terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Viagem de Férias... Argentina parte 1



Hoje começo a contar para vocês tudo sobre a minha viagem à Argentina. Posso dizer que esta é a minha primeira viagem para lá, pois em dezembro/2012 fui até as Cataratas do lado argentino, mas isso não conta né?! Hehe....

Então, dia 02 de janeiro embarquei em Curitiba para um voo direto até Buenos Aires, 2 horinhas de viagem, uma MARAVILHA. Lá chegando, passar pela imigração e bem vinda à Argentina. O Diego, esposo da minha prima Alessandra, já estava nos aguardando no saguão do aeroporto. Eles moram em Tigre, cidade que fica a 30 minutos de BA.

Segundo o site argentina.travel, Tigre é a porta de ingresso ao Delta do Paraná, destino privilegiado para desfrutar do rio, da natureza, o esporte, o lazer, o descanso e a aventura, oferecendo a possibilidade de realizar eventos muito originais.

Local escolhido pelas empresas para desenvolver reuniões num âmbito distendido, deixando de lado o estresse e a monotonia. A tranquilidade e a exuberante natureza do local criam uma atmosfera propícia para celebrar novos negócios e planejar e fortalecer os vínculos entre as pessoas.

Além disso, Tigre oferece o âmbito ideal para realizar eventos esportivos e culturais, entre os que se destacam a apresentação do Rally Dakar na Argentina que teve um público de mais de 15.000 pessoas e do Campeonato Argentino de Jet Ski.

A cidade oferece uma enorme variedade de salões para celebrar tanto eventos sociais como corporativos e uma oferta hoteleira que dispõe de 1.000 leitos distribuídos no setor continental e no Delta. Em breve, vão abrir um novidoso hotel flutuante.

Outra opção interessante na hora de realizar eventos originais são os catamarãs, que oferecem salões fechados e cobertos com serviço gastronômico a bordo.

Sua acessibilidade, sua moderna imagem urbana e a ampla oferta de serviços, enquadradas num âmbito natural, são atributos que fazem de Tigre um destino de primeira linha, que brinda excepcionais oportunidades para realizar eventos únicos.

A cidade oferece inúmeros atrativos, desde casarões de alto valor patrimonial, símbolo de seu esplendoroso passado, até uma oferta de museus de grande interesse e as pitorescas ilhas, com grande variedade de fauna: mais de 170 espécies de aves e segundo a temporada, podem se encontrar diversidade de peixes como o pacu, surubim, peixe-rei, bagre, cuiú-cuiú, mandubi e velha da água (loricaria vetula).

O modo particular de vida dos povoadores deslumbra a argentinos e estrangeiros, e é reconhecido como um ponto obrigatório para quem visita Buenos Aires.

Desde a Estação Fluvial de Tigre partem serviços regulares de lanchas coletivas e privadas para os diferentes rios e córregos, permitindo o translado de ilhéus e turistas.

Devido às suas características, Tigre é um destino ideal para ser visitado durante o ano todo, onde podem ser feitas atividades como wakeboard e esqui aquático, saídas de canoa e botes de remo e, caiaque nos rios e córregos do Delta de Tigre.

O remo é um esporte tradicional da cidade, cuja prática na zona começa para finais do século XIX quando nasceu o Buenos Aires Rowing Club. Na atualidade, Tigre conta com mais de 15 clubes dedicados à sua prática e na Pista Nacional de Remo, são feitas periodicamente competências nacionais e internacionais deste esporte.

Também pode se praticar trekking, passeios a cavalo ou de bicicleta e outras atividades na natureza como observação de aves e astronômicas.

Ao longo dos rios Tigre e Luján se abre o animado circuito costeiro Passeio Vidal Molina e Passeio Victorica onde estão localizados os estabelecimentos gastronômicos, clubes de remo e vários museus.

Respeito da oferta de museus, o Museu de Arte Tigre -cartão-postal tradicional da cidade-, é uma maravilha arquitetônica com majestosos interiores e espaços exteriores inspirados nos principais jardins europeus. Fica num imponente edifício que antigamente fora sede do Tigre Club, fundando em 1910, um clube social da classe alta durante a belle eqoque argentina. Em 1927 foi instalado ali um cassino com a primeira roleta do país, e posteriormente o prédio foi declarado de interesse patrimonial histórico para se estabelecer em 2006, como museu.

