Mostrando postagens com marcador Alegria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alegria. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Mirage Circus

Oi Pessoal, e finalmente um assunto distinto de livros, espero que curtam!

Este é um post sobre diversão, alegria, riso fácil... é sobre CIRCO!

No dia 29 de setembro fomos ao Mirage Circus, o circo do Marcos Frota... ele está instalado no BioParque, na divisa entre Curitiba e São José dos Pinhais e fica por aqui até 15/12/2024 segundo reportagem que vi, porém, no site onde se compram os ingressos, a última data é  13/10/2024. Enfim, a questão é que super recomendo que todos vão... confesso que não é barato, mas vale cada centavo... e leve um dinheirinho extra para a comida, bebida e badulaques que oferecem para a criançada, se você tem filhos.

Quem nos apresenta o circo e as atrações é o Palhaço Potato, muito carismático, divertido e empático... aprendeu diversas expressões curitibanas para fazer graça... e assim encantou o público.

É uma magia inexplicável, só participando mesmo... momentos de emoção, de “medo”, surpresa... é voltar a ser criança e viver o encanto.

Segundo o site do circo, o show apresentado é inspirado nos shows que acontecem nos cassinos de Las Vegas e tem mais de 800 toneladas de equipamentos de última geração para fazer todos se encantarem.

O show conta com apresentações de mágica, malabaristas, trapezistas, bailarinas e o globo da morte (diga-se de passagem, com muuuuuita emoção).

Mas vou mostrar para vocês algumas fotos e vídeos para corroborar minhas palavras...


















As fotos e vídeos não são assim um primor, mas dá para ter uma ideia do espetáculo que é.

Não deixem de ir, é MARAVILHOSO e ENCANTADOR.

E quem já foi, levanta a mão ai e compartilha sua experiência.

 

Bjo bjo


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Ser Mãe é Padecer no Paraíso




Hoje é dia 05/07/2018 e estou começando a escrever este texto. Coloco a data pois não sei se eu consigo terminar hoje, ou mês que vêm hehe... É, agora as coisas são assim... as prioridades se inverteram e foi de um jeito que eu nunca imaginei que aconteceria.

Eu sempre idealizei ser mãe... era o sonho da vida... casar, ter filhos, aquele sonho bem tradicional, de toda “menina”... e ele aconteceu comigo. Tardou, é verdade, mas como dizem, as coisas acontecem no tempo de Deus e não no nosso... então, cá estou eu agora com 38 anos e uma bebê que amanhã (06/07), completará 3 meses. 

Casei... uhuuuuu.... encontrei o louco disposto. Então tudo como “manda o figurino”!

Mas estou aqui hoje para escrever como a vida mudou... primeiro como vocês puderam notar, atualizar o blog ficou 100% esquecido.... depois, a minha vida deixou de existir para dar lugar à vida da minha filha... dizem que com o tempo algumas coisas voltam para o lugar (tomara), mas por enquanto é bastante mudança para se adaptar.

Bom, tudo começou a mudar quando descobri que estava grávida, mas nem de perto eu imaginava que na verdade as mudanças mesmo começariam depois de ouvir aquele primeiro choro, na sala de parto... aquele choro que provavelmente dava para ouvir no hospital todo, pois a bichinha tem pulmões bem “potentes” hehe!

Então, tudo realmente mudou no dia 06 de abril de 2018, às 10h38, quando veio ao mundo Maria Alice Grigowski Chagas, pesando 3,340 kg, e medindo 48 cm. Uma menina linda, cabeluda e bem, bem bocuda. Dava para ouvir a bichinha gritando longe, lá onde as enfermeiras estavam fazendo sua higienização e troca. 

Fiquei mais de uma hora aguardando para ir para o quarto... e nesse meio tempo, levaram minha menina duas vezes para mamar, pois ela chorava muito e as enfermeiras entenderam que deveria ser fome.

Que sensação mais ambígua essa de amamentar. Primeiramente, quando você ainda está dopada das anestesias....  sim, anestesias, pois devido a pré-eclampsia e uma diabetes gestacional, Maria veio ao mundo através de uma cesária e não do parto normal como eu gostaria... mas quem disse que isso importa? O que importa era a saúde dela, a minha... então, que seja cesária.

