Estou aqui para contar que este
ano foi possível ir para Aparecida na Romaria dos Amigos de Christiomar e
Lidiane. Esta foi a 18ª edição da Romaria, 4ª que eu vou. Como sempre, tudo
muito bem organizado, com muito carinho para nos acolher até a casa da Mãe.
Ano passado a Maria estava com 4
meses e achamos que não seria adequado viajar, que ela ainda era muito
novinha.... então decidimos que seria este ano que ela iria conosco... a
primeira viagem de ônibus da minha pequena.
Pra dizer bem a verdade, fui
surpreendida positivamente com o comportamento dela... não que ela não seja
comportada, é que estando em local diferente, com rotina diferente, imaginei
que ela pudesse ficar mais irritada ou manhosa, mas que nada... um bom humor
delicioso... Amém! =D
Só que a ida e a volta (dentro do
ônibus), foram caóticas.... e as bagagens também. Explico: ela tem certa
dificuldade para pegar no sono naturalmente, então normalmente ela dorme no
colo, sendo embalada... sim, eu sei que não deveria, mas enfim... e outra, ela
mama e quer brincar... e não dá pra ficar circulando dentro do ônibus então,
nesse ponto, foi bem complicado, pois não dava pra ela circular e extravasar
sua energia e não dava para eu embalar a pequena para que pegasse no sono.
Então, isso gerou muito choro, alguma birra, e muita dor de cabeça até ela dormir
(na ida era noite e na volta, tarde e noite)... mas fora isso, que ocorreu
tanto na ida quanto na volta, ela foi uma lady!
Brincou, correu, sorriu, fez novas
amizades (com humanos e com cachorros hehe)... Como ela é muito simpática,
estava sempre rodeada de gente... sempre alguém brincando ou querendo pegá-la
no colo.
Na via sacra ela foi bem, primeiro no carrinho, mas quando descobriu que podia andar, não quis mais saber do carrinho, só de correr e circular por tudo... o maior cuidado é que lá é um morro nervoso... mas foi tudo lindo!
Na Basílica ela também se
comportou, correu de um lado para o outro (como qualquer criança pequena),
pegou os folhetos da missa e me levou vários... mas não gritou, o que é normal
quando ela corre.
Comeu bem (levamos almoço, janta
e frutinhas preparadas, mas ela também comeu localmente), o banho foi tranquilo
(levamos uma piscininha, que ela adorou, diga-se de passagem). Até na feira que
vende a mãe a gente foi e ela ficou de boa, teve um momento, inclusive, que
dormiu no carrinho.
Quanto as bagagens, todas as
vezes que fui pra lá com a mãe, ia com uma mochila nas costas... com filho isso
muda, e muito... essa mochila foi, mas foi também mais uma mochila, um isopor e
uma mala dessas grandona de viagem (bem cheinha), hehe... é roupa pra frio,
roupa pra calor, meia, chapéu, protetor solar, fraldas e mais fraldas,
paninhos, lenço umedecido, toalhinha, pomada, remédios para mil coisas... e
muitas outras coisas, além, é claro,do
carrinho, que não podia faltar. Então, tanto na ida quanto na volta da viagem,
para chegar ao local de embarque e para voltar para casa da minha mãe, tivemos que
pedir um taxi, e um taxi grande, pois senão não caberia tudo.... que coisa né?!
Mas enfim, o que eu queria com
isso era registrar que fomos ver a Mãe e agradecer por todas as graças
recebidas... principalmente pela vida da minha menina, maior e melhor presente
que recebi!
E que, apesar de algumas
coisinhas, correu tudo bem, melhor do que o esperado.
Então, hoje resolvi escrever
sobre tema controverso... fazer ou não fazer festa de aniversário de 1 ano?
É, eu sinto muito, o foco deste
blog mudou... agora falamos de maternidade mais que de outras coisas. Mas
calma, logo voltam postagens sobre livros, prometo!
Mas vamos lá então... festinha de
aniversário para comemorar um aninho do bebê!
Muitos são adeptos do não fazer,
alegam que a criança é muito pequena, não aproveita, não entende ainda o que
está acontecendo e que a festa acaba, no final das contas, sendo para “os
adultos”.
Já outros são a favor, dizem que
a comemoração não é só da criança, mas dos pais que estão completando um ano
como pai e como mãe. E que no final das contas, a criança aproveita sim, se
diverte, brinca, interage (mas isso vai de criança para criança, claro).
