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quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Expresso Bruxo

No final de julho vivi uma experiência MARAVILHOSA, sabe aquelas de retorno à adolescência?

O esposo fez uma surpresa e me levou para a rodoferroviária de Curitiba, onde embarcamos no Expresso Bruxo.

O Expresso Bruxo foi um evento, ofertado pela Serra Verde, que ocorreu aos finais de semana do mês de julho, quando da comemoração do aniversário do nosso querido Harry Potter.

É um evento que une um pequeno passeio de trem, simulando a ida até a Escola de Magia, juntamente com uma apresentação interativa já na plataforma de chegada à Escola, com direito a muita ação e emoção.

Ao chegar na rodoferroviária, nos dirigimos para o check in, onde ao identificar nossos nomes, “nossas casas” para a Escola de Bruxaria GreenRedge foram escolhidas: Capivarius... e tinha também a possibilidade de ser da Gralhazulis.  Nomes estes bem conhecidos dos paranaenses. Outra coisa engraçada e bem característica daqui foi que, enquanto lá no mundo do Harry Potter aqueles que não são bruxos são chamados de trouxas, aqui, eles são “dolangues” expressão muito utilizada pelos locais kkkkkk”

Para entrar na estação de trem, passamos por uma cabine telefônica temática, daquelas de Londres. Ali já tirei fotos com os veteranos da Capivarius, me achando mesmo uma aluna da escola de bruxaria.

Ali na sala de recepção, já vários itens bruxos para chamar nossa atenção. Muita coisa linda, interessante.... depois de uma pequena explicação sobre como funcionaria o “serviço” e a introdução à viagem, onde conhecemos alunos veteranos das duas casas e ainda alguns professores e o diretor, nossa entrada no trem foi liberada.

Muitos participantes estavam a caráter, com suas capas, varinhas, e tinham até algumas mini bruxinhas para encantar nossos olhos.

Nosso vagão era o turístico, o mais simples (e ainda assim, muito legal), mas quem foi no vagão camarote disse ter sido uma experiência sensacional, visto que este vagão lembra em muito os vagões do Expresso de Hogwarts, com cabines para seis pessoas.

O lanche não era servido nos vagões, mas podia ser comprado com antecedência para comer durante a viagem. Tudo preparado pelo Hard Rock Café e muito gostoso. Ah, e tudo temático, claro.

Quando a passagem para a plataforma de embarque foi liberada e vi o trem vindo, bateu forte o coração.... parece tão bobo né, mas eles conseguiram transformar tanto o ambiente que me senti indo para uma escola de magias mesmo. Saco de lanche em mãos (hambúrguer azul e batata frita de pacotinho), embarcamos.

No trajeto, que é bem curtinho, acontece toda uma encenação (bem real por sinal) em que os “novos alunos”, participam, juntamente com os veteranos e professores, de momentos mágicos e assustadores. Até que, para nossa alegria, chegamos na Escola de Magia de GreenRedge.

Na realidade, voltamos para a mesma estação de que saímos, mas agora ela está totalmente modificada.... com o espaço para aquisição de varinhas, poções, os drinks (que além de lindos eram deliciosos), com direito à banda com música folk (Banda Mandala Folk) e cenários para tirar fotos.. ah, tinha também a possibilidade de aprender a usar arco e flechas, para as crianças, um deleite.

Dando continuidade ao que tinha se iniciado dentro do trem, os veteranos da escola entrem em combate, com duelo de varinhas e tudo.... muito brilho, muita emoção.... e depois que o bem vence o mal, ficamos no espaço curtindo a música, degustando um bolinho com recheio de abóbora e “sofrendo” pois toda aquela experiência já estava acabando.

Além desta maravilhosa experiência, ganhei do esposo uma varinha, com direito a caixinha para guardar e tudo, e também uma capa da Casa Grifinória. Fui embora com aquela sensação de que poderia passar muito e muito tempo ali ainda e com o desejo de voltar logo para mais experiências mágicas como essa.

 

  








E é isso! Mas me contem, vocês participaram dessa experiência? Ou de alguma outra que teve na cidade (nas suas cidades) no mês de julho?

Me contem tudo... vamos conversar?

 

Bjo bjo

 

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

100 Dias em Paris

 Hello Peoples, tudo bem com vocês?