Depois de chegar ao quarto, ainda levou um tempo para levarem o meu pequeno pacote para lá...me deram banho, fizeram eu comer... ou isso foi depois? Já não lembro mais... muito do que aconteceu no hospital, hoje é um borrão para mim... a anestesia me fez muito, muito mal.

E lá veio a minha filha... tão lindo escrever isso, “minha filha”... então lá veio a minha filha... tipo: toma que o filho é seu, se vira... amamente, troque, dê carinho, amor.... Ah, socorro.... o que eu faço com isso? Onde é o botão de desliga? Essa criança não pára de chorar... tem algo errado! Socorro!!!
Por que eu estou aqui mesmo? Toda aquela teoria lida em pouco mais de 8 meses caindo por terra.... a realidade é muito diferente. 

E lá vem a enfermeira com uma caixa de remédios para mamãe... e... mamãe, vamos furar o pé da sua filha mil vezes para medir a glicose.... e vamos tirar todo o sangue dela para o teste do pezinho... e, poc, ela está de brinco e chegou a hora de ir para casa... para casa da vovó, é claro, pois não dá para ficar sozinha nesses primeiros dias com zero de experiência materna.

Vamos lá virar a casa da vovó e do vovô de cabeça para baixo... acabar com a rotina deles. Por que não é que vai um bebê para casa da vovó... é uma nova mãe completamente sem experiência, um bebê tentando se adaptar ao mundo, um marido que também é pai fresco e não sabe nada de nada e um cachorro que percebeu que tem algo “errado” pois de repente ele deixou de ser o centro das atenções e perdeu aquele colo de todo dia.

E os dias passam e o aprendizado vêm em cada banho, cada troca de fralda, cada ninar,cada colinho, cada noite mal dormida, cada noite não dormida... e o tempo passa e você já começa a ser cobrada: você tem sua casa... vamos para nossa casa.

Mas e o medo de encarar tudo sozinha, a gente faz o que com ele? Socorro de novo!

Então, a mamãe “fresca” coloca tudo dentro do carro e “volta para casa” que na verdade é seu novo lar, pois em meio a toda turbulência que é ser mãe, ela ainda resolve se mudar por motivos que nem vem ao caso. E o seu novo lar ainda não é um lar de fato... tudo virado, bagunçado, fora do lugar... eu não acho nada, não sei onde estão as coisas... e mais uma vez... socooooorro! 

Mas o dia a dia faz tudo começar a se encaixar... a filha dorme no seu bercinho dentro do seu quarto já na primeira noite, que lindo! É isso ai, nada de dormir com os pais... E no dia seguinte, o que acontece? Sobe o bercinho sobressalente, coloca no quarto dos pais... melhor ter ela por perto a noite.... Ah, mas ela não dorme na cama, só no berço, certo? Errado, algumas noites, por mil motivos diferentes, você coloca sim a sua filha na cama dos pais e ainda abraça ela, pra proteger mesmo, indo contra o que todo mundo fala por ai sobre isso. E ela dorme a noite toda, enquanto você fica acordada, com medo de algo dar errado... não tem problema se o seu braço formiga, amortece, essas coisas não tem problema, você nem sente no dia seguinte.

E falando em nem sentir, pra que coluna e joelhos saudáveis né?! Quanto mais a pequena cresce, em saúde e beleza, mais pesada fica... e gosta de um colo essa danada. 

Berço, carrinho, bebê conforto, sofá, tudo isso tem espinho... e aff, é um perigo, só no colo que eu tenho segurança mamãe.