Enfim, desde que a Maria estava
na minha barriga eu tive mil ideias sobre fazer ou não. Decidi não fazer,
depois mudei de ideia e assim foi por um bom tempo, até ela nascer e eu
resolver fazer só um bolinho em casa... vocês conhecem aquele vídeo do só um
bolinho?!
Segue abaixo para vocês darem
risada:
E esse “só um bolinho” em casa
virou uma festinha na casa da Dinda... era para ser umas 10 pessoas no máximo e
já estamos em quase 40! Ahhhhhhhhh, socorro.
Faz bolo? Manda fazer? E os
docinhos? Ah, melhor fazer em casa... (madrinha vai dar, ufa), e os salgados?
Ah, tem aquele Japa que faz um pastel mara... mas só pastel? Então vamos fazer
uns empadões de pão e aqueles patês com pão de forma... ótimo, fechou.
Mas espera, isso vai dar muito
trabalho, não vai dar tempo... é, muda, então vamos pegar mais salgados...
coxinha e risoles? Coxinha e kibe? Coxinha e bolinha de queijo?... É, certeza
mesmo só da coxinha.
Ah, eu quero aquele suco que
lembra a infância... sim sim, perfeito, só não esquece de comprar água pra
fazer. Ah, água comprada, 5 litros, tá bom? Ótimo, perfeito... mas daí o galão
não cabe na geladeira... SOCOOOOORRO! Kkkkkk, parece piada, mas é muito, muito
sério mesmo.
E a decoração... ah, a decoração
mamãe vai fazer em casa... mas quem disse que a filha deixa?! E se comprar
pronta? Vamos ver... nooooooossa, muito caro, vamos fazer. E dai, não se
encontra muitos apetrechos, pois a mãe escolhe tema distinto dos “temas
comuns”... corre atrás de copos, pratos, guardanapos e garfinhos vermelhos e
amarelos. Ah, e precisa de pratos grandes para servir os salgadinhos... e tem
que ser vermelhos e amarelos... e vamos fazer um jardim de flores vermelhas e
amarelas para a nossa princesa...
E lembrancinha, o que vai ser?
Ah, mas precisa? Sim, precisa sim... o que fazer para que as pessoas lembrem
por um bom tempo ou até pra sempre deste dia tão especial? Hummmmm, pensa,
pensa, pensa... Já sei, flores... Ótimo, flores, mas tem que ser flor que, caso
as pessoas queiram, elas possam plantar... e lógico, tem que ser vermelhas e
amarelas... dai se descobrem vários tipos de flores vermelhas e amarelas, todas
os olhos da cara por causa da época do ano... ah, então vamos de kalanchoe...
dai descobrimos que ela é chamada também de Flor da Fortuna, perfeito, os
convidados vão amar. E sim, eles podem plantar se quiserem, pois já plantamos
em casa e deu certo! =D
Agora, só por curiosidade, o que
a Wikipédia diz sobre essas plantinhas:
“Kalanchoe é um gênero de
plantas suculentas da família crassulaceae (ordem Saxifragales). Sua origem é
africana e ela também é conhecida como flor-da-fortuna ou kalandiva. No Brasil, é conhecida
também como coerana, eoirama-branca, erva-da-costa, folha-da-fortuna,
folha-de-costa ou saião.
Na hora de comprar, escolha sempre plantas com
folhas inteiras, brilhantes, viçosas e sem manchas. Observe o número de botões
fechados, pois as que possuem grande números de botões terão uma durabilidade
maior.
Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba
luz solar direta algumas horas por dia. O vaso deve ser colocado onde possa
receber sol e vento. Exposta ao sol, suas flores duram mais tempo.
Por acumular muita água, precisa de poucos cuidados
com a rega. No verão pode ser regada apenas duas vezes semanalmente e no
inverno apenas uma ou quando o substrato estiver começando a ressecar. A rega
deve ser feita apenas sobre o solo, sem molhar a planta. Deixe o solo secar
antes de regar novamente. Regar sempre com pouca água, o suficiente para que
escorra um pouco no pratinho, ou nem isso.
O período de florada vai em geral do início do
inverno ao fim da primavera. Pode ser encontrada com flores vermelhas, rosas,
laranjas, brancas, amarelas e talvez outras cores. Quando adulta, alcança até
30 centímetros de altura”.
É, acho que escolhemos bem.
Então vamos na Floricultura pra encomendar... Levamos sorte, encontramos uma
senhora de bom coração (Dona Hilda) que disse que pode fazer os vasinhos se
levarmos os cachepôs. Uhuuuu... bora decorar cachepôs vermelhos com laços
amarelos. Na semana do aniversário marido leva tudo para lá... e dois dias
antes temos que ir buscar. Ufa, resolvido, e vai ficar lindo (Siiiim, já peguei
as flores e ficaram lindas, os convidados vão amar).
