quarta-feira, 18 de setembro de 2024

A Empregada

Hello People, tudo bem com vocês?

Estou aqui para falar sobre o livro “A Empregada: Bem Vinda à Família”, de Freida McFadden, indicação da amiga Grasi, que sempre arrasa com as indicações. Livro mais recente perto de todos que ando lendo, este é de 2023.


Comecei a leitura de forma despretensiosa, sem grandes expectativas, mas mais uma vez, foi aquela explosão de alegria por um livro tão bem escrito, com uma trama tão bem elaborada.

Pensando muito pra escrever este texto, pois a trama é tão bem desenvolvida que tenho medo de escrever algo que entregue o jogo, hehe.... mas enfim, vamos tentar. Este livro conta a história de Millie e também de Nina Winchester e de como suas vidas se cruzam, e suas histórias se cruzam de forma tão impactante.

Millie é uma ex presidiária que está em busca de um emprego, pois perdeu o último e por isso perdeu sua casa e está morando em seu carro e já não aguenta mais essa situação. Assim, ela vai para mais uma entrevista de emprego, já meio desesperançosa, pois todos que checam seus antecedentes acabam não lhe dando um emprego. Mas na casa de Nina Winchester isso muda. Nina demonstra muito interesse em contratar Millie, porém, já se passaram muitos dias se notícias. E quando Millie já desistiu, recebe uma ligação e para sua alegria, está contratada pra início imediato.

Assim ela se muda para a casa dos Winchester e inicia sua trajetória como empregada doméstica da família. Passa os dias limpando, cozinhando e cuidando da filha de Nina, Cecelia. Apesar de ter um quarto, o que já é muito melhor do que viver e dormir no seu carro, o sótão de Nina e Andrew Winchester não é bem aquilo que ela esperava. Ele é pequeno, com uma cama de campanha e a janela está selada, ou seja, não é possível abri-la... mas tudo bem, é melhor que o carro e ainda tem um frigobar, onde ela pode colocar algumas guloseimas para comer antes de dormir.

No dia da entrevista, a casa estava impecável, mas depois de contratada, Millie percebe que Nina suja a casa de forma deliberada e sem dó... parece até impossível que alguém consiga fazer tanta sujeira e bagunça, isso em contrapartida aos vestidos e outras roupas que usa, sempre brancas, branquíssimas. Millie não entende, mas também não questiona, está sendo paga e faz o serviço. Porém, mesmo tentando ignorar a situação, o comportamento “meio maluco” de sua patroa começa a incomodá-la.... essa bipolaridade, um dia simpática e fofa e no outro neurótica e obsessiva, está deixando Millie louca... mas o que a incomoda também, é a forma como trata o seu marido, Andrew, um homem boa pinta e que parece ser um bom marido e um bom pai para Cecelia, mesmo não sendo seu pai biológico. Apesar de tudo o que ele faz para deixar sua esposa feliz, parece que nunca é o suficiente.


"Às vezes parece que Nina tem dupla personalidade. Ela vai de oito a oitenta muito depressa. Diz que estava brincando, mas não tenho tanta certeza. Mas não importa, na verdade. Não tenho outras perspectivas, e este trabalho é uma bênção." (p. 40)


Os dias passam e Millie passa a prestar mais atenção no marido da patroa, quase com pena pelo jeito que o mesmo é tratado.... e é ai que tudo acontece.... o que? Não posso falar, senão o spoiler estraga a surpresa.

O que posso te dizer é que é um livro que te prende, e mais que isso, te surpreende, pois você não imagina nem de longe o desfecho da história... e o melhor, tem um livro 2 e um livro 3!

Viva!

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

A Redenção de Gabriel

Hello People, tudo bem com vocês?

Então, deixa eu contar pra vocês que este terceiro livro da trilogia de Gabriel me decepcionou deveras. Lembram quando no final do post anterior eu disse que poderia ter acabado ali, então, reafirmo isso... poderia ter terminado ali a história e estaria tudo lindo!



Explico.... pra mim, se terminasse no segundo livro, as narrativas estavam bem fechadas, os “problemas” tinham sido resolvidos, os ciclos fechados... o terceiro livro ficou naquela lenga lenga de amor eterno entre Gabriel e Julia.... o clichê das cenas de amor tórrido e desinibido. Já estava quase desistindo, mas não desisto de um livro, a não ser que tenham páginas faltando, hehe... Mas vale registrar aqui que até rolou uma emoção, que veio quando Gabriel, por querer ter filhos com Julia, decide buscar suas origens, saber mais sobre os seus pais biológicos e acaba conhecendo uma meia irmã (por parte de pai), que fica super empolgada em conhecê-lo também... ali parecia que se desenrolaria uma história dentro da história e era promissora,  mas esse encontro não é tratado como deveria... fica raso, sem maiores explicações, o pai era perfeito pra filha, horrível para Gabriel.... Kelly, sua meia irmã disse que o pai sempre procurou saber sobre ele, acompanhar sua vida, mas nunca se aproximou de fato... e isso podia ter sido melhor explorado, por que o pai não se aproximou? Qual era o motivo? Enfim... me decepcionei... depois animou um pouco mais pois Julia engravida, a revelia do que eles “queriam naquele momento”.... que seria esperar o final do doutorado de Julia, mas o bebê vêm antes... e dai acontece toda aquela questão clichê de parto.... aff aff aff.... tanto que esse levei um mês pra ler, diferente do segundo que foram menos de 15 dias... que coisa. Mas de toda forma, o final feliz rola.... com muita enrolação antes, mas rola hehe!

Enfim, minha opinião, a história podia ter terminado no segundo livro.... mas e vocês, já leram essa trilogia? O que acharam? Concordam comigo ou discordam? Vamos conversar?

 

Bjo bjo

terça-feira, 27 de agosto de 2024

O Julgamento de Gabriel

Boooom dia, boa tarde e boa noite.... tudo bem com vocês?

Iniciando mais um post, este sobre o livro O Julgamento de Gabriel, de Sylvain Reynard... segundo livro da trilogia e a primeira coisa que preciso compartilhar com vocês é que depois de muito tempo, mas muito tempo mesmo, eu li um livro em 15 dias hehe... parece bobeira, mas com toda a rotina modificada da vida desde o casamento e a vinda da Maria, ler um livro tão rápido é pra se comemorar... primeiro pois o livro é ótimo, segundo pois me parece que na rotina do dia a dia estou conseguindo, finalmente, encaixar algo que me dá prazer, que me deixe feliz, que é ler. Viva!



Mas vamos lá para o segundo capítulo dessa trilogia super envolvente.

Este livro começa exatamente na sequência que finaliza o primeiro, com Gabriel o Julia vivendo seu tórrido amor na Itália.... sim, não falei sobre isso no primeiro post, mas é por ser muito spoiller hehe!

Uma conhecendo as aventuras do sexo e o outro, a calmaria do amor.

Porém é necessário voltar à realidade e por pura inveja e despeito de alguns, Gabriel e Julia se separam no segundo livro.... Gabriel decide abrir mão do seu amor por Julia para que ela passa progredir profissionalmente, porém, ela não sabe disso, não consegue entender essa concessão que Gabriel faz e o por que do fim do relacionamento já que se amam tanto.

