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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Bike Beer com Bike SJP

E esse final de semana eu vivenciei a minha primeira Bike Beer... sim, primeira pois eu quero ir em outras, hehe!

Eu simplesmente amei!

Foram mais de 60 ciclistas, 4 cervejarias, quase 34 km! Pedal de dia todo, lugares lindos dentro de São José dos Pinhais que eu ainda não conhecia.



Saimos do Mc Donalds de São José, de manhã (um pouco depois das 9h), rumo a primeira cervejaria, a Nut Bier Pub e Cervejaria. Fomos muito bem recepcionados pelos donos,  e a cerveja que eu tomei, de trigo, era bem saborosa.



Lá ficamos um bom tempo, o pessoal degustou, juntamente com a cerveja, porções diversas... foi um momento de descontração, bater papo, dar risada. Teve até sorteio de brindes, mas não ganhei nada.

Depois, seguimos para a Vitis, que na realidade é uma vinícola, mas que possui um vasto cardápio de cervejas artesanais... encontrei até as deliciosas Bodebrown por lá. Lá decidi não tomar nada, ficamos só de papo e na hora do sorteio, não é que eu ganhei uma cerveja?! A cerveja do Papito hehe... será que é boa? Não sei... mas já coloquei ela pra gelar e assim que descobrir conto pra vocês.




De lá rumamos para a Vosgerau, a única cervejaria que eu já conhecia de passar na frente sempre que vamos para o Morango com Nata hehe! Lá tomei uma viena, deliciosa... suave, saborosa, super recomendo.

Lá também rolou sorteio e até distribuição de salame tradicional da região.

Por fim, rumamos para o centro de São José dos Pinhais, na Sapopema... onde haviam várias opções de cerveja para degustar, porém, tive uma baixa de açúcar no sangue pois o sol estava judiando da gente... e lembrando que já passava das 15h, então fiquei na coca mesmo hehe.... e lá almoçamos... food truck, um sanduiche gostoso!



Foi um pedal de dia todo praticamente, pois já eram 16h30 quando cheguei no Mc Donalds para buscar o meu carro. Só eu e mais um rapaz voltamos para lá, não sei se na dispersão, todo mundo que tinha deixado o carro lá já tinha ido buscar, ou se ainda estavam lá na Sapopema. Enfim... bike no transbike e partiu casa... rumo a um banho revigorante e descansar que temos a semana toda pela frente.

Mas, o que dizer desse pedal? Foi um pedal incrível, divertido... o melhor foi encarar novos rumos dentro de São José dos Pinhais, com muitas subidas e descidas em estrada de chão.... sempre contando com a parceria dos outros bikers, mesmo aqueles que não nos conhecem, como o homem que fez a gentileza de arrumar a minha corrente que soltou numa subida tensa (pra dizer o mínimo)... mas a pessoa aqui vai trocar a marcha na hora errada, dá nisso... o importante é que não arrebentou.

Parceria da Lu Maia e do Tiuzão, companheiros de outras aventuras e que estão firmes nos pedais também, para nossa alegria.

Enfim, foi um pedal incrível, e o melhor é que o Japa já está pensando em fazer outro hehe... isso é bom demais! =D

Bora lá, fazer uma integração de grupos, pedalar, rir, se divertir, fazer novos amigos e de quebra ainda cuidar da saúde.
 
E vocês, conhecem essas cervejarias? Já pensaram em ir até elas de bike? Vamos conversar?


Bjo bjo

quinta-feira, 19 de maio de 2016

9ª Caminhada na Natureza

E neste domingo, a convite dos amigos da Tribo, eu resolvi sair da minha zona de conforto (e levar minha mãe junto) e no lugar de pedalar, eu fui fazer uma caminhada, mas não foi uma caminhada qualquer, foi uma caminhada na natureza, lá em São José dos Pinhais, na Colônia Mergulhão, no Caminho do Vinho, pelo que eu entendi, um evento organizado pela Prefeitura de São José dos Pinhais e Emater.