Então vamos para a lista de
convidados... vai ser só família mais próxima... padrinhos, avós e tios da
Maria... não não, vamos abrir para os tios da mamãe... ah, mas se vão os tios,
por que não os primos também? E a lista vai aumentando... mas e aquela tia avó
que não é da família, mas é mais presente que muita família? Ela não pode
faltar... ah, mas e aquela amiga que a mamãe ama de paixão e que tem bebezinho
pequeno também? Ah, ela pode... E aquele amigo do papai que ele considera um
pai? E aquele outro que não é mais o patrão, mas é muito mais que isso? ... e
assim a lista vai aumentando, aumentando, aumentando... Será que cabe todo mundo?
Espero que sim! Ah, mas sempre tem um e outro que não vão... é, vamos contar
com isso! Kkkkk E foi assim que a quantidade de pessoas cresceu tanto e com
isso aumentou a preocupação se a comida vai dar.
Bom, estamos na correria para
os últimos preparativos e a ansiedade está batendo forte... por mais que não
seja uma mega festa, com tudo que se tem direito, quero algo que marque as
pessoas e, principalmente, nossa menina. Sei que talvez ela nem lembre, mas
acredito que quando ela vivenciar certas coisas, pode remeter a aquele momento
e quero apenas lembranças boas.
O grande dia é amanhã... tudo
o que poderia ser feito foi... agora só falta arrumar o salão, pegar as
comidinhas e esperar nossos convidados.
Sinto que estou fazendo a
coisa certa com essa festinha... será um momento de confraternização, com
pessoas queridas, pessoas que querem bem à minha pequena!
Depois eu volto e conto para
vocês como foi....
Mas e vocês, mamães e papais,
fizeram festa de um ano? Festinha? Festão? Bolinho? Bolão? Compartilhem suas
experiências.
E ai pessoal, tudo bem com vocês? Vejam
só como a vida de mãe é corrida... estamos já em fevereiro e só agora que deu
tempo de pensar no texto sobre o balanço de 2018.... e como vocês puderam
perceber, não estou conseguindo escrever para deixar o blog lindamente
atualizado como antes... confesso que sinto falta, mas a vida nova é boa...
diferente, corrida, sem tempo pra mim, mas é boa!
Então vamos lá para 2018... no balanço
de 2017 eu disse que foi o ano que mudou a minha vida... e foi mesmo, mas
preciso dizer que 2018 também mudou a minha vida... acho que mais que 2017,
pois em 2018 eu me tornei mãe... tem mudança maior na vida de alguém? Acho que
não... no ano que passou me vi revendo fortemente algumas “convicções” ditas
como definitivas... como o que achamos certo, correto, adequado também passa
por adaptações quando temos um pequeno ser sob a nossa responsabilidade.
Mais uma vez, um ano de aprendizados...
diários para dizer a verdade... Mais uma vez nos mudamos de endereço, para
ficar mais próximos da casa da minha mãe, para os cuidados com nosso ser mais
precioso... Em abril Maria Alice Grigowski Chagas veio ao mundo... um dia
lindo, um dia de emoções confusas e alegria transbordante.
Conforme eu imaginava, não existe mais
muito tempo para mim, então, os dados que sempre “alimento” nos balanços anuais serão bem mirrados, bem escassos,
pois o meu tempo não é mais meu e sim da minha filha linda... apesar de que
depois da adaptação inicial, até que seriados e filmes eu consegui assistir uma
boa quantidade... mas livros, isso não me pertence mais, pelo menos por algum
tempo ficarei na vontade de ler... não dá tempo.
Bom, vamos lá então... começando pelas
atualizações do blog... apenas 2 em 12 meses! =(
Para quem tinha a intenção de 2 ou 3
posts por mês, 2 no ano foi feio... um em janeiro e outro em julho. Mas vamos
ver se isso muda esse ano... se consigo melhorar meu status de blogueira,
kkkkkkk! Mas já vou avisando, provavelmente os assuntos serão: mamães, bebê,
papinhas, picos de desenvolvimento, dentinhos, essas coisas sabe... =D
Já quanto aos filmes e seriados vistos,
foram 502 (nenhum no cinema, além de caro, impossível sair de casa para ir ao
cinema com um bebezinho), muito mais que no ano anterior... e isso se deve aos
07 meses em casa... 06 meses de licença maternidade mais um de férias acabaram
rendendo... no lugar de ir dormir quando dona Maria dormia, eu ai fazer minhas
coisas e também, ver um seriado ou filme.