Olha só, tô aqui pra contar sobre um livro lindão que eu li tão tão rápido, se levarmos em consideração o tempo que eu estava levando para ler os livros nos últimos 3 anos, foram 15 dias, 15 dias em que eu viajei junto com a Tania Carvalho durante os 100 dias dela em Paris.


Pensem num livro super fluído, uma leitura gostosa... é esse, ele é simplesmente DELICIOSO.


Nunca se é tão velho que não possa sonhar e realizar os próprios desejos”. (p. 8 – dedicatória)

Ici sou feliz e là também. Com sol ou chuva”. (p. 27)

 

E esta é uma história no mínimo interessante. É de fato algo que aconteceu e com uma brasileira que, desde muito jovem, foi apaixonada por Paris e em muitas idas e vindas como turista, resolveu passar 100 dias em Paris e descrever neste livro suas experiências.

Gente, sério, que sonho sensacional. Ela se deu isso de presente de 60 anos, ou seja, ainda tenho chances, hehe! Estive duas vezes em Paris e foi pouco, com toda a certeza. O sentimento que ela descreve no início do livro, de ter voltado várias vezes é o que sinto, que voltaria 1000 vezes se fosse possível.

 

E a cada dia descobria mais que a felicidade está nas coisas miúdas, não as que são especialmente planejadas com obsessão”. (p. 60)

 

Em cada capítulo ela descreve algo diferente, sobre os franceses, sobre os passeios “turísticos”, sobre os passeios não tão “turísticos”, sobre a comida, e até sobre as atividades físicas (ela adora dançar) e as dificuldades que teve em conseguir fazer uma aula de dança ou frequentar uma academia devido a todo processo “metódico” dos franceses.

Tania falou também sobre a Paris dos parisienses... a Paris que só quem mora lá conhece.

 

Vivi com a permanente sensação de plenitude que algumas pessoas acreditam que só é possível quando se está grudado com a outra metade da laranja, cheio de endorfina após o sexo ou o exercício físico ou vivendo uma sensação espetacularmente forte e cheia de adrenalina”. (p. 61)

 

Poderia ter feito tudo isso no Brasil, claro que podia, mas enfrentar a barreira da língua, o desafio de interagir com um povo rabugento como  francês tornou tudo mais engraçado. E vamos combinar, estava em Paris, para mim a cidade construída mais bela do mundo. No balanço dos 50 dias, a metade do caminho, pude sentir que estava tudo perfeito, que minha alma estava aquecida, meu coração alegre e meu cérebro, estimulado – e podia querer mais do que isso?” p. 74

 

Ler como Tania descreve Paris e seus 100 dias por lá é de encher os olhos de lágrimas e apertar o coração de saudades, e aumentar ainda mais a vontade de, algum dia, quem sabe, voltar.

Este livro foi tão maravilho e fluído que me refiro a autora de uma forma como se ela fosse aquela amiga que conheço a anos, íntima, como pode né?!

Ao final do livro ela faz um tipo de check list por todos os lugares que mais gostou de todos os gêneros que vocês possam imaginar, desde comida, até roupa, médicos e templos, tudo com referências, endereços e tudo.

 

“(...) ir embora de Paris não é uma questão de querência, mas de precisância”. (p. 118)

 

E é isso... vocês já ouviram falar deste livro? Já leram? Vamos conversar?

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Festa de Aniversário do Primeiro Ano


Oi Meu Povo, tudo bem com vocês?


Então, hoje resolvi escrever sobre tema controverso... fazer ou não fazer festa de aniversário de 1 ano?

É, eu sinto muito, o foco deste blog mudou... agora falamos de maternidade mais que de outras coisas. Mas calma, logo voltam postagens sobre livros, prometo!

Mas vamos lá então... festinha de aniversário para comemorar um aninho do bebê! 

Muitos são adeptos do não fazer, alegam que a criança é muito pequena, não aproveita, não entende ainda o que está acontecendo e que a festa acaba, no final das contas, sendo para “os adultos”.

Já outros são a favor, dizem que a comemoração não é só da criança, mas dos pais que estão completando um ano como pai e como mãe. E que no final das contas, a criança aproveita sim, se diverte, brinca, interage (mas isso vai de criança para criança, claro). 