Só sei que eu levantei às 6 horas da manhã em pleno domingo para caminhar quase 13 km entre as propriedades do Caminho do Vinho... não vou negar pra vocês que foi super cansativo, pois pedalar exige bem menos, mas também foi extremamente gratificante. 

Primeiro porque eu estava na companhia da minha mãe, segundo porque eu estava na companhia de novos amigos, pessoas de bem e que tem feito muito bem pra mim, terceiro porque eu estava em contato com a natureza. E mesmo com todo aquele frio, foi lindo, hehe... e gente, tinha muita, muita, muuuuuita gente lá... e tudo super organizado. Com direito a um mega café da manhã, aquecimento com alongamento, paradas estratégicas no caminho para abastecer nossas garrafinhas de água, repor nossas energias com bolos e salgados, e também, para carimbar o nosso crachá, o que eu achei o máximo, hehe! 

E assim foram 5.250 metros até a primeira parada, para o primeiro carimbo, no Frutos da Terra... depois, no segundo ponto, 8.050 metros, no Coral Belvedere.... depois 9.500 metros na parada da Emater.... o quarto ponto de carimbo foi na Cantina Della Mamma Cuore D’Italia, com 12.650 metros e por fim, o carimbo final, retornando ao nosso ponto de partida, na Capela Nossa Senhora da Imaculada Conceição, com 12900 metros, ou seja, quase os 13 km, ufa!


E pra finalizar com chave de ouro, ainda teve almoço de igreja... quer coisa melhor que isso?! A mãe já disse que quando tiver outra dessas, ela quer ir, hehe... e eu também,  confesso!

Me cansei bastante, não vou negar, até ganhei algumas bolhas nos pés, e não consegui ir à hidro na segunda-feira, mas era um cansaço gostoso, de dever cumprido, de satisfação, então foi bom... e eu quero repetir. E que venham mais caminhadas na natureza então!

Já fiquei sabendo que em junho haverá outra... com certeza estarei por lá.... bora caminhar, pois assim ainda ajudo a ganhar resistência para encarar o Braves de dezembro (meeeedo, hehe). Mas sobre isso eu falarei outro dia.

Compartilho com vocês algumas fotos deste dia delicioso....



 






Mas e vocês, já fizeram essas caminhadas? Curtem? Vamos conversar?

Bjo bjo

sábado, 9 de maio de 2015

Denorex 80 com Alexandre Nero



E cá estou eu para escrever sobre algo que não escrevo há muito tempo, e não escrevo pois não tenho mais feito isso... não tenho mais ido a shows... 

E como foi bom... primeiro porque Denorex 80 é uma banda completa e com Alexandre Nero de brinde, podemos dizer que foi perfeito.

O show foi no dia 25 de abril, no Master Hall, que estava super, ultra, mega, ninja, power lotado, mas super organizado, é muito importante dizer.

Mas é importante fazer algumas ponderações também: o show demorou para começar, passou em muito do horário que estava marcado o seu início (olha a velha que não aguenta mais ficar muito tempo em pé falando hehe) e volta e meia eles esqueciam as letras das músicas... tudo bem que eram músicas antigas, mas este é o repertório deles, então, isto não poderia acontecer. Quero crer que era a emoção, hehe. Mas deixando isto de lado, foi realmente bom demais.

O show teve praticamente 4 horas, e eles fizeram com que eu revivesse toda a minha infância e adolescência... A companhia foi ótima também, pessoal animado e de alta qualidade hehe!


 Na foto faltam algumas pessoas, é importante registrar! =)

Enfim, a noite foi linda, divertidíssima, regada a muitas risadas e boas lembranças, passinhos de dança e no final da noite, ou seria o início da manhã, uma dor infinita nos pés hehe! Mas assim, fazia muito tempo que eu não me divertia tanto e tão verdadeiramente... sabe assim, sem pensar em nada, tipo como se não houvesse amanhã? Por isso foi tão perfeito!