E assim você embala a pequena, enquanto acompanha pela tela do celular, o desenrolar da vida alheia, vê os amigos indo naqueles pedais maravilhosos que você sempre quis ir, vê os seus amigos superando limites... ir até o pedágio agora é fichinha (pra eles)... e você nunca foi... e o coração fica apertado pois você se sente mal, por se sentir mal, por ter digamos “inveja” dos amigos... ué, não era você que queria ser mãe? Ser mãe é abrir mão de tudo, é padecer no paraíso... sim, é verdade... eu amo ser mãe, mas isso não me impede de sentir falta da vida que eu tinha.... das coisas que eu fazia... até a vida de casal muda, e muito... e os cuidados que precisamos ter para não ruir aquele amor eterno que agora fica abalado por causa de um serzinho tão pequeno.

Vida difícil minha gente, mas tudo é compensado quando ela me olha e abre aquele sorrisão lindo, toda simpática... e agora já começou a “conversar” sabe... fala tanto que chega a dar soluço.

E é linda, perfeita, e me faz muito feliz.

Dias difíceis são compensados com outros mais suaves... e assim vamos levando um dia de cada vez, com muito aprendizado e vibrando com cada conquista dela... diz que um dia as coisas “voltam ao normal”... e enquanto esse dia não chega, vamos vivendo do jeito que dá mesmo.

E não é que consegui escrever tudo hoje mesmo? Isso porque ela está dormindo, dormindo tanto que já estou ficando preocupada, veja se pode.

Alguns dizem, aproveita pra dormir também... tem dias que eu até faço isso, mas na maioria das vezes, tem roupas para lavar, casa para limpar, roupas para passar, comida para fazer.... e essa é a tarefa mais difícil, cozinhar... e, em consequência, tenho me alimentado meio mal, meu almoço muitas vezes é pão ou miojo, que é mais rápido, porém, nada saudável para quem amamenta. Mas com o tempo creio que dará mais tempo de cozinhar e comer melhor.

Bom, acho que por enquanto paro por aqui... vou ali dar uma olhada no meu “pacotinho de amor” e volto logo (espero).

Ah, hoje já é dia 18... então, vejam quantos dias demorei para conseguir digitar o texto escrito... e mais uma vez, porque a pequena está dormindo... e mais uma vez, dormindo tanto que já estou ficando preocupada, kkkkkk

É meus amigos, essa é a vida de mãe.... e ela é MARAVILHOSA, apesar de tudo.

Beijos para vocês e até a próxima!!!!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Então, noivamos...



E cá estou eu para compartilhar com vocês um pouco da minha vida... um pouco das experiências pessoais que temos e que só nos fazem crescer e aprender a cada dia.

E quem diria, a Mel noivou.... e vai casar, sim senhor! (Pra quem achava que isso não iria mais acontecer pois passei do tempo, tá ai hehehe)

Minha vida está passando por mudanças “radicais” desde dezembro do ano passado... primeiramente, foram 09 meses que vivi só... no “meu apertamento”, mas que era a minha cara e super aconchegante.... até que a vida resolveu me presentear com alguém disposto a compartilhar tudo.... uma casa, as contas, as alegrias e tristezas, enfim, compartilhar a vida... e até um dog, kkkkkkk, então, vamos lá né, encarar esta nova fase da vida... a vida de casada.

Oficialmente ainda não, mas já estamos providenciando isso também.

E quando resolvemos morar juntos, começou tudo de novo... procurar um lar... um lugar para morar, para dividir a vida... e não é que o primeiro que vimos era exatamente o nosso número?! Bora lá correr atrás da papelada pra poder alugar... e daí contar com a ajuda sempre carinhosa dos amigos para fazer aquela super mudança no fds.... bem naquele que eu viajei (Roberto, Aquino, vocês foram ótimos, muito obrigada)!

E quando a pessoa volta de viagem, já volta na casa “nova”.... uma casa grande, que só na sala caberia todo o outro “apertamento” hehe... Nos primeiros dias, eu até cansava de andar por toda ela, imaginem só.

E já completou um mês que estamos lá e não está nem perto de organizar tudo... sempre tem algo à ser feito, sempre tem algo para limpar, arrumar, colocar no lugar, ou trocar de lugar... mas aos poucos está ficando tudo com a nossa cara... do nosso jeito.

Mas quero compartilhar aqui com vocês também, a experiência de viver com alguém... com alguém que não é parente hehe... nem pai, nem mãe... uma pessoa totalmente diferente de você, com comportamentos e costumes distintos.

