domingo, 21 de abril de 2013

Liderança





Bom pessoal, já faz um tempo que não escrevo. O dia a dia ficou corrido e também tive um problema básico com aquela bendita atualização do Windows e perdi tudo o que já tinha produzido para postar aqui. O que me confirmou que está na hora de comprar um HD externo, hehe!

O assunto que eu queria ter escrito a algumas semanas é reflexo de uma situação que passei no meu ambiente de trabalho e lá vamos nós... agora sem toda aquela inspiração do momento, mas vou tentar retratar o que desejo da melhor maneira possível. A vantagem no atraso é que surgiu uma imagem circulando no facebook que retrata muito bem o que quero dizer.

Bom, sempre ouvimos por ai que precisamos de um líder e não de um chefe, estou certa?

Segundo Chiavenato (2010, p. 345), “a liderança representa a maneira mais eficaz de renovar e revitalizar as organizações e impulsioná-las rumo ao sucesso e à competitividade”.

Só que existe ai um problema... nem todo dirigente (seja ele um diretor, gerente ou coordenador) é um líder na extensão da palavra. Porém, cabe citar aqui que a recíproca é verdade, nem todo líder é um dirigente. 

No livro “O Monge e o Executivo”, Hunter (2004), nos diz que liderança é a capacidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente na busca dos objetivos identificados par ao bem comum. Pois muito bem, agora me diga, é isso que você encontra no seu ambiente de trabalho?

Mas qual é afinal, a diferença entre chefes e líderes? 

Queiroz (2013) nos diz que o chefe não se empenha em ajudar seus subordinados, pois seu foco é dar ordens para que o trabalho seja executado da melhor maneira possível. Uma característica bem marcante do “chefe” é sempre deixar claro “quem é que manda neste lugar”. O maior medo do chefe é que o seu subordinado trabalhe tão bem a ponto de se destacar e ameaçar o seu “reinado”. Costuma atribuir a ele próprio, os méritos do trabalho bem desenvolvido pela equipe.

Já o líder, possui uma capacidade especial de influenciar e inspirar, com entusiasmo, para o bem coletivo. Ele possui autoconhecimento, reconhecimento das emoções e também o equilíbrio, tão necessário nos dias de hoje. Ou seja, para ser líder, necessita-se de uma combinação harmoniosa de competências tanto humanas, quanto técnicas e tais competências devem estar direcionadas para a missão maior de servir e ser útil (NEIVA E D’ELIA, 2009). Ele deseja que seus liderados se tornem também líderes. 

Para o chefe, o que importa é o hoje, pois possui uma visão limitada. Já para o líder o foco é o amanhã, pois sua visão é muito mais ampla, lançando a semente e aguardando pacientemente a hora da colheita.

E para finalizar, Queiroz (2013) nos diz que o líder excelente é aquele que compartilha tudo o que sabe com os seus liderados, não temendo ser substituído. Ele está sempre disposto a ensinar, motivar e acompanhar. Ele “define direções através do desenvolvimento de uma visão de futuro, e depois engaja as pessoas comunicando-lhes essa visão e inspirando-as para superar os obstáculos” (CHIAVENATO, 2010, p. 350). Seu sucesso é visto no crescimento de seus liderados.


E agora me diga, você possui um chefe ou um líder? Vamos comentar?


Para escrever este texto utilizei as seguintes referências:
CHIAVENATO, Idalberto. Comportamento Organizacional. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
 HUNTER, James C. O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da liderança. Rio de Janeiro: Sextante, 2004
NEIVA, Edméa Garcia.; D’ELIA, Maria Elizabete Silva. As Competências do Profissional de Secretariado. 2.ed. São Paulo: IOB, 2009.
QUEIROZ, Ronildo. A Diferença entre Chefe e Líder. Disponível emhttp://www.qidelideranca.com.br/comentario.asp?id=50. Acesso em 21.04.2013.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Ao Som de um Piano Blues



Bom Dia Pessoal...

Como a proposta original do blog era uma mescla entre a agenda secretarial (e neste caso falar sobre tudo que está relacionado à esta profissão) e a agenda cultural da cidade, gostaria de sugerir uma peça para o Festival de Curitiba que está rolando... 

Ela faz parte do FRINGE 2013, se chama Ao Som de um Piano Blues e é uma adaptção livre de "Um bonde chamado Desejo” de Tennessee Williams.
Blanche chega à New Orleans para visitar a irmã Stella. À beira da loucura, traumatizada e sofrida, entra em confronto com o mundo rude e viril do cunhado Stanley. Essa tensão mostra uma família em ruínas e sem lugar para o amor.

Texto de Tennessee Williams
Direção: Jaqueline Valdívia

Elenco:

Carolina Rosa
Everson Kriguer
Fabio Godoy
Franklin Guanais
Grasiele Schroeder (minha amiga! =])
Maria Line
Rafael Luz

Equipe Técnica:

Operador de som : Raquel Gonçalves

Operador de Luz : Marinho Rezende

DATAS E HORÁRIOS :

30/03 às 19h (SÁBADO)
31/03 às 19h (DOMINGO)
06/04 às 15h (SÁBADO)
07/04 às 15h (DOMINGO)

ENTRADA GRATUITA

AUDITÓRIO BRASÍLIO ITIBERÊ
ENDEREÇO : RUA CRUZ MACHADO, 138 - CENTRO - CURITIBA /PR


E ai, vamos lá????? A entrada é gratuita, basta chegar antes para retirar o ingresso.

Informações retiradas de: https://www.facebook.com/events/331619053621711/

terça-feira, 26 de março de 2013

Reciprocidade

Dar e receber...

Reciprocidade é uma troca entre duas pessoas, entidades ou grupos.

Sempre que dispensamos tempo, mente e coração para alguma coisa, gostaríamos que isto fosse recíproco, ou seja, que obtivéssemos um retorno... acredito que esteja de alguma maneira, ligado às expectativas que criamos, que já usei como tema por duas vezes somente este ano... minha vida tem sido rodeada de expectativas frustradas e reciprocidade negada. E por isso tenho lido e escrito sobre tais assuntos.