O Museo Naval de la Nación, onde funcionaram as primeiras oficinas da marinha do país, apresenta aos visitantes mais de 200 modelos a escala, cartografia antiga e instrumental náutico.
Outros museus destacados são: o Museu do Chimarrão (uma das bebidas mais populares dos argentinos), o Museu da Guarda Costeira, a Casa Museu Sarmiento no Delta de Tigre e o Museu da Reconquista num casarão estilo colonial que albergou a Santiago de Liniers e seu exército enquanto planejava a reconquista de Buenos Aires.

Um dos locais mais visitados é o tradicional Porto de Frutos, que durante os finais de semana recebe milhares de pessoas que se aproximam procurando todo tipo de objetos típicos do Delta, como artigos em madeira, pedras, juncos, vime, canas, assim como frutas, verduras e outros produtos típicos da zona. Desde ali partem lanchas e catamarãs que realizam excursões pelas ilhas do Tigre

Nos locais como Passeio Victorica ou o Porto de Frutos há restaurantes, churrascaria e pizzarias que convidam a experimentar suas variadas especialidades. Também no Delta do Tigre há um leque de opções gastronômicas, restaurantes gourmet ou de comidas autóctones à beira do rio, locais aconchegantes com as melhores vistas.

A zona de Nordelta é destacada pela sua requintada oferta culinária: cozinha irlandesa, sushi, churrascaria e cozinha de autor são só algumas das alternativas.

Algumas atividades recreativas que podem se desfrutar em Tigre são seu Cassino, que tem 76 mesas de jogo, 7 áreas gastronômicas e um teatro onde se apresentam espetáculos de primeiro nível, e o Parque da Costa, o parque de diversões temática mais importante da América do Sul, que oferece 70 atrações para toda a família juntamente com a mais ampla gama de espetáculos teatrais ao vivo.

No entorno único da tranquilidade do Delta pode se desfrutar de tratamentos e técnicas de relaxamento nos exclusivos estabelecimentos que oferecem estes serviços para renovar corpo, mente e espírito (http://legacy.argentina.travel/pt/reunioes/tigre/4141).

Mas continuando sobre a viagem, no dia da chegada, fomos dar uma volta pelo entorno da casa da Ale e do Diego... a casa deles fica a duas quadras do rio que circunda boa parte da cidade e lhe dá o nome. A imagem é simplesmente fantástica. Mais uma daquelas vistas que apenas estando lá para se compreender a emoção de conhecer.

Tentamos visitar o Museu de Arte, mas pelo adiantado da hora já estava fechado.

A casa da Ale e do Diego é uma atração a parte, uma arquitetura tradicional e muito charmosa.


No dia seguinte, passeamos pelo entorno do rio, visitando o Museu que tanto pelas suas obras quanto pela sua arquitetura, é belíssimo.
 


 
 
A tarde, formos passear pelo Porto dos Frutos, cheio de artesanatos e produtos locais, além de frutas e verduras. Lá aproveitamos para almoçar (delícia) e depois fizemos um passeio de barco pelo Rio Tigre e suas ilhas, que são muuuuuuitas. Durante o passeio, passamos em frente a casa do ex-presidente Domingo Sarmiento, que está dentro de uma armação de vidro para mantê-la conservada. Pelo que deu para entender das informações faladas no barco, lá funcionou a primeira escola fundada por Sarmiento, que entendia que a educação era o caminho para um país melhor. E ele estava certo, não é mesmo?


   

Depois do passeio de barco, que tem duração de mais de uma hora, caminhamos pelo Porto dos Frutos... muitas coisas feitas de vime, madeira, pedras... vontade de levar tudo, ai ai!

A noite fomos para a região de San Telmo, em Buenos Aires. Já que não conseguimos assistir ao show de tango no Cafe Tornoni como era a intenção (é preciso reservar antecipadamente, apenas pessoalmente e pagando, logo, estava lotado), nos instalamos na Plaza Dorrego, em San Telmo, uma praça onde os restaurantes colocam suas mesas e cadeiras em seu centro, e onde também artistas de rua fazem apresentações de tango, dança flamenca e bandas locais. Comemos uma pizza MARAVILHOSA e bora pra casa descansar...