Para os leitores que não são de Curitiba e não conhecem, segue a descrição que está no facebook da banda: 

Denorex 80 foi criada em 2003 por Alexandre Nero, Gilson Fukushima e Ze Loureiro Neto, imediatamente se juntaram ao grupo, Sérgio Justen, Jorge Falcón, Maurício Vogue, Jana Mundana e Rosana Stavis.

A estréia aconteceu em 22 de março de 2003, na Sociedade Ucraniana, durante a entrega do Troféu Poty Lazarotto, prêmio concedido pelo Café do Teatro aos melhores das artes cênicas daquele ano.

Já no segundo show, no Café Pagu, que funcionava na Sociedade Portuguesa, formou-se uma enorme fila de espera de mais de duas horas e muitas pessoas não conseguiram entrar para ver o show. Depois disso, houve várias temporadas no antigo Cine Bar, em frente ao Passeio Público, também com filas que davam a volta no quarteirão.

Daí pra frente foram muitas viagens e muitas temporadas divertindo o público curitibano e também de todo o sul e sudeste do país.

Se a vida começasse agora, faríamos amor de madrugada, navegando no teu mar, exagerados, jogados a seus pés, encontrando a fórmula do amor, fazendo serão extra, voltando pra casa, ligeiramente grávidos, muito estranhos, unidos venceremos a semente do mal. Entendeu? Não???

Não tem problema, o DENOREX 80 é assim mesmo. Desde que surgiu, em 2003, a banda chacoalha os "pilares" da sociedade curitibana com suas performances hilariantes e atrevidas. Tudo isso tendo como pano de fundo os maiores sucessos dos anos 80, uma década que alguns ranzinzas insistem em chamar de "a década perdida", mas que revolucionou os costumes e a maneira de fazer e mostrar arte no Brasil.
DENOREX 80 - A banda que parece mas não é!

Mas é isso pessoal... me contem, vocês foram no show? Conhecem a banda? Vamos conversar?

Bjo bjo

sábado, 5 de julho de 2014

Extraordinário

Hoje terminei de ler ao livro Extraordinário, de R. J. Palacio e só tenho a dizer que ele é realmente extraordinário... como um menininho com um problema tão sério (fisicamente falando), pode ver a vida de uma maneira tão leve.

Este livro trata de bullying, em uma criança graciosa, mais que especial...


Só para vocês sentirem a história, transcrevo dois parágrafos do primeiro capítulo (p. 11):

“Mas agora meio que já me acostumei com minha aparência. Sei fingir que não vejo as caretas que as pessoas fazem. Nós todos ficamos muito bons nisso: eu, mamãe e papai, a Via. Na verdade, retiro o que disse: a Via não é tão boa. Às vezes ela fica muito irritada quando fazem algo grosseiro. Por exemplo, naquela vez no parquinho, quando uns garotos mais velhos fizeram alguns barulhos. Nem sei que barulhos eram, porque eu mesmo não ouvi, mas a Via escutou e simplesmente começou a gritar com eles.
Esse é o jeito dela. Eu não sou assim.
Ela não acha que eu seja comum. Diz que acha, mas, se eu fosse comum, ela não precisaria me proteger tanto. Mamãe e papai também não me acham comum. Eles me acham extraordinário. Talvez a única pessoa no mundo que percebe o quanto sou comum seja eu”.

Ou seja, para August.... mais conhecido como Auggie, ele era um menino normal, mas em função de um problema que tem um nome imenso (sua irmã, Via, diz no decorrer do livro: “Ouviram que August tinha o que parecia um tipo de ‘disostose bucomaxilofacial previamente desconhecida causada pela mutação de um autossomo recessivo no gene TCOF1, localizado no cromossomo 5, complicada por uma microssomia hemifacial característica do espectro óculo-aurículo-vertebral’” p. 110-111). Entenderam o que Auggie tem? Pois é, nem eu hehe...