Enfim, desde que a Maria estava na minha barriga eu tive mil ideias sobre fazer ou não. Decidi não fazer, depois mudei de ideia e assim foi por um bom tempo, até ela nascer e eu resolver fazer só um bolinho em casa... vocês conhecem aquele vídeo do só um bolinho?!

Segue abaixo para vocês darem risada:



E esse “só um bolinho” em casa virou uma festinha na casa da Dinda... era para ser umas 10 pessoas no máximo e já estamos em quase 40! Ahhhhhhhhh, socorro.

Faz bolo? Manda fazer? E os docinhos? Ah, melhor fazer em casa... (madrinha vai dar, ufa), e os salgados? Ah, tem aquele Japa que faz um pastel mara... mas só pastel? Então vamos fazer uns empadões de pão e aqueles patês com pão de forma... ótimo, fechou. 

Mas espera, isso vai dar muito trabalho, não vai dar tempo... é, muda, então vamos pegar mais salgados... coxinha e risoles? Coxinha e kibe? Coxinha e bolinha de queijo?... É, certeza mesmo só da coxinha. 

Ah, eu quero aquele suco que lembra a infância... sim sim, perfeito, só não esquece de comprar água pra fazer. Ah, água comprada, 5 litros, tá bom? Ótimo, perfeito... mas daí o galão não cabe na geladeira... SOCOOOOORRO! Kkkkkk, parece piada, mas é muito, muito sério mesmo. 

E a decoração... ah, a decoração mamãe vai fazer em casa... mas quem disse que a filha deixa?! E se comprar pronta? Vamos ver... nooooooossa, muito caro, vamos fazer. E dai, não se encontra muitos apetrechos, pois a mãe escolhe tema distinto dos “temas comuns”... corre atrás de copos, pratos, guardanapos e garfinhos vermelhos e amarelos. Ah, e precisa de pratos grandes para servir os salgadinhos... e tem que ser vermelhos e amarelos... e vamos fazer um jardim de flores vermelhas e amarelas para a nossa princesa...


E lembrancinha, o que vai ser? Ah, mas precisa? Sim, precisa sim... o que fazer para que as pessoas lembrem por um bom tempo ou até pra sempre deste dia tão especial? Hummmmm, pensa, pensa, pensa... Já sei, flores... Ótimo, flores, mas tem que ser flor que, caso as pessoas queiram, elas possam plantar... e lógico, tem que ser vermelhas e amarelas... dai se descobrem vários tipos de flores vermelhas e amarelas, todas os olhos da cara por causa da época do ano... ah, então vamos de kalanchoe... dai descobrimos que ela é chamada também de Flor da Fortuna, perfeito, os convidados vão amar. E sim, eles podem plantar se quiserem, pois já plantamos em casa e deu certo! =D

Agora, só por curiosidade, o que a Wikipédia diz sobre essas plantinhas: 

“Kalanchoe é um gênero de plantas suculentas da família crassulaceae (ordem Saxifragales). Sua origem é africana e ela também é conhecida como flor-da-fortuna ou kalandiva. No Brasil, é conhecida também como coerana, eoirama-branca, erva-da-costa, folha-da-fortuna, folha-de-costa ou saião.
Na hora de comprar, escolha sempre plantas com folhas inteiras, brilhantes, viçosas e sem manchas. Observe o número de botões fechados, pois as que possuem grande números de botões terão uma durabilidade maior.
Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. O vaso deve ser colocado onde possa receber sol e vento. Exposta ao sol, suas flores duram mais tempo.
Por acumular muita água, precisa de poucos cuidados com a rega. No verão pode ser regada apenas duas vezes semanalmente e no inverno apenas uma ou quando o substrato estiver começando a ressecar. A rega deve ser feita apenas sobre o solo, sem molhar a planta. Deixe o solo secar antes de regar novamente. Regar sempre com pouca água, o suficiente para que escorra um pouco no pratinho, ou nem isso.
O período de florada vai em geral do início do inverno ao fim da primavera. Pode ser encontrada com flores vermelhas, rosas, laranjas, brancas, amarelas e talvez outras cores. Quando adulta, alcança até 30 centímetros de altura”.

