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sexta-feira, 14 de junho de 2019

Os Meus 40 Anos



Este ano, em agosto, completo 40 anos!

E eu acho que isso está me afetando um pouco... ando meio triste, cabisbaixa... 40 anos, Meu Deus... eu tô ficando velha... Socooooorro!

É, parece bobeira, mas a idade começou a pesar. Muitos dizem que a vida começa aos 40 e, de certa forma, concordo, afinal, minha vida mudou totalmente muito próximo dos 40 anos.
Existem aqueles que dizem que a mulher, quando completa 40 anos, está na Idade da Loba!
E olha que em termos físicos, eu até que não posso reclamar... quem olha para mim, diz que tenho menos idade... apesar do sobrepeso me assombrar novamente e contribuir para a tristeza que me assola. Mas apesar de gordinha, já cheguei a ouvir que eu durmo no formol... não não, pelo menos nisso, a genética me favoreceu. Até espinhas eu ainda tenho (de vez em quando só, kkk)! (aff)

Se eu for comparar com o que pensava dos 40 anos quando eu era uma criança e uma adolescente, hoje eu teria praticamente toda a cabeça branca e quem sabe até já seria avó, kkkkk 
Como os conceitos mudam não é mesmo? Hoje me vejo jovem... no documento, o ano 79 de nascimento, mas na cabeça, e na vida, uma realidade totalmente diferente. Me sinto “jovem”, ou menos velha do que me imaginava. Mas como eu disse, isso não quer dizer que o peso da palavra QUARENTA não esteja meio “forte”.

Eu nunca imaginei que estaria completando 40 anos com uma filha pequena (hoje com 1 ano e 2 meses), muito menos que seria “recém casada” (em dezembro completamos 2 anos de casamento). Confesso que imaginava ter minha casa própria e ainda pago aluguel, mas foram consequências da vida... e também, dos programas de financiamento que acham que se eu quero fazer um financiamento eu tenho 100.000,00 pra dar de entrada... se eu tivesse esse dinheiro, não estava pedindo pinico pro banco. Enfim... tudo é bem diferente do que eu imaginava... e é bom, não entendam mal. Não estou reclamando, me queixando, apenas constatando que os 40 anos chegaram, que me parecem pesar um pouco, mas que eu estou preparada para enfrentar o que vêm pela frente. 

O texto abaixo valida minha fala :

"Há algumas décadas, uma mulher dessa faixa idade já era uma senhora e se aproximava do fim da vida. Não podia usar os braços de fora e nem tomara-que-caia que seria um escândalo, porque ela já estaria velha", diz Hilaine. Hoje em dia, as mulheres de 40 ainda estão engravidando ou têm filhos pequenos, uma vez que estavam ocupadas demais investindo na carreira e com uma vida social agitada.

Sempre costumo fazer pesquisas para desenvolver meus textos... mesmo sabendo sobre o que vou escrever, me parece seguro ler o que os outros pensam sobre o mesmo assunto... então, na busca por textos que inspirassem, me deparei com muita coisa boa na internet sobre se completar 40 anos sendo mulher neste mundo onde ser mulher parece uma ofensa. Vou compartilhar agora, um trecho do texto de Claudia Freitas, que retirei do http://velhaerasuaavo.com.br/de-repente-40/:

“De repente 40
Sempre tive uma estranha relação com o tempo. Desde pequena achava que eu estava no lugar errado com a idade errada. Eu não me encaixava e, por isso não via a hora de fazer 18 anos.
Achava que sendo “de maior”, eu teria mais liberdade, poderia fazer o que eu quisesse e encontrar meu caminho. Mas logo percebi que para ser livre eu não precisava ter 18 anos. Eu precisava era ter dinheiro.
Esperei ansiosa pelos 22, 25 e, depois pelos 30 anos, acreditando que quando chegasse aí, todos os meus sonhos já estariam realizados. Entende-se por sonhos, uma boa colocação profissional, casar, ter filhos, viajar pelo mundo e por aí vai.
Percebi que como eu, as outras mulheres também se apegavam aos objetivos não atingidos para justificarem sua frenética corrida atrás do tempo perdido.
Mas o engraçado do tempo é que quanto mais se corre atrás, mais ele foge e, vou dizer uma coisa, depois dos 35 ele voa, escorre pelos dedos.
A gente deseja que pelo menos para as mulheres, o dia tivesse 36 horas. Só assim para fazer tudo o que precisa e ainda conseguir descansar.
Mas o tempo, que também é a favor da igualdade de gêneros, corre igual para todos e, aí quando menos se espera, tem 40 anos.
E juro por Deus, mesmo que todos digam que eles são os novos 30, ainda continuam sendo 40.”

