quinta-feira, 24 de março de 2016

IX Encontro de Secretariado do Paraná



E no sábado que passou, participei do IX Encontro de Secretariado do Paraná, que aconteceu no auditório do SENAC, e contou com a participação de Mariana Guimarães Sá, ministrando uma palestra sobre Etiqueta Profissional.

Fazia muito tempo que eu não participava de um evento da área, não de um evento que fosse “de fora” digamos assim, que não estivesse relacionado ao âmbito acadêmico. Fui a convite da querida Camila, que me fez companhia em uma tarde agradável.

A palestrante me surpreendeu, preciso admitir. Sempre chego nestes eventos com os dois pés atrás e esta é uma postura que preciso trabalhar em mim. Já venho fazendo isso, e preciso fazer um pouco mais.

Enfim, o slogan da palestra era “Sua atitude é seu reflexo”.

Mariana falou sobre a questão da aparência física, da vestimenta, a forma como você se trata e se porta, sobre aquela questão da primeira impressão que passamos para as pessoas, e sobre os juízos de valores... explicou também a diferença entre a impressão e a imagem que passamos para os outros.

Falou brevemente sobre a etiqueta social, empresarial e cerimonial e protocolo... explicando as suas diferenças; questionou qual é a nossa marca e que imagem estamos projetando, além de como as pessoas nos recebem. Enfim, ela fez o tempo que tinha de conversa conosco render de uma maneira impressionante.

Realmente foi um prazer ouvi-la.

E o que mais me marcou foi que ela vem de uma família de advogados. Cursou direito e percebeu que aquela não era a sua vocação, mesmo assim, terminou o curso e depois fez o secretariado. Hoje, recebeu uma promoção na empresa em que está atuando, onde até duas semanas atrás era secretária executiva. Isto é apenas uma das inúmeras demonstrações de que basta ser um bom profissional (com todas as implicações possíveis no termo bom profissional – o que renderia muitos posts) para ter uma boa colocação, ou, como no caso dela, receber uma promoção, ter o seu profissionalismo e dedicação à empresa, valorizado e reconhecido.

Claro que estar em uma empresa que valorize a profissão conta muito... preciso deixar isso claro, pois eu mesma já passei por diversas situações de valorização por parte da minha chefia, porém, mesmo assim, não há chances de crescimento por se tratar de uma empresa que necessita de concurso para crescimento e, neste caso, nem há a nossa profissão como cargo possível. E sei que esta é uma questão para muitos colegas secretários que lêem meu blog... além daqueles que estão em empresas que ainda nos consideram meros assistentes.

Vai de cada um de nós demonstrarmos nosso valor da forma que nos for possível.

Eu mesma faço isso através das aulas e palestras, pois foi a maneira que encontrei para demonstrar e compartilhar todo o amor que tenho pela profissão que escolhi a tantos anos e da qual não me arrependi apesar de todas as dificuldades.
Mas é isso... por hoje é só!

Bjo bjo


sábado, 12 de março de 2016

A Promessa do Tigre



Oi Gente... cá estou eu para falar de algo maravilhoso! LIVROS...

Na realidade o livro da vez deveria ser o livro que li em espanhol, mas estou com duas dificuldades... terminar de fazer as anotações sobre ele e decidir como vou fazer o texto sobre o mesmo, pois eu queria contar a história para vocês, mas a minha surpresa foi tão grande com o desfecho ele (o que foi maravilhoso, diga-se de passagem) que eu acho que se eu contar, vai perder a graça... hehe, então ainda estou decidindo o que fazer.

Mas enfim, por isso resolvi passar outro livro na frente, livro que apesar da loucura que foi essa semana eu consegui ler em 3 dias, e acreditem, a minha semana foi conturbada elevado ao quadrado .com.br! 

A questão é que o livro é fantástico e também curtinho, então isso acabou colaborando. Eu estou falando do livro A Promessa do Tigre, da Colleen Houck, que é o quinto livro da saga dos Tigres... mas na realidade ele conta a história de Yesubai e se passa antes da história de Ren, Kishan e Kelsey.