E este fim acontece de forma “brutal”, Julia sofre a ausência e a falta de explicação sobre o que aconteceu.... mas mesmo assim, ela segue sua vida, se forma em Toronto e aceita a bolsa que ganhou para estudar em Harvard, seu maior sonho.

Gabriel, em contrapartida, se isola.... se afasta da Universidade de Toronto, e vai em busca de amadurecimento emocional e até espiritual para poder aguentar tudo o que está acontecendo e a dor da ausência de sua amada.

Nestes meses afastados, Julia pensa que Gabriel não a ama mais, e com isso, chega a cogitar, mesmo que minimamente, ficar com seu querido amigo Paul, que em uma altura do livro, declara todo o seu amor por Julia.

Porém, ela entende que precisa ficar só, que o seu coração e a sua vida pertencem à Gabriel e que ninguém mais poderá fazê-la feliz. As aulas estão quase iniciando e ela resolve finalmente organizar seus livros que já estão a muito tempo dentro de caixas em seu novo lar. E nesta atividade, ela encontra um livro que não lhe é familiar, e ao abri-lo, tem uma grande surpresa. Lá ela encontra uma mensagem escondida de Gabriel. Ela fica muito ansiosa e como ainda não tem internet no apartamento, ela corre para o outro lado da rua, para captar a internet do café aonde está trabalhando, para mandar um email para Gabriel, quando se depara com o próprio, escondido entre as árvores.

Ela fica muito ansiosa ao vê-lo, não sabe como reagir, tentam conversar, mas não gera muitos frutos essa conversa. Combinam de se encontrar dias depois e iniciam a conversa que estão com medo de ter, aquela dolorosa conversa para esclarecer as coisas.

Ambos machucados, magoados, perceberam que precisavam ir com calma, um dia de cada vez, e assim, retomaram o seu relacionamento, juntamente com as suas novas rotinas de aluna de Harvard e Gabriel com um novo emprego, na Universidade de Boston.

Após alguns meses eles finalmente se reconectam de forma a consumar seu amor de forma completa.... e assim, se casam.... uma cerimônia simples, em Assis, apenas para os familiares e amigos mais próximos.

Após uma noite de núpcias pra lá de especial, eles comungam um do outro e iniciam de uma maneira muito linda e especial, sua vida de casados.

Ufa, quantas emoções, quantos desencontros.... ai ai.... sabe que do meu ponto de vista, poderia finalizar a história ai.... o famoso: “e viveram felizes para sempre”, mas tem mais história pra gente... então, já iniciei o terceiro capítulo e logo volto por aqui pra conversar com vocês.

 

Vamos conversar? Bjo bjo

quarta-feira, 31 de julho de 2024

O Inferno de Gabriel

Clássico romance que deixa qualquer um arrepiado ao ler certas partes. Porém, não é só isso, ou melhor, longe disso...

O livro escrito por  Sylvain Reynard conta a história de Julia Mitchell, ou Julianne, ou Jules, como também era conhecida, e Gabriel Emerson, respectivamente aluna e professor.



Julia é uma jovem promissora, que em sua paixão por Dante definiu o que gostaria de ser quando crescesse... assim, ela vai para Toronto estudar, um passo para sua tão almejada vaga em Harvard.

Em diversos momentos existem referências muito inteligentes sobre a história de Dante e Beatriz, da Divina Comédia. E essa é um grato presente aos leitores. 

É romântico, sensual, mas não cai no clichê de “sexo” ou “menina pobre x menino rico” ou por fim, “aluna x professor”.... esses são apenas pequenos pontos que sim, são citados no decorrer da trama, mas sem deixar maçante, previsível ou monótono o livro. A leitura é fluída, existe um desejo de saber o que vai acontecer... não dá pra parar de ler, a menos que seja estritamente necessário.

Gabriel, ou Professor Emerson, como é mais conhecido, é um professor da Universidade de Toronto, especialista em Dante, desejado e temido pelos alunos, e até por seus pares... ele adora esta sensação de poder que tem e faz uso disso para TUDO. Quando ele se depara com sua mais nova pupila, Julia Mitchell, ele tem uma estranha sensação, um deja vu, porém, não deixa que isso o impeça de ser um verdadeiro cretino com ela... de usar sua posição de professor para atormentá-la, porém, não sem se atormentar também, pois não entende o fascínio que essa garota exerce sobre ele. E é ela que faz com que todas as suas convicções caiam por terra, mas isso vai acontecer lá na frente.

O título fala sobre o inferno de Gabriel, mas no livro temos também, o inferno de Julia. Os fantasmas que cada um deles vive em seu dia a dia para se manterem “vivos”. Duas almas atormentadas que se encontram e lutam para viver seu verdadeiro amor. Isso quando Gabriel finalmente entende quem é Julia Mitchell e por que ela o fascina tanto. 

Descobri que esse é o primeiro de três livros, ansiosa aqui pela continuação.  Já baixei os próximos.

Mas me contem, vocês já leram essa trilogia? O que acharam? Vamos conversar?

Bjo bjo

segunda-feira, 22 de julho de 2024

Um Lugar bem Longe Daqui – o filme

 

 

Oi pessoal, bom dia, boa tarde e boa noite, tudo bem com vocês?

Hoje a conversa é sobre filme, a um tempo atrás escrevi sobre o livro lido: Um Lugar bem Longe Daqui.... indicação da amiga Grasi e esses dias, assisti ao filme baseado no livro.

Tenho que contar pra vocês, a fotografia e a trilha sonora do filme são um espetáculo.

O filme começa com a morte de Chaise e as autoridades da região atrás da Menina do Brejo como principal suspeita.

Ela é presa e no tempo de prisão, o gato, que é bem evidenciado no livro, também aparece como um conforto para Kya em seu tempo encarcerada.

Já na sequência, um advogado aposentado aparece na prisão para se oferecer para atender o caso de Kya, para lhe representar.

E a história volta para a sua infância, para sua família, no brejo.

Uma coisa que me chamou muito atenção é que no livro se enfatizava muito a pobreza e o mal vestir deles e no filme isso é bem diferente. Roupas limpas, todos bem arrumados e bem branquinhos, no livro dá impressão de que seriam pardos. Mas enfim, no livro a gente sempre imagina como queremos não é mesmo?

Então a descrição da pobreza que eles viviam não é muito evidente no filme.

Quando vai para a escola pela primeira e única vez é um dos poucos momentos que vemos Kya “suja”, descalça.... mas já na sequência que mostram ela ajudando seu pai com as pescas no barco, está asseada.

Reforçando o que já disse lá em cima, a fotografia do filme é divina, o brejo, um lugar lindo, acolhedor, cheio de vida.... muito verde, muitos sons, é um espetáculo a parte.

A história de Kya com Tate é contada de forma linda, romântica, mas Tate não aceita quando ela quer se entregar e deixa tudo triste e “frio” entre eles... e depois ele vai para a faculdade, deixando Kya “à espera”... e como ele não volta, ela acaba se envolvendo com Chaise, que parecia ser alguém legal, mas que no fundo não queria assumir nada com ela. Em paralelo rola o julgamento de Kya, com muitos detalhes como no livro.

Os pássaros que vinham sempre ao seu encontro no livro, aparecem muito pouco no decorrer do filme.... deveriam ter explorado isso um pouco mais, visto que em muitos momentos eram os pássaros seus únicos amigos e companheiros.

