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segunda-feira, 10 de abril de 2017

4 Vidas de Um Cachorro de W Bruce Cameron

E eu comprei este livro na Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, em 2014 e só fui ler agora. E só porque saiu o filme... pois na lista de leitura, ele estava mais pra frente ainda hehe! E também porque a mãe assistiu ao filme e disse que era muito bom, emocionante.



Confesso que até quase metade do livro, eu estava achando a história muito infantil, não estava gostando, mas quando este cachorrinho chegou no sua terceira vida, tudo mudou... aí eu comecei a ver o sentido do livro, o propósito da história, e então eu comecei a me emocionar e a entender o que a mãe queria dizer.

Contar a história seria estragá-la e no final das contas, acho que realmente vale a leitura. Se no começo você achar a história e as vidas deste cachorro meio “boboca”, insista um pouco mais, pois quando você entender, junto com ele, qual era o seu propósito de vida, você vai olhar o seu cachorrinho com outros olhos.  E se você não tem um cachorrinho, pode até ser que queira um depois disso.

Coração está aqui na mão, olhos estão marejados... os cachorros são seres especiais... assim como os gatos, os coelhos... e todos so bichinhos de estimação que temos e nos trazem tantas alegrias incondicionais.

Agora quero ver o filme hehe... ter que correr atrás, pois no cinema já não tá mais.

E vocês, já leram o livro? Viram o filme?
Vamos conversar!

Bjo bjo

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sobre o Feriado...



E neste feriado eu fiz algo diferente... parando de fugir como eu tenho feito no último ano, resolvi aceitar o convite da galera e fui viajar com a Tribo Atlântida.

Fomos para São João da Graciosa... a intenção era subir o Morro de Abrolhos, mas por conta da chuvarada que rolou durante a semana, nossos planos tiveram que ser alterados, mas é quando os planos são alterados que a coisa fica legal.

Quem fez o convite para irmos para lá foi o Leo... para ficarmos na casa de uma amiga dele, e ele mandou fotos do lugar, e baseado nisso várias expectativas foram geradas em mim (e em todos os demais, eu acho), e toda aquela sessão, ir ou não ir, passar frio ou ficar na minha caminha quentinha em casa... oh dúvida cruel! Mas no último minuto do segundo tempo, não, vamos sim, é o que tem pro feriado, algo me diz que eu devo ir, deixa o medo de lado e bora lá!

E pra variar todo aquele atraso já esperado e programado... e mais um atraso não esperado e não programado por causa do show do Wesley Safadão (sim, a gente teve que ir praquele lado da cidade)... e pegar a Estrada da Graciosa na madruga (tenso)... e chegamos na casa da Cleide (nossa anfitriã) às 2h da manhã hehe... quase nada fora do horário previsto.

Mas não tem problema, pois quando chegamos lá, tivemos uma grata surpresa... o lugar era mil vezes melhor do que o imaginado... muito mais surpreendente do que eu sonhava.

A Cleide é uma pessoa iluminada, de uma gentileza, amabilidade e hospitalidade incríveis. Fez questão de que ficássemos na casa dela, sendo que poderíamos muito bem ficar na casa anexa sem problema nenhum... mas enfim, nos ajeitamos nos quartos e na sala... não sem antes conhecer toda a propriedade, mesmo “no escuro”... fomos até a “oca”, onde em tese faríamos a nossa fogueira, que foi ideia abortada num primeiro momento.

Retornando à casa e definindo os cantinhos de cada um, a Cleide nos convidou à lareira e à nos apresentar... contando um pouco de nós para que ela soubesse quem somos e o que fazemos. Mesmo conhecendo quase todos ali, foi tão bom ouvir um pouco sobre os meus amigos... e também conhecer melhor aqueles que ainda não conhecia... foi meio que uma lareiraterapia hehe! Com direito a quentão e pipoca... ah, e marshmallow também. =)

Sei que já era quase de manhã quando fomos dormir...dormi no meio dos amigos Lu e Fabinho e do filhinho do Fábio, o Henrique (a mais “entrona” eu, kkkkkk) – ainda bem que a Lu é ótima e não ligou para o nível de carência master da pessoa aqui - .