É difícil quando estamos apaixonados por alguém e este alguém não corresponde aos nossos sentimentos... quando empenhamos a nossa vida em função de alguém, seja amor ou seja amigo e este alguém não se empenha da mesma maneira. Quando dedicamos tempo e “mufa” em algum projeto profissional que depende de outras pessoas e estas pessoas não correspondem ao que esperávamos, não abraçam com o mesmo empenho tal projeto.

Dizem que não podemos fazer as coisas desejando algo em troca, mas somos humanos, e por mais desprendidos e altruístas que sejamos, alguma coisa a gente sempre espera, sempre deseja e por muitas vezes, acha que merece.

No que tange a área profissional, o prof. Paulo Sérgio Buhrer, em artigo intitulado Reciprocidade, no site do administradores.com.br fala com muita propriedade. Seguem alguns fragmentos: “Recíproco é o dono da empresa que, ao final do ano, ou, nos meses em que os resultados crescem exponencialmente, premia todas as pessoas da empresa, do zelador ao diretor, com bônus, e não necessariamente pelo cargo que ocupam, mas pela necessidade premente que apresentam”... “Não se trata de comunismo, socialismo, assistencialismo. Trata-se de reciprocidade, de distribuir a riqueza entre os que dão o melhor de si, participam ativamente dos negócios. Não penso em premiar quem não se importa em crescer na vida, estudar, trabalhar duro e com inteligência. Também não imagino um colaborador ganhando o mesmo que a pessoa que fundou a empresa. Por certo as ideias, a ousadia, o empreendedorismo devem ter seu valor, mas, não com tanta disparidade”.

No que diz respeito a reciprocidade afetiva, Reinaldo Müller tem um texto muito interessante do qual também compartilho alguns fragmentos: “Por quê escolhemos "certas" pessoas como amigas e não outras?” … “Porque identificamos, sentimos (veja o verbo da "amizade" é SENTIR -- do AMOR, também o é!) que com ALGUMAS PESSOAS temos mais proximidade AFETIVA -- mais TROCA AMOROSA -- mais CUMPLICIDADE -- mais... AMOR!!” … “O que eu quero dizer que é natural que tendamos a interagir com pessoas que percebemos -- sentimos e notamos, inequivocadamente, que estas pessoas "em questão", em graus e intensidades variadas (a partir de uma expressão "mínima" que aceitamos como tolerável de RESPOSTA E INTERAÇÃO AFETIVA) de alguma forma correspondem e retribuem aos nossos SENTIMENTOS...” … “Agora, quando a pessoa em questão, objeto de nosso AFETO, tem um jeito contido -- frio -- reprimido -- ausente -- distante de manifestar os seus sentimentos em relação à nós (se é que eles existem, "mesmos"...) persistir num relacionamento assim -- numa troca inexistente (ou não-expressada) de carinho, ternura, afinidades de uma maneira geral, revela que nós alimentamos "dentro de nós" -- conteúdos MASOQUISTAS...” … “Este pseudo AFETO "franciscano" de se entregar sem esperar nenhuma reciprocidade afetiva não encontra contrapartida na Realidade. Só existe no cinema na literatura -- e no "imaginário" das pessoas...” … “Por fim, e por último. É adulto, necessário e até indispensável que devemos e precisamos aceitar, e aprender a conviver e operar com a diversidade e a multiplicidade de pessoas e suas respectivas personalidades, temperamentos e características pessoais...”

Trocando em miúdos, voltamos ao início deste post.... “dar e receber”, a reciprocidade é isso e entendo que ela é primordial em nossa vida.

Abaixo os sites utilizados como referência:

E ai, o que você achou? Está passando por alguma situação de ausência de reciprocidade? Em casa, na empresa, em suas relações pessoais? Comente, compartilhe conosco....

quarta-feira, 13 de março de 2013

Paciência

Durante muitas situações da vida, o que mais ouvimos dos outros é: “tenha paciência”! Nossa, quando você está ansioso por alguma questão, seja ela positiva ou negativa, o que menos queremos ouvir de alguém é que devemos ter paciência, quanto mais tê-la efetivamente!
O que precisamos fazer é entender que tudo tem o seu tempo, que tudo vem a seu tempo, e por mais que não compreendamos determinadas situações no momento em que acontecem, elas tem um propósito.
Às vezes ansiamos tanto por algo que chega a doer o não alcance de tal coisa. E muitas vezes, este alcance não nos é dado para que possamos amadurecer, ou porque tal coisa ainda não está “pronta” para ser alcançada ou nós não estamos preparados para recebê-la. Nossa, quanta confusão não é mesmo? Quantas palavras enroladas sobre o tema....
A questão é que nos últimos tempos muitas pessoas tem vindo a mim e pedido paciência.... tenha paciência que tudo dará certo.... dai penso: mas eu estou ficando velha.... o tempo está passando... como será minha vida se eu desistir, se eu não tiver paciência e tocar em frente? E se eu tiver paciência e esta paciência não adiantar de nada? Quantas dúvidas... quantos questionamentos.

O fato é que a paciência é uma virtude... e as virtudes são todos os hábitos constantes que levam o ser humano ao caminho do bem. Ela é a disposição do ser humano em praticar o bem... e a paciência, ah a paciência... como é difícil praticá-la. Em uma das definições que encontrei para paciência diz-se que ela é aceitar o ciclo da vida... respeitar o fluxo do tempo... esperar o tempo certo. Mas por que esperar? Por que não agora? Já estou preparada(o)... já nasci pronta(o)..
Quantos dilemas enfrentamos na vida... quantas situações nos pedem a paciência que nem sempre temos, e com quantas consequências temos que arcar por nossas escolhas... cada escolha uma renúncia.
Não sabe esperar? Haverá consequências... esperou? Colha os frutos... Esperou e não deu em nada? Bola pra frente...

Nossa, acho que estou divagando demais... mas precisava fazer isso...

O negócio é FOCAR A PACIÊNCIA... levar a vida e esperar as consequências...


quinta-feira, 7 de março de 2013

Ética e Sigilo Profissional




Esta semana me deparei com duas situações que levantam o dilema ético e o sigilo que envolvem nossa profissão. Por isso, resolvi falar um pouco sobre tal assunto: ética e sigilo profissional.