Bom, mas por hoje é isso... logo logo posto o próximo texto sobre esta bela viagem!!!!

Espero que gostem... comentem!!!!!

sábado, 11 de janeiro de 2014

Balanço 2013




O ano de 2013 foi um pouco melhor que 2012 quanto a minha vida cultural... mas não foi assim tão boa quanto deveria e eu gostaria! Vi menos shows do que gostaria, mas li mais livros que em 2012, o que já é bem bom!

Então vamos lá:

            Entre filmes e seriados, assisti 226 (63 a mais que em 2012). Destes, 12 foram no cinema. Agora que voltei a ter carteirinha de estudante (resolvi fazer outra faculdade), talvez volte a frequentar o cinema com mais assiduidade, hehe!

O destaque de filmes foi para alguns, mais que dois desta vez: Bastardos Inglórios (sei que não é do ano passado, mas foi quando o assisti), Somos Tão Jovens, O Tempo e o Vento, Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos e Coco Antes de Chanel (também sei que não é de 2013). Destes, os filmes brasileiros me surpreenderam positivamente no ano que passou. 

O melhor de todos posso dizer que foi O Tempo e o Vento, mas como já escrevi sobre ele, para saber um pouco mais, volte no post de 04 de outubro de 2013.

            Quanto aos livros, foram 18 lidos e um começado (10 a mais que em 2012 – melhorou, \o/), com destaque para “A Lei da Atração – O Segredo Colocado em Prática”, de Michael J. Losier, livro que mudou a minha vida literalmente... hoje sou melhor por causa dele, vejo as coisas de modo diferente por causa dele. Escrevi sobre o mesmo no post de 24 de janeiro de 2013. Outro destaque foi “A Vez da Minha Vida”, de Cecelia Ahern, que também me fez refletir muito sobre o que tenho feito e o que deveria fazer quanto a mim e quanto às outras pessoas e suas influências sobre mim!

            Quanto aos shows, também foram pouquíssimos... Nevilton duas vezes e alguns outros durante a virada cultural de Curitiba, do qual devo destacar o show da Poléxia, cantado em coro por todos que estavam presentes... a Poléxia não existe mais, o que é uma lástima, pois eles são um sucesso.... existe até um grupo de pessoas que está tentando fortemente um: “Volta Poléxia”. Sou totalmente a favor!

            Quanto ao balanço profissional, houveram vários altos e baixos... fui dispensada das minhas atividades profissionais na UniBrasil, o que foi como uma facada no meu coração tendo em vista tudo o que fiz pelo curso (mas a vida é assim e tudo tem um motivo para acontecer). Na Sanepar também houveram muitos altos e baixos, quis sair de lá, ainda quero mudar de área... e assim a banda toca. Quando voltar de férias, volto a procurar outra área... preciso de novos ares naquele lugar, aprender uma nova atividade, ampliar meus horizontes. Achei que daria certo entrar na Facinter para dar aulas, mas me deram expectativas que não se realizaram (eu sei, expectativas são culpa minha, ok). Mas consegui orientações de TCC Empresarial pelo grupo Uninter e hoje trabalho com várias turmas do curso de MBA em Secretariado e Assessoria Executiva, o que me permite manter atualizada e dentro da área que tanto amo.

            Quanto a vida pessoal, um emaranhado de confusões pra variar, hehe... mas uma coisa boa aconteceu. Entrei na academia e consegui emagrecer um pouco, não tudo o que eu gostaria, já que acabei saindo pra começar outra faculdade, mas percebi que com um pouco de empenho, tudo posso. Falando nisso, agora estou cursando o curso de Gestão de Recursos Humanos pela UNIP, para aprender um pouco mais e também, quem sabe, ampliar opções de concursos públicos e áreas de trabalho. 

Como todos os anos, o core deixou a desejar. Por mais um momento achei que havia encontrado alguém especial, mas mais uma vez, me enganei. Terminei o ano sem pensar em ninguém, mas ainda tenho esperanças de que serei feliz no amor (a esperança é a última que morre, hehe). 