É, acho que escolhemos bem. Então vamos na Floricultura pra encomendar... Levamos sorte, encontramos uma senhora de bom coração (Dona Hilda) que disse que pode fazer os vasinhos se levarmos os cachepôs. Uhuuuu... bora decorar cachepôs vermelhos com laços amarelos. Na semana do aniversário marido leva tudo para lá... e dois dias antes temos que ir buscar. Ufa, resolvido, e vai ficar lindo (Siiiim, já peguei as flores e ficaram lindas, os convidados vão amar). 

Então vamos para a lista de convidados... vai ser só família mais próxima... padrinhos, avós e tios da Maria... não não, vamos abrir para os tios da mamãe... ah, mas se vão os tios, por que não os primos também? E a lista vai aumentando... mas e aquela tia avó que não é da família, mas é mais presente que muita família? Ela não pode faltar... ah, mas e aquela amiga que a mamãe ama de paixão e que tem bebezinho pequeno também? Ah, ela pode... E aquele amigo do papai que ele considera um pai? E aquele outro que não é mais o patrão, mas é muito mais que isso? ... e assim a lista vai aumentando, aumentando, aumentando... Será que cabe todo mundo? Espero que sim! Ah, mas sempre tem um e outro que não vão... é, vamos contar com isso! Kkkkk E foi assim que a quantidade de pessoas cresceu tanto e com isso aumentou a preocupação se a comida vai dar.

Bom, estamos na correria para os últimos preparativos e a ansiedade está batendo forte... por mais que não seja uma mega festa, com tudo que se tem direito, quero algo que marque as pessoas e, principalmente, nossa menina. Sei que talvez ela nem lembre, mas acredito que quando ela vivenciar certas coisas, pode remeter a aquele momento e quero apenas lembranças boas. 

O grande dia é amanhã... tudo o que poderia ser feito foi... agora só falta arrumar o salão, pegar as comidinhas e esperar nossos convidados. 

Sinto que estou fazendo a coisa certa com essa festinha... será um momento de confraternização, com pessoas queridas, pessoas que querem bem à minha pequena! 

Depois eu volto e conto para vocês como foi.... 

Mas e vocês, mamães e papais, fizeram festa de um ano? Festinha? Festão? Bolinho? Bolão? Compartilhem suas experiências.

Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Jusita

E no dia 06 de agosto eu tive a minha primeira experiência no Jusita, ou seria na Jusita?! Enfim... foi a minha primeira experiência de verdade em uma BR por tempo suficiente para ficar com todo o tipo de sensação que se possa imaginar hehe! Medo, euforia, alegria, aquela vontade de gritar, sensação de que iria sair voando (cheguei a 53,6 km/h – sei que para muitos pode ser pouco, mas para mim, de bike, é muuuuito) e também, e mais do que tudo, aquela sensação de superação, de mais um desafio vencido.

Ah, importante aqui lembrar, que este lugar fica em Campo Largo... para aqueles que não conhecem! Então foi uma boa “pernada”... heheh!

A intenção primeira era ir para o Pedágio, mas daí eu acabei sugerindo irmos para lá e o Kadu aceitou... e é importante registrar aqui que ele me ajudou e orientou durante todo o trajeto de ida e volta... como alguns sabem, estou com uma dorzinha chata atrás do joelho e ele estava o tempo todo cuidando para que ela não se manifestasse, ou que fosse o mais suave possível.

Chegando lá, primeiro quis ir até a Igreja que tem do outro lado da rodovia (Igreja de São Sebastião de Rondinha)... e por se tratar de um domingo pela manhã, imaginei que a mesma estivesse aberta, eu queria agradecer pela meta atingida e por muitas outras coisas... mas para minha surpresa, ela estava fechada (uma pena).

Enfim, atravessamos a rodovia novamente e fomos em direção a Jusita... uma lanchonete que tem um famoso suco de uva... lá me esbaldei de comer (esqueci que tinha que voltar pedalando sabe, kkkkkk), e ainda passamos por uma loja de louças que é de encher os olhos de tanta coisa bonita.
A volta foi um pouco mais “pesada”, pois o cansaço bateu um pouco e também porque a barriga estava cheia demais, kkkkkk.

Mas ainda paramos no Park Shopping Barigui no retorno...