Segundo Medeiros e Hernandes (2009, p. 353), “a palavra ética é de origem grega, ethos, e significa costume; a ética deve ser entendida como um conjunto de princípios básicos que visa disciplinar e regular os costumes, a moral e a conduta das pessoas”.

Sendo assim, podemos dizer que ética profissional é um conjunto de princípios que regem a vida de uma pessoa em sua profissão, em sua vida profissional.

A ética profissional é considerada um atributo de qualidade e produtividade. As empresas e as pessoas devem trabalhar em clima de confiança recíproca e tal confiança está estreitamente ligada ao conceito de ética.

E para sermos éticos, às vezes nos colocaremos em situações inoportunas e tato é imprescindível. Devemos também, seguir um conjunto de valores e procedermos sem prejudicar os outros. Devemos seguir nossos princípios e estes, mesmo que sejam trabalhados em sala de aula, são formados em casa, com a educação dada por nossos pais. Para trocar em miúdos, utilizando uma palavra simples e que tem toda extensão da questão, temos que ser CORRETOS.

Vinculado à ética profissional, encontramos o sigilo, tão importante em nossa profissão.

Em nosso código de ética, no capítulo IV, do sigilo profissional, seus artigos 6º e 7º nos dizem, respectivamente que: “A Secretária e o Secretário, no exercício de sua profissão, deve guardar absoluto sigilo sobre assuntos e documentos que lhe são confiados; É vedado ao Profissional assinar documentos que possam resultar no comprometimento da dignidade profissional da categoria”.

O profissional precisa observar rigorosamente o princípio de CONFIDENCIALIDADE em todas as informações que vier a ter acesso em seu ambiente profissional, a fim de resguardar seus superiores e a empresa/instituição em que trabalha.

Como temos acesso a várias informações da empresa, dos nossos gestores, sobre colegas de trabalho, precisamos manter o máximo de sigilo possível... sair falando sobre o que ouviu em uma reunião não é uma opção.

E por que este assunto? Porque uma das questões com a qual me deparei esta semana é quanto a ética profissional, o que podemos e o que não podemos fazer, o que devemos e não devemos fazer, de que maneira utilizamos a posição que possuímos nas empresas/instituições em que trabalhamos. E a outra, sobre o que podemos e devemos falar, pois como é sabido por todos, o profissional de secretariado é conhecido por ser “um túmulo”, ou pelo menos deveria! =S

Neiva e D'Elia (2009), nos dizem que hoje o profissional de secretariado possui novos padrões de competência, que ele atua como agente facilitador, agregando muitas atribuições às já várias que temos, mas questões de ética e sigilo não mudam e devem ser respeitadas e cumpridas.

Para reforçar isto, temos, nos deveres fundamentais do nosso código de ética, art. 5º, o seguinte texto: “[…] direcionar seu comportamento profissional, sempre a bem da verdade, da moral e da ética”.

Para sermos bons profissionais, é necessário que estas questões estejam enraizadas em nossa conduta. 

 E tenho dito!!!!

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Material de Apoio:
GUIMARÃES, Márcio Eustáquio. O Livro Azul da Secretária Moderna. 20. ed. São Paulo: Érica, 2002.
MEDEIROS, João Bosco; HERNANDES, Sonia. Manual da Secretária. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
NEIVA, Edméa Garcia; D'ELIA, Maria Elizabete Silva. As Novas Competências do Profissional de Secretariado. 2. ed. São Paulo: IOB, 2009.
RIBEIRO, Nilzenir de Lourdes Almeida. Secretariado: do escriba ao gestor. 2. ed. São Luis: [s.n.], 2005.

sábado, 2 de março de 2013

Indicação de Livro - Seu Futuro



Seu Futuro, educação financeira e atitudes para conquistar sua independência – José Pio Martins

Está é uma indicação muito especial, pois foi indicação de outra pessoa que apesar de não conhecer pessoalmente, tem muito crédito para mim.
Antes de falar do livro, preciso falar do autor, pois é alguém muito próximo a nós, professor universitário em Curitiba.
José Pio Martins, além de professor universitário, é economista, foi vice-presidente de finanças de um banco, diretor financeiro de uma cooperativa agrícola e de uma grande empresa no setor de papel. Atualmente, é vice-reitor do Centro Universitário Positivo (UnicenP) e comentarista econômico da Rádio CBN em Curitiba.
Já o ouvi muito, mas no Programa Light News, na Transamérica Light. Ele fala maravilhosamente bem e escreve muito bem também!
Num primeiro momento, quando se lê o título do livro já vêm à mente que o livro é sobre educação financeira e tenho certeza de que muito pensam que não precisam de educação financeira, que já sabem como gestionar seu dinheiro. Ledo engano.
Primeiro que o livro não fala somente de educação financeira, ele é uma lição de casa para todos que pretendem ter sucesso na vida profissional e pessoal, pois ele aborda inicialmente a questão de quem é você, onde você deve realmente identificar seu perfil psicológico, econômico, entre outras questões. Depois, Pio Martins te leva a identificar quem é o profissional que o mercado deseja, enfatizando que existem seis características que são essenciais: ser ético, ter conhecimento técnico, ter visão de mundo, ter habilidade de relacionamento, saber trabalhar em equipe e ter capacidade de aprender. Fala também de empreendedorismo entre outras questões essencialmente importantes para nossa vida profissional, para só então entrar no assunto financeiro e começa com título muito sugestivo: “Aumentando sua Inteligência Financeira”... duvido que você não queira aumentar sua inteligência financeira, então, bora lá ler este livro. =)
Explica-se qual é a necessidade de termos uma educação financeira e ele enfatiza que isto deveria começar lá na escola, com as crianças. Explica também a diferença entre um ativo bom e um ativo ruim (o que me foi muito útil para mudar de ideia sobre um projeto pessoal), ajuda a elaborar um orçamento mensal eficiente e também como podemos entender de demonstrações financeiras. E por fim, como podemos planejar nosso futuro.
Ou seja, leiam pois vale muito a pena.
Finalizo meu post de hoje com o fragmento de uma frase do livro: “é preciso escolher e agir”.

Mãos a obra????