Quanto as proposições para 2014, mais uma vez o “emagrecer” (rematrícula feita em 10/01 na academia). Quero viajar mais e mais... (já  fomos no início de janeiro para Tigre e Buenos Aires, na Argentina, mas tenho planos de ir à São Paulo, Rio de Janeiro e, quem sabe, Uruguai). Quero ler mais e ficar menos na internet (no ano passado consegui isso apenas em partes). 

E por fim, ter mais pensamentos positivos que negativos... e irradiar coisas boas para todos. Estar próxima apenas de quem valoriza realmente a minha companhia e deixar de me incomodar tanto com o que os outros falam, pois o que vale mesmo é o que eu penso. 

Bom, acho que é isso... Mas e vocês, como foi o balanço de 2013? E as proposições para 2014? Comentem, compartilhem... 

Beijos, beijos, abraços, abraços!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Na Ilha - Tracey Garvis Graves





   Estou com muitos títulos para ler, e este não seria o próximo, maaaaas, como a dona Grasi insistiu, pulei a fila e comecei a ler Na Ilha de Tracey Garvis Graves no dia 22 de dezembro e terminei 5 dias depois, confesso que não conseguia largar o bichinho.

   Ele conta a história de TJ e Anna.
   TJ é um adolescente de 16 anos, que está em remissão de um câncer e pretende aproveitar tudo o que não pôde da vida enquanto estava doente. Porém, sua mãe acha que é melhor reunir a família numa Ilha das Malvinas para que estejam juntos e que ele aproveite para estudar com uma tutora particular para poder recuperar o tempo perdido e alcançar sua turma na escola.
Anna é uma professora de inglês que encontra-se numa situação pessoal um tanto quanto indefinida e resolve trabalhar como tutora nas férias, para assim ficar longe de John, seu namorado já há 8 anos, que não tem certeza se quer casar e ter filhos, “enrolando” Anna literalmente.
   Suas vidas se cruzam quando os pais de TJ a entrevistam e contratam para ser a tutora de TJ.
   Como ela dá aulas em uma escola pública, e as férias não iniciavam no mesmo período das escolas privadas, não poderia viajar junto com a família Callahan para a ilha, indo alguns dias depois. Quando TJ soube disso, conseguiu convencer sua mãe de que poderia viajar com Anna, podendo assim ficar mais tempo em Chicago e participar da festa que o seu melhor amigo, Ben, estava organizando no final de semana.
   Assim, Anna e TJ se encontraram no aeroporto para sua viagem entre Chicago e Malé – capital das Maldivas – que era para levar em torno de 18 horas, mas como houveram alguns problemas mecânicos e questões climáticas, levou muito mais tempo do que o imaginado.
   Depois de todos os atrasos possíveis e imagináveis, chegaram em Malé e devido a mais alguns imprevistos, conseguiram embarcar em um hidroavião apenas no dia seguinte, para uma viagem de 2 horas até a Ilha onde a família Callahan já os aguardava.
   Mick era o piloto que os levaria até a casa de verão. Eles embarcaram e seguiram viagem. Em determinada altura do trajeto, Mick começou a se sentir mal e disse que seria necessário um pouso de emergência. Pediu para que Anna e TJ colocassem o colete salva-vidas e sentassem em suas poltronas.
   Porém, ele desmaia antes de conseguir pousar e Anna corre para tentar acudi-lo, mas já é tarde, Mick está morto e o hidroavião cai no mar. Por causa dos coletes salva-vidas, Anna e TJ boiam e a maré os leva, depois de algum tempo, para uma ilha.

   A partir daqui, deixo sua curiosidade aguçada procurar ler Na Ilha e depois me contar o que achou... São 288 páginas de muita emoção, aventura e amor.

   Aproveito para desejar um 2014 maravilhoso para todos os que acompanham meus posts.

   Beijos e abraços!!!!!!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Ouro - Chris Cleave

"[...] as voltas mais difíceis são aquelas que você dá depois que a multidão foi embora."



Este livro é do mesmo autor de Pequena Abelha então, quando ganhei-o do meu pai, como presente de aniversário, fiquei muito feliz e pensei: “oba, mais um bom livro, com uma  história interessante e envolvente”.
Como o número de livros para ler é imenso (estou com 17 livros novos), continuei “na ordem” que tinha os tinha comprado ou ganhado. E finalmente chegou a vez de Ouro.