A questão é que foi uma experiência única, deliciosa e que eu gostaria de repetir um dia... digo um dia, pois agora vai ficar mais difícil fazer pedais mais longos, ou que tenham mais subidas fortes e terreno irregular.... por um tempo pelo menos.

Como vocês perceberam eu sumi por tempo demais daqui.... mas é que muitas coisas aconteceram na minha vida e não deu para escrever... me faltou tempo... para compartilhar esta experiência maravilhosa que foi chegar até Campo Largo pedalando... e também para ler e escrever sobre minhas leituras.

Mas estas são histórias para os próximos posts....

Deixo abaixo, algumas fotos dos momentos deliciosos passados neste pedal mais que especial... o último forte que fiz (por enquanto).









E vocês, conhecem este lugar? Já foram pra lá? Compartilhem suas experiências...

Vamos conversar?


Bjo bjo

sábado, 10 de junho de 2017

Free Force



Hello People! 

Quanto tempo sem aparecer por aqui né? Mas é que realmente não andava conseguindo tempo para parar e escrever e também os últimos dois livros que li não me inspiraram pra escrever.

Mas agora estou em férias, em um lugar super fofo e tranquilo, então além de tempo, veio a inspiração para escrever.

Como algumas pessoas que me acompanham pelo face já sabem, no último final de semana de maio eu fui para Bombinhas para participar do 3º Pedal Free Force. Em dezembro do ano passado participei do 2º à convite do amigo Fabio, e quando soubemos deste, já deixamos previamente combinado que iríamos.


Conseguimos “montar” uma equipe “perfeita”... conseguimos um sobradinho mara por um preço camarada... e na data combinada, embarcamos para mais esta aventura de pedal. 

O Fabio conseguiu a van “emprestada” e fomos todos juntos... 6 pessoas, 6 bikes, malas, mochilas, comida e muita alegria no coração.

Uma viagem tranquila, com muita risada, boa conversa e diversão.

E quem é essa nossa trupe?”  Carlinha, Fabio, Lu Maia, Lu Santos e Luis, além de mim, é claro. Como disseram lá, fechamos, grupo de amigos, pessoas boas, e em quem confiamos.





  
 
 Chegamos em Bombinhas na hora do almoço. Paramos para comer no centro da cidade e rumamos ao nosso lar temporário.

O sobradinho super fofo e com todo o espaço que precisávamos era bem perto do lugar do evento.

Ajeitamos um pouco as coisas e fomos buscar nossos kits para o evento. A intenção era ir pedalando, ou até a pé, mas quem disse que a chuva deixou? Então borá de van... rumo ao Nickos que era o lugar da entrega dos kits e da partida para o pedal no domingo cedo. 

Como chegamos lá antes do horário de liberação dos kits, ficamos conversando no bar/restaurante, fomos molhar os pés na água, ver um pouco da paisagem, que mesmo cinza faz nossas energias se renovarem. Praia é tudo de bom. 

Aos poucos os ciclistas começaram a chegar e foi aumentando o número de pessoas no aguardo.

Aqui cabe dizer que houve um pouco de desorganização por parte da Equipe Free Force. Apenas duas pessoas para entregarem os kits, num quiosque minúsculo e sem iluminação adequada. 

E de repente, mesmo com toda aquela chuva, muitas e muitas pessoas “brotaram” do chão e virou uma bagunça só a entrega dos benditos kits. Quando consegui pegar o meu, já procurei sair do meio do fervo, e voltar para o bar, onde abri a minha mochilinha e constatei que não tinha a pulseira, nem a plaquinha da bike. Logo a Lu Santos apareceu e confirmamos que na mochilinha dela também não tinha. Achamos estranho, mas enfim... provei minha camiseta, vi que tinha ficado boa e ali ficamos. Como o povo não voltava lá da entrega, voltamos e verificamos que eles tinham esquecido de nos entregar a pulseirinha junto com a placa da bike. Mais uma bagunça, pois como eles não encontraram as nossas, nos entregaram placas sem os nomes e números... mas antes ter assim, do que não ter, afinal a pulseirinha é que dava acesso ao almoço. Como a plaquinha estava sem nome, não tive vontade de colocar na bike... então guardei. 

