook.

Foi no início do mês de maio... então isso quer dizer que eu fiquei pouco mais de um ano e meio sem face.

E preciso dizer que não foi difícil... ou melhor, no começo foi bem difícil hehe... tipo largar um vício mesmo, sofrido, mas depois foi totalmente aceitável e tranquilo. As únicas situações em que eu me pegava percebendo que era ruim era quando acontecia algo e as pessoas diziam: “você viu?” ... “não vi”... “ah, estava no face, esqueci que você não tem mais face”... e aí elas me contavam, às vezes mostravam fotos... e por aí ia... como tenho uma tia que mora fora, isso pesava um pouco, pois às vezes algumas coisas bacanas aconteciam com o meu afilhado e eu não tomava conhecimento pois não acompanhava a vida virtual do povo! Mas enfim, sobrevivi e sobrevivi relativamente bem.

Mas o fato é que várias questões ocorreram nos últimos tempos que me levaram a repensar a necessidade de ter a tal rede social... sim necessidade. Questões que não vou expor aqui pois ainda não é o momento, mas que logo todos poderão tomar conhecimento.

E sabe que no final das contas foi legal voltar? Rever pessoas... meus alunos queridos, pessoas das quais eu não lembrava, outras que eu sentia falta e só tinha o contato por ali... e também foi interessante voltar para ver que algumas coisas e pessoas não mudam... algumas pessoas continuam reclamando de tudo, “oh vida, oh azar”, hehe... mas a graça da vida está nisso! E vamos aprender com isso que é o bom da coisa toda.

Ah, uma situação engraçada... quando reativei, a rede me deu várias opções de pessoas que eu poderia conhecer e que poderiam ser minhas “amigas” e dentre elas, uma que disse que não tinha facebook e que eu descobri ser uma grande mentirosa (por vários motivos, desde estado civil, até situação financeira), como a vida virtual entrega as pessoas, na hora eu ri, depois, refleti, e percebi que eu fui enganada por alguns meses, mas que a convivência me mostrou que eu deveria deixar essa pessoa seguir sem a minha presença, mesmo sem ter acesso “à rede”, no final das contas, eu fiz a escolha certa! Ufa. 

Enfim... voltei, se vou ficar, não sei! Só sei que por hora, está divertido... principalmente porque estou com uma rede de relacionamentos nova e as pessoas são por demais divertidas e saudáveis, se posso dizer assim, hehe!

Pra quem me acompanha pelo Insta, sabe que estou na vibe das pedaladas, e não por que é moda como alguns por ai andam dizendo, e sim, por que peguei gosto pela coisa. Começou com uma necessidade e se tornou um vício delicioso, tanto que não consigo ficar sem... um final de semana sem pedalar parece que falta algo, fica incompleto... tipo sair de casa sem brinco, ou melhor, sem o celular, estão entendendo?!

Mas é isso, este post era apenas para compartilhar que estou na rede novamente. Então, se quiserem, me add lá...

E vocês, já tiveram alguma experiência assim? Já saíram do face e voltaram? Ou saíram e nunca mais voltaram? Ou quiseram sair e não tiveram coragem?

Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Na Ilha - Tracey Garvis Graves





   Estou com muitos títulos para ler, e este não seria o próximo, maaaaas, como a dona Grasi insistiu, pulei a fila e comecei a ler Na Ilha de Tracey Garvis Graves no dia 22 de dezembro e terminei 5 dias depois, confesso que não conseguia largar o bichinho.

   Ele conta a história de TJ e Anna.
   TJ é um adolescente de 16 anos, que está em remissão de um câncer e pretende aproveitar tudo o que não pôde da vida enquanto estava doente. Porém, sua mãe acha que é melhor reunir a família numa Ilha das Malvinas para que estejam juntos e que ele aproveite para estudar com uma tutora particular para poder recuperar o tempo perdido e alcançar sua turma na escola.
Anna é uma professora de inglês que encontra-se numa situação pessoal um tanto quanto indefinida e resolve trabalhar como tutora nas férias, para assim ficar longe de John, seu namorado já há 8 anos, que não tem certeza se quer casar e ter filhos, “enrolando” Anna literalmente.
   Suas vidas se cruzam quando os pais de TJ a entrevistam e contratam para ser a tutora de TJ.
   Como ela dá aulas em uma escola pública, e as férias não iniciavam no mesmo período das escolas privadas, não poderia viajar junto com a família Callahan para a ilha, indo alguns dias depois. Quando TJ soube disso, conseguiu convencer sua mãe de que poderia viajar com Anna, podendo assim ficar mais tempo em Chicago e participar da festa que o seu melhor amigo, Ben, estava organizando no final de semana.
   Assim, Anna e TJ se encontraram no aeroporto para sua viagem entre Chicago e Malé – capital das Maldivas – que era para levar em torno de 18 horas, mas como houveram alguns problemas mecânicos e questões climáticas, levou muito mais tempo do que o imaginado.
   Depois de todos os atrasos possíveis e imagináveis, chegaram em Malé e devido a mais alguns imprevistos, conseguiram embarcar em um hidroavião apenas no dia seguinte, para uma viagem de 2 horas até a Ilha onde a família Callahan já os aguardava.
   Mick era o piloto que os levaria até a casa de verão. Eles embarcaram e seguiram viagem. Em determinada altura do trajeto, Mick começou a se sentir mal e disse que seria necessário um pouso de emergência. Pediu para que Anna e TJ colocassem o colete salva-vidas e sentassem em suas poltronas.
   Porém, ele desmaia antes de conseguir pousar e Anna corre para tentar acudi-lo, mas já é tarde, Mick está morto e o hidroavião cai no mar. Por causa dos coletes salva-vidas, Anna e TJ boiam e a maré os leva, depois de algum tempo, para uma ilha.