Abri a primeira página com grande expectativa e comecei a leitura... e confesso, as primeiras páginas me decepcionaram tão fortemente, que a minha vontade era parar de ler, desistir. Mas como nunca fiz isso, insisti e pensei, não pode ser ruim, o autor escreve bem, força Melissa, leia.

E assim foi... levei mais tempo do que o normal para lê-lo pois a motivação era menor, mas me esforcei e todo o meu esforço valeu a pena... demora um pouco pra história engrenar, fazer sentido, mas quando faz, é impressionante e envolvente tanto quanto Pequena Abelha.

Enfim, vamos lá, à história do livro: nele, conta-se a história de Kate, Zoe, Jack e Sophie.

Kate e Zoe se conheceram aos 19 anos, quando participaram de uma eliminatória para fazer parte da equipe de talentos do ciclismo de elite. Nesta ocasião, ambas conheceram Jack.

Os três se destacaram aos olhos de Tom, o técnico, e entraram para a equipe. Zoe sempre foi muito determinada e nada além da vitória interessava. Quando percebeu que Kate e Jack estavam se envolvendo, jogou todo o seu charme em Jack para conseguir desestabilizar Kate nas pistas. Com o passar dos anos, Zoe aprende a ler Kate em cada detalhe e usa isto no velódromo para vencê-la. Mas nem suas investidas pesadas conseguiram acabar com o amor de Kate e Jack e eles resolvem se unir. Tom passa a cuidar de Zoe como uma filha para que ela não se sinta tão sozinha. Zoe tem uma história de vida triste que nunca contou totalmente àquelas pessoas que estavam a sua volta e só queriam o seu bem. Ela chegava a ser agressiva quando alguma situação de amor e preocupação por parte de Kate, Jack e Tom chegavam muito próximas a sua zona de proteção.  Para Zoe, só a bicicleta, o ciclismo, o velódromo, a vitória, o ouro era o que importava.

Jack também se destaca e ganha o ouro nas olimpíadas, assim como Zoe. Kate fica em casa, com a pequena Sophie que passou a fazer parte de suas vidas.

Sophie tem 8 anos e é totalmente apaixonada pela saga Guerra nas Estrelas. Seu quarto é todo decorado com o tema e ela vive sonhando acordada (e dormindo) que faz parte da história, que batalha contra Darth Vader e por ai afora. Mas Sophie também tem algo que nenhuma criança gostaria de ter, Sophie tem leucemia e tenta de todas as formas possíveis, disfarçar suas dores e mal estar, para não preocupar seus pais. Kate e Jack se dividem entre treinar para as competições e cuidar de sua filha tão amada.

A partir daqui é melhor não falar mais nada... pois se eu contar, vai perder o sentido e as grandes surpresas do livro.

O que eu tenho a dizer é que mesmo que você o ache chato e cansativo no início, insista na leitura, pois você vai se envolver e querer saber como é que termina a história destas pessoas tão parecidas conosco no final das contas.


domingo, 1 de dezembro de 2013

Como Conviver com Pessoas Tóxicas e Sair Leve Desses Encontros

Recebi este texto semana passada de uma colega de trabalho e acho que vale a pena compartilhar... leiam, reflitam e pratiquem.
Desejo que as pessoas tóxicas se mantenham longe de todos que estimo, mas se não for possível, que consigamos sair leves destes encontros!!!!