Gente, querem texto mais real que esse? A gente quer crescer e depois que cresce descobre que não tem muito haver com crescer e sim com o ter... muito bom!
E ela segue me representando:

“Ter 40 anos é perceber que apesar da idade, a aparência é a mesma de quando tinha 39.
É tentar imaginar como serão as coisas daqui pra frente, como se acontecesse alguma mágica que de repente nos transformasse em uma mulher de 40.
Mas este mistério logo é desvendado com a realidade de que nada mudou, a não ser que agora se tem mais um ano de vida.
E aquela dúvida de como se comportar, como se vestir, como viver com 40 anos, logo é esclarecida pelo simples fato de que não precisa mudar nada.
Como dos 18 para os 30, aqui também as transformações acontecem gradativamente. Sejam elas internas ou externas. Como as rugas e os cabelos brancos que teimam em aparecer.
Com o tempo se percebe que o medo de ser uma “velha” é mesmo um mito, porque você vai completar 40 e, continuar exatamente igual está agora, sem falar que velha era sua avó, não é mesmo!”

Li outro texto sensacional também, que tem como título “Simplesmente, 40 anos!”, fazendo referência ao Simplesmente 30.... nele, Kátia Valéria Lima Oliveira nos diz sabiamente (https://osegredo.com.br/simplesmente-40-anos/)

Quando chegamos aos 40, descobrimos que ainda há tempo para fazer muita coisa. Que não somos tão jovens, mas que também não somos velhos. Que ainda temos sonhos a serem realizados. Mudamos o foco das nossas prioridades e não nos importamos mais com o que pensam de nós, pois temos a consciência de que, se estivermos nos sentindo bem com nosso jeito e nossas escolhas, quem nos ama verdadeiramente estará sempre ao nosso lado.
 

Outra coisa curiosa que li é a preocupação com os cabelos brancos e com as mudanças no corpo... os cabelos brancos nunca me incomodaram... já tem um tempo que eles começaram a aparecer e aumentaram muito desde que me tornei mãe.... não ligo, não ligo mesmo! Acho até um charme. Já as mudanças no corpo, essas realmente tem me incomodado. Mas elas não são decorrentes dos 40 anos, ou não são só disso... eu engordei muito durante a gestação. E não segui a tendência amamente que você emagrece... minha filha me arrancava a alma mamando, mas eu não emagreci... acho que isso é biológico na realidade... meu organismo não é tão bonzinho assim e o peso que eu “ganhei”, insiste em continuar comigo... tudo bem que também não tenho feito a minha parte... mas pensem, não adianta voltar a fazer o tratamento que fazia para emagrecer se eu não posso voltar ao mesmo ritmo de atividade física... antes da gestação, eu pedalava pelo menos 5 vezes por semana.... entre 30 e 50 km.... e isso faz muuuuita falta... tanto para o equilíbrio do peso quanto para o equilíbrio da alma. 

Hoje, estou pesando mais do que quando comecei a fazer o primeiro tratamento, em que emagreci em torno de 25 quilos.  Me pesei ontem e me assustei de verdade... estou pesando mais que o meu marido... aff... mas vamos lá, isso vai mudar! =D

Outra questão que aparece bastante é a realização de sonhos... olha, nesse quesito, preciso dizer que muito provavelmente, fazendo assim uma avaliação breve, o único não cumprido e ainda desejado, seria a casa própria... pois eu já viajei bastante (mas viajar nunca é demais, então, quero viajar muito mais ainda), estive muito com amigos, fiz novos amigos, conservei alguns antigos (mas ainda tem bastante espaço nesse coraçãozinho pra que tiver interesse em uma amizade sincera e sem interesses escusos, e resgatar amizades também são bem vindas); já saí muito, dancei, aprontei, curti.... Ah, amo o que faço no meu trabalho (mas sinto uma falta absurda – que chega a doer – de dar aulas e gostaria de voltar algum dia)... São 13 anos na mesma empresa e muito, muito aprendizado acumulado mesmo. E muita gratidão também, afinal foram esses 13 anos que ajudaram a construir o que sou hoje... física, mental e financeiramente. E , por fim, nas não o final, casei e tive minha menininha...
Então é isso, texto gigante, mas que expressa o tamanho da chegada dos 40 anos para a pessoa aqui... Espero que tenham gostado e que não tenham se cansado e desistido na metade do texto.


Mas e vocês, já chegaram aos 40? Estão chegando? Vamos conversar?

Bjo bjo

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Pedal na Ilha do Mel

E mais uma vez, a bicicleta me proporcionou momentos perfeitos.

No último final de semana de férias, tive o prazer de pedalar na Ilha do Mel... e foi simplesmente fantástico. A convite do amigo Fabio, fomos em 46 ciclistas “invadir” a Ilha do Mel para passear de bicicleta, ver e sentir a natureza, bater papo, dar risada, tomar banho de mar, comer um peixinho, enfim, se divertir.

Que experiência boa poder pedalar num lugar tão abençoado e ter esse contato com a natureza!

Nosso guia foi o Emmerick, do Bike Curitiba, que já conhece bem a Ilha e nos levou por todos os lados, entre beira mar e trilhas.

O dia estava lindo e isto ajudou bastante é preciso registrar. Mesmo o grupo sendo grande, houve uma boa interação entre todos e bastante conversa, risadas, troca de experiências e novas amizades.

Assim como na cidade, ver a Ilha através da bike é uma experiência interessante, pois passamos a observar coisas que antes passavam despercebidas. Tá certo que fazia bastante tempo que eu não ia para lá, mas enfim, é sempre muito bom estar em um lugar tão relaxante e de bike ainda, melhora muito.

Descemos em Nova Brasília, visitamos o Forte de Nossa Senhora dos Prazeres... conhecemos a Praia do Belo.... entre várias outras belas vistas!

Como o dia estava quente, perto do meio dia, foi um pouco “judiado” pedalar beira mar e bem melhor quando estávamos nas trilhas... Almoçamos na Pousada Astral da Ilha... o prato foi o surfista, com direito a um peixinho muito bem preparado e cerveja artesanal (muito boa) para fechar. Uma delícia e um preço justo.

Depois do almoço, um descanso regado a muita conversa e bora tomar aquele banho de mar pra repor as energias. Entrando no mar, água morninha... e aquele arrepio na espinha. Pedidos e agradecimentos feitos... aquele momento pessoal necessário... leve tudo o que não me pertence, renove minhas forças e energias para que o ano seja melhor, ajude, incentive.... vida, natureza, mundo, estou aqui, fazendo a minha parte, espero que da melhor maneira possível, por favor, colabore!

Enfim, o dia foi MARAVILHOSO, o lugar é perfeito, a organização está de parabéns, o guia foi muito prestativo e atenciosos... tudo bom demais. Quero voltar, e logo.

Inclusive, parece que vai rolar outra dessas em fevereiro, com roteiro diferenciado... vamos?

Abaixo algumas fotos, porém, não retratam nem de perto a sensação deliciosa de estar lá e aproveitar tudo de bom que foi!

Agradecimentos especiais ao amigo Mauro, que tirou estas belas fotos! 












E vocês, já fizeram um pedal assim? Vamos conversar?


Bjo bjo

sábado, 24 de setembro de 2016

Lemoskine convida Fernanda Takai



E no domingo, dia 18 de setembro, eu tive o prazer de ver dois grandes artistas juntos no palco. E quase que não deu, como coloquei no face, tudo conspirando contra... é carro que perde a vida, é chuva que chega, entre outras coisas que não vêm ao caso... mas no final das contas, com a ajuda da amiga Lu (super carona de ida) e com a companhia da sempre companheira Mamys Poderosa (encarando a aventura sem carro – incrível como somos dependentes dessa máquina), fomos para a Fiep assistir a este belo espetáculo.

Só para contextualizar como funciona este esquema de Lemoskine convida Fernanda Takai, esta parceria se deu através do Projeto Sesi Música, que busca reunir artistas locais e nacionais para valorizar esta conexão musical.

O Rodrigo Lemos já tem contato com o Pato Fu desde a época da Poléxia e o John Ulhoa produziu o seu CD Toda a Casa Crua, então, parece natural que ele divida o palco com a Fernanda Takai... e gente, foi tão lindo.

O show iniciou com músicas do Lemoskine, do CD Pangea I Palace II, e também do Toda a Casa Crua, e em certa altura da apresentação chegou a Fernanda Takai, para abrilhantar a noite. A parceria na voz foi muito interessante, e a escolha das músicas também... não tinha como ficar parada... eram mãos, pés e cabeça mexendo... fora o coro hehe... não tinha como não cantar todas as músicas junto. E não podemos esquecer dos momentos em que assobiamos, batemos palmas, estalamos os dedos hehe! Tudo parte do show.

Parceria perfeita... espero que se repita! Saí de lá com as energias renovadas, pronta pra encarar a semana bem mais motivada.

Obrigada Rodrigo Lemos, obrigada Fernanda Takai, por deixarem nossa cena musical muito melhor! =)

E vocês, curtem o som dessas feras? Estiveram no show? Vamos conversar?

Bjo bjo

 


sexta-feira, 13 de março de 2015

Apenas Uma Vez



“A peculiaridade do simples e do comum se torna belo neste filme!”

E estas são as minhas palavras... é a minha impressão... =)
 
E a postagem da vez é sobre um filme: Apenas uma Vez



Este foi um filme que eu vi propaganda na TV paga durante as férias. E que grata surpresa ao assisti-lo. Que filme mais lindo, que história interessante.

Que coisa mais emocionante o desprendimento e o desapego de algumas pessoas. Vamos viver o momento?

Este filme é de 2006 e tem como título original “Once”. Um drama musical que foi rodado em Dublin, na Irlanda, um lugar que eu ainda vou conhecer.

Ele conta a história de um músico de rua e de como uma moeda dada por uma imigrante tcheca muda a vida de ambos.

Detalhe importante: em momento algum os nomes deles são citados, logo, serão: ele e ela. =)

Certa noite, ela pára para ouvi-lo tocar e cantar, e coloca uma moeda para ele. Ele “debocha” em termos da moeda dela (algo do tipo, uma moeda de 5 centavos?), e ela pergunta se aquela música que ele está tocando é de sua autoria. Também questiona, por que ele não a canta durante o dia. 

Ele explica que durante o dia o movimento é maior e que as pessoas querem ouvir músicas conhecidas e não as suas composições.

Ela diz que a música é linda e que ele deveria investir em si mesmo. E daí nasce uma linda amizade, uma parceria musical maravilhosa, pois ela é pianista e compositora.

Os atores que interpretam “ele e ela” são: Glen Hansard, da banda de rock irlandesa “The Frames” e Markéta Irglová, que é compositora e instrumentista.

Uma das questões que fazem com que o filme seja realmente lindo e tão real é que foram eles que compuseram e executaram as músicas do filme. 

No desenrolar da história, eles passam a compor juntos. Ela cria uma letra para uma melodia dele e juntos, eles resolvem embarcar numa aventura: gravar um “disco” com as suas composições, pois ele tem talento e pode fazer muito sucesso.

Está é a primeira música que eles cantam juntos no filme... letra "dele".
 
 
Assim, eles buscam músicos que estejam interessados em ajudá-los (músicos de rua, que fique claro), e acabam se tornando uma grande família, onde compartilham suas vidas, seus desejos e anseios e o final, ah o final, tão inesperado quanto é possível, pois até já sei o que vocês estão pensando e não, não é isso que acontece.


Este é o trailer original... a imagem não está assim uma “Brastemp”, mas dá pra ter uma ideia.
 




Então pessoal, assistam e depois me contem o que acharam. 

Espero que fiquem tão maravilhados quanto eu fiquei!

Bjo Bjo!