Não vou dizer que é fácil... mas também não é tão difícil assim... interessante é viver o que sempre disse à todos os amigos próximos que se casaram... “casal, antes de mais nada, se respeitem e respeitem o espaço do outro e tem tudo pra dar certo”. E olha a Mel aqui, tentando colocar em prática o conselho que dá para os outros...

Cada dia é um aprendizado, uma novidade, uma situação diferente que nos faz aprender... principalmente, a respeitar o outro e o seu espaço (repetitivo né, mas é tão real que tem que ser repetido mesmo).

Ah, a vida muda sim, e muito quando você divide a casa e a vida com alguém... do que eu sinto falta? Talvez de ler mais, escrever mais, de ver os meus seriados e filmes... o que é novo e é muito bom? Ser recebida em casa todos os dias com um beijo, um abraço, um eu te amo, um almoço delicioso ou um café da tarde muito bem preparado. Além dos pulinhos e lambeijos do nosso Bolinha, cachorrinho que adotamos a alguns dias (mais uma coisa em que concordamos e compartilhávamos o desejo). E tem muitas outras coisas boas, que se for pra escrever, vai faltar espaço por aqui! 

Enfim, todo dia um aprendizado, todo dia uma coisa nova, às vezes aqueles questionamentos se é a coisa certa a fazer.... questionamentos que faço ao Kadu também, mas que na real, talvez nunca tenham uma resposta, pois é necessário viver um dia de cada vez, sempre pensando no futuro claro, mas vivendo aquele dia de forma que as dificuldades se transformem em crescimento, em amadurecimento, para que o relacionamento perdure.

Bom, acho que é isso... então a Mel está noiva, morando junto, com direito até a um cachorrinho e sim, ela vai casar... e está muito feliz, obrigada!

E vocês, como vai a vida? Espero que tão bem quanto a minha, senão, melhor! É o que desejo à todos vocês... uma vida feliz e plena, cheia de conquistas, realizações e aprendizado diário!

E é isso, vamos conversar?
Bjo bjo

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Jusita

E no dia 06 de agosto eu tive a minha primeira experiência no Jusita, ou seria na Jusita?! Enfim... foi a minha primeira experiência de verdade em uma BR por tempo suficiente para ficar com todo o tipo de sensação que se possa imaginar hehe! Medo, euforia, alegria, aquela vontade de gritar, sensação de que iria sair voando (cheguei a 53,6 km/h – sei que para muitos pode ser pouco, mas para mim, de bike, é muuuuito) e também, e mais do que tudo, aquela sensação de superação, de mais um desafio vencido.

Ah, importante aqui lembrar, que este lugar fica em Campo Largo... para aqueles que não conhecem! Então foi uma boa “pernada”... heheh!

A intenção primeira era ir para o Pedágio, mas daí eu acabei sugerindo irmos para lá e o Kadu aceitou... e é importante registrar aqui que ele me ajudou e orientou durante todo o trajeto de ida e volta... como alguns sabem, estou com uma dorzinha chata atrás do joelho e ele estava o tempo todo cuidando para que ela não se manifestasse, ou que fosse o mais suave possível.

Chegando lá, primeiro quis ir até a Igreja que tem do outro lado da rodovia (Igreja de São Sebastião de Rondinha)... e por se tratar de um domingo pela manhã, imaginei que a mesma estivesse aberta, eu queria agradecer pela meta atingida e por muitas outras coisas... mas para minha surpresa, ela estava fechada (uma pena).

Enfim, atravessamos a rodovia novamente e fomos em direção a Jusita... uma lanchonete que tem um famoso suco de uva... lá me esbaldei de comer (esqueci que tinha que voltar pedalando sabe, kkkkkk), e ainda passamos por uma loja de louças que é de encher os olhos de tanta coisa bonita.
A volta foi um pouco mais “pesada”, pois o cansaço bateu um pouco e também porque a barriga estava cheia demais, kkkkkk.

Mas ainda paramos no Park Shopping Barigui no retorno...