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Nevilton



E essa história começa pra mim em 28 de março de 2009... ou seja, quase 4 anos atrás e na verdade parece que fazem 10 anos que conheço essa galera...

Neste dia, tive o prazer de ouvir pela primeira o som da banda Nevilton. Lembro bem que estava com um grupo de amigas e que como eram tantos shows que estavam acontecendo em virtude do Festival Curitiba Calling lá no 92 Graus, quando eles começaram a tocar, eram poucas as pessoas ouvindo com atenção... achei a banda vibrante, envolvente mesmo. Lembro também que em determinado momento do show nós estávamos gritando U-MU-ARAMAAAAA, U-MU-ARAMAAAAA... tietes sem nem conhecer direito.

No final do show os meninos jogaram alguns cds para o público e uma de nossas amigas pegou e na hora de ir embora, já fomos ouvindo no carro e dizendo o quanto o som deles era bom!

E nessa era da informática, é lógico que chegando em casa eu já entrei na net e fui pesquisá-los... no orkut ainda, imagina.

Adicionei o Tiago e começamos a conversar... e que pessoa iluminada é este senhor Tiago Lobão! Pessoa do bem, sem sombra de dúvidas.

A paixão pela banda foi automática e no decorrer de 2009 e em todo o ano de 2010, fui a todos os shows que os meninos fizeram em Curitiba...

Desde que os conheci, já foram 03 os bateristas, todos muito bons diga-se de passagem... o Ton que dá nome à banda e o Tiago Lobão estão desde que tudo começou.

E quando tudo começou? Em 2007....

Abaixo, segue o release que está no site da banda:

Um dos indicados aos XIII Grammy Latino, na categoria Melhor Video Musical – Versão Curta; e vencedores do Prêmio Multishow 2011, na categoria Experimente, Nevilton está na estrada desde 2007, divulgando suas canções no formato power trio e, desde então, tem sido citado entre as melhores bandas da cena independente brasileira.

Com um som rico, cheio de influências de diversos estilos musicais, faz uma síntese muito original da Música Brasileira com o Rock.

Já se apresentaram por todas as regiões do Brasil. Foram a banda de abertura para os norte-americanos do Green Day, na Arena Anhembi, em São Paulo, para quase 30 mil pessoas em 2010. Além de terem tocado em vários eventos e importantes festivais com outros grandes nomes da música brasileira.

O EP ‘Pressuposto’, lançado em Fevereiro de 2010, teve milhares de downloads e cópias físicas vendidas e distribuídas pelo País. Com este EP, Nevilton atingiu pela primeira vez a grande mídia brasileira e foi eleito o 4º Melhor Álbum Nacional, e a música “O Morno” foi eleita a 2ª Melhor Música Nacional de 2010 para a Revista Rolling Stone Brasil.

Com o lançamento do ‘De Verdade’ – o primeiro álbum, em Outubro de 2011, o trabalho do Nevilton continuou sendo elogiado e reconhecido. Os shows constam em muitas listas de ‘melhores do ano’ de casas de shows, blogs e revistas. Este álbum também foi eleito, novamente pela revista Rolling Stone Brasil, como um dos melhores de 2011: ficou com a 12ª colocação entre os Melhores Discos; e a música ‘Delicadeza’ com a 11ª colocação entre as melhores músicas. Além disso, o videoclipe de ‘Tempos de Maracujá’ foi indicado entre os finalistas do XIII Grammy Latino.

Com apenas poucos anos de trabalho e uma história bastante rica, o trio que hoje é formado por Nevilton de Alencar (guitarra e voz), Tiago Lobão (baixo) e Eder Chapolla (bateria) está prestes a lançar seu próximo disco, “Sacode!”, produzido por Carlos Eduardo Miranda e lançado pela “Oi Música” neste início de 2013. Sem medo de dar passos cada vez maiores e mais firmes… sempre avante!


Em 2011 e 2012 não consegui ir em todos os shows, mas no que foi possível, estava lá... firme e forte, cantando e vibrando com o sucesso deles.

Agora eles moram em São Paulo e pelo release já dá pra ter uma ideia de que estão famosos... e o melhor, continuam humildes, simpáticos...

É minha marca registrada com o amigo Lobão, uma foto pós show... tenho várias! A última foi tirada na Virada Cultural... o que mudou nestes quase 4 anos é que enquanto antes eu conseguia tirar a foto logo após o show e sem grandes tumultos... na Virada foi mais de uma hora até conseguir chegar nele.... famoso é famoso né????

O que me deixa feliz é que o sucesso é resultado de muito esforço e dedicação por parte de todos os meninos e ele é muito merecido.

Mas é por que resolvi escrever tudo isso? Só por isso aqui:

Hoje tem lançamento do Nevilton.... leiam a matéria:



Parabéns Meninos!!!! Muito sucesso!!!! Vocês merecem...