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As pessoas tóxicas jogam jogos para roubar a energia que você tem de utilizar para realizar seus sonhos e metas, assim como para viver em harmonia consigo mesmo e com os demais tirando a paz, que é sua por direito, de experienciar e viver.
As pessoas tóxicas, não sabem que são tóxicas - estão doentes e adoecem aos demais, porem não tem consciência de seu grau de toxicidade.
As pessoas tóxicas falam o tempo todo, não valorizam o silêncio, a meditação, a oração - não podem faze-lo porque, como tóxicos, necessitam desesperadamente da energia que você proporciona para que suas vidas possam ter algum sentido e, se você joga o jogo, elas se energizam às suas custas e você cairá completamente desfalecido devido a um intercâmbio energético completamente inadequado e inútil, para a evolução e crescimento pessoal de todos os envolvidos.
Você saberá se está com pessoas tóxicas quando a conversa se baseia em desqualificar, criticar, aberta ou sutilmente, as pessoas presentes ou ausentes, de tal forma a minar a autoestima e o valor da pessoa, pelo menos para o conceito e forma de ver a vida do outro que, obviamente, não coincide de maneira alguma com a sua visão.
As pessoas tóxicas não gostam de aprender através dos demais já que, para eles, não há nada que precisem assimilar; em suas mentes pensam que são os outros que tem de aprender com elas, mesmo quando vivem vidas miseráveis.
As pessoas tóxicas querem harmonia, felicidade, prosperidade e saúde, discutindo, provocando conflitos, falando da infelicidade que as circunstâncias externas provocam em suas vidas, da escassez, da morte, da obscuridade, sem entender que existe apenas um caminho para a evolução pessoal que é através da luz, da boa vontade e do reconhecimento humilde dos erros cometidos para que possam ser corrigidos, dentre outras coisas...
Todos convivemos com pessoas tóxicas, e analisar o grau de toxicidade que nós temos em nossos modelos mentais e de comportamento interpessoal, na maioria das vezes, isto constitui um ponto cego.... é compreender que não temos consciência de que estamos de alguma outra forma contaminados.
Porém, é muito fácil para você saber se está contaminado, observando os sintomas da enfermidade espiritual:
- Perca da paz interior
- Discussões acaloradas fora de todo contexto racional e das boas maneiras.
- Incômodos físicos, dores de cabeça, dores musculares, dores de estômago, enfim, qualquer dor em seu corpo está indicando a desconexão da fonte adequada de energia e a conexão à uma fonte altamente tóxica para sua saúde.
Existem tipos distintos de pessoas tóxicas e graus de toxicidade:
- Os Intimidadores: são as pessoas que discutem, sempre querem ter razão, ameaçam, ofendem verbalmente e, no pior dos casos, partem para a agressão física.
- Os Distantes: te ignoram, te transformam numa pessoa absolutamente invisível, você simplesmente não existe. E, através de uma atitude maquiavelicamente premeditada, te faz sentir um zero à esquerda. Essa é a ideia: roubar sua atenção e energia.
- Os interrogadores: são os críticos audazes disfarçados no que, na atualidade, se denomina "crítica construtiva" porém, no fundo, são habilidosos em destruir pouco a pouco através de um questionamento incessante sobre sua conduta, atos e maneira de ser para roubar sua energia e fazer com que perca o valioso tempo para onde se deve focar na realização de suas metas e objetivos importantes, fazendo com que pareçam irrelevantes, quando realmente não são.
- Os "Pobre de mim..." (vítima) - São aqueles que desde que chegam a um encontro ou reunião, não fazem outra coisa a não ser se lamentar de uma situação pessoal, ou do país, das condições do clima, da economia, dos pobres, dos ricos, do que seja! A ideia, neste caso, é fazer com que você se sinta culpado com sua felicidade e que não se importa com a realidade alheia ( a deles...). Demonstram um estado mental de pobreza e insegurança, impotência diante da vida e das circunstâncias, que não são capazes de assumir em sua totalidade, buscando atenção e carinho, deixando o ouvinte completa e absolutamente sem energia para desfrutar, viver e compartilhar de maneira natural, através de uma troca saudável, construtiva e edificante.
A forma que temos para sair vitoriosos desses encontros tóxicos, é estarmos preparados mentalmente para entender, e compreender, quais são os jogos que estão, ou estamos, jogando e decidir se participaremos ou não.
Assim, cairemos, ou não, em tentação com suas terríveis consequências.
Temos de entender que nossa paz é assunto nosso e não dos demais, que para discutir é preciso duas pessoas e que, no pior dos casos, se sentir que caiu involuntariamente em algum jogo, tomar consciência e sair dele o mais rápido possível com a finalidade de melhorar sua energia e a qualidade do encontro, assim como pedir desculpas, ou perdão, diante de algum impropério ou imprudência, se faz preciso para agir com base na boa conduta e costumes de pessoas civilizadas em uma comunidade que quer prosseguir crescendo e evoluindo em conjunto e fazer dos encontros momentos especiais para a vida e para a boa recordação de momentos compartilhados.
Texto de Maria Tirone