A questão é que foi uma experiência única, deliciosa e que eu gostaria de repetir um dia... digo um dia, pois agora vai ficar mais difícil fazer pedais mais longos, ou que tenham mais subidas fortes e terreno irregular.... por um tempo pelo menos.

Como vocês perceberam eu sumi por tempo demais daqui.... mas é que muitas coisas aconteceram na minha vida e não deu para escrever... me faltou tempo... para compartilhar esta experiência maravilhosa que foi chegar até Campo Largo pedalando... e também para ler e escrever sobre minhas leituras.

Mas estas são histórias para os próximos posts....

Deixo abaixo, algumas fotos dos momentos deliciosos passados neste pedal mais que especial... o último forte que fiz (por enquanto).









E vocês, conhecem este lugar? Já foram pra lá? Compartilhem suas experiências...

Vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A Importância da Parceria em uma Relação Afetiva



oi Pessoal! Estou aqui hoje para escrever um texto diferente... algo que foge à minha experiência, ou ainda, que foge muito aos temas que costumo escrever por aqui. Mas é que estou vivendo um momento único, que tem me feito refletir sobre várias coisas e decidi compartilhar estas reflexões para ver se estou no caminho certo... portanto, fiquem muito à vontade para comentar, por favor.

Hoje eu estou aqui para falar sobre os relacionamentos afetivos... sobre as relações de parceria. Tenho percebido no meu dia a dia, a importância da parceria, do respeito, do amor... desde as grandes coisas da vida, até aquelas mais simples, se não houver parceria, respeito e amor, não há relação que dure.

E eu encontrei um parceiro pra vida... se vai durar a vida toda ou se será até o próximo verão, eu não tenho como saber, eu não tenho como afirmar, confirmar nada... a vida é repleta de surpresas e esta pessoa foi uma grata surpresa que a vida me trouxe.... que o pedal me trouxe, no caso. E olha lá a bicicleta mudando mais um pouco a vida da pessoa aqui.

Conheci meu namorado em um pedal... e já faz tempo, bastante tempo, mas como ele é um galático, pouco o via e confesso, gente, pra mim, ele era a pessoa mais metida da face da Terra nos pedais (e exibido também hehe)... o cara não parava quieto, já tinha ido e voltado umas vinte vezes enquanto a gente ainda estava indo a primeira.... sobe morro, desce morro, sobe escada, desce escada... anda deitado na bike, parecendo que vai voar... aff, que tipo desse piá (nossa, isso é muito curitibano).

Mas um dia esse “piá metido”, resolveu passar um pedal inteirinho ao meu lado, conversando comigo, me fazendo rir, me ajudando. E não é que ele não era tão metido assim?!  Até hoje me pergunto e pergunto à ele, por que cargas d’água ele resolveu ficar de papo comigo.

Daquele domingo em diante, do pedal do morango com nata com o grupo Trilhas Curitiba, ele não parou mais de falar comigo... todos os dias, o dia todo.

Então resolvi convidá-lo para conhecer os meus outros amigos de pedal, aqueles lá do Fazendinha.... convidei-o pois achava que seria legal, afinal, o Black é ótimo, super divertido, e faz uns pedais mais fortinhos, talvez ele curtisse. E naquele dia, o pedal foi fortão, não fortinho... e se ele não tivesse ido, talvez eu não estivesse escrevendo agora, hehe... pensem num pedal forte pra caramba, com uma quilometragem não tão grande, mas com um percurso forte. E se não fosse ele me empurrar praticamente o pedal todo, eu não teria conseguido acompanhar o grupo. Tanto que dei o nome de pedal do empurra pra essa noite.

Mas não foi assim, só me empurrando, que ele me conquistou. Desde o primeiro dia que começamos a conversar oficialmente, ele se mostrou alguém interessante. Bem mais novo, é verdade, mas já com uma história de vida interessante, com vitórias na vida, com dificuldades superadas, outras sendo superadas ainda... com um coração enorme, um sorriso fácil... ai ai, já perceberam né?! Ele me conquistou, ganhou meu coração.