Na manhã seguinte levantei e até achei que o povo todo já tivesse se mexido pra fazer a trilha (de tão silenciosa que a casa estava), mas na verdade não, estavam todos começando a despertar.... então, vamos fazer o café da manhã desse povo! O Leo cuidou do “café” e eu dos sandubas da galera (pelo menos de quase todos)!

E mais muitas boas conversas.... e a manhã se foi que ninguém nem viu. E logo já era a hora do almoço e os meninos encararam a cozinha! Leo e Daniel no comando das bocas do fogão, hehe!

E a bóia ficou boa, boa mesmo.... uma super macarronada com molho quatro queijos e palmito! Louco de bom.

Depois de darmos um jeito na cozinha e de mais muita conversa, reflexão, calorões fora de hora, risadas e outras coisitas mais, resolvemos encarar a trilha... pela região ali mesmo, mas a gente achou que seria uma caminhada leve... e aff, teve um momento que a Melzinha aqui entrou em pânico mesmo, pois a coisa ficou tensa, subida nervosa, barrancão pela frente, sobe sobe, força nas pernas, escorrega daqui, escorrega dali.... um alongamento forçado (leia-se tombo) mas vamos lá... muitas mãos ajudando e a gente consegue. E consegue mesmo, pois uma coisa ficou muito clara nessa viagem, eu realmente tenho pessoas ÓTIMAS na minha vida, parceiros de fato. As meninas que já tenho a anos na minha vida eu não tinha dúvidas, mas aqueles que entraram este ano, Carlinha, Leo, Daniel... obrigada, vocês são show de bola!

Acabou que saímos na propriedade de uns vizinhos e de lá pegamos a estrada para ir até um rio que tem uma pequena cachoeira, dentro de um camping. Coisa linda de se ver.... lá absorvemos toda aquela beleza por um tempo e voltamos para o nosso lar temporário.

E como um dos motivos de termos ido foi comemorar o aniversário do Leo, enquanto uns conversavam na rede, outros organizavam a festinha.... bolo de abacaxi como o aniversariante pediu, bexigas e muito barulho!!!!! =)

E assim a noite veio, e mais conversa... e finalmente a tão desejada fogueira aconteceu... e muitas boas conversas (sim, o que mais rolou foi conversa... ou comida, não sei, hehe), e troca de experiências, pão de alho e marshmallows, hehe!

Gente, como eu comi.... e como eu ouvi.... e como eu aprendi.... e como ficou claro o encerramento de um ciclo e o início de outro.... e como foi bom ter ido!

E eu não queria ir embora...tanto que era pra ir na quinta a noite e acabamos voltando na sexta quase na hora do almoço, hehe!

De fato, ficou claro que foi muito bom ter ido, pois além de constatar que realmente tenho bons amigos e que os novos são muito bons também, consegui enxergar algumas coisas que eu não queria, esclarecer outras.... colocar as coisas no seu devido lugar, sabe como?! Coisas que eu ouvi que nem eram para mim, mas que serviram... realmente um ciclo encerrado.
Espero que o que se inicia seja mais leve, que eu consiga dar conta do que vêm por ai, e que eu possa contar sempre com a companhia dessa turma do barulho que é ÓTEMA! Hehe...

Valeu IIIbo, vocês são D+!!!!!

Abaixo algumas fotinhos dos bons momentos vividos.


 

 

 
 

 

 

domingo, 15 de junho de 2014

Os Homens são de Marte e é pra lá que eu Vou

Na sexta-feira retrasada fui ao cinema assistir a este filme: Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou. Fui sozinha, pois não encontrei companhia... filme brasileiro e o povo ainda tem um certo preconceito... preconceito este, inclusive, injustificado, pois o cinema nacional tem produzido ótimos filmes.

É interessante citar que o filme é uma adaptação da peça de teatro com o mesmo nome, que ficou em cartaz por 8 anos e teve mais de 1, 5 milhão de expectadores.