O julgamento passa e ela é absolvida... finalmente se junta à Tate e tem uma vida feliz.

A passagem de sua vida, até o seu envelhecimento, no brejo, junto ao seu amado Tate é retratado de uma forma muito linda, pura, envolvente.... emocionante na verdade. E ela deixa essa terra no seu barquinho, no seu brejo, em paz.... e ao recolher suas coisas no final da vida, Tate acaba por descobrir seu segredo mais bem escondido... e fim.

 

Ufa, que lindo, lógico que falta muito do livro, mas adaptações são assim mesmo e tudo bem. E essa é uma adaptação que vale o seu tempo... assistam.

 

Bjo bjo




segunda-feira, 15 de julho de 2024

Uma Viagem em Família

Olá pessoas, tudo bem com vocês?

Cá estou eu para mais um texto, dessa vez, pessoal... vamos falar sobre viagem?

Em junho fizemos uma viagem em família, papai, mamãe e filhinha.

Primeira experiência aérea do papai e da filhinha. Foi bem interessante. Apesar do nosso destino ser “perto“, 55 minutos de voo apenas, já foi o bastante para mostrar que dona Maria ficou super à vontade e sr. Carlos ficou um tanto “nervoso” hehe!

Antes dessa viagem acontecer, tivemos vários “perrengues” com as passagens por termos comprado por uma empresa ai que nem merece ser citada.... enfim, depois de muita dor de cabeça, consegui comprar diretamente pela companhia aérea e deu tudo certo.

Ao chegar no aeroporto tínhamos uma moça nos aguardando, pois como fechei tudo antes, fiz a reserva de todos os passeios e hotel por uma agência que já tinha utilizado a 10 anos atrás, quando fui pra Foz pela primeira vez. Ah é, sim, a viagem foi para Foz do Iguaçu, no Paraná.

Ao chegar no hotel, outro “perrengue”, a moça que fechou nosso pacote, se acidentou na sequência do meu contato e fez as reservas de todos os passeios, mas não informou ao hotel nossa estada. Levou mais de 1h para resolverem tudo, enquanto isso, almoçamos e  deu certo... nessa, ainda nos beneficiamos, pois tivemos um upgrade considerável no quarto...

Maria estava encantada com tudo no hotel.... sala de jogos, academia, quarto próprio dentro do quarto, água quente na torneira da pia do banheiro, mas o que ela mais gostou e não parava de falar era da tal piscina, hehe....


Mais para o final da tarde pegamos nosso transporte para o by night na Argentina... passeio pelo Marco das Três Fronteiras, feira de comidinhas típicas, finalizando com um jantar simplesmente espetacular no restaurante Pata Negra.




Durante todo o passeio o motorista nos explicou tudo, conversou sobre como funcionavam as coisas, nos orientou. Foi um ótimo guia, inclusive, todos os motoristas que nos acompanharam em todos os passeios foram ótimos, nada a reclamar, foram atenciosos, com muitas explicações, inclusive históricas, nos sentimos muito acolhidos.

De volta ao hotel, já bem tarde, foi só o tempo de um bom banho e cama. Pois férias em lugar assim, não tem a opção de dormir até tarde, tudo sai cedinho e se perder o transporte, tem que correr atrás do prejuízo kkkkkkk... e o dia seguinte amanheceu banhado por muita chuva. Depois de um bom café da manhã, fomos até um local de venda de coisas típicas a caminho do Parque das Aves e das Cataratas do Iguaçu. E mesmo com chuva, e capas de chuva na mochila, seguimos para o Parque das Aves. Lá precisaremos voltar, pois quase todos os pássaros estavam escondidos da chuva.... mas o sonho da Maria foi realizado, ela viu os seus amados flamingos de perto... tirou fotinhos e tudo. Ficou muito feliz. É lindo de ver tantos pássaros resgatados e tratados com dignidade lá. Alguns ainda meio judiados, doentes, mas rodeados de muito amor e cuidados.


Dali seguimos para as Cataratas do lado brasileiro... novas capas no couro porque a chuva não dava trégua, passeamos por tudo.... mais rápido e com menos fotos e vídeos do que gostaríamos, mas tudo bem. Maria e Kadu curtiram, eu também, claro.

Almoçamos por lá e para nossa surpresa, até um solzinho apareceu enquanto comíamos. De volta ao hotel, tomamos um banho quente, e ficamos um tempo no conforto do quarto.... depois saímos para dar uma volta no entorno do hotel... fomos até o mercado e a noite jantamos numa churrascaria próxima.

No dia seguinte amanheceu um dia nublado, mas sem chuva.... viva!

Mais uma vez aquele café da manhã super especial e bora para as Cataratas do lado argentino. Neste dia tivemos gratas companhias, o Sr José, espanhol meio carrancudo, mas de boa conversa, passeando solo pelo Brasil e a Cris, do interior de Santa Catarina, mocinha explorando sua primeira viagem sozinha para se sentir mais independente.... fizemos o passeio todo com eles, rimos e nos divertimos muito. As Cataratas do lado argentino tem uma visão distinta do lado brasileiro, pois lá, nós andamos por cima das quedas, literalmente, andamos por cima da água, em plataformas que nos deixam ver tudo abaixo. Foi um momento muito emocionante, estar com a Maria e o Kadu num lugar tão lindo, tão abençoado. Tudo bem que sofremos um furto quase no final do passeio, mas faz parte... um macaquinho muito ligeiro “roubou” nossa coca cola... foi motivo de muitas risadas... vimos os fofos e muito espertos quatis também, que renderam bons vídeos... mas fica o alerta, não tocar, pois eles podem transmitir raiva.... tinha isso escrito em um milhão de placas pelo parque todo.

 


Chegamos ao hotel bem cansados, pois o passeio é muito extenso, e para relaxar, fizemos a vontade da baixinha, fomos pra piscina. O espaço conta com um ofurô, beeeem quentinho e foi lá que nos aconchegamos. Nessa noite, optamos por jantar no quarto... Maria quis uma canjinha e comeu tudo hehe! =)

No dia seguinte, o tão esperado Paraguai.... o dia que levantamos mais cedo, e o que andamos mais, quase mais que nas Cataratas do lado argentino, e isso que ficamos só dentro do Shopping Paris.... mas também, lá tem de tudo, nem precisa sair mesmo... na verdade, optamos por não sair, visto que não conhecemos a região e não sabíamos bem aonde ir, e como a Maria estava conosco optamos pela segurança do shopping. Compramos muito mais do que deveríamos, lógico, mas tudo o que pegamos estava num preço legal, valeu bastante a pena.... Maria veio que veio faceira pra casa com a sua tão querida Alexa, agora quase que sua melhor amiga.... senta na frente da bichinha pra ficar conversando kkkkkkkk.

A tarde ainda tivemos outro passeio, acho que um dos mais interessantes da viagem... fomos ao Complexo Dreams Park Show. Lá tem 5 atrações e participamos de todas... Parque dos Dinossauros, Ice Bar, Museu de Cera, Maravilhas do Mundo e Dreams Moto Show....

O Parque dos Dinossauros é uma experiência muito legal, os dinossauros são em tamanho real, ou quase, se mexem e emitem sons, alguns até nos assustaram hehe... foram grandes emoções e fotos muito divertidas.