Para mais informações sobre a banda, visite o site: http://www.nevilton.com.br/

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Facebook



Volta e meia vejo aquelas mensagens no facebook dizendo para tomarmos cuidado com o que falamos, com o que contamos, expomos através de fotos e palavras. Recentemente até saiu uma reportagem em revista de grande circulação sobre o assunto: “não exponha a sua alegria e felicidade pois a inveja tem facebook”.
Tão difícil isso não? Pois quando algo bom nos acontece, queremos é contar para todo mundo, compartilhar, repartir. Mas realmente isso é uma via de mão dupla e explico o por que.
Ao mesmo tempo que aquelas pessoas que te amam, que gostam de você, ficam imensamente felizes em saber das suas vitórias, das suas viagens, dos seus novos amores, do seu crescimento profissional... também tem aquele ser que só se diz seu amigo, mas que ao saber da sua alegria, deseja o seu mal, sente inveja, cobiça as suas vitórias. Está certo que muitos o fazem sem nem perceber, mas tem aqueles que tem esses sentimentos ruins com total consciência.
E ai vêm mais uma situação interessante... por que muitas vezes esta inveja nos passa despercebida e em outras vezes parece que nos atinge tão fortemente que tudo começa a dar errado?
As pessoas e seus pensamentos e palavras tem poder... só por isso!
Tudo o que você sente quanto aos outros retorna pra você... então, se está com inveja de alguém, seja pelo motivo que for, este sentimento será refletido em você e as coisas não vão melhorar. Esta é a famosa lei da atração, da qual falei em um post mês passado.... sobre o livro que li e recomendo a todos.
Às vezes estamos numa sintonia tão perfeita com a vida, que nem percebemos a maldade no coração e nas palavras das pessoas. Parece que estamos imunes... mas isso é simplesmente reflexo de nossos bons sentimentos, pensamentos, atos e palavras.
Porém, se não estamos bem, parece que é um círculo vicioso do mal.... e tudo tende a dar errado mesmo.
Outra coisa que percebi é que as pessoas SEMPRE, sim SEEEEMPRE pensam que o que compartilhamos é o que estamos sentindo naquele momento. Ok, por muitas vezes é isso mesmo, mas em outras, não. Muitas vezes é somente porque achamos “bonitinho”, ou já vivemos aquilo em outro momento de nossas vidas... não é porque compartilho frases de amor que estou apaixonada, ou porque as frases são de coração partido que alguém me magoou.
Mas e ai, o que fazer? Postar ou não postar? Se expor ou não se expor? Olha.... não existe uma resposta certa. Você tem liberdade para fazer o que achar melhor, mas também precisa estar disposto a assumir as consequências da sua exposição.
Nos últimos tempos achei que estava me expondo demais, contando demais da minha vida e dos meus sentimentos e que isso estava criando uma áurea de inveja muito grande ao meu redor e por algum motivo que desconheço, estava me deixando atingir por isso.... e achei melhor diminuir as postagens, curtir somente algumas coisas... não dizer mais aonde estou, a menos que seja algo realmente excepcional... e me senti em harmonia comigo mesma.
O que te leva à harmonia? Não faça apenas porque todos estão fazendo... faça sim, o que te deixa feliz, faça por você... lembre-se, sua vida não é uma novela que todos precisam acompanhar e, às vezes, ser mais reservado é se preservar e cultivar uma vida saudável e mais feliz.

Texto de: Andréa Melissa Grigowski, 17 de fevereiro de 2013.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Expectativas

Saiba como lidar com suas expectativas para não se frustrar
por Carlos Hilsdorf


A vida não é feita de expectativas, é feita de escolhas!
Expectativas são esperas ansiosas e produzem um efeito danoso em nossas vidas quando excedem os padrões da realidade.
É da natureza humana gerar expectativas com relação às coisas, o problema é que nossa imaginação é muito fértil e nossos desejos excedem nossa compreensão da realidade. Nestas condições criamos expectativas com pouca ou nenhuma chance de acontecerem e caminhamos rumo à decepção e a frustração.
Achamos que os outros nos decepcionam quando, na verdade, na maioria das vezes fomos nós quem criamos expectativas irreais sobre eles e suas atitudes.
A solução para essas questões que sempre causam sofrimento e desilusões passa pelas seguintes reflexões:
1ª) Precisamos compreender que nossas expectativas são formadas a partir de nossos desejos e fantasias e, não possuem, muitas vezes, nenhuma relação com a realidade.

2ª) Nossas expectativas estão ligadas à nossa imaginação e por isso podem assumir proporções muito difíceis de serem atendidas.

3ª) As expectativas são nossas, mas podem depender de ação de outras pessoas e acontecimentos para se concretizarem, portanto estamos esperando por algo sobre o qual não temos controle efetivo.

4ª) Expectativas estão associadas à imaginação, sentimentos, emoções e experiências anteriores.

5ª) Expectativas sofrem a ação da nossa ansiedade e dos outros aspectos psicológicos que compõe a nossa personalidade.
Assim, como em tudo na vida, também precisamos aprender a lidar com nossas expectativas e introduzir a razão como mediadora entre elas e a realidade.
Às vezes, você espera que alguém ligue para você e a pessoa não liga... Quanto maiores forem as expectativas de receber a ligação, maior será o sofrimento e a decepção de não a ter recebido. Não percebemos nitidamente, mas nos sentimos feridos, afinal a pessoa “devia” ter ligado e não ligou. Pronto. Esse “ferimento emocional”, que se originou em função de nossas expectativas não atendidas, será suficiente para que nossa imaginação agigante as consequências ao criar as “razões“ pelas quais a pessoa não ligou, tais como: ela não me dá a atenção que eu mereço; ela só me procura quando convém; ela deve estar se divertindo com outras pessoas; ela está me enganando; ela não tem por mim a mesma consideração e sentimento que eu tenho por ela, etc.

Ora, todas estas “razões” são meras suposições da nossa imaginação ampliadas pela ansiedade e por frustrações e comparações com situações anteriores.
A pessoa pode não ter ligado por razões concretas e justificáveis as quais poderíamos facilmente compreender em uma conversa franca com ela. Julgamos baseados em suposições, e suposições são apenas probabilidades manipuladas pela nossa imaginação.

Quanto maiores forem as suas expectativas diante de qualquer situação na vida, maiores serão suas chances de se decepcionar. Quando não estamos esperando nada, achamos tudo o que acontece maravilhoso. Quando esperamos pouco, o que acontece facilmente atende ou supera as nossas expectativas, mas quando esperamos muito...

Esperar muito é depositar nas mãos de outras pessoas e acontecimentos a responsabilidade de fazer seus desejos acontecerem. É uma perigosa ilusão.
Procure dividir os aspectos de sua vida em dois grandes grupos: as coisas que você espera que aconteçam e depende determinantemente de você e as coisas que você espera que aconteça, mas dependem muito mais de outras pessoas e acontecimentos que da sua ação.

Observe que você só pode agir sobre as coisas que dependem determinantemente de você. Somente sobre elas você possui controle. As coisas que dependem de outras pessoas e acontecimentos estão fora do seu controle, você pode até influenciá-las de alguma maneira, mas não pode controlá-las.

Utilize a sabedoria para não gerar expectativas muito elevadas para as coisas que não dependem diretamente de você e de suas atitudes. Elas dependem de outras pessoas que não pensam como você pensa, não agirão como você agiria e não sentem as coisas exatamente como você sente.

Concentre-se em alterar as coisas que você pode e em buscar compreender as que estão nas mãos dos outros.