Mas enfim, já no começo me identifiquei, pois Fernanda, a personagem principal, eterna buscadora do amor, do homem “perfeito”, solta essa: “agora, bastou ser educado comigo que eu apaixono”.... e também, outra coisa com a qual eu me identifiquei é que toda vez que ela conhecia um homem, ela dizia, “agora vai, eu to sentindo”.... eita vida, ai ai!
Mas vamos lá para a história... Fernanda é uma mulher de 39 anos, sócia de uma empresa que organiza casamentos... triste ironia, já que ela não tem muita sorte no amor por assim se dizer.
No decorrer do texto ela se envolve com diversos homens, de idades e comportamentos distintos, mas nenhum que realmente queira algo sério e que a respeite como mulher e pessoa em si.
Quando Fernanda acha que para ela não existe mais chances, ela conhece Tom, arquiteto que está fazendo uma reforma no seu prédio e que também é conhecido do seu sócio, tanto que ela acha que Tom é um caso do seu sócio.
Depois de um casamento que acaba não dando certo, eles saem para beber e se distrair e encontram Tom no bar, assim que o mal entendido sobre a opção sexual do “rapaz” é esclarecida, eles parecem se interessar um pelo outro, mas diferente de todos os outros homens que ela conhece, desta vez, Fernanda resolve se comportar de forma diferente... e não é que dá certo?
O que ela diz? Resolvi escolher e deixar de ser escolhida... AMEI!
Serve de lição... quem sabe assim eu consiga “desencalhar” hehe... porque olha, tá difícil a coisa pro meu lado....

Enfim, assistam, é um filme divertido, bom para relaxar e dar boas risadas... só, ou acompanhada(o).


Abaixo o trailer para vocês sentirem o clima...

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Na Ilha - Tracey Garvis Graves





   Estou com muitos títulos para ler, e este não seria o próximo, maaaaas, como a dona Grasi insistiu, pulei a fila e comecei a ler Na Ilha de Tracey Garvis Graves no dia 22 de dezembro e terminei 5 dias depois, confesso que não conseguia largar o bichinho.

   Ele conta a história de TJ e Anna.
   TJ é um adolescente de 16 anos, que está em remissão de um câncer e pretende aproveitar tudo o que não pôde da vida enquanto estava doente. Porém, sua mãe acha que é melhor reunir a família numa Ilha das Malvinas para que estejam juntos e que ele aproveite para estudar com uma tutora particular para poder recuperar o tempo perdido e alcançar sua turma na escola.
Anna é uma professora de inglês que encontra-se numa situação pessoal um tanto quanto indefinida e resolve trabalhar como tutora nas férias, para assim ficar longe de John, seu namorado já há 8 anos, que não tem certeza se quer casar e ter filhos, “enrolando” Anna literalmente.
   Suas vidas se cruzam quando os pais de TJ a entrevistam e contratam para ser a tutora de TJ.
   Como ela dá aulas em uma escola pública, e as férias não iniciavam no mesmo período das escolas privadas, não poderia viajar junto com a família Callahan para a ilha, indo alguns dias depois. Quando TJ soube disso, conseguiu convencer sua mãe de que poderia viajar com Anna, podendo assim ficar mais tempo em Chicago e participar da festa que o seu melhor amigo, Ben, estava organizando no final de semana.
   Assim, Anna e TJ se encontraram no aeroporto para sua viagem entre Chicago e Malé – capital das Maldivas – que era para levar em torno de 18 horas, mas como houveram alguns problemas mecânicos e questões climáticas, levou muito mais tempo do que o imaginado.
   Depois de todos os atrasos possíveis e imagináveis, chegaram em Malé e devido a mais alguns imprevistos, conseguiram embarcar em um hidroavião apenas no dia seguinte, para uma viagem de 2 horas até a Ilha onde a família Callahan já os aguardava.
   Mick era o piloto que os levaria até a casa de verão. Eles embarcaram e seguiram viagem. Em determinada altura do trajeto, Mick começou a se sentir mal e disse que seria necessário um pouso de emergência. Pediu para que Anna e TJ colocassem o colete salva-vidas e sentassem em suas poltronas.
   Porém, ele desmaia antes de conseguir pousar e Anna corre para tentar acudi-lo, mas já é tarde, Mick está morto e o hidroavião cai no mar. Por causa dos coletes salva-vidas, Anna e TJ boiam e a maré os leva, depois de algum tempo, para uma ilha.

   A partir daqui, deixo sua curiosidade aguçada procurar ler Na Ilha e depois me contar o que achou... São 288 páginas de muita emoção, aventura e amor.

   Aproveito para desejar um 2014 maravilhoso para todos os que acompanham meus posts.

   Beijos e abraços!!!!!!

terça-feira, 26 de março de 2013

Reciprocidade

Dar e receber...