Na sequência fomos ao Ice Bar.... o tempo que a gente leva para se paramentar para entrar é maior do que o tempo que ficamos lá dentro... pensem num lugar frio.... o evento é para ser de 30 minutos, mas acho que não ficamos 10. Tem música e eles servem bebidas “quentes”, drinks que ajudam a aquecer, mas mesmo assim, esse é um lugar que não preciso voltar hehe...

Depois, seguimos para o Museu de Cera.... lá fiquei encantada, filmei absolutamente TUDO, não consegui não fazer isso... achei um espetáculo a parte, cada um daqueles personagens, artistas, pessoas públicas... alguns muito, muito parecidos mesmo, cada sala era um susto novo, achando que era uma pessoa mesmo que estava ali. Sensacional!

Nas Maravilhas do Mundo vimos grandes obras e grandes ícones que fizeram parte da história do mundo, bem legal também, mas não bate o Museu de Cera.

Escolhemos finalizar no Dreams Moto Show, pois a intenção era jantar lá... é um bar, estilo Hard Rock Café, mas com muitas, muitas motos mesmo... não são nem tão antigas, as mais velhas são de 2000, mas são lindíssimas... todos os modelos que vocês possam imaginar. Um garçom muito atencioso nos atendeu e ao escolhermos o prato, fomos agraciados com um jantar dos deuses... o chef foi conversar conosco e descobrimos que trabalhou no Bourbon em Curitiba. Cara bom no que faz, ainda sinto o gosto daquela refeição... o cheiro daquela carne hehe!

 

 

Finalizamos nossa viagem com chave de ouro, e no dia seguinte era o dia de voltar pra casa.... mas ainda tivemos tempo de passear no shopping e ainda fazer umas comprinhas hehe, mais algumas!

Ah, voltamos de ônibus... leito, deitadinhos e dormindinhos, bem de boa.... apesar de não ter conseguido dormir super bem, deu pra descansar... e é isso.

Mas me contem, já foram para Foz do Iguaçu? Ou para outro lugar que acharam legal uma viagem em família e queiram compartilhar?

Vamos conversar?

Bjo bjo

sexta-feira, 5 de julho de 2024

Embuscadoamor.com

Cá estamos nós, para falar de um livro que foi uma leve surpresa.... leve no sentido de que é uma leitura fácil, mas não fácil de desmerecida... suave... mas com história, com teimosia, com amor, com um toque de realidade. O livro foi escrito por Emma Garcia, e seu lançamento foi em 2013. 


Viv é a nossa protagonista... louca e cegamente apaixonada por seu noivo, Rob, que depois de muitos anos de namoro, já desistiu de casar três vezes.... e desta última vez, com pouco tempo antes da grande data, ele desiste novamente.

Viv se cansa e resolve dar um “susto” em Rob e sai de sua casa... pede um tempo... 3 meses depois, sem ter notícias de Rob ela percebe que talvez não tenha sido uma boa ideia.... e vai em busca do seu grande amor e, para sua inteira decepção, ele já está com outra mulher, namorando “firme”, praticamente noivos e com data prevista para um casamento muito rápido para que Viv conseguisse absorver sem surtar.

Como muitas jovens que são “abandonadas”, ela busca respostas na internet e acha muitas histórias sobre sofrer por amor, sobre abandono e num click ela acha que pode ajudar outros desafortunados com o mesmo problema e resolve criar um site de autoajuda. No decorrer do livro, o site é desenvolvido por seu colega de trabalho, Mike, que deixa o site muito bacana e funcional. E para tentar reconquistar seu grande amor ela vai contando sua história no site e pede e dá conselhos aos leitores de suas histórias e também compartilham suas vidas amorosas com ela. 

Aqui devemos fazer um parêntese para os amigos de Viv: Lucy e Max... Lucy é autossuficiente, bem resolvida sexualmente e logo que encontra seu “Deus do Ébano”, se casa, deixando Viv feliz e triste ao mesmo tempo... Max é aquele amigo gostosão que pega todas, vive de pintura, o que não é muito promissor, adora sair para beber, mas que deixa tudo de lado quando Viv vai ao seu encontro. 

Ah, cabe mais uma questão aqui, Viv foi criada pela avó que depois de perder o amado marido, iniciou um relacionamento com o vizinho, o que deixa Viv realmente incomodada, como se a avó estivesse traindo o avô. Porém, ela percebe que a avó ama seu namorado e que ele também a ama... e quando recebe a notícia de que eles querem se casar, já aceita melhor a ideia. 

Certo, voltando ao Rob agora, Viv tem um chilique quando se dá conta que o dia do casamento de amigos que eles tem em comum está chegando e que ela terá que ir sozinha, sem companhia.... neste momento ela inicia um plano de medidas desesperadas para recuperar seu grande amor. Estes planos incluem roupa certa, maquiagem, cabelo, depilação.... Todos planos frustrados e realmente estapafúrdios. No final das contas, ela  vai com seu querido amigo Max ao casamento e lá, ao ver o novo par do seu amado Rob, ela perde totalmente a compostura e dá o maior vexame. 

Neste momento, totalmente no fundo do poço, Viv encontra conforto e apoio em Max, porém, de uma forma inesperada.... após este momento, parece que dá um clique na mente da nossa protagonista e ela começa a enxergar as coisas mais claramente... Talvez o seu “deus” Rob não seja tão deus assim, talvez o seu amigo Max, não seja tão irrelevante assim.... e lá vai Vivianne em busca de novas respostas, de um jeito muito característico dela, metendo os pés pelas mãos. 

E por aqui encerro minhas palavras, se falar mais corro o risco de spoilers aos novos viajantes desta história.

Mas e ai, me contem, já leram este livro? Já se apaixonaram cegamente e depois caíram na real?

Vamos conversar?


Bjo bjo


sexta-feira, 3 de maio de 2024

Um Lugar Bem Longe Daqui

 

Bom dia, boa tarde, boa noite meu povo querido... finalmente motivada para escrever hehe....
Vamos falar sobre o livro “Um Lugar Bem Longe Daqui”, de Delia Owens? Este livro foi escrito em 2019, livro mais novo que li nos últimos tempos.




Ele conta a história de Catherine Danielle Clark, ou apenas Kya Clark, ou ainda, mais conhecida como a Menina do Brejo e sério gente, apesar do começo não ter despertado aquele brilho nos olhos, já na sequência eu não consegui parar de ler e terminei o livro no final de semana, deixando muitas coisas de lado, pois queria saber o que iria acontecer com essa mocinha.

Grasi, amiga, obrigada pela indicação, era desse tipo de motivação que eu estava precisando.