   A partir daqui, deixo sua curiosidade aguçada procurar ler Na Ilha e depois me contar o que achou... São 288 páginas de muita emoção, aventura e amor.

   Aproveito para desejar um 2014 maravilhoso para todos os que acompanham meus posts.

   Beijos e abraços!!!!!!

domingo, 8 de setembro de 2013

Você Pode Curar Sua Vida



Terminei de ler este livro que é de Louise L. Hay, uma semana antes do meu aniversário. O comprei depois de alguns meses sem adquirir novos títulos... ele foi uma indicação, se não estou enganada, da minha terapeuta, pessoa da qual sinto saudades. É muito bom receber altar (isso aconteceu em janeiro deste ano) mas às vezes parece que sentimos a necessidade de algumas novas sessões. Mas e tempo? E coragem?  ...

Bom, mas o assunto aqui é o livro. Confesso que comecei sua leitura com uma grande expectativa, afinal, sem o conhecer, acabei o comparando com a Lei da Atração, que certamente foi um livro que mudou a minha vida. Mas este não, sei lá, me decepcionei, esperava mais.  Ele tem alguns momentos altos, atividades práticas, mas parece que não me envolveu, não me envolvi.

Ele fala de todos os campos de nossa vida e de como devemos agir para que as coisas sejam positivas. E falando em positivo, uma coisa que considerei interessante e válida neste livro foi que ao final de cada capítulo havia um tipo de mantra que se inicia da seguinte maneira: “Na infinidade da vida onde estou, tudo é perfeito, pleno e completo...” e continuava, abordando o assunto daquele momento, o tema daquele capítulo. E a finalização deste mantra também era sempre o mesmo: “Tudo está bem no meu mundo”. Afirmações que com certeza podem mudar seu dia, se repetidas com frequência. 

Outro ponto que considerei positivo foram os mantras a serem ditos “milhares”  de vezes ao dia: “eu me aprovo: amo e aprovo a mim mesmo exatamente como sou”!

Acredito que a essência deste livro e seus exercícios, esteja na repetição que faz com que aquela frase, aquele mantra, se torne uma verdade em nossas vidas, e passemos a praticá-la.

Confesso que para mim não funcionou muito bem, espero que possa funcionar melhor com vocês.

Boa noite, bons sonhos e boas reflexões às todos!!!!!!

Texto escrito na madrugada de 06 para 07/09/2013.

domingo, 7 de julho de 2013

A Travessia



Indicação de Livro

E lá vamos nós para a indicação de mais um livro.
Confesso que estava um tanto receosa de lê-lo, e não sei explicar o por que, ou melhor, não sabia, até iniciar sua leitura.
O livro em questão é “A Travessia” de William P. Young, o mesmo autor de “A Cabana”.
O livro é simplesmente um tapa bem dado na cara das pessoas que pensam apenas no trabalho e em si mesmas, em detrimento de todo o resto.
No decorrer da leitura me vi em tantas das situações egoístas protagonizadas por Tony que realmente me assustei. Foi um momento de reflexão, de pensar no rumo que estou tomando para a minha vida e nas consequências que já tenho recebido em virtude deste comportamento.
Mesmo ao escrever agora, ainda estou assustada, com medo, mas o livro abriu algumas portas e algumas janelas que estavam bem trancadas ou que eu acho que estavam é emperradas mesmo e agora estou tomando cuidado com a manutenção delas, ainda um pouco atrapalhada e sem jeito, mas sei que posso e vou melhorar.
Na capa do livro tem uma frase com a qual eu refletia todas as vezes que pegava o livro para ler: “Espero que este livro incentive você a ter conversas sinceras sobre a vida, Deus e o amor. E que consiga curar a sua alma”.
O processo de cura da alma é tão doloroso, ele sangra e por muitos momentos, a vontade é desistir, pois enquanto não se mexe, não há dor, não há sangramento.
Ainda existem muitas “curas” a serem feitas em minha vida, mas acho que agora estou no caminho certo apesar do medo arrebatador que aperta o meu coração toda vez que penso a respeito disso.
Enfim... a orelha do livro nos diz:
“Esta é uma história sobre as escolhas que fazemos e a maneira imprevisível como elas afetam não só a nossa vida, mas também o coração e o mundo das pessoas à nossa volta. É sobre sermos convidados pelas circunstâncias a examinar quem somos e, talvez, a abraçar as escolhas que fizemos e suas consequências – em vez de fugir delas.
O extraordinário se esconde nas coisas mais simples, mas a maioria das pessoas está ocupada demais perseguindo ou alcançando o sucesso, sem se preocupar com o alto preço que terá que pagar, sacrificando os relacionamentos e aquilo que realmente importa em nome de ilusões.
Como A Cabana, espero que A Travessia toque o que existe de mais profundo em você, que o incentive a ter conversas sinceras sobre a vida, Deus e o amor. E que consiga curar parte do que este mundo e as circunstâncias possam ter danificado no precioso milagre que é a sua alma. Vamos torcer juntos para que sim”.
Uma das partes que mais me marcou no livro foi: “Grande parte do que você precisa perdoar nas outras pessoas, e especialmente em si mesmo, é a ignorância que machuca. Não é só de propósito que as pessoas magoam umas às outras. Na maioria das vezes, elas simplesmente não sabem agir de outra forma. Não sabem ser algo diferente, algo melhor”. (página 70)
Espero que ele possa abrir os seus olhos, como abriu os meus!
Boa leitura e depois, me contem o que acharam!!!!!