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domingo, 15 de junho de 2014

Os Homens são de Marte e é pra lá que eu Vou

Na sexta-feira retrasada fui ao cinema assistir a este filme: Os Homens São de Marte e é Pra Lá Que Eu Vou. Fui sozinha, pois não encontrei companhia... filme brasileiro e o povo ainda tem um certo preconceito... preconceito este, inclusive, injustificado, pois o cinema nacional tem produzido ótimos filmes.

É interessante citar que o filme é uma adaptação da peça de teatro com o mesmo nome, que ficou em cartaz por 8 anos e teve mais de 1, 5 milhão de expectadores.

Mas enfim, já no começo me identifiquei, pois Fernanda, a personagem principal, eterna buscadora do amor, do homem “perfeito”, solta essa: “agora, bastou ser educado comigo que eu apaixono”.... e também, outra coisa com a qual eu me identifiquei é que toda vez que ela conhecia um homem, ela dizia, “agora vai, eu to sentindo”.... eita vida, ai ai!
Mas vamos lá para a história... Fernanda é uma mulher de 39 anos, sócia de uma empresa que organiza casamentos... triste ironia, já que ela não tem muita sorte no amor por assim se dizer.
No decorrer do texto ela se envolve com diversos homens, de idades e comportamentos distintos, mas nenhum que realmente queira algo sério e que a respeite como mulher e pessoa em si.
Quando Fernanda acha que para ela não existe mais chances, ela conhece Tom, arquiteto que está fazendo uma reforma no seu prédio e que também é conhecido do seu sócio, tanto que ela acha que Tom é um caso do seu sócio.
Depois de um casamento que acaba não dando certo, eles saem para beber e se distrair e encontram Tom no bar, assim que o mal entendido sobre a opção sexual do “rapaz” é esclarecida, eles parecem se interessar um pelo outro, mas diferente de todos os outros homens que ela conhece, desta vez, Fernanda resolve se comportar de forma diferente... e não é que dá certo?
O que ela diz? Resolvi escolher e deixar de ser escolhida... AMEI!
Serve de lição... quem sabe assim eu consiga “desencalhar” hehe... porque olha, tá difícil a coisa pro meu lado....

Enfim, assistam, é um filme divertido, bom para relaxar e dar boas risadas... só, ou acompanhada(o).


Abaixo o trailer para vocês sentirem o clima...

sexta-feira, 9 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher

Bom Dia Pessoal,

Devido a grande correria por causa de um evento aqui na empresa, não pude deixar uma mensagem pelo dia das mulheres ontem, mas como todos os dias é dia das mulheres segue uma mensagem que recebi via email e que retrata muito bem o perfil feminino!


Mulheres fracas, fortes.

Não importa.
Mulheres mostram que mesmo através da fragilidade.
São fortes o bastante para erguerem sempre cabeça
Sem desistir, pois sabemos que somos capazes de vencer.

Temos a delicadeza das flores
A força de ser mãe,
O carinho de ser esposa,
Reciprocidade de ser amiga,
A paixão de ser amante,
E o amor por ser mulher!

Somos fêmeas guerreiras, vencedoras,
Somos sempre o tema de um poema
Distribuímos paixão, meiguice, força, carinho, amor.

Somos um pouco de tudo
Calmas, agitadas, lentas!
Vaidosas, charmosas, turbulentas.

Mulheres fortes e lutadoras.
Mulheres conquistadoras
Que amam e querem ser amadas
Elegantes e repletas de inteligência

Com paciência
O mundo soube conquistar.
Mulheres duras, fracas.
Mulheres de todas raças
Mulheres guerreiras
Mulheres sem fronteiras
Mulheres... Mulheres...

(Se alguém souber o autor, por favor, avise para que eu possa dar os créditos)

Abraços fraternos à todas as mulheres que fazem parte da minha vida!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Por que os homens nos matam

Olha eu aqui novamente.
Estou tentando colocar em dia a leitura da Revista Veja, mas a correria me impede de lê-la semanalmente.
Hoje peguei em mãos a edição de 21 de julho (quase não está atrasada heim?). Bom, a questão é a seguinte, ontem, na aula de Gestão Secretarial Avançada, eu falei sobre os problemas sociais no Brasil e dentre eles, citei dados atualizados sobre um deles, que é a violência praticada contra a mulher e qual é a minha surpresa quando encontro este artigo da Lya Luft que fala exatamente desta questão.

Segue abaixo um link para o artigo. Apreciem e conscientizem-se.

http://www.semira.go.gov.br/index.php?idMateria=82908

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mulheres Possíveis

Recebi este texto por email já tem um bom tempo e fazendo uma "faxina virtual" o encontrei e resolvi compartilhar com vocês.
Ele é ótimo e muito real. Espero que apreciem!
Texto retirado da Revista do Jornal O Globo
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
Martha Medeiros - Jornalista e escritora