Deixar a vida ser dirigida por nossas expectativas é como dirigir em alta velocidade de olhos vendados. Abra os olhos da razão, use o coração para amar a vida e as pessoas e a razão para conhecê-las, compreendê-las e aceitá-las.

Uma vida baseada em expectativas é irreal e muito perigosa. Faça as pazes com a realidade e aprenda a ajustar suas expectativas dentro de um padrão lúcido e flexível.

Nem a vida nem as pessoas são como nós gostaríamos que fossem, são como são. Nem mesmo nós somos como gostaríamos de ser...

Um alerta importante: Antes de tentar se tornar quem você gostaria de ser, observe se suas expectativas com relação a si mesmo não estão equivocadas, talvez você esteja melhor assim...

A vida é feita de escolhas, mas é impactada por nossas expectativas. 

Retirado do site: http://www2.uol.com.br/vyaestelar/atitudes_expectativas.htm
 

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Indicação de Livro

Boa Tarde pessoal!!!!
Cá estou eu novamente para a indicação de mais um livro... 42 dias do ano e iniciei a leitura do quinto título.


O quarto que terminei chama-se "Tão Mais Bonita" de Cara Hoffman.


Comprei este livro pela notinha escrita na capa do mesmo, de Chris Cleave, autor de Pequena Abelha, um livro que foi realmente muito impactante para mim. Ele dizia: "Impressionante... Uma obra apaixonante, inteligente e louvável".


Pensei, bom se ele escreveu isso, é porque o livro é bom, vamos comprar!!!!


Mas confesso que no início achei-o um tanto confuso, presente passado e futuro separados em capítulos, mas misturados ao mesmo tempo. Informações meio desencontradas, um pouco do futuro também. Achei difícil conectar as informações e entender o verdadeiro objetivo do livro, mesmo com a leitura prévia das "orelhas".


Uma família da "cidade grande" que se muda para a "cidade pequena" em busca de qualidade de vida para criar a filha pequena... uma repórter que sai da "cidade grande" para uma "cidade pequena" em busca de um grande furo para se tornar famosa. 


Quando as histórias desta família e desta repórter "se juntam" de certa forma, devido a um crime cometido contra uma jovem moradora da cidade é que tudo parece começar a se encaixar. 


Uma palavra para definí-lo é INESPERADO!!!!


Leiam, e mesmo que o achem meio cansativo de início, continuem, pois o final é surpreendente e vale muito a pena!





Descrevo abaixo o texto transcrito nas orelhas do livro, para atiçar vossa curiosidade:


"Antes de desaparecer de sua cidade natal, Wendy White era uma moça dócil que decidira morar sozinha, arrumara seu primeiro namorado de verdade e conseguira um emprego como garçonete na taverna local. Acontece o tempo todo: uma mulher desaparece, a família se lamenta, e o caso permanece sem solução.
Stacy Flynn é uma repórter em busca de um grande furo. Embora nascida em Cleveland, uma cidade conhecida por seus crimes violentos, essa era a última coisa que esperava encontrar em Haeden. A pequena cidade no norte do estado de Nova York tem como principal empregadora uma fábrica de laticínios e é povoada por famílias que fincaram raízes por lá e nunca mais foram embora - pessoas que não gostam muito de forasteiros. Flynn está pesquisando os impactos ambientais da fábrica de laticínios e a maneira como o dinheiro parece fluir tal qual um vazamento químico, acabando por envenenar quem vive dentro de seus limites.
Cinco meses após desaparecer, o corpo de Wendy é encontrado num dique próximo a uma das principais estradas de Haeden. De uma hora para outra, Flynn tem uma grande história, mas ninguém quer falar com ela. Todos parecem acreditar que o assassino de Wendy não é um dos habitantes da cidade. Um forasteiro, dizem. Alguém 'que não pertence ao lugar'.
Aos 15 anos, Alice Pipper é uma adolescente inventiva, com um QI de gênio e fortes ideais. A menina precoce e confiante vive em Haeden desde que seus pais, hippies e excêntricos, mudaram-se para a cidade, vindos de Nova York, em busca de uma melhor qualidade de vida para sua única filha.
Quando lê o apaixonado artigo de Flynn no jornal local sobre violência contra mulheres – sobre o estarrecedor número de mulheres que são mortas diariamente por pessoas do seu círculo social -, Alice começa a ligar os pontos que cercam o desaparecimento e a morte de Wendy, e se vê obrigada a fazer uma escolha: fechar os olhos como os demais conterrâneos ou correr o risco de se envolver. Enquanto Alice e Flynn, separadamente, observam as pessoas ao redor; na tentativa de reconhecer o assassino, o destino de Alice é entrelaçado ao de Wendy para sempre, quando outro crime abala as estruturas da cidade.
Um livro cuidadosamente escrito, surpreendente e inesperado, Tão Mais Bonita guia o leitor através do traiçoeiro aspecto psicológico da negação, no qual os detalhes de um acontecimento já são conhecidos, profunda e intuitivamente sentidos, mas ainda não são admitidos ou revelados.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Indicação de Livro

E vamos lá para a indicação de mais um livro... aproveitando o início de ano que o fluxo de trabalho está mais tranquilo e me permite dedicar mais tempo à leitura que não seja técnica.
Seguindo a linha de auto-ajuda, o livro da vez é de Rhonda Byrne, mesma autora do famoso “O Segredo”. Este livro leva o título de “O Poder” e trabalha com a mesma linha de raciocínio.
Segundo o livro, tudo gira em torno do amor que dedicamos às coisas, situações e pessoas. Ele mostra a força que cada um possui dentro de si para viver a sua vida postada no amor. Mostra que quando tomamos a responsabilidade sobre a nossa própria vida, podemos transformá-la de maneira incrível.

Este livro não é tão prático quanto o livro “A Lei da Atração”, mas trabalha com a mesma linha, dizendo que somos responsáveis pela resposta que “o mundo” dá aos nossos pensamentos, atos e palavras. Devemos sentir amor pelas pessoas que nos cercam e se sentir grato e satisfeito por tudo que construímos e temos.

“Se você não está satisfeito com o que está recebendo, preste atenção no que está enviando.”