Mas voltemos à história. Como disse, ele conta a história de Kya Clark, a Menina do Brejo... que foi abandonada por toda a família antes de completar 10 anos e que decidiu viver sozinha em seu barracão em meio a um brejo, próximo de um vilarejo. Desde o início, mesmo antes de sua família ir embora, Kya vivia em seu mundinho, sempre se sentindo rejeitada ao precisar ir até o vilarejo para comprar mantimentos e depois que todos se foram, essa situação se apertou ainda mais. Ela começou a caçar mariscos para vender para Pulinho, dono de uma bodega beira rio, e também, aprendeu sozinha, apenas relembrando o que seus pais faziam, a defumar peixes e desta forma, foi levando a vida. O dinheiro para o básico de comida e o combustível para o barco, ela conseguia. Um dia Tate, um jovenzinho um pouco mais velho que ela, cruza seu caminho no rio e os dois trocam olhares. Criam um código entre eles antes disso... uma troca de penas e conchas que acontecia num tronco de área próximo à uma prainha. Depois de um tempo passam a conversar e ao ver que Kya não sabia ler e escrever, ele se propõe a ensiná-la, indo até ela quase todos os dias com livros e mais livros. Quase sempre os livros eram de biologia, assunto que Tate amava e no final das contas, Kya também. Assim ela aprendeu os nomes corretos das penas e conchas que pegava por ai e aprendeu a cataloga-las. Assim ela foi aperfeiçoando seus desenhos e estudos, e transformando seu barracão em um laboratório vivo. Com o passar do tempo ela se apaixonou por Tate, mas por ser mais velho, ele tinha medo de parecer abusivo e acabou não deixando esse amor florecer e depois, quando teve oportunidade, ele foi estudar fora e a deixou, assim como sua família.

Neste tempo, ela se envolveu ainda com Chase, um rapaz bem conhecido da cidade e que tinha a fama de “pegar todas”. Kya se apaixonou e quando descobriu, pelo jornal da cidade que ele iria se casar, sentiu mais uma vez o abandono e decidiu se isolar de vez.

Tate até voltou e tentou se reaproximar, mas foi enxotado por ela, mas não sem antes fazê-la concordar em enviar seus escritos para uma editora, para avaliar o seu trabalho.

Assim, Kya tem um livro publicado, depois outro e depois mais outro. E assim ela continua seguindo sua vida, não sai do barracão, mas o deixa mais confortável... continua mantendo seu amor pelo brejo, leva comida para as gaivotas todos os dias e assim a vida vai passando....

Depois de alguns anos, Chase já casado, é encontrado morto no brejo, e todas as suspeitas recaem sob Kya..... principalmente por ter sumido um colar que ele sempre usava, que foi feito por ela.

Assim, o xerife e o delegado buscam de todas as maneiras provas contra ela e assim que conseguem algo minimamente plausível, a prendem.... ela passa por um julgamento e.... é absolvida, ufa! Quanta angústia, misericórdia.

E para fechar com chave de ouro, finalmente ela aceita o amor de Tate e eles passam a viver juntos, casados.

Em seus livros Kya conseguiu retratar o brejo e suas espécimes de forma formidável, em seus livros ela ensinou à todos como o brejo conecta terra e mar, ambos precisando um do outro.

Com o desenvolvimento do vilarejo, em vários locais haviam livros seus à venda, com a chamada: Autora local e bióloga premiada!

 

“A maior parte do que sabia havia aprendido com a natureza. A natureza tinha cuidado dela, protegera-a e fora sua professora quando ninguém mais quisera fazê-lo, Se o seu comportamento diferente tinha consequências, então elas também eram aspectos da essência fundamental da vida” p. 332

 

O fim de Kya foi aquele que todos os ávidos leitores queriam, finalmente encontrou o amor, conseguiu viver sua vida no brejo, em paz.... mas mesmo sendo aquele clichê de viveram felizes para sempre, é impossível não se apaixonar por essa história, afinal, você se sente no brejo, vivenciando cada situação que Kya enfrentou, vendo cada um daqueles pássaros, conchas, capins que ela tanto amava e dedicou uma vida inteira de estudos aos mesmo, gerando tantos livros premiados. Mesmo assim, permaneceu “isolada”, sem grandes contatos humanos, a não ser com seu amado Tate. Escrever mais que isso é dar spoilers que podem comprometer a sua leitura, então, se não leu, coloque este livro na sua lista e leia-o o mais rápido possível....

Termino aqui o livro, em lágrimas, escrevendo enquanto leio.... triste e feliz ao mesmo tempo, coração quentinho, mas um pouco vazio também de ter terminado um livro tão profundo, tão bem escrito, tão vivo!

Mas agora me recuperando um tico, me contem, vocês já leram Um Lugar bem Longe Daqui? O que acharam? Vamos conversar?

Bjo bjo

sexta-feira, 19 de abril de 2024

A Resposta

 Bom dia Pessoal.... ou seria boa tarde, ou ainda, boa noite... =)

E ai, como vocês estão? Muito tempo sem aparecer por aqui né?! Mas é por que não tenho tido muita inspiração para escrever. E também sem muito assunto e também, na correria sempre, enfim, um misto de coisas que acabaram não provendo este blog.



Mas agora estou aqui para escrever sobre o livro “A Resposta”, de Kathryn Stockett, livro que levei muitos meses para terminar de ler... Livro que vi o filme a muitos anos atrás e que achei simplesmente espetacular. 

Mas sabem como é, livros que tem filmes, filmes que tem livros, ficam marcados... e esse foi um livro muito difícil de ler... certo que a forma que foi escrito e a história em si, também influenciaram nessa morosidade. 

Mas vamos lá, o livro conta uma história passada na cidade de Jackson, lá pelos idos da década de 60, e tem como personagens principais, 3 mulheres: Minny, empregada doméstica, negra, cozinheira de mão cheia e conhecida por sua “boca grande”; Aibeleen, empregada doméstica, negra, conhecida como a negra que chora a morte do seu filho, porém, criou 17 crianças brancas como suas, muitas delas, a chamando de mãe inclusive, normalmente saindo de cada casa quando a criança já está em idade escolar; e Eugenia Skeeter Phelan, mulher branca, recém formada na faculdade de jornalismo e ansiosa por se tornar escritora. 

O nome do livro é A Resposta, e me parece que a resposta é ao tratamento que os negros em termos gerais, recebiam dos brancos pelos seus serviços prestados. O nome do filme baseado no livro é Histórias Cruzadas, uma referência ao “cruzamento” entre as histórias dos brancos e dos negros envolvidos na trama. 

É um livro marcante, de história forte em que a realidade sobre o tratamento que os brancos davam aos seus empregados negros, é retratada de forma a doer na alma em cada página lida.  

Ele se inicia com a descrição do dia a dia das empregadas domésticas e também, das famílias brancas da cidade de Jackson... Em paralelo, conta um pouco sobre a vida das nossas protagonistas... neste momento é importante falar de Skeeter, que volta para sua cidade natal com a ambição de ser escritora, porém, tem que se contentar com um emprego escrevendo para uma coluna de cuidados domésticos, coisa da qual ela não sabe absolutamente nada. 

Neste contexto é que ela recorre à Aibileen, pois ela é a empregada que Skeeter conhece que tem mais experiência nos cuidados da casa e ali começa uma amizade, entre uma dica para tirar mancha de café e outra, nasce algo que teria a grandeza que elas nem imaginavam naquele primeiro momento. Em suas conversas o grande problema racial vivido em sua pequena cidade fica cada vez mais evidente, e isso a incomoda muito. 

Ainda em busca de ser escritora, Skeeter envia seus escritos para uma grande editora que acha seu texto morno, e essa editora,” planta uma pulga atrás da orelha” de Skeeter, questionando o por que escrever sobre coisas que está na cara que ela não gosta, que é apenas para agradar a maioria. Ela é questionada do por que não escrever sobre o que a incomoda, sobre o que a “aflige”.... e disso nasce uma ideia muito, mas muito ousada mesmo. Neste viés, é importante comentar que Skeeter sempre teve uma relação de afeto muito forte com a empregada que a criou, Constantine, porém, essa foi embora sem nem se despedir, o que sempre gerou incômodo em Skeeter e sempre ao questionar seus pais sobre a situação, recebia respostas evasivas. 