Foi o ano dos seriados... Dark, La Casa
de Papel, Merlí (em espanhol, MARAVILHOSO), Shadowhunters (minha dose
adolescente falando alto), Seven Seconds (suspense policial), Grimm (que cortou
o coração porque acabou), Bates Motel (finalmente comecei e terminei a série),
Greys Anatomy (amor eterno), The Good Wife (bom demais para avaliar o
empoderamento feminino e também a gangorra de uma vida pública/política),
Segurança em Jogo (curtinho mas bom demais) e Você (intrigante). Difícil
avaliar qual foi melhor... além desses tiveram outros seriados e muitos
filmes... dos quais destaco um visto em dezembro, Bird Box, amplamente
comentado pela mídia... alguns falando muito mal, mas eu gostei, me senti
envolvida, vivenciando tudo aqui e nem vi o tempo passar. Em dezembro também
foi o momento de ver filmes natalinos, desses sessão da tarde, super fofinhos,
foram 12, kkkkkk, todos produção Netflix....
Quanto aos livros, consegui terminar
Férias que tinha começado a ler em 2017, pasmem... e iniciei outro, do Harry
Potter, mas ainda não consegui terminar. Que vergonha, kkkk ... quem sabe esse
ano de 2019 eu melhoro essa marca, pelo menos começar e terminar um kkkkkk
Mas não quer dizer que eu não tenha
lido em 2018... eu li muito, mas assim, 99% coisas em aplicativos e sites que
estão relacionados a bebês e maternidade.
Quanto ao balanço profissional, foram 5
meses de trabalho na empresa e 7 meses de trabalho em casa... mais trabalho do
que se imagina. Para quem acha que estar em licença maternidade é estar em
férias, preciso dizer que ISSO É MENTIRA... trabalha-se muito mais em casa que
nas empresas... e olha que na empresa deu o horário você vai embora e pronto,
em casa não tem isso não... são 24 horas a disposição. E acreditem, um bebezinho
precisa de você as 24 horas do dia... madrugadas sem dormir, essa é a minha
realidade agora. Desde que Maria nasceu, foram 3 noites de 8 horas de sono...
nas outras, no máximo 3, 4 horas seguidas, hehehehehe... pensa num zumbi
ambulante. Mas isso não é bem uma reclamação, apenas uma constatação e
desabafo... eu amo ser mãe, é a realização de um sonho, mas sou humana e tenho
fraquezas, então, às vezes, a gente fica “sacudo”, cansado e desesperado... mas
passa.
Ah, preciso compartilhar que em 2018 eu
participei de algumas bancas de TCC lá na UFPR, para avaliar projetos de
implantação de melhorias na área de secretariado... foi um dos momentos de me
sentir viva profissionalmente. Como é bom fazer algo na área secretarial para
variar. Fiquei imensamente feliz com o convite! =D
Viagens não aconteceram como eu previ
no balanço de 2017, apesar de uma intenção quando completamos 1 anos de
casados... pena que não deu certo... em 2019 queremos levar nossa Maria para
conhecer o mar, tomara que dê certo.
Quanto as questões de coração estamos
bem... coração ocupado, feliz... claro que com altos e baixos, aquelas
discussões básicas, alguns desentendimentos, afinal somos diferentes e isso faz
parte de toda relação. Seguimos aprendendo um com o outro e crescendo juntos.
Conquistando cada dia algo novo e especial em nossa relação... nem que seja
aquele abraço para dormir (de conchinha), ou um beijo de bom dia... todos os
momentos valem a pena. Amor, eu sou chata, eu sei, mas eu te amo, tá?!
Voltando na questão profissional,
preciso compartilhar que foi bom voltar ao trabalho e se sentir útil de uma
forma diferente.... nos 7 meses em que estive fora, muitas coisas aconteceram,
muitas mudanças ocorreram e isso refletiu no trabalho... houve a necessidade de
algumas adaptações e novos aprendizados, o que recebi de coração aberto... este
ano que se iniciou promete ser diferente, muitas mudanças ocorreram e me sinto
bem mais aproveitada agora... produtiva, parece que faço a diferença
realmente... que assim seja! =D
Bom, acho que por hora é isso, 2018 foi
ano de mudanças, crescimento e aprendizado... e quer saber o que aprendi bem?
Que com um filho, todo dia é dia de aprendizado... que ele será eterno... que
2019 seja um ano de muito amor e aprendizado para todos, pois o meu já está
sendo! Mas e como foi o ano de 2018 para vocês? O que desejam para 2019?