Yesubai é a prometida de Ren, mas ela acaba se apaixonando é por seu irmão, Kishan.... mas muito antes de chegar a isto, fato já conhecido de todos, pois é descrito nos outros livros, este conta a sua história desde o nascimento. E principalmente, conta a sua relação com o temido Lokesh, seu tão mal fadado pai. 

Gente, eu tinha esquecido como este Lokesh era louco e desconcertado. Do mau mesmo. Aff...
Mas também foi bom ver o lado da Yesubai, que não tem muito nos outros livros. Menina que desde criança conheceu muito mais o mal do que o bem, as trevas do que a luz, mas que mesmo tão jovem, tomou uma decisão acertada, mesmo sabendo das consequências disso.... morreu nos braços de Durga para dar a vida aos príncipes e à Saga dos Tigres! E me deixou com vontade de ler todos os livros de volta hehe!

Se vocês ainda não leram, já que eu sempre estou atrasada com essas leituras, leiam, pois é um livro tão curtinho e é uma leitura tão fluída. Ainda estou viajando pelo jardim suspenso do rei e pelo labirinto da família Rajaram. Vocês não querem fazer o mesmo?

Bjo bjo

quinta-feira, 3 de março de 2016

Bodebrown (parte 2)



Oi Pessoal... e ai, curtiram o post sobre a Bodebrown?
Pois eu estou aqui pra falar de lá novamente, hehe... eu não disse pra vocês que conhecer um lugar daqueles não ia prestar? Pois é... não prestou... =P
Sexta-feira passada, depois da hidro, lá estava a Mel batendo cartão com a amiga Tati lá de novo, kkkkkk

Dessa vez mais familiarizada com o sistema e com as cervejas, tudo ficou mais fácil! =D

E as cervejas do dia foram: Cacau Wee, Pacific, e eu acho que tomei a Bodebrown HopWeiss e digo acho pois eu não anotei e acho que não anotei pois o nome era simples... olhem só a analogia que a pessoa faz, kkkkkk!





Mas a questão é que eu me apaixonei pela Cacau Wee e eu só queria tomar essa, mas adivinha se não acabou rapidinho... a do meu copo e a da torneirinha (videm o copo vazio acima, hehe)! =/

Mas vamos falar da Cacau Wee então em termos técnicos (muito chique, hehe)... lembrando que todas as informações eu tirei do site da Bodebrown. Ela foi desenvolvida como uma das variações da Wee Heavy. É composta por sete tipos de maltes, levedura escocesa e adições generosas de cacau brasileiro (pedaços de sementes do cacau com tosta controlada) proveniente de fazendas na cidade de Ilhéus, Bahia. Ela já foi medalha de ouro em festivais internacionais como o Mondial de La Bièrre, em Montreal (Canadá) em 2014.
Vocês estão entendendo que a pessoa aqui tem bom gosto né?! Até agora, a melhor cerveja da Bodebrown pra mim!

A Pacific é bem amarga... ela é gaúcha, e em minhas pesquisas, estas no site da própria cerveja (http://www.cervejariaseasons.com.br/pacific.html) descobri que ela é extra pale ale, e isso quer dizer que ela fica entre uma APA e uma IPA, ou seja, ela é maaaais amarga que o normal e foi por isso que eu não gostei muito.

A Hop Weiss, é uma cerveja de trigo e eu amo cervejas de trigo. Ela combina o estilo Hefe-Weiss com Dry Hoping (adição de lúpulo no final da maturação). Nela, o lúpulo usado é de Amarillo (cítrico americano). Ela conta com notas de banana e cravo e tem um aroma cítrico de maracujá bem marcante. Ela é muito gostosa.

O lanche da vez ficou por conta do foodtruck da Altman Gastronomia... e o sanduíche foi o “campeão”. O rapaz que nos atendeu explicou que este sanduíche tinha outro nome, mas que por ser o mais vendido, eles mudaram o nome para este. É bem gostoso e desceu bem com a cerveja.