Agora voltando pro foco: Então, tudo ganha forma quando ela se junta à Aibeleen, primeiramente para questionar sobre o que havia acontecido com Constantine e depois para colocar forma em sua ideia: escrever sobre a vida das empregadas domésticas, uma história sobre suas histórias.. sobre o relacionamento com suas patroas brancas. Mesmo já tendo uma relação com “Dona Skeeter”, Aibileen acha aquilo uma loucura, mas depois de muito refletir, aceita o desafio. E depois de um pouco de insistência, sua querida amiga Minny, se junta a elas. 

Levam muitos meses para conseguir a confiança de outras empregadas que estejam dispostas a contar suas histórias. Algumas muito boas, de um bom relacionamento, de reciprocidade, de respeito, e podemos dizer até, de amor. Mas a maioria das histórias é de ações abusivas, de humilhações, de agressões físicas e psicológicas, onde as empregadas não podem nem utilizar o mesmo banheiro que os brancos pois estes acham que aqueles podem transmitir doenças. Era uma época de grande segregação racial, e de uma tentativa de se falar em direitos civis nas cidades maiores. 

Devido a este histórico momento de manifestações a favor dos direitos civis, onde os negros começam a ter um pouco de vez e voz, Skeeter acha que seu livro pode ser positivo nesta luta. E assim, várias noites por semana Dona Skeeter vai à casa de Aibileen, sorrateiramente, para ouvir os depoimentos daquelas empregadas domésticas. E passa horas e mais horas datilografando cada relato, adequando as informações, e seu livro vai tomando forma. E cada vez mais, fica claro o antagonismo que cerca a relação das empregadas negras com suas patroas brancas... muitas das empregadas até são convidadas aos casamentos daquelas crianças que ajudaram a criar, porém, só podem comparecer usando seus uniformes, mostrando que existe “uma hierarquia”, que ainda é muito forte essa segregação. 

No decorrer do livro, descreve-se a dificuldade que assombra Skeeter, seu relacionamento com suas “amigas” brancas, que se incomodam por ela ser uma mulher mais independente, com pensamentos próprios, que não aceita tudo de cabeça baixa. E uma de suas “amigas”, Hilly, se incomoda mais, deixando evidente que não gosta nada do rumo que o comportamento de Skeeter está levando. Que ela “envergonha” as mulheres da sociedade de Jackson, porém, depois de muita luta, algumas até literais, Skeeter, Aibileen e Minny finalizam o livro que é enviado para a editora em Nova York, porém, sem grandes expectativas de publicação... o que é uma surpresa quando o livro começa a vender como água e precisa de novas tiragens.


Finalmente suas vozes são ouvidas, as histórias daquelas empregadas são reconhecidas e seus direitos passam a valer um pouco mais... sabemos que até hoje existe segregação, existe racismo, preconceito, velado, estúpido, desnecessário, mas ele esta ai, em cada brincadeirinha sem graça, em cada comentário que seria inocente, mas é regado de maldade.... Anos 60, ano de 2024, me parece que no âmago da situação, não mudou muita coisa, só se encontra disfarçada de empatia e respeito, sqn. 

Mas e ai, já leram este livro? Viram o filme? Vamos conversar?


Bjo bjo

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Balanço 2023...

 


Bom dia, boa tarde e boa noite Gatos e Garotas!

Tudo bem com vocês? E ai, como foi 2023 pra todos? O que avaliam do ano que se passou?
Por aqui vamos já já para as considerações... primeiro, justificar o sumiço (de novo)... eu não tenho feito grandes coisas que justifiquem textos, então ultimamente meus textos estavam se limitando aos livros lidos o que foi super bem até outubro. Ou melhor, até setembro.... onde finalizei O Quarto e iniciei a leitura de A Resposta, livro de Kathryn Stockett, livro que baseou a história do filme Histórias Cruzadas, filme que me impressionou muito positivamente, porém, o livro não está desenrolando.... não cheguei nem na metade dele ainda... porém, não quero e não vou desistir, então, aguentem firme que logo logo vêm resenha dele por aqui.

Em 2023 não vivemos mais uma pandemia, mas os seus reflexos ainda foram bem consideráveis.... inclusive em termos de cuidados... pessoal afrouxou com coisas simples como lavar as mãos com frequência, evitar locais com aglomeração, entre outras coisas... e isso fez com que os casos de covid aumentassem novamente... e assim, também tem a questão de que o covid não acabou e não vai acabar, de pandemia, vivemos uma endemia, ou seja, passou a ser uma doença que teremos que conviver, se cuidar, tomar as vacinas... não deixem de se cuidar, por favor.

Agora, vamos aos números, que é a parte que me diverte por aqui.

As postagens no blog foram consideráveis se levarmos em conta as 4 de 2022... em 2023 tivemos 22 postagens, destas, a esmagadora maioria foi sobre os livros lidos, como citei ali no começo da nossa conversa.

Mais uma vez sem grandes proposições para 2023.... na realidade depois que se tem filhos, as proposições deixam de ser nossas, mas enfim.

Neste ano fizemos o aniversário super ultra mega blaster da Maria.... tema de Alice no País das Maravilhas, no Drika Trika, 5 anos muito bem comemorados, nós nos divertimos, recebemos os amigos e familiares, pudemos conversar, comer e beber bem, aproveitar a festa. Maria se divertiu muito, pulou, brincou, correu, riu, tenho certeza de que ficarão lembranças na memória dela, pra sempre... foi um aniversário mágico.

Foi o primeiro ano dela no Colégio Adventista, onde vimos um grande salto de desenvolvimento, um aprendizado que é ao mesmo tempo encantador e assustador. Foi onde ela começou a criar laços com outras crianças... onde ela se diverte e aprende, onde descobre coisas e amadurece.

Foi nosso primeiro ano completo na casa dos meus pais depois que nos mudamos... altos e baixos normais de qualquer relacionamento entre pessoas distintas... mas se formos fazer o balanço, graças a Deus muito mais coisas boas e grandes memórias, muita canseira que a Dona Maria dá na mãe, mas também um laço criado que é indissolvível ao que me parece.

Aconteceram vários gatilhos este ano que passou, com alguns tenho trabalhado, outros preferi fechar numa caixinha e pensar o que fazer com eles depois....

Descobri que além da artrose e da bursite no ombro tenho artrose em boa parte da coluna, o que me levou a muitas sessões de fisioterapia e uma nova inscrição na academia (recomendação médica para fortalecimento).... comecei, junto com o Kadu no início de setembro porém, em termos de peso, não tenho visto nenhuma melhora.... em contrapartida, não sinto mais dores, o que é maravilhoso.

Aproveitando que citei o Kadu, casamento vai bem, obrigada. Os altos e baixos normais de toda relação, mas o saldo também é positivo.

Home office firme e forte... proporcionando um pouco mais de tempo com a baixinha e meus pais.... entregas sendo feitas de forma adequada, então, gratidão firma, pelo home.