O livro tenta descrever sua imagem... mas cada um imagina como quer e esta é a parte boa da leitura, pois mesmo em Auggie conseguimos nos enxergar.

A questão é que até a quinta série, ele estudou em casa. Sua mãe era sua professora... pois tanto ela quanto o seu pai, tinham medo de colocá-lo numa escola e de tudo que isso poderia significar para a integridade do seu menino.

Mas chegou um momento que sua mãe entendeu que era hora de deixar de protegê-lo tanto e deixá-lo viver sua vida como todos os outros meninos da sua idade.

De início, o pai também não gostou da ideia, mas acabou concordando...

E como vocês podem imaginar, as primeiras semanas, não não, os primeiros meses do Auggie na escola não foram exatamente do jeito que ele queria... as outras crianças tinham medo dele. Mas o diretor da escola era alguém muito sábio e com a ajuda de alguns alunos, conseguiram, em partes, fazer a integração de Auggie com a sua turma e com o colégio... mas como sempre tem um ‘espírito de porco’ em todo lugar, o aluno Julian tratou de fazer da vida dele e de quem resolveu ficar ao seu lado, um pequeno inferno.

Mas Auggie é uma criança iluminada e consegue, com seu jeito doce e agradável, conquistar as pessoas e mostrar o valor da gentileza, que é objetivo principal deste livro.  Assim, no final do ano, na formatura da quinta série, o Sr. Buzanfa, diretor do ensino fundamental, fez um discurso muito lindo, onde enfatizou que este foi o ano em que a gentileza prevaleceu naquela escola e que ele estava muito feliz com isso... ele diz:

“ – Mas a melhor maneira de medir quanto vocês cresceram não é por centímetros, nem por quantas voltas conseguem dar na pista, ou mesmo por sua média de notas, embora essas coisas, sem dúvida, sejam importantes. A melhor medida é o que vocês fizeram com seu tempo, como escolheram passar os dias e quem cativaram. Para mim, essa é a melhor medida do sucesso. Há uma frase maravilhosa em um livro de J. M. Barrie... e não, não é Peter Pan, e não vou pedir que batam palmas se acreditam em fadas... [...] – Mas em outro licros de J. M. Barrie, chamado O Pequeno Pássaro  Branco, ele escreve... [...] ‘Vamos criar uma nova regra de vida... sempre tentar ser um pouco mais gentil que o necessário?’” (p. 302)

E é isto pessoal... pois como todos sabemos, porém nem sempre praticamos: gentileza gera gentileza!!!!

Às vezes me sinto como ele nesta vida... diferente, fora do contexto... ainda bem que alguns seres especiais que fazem parte da minha vida me mostram que este deslocamento é só temporário e que na realidade, assim como Auggie, eu tenho o meu lugar no mundo.

Então leiam este livro EXTRAORDINÁRIO e pratiquem + gentileza! 


Boa noite e boa leitura!!! ^^

domingo, 7 de julho de 2013

A Travessia



Indicação de Livro

E lá vamos nós para a indicação de mais um livro.
Confesso que estava um tanto receosa de lê-lo, e não sei explicar o por que, ou melhor, não sabia, até iniciar sua leitura.
O livro em questão é “A Travessia” de William P. Young, o mesmo autor de “A Cabana”.
O livro é simplesmente um tapa bem dado na cara das pessoas que pensam apenas no trabalho e em si mesmas, em detrimento de todo o resto.
No decorrer da leitura me vi em tantas das situações egoístas protagonizadas por Tony que realmente me assustei. Foi um momento de reflexão, de pensar no rumo que estou tomando para a minha vida e nas consequências que já tenho recebido em virtude deste comportamento.
Mesmo ao escrever agora, ainda estou assustada, com medo, mas o livro abriu algumas portas e algumas janelas que estavam bem trancadas ou que eu acho que estavam é emperradas mesmo e agora estou tomando cuidado com a manutenção delas, ainda um pouco atrapalhada e sem jeito, mas sei que posso e vou melhorar.
Na capa do livro tem uma frase com a qual eu refletia todas as vezes que pegava o livro para ler: “Espero que este livro incentive você a ter conversas sinceras sobre a vida, Deus e o amor. E que consiga curar a sua alma”.
O processo de cura da alma é tão doloroso, ele sangra e por muitos momentos, a vontade é desistir, pois enquanto não se mexe, não há dor, não há sangramento.
Ainda existem muitas “curas” a serem feitas em minha vida, mas acho que agora estou no caminho certo apesar do medo arrebatador que aperta o meu coração toda vez que penso a respeito disso.
Enfim... a orelha do livro nos diz:
“Esta é uma história sobre as escolhas que fazemos e a maneira imprevisível como elas afetam não só a nossa vida, mas também o coração e o mundo das pessoas à nossa volta. É sobre sermos convidados pelas circunstâncias a examinar quem somos e, talvez, a abraçar as escolhas que fizemos e suas consequências – em vez de fugir delas.
O extraordinário se esconde nas coisas mais simples, mas a maioria das pessoas está ocupada demais perseguindo ou alcançando o sucesso, sem se preocupar com o alto preço que terá que pagar, sacrificando os relacionamentos e aquilo que realmente importa em nome de ilusões.
Como A Cabana, espero que A Travessia toque o que existe de mais profundo em você, que o incentive a ter conversas sinceras sobre a vida, Deus e o amor. E que consiga curar parte do que este mundo e as circunstâncias possam ter danificado no precioso milagre que é a sua alma. Vamos torcer juntos para que sim”.
Uma das partes que mais me marcou no livro foi: “Grande parte do que você precisa perdoar nas outras pessoas, e especialmente em si mesmo, é a ignorância que machuca. Não é só de propósito que as pessoas magoam umas às outras. Na maioria das vezes, elas simplesmente não sabem agir de outra forma. Não sabem ser algo diferente, algo melhor”. (página 70)
Espero que ele possa abrir os seus olhos, como abriu os meus!
Boa leitura e depois, me contem o que acharam!!!!!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Feliz Dia do Amigo


Hoje, 20 de julho, é considerado o Dia do Amigo!
Recebi este email de um colega de trabalho.... mensagem curta, simples, mas de muita verdade.

Apreciem!


O importante da amizade não é conhecer o amigo; e sim saber o que há dentro dele!...



Cada amigo novo que ganhamos na vida, nos aperfeiçoa e enriquece, não pelo que nos dá, mas pelo quanto descobrimos de nós mesmos. Ser amigo não é coisa de um dia. São gestos, palavras, sentimentos que se solidificam no tempo e não se apagam jamais. O amigo revela, desvenda, conforta.É uma porta sempre aberta em qualquer situação. O amigo na hora certa, é sol ao meio dia, estrela na escuridão. O amigo é bússola e rota no oceano, porto seguro da tripulação. O amigo é o milagre do calor humano que a amizade opera no coração (Cecilia Antunes).


Feliz Dia do Amigo para todas as pessoas que são realmente minhas amigas e para todas aquelas que estão se tornando.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Fragmentos sobre Festas, Eventos, Reuniões entre Amigos, etc...



"Receber é uma experiência agradável, pois permite fazer novas amizades, reunir pessoas que têm os mesmos interesses e que querem proporcionar aos amigos momentos agradáveis e [...] divertir-se muito. Os grandes anfitriões são os que mais se divertem em suas próprias festas. Abrir as portas para os amigos, acolhê-los é, no fundo, um ato de amor. Se tens um verdadeiro amigo, tens-te duas vezes a ti mesmo (FREITAS, 2001, p. 49)



* Retirado do livro Cerimonial e Etiqueta: Ritual das Recepções