Enfim, depois desse “stress”, fomos até um mercado pegar algumas coisinhas que sentimos falta e voltamos pro sobrado. Ajudei a Lu Santos com nosso jantar... macarrão de panela de pressão. Ficou uma delícia... tomamos um vinho para harmonizar (que chique, kkkkkk). Depois da janta super batemos papo, demos risada, escolhemos nossos quartos e arrumamos as coisas para dormir, afinal tínhamos que pular cedo da cama. 

Como a entrega dos kits foi meio bagunçada, achamos por bem tomar café da manhã em casa mesmo, pra não correr o risco de ficar sem comer e passar mal durante o pedal. Como o tempo ainda não estava colaborando, fora as subidas fortes do caminho, resolvemos ir de van até o ponto de partida. 

Pouco depois do horário programado,deu-se a largada. Apenas para o passeio, pois devido a grande chuva da noite, acharam conveniente cancelar o desafio, que seria no Morro da Tainha. Tudo por uma questão de segurança dos ciclistas, o que achei bem prudente da parte da organização. 

Mas e quem disse que o passeio seria susse? Lembram das subidas que evitamos indo de van? Pois é... tivemos que seguir por elas... hehe... subidas realmente fortes. Mas tudo bem, faz parte... como eu sempre digo, nada que não deixe as pernas mais gostosas, kkkkkkk! Tudo bem que tive que descer diversas vezes e empurrar, mas faz parte... o importante foi aproveitar o passeio, admirar a paisagem, conhecer gente nova. Foi legal pois a maior parte do pedal conseguimos fazer com a nossa turminha... hora todos, hora 2 ou 3, mas sozinha não fiquei em nenhum momento. 

E melhor que isso, diferentemente de Pomerode, onde terminamos o desafio 2h depois do tempo previsto, dessa vez conseguimos terminar junto com todos... muito bom, muito feliz com isso. 

Felizes, fomos guardar as bikes e almoçar. O almoço correu bem, estava organizado e rapidamente pegamos a comida e encontramos lugar para sentir. A comida era simples, mas bem saborosa. 

Ainda ficamos lá durante a apresentação de manobras com bikes, de hip hop e também nos sorteios (infelizmente não ganhamos nada, hunf). 

No retorno ao sobrado, tomamos aquele banho esperto, descansamos e pegamos a estrada para o nosso retorno à casa.

Até “entregar” todo mundo e ser “entregue”, cheguei em casa quase meia noite... mas valeu cada minuto este final de semana de mais superação, conquistas, amizade, de conhecer gente e lugar novo. Pedalar realmente é algo que me faz muito bem. 

E que venha dezembro.... para o 4º Pedal Free Force! Bora lá?

E vocês, já fizeram algum pedal Free Force? Vamos conversar?

Bjo Bjo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

2º Pedal Free Force em Pomerode

E neste final de semana eu vivi mais um daqueles momentos perfeitos... e foi um momento perfeito cheio de superação e parceria que só o pedal consegue proporcionar para nós!

Eu participei do 2º Pedal Free Force em Pomerode, a convite do querido amigo Fabio! Simplesmente SENSACIONAL!!!!

Um daqueles momentos que só vivendo mesmo para poder descrever as sensações (e acho que nem assim a gente consegue descrever realmente)... pois é um misto de cansaço, desespero, dor, mas também de superação, parceria, alegria... foi uma experiência única.

Fomos no sábado a tarde para lá e chegamos já no início da noite, pois pegamos bastante trânsito. Ao chegar na Pousada apenas deixamos nossas coisas e fomos nos encontrar com o pessoal que já estava na cidade para jantar e tomar um chopp para relaxar. Comi uma batata recheada com linguiça blumenau que era dos deuses, hehe!

De volta à pousada um banho relaxante e cama, pois deveríamos “pular” cedo da cama.

O desafio tinha saída programada para às 8h, mas desde às 6h o kit já estava sendo entregue e como não deu tempo de pegar no sábado, fomos bem cedinho para o Pavilhão de Eventos pegar o nosso. Aproveitamos para tomar café por lá, já que o horário de café da Pousada era mais tarde e não conseguimos forrar o estômago antes de sair.

Comi uma (ou várias) cuca de banana pra ter energia para encarar os 40 km que viriam pela frente e que eu nem imaginava como seriam.