Em 2023 fizemos algo que já era querido desde o final de 2022... o Natal em Família. E foi INCRÍVEL. Conseguimos reunir boa parte da família em casa, com comida farta, bebida farta e boas conversas... as crianças brincando, lembranças de antigos Natais e finalizamos com a comemoração, tardia porém ainda assim bem importante, dos 50 anos de casamento dos meus pais.... foi um momento de muita emoção. Só de escrever aqui, olhos já enchem de lágrimas, mas são lágrimas de alegria, de saudades.... enfim, agora sabemos que dá pra fazer, então, todo ano, NATAL EM FAMÍLIA garantido por aqui!

Aos amigos do condomínio, alguns encontros durante o ano para manter a amizade, a conversa é quase que diária.... mas o contato físico foi menor, o que no final das contas já era esperado, mas isso não desmancha os laços.... os amigos de Guarapuava agora são de Maringá e nosso contato foi muito mais virtual que pessoalmente este ano, mas o amor também está forte. Vieram prestigiar o aniversário da baixinha e foi ótimo tê-los por aqui... para 2024 queremos fazer uma visita na casa nova, espero que dê certo.

Ah, quase esqueci, em 2023 fiz algo bem adolescente e que foi lindo, e que registrei aqui no blog, fui com a amiga querida no show do Backstreet Boys! Só emoção.

Fomos algumas vezes ao cinema com dona baixinha.... o primeiro filme do ano foi Gato de Botas 2, seguido por Super Mario Bros, depois veio A Pequena Sereia, Elementos, A Fada do Dente e Patrulha Canina. Ufa, mais filmes em cinema do que muitos anos antes....

Teve viagem romântica (para um chalé afastado) e viagem em família (para praia).... ah, teve Expresso Bruxo também, o que despertou a bruxa adormecida em mim e a fascinação pelo Harry Potter novamente.... nessa conseguimos introduzir os filmes na baixinha e também iniciei a leitura dos livros com ela... esses ainda sem muito sucesso na continuidade. Os filmes em contrapartida, já vimos diversas vezes cada um hehe!

Kadu fez a cirurgia no joelho, 100% recuperado, graças a Deus.

Mas opa, era pra falar de números então vamos lá hehe.... vou começar com um número diferente dessa vez.... foram 50 treinos em 2023 na academia e 2 corridas, atividade que fizemos por acaso e gostamos. Já estamos inscritos para 3 em 2024.... bora superar esses limites.

Entre filmes e seriados, assisti a 1109 títulos. Menos que em 2022, mas ainda assim, um número considerável.

Destaques para: Olhar Indiscreto (seriado), Você (sempre surpreendente), Bem Vindos ao Eden (coração partido pois não vai continuar), CB Strike que apesar de não ser tão fiel aos livros, ainda assim muito bom, revisei todas as temporadas de Gossip Girl e é incrível como ainda me “afeta”. A Casa das Flores acho que foi um dos melhores seriados e tem filme também, bom demais. Greanleaf também vale o tempo de vocês.

Livros foram 13 finalizados e um iniciado e não finalizado, que já comentei ali em cima... dos livros lidos, destaque para a saga do CB Strike, mas O Quarto também vale a leitura dos amigos.

No balanço profissional tudo em paz, aqueles BOs de todo ano, aqueles prazos que o povo espera o limite do limite para respeitar, mas tudo certo. Mais uma vez substitui minha coordenadora em suas férias, o que me deixa bem feliz pelo reconhecimento e confiança. Gratidão por tudo.

E acho que é isso, escrevi bastante, ufa.... achei que tinha sido um ano sem nada, sem graça, mas ao revisitar as coisas para escrever, percebi que foi um grande ano... gratidão  2023, vêm com tudo 2024!

 

quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Quarto

Bom dia, boa tarde, boa noite... tudo bem com vocês?

Então, cá estou eu para contar para vocês sobre outro livro lido que foi de tirar o fôlego, de deixar angustiada, de “sofrer”... e este meus amigos, é baseado em fatos (mais um), o livro de Emma Donoghue é de deixar nauseado e de coração apertado. Preciso muito ver o filme que é baseado no livro, “O Quarto de Jack”, mas ainda não encontrei, se souberem aonde, agradeço a dica.

Mas vamos para a história que é o que interessa: ele conta a história de Jack e sua mãe... Jack acaba de completar 5 anos e se considera um homenzinho já... mas na realidade é um menino muito ingênuo que conhece o mundo através dos olhos de sua mãe.

 

“Para Jack, um esperto menino de cinco anos, o Quarto é o único mundo que existe. É onde ele nasceu e cresceu, e onde vive com sua Mãe, enquanto eles aprendem, leem, comem, brincam e dormem. Ali há maravilhas infindáveis para soltar sua imaginação. À noite, sua Mãe o fecha em segurança no Guarda-Roupa, onde ele deve estar dormindo quando o Velho Nick vem visitá-la.

O Quarto é o lar de Jack, mas, para sua Mãe, é a prisão onde o Velho Nick a mantém há sete anos. Com determinação, criatividade e um imenso amor maternal, a Mãe criou ali uma vida para Jack. Mas ela sabe que isso não é suficiente, para nenhum dos dois. A curiosidade de Jack vai crescendo, assim como o desespero da Mãe, e ela elabora então um ousado plano de fuga, que conta com a bravura de seu filho e com uma boa dose de sorte. O que ela não percebe, porém, é como está despreparada para fazer o plano funcionar.

Narrado na voz terna, divertida e original de Jack, Quarto é a história de um amor imbatível em circunstâncias atrozes, bem como do laço entre uma mãe e seu filho, com a solidez do diamante. É um romance que choca, arrebata e cativa mas que é sempre profundamente humano e comovente. Quarto é um lugar que você jamais esquecerá”. (site da Amazon)

 

Eles vivem em um quarto, porém, aquele quarto é o mundo de Jack. Sua mãe tenta, dentro de suas possibilidades, manter uma infância “normal” para o seu filho querido. Eles vivem uma rotina diária entre se alimentar, cuidar da casa, da sua higiene, brincar.... A mãe de Jack ensina tudo o que sabe para ele então, com os seus 5 anos ele já sabe ler muito bem, conhece também todos os números, e com a sua inocência, é muito inteligente.

As noites é que são mais delicadas, pois ao cair da noite, a mãe de Jack o coloca dentro do guarda roupas, para que o velho Nick não o veja.

A sete anos atrás Joy foi sequestrada e vive em cárcere privado desde então... neste período, sofreu abusos quase diários o que a levou a engravidar e gerou Jack, e desde o seu nascimento tenta dar uma vida “saudável” ao menino, dentro do que é possível. Porém, quanto mais ele cresce, mais ela percebe que, por seus questionamentos, o cárcere privado não poderá mais ser “o seu mundo”.  E também, tem a saúde dela que não está muito bem, se agravando muito na realidade, e com medo de morrer e deixar seu filho com aquele monstro, ela bola um plano que parece infalível para que eles fujam....  Jack tem medo do plano, acha que não vai dar conta das suas tarefas...

Um livro muito bem escrito, que te envolve de tal forma, que parece que eu estava lá, dentro daquele quarto, e vivendo toda aquela situação.  

A história se desenvolve mais, mas melhor não colocar mais nada aqui para não dar spoilers... sei que o livro é antigo, que muitos já leram e também, viram o filme, mas prefiro finalizar por aqui...