Referências utilizadas como base:
tesourointerior.wordpress.com/2011/02/14/o-poder-rhonda-byrne/ e fazdiconta.blogspot.com.br/2011/02/o-poder-rhonda-byrne.htmltesourointerior.wordpress.com/2011/02/14/o-poder-rhonda-byrne/


Texto que achei interessante, que fala sobre o livro e compartilho:

O poder da criação
Não importa em qual situação difícil você se encontre, imagine sempre o melhor desfecho possível e sinta isso.
Quando você age assim, transforma as circunstâncias e essa situação naquilo que você quer.
Imagine sua vida do jeito que você gostaria que ela fosse. Imagine tudo o que você deseja. Use a imaginação todos os dias, e imagine como seria se todos os seus relacionamentos fossem maravilhosos. Imagine como se sentiria se o seu trabalho de repente deslanchasse. Dentro da sua imaginação crie situações em que você se sinta muito bem. Tudo o que você imaginar (SENTINDO COM EMOÇÃO) está esperando por você, completamente criado no invisível, e a maneira de torná-lo visível é controlar a força do amor imaginando e sentindo o que você ama.
Toda vez que você irradia amor através dos seus sentimentos, palavras e ações, você acrescenta mais amor a esse campo em sua volta. Quanto mais amor você irradia, maior e mais forte é o seu campo magnético (POR ISSO MANTENHA-SE SEMPRE TRANQUILO, GRATO E FELIZ COM O QUE VOCÊ JÁ TEM). E o que quer que esteja no seu campo magnético(o que você dá atenção) está sendo atraído para ele, então quanto mais amor no seu campo, maior poder tem para atrair as coisas que ama. Você pode alcançar um estágio onde o poder do seu campo magnético é tão positivo e forte que, mal você imagina e sente algo bom, isso imediatamente aparece na sua vida.

O princípio da criação
Se você tende a pensar que as coisas que deseja são muito grandes ou difícil de alcançar, está fora de perspectiva pensando desse jeito. Quando você pensa que algo é muito grande ou difícil, na verdade está dizendo para a Lei da Atração: “Isso é grande demais e deve ser muito difícil de conseguir, e provavelmente vai levar muito tempo”. E você está certo, porque, pensando que o seu desejo é muito grande e difícil de conseguir, você vai criar muitas dificuldades à sua realização e vai ser necessário um longo tempo para receber o que deseja.
Para ajustar a sua criação, não importa quão grande o seu desejo possa parecer, pense nele como sendo do tamanho de um grão de areia. Você pode querer uma casa, um carro, mais dinheiro, o par perfeito, o emprego dos seus sonhos, filhos, um corpo 100% saudável. Não importa o que quer, pense nisso como sendo do tamanho de um grão de areia, porque para a força do amor o que você quee é menor do que isso.
Adaptado de: the-especial-secret.forumeiros.com/t168-trechos-do-novo-livro-o-poder-de-rhonda-byrne-a-mesma-de-o-segredo

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Indicação de Livro

A Lei da Atração – O Segredo Colocado em Prática


Michael J. Losier

Terminei de ler um livro indicado por uma colega de trabalho que foi realmente uma leitura fantástica e 100% motivacional.

Ok, ok, nem todos gostam de livros de auto-ajuda, mas eu acho que eles podem ser muito úteis, dependendo do momento da vida que estamos passando, ou se costumamos ser pessoas pessimistas. E este está no primeiro lugar no meu ranking.

A Lei da Atração, o segredo colocado em prática, de Michael J. Losier, nos mostra efetivamente como colocar em prática a lei da atração, que está vinculada a positividade. Na verdade, a lei da atração é muito simples: tudo o que você pensa, deseja, sente, retorna para você, seja isso bom ou ruim, então... vamos pensar somente em coisas boas.

Parece bobeira, ou mais do mesmo, mas realmente funciona.

Coisas simples como encontrar todos os sinais abertos quando se está atrasado. Receber aquela ligação, ou aquela mensagem que você tanto está esperando. Tudo depende da vibração que você “lança” no ar...

E termo mais usado é PEÇA, ACREDITE e RECEBA!

“Atraio para a minha vida qualquer coisa à qual dedico atenção, energia e concentração, seja em termos positivos ou negativos” p. 25

O livro gira em torno de três passos para trabalhar com a Atração Consciente.

O primeiro é: Identifique o seu Desejo (Peça), seguido de, Dê Atenção ao seu Desejo (Acredite) e por fim, Permita que o seu Desejo se Concretize (Receba).

Ele diz também que as palavras são o denominador comum para todas as atividades do processo de Atração Consciente. Como nossos pensamentos são feitos de palavras, existe uma conexão poderosa entre vibrações positivas e negativas, os nossos pensamentos e as nossas palavras. Trocando em miúdos, nossas palavras tem força e por isso, o ideal é que sejam sempre palavras positivas, estimulantes, motivadoras, já que a Lei da Atração se harmoniza com a nossa vibração, seja ela positiva ou negativa.

O livro traz muitas dicas, ferramentas e exercícios que te ajudarão a influenciar diretamente tudo o que acontece em sua vida, aumentando o impacto e a força do pensamento na realização dos seus desejos.

Bom, a questão é que o livro tem sido de grande utilidade para mim e por isso eu estou indicando. E tem mais, de um dia para o outro vocês terminarão, pois é uma leitura fácil e rápida, além de prática.

Boa leitura pessoal!!!!


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Expectativas

Esses dias estava refletindo acerca das expectativas que criamos com várias situações em nossa vida, seja na área profissional, pessoal, acadêmica... 
Percebo que normalmente, quando a expectativa é muito grande, as chances de se frustrar e chatear são imensas, então, o negócio e trabalhar as expectativas e esperar somente o que se sabe que é 100% possível, pois se algo a mais acontecer, "é lucro".
Além de pensar e pensar e pensar.... e refletir, resolvi pesquisar alguns textos e ver o que pessoas mais experientes sobre o assunto dizem e me deparei com um texto que achei excelente e compartilho com vocês agora.
Quem escreveu-o foi Rosemeire Zago, ela é psicóloga clínica com abordagem jungiana, possui especialização em psicossomática, além de desenvolver o autoconhecimento e ministrar palestras motivacionais.