E o bacana dessa vez foi que além de beber boa cerveja, fazer um lanche esperto e bater um bom papo com a amiga, ainda conhecemos o Luciano, que trabalha lá na Bodebrown e foi muito gente boa explicando sobre as cervejas e aturando o nosso bla bla bla de quem não entende direito hehe...

Na hora de ir embora ainda encontramos uns amigos da Tati e “fechei o boteco” com a Amazon Beer Cupulate Porter, ufa, nome longo né? Hehe... ela é uma criação da Amazon Beer, da DeBora Bier e da Bodebrown. Trata-se de uma porter com adição de cupulate, um tipo de chocolate feito com a semente do cupuaçu, tem notas e aromas de malte torrado, café e chocolate (http://www.mariacevada.com.br/2015/03/bodebrown-amazon-e-debora-bier-lanca.html). Normalmente eu não gosto de cervejas escuras, mas para essa eu tiro o chapéu.

E vocês não crêem que eu fui no sábado lá também... siiiiim acreditem!!! Mas como eu fui de bike, só provei uma cerveja e foi só meio copinho, pois pedalando não dava pra abusar né?! E ela era uma delícia... a wee heavy! Essa também é uma cerveja campeã, medalha de ouro no Mondial de La Bière de 2011 e 2013 e várias outras medalhas hehehe.... mas vamos falar da sua composição. Ela é uma clássica scotch ale, encorpada e possui certa doçura do malte evidente, além de apresentar aromas maltados, tostados, trufados e caramelados, sua tonalidade é marrom-clara. E o melhor, tem amargor de médio para baixo.

Enfim, mais uma experiência MARA... e adivinhem se não estou me programando para ir nessa sexta-feira de novo????

Mas é isso ai pessoal... bjo bjo pra vocês!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Bodebrown



Oi Pessoal,
E ai, tudo bem com vocês?!
Na sexta passada vivi uma experiência muito bacana... e quero compartilhar com vocês.
Como alguns devem saber, sou louca por cerveja... adoro este líquido precioso hehe!
Vivo provando novas cervejas, ou melhor, não novas, mas cervejas diferentes, importadas, ou artesanais, mas que sejam diferentes. E na sexta-feira passada vivi uma experiência realmente interessante.

Eu conheci a Bodebrown... vocês conhecem? Já ouviram falar?
Ela é uma cervejaria escola, que foi fundada em 2009 e fica bem pertinho de casa.... quer dizer, pertiiiinho assim nem tanto, mas é relativamente perto.
Fui a convite de uma amiga. E foi muito divertido.
Já dá pra ver a galera de longe, de tanta gente de tem. Não sei se é só nas sextas-feiras, mas nessa que passou, estava lotado. Parecia que a rua estava bloqueada para alguma coisa, mas não, era só a cervejaria que estava aberta mesmo.
E o mais curioso, ela só fica aberta entre as 18h e as 20h30, parece que porque ali é área residencial, então não pode ficar até mais tarde.

Mas a questão é que o esquema é fantástico... você compra um cartão, tipo um cartão de crédito mesmo, que você carrega com o quanto você quiser de dinheirinho...



...  e daí você vai em direção ao paraíso... não cheguei a contar oficialmente, mas acho que são umas 8 torneirinhas hehe... com um dispositivo junto a um tablet, onde você encosta o seu cartão, que identifica o valor que tem ali. No tablet mostra qual é a cerveja que corresponde àquela torneira (com todas as informações sobre ela, desde fabricação, até teor alcoólico), que você (muito feliz) abre e vai colocando no copo.... a medida que o líquido precioso sai, o valor vai sendo deduzido do seu cartão. Fala sério gente, não é simplesmente fantástico?! Talvez isso seja uma coisa antiga e eu esteja fazendo papel de boba aqui, mas pra mim é novidade e eu achei muito legal! =D