Eu que achei que não encontraria ninguém disposto a uma relação de verdade nessa vida tão superficial e descartável que as pessoas vivem hoje. E gente, eu resisti, passei vários dias apenas respondendo às mensagens dele e dizendo que não era possível, que a nossa diferença de idade era muita, que eu já tinha alguém, que não daria certo.

Aí ele vêm com o “jogo sujo” hehe... dizendo que queria namorar, usar aliança, andar de mãos dadas no parque, casar, ter filhos... viver uma vida juntos, de verdade. Ah gente, aí eu tive que rever os meus conceitos e cheguei a conclusão de que eu não tinha nada a perder tentando.

A diferença de idade é muita? Sim, é muita.... mas ele está disposto a acompanhar... e é ai que entra a questão da parceria, que é o foco deste texto. Pensem em alguém parceiro, mas muito parceiro mesmo... nos pedais e na vida. 

Já perdi a conta de quantas vezes ele me empurrou durante os pedais.... sempre bem humorado e fazendo bagunça e piadas com os colegas de pedal. Me empurra nas subidas mais ferradas, aquelas que só de olhar você busca um caminho alternativo. Mas ele também é parceiro na vida, daquele que vai pra cozinha pra fazer a janta, que não se importa de lavar uma louça, que presta atenção nos meus tocs (e faz de tudo pra não ‘fazer nada errado’ por conta deles, hehe) e faz de tudo para que eu esteja bem e feliz. Ele é aquele cara que gosta de andar de mãos dadas na rua, que vive me enchendo de beijos, que diz que me ama.... mesmo com tão pouco tempo de relacionamento. 

Mas o foco aqui é a parceria... em tão pouco tempo, ele se mostrou parceiro, tão parceiro que parece que estamos juntos à anos, que nos conhecemos a vida toda... é tanta intimidade, gostamos das mesmas coisas, damos risadas das mesmas coisas bobas, mas também conversamos sério, pensamos e falamos sobre o futuro. Dividimos as coisas... nos ajudamos.. cuidamos um do outro. 

No pedal que fizemos no dia 15/07 para as profundezas do Taboão, pedal este que eu já queria fazer a muito tempo, mas que temia as famigeradas subidas, nosso colega de pedal Marcus retratou um destes momentos de parceria... e eu fiquei tão encantada por esta foto, que por causa dela, resolvi ler, pesquisar e escrever sobre as parcerias nos relacionamentos.


Claro que todo relacionamento tem “problemas”, palavra que eu entendo que podemos trocar por “adversidades”... e que podem ser superadas, desde que haja respeito, amor, amizade... e parceria. Desde que ambos respeitem os limites do seu companheiro, que façam a sua parte, mas que também, saibam contribuir para a parte do outro... seja fazendo algo, seja não fazendo nada, seja ficando em silêncio, seja contemplando a alegria e vibrando com a vitória do parceiro. 

Enfim, já estou aqui me enrolando e falando demais, como quase sempre faço hehe... 

Nas minhas leituras pela internet achei um trecho de um texto que quero compartilhar com vocês, pois ele descreve exatamente o que é esta parceria que estou sentindo neste momento e que percebo ser tão importante... e mais do que isso, que desejo que perdure por muito e muito tempo. O texto é de Anissis Moura Ramos e retirei do link: https://www.anissis.com.br/single-post/2016/07/08/A-parceria-num-relacionamento-a-dois