Pouco depois das 8h partimos... quase 900 pessoas inscritas para o Desafio, destas, aproximadamente 200 mulheres, e eu era uma delas! =D

E foi dada a largada, hehe... lindo de ver aquele mar de bikers. Muitas e muitas bicicletas, de todos os tipos e modelos possíveis e imagináveis, das mais simples até as mega sofisticadas, muitas e muitas pessoas, das mais preparadas e atletas, até aquelas com pouca experiência (como eu).

Enquanto a gente estava no asfalto, paralelepipedo e estrada de chão, mas era plano, tudo bem... mas a hora que chegou na subida, vi muito neguinho dando meia volta e retornando ao Pavilhão de Eventos. E não era uma subidinha não, era uma subida master blaster power... e não eram assim alguns metros, eram vários quilometros... e ela não era a única... tinha mais e mais pra frente.

Respirei fundo, contei até três e bora lá, kkkkkk... até encontrei os colegas Mauri e Neia na subida, mas como eu não tenho resistência, perdi eles já no início... Fui até aonde eu aguentava, não foi muito não sabe, mas foi bastante pra mim. Daí desci da bichinha e fui empurrando... quando nem empurrar era mais possível o amigo Mauro fez a gentileza de empurrar a minha bike um bom trecho. Mas um bom trecho mesmo, fiquei até com vergonha, pois eu nem conseguia vê-lo lá na frente.

Tentei levar mais um pouco e como vi que não ia rolar, pedi “arrego” para o carro de apoio e fui até uma altura do percurso. Lá desci e me garantiram que iríamos, mais a frente, seguir por um trecho plano, que não precisaria fazer o percurso pelo Morro do Saco. Então fiquei “feliz” e retonei o pedal. Mas quando chegou no local onde seria para seguir este novo caminho, informaram que o desvio seria de muitos kms e que o ideal era subir o morro mesmo. Então, sabendo dos meus limites e para não estragar a festa dos que estavam comigo, revolvi voltar para o carro de apoio. Fui nele até acabar toda a subida. Passava eventualmente pelo Fabio que resolveu seguir com a bike... ficava preocupada cada vez que o via com cara de “morto” kkkkkk... mas ele estava lá, firme e forte, um orgulho, me garantindo sempre que estava “bem”.
Quando chegou no trecho que mais para frente se iniciaria a descida, peguei a bike, esperei o Fabio e seguimos... mas e quem disse que descer era mais fácil? Descida hard também. Estrada de chão com pedrinhas (e pedronas) soltas, bike dançandinho e a ponto de tombar. Grandes emoções, algumas derrapadas, uma quase caída, alguns arranhões, agradecimentos especiais à menina do Divas da Bike de Joinville que segurou a minha bike senão o tombo seria feio.  Neste trecho também encontramos uma menina desfalecida, tinha perdido o controle da bike durante a descida e bateu com as costas no chão, tenso, mas foi atendida pelo SAMU e SIATE, e até onde sabemos, fraturou costela, mas passa bem.

E bora continuar descendo, testando os freios da bike e sem se distrair muito, apreciar a vista... alguns lugares dignos de cena de filme.

Quando chegamos no terreno plano eu nem acreditava... fiquei tão tão feliz que quase chorei hehe! Mas ainda faltavam vários kms para finalizar o desafio... então tocamos pra frente... corre lá, ou melhor, pedala Mel. Pegamos BR, onde deu pra ganhar certa velocidade apesar das pernas cansadas.

Chegando ao Pavilhão de Eventos, procuramos nossos companheiros de desafios e foi muito gratificante ver a cara de alegria do Mauro quando nos viu... pois nada nada, terminados o percurso 2 horas depois do horário previsto para o término de desafio. Mas o importante é que finalizamos. Morta com farofa literalmente... cansada, esgotada, mas feliz, muito feliz. Pela experiência, por conhecer uma nova cidade, pelo convite, pela parceria, pelos novos amigos feitos, enfim,  pelo conjunto da obra.

Só tenho a agradecer pelo convite e espero poder participar de outros eventos assim... mas da próxima vez, vou me preparar adequadamente para finalizar com melhor tempo e fazendo todo o percurso sem pedir arrego para o carro de apoio, hehe! =)






 Mas e vocês, participaram do 2º Pedal Free Force ou de algum outro desafio como este? Como foi? Vamos conversar?

Bjo Bjo