Segue o texto:

Diminuindo as Expectativas, as Decepções Também Diminuirão

É muito comum criarmos expectativas sempre que estamos em um projeto ou querendo obter algum resultado de algo que esperamos ou ainda, participando de um programa de reeducação alimentar.
A espera do resultado sempre gera ansiedade e expectativa. A maioria de nós sempre espera que certas coisas aconteçam de uma certa maneira. O que dizer quando estamos dentro de um relacionamento instável e ficamos sempre esperando um telefonema, a presença constante, uma atitude?
As expectativas são o que pensamos que deve acontecer como resultado do que fazemos, dizemos ou planejamos. E a decepção é inevitável quando as coisas não saem como planejamos. Você espera pelo aumento que acredita merecer.
Você espera ser amada para sempre. Deseja nunca mais ser abandonada. Espera que seus amigos a compreendam quando mais precisa deles. Espera não ser julgada nem criticada quando algo não dá certo.
Quando somos frustrados em nossas expectativas, nossos medos mais secretos podem surgir, como o medo de não mais ser amada, ser abandonada, rejeitada. A sensação de que não temos valor, que não valeu a pena a espera, que já sofremos tanto, por que de novo, por que comigo, são alguns dos pensamentos que tomam conta de nossa mente.
Esperamos sem nada fazer quando acreditamos no pensamento mágico, em nossas fantasias e desprezamos os dados de realidade. Suas expectativas são coerentes com a realidade? Talvez seja uma pergunta importante para explorar.
Muitas vezes a realidade está muito distante de nossas expectativas, mas a ignoramos.
A expectativa consome nossa paciência, harmonia e equilíbrio interno. Parece que quanto mais esperamos mais difícil se torna chegar ao resultado. E nesse compasso de espera, como nem sempre temos controle de tudo, nos decepcionamos.
Nesse momento é muito comum a busca por culpados. Costumamos culpar alguém por quase tudo. Essa é uma maneira sutil de não enfrentar os próprios desejos, que em geral ficam ocultos. As expectativas não realizadas geram raiva, autopiedade, e nos colocamos no papel de vítima.
Pensamos o quanto o outro foi injusto. Pode até ser que tenha sido mesmo, mas será que não recebemos sinais de que isso poderia acontecer e os desprezamos? Será que é a outra pessoa que nos decepciona ou nós que esperamos algo que nem sempre podem nos dar? Claro que dependo do caso. É diferente da situação no trabalho quando alguém te prejudicou seriamente.
Outro conflito muito comum gerado pela expectativa é quando esperamos alguma atitude de alguém e não expressamos o que queremos, como se o outro tivesse a capacidade de ler nossos pensamentos. Um exemplo muito comum é do marido ao chegar em casa depois de um dia de trabalho. A esposa está preparando o jantar, esperando que o marido ao chegar irá lhe dar um abraço e ele ao ver sua seriedade pensa que ela deve estar envolvida com o que está fazendo e para não atrapalhar, a cumprimenta rapidamente com algumas palavras.
Conclusão: os dois queriam receber um abraço, mas como reagiram de acordo com os próprios pensamentos, imaginando o que o outro estaria pensando, ambos acabam se frustrando. O mesmo pode acontecer com quem faz um programa de reeducação alimentar. Espera que os demais membros da família adivinhem o quanto está sendo difícil manter os novos hábitos, principalmente enquanto todos desfilam com seus pratos recheados de tudo que adora comer. Será que eles imaginam sua dificuldade? Nem sempre as pessoas sabem exatamente como nos sentimos. Por isso, o mais indicado é identificar suas expectativas. Ao dizer: “você me ignora quase toda noite ao ficar assistindo televisão” é muito diferente de dizer: “eu me sinto ignorada quando você está assistindo TV”.
Quando as expectativas não são expressas tendemos a fazer um julgamento impulsivo diante do comportamento do outro e que nem sempre corresponde ao que o outro deseja demonstrar. Verbalizar suas expectativas é importante em qualquer relação. Como o caso citado acima de quem faz uma reeducação alimentar. Pactos de silêncio acontecem muitas vezes sem que percebemos e geram muitos conflitos. Todos nós queremos que as coisas aconteçam de um certo modo, mas quando este desejo não se realiza ficamos irados e sequer conseguimos pensar.
As expectativas em geral nos deixam com uma venda nos olhos, não conseguimos enxergar a situação em sua totalidade e podem impedir nosso crescimento e a capacidade de manter relações saudáveis.
Quando compreender que não é responsabilidade de ninguém “adivinhar” o que você quer seus conflitos podem diminuir. Quando nossas expectativas são um fator primário na maneira em que pensamos, ouvimos, falamos, a decepção se torna uma constante. E quando as expectativas de nossos próprios comportamentos são frustradas? É muito doloroso manter a expectativa enquanto percebe que o tempo passa e que seu desejo está longe de ser alcançado. Você aguarda e aguarda, até desistir.
Mas, o que tem feito para alcançar efetivamente o que deseja? Muitas pessoas simplesmente ficam em compasso de espera, acomodadas ao velho e conhecido padrão antigo de comportamento, como se não dependessem delas para que as coisas aconteçam como deseja. É certo que há situações que somos impotentes ou quando esperamos a atitude de alguém, mas, ainda assim, se criar expectativas em relação ao comportamento de outra pessoa, estará no caminho mais seguro para se decepcionar e se frustrar.
As expectativas podem nos mover, motivar, mas também nos destruir internamente. Quanto mais expectativas criamos, mais estaremos propensos a nos decepcionar. Pense sobre suas expectativas, em que áreas elas aparecem mais? O que você tem feito para que se realizem? Se quiser se aprofundar mais, escreva sobre cada uma de suas expectativas não realizadas e veja se eram coerentes com a realidade.
Talvez você descubra coisas novas sobre si mesma. Talvez aprenda a aceitar o que realmente está acontecendo e como lidar com a situação. Nem sempre as coisas acontecerão da maneira como desejamos, mas, nem por isso devemos parar de lutar e desistir. Talvez seja um sinal de que o mais indicado é mudar o caminho e não seu destino em chegar onde deseja.
Por Rosemeire Zago