“Ser parceiro não é concordar com tudo que o seu companheiro fala ou fazer tudo o que ele quer, tornando-se um marionete em sua mão. Quando se concorda com tudo o que o outro diz, ao invés de ser um parceiro, se está servindo de espelho. Parceria não exige que você anule a sua personalidade, que seja submissa, apesar de a parceria permitir que o outro nos ensine a ver diferente, que nos proporcione momentos prazerosos e fazer com que isto retorne para a pessoa.
 Parceria não é desenvolver críticas, ser deselegante com o outro. Isto é chatice, é ser rabugento. Ser parceiro é saber lidar com as diferenças no dia-a-dia. São exemplos e demonstrações de afeto e carinho. É a transmissão de princípios e valores, sabendo que haverá um retorno, que as suas atitudes não ficarão no vácuo.
 É poder contar com a generosidade, com a elegância, com a finesse, com espontaneidade, com a alegria de seu parceiro, pois se tem a clareza que a recíproca será verdadeira. É poder acompanhá-lo, mesmo quando o programa não é algo que você prioriza, mas sabe que na hora que lhe sugerir algo, ele irá fazer, pois sabe que lhe dará prazer. A parceria se dá não apenas nos momentos bons, nos ruins ela também deverá estar presente.
 Parceria é compreender e se deixar ser compreendido; é ser benevolente, respeitar o momento do outro, como ele o respeita; é gerar prazer e receber prazer; é dar amor e se permitir receber amor. Esta cumplicidade que se estabelece num casal é que ajuda a nutrir a reação e fazer com que esta perdure por um bom tempo.
 Enfim, a parceria é um dos ingredientes que não pode faltar numa relação para que ela se torne saudável, Sem a presença dela, o que se estabelece é a desunião, as brigas, as críticas, o desrespeito, o afastamento, gerando frustrações e desconfortos para o casal”.

E é isso, desejo que todos encontrem o seu parceiro “perfeito”, aquele que lhes faça feliz com as simples coisas da vida. E se vocês já tem esta pessoa, cultivem este relacionamento, mantenham esta parceria ativa, acessa, viva. E mais do que tudo, curtam cada momento juntos e sejam felizes.

Ufa, quanto romantismo, quanta “melação”.... nem me lembro quando me senti ou estive assim... só sei que é bom e quero aproveitar cada momento.

Então, agora espero comentários contando sobre a parceria que existe em suas relações!

Bjo bjo!

terça-feira, 11 de julho de 2017

Pedalando por Vila Velha

Oi pessoal... cá estou eu para compartilhar com vocês mais uma dessas experiências maravilhosas que só o pedal pode proporcionar para você.

No dia 11 de junho eu fui pedalar com o pessoal do Bike SJP lá em Ponta Grossa. Pedalamos pelo Parque de Vila Velha, por Furnas e também até a Lagoa Dourada.

Pensem num lugar lindo, num dia lindo, em pessoas suas animadas e felizes.... pois foi assim.

Saimos de São José dos Pinhais com 8 graus... friiiiiio, e já no microonibus fomos fazendo a festa para esquentar. Chegando lá, o sol já brilhava forte... não estava quente, mas o sol ajudava e no final das contas.

E adivinhem como começou o nosso pedal em Vila Velha? Com subida, claro.... hehe! Já pra terminar de esquentar e fazer todo mundo ir tirando as diversas camadas de roupa que estavam usando, kkkkkkk!!!

Eu já tinha ido para lá quando era criança, mas lembro de muito pouca coisa... na realidade, lembro vagamente da Lagoa Dourada, só. Que passeio maravilhoso. Que lugar lindo, uma obra de Deus mesmo, perfeito.

Em termos de quilometragem, nosso passeio foi “curto”, mas em termos de paisagem, subidas e aventura, foi “longo”.

Passamos um dia muito agradável... pedalando, respirando ar puro, em contato com a natureza e ainda finalizamos o nosso passeio com um super almoço em um lugar maravilhoso, cheio de carros antigos e também outros objetos do passado, que me fizeram viajar lá para a minha infância... lá para a casa dos meus avós no Hauer... coração ficou até apertado. S2

Enquanto estávamos lá no almoço, o amigo Márcio, primo da Grasi, que mora em Ponta Grossa, apareceu lá para dar um oi, muito legal.

Enfim, foi um dia abençoado, feliz, saudável... o que só confirma a minha teoria de que pedalar só faz bem... pro corpo, pra alma, pra vida!


Bora pedalar?
E você, já fez um passeio assim? Vamos conversar?

Bjo bjo

Abaixo algumas fotos que retratam este dia mara. 
Crédito de várias das fotos à Fábio Crema - B2F Imagens Aéreas e Cobertura.