Sei que provei 3 tipos diferentes de cerveja, uma da casa... a Poderosa, amaaarga (depois, pesquisando descobri que é IPA e isso explica o amargor), uma australiana que confesso não lembrar o nome e outra que nem com reza brava eu consigo lembrar o nome hehe, só sei que é saison, que eu achei que fosse o nome da bichinha mas descobri que é um tipo! Mas todas saborosas dentro das suas especificidades. A que eu gostei mais foi a australiana. Provei um pouco das que a minha amiga pegou também. E eram bem boas. Inclusive lembro bem da última que ela pegou, que foi a Coruja, essa já velha conhecida.

Enquanto provávamos as cervejas pedimos um sanduíche esperto que demorou pra ficar pronto mas que valeu cada minuto pois era uma delícia. Este sanduíche era de um foodtruck. Nesta sexta-feira tinham 4 foodtrucks por lá, mas pelo que entendi depende do dia tem mais ou menos, mas algum sempre tem.



A questão é que o negócio era para ser só uma escola de cervejas, acabou se tornando um ponto de encontro e descontração, além da própria escola, claro.
E falando sobre a escola, um dos cursos que eles dão lá se chama Cerveja na Panela, que tem nível iniciante e intermediário. O outro se chama Tecnologia e Prática Cervejeira, e tem como foco cervejeiros caseiros, empreendedores e funcionários de cervejarias.
Sério gente, fiquei tentada a fazer um curso... além de aprender a fazer cerveja, tem apostila, degustação e insumos para fazer em casa. Muito interessante. 12 horas de curso, com direito a certificado e tudo.

Fiz a pesquisa direitinho hehe... destrinchei todo o site deles... inclusive, fiz uma listinha de todas as cervejas que eu quero provar!

Uma coisa que achei bem curiosa, foi a história da Bodebrown, que vou compartilhar com vocês: como já disse lá em cima, ela foi fundada em 2009, e é a primeira cervejaria escola do país. E pasmem, ela é uma parceria entre um pernambucano e uma paranaense. Samuel Cavalcanti e Andrea Cordeiro Pinto.

Ele nasceu em Arcoverde, interior de Pernambuco. Veio para Curitiba ainda pequeno com a família. Estudou química industrial e em seu terceiro ano se apaixonou por microbiologia das bebidas – em especial a da cerveja. Seu TCC foi a criação de uma fábrica de cerveja. Olha só que coisa maravilhosa, hehe. Já ela, é natural daqui mesmo, estudou administração e se especializou em gestão de novos negócios. Seu tema na especialização foi Microcervejaria.
Bacana não?
Bacana também,é a história do nome: ele nasceu de uma homenagem às raízes da família de Samuel, que por gerações criou bodes no interior de Pernambuco. “Como bom nordestino, liguei para consultar minha avó, que disse: ‘meu filho, tem que buscar suas origens. Você só está aí por que seus bisavós e tataravós criavam bode’”, relembra Samuel. Ao desligar, tocava no rádio a música “I Feel Good”, de James Brown. Ele juntou as duas coisas e começava assim uma das marcas mais reconhecidas entre as cervejarias brasileiras.
Todas estas informações eu retirei do site da Bodebrown, que eu acho que vocês deviam visitar.... e não fiquem só no site não.... vão até lá, conheçam o lugar, provem as cervejas e depois me contem o que acharam, combinado?



O problema agora, vai ser não querer voltar todas as sextas-feiras naquela perdição, kkkkkk...

Mas é isso ai pessoal, o que vocês acharam deste post? Vocês curtem cervejas? Vamos conversar?

Bjo bjo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A Última Carta de Amor





Não sei se foi por causa de seis volumes de uma saga adolescente cheia de fantasia e coisas imaginárias, ou se era a gana de iniciar logo um livro que fosse diferente, ou ainda, se era a expectativa, pois todos os livros da Jojo Moyes são bons, mas não consegui gostar deste livro de imediato, não até quase lá mais da metade do bichinho... foi beeeeem lá pra frente que ele conseguiu me envolver de fato!