Então é isso, se leram, me contem o que acharam, como se sentiram com essa história... vamos conversar?

Bjo bjo

quarta-feira, 27 de setembro de 2023

Jardim de Inverno

 E este foi um livro que me surpreendeu demais... me deixou com aquela ânsia por ler e por não ler para não “ver a realidade”. Pois a realidade retratada no livro são fatos, acontecimentos reais, daqueles que doem só ao ler, imagine de se viver!




Mas não vamos colocar as carroças na frente dos bois. Este livro de Kristin Hannah conta a história de Meredith e Nina Whiston... ou pelo menos é o que a gente pensa ao começar a ler o livro.

Enquanto Meredith fica na cidade natal para criar as filhas e cuidar dos negócios da família, Nina, assim que pode, “voa pelo mundo”, tornando-se famosa por suas fotos em locais de guerra e perigo.

Cada uma segue uma vida muito diferente, porém, quando seu pai adoece de forma definitiva, Nina precisa voltar para casa e conviver com a irmã que considera certinha e perfeita.

O que sempre às uniu, desde pequenas, eram as histórias de conto de fadas que a mãe contava, porém, a mãe sempre foi muito fria com suas filhas, não lhes demostrava afeto... esse amor, esse afeto elas só sentiam quando estavam no quarto, com as luzes apagadas e ouviam apenas a voz da mãe, contando aquele conto de fadas.

Anya, a mãe das meninas, só demonstra amor e afeto pelo marido e com a sua morte, se fecha totalmente. O que já não era difícil, pois como já dito, ela sempre foi muito reservada. Por ter a visão monocromática, até suas roupas são sempre pretas, brancas, tons de cinza. O que a deixa mais inacessível ainda...

Meredith e Nina nutrem um amor magoado pela mãe por causa desse distanciamento, desta falta de demonstração de amor.

Porém, em seu leito de morte, o pai fez Anya prometer que terminaria de contar a história, “o conto de fadas” que a anos não contava para suas filhas , que Meredith, apesar de toda mágoa que sente deveria procurar se aproximar e cuidar da mãe, e a Nina, de manter a família unida.

Logo após a morte do pai, Meredith acha que sua mãe está “enlouquecendo” de saudades do querido esposo... e chega a levá-la ao médico por isso, mas na realidade é apenas o processo de luto da mãe... e com a insistência de Nina, Anya decide continuar a contar “o conto de fadas”, a história de todas as noites da infância das meninas e com isso, todas elas entram numa nova fase de suas vidas, onde o peso que a mãe carrega vai sendo aliviado e as meninas passam a conhecer a verdadeira história da mãe e também suas próprias histórias. E durante este processo, elas fazem uma viagem que sempre foi o sonho da mãe e durante essa viagem, outros nós de toda essa história são desatados.


Página 228


Nossa, como foi difícil escrever sobre este livro sem dar spoilers, o texto ficou confuso, prolixo, mas garanto para todos que ainda não tiveram a satisfação de passear pelas páginas deste livro, que vale muito a pena o tempo que ofertarão à esta leitura.

Incrivelmente envolvente.... vale cada palavra, cada página.

 

Mas e aí, para quem já leu, me contem o que acharam, vamos conversar?

 

Bjo bjo

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Expresso Bruxo

No final de julho vivi uma experiência MARAVILHOSA, sabe aquelas de retorno à adolescência?

O esposo fez uma surpresa e me levou para a rodoferroviária de Curitiba, onde embarcamos no Expresso Bruxo.

O Expresso Bruxo foi um evento, ofertado pela Serra Verde, que ocorreu aos finais de semana do mês de julho, quando da comemoração do aniversário do nosso querido Harry Potter.

É um evento que une um pequeno passeio de trem, simulando a ida até a Escola de Magia, juntamente com uma apresentação interativa já na plataforma de chegada à Escola, com direito a muita ação e emoção.

Ao chegar na rodoferroviária, nos dirigimos para o check in, onde ao identificar nossos nomes, “nossas casas” para a Escola de Bruxaria GreenRedge foram escolhidas: Capivarius... e tinha também a possibilidade de ser da Gralhazulis.  Nomes estes bem conhecidos dos paranaenses. Outra coisa engraçada e bem característica daqui foi que, enquanto lá no mundo do Harry Potter aqueles que não são bruxos são chamados de trouxas, aqui, eles são “dolangues” expressão muito utilizada pelos locais kkkkkk”

Para entrar na estação de trem, passamos por uma cabine telefônica temática, daquelas de Londres. Ali já tirei fotos com os veteranos da Capivarius, me achando mesmo uma aluna da escola de bruxaria.

Ali na sala de recepção, já vários itens bruxos para chamar nossa atenção. Muita coisa linda, interessante.... depois de uma pequena explicação sobre como funcionaria o “serviço” e a introdução à viagem, onde conhecemos alunos veteranos das duas casas e ainda alguns professores e o diretor, nossa entrada no trem foi liberada.

Muitos participantes estavam a caráter, com suas capas, varinhas, e tinham até algumas mini bruxinhas para encantar nossos olhos.

Nosso vagão era o turístico, o mais simples (e ainda assim, muito legal), mas quem foi no vagão camarote disse ter sido uma experiência sensacional, visto que este vagão lembra em muito os vagões do Expresso de Hogwarts, com cabines para seis pessoas.

O lanche não era servido nos vagões, mas podia ser comprado com antecedência para comer durante a viagem. Tudo preparado pelo Hard Rock Café e muito gostoso. Ah, e tudo temático, claro.

Quando a passagem para a plataforma de embarque foi liberada e vi o trem vindo, bateu forte o coração.... parece tão bobo né, mas eles conseguiram transformar tanto o ambiente que me senti indo para uma escola de magias mesmo. Saco de lanche em mãos (hambúrguer azul e batata frita de pacotinho), embarcamos.

No trajeto, que é bem curtinho, acontece toda uma encenação (bem real por sinal) em que os “novos alunos”, participam, juntamente com os veteranos e professores, de momentos mágicos e assustadores. Até que, para nossa alegria, chegamos na Escola de Magia de GreenRedge.

Na realidade, voltamos para a mesma estação de que saímos, mas agora ela está totalmente modificada.... com o espaço para aquisição de varinhas, poções, os drinks (que além de lindos eram deliciosos), com direito à banda com música folk (Banda Mandala Folk) e cenários para tirar fotos.. ah, tinha também a possibilidade de aprender a usar arco e flechas, para as crianças, um deleite.

Dando continuidade ao que tinha se iniciado dentro do trem, os veteranos da escola entrem em combate, com duelo de varinhas e tudo.... muito brilho, muita emoção.... e depois que o bem vence o mal, ficamos no espaço curtindo a música, degustando um bolinho com recheio de abóbora e “sofrendo” pois toda aquela experiência já estava acabando.

Além desta maravilhosa experiência, ganhei do esposo uma varinha, com direito a caixinha para guardar e tudo, e também uma capa da Casa Grifinória. Fui embora com aquela sensação de que poderia passar muito e muito tempo ali ainda e com o desejo de voltar logo para mais experiências mágicas como essa.

 

  








E é isso! Mas me contem, vocês participaram dessa experiência? Ou de alguma outra que teve na cidade (nas suas cidades) no mês de julho?

Me contem tudo... vamos conversar?

 

Bjo bjo