Reciprocidade é uma troca entre duas pessoas, entidades ou grupos.

Sempre que dispensamos tempo, mente e coração para alguma coisa, gostaríamos que isto fosse recíproco, ou seja, que obtivéssemos um retorno... acredito que esteja de alguma maneira, ligado às expectativas que criamos, que já usei como tema por duas vezes somente este ano... minha vida tem sido rodeada de expectativas frustradas e reciprocidade negada. E por isso tenho lido e escrito sobre tais assuntos.

É difícil quando estamos apaixonados por alguém e este alguém não corresponde aos nossos sentimentos... quando empenhamos a nossa vida em função de alguém, seja amor ou seja amigo e este alguém não se empenha da mesma maneira. Quando dedicamos tempo e “mufa” em algum projeto profissional que depende de outras pessoas e estas pessoas não correspondem ao que esperávamos, não abraçam com o mesmo empenho tal projeto.

Dizem que não podemos fazer as coisas desejando algo em troca, mas somos humanos, e por mais desprendidos e altruístas que sejamos, alguma coisa a gente sempre espera, sempre deseja e por muitas vezes, acha que merece.

No que tange a área profissional, o prof. Paulo Sérgio Buhrer, em artigo intitulado Reciprocidade, no site do administradores.com.br fala com muita propriedade. Seguem alguns fragmentos: “Recíproco é o dono da empresa que, ao final do ano, ou, nos meses em que os resultados crescem exponencialmente, premia todas as pessoas da empresa, do zelador ao diretor, com bônus, e não necessariamente pelo cargo que ocupam, mas pela necessidade premente que apresentam”... “Não se trata de comunismo, socialismo, assistencialismo. Trata-se de reciprocidade, de distribuir a riqueza entre os que dão o melhor de si, participam ativamente dos negócios. Não penso em premiar quem não se importa em crescer na vida, estudar, trabalhar duro e com inteligência. Também não imagino um colaborador ganhando o mesmo que a pessoa que fundou a empresa. Por certo as ideias, a ousadia, o empreendedorismo devem ter seu valor, mas, não com tanta disparidade”.

No que diz respeito a reciprocidade afetiva, Reinaldo Müller tem um texto muito interessante do qual também compartilho alguns fragmentos: “Por quê escolhemos "certas" pessoas como amigas e não outras?” … “Porque identificamos, sentimos (veja o verbo da "amizade" é SENTIR -- do AMOR, também o é!) que com ALGUMAS PESSOAS temos mais proximidade AFETIVA -- mais TROCA AMOROSA -- mais CUMPLICIDADE -- mais... AMOR!!” … “O que eu quero dizer que é natural que tendamos a interagir com pessoas que percebemos -- sentimos e notamos, inequivocadamente, que estas pessoas "em questão", em graus e intensidades variadas (a partir de uma expressão "mínima" que aceitamos como tolerável de RESPOSTA E INTERAÇÃO AFETIVA) de alguma forma correspondem e retribuem aos nossos SENTIMENTOS...” … “Agora, quando a pessoa em questão, objeto de nosso AFETO, tem um jeito contido -- frio -- reprimido -- ausente -- distante de manifestar os seus sentimentos em relação à nós (se é que eles existem, "mesmos"...) persistir num relacionamento assim -- numa troca inexistente (ou não-expressada) de carinho, ternura, afinidades de uma maneira geral, revela que nós alimentamos "dentro de nós" -- conteúdos MASOQUISTAS...” … “Este pseudo AFETO "franciscano" de se entregar sem esperar nenhuma reciprocidade afetiva não encontra contrapartida na Realidade. Só existe no cinema na literatura -- e no "imaginário" das pessoas...” … “Por fim, e por último. É adulto, necessário e até indispensável que devemos e precisamos aceitar, e aprender a conviver e operar com a diversidade e a multiplicidade de pessoas e suas respectivas personalidades, temperamentos e características pessoais...”

Trocando em miúdos, voltamos ao início deste post.... “dar e receber”, a reciprocidade é isso e entendo que ela é primordial em nossa vida.

Abaixo os sites utilizados como referência:

E ai, o que você achou? Está passando por alguma situação de ausência de reciprocidade? Em casa, na empresa, em suas relações pessoais? Comente, compartilhe conosco....