Ele é um romance, uma história de amor, duas na verdade, que se passam em épocas distintas, mas que acabam se conectando de uma maneira surpreendente no final das contas, o que me deixou imensamente feliz, pois me mostrou que aqui dentro deste corpinho remodelado ainda bate um coraçãozinho (ufa), hehe!

Mas vamos ao que interessa. Este livro conta primeiramente a história de Jennifer Stirling, uma mulher linda, casada com Larry, um grande empresário dos idos de 1950-60.
Porém, um dia Jenny acorda em uma cama de hospital e não lembra de absolutamente nada de sua vida... nem o que houve para ela estar lá, nem de como era sua vida antes de acordar naquele lugar.

E assim ela vai para casa e tenta se enxergar naquele lugar e naquela rotina e com aquelas pessoas da “alta sociedade”, cheias de sorrisos e comentários ácidos e maldosos, com festas e situações que não deixavam Jenny 100% confortável.

Por mais que seu marido, a empregada da casa e seus amigos tentem fazê-la se sentir bem e acolhida, ela sempre tem a impressão de que lhe falta algo. Sempre que ela tenta conversar sobre o acidente de carro (que foi o que gerou a amnésia) com alguém, as pessoas desconversam e ela fica mais intrigada ainda.

A vida dela começa a mudar quando, em uma de suas incursões pela casa que é sua, mas que não parece, ela encontra uma carta de amor escondida... uma carta de amor endereçada a ela... e depois mais outra... e mais outra. E sua nova meta é se descobrir como aquela pessoa descrita nas cartas, aquela pessoa que é querida e amada, pois não é desta forma que ela se sente com Larry. Que é o marido que lhe dá tudo em termos financeiros, mas nada além disso.
E ademais, Jenny passa a tentar descobrir quem é B, que assina as cartas.

Em paralelo, o livro conta a história de Ellie Haworth, já nos anos 2000... uma jornalista que tenta se firmar na profissão. E que recebe a incumbência de fazer uma matéria sobre o passado x o presente... missão difícil, já que sua vida amorosa ocupa muito do seu tempo. A mais de um ano ela vive uma conturbada história de amor com um homem casado. Ela está apaixonada e crê que o seu grande amor abandonará a esposa para ficar com ela... mas sabemos que nunca (ou quase nunca) é assim... e no caso de Ellie talvez também não seja. Ou com ela será diferente??? Quantas dúvidas não? E tudo se torna ainda mais complexo quando a missão dela é esta matéria sobre o amor no passado e no presente.

A questão é que justamente uma carta de amor, esquecida na redação de jornal em que Ellie trabalha acaba juntando a vida e a história destas duas grandes mulheres, que vivem em épocas tão distintas, mas que, para conseguir sua independência, passam por situações tão fortes e que podem nos marcar de forma tão evidente.

Enfim, só lendo mesmo para compreender. Mas se forem como eu, talvez achem o início da narrativa confuso, pois a história se intercala, se mistura... é um vai e volta entre a Ellie e a Jenny antes e depois do acidente... Jenny descobre quem foi o seu grande e verdadeiro amor? Eles conseguem viver juntos? Ela abandona a sua vida junto ao marido rico e controlador? E Ellie, continua a relação com o homem casado? Consegue se consolidar como jornalista?
São muitos questionamentos... e todos são respondidos no decorrer das páginas deste livro que, ao final, não deixa nada a desejar para toda aquela expectativa que eu estava no começo.... Ufa de novo hehe!

Feliz por ter escolhido este título para voltar aos romances.... feliz por não ter desistido dele... afinal, a Mel não desiste dos livros... e não desiste pois eles sempre valem a pena.
E este com certeza vale a galinha toda como diria uma amiga minha hehe!

Mas e ai, já leram este livro? Conhecem a história? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo