terça-feira, 8 de setembro de 2009

Marketing Pessoal

Quando se fala em marketing pessoal, a primeira coisa que vêm à mente é uma série de ações em que se poderia adotar um determinado estereótipo e pronto, está feito. Mas não é bem assim.

Segundo o site Empório do Sucesso, Marketing Pessoal é o ato de um indivíduo ir modificando seu comportamento e sua forma de agir, visando um melhor posicionamento no mercado, em empresas que lhe interessam ou mesmo dentro da própria empresa onde já trabalha. Para isso, o indivíduo precisa desenvolver técnicas para poder divulgar sua imagem, sua competência e utilizar seus contatos para chegar onde quer. O profissional deve entender que o mercado precisa (neste caso, o mercado é a empresa onde se trabalha ou se quer trabalhar), para que ele possa se adaptar, estudar, evoluir neste sentido.
O modelo de sociedade em que vivemos, dita padrões de competitividade extremamente elevados em praticamente todas as áreas. Tanto em aspectos visuais, de comunicação e de conhecimento, quanto em outros aparentemente secundários, pequenas diferenças podem determinar o sucesso ou o fracasso. Talvez seja um modelo injusto, mas a realidade é que este é o modelo em que transitamos.

Muita gente competente passa uma imagem contrária e essa aparência negativa acaba por limitar suas oportunidades. É preciso ter cuidado para com a imagem e buscar eliminar dela qualquer item que possa trazer impacto desfavorável.

Logo, o reconhecimento de competências e habilidades é fundamental para diferenciar e situar um indivíduo no contexto social em que vive e determina, em grande parte, a maneira como ele estará posicionado para o sucesso profissional e pessoal.

É fato que nem todos possuem as mesmas competências e habilidades. Porém, muitos as possuem e, por uma série de fatores, elas não são facilmente reconhecíveis. E, habilidades encobertas geram uma grande desvantagem, especialmente quando a competição é acirrada. Todos já se perguntaram: porque fulano de tal, sendo menos preparado, menos hábil, menos esforçado e experiente, galgou sucesso pessoal ou profissional maior do que o nosso?
Talvez uma das respostas seja a prática do Marketing Pessoal.
Reflita e trabalhe o Marketing Pessoal a seu favor.
“Não há progresso sem mudança. E quem não consegue mudar a si mesmo, acaba não mudando coisa alguma”. (George Bernard Shaw, dramaturgo irlandês,1856-1950)

“Mais da metade do meu sucesso depende de mim mesmo”. (Lievore)
Fonte: LIEVORE, José Alfredo. Marketing Pessoal: O Sucesso é Você! Mas... com muita Emoção. 5.ed, Londrina: Grafmark, 2002.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Inferno Nosso de Cada Dia!

Bom Dia Pessoal!
Estive ausente alguns dias pois fiz uma cirurgia e estava sem inspiração para estar aqui, mas ontem recebi esta mensagem por email e achei interessantíssima, então resolvi compartilhar com vocês.
É muito interessante o que fazemos das nossas vidas... lógico que temos consciência disso, mas nem sempre é tão fácil mudar pensamentos, atitudes, comportamentos. É preciso ter fé, força.... um dia de cada vez, passo a passo, para melhorar a nossa vida e a das pessoas que estão ao nosso lado... espero que curtam!
Beijooooos




O inferno nosso de cada dia


Há quem acredite veementemente na existência do inferno. Eu acredito que cada um possua seu inferno particular, aquele com o qual precisamos conviver e cuja influência nos faz vítimas dia após dia, sem procurarmos realmente nos livrarmos dele. Acho que é inato ao ser humano reclamar de tudo. Eu sou assim. E digo que ainda sou porque mesmo me policiando constantemente, me flagro reclamando de coisas ínfimas que poderiam passar despercebidas se não fosse a minha necessidade humana de estar sempre insatisfeita com alguma coisa. Isso é poderoso, passa de geração para geração e só pode ser combatido quando detectamos essa tendência em nós mesmos e passamos a cuidar mais dos nossos pensamentos.

A frase célebre, religiosa e muito conhecida "orai e vigiai" traduz muito disso. Precisamos sim, crer em alguma coisa ou em Alguém que esteja muito acima de nós. Pode ser Deus, Buda, Alá, ou simplesmente o Cosmos. A verdade é que precisamos ter Alguém para colocar a culpa pelos resultados de nossas próprias escolhas e, com isso, mantermos viva a chama do inferno que nos corrói como se estivéssemos em um caldeirão ardente. Nosso principal inimigo é o nosso pensamento. Somos o que pensamos, esse fato é tão poderoso que não temos a mínima noção do que somos capazes de fazer através das nossas próprias mentes. Esse é o maior inferno que poderíamos vivenciar.

Quanto ao diabo, ele pode "expressar-se" através dos nossos atos, das nossas omissões (talvez mais ainda quando deixamos de fazer o correto e simplesmente ficamos à deriva, observando o resultado da nossa inércia), das nossas palavras ditas diariamente e da forma como conduzimos nosso pensar. É, se cuidarmos mais de nós mesmos, vigiando nosso péssimo costume de culpar a vida, a Essência Divina, a Natureza, as outras pessoas e nos preocuparmos em assumirmos nossas opções como nossas e também a responsabilidade por cada uma delas, deixemos de viver o inferno nosso de cada dia para enxergarmos com mais nitidez todo o bem que recebemos desde a hora em que acordamos até o momento em que cerramos os olhos para findar nossos dias.

Podemos até acreditar que existam o bem e o mal em nossas essências... Eu não sei se acredito mais nisso. Acredito que tudo se limita às nossas ações, nossos princípios, nossa conduta diária, nossa (in)vigilância interior, e se nos permitimos agir com maldade também foi por nossa opção. Culpar o invisível por termos agido de maneira torpe, doentia, maldosa, é um ato covarde de quem não quer assumir sua individualidade e principalmente sua identidade por inteiro. Nada acontece sem que o permitamos, direta ou indiretamente.

Quantas vezes nos deparamos pessoas criadas da mesma maneira, sob os mesmos princípios, agindo de maneiras completamente opostas? São escolhas personalíssimas, e cada um de nós é responsável por isso. Os motivos são muitos, maldade pode ser uma delas, mas não prova necessariamente que exista apenas o mal essencialmente naquela pessoa. Somos frutos de nossas opções, e por isso, criamos o nosso inferno diário com o qual nos obrigamos a conviver. Esse é o único inferno com o qual devemos realmente nos preocupar: Fruto indiscutível das nossas essências.

Já aquele outro, vermelho, cheio de fogo, tridentes, homens chifrudos malvados e vítimas que choram, gemem e emitem gritos horrendos, esse fica por conta da imaginação de cada um.


Akasha de Lioncourt
26/08/2009 - Publicado no Site Recanto das Letras

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Mude

Tendo em vista o comentário de Edson Marques, real autor do texto abaixo, cito o link que corrige o erro e peço desculpas ao autor.

http://www.geocities.com/Paris/Concorde/9366/mude.htm



MUDE...

mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalça alguns dias.

Tire uma tarde inteira para passear livremente no campo, ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.

Durma no outro lado da cama... depois, procure dormir em outras camas da casa.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais... leia outros livros,
Viva outros romances.

Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.

Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito,
o novo prazer, o novo amor. a nova vida.

Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental...
tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.

Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro, compre novos óculos, escreva versos e poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.

Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.

Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativa.
Grite o mais alto que puder no espaço vazio.
Deixem pensar que voce esta louca.

Aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
A positividade que voce esta sentindo agora.

Só o que está morto não muda !

AUTOR: Edson Marques


"Repito por pura alegria de viver:
a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena!!!!" Clarice Lispector

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Satisfação Pessoal


A fim de não se sentir isolado, frustrado, temeroso, deprimido ou ansioso, é importante encontrar o que lhe motiva e trabalhá-lo a fim de obter a tão esperada satisfação pessoal. Pois é isso que mais importa: você se sentir bem e satisfeito com tudo que está ao seu redor.
É necessário conscientizar que "Você é a força de motivação e, ao mesmo tempo de desmotivação". É a mais poderosa arma, porque é em você que tudo começa. É necessário abrir a porta de seu coração e deixar entrar todos os conhecimentos e aprendizado que lhe é passado, para depois expandir e influenciar os outros. Sem esse passo inicial de nada valerá.
Todos nós passamos por momentos que pensamos que não adianta mais batalharmos, pois não conseguiremos sair desta decepção. Isto é um engano muito grande. Você está permitindo que o seu cérebro domine toda a ação contrária a estes obstáculos que são encontrados pelo caminho. É necessário então, em primeiro lugar, saber lidar com as suas desilusões.
Mediante as Frustrações:
- Aceitar as frustração e a dor. Nada está perdido. Apenas acontecem coisas que fogem do nosso alcance para evitá-los. Podemos sim é aceitar que certos acontecimentos virão, e devemos enfrentá-los de frente.
- Ter paciência para aceitar a incerteza. Ficamos muito ansiosos mediante a situações de incerteza. Queremos que tudo aconteça num piscar de olhos. Mas é necessário ter paciência e aguardar o momento certo para que as coisas aconteçam. Porém, fique sempre alerta para não se acomodar.
- Coragem para abandonar o que já se conhecia e preparar-se para o novo desafio. Às vezes passamos por estes terríveis momentos por acharmos que sabemos o bastante e o certo para cada ocasião. No entanto, em algumas situações precisamos nos livrar de certos conhecimentos e corrermos atrás de outros que possam nos tornar vitoriosos. O nome por si só já nos dá uma idéia de coisa nova "desafio", significa que você fará algo que não faz parte do seu mundinho já conhecido. É hora de aprendermos, nos preparar e lutar com uma nova bagagem. Se queremos nos sentir bem e renovar a cada dia, não podemos permitir que a vida seja uma monotonia. Renove seus pensamentos e sentimentos. Isto lhe dará um novo "motivo" para continuar...
Um outro ponto importante na busca da motivação para si mesmo é saber vibrar com os seus resultados.
Devemos valorizar todos os resultados que temos em nossas vidas, desde as menores conquistas até as grandiosas. Normalmente as pessoas se esquecem que o sucesso é construído no dia-a-dia e é a soma de pequenas vitórias. Por exemplo: Uma grande mansão, ela foi construída por coisas comuns como tijolos, areias, cimento… e foi a união de tudo isso que chegou no grande resultado. Um time de futebol campeão é aquele que comemorou o maior número de pequenas vitórias. Nenhum time participa somente da grande final.
A receita para brotar a semente da motivação dentro de você, é simples: não espere você estar motivado para fazer alguma coisa, apenas comece que ela aparece. Tudo depende do seu querer e de sua vontade.
Pense positivamente:
Pessoas que são otimistas são mais bem sucedidas. Use afirmações motivadoras e pratique jogos mentais que o ajudem a elevar seu padrão vibratório e a conseguir concretizar seus objetivos.
Encontre motivos para fazer algo, ou seja, em situações constrangedoras e complicadas lembre-se de coisas que facilitarão e ajudarão para atingir o seu objetivo. Por exemplo, uma pessoa que precisa licenciar o documento do carro, enfrentar filas, Detran... Pense pelo lado positivo de fazer isso, pois ter um documento devidamente licenciado evita transtornos como multa ou a apreensão do veículo. Aparentemente parece complicado ou um motivo tolo, mas se analisarmos bem é o fundamental.
E o relatório de vendas? Pensar que é ótimo ter um bom emprego, que o relatório de vendas é uma ferramenta importantíssima de informação entre os envolvidos no assunto, experimentar pensar também que o relatório é mensal e seria muito pior se fosse semanal ou diário. Isso pode ser visto como consolo, porém para a nossa motivação, isso são motivos que você desenvolve para otimizar e incentivar a confecção de um relatório cada dia melhor, afinal, você só o faz uma vez por mês!
Para quem quer se dar bem no dia-a-dia profissional, não se esqueça: a mente é um órgão muito poderoso; nossos pensamentos e imagens mentais podem exercer uma enorme influência em nosso comportamento real. Trabalhe com ela.
Texto de Patrícia M. Sousa Coelho

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

10 Dicas para Reduzir o Stress no Trabalho


É notório que cada vez mais os profissionais se deparam com o aumento de exigências no mercado de trabalho. O resultado são pessoas estressadas que mesmo ao saírem do ambiente organizacional levam consigo um comportamento de ansiedade e que quando não sabem lidar com essa situação, têm a vida pessoal afetada. Imaginar uma empresa onde não há fatores estressantes é utopia. Então, o que fazer?
Abaixo 10 dicas que podem ser adotadas para melhorar sua qualidade de vida.

1 - Faça um planejamento das atividades que são realizadas diariamente e dê prioridade às ações consideradas mais urgentes.

2 - Se existe uma data para a entrega de um relatório, por exemplo, tente preparar o material com dois dias de antecedência. Isso permitirá que seja feita uma revisão, possíveis alterações e você evitará ser "cobrado".
3 - Caso algum colega esteja com complicações para concluir um trabalho, se possível ofereça ajuda. Muitas vezes, nossas atividades estão diretamente relacionadas às responsabilidades do profissional que senta ao lado.

4 - Hoje, inúmeros profissionais têm o computador como instrumento de trabalho. Escolha um fundo de tela que transmita sentimentos bons. Assim que ligar o micro, você poderá ver uma paisagem, um sorriso de uma criança ou até uma ilustração que o faça dar um breve sorriso.

5 - Há pessoas que melhoram a produtividade ao escutarem música. Faça uma seleção de seu repertório preferido e use os fones de ouvido para escutar melodias que o relaxem.

6 - Sua mesa também merece atenção. Claro que a presença de determinados objetos e documentos é fundamental para o exercício das suas atividades. No entanto, não custa dar um toque pessoal e colocar um porta-retrato, um acessório de escritório, algo que expresse sua personalidade.

7 - Na hora do almoço, procure uma companhia agradável. Uma boa conversa com um colega sempre relaxa a mente.

8 - Caso você sinta-se muito tenso e não consiga realizar uma determinada atividade, dê uma "paradinha estratégica" de pouco minutos e tome um cafezinho ou mesmo uma água para refrescar os neurônios. Outra dica interessante é sair um pouco do ambiente fechado para respirar fundo. Abrir a janela da sala e olhar para o mundo "lá fora", pode até ajudá-lo a ter uma boa ideia.

9 - Quando sua musculatura começar a reclamar, levante-se da cadeira por uns cinco minutos, por turno, e faça alguns exercícios laborais.

10 - Se a organização em que você trabalha possui ações voltadas para a melhoria da qualidade de vida no trabalho, aproveite cada oportunidade. Não deixe de passear ou, então, participar de algum campeonato com seus colegas. Nesses eventos, a descontração contagia a todos.
Texto de: Patrícia Bispo
Formada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, pela Universidade Católica de Pernambuco/Unicap. Atuou durante dez anos em Assessoria Política, especificamente na Câmara Municipal do Recife e na Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco. Atualmente, trabalha na Atodigital.com, sendo jornalista responsável pelos sites: www.rh.com.br, www.portodegalinhas.com.br e www.guiatamandare.com.br.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A Inveja no Ambiente de Trabalho

Dando continuidade aos textos relacionados à profissão de Secretariado Executivo, lembrei que este profissional sofre muitas vezes com investidas invejosas de colegas de trabalho.
O texto abaixo é de Rute Paixão dos Santos e descreve bem a questão da inveja no ambiente corporativo.
No dicionário Aurélio a inveja é definida de duas maneiras:
1ª) desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem; e
2ª) desejo violento de possuir o bem alheio. A pessoa que possui esse sentimento, ou ela o menospreza, ou tem uma vontade incontrolável de ter as habilidades, bens e ideias do outro.

A Bíblia relata no capítulo 4 de Gênesis que o sentimento da inveja foi a causa do primeiro homicídio da terra. Caim ofereceu a Deus um fruto de qualquer maneira, enquanto Abel ofereceu uma oferta melhor, pois entregou uma ovelha primogênita: "E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor".

"E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta". Segundo a Bíblia, tanto a primeira cria de um animal, como o primeiro fruto das árvores deveriam ser oferecidos ao Senhor no Santuário, em agradecimento pelo dom da vida.

Aprendemos com está história que a inveja geralmente acontece entre as pessoas próximas e que nos conhecem bem a "fundo", que vivem conosco diariamente; pois como sabemos, Caim e Abel eram irmãos. Podemos dizer que Deus representa o líder e os irmãos Caim e Abel representam os colaboradores das empresas no mundo atual.

No nosso ambiente de trabalho, podemos e devemos saber administrar este sentimento pequeno e "diabólico", principalmente quando presenciamos colegas realizarem trabalhos melhores que o nosso. Fela Moscovici, em seu livro "A organização por Trás do Espelho", diz que "Na empresa, a alegoria de Caim e Abel perdura até hoje. Em todos os setores e níveis pode-se notar ciúme e inveja, seja nas preferências de superiores ou nas realizações bem-sucedidas e elogiadas. O trabalho em grupo expõe a fragilidade dos relacionamentos superficiais dos membros carentes de habilidades interpessoais para lidar com as emoções".

Nos relacionamentos interpessoais sempre existirão entre as pessoas sentimentos de ciúme, inveja, ira, amor, solidariedade, esperança, confiança etc. Precisamos estar mais atentos aos indícios que as pessoas invejosas nos dão. O menosprezo, dito anteriormente, e a imitação excessiva são pontos consideráveis desses sinais.

Aí nos questionamos: mas como administrar o sentimento da inveja que nos impede de crescer e seguir o nosso caminho? A resposta é: controlando as emoções negativas e realizando sempre a prática do autoconhecimento, quando conhecemos as nossas limitações e habilidades, o desenvolvimento e a aprendizagem pessoal e profissional tornam-se mais fáceis.

No treinamento e desenvolvimento de pessoas onde ministro o curso de relacionamento interpessoal nas empresas, gosto de trabalhar com o diagrama Janela de Johari, criado por Joseph Luft e Harry Inghan que estudam o comportamento do homem através do: Eu aberto, quer dizer que eu sei e os outros também; o Eu cego, só os outros sabem; Eu secreto, significa que só eu sei e o Eu desconhecido, nem eu e nem os outros sabem.

A inveja aloja-se justamente no "Eu secreto" e pode ser refletida no "Eu cego" do qual as pessoas que estão ao nosso redor vão perceber as nossas atitudes e ações diárias. Uma ferramenta favorável que as empresas poderiam aplicar é a avaliação de desempenho acompanhada pelo feedback.

O feedback aplicado aos seus colaboradores ajuda na melhora do comportamento, pois o retorno provoca uma reflexão na pessoa ou grupo avaliados a respeito do seu desempenho dentro da empresa, em prol de alcançar os objetivos traçados. O interessante é aprender "a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem". Quem já não ouviu "vou invejar você nisso ou naquilo", no sentido de imitar a outra pessoa? Devemos reformular a frase para: "vou imitar você nisso ou naquilo". Com a prática da imitação estamos valorizando o trabalho do outro e aprendendo novas ideias.

A imitação tem uma grande importância na nossa vida, pois quando nascemos já imitamos gestos e ruídos dos nossos familiares e isso não nos impede de termos autenticidade no que realizamos ou pensamos ao longo da vida. Ao imitar, você irá aprender, ensinar e produzir resultados.

O rei Salomão com a sua imensa sabedoria no livro de Provérbios cita que "a inveja é a podridão dos ossos". Não deixe que este sentimento resseque a esperança, a ternura, a fé, a alegria e, em especial, o amor, que tem o poder de renovar todos os sentimentos positivos que há dentro de você.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Escolha Ser Feliz

Recebi esta mensagem por email e resolvi compartilhar com todos que passam por aqui para fazer uma visitinha.

Ela veio bem a calhar com algumas coisas que estão acontecendo na minha vida e acho que servirá para vocês também.

Não deixem de comentar...


Ela foi escrita por Regina Brett de Cleaveland, Ohio, hoje com 90 anos.


"Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais requisitada que eu já escrevi.
Meu taximetro chegou aos 90 em Agosto, então aqui está a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.

3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.

4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.

5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.

6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.

7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.

8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.

9. Poupe para aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.

11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.

12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que se trata a jornada deles.

14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.

16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.

17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeirozo.

18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.

19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.

20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite não como resposta.

21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Se prepare bastante, depois deixe-se levar pela maré.

23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.

26. Encare cada "chamado" desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?

27. Sempre escolha a vida.

28. Perdoe tudo de todos.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.

31. Indepedentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.

32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva.

33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo o que vc fez ou deixou de fazer.

35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.

36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem.

37. Seus filhos só têm uma infância.

38. Tudo o que realmente importa no final é que você amou.

39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos jogassemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.

41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.

42. O melhor está por vir.

43. Não importa como vc se sinta, levante, se vista e apareça.

44. Produza.

45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente."

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Secretariado Executivo

Segue abaixo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação de Secretariado Executivo.
Se você conhece alguma faculdade que ofereça o curso, porém não se encaixe nas diretrizes abaixo, denuncie!



MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO Nº 3, DE 23 DE JUNHO DE 2005

Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Secretariado Executivo e dá outras providências

O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no art. 9º, § 2º, alínea "c", da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, tendo em vista as diretrizes e os princípios fixados pelos Pareceres CES/CNE 776/97 e 583/2001 e considerando o que consta dos Pareceres CES/CNE 67/2003 e 102/2004, homologados pelo Senhor Ministro de Estado da Educação, respectivamente, em 2/6/2003 e 12/4/2004, resolve:

Art. 1º A presente resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Secretariado Executivo, bacharelado, a serem observadas pelas Instituições de Ensino Superior em sua organização curricular.

Art. 2º A organização do curso de graduação em Secretariado Executivo, observadas as Diretrizes Curriculares Nacionais e os pareceres desta Câmara, indicará claramente os componentes curriculares, abrangendo o perfil do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares e a duração do curso, o regime de oferta, as atividades complementares, o sistema de avaliação, o estágio curricular supervisionado e o trabalho de curso ou de graduação, ambos como componentes opcionais da instituição, sem prejuízo de outros aspectos que tornem consistente o projeto pedagógico.

§ 1º O projeto pedagógico do curso, além da clara concepção do curso de graduação em Secretariado Executivo, com suas peculiaridades, seu currículo pleno e sua operacionalização, abrangerá, sem prejuízo de outros, os seguintes elementos estruturais:
I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social;
II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso;
III cargas horárias das atividades didáticas e da integralização do curso;
IV - formas de realização da interdisciplinaridade;
V - modos de integração entre teoria e prática;
VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem;
VII - modos da integração entre graduação e pós-graduação, quando houver;
VIII - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica;
IX - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado, suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento;
X - concepção e composição das atividades complementares.

§ 2º Os projetos pedagógicos do curso de graduação em Secretariado Executivo poderão admitir linhas de formação específicas, nas diversas áreas relacionadas com atividades gerenciais, de sessoramento, de empreendedorismo e de consultoria, contidas no exercício das funções de Secretário Executivo, para melhor atender às necessidades do perfil profissiográfico que o mercado ou a região exigirem.

Art. 3º O curso de graduação em Secretariado Executivo deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacitação e aptidão para compreender as questões que envolvam sólidos domínios científicos, acadêmicos, tecnológicos e estratégicos, específicos de seu campo de atuação, assegurando eficaz desempenho de múltiplas funções de acordo com as especificidades de cada organização, gerenciando com sensibilidade, competência e discrição o fluxo de informações e comunicações internas e externas. Parágrafo único. O bacharel em Secretariado Executivo deve apresentar sólida formação geral e humanística, com capacidade de análise, interpretação e articulação de conceitos e realidades inerentes à administração pública e privada, ser apto para o domínio em outros ramos do saber, desenvolvendo postura reflexiva e crítica que fomente a capacidade de gerir e administrar processos e pessoas, com observância dos níveis graduais de tomada de decisão, bem como capaz para atuar nos níveis de comportamento microorganizacional, mesoorganizacional e macroorganizacional.

Art. 4º O curso de graduação em Secretariado Executivo deve possibilitar a formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:
I capacidade de articulação de acordo com os níveis de competências fixadas pelas organizações;
II - visão generalista da organização e das peculiares relações hierárquicas e inter-setoriais;
III - exercício de funções gerenciais, com sólido domínio sobre planejamento, organização, controle e direção;
IV - utilização do raciocínio lógico, critico e analítico, operando com valores e estabelecendo relações formais e causais entre fenômenos e situações organizacionais;
V - habilidade de lidar com modelos inovadores de gestão;
VI - domínio dos recursos de expressão e de comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações inter-pessoais ou inter-grupais;
VII - receptividade e liderança para o trabalho em equipe, na busca da sinergia;
VIII - adoção de meios alternativos relacionados com a melhoria da qualidade e da produtividade dos serviços, identificando necessidades e equacionando soluções;
IX - gerenciamento de informações, assegurando uniformidade e referencial para diferentes usuários;
X - gestão e assessoria administrativa com base em objetivos e metas departamentais e empresariais;
XI - capacidade de maximização e otimização dos recursos tecnológicos;
XII - eficaz utilização de técnicas secretariais, com renovadas tecnologias, imprimindo segurança, credibilidade e fidelidade no fluxo de informações; e
XIII - iniciativa, criatividade, determinação, vontade de aprender, abertura às mudanças, consciência das implicações e responsabilidades éticas do seu exercício profissional.

Art. 5º Os cursos de graduação em Secretariado Executivo deverão contemplar, em seus projetos pedagógicos e em sua or ganização curricular, os seguintes campos interligados de formação:
I Conteúdos básicos: estudos relacionados com as ciências sociais, com as ciências jurídicas, com as ciências econômicas e com as ciências da comunicação e da informação;
II - Conteúdos específicos: estudos das técnicas secretariais, da gestão secretarial, da administração e planejamento estratégico nas organizações públicas e privadas, de organização e métodos, de psicologia empresarial, de ética geral e profissional, além do domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e do aprofundamento da língua nacional;
III - Conteúdos teórico-práticos: laboratórios informatizados, com as diversas interligações em rede, estágio curricular supervisionado e atividades complementares, especialmente a abordagem teórico-prática dos sistemas de comunicação, com ênfase em softwares e aplicativos.

Art. 6º A organização curricular do curso de graduação em Secretariado Executivo estabelecerá expressamente as condições para a sua efetiva conclusão e integralização curricular, de acordo com os seguintes regimes acadêmicos que as instituições de ensino superior adotarem: regime seriado anual; regime seriado semestral; sistema de créditos com matrícula por disciplina ou por módulos acadêmicos, observada a pré-requisitação, que vier a ser estabelecida no currículo, atendido o disposto nesta resolução.

Art. 7º O estágio supervisionado é um componente curricular obrigatório, indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados inerentes ao perfil do formando, devendo cada instituição, por seu colegiado superior acadêmico, aprovar o correspondente regulamento, com suas diferentes modalidades de operacionalização.

§ 1º O estágio de que trata este artigo poderá ser realizado na própria instituição, mediante laboratórios que congreguem as diversas ordens práticas correspondentes às diferentes concepções das funções e técnicas secretariais.

§ 2º As atividades de estágio poderão ser reprogramadas e reorientadas de acordo com os resultados teórico-práticos gradualmente revelados pelo aluno, até que os responsáveis pelo acompanhamento, supervisão e avaliação do estágio curricular possam considerá-lo concluído, resguardando, como padrão de qualidade, os domínios indispensáveis ao exercício da profissão.
§ 3º O regulamento do estágio de que trata este artigo, aprovada pelo seu colegiado superior acadêmico, conterá, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, observado o disposto no parágrafo precedente.

Art. 8º As atividades complementares são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive ridas fora do ambiente escolar, abrangendo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho, com as peculiaridades das organizações e com as ações de extensão junto à comunidade.

Parágrafo único. As atividades complementares se constituem componentes curriculares enriquecedores e implementadores do próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado.

Art. 9º As instituições de ensino superior deverão adotar formas específicas e alternativas de avaliação, internas e externas, sistemáticas, envolvendo todos quantos se contenham no processo do curso, observados os aspectos considerados fundamentais para a identificação do perfil do formando.

Parágrafo único. Os planos de ensino, a serem fornecidos aos alunos antes do início do período letivo, deverão conter, além dos conteúdos e das atividades, a metodologia do processo de ensinoaprendizagem, os critérios de avaliação a que serão submetidos e a bibliografia básica.

Art. 10. O Trabalho de Conclusão de Curso TCC é um componente curricular opcional da instituição que, se for adotado, poderá ser desenvolvido nas modalidades de monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centrados em áreas teórico-práticas e de formação profissional relacionadas com o curso, na forma disposta em regulamento próprio.

Parágrafo único. Optando a instituição por incluir no currículo do curso de graduação em Secretariado Executivo Trabalho de Conclusão de Curso - TCC, nas modalidades referidas no caput deste artigo, deverá emitir regulamentação própria, aprovada pelo seu Conselho Superior Acadêmico, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismos de avaliação, além das diretrizes técnicas relacionadas com a sua elaboração.

Art. 11. A duração do curso de graduação em Secretariado Executivo será estabelecida em Resolução específica da Câmara de Educação Superior. Art. 12. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

EDSON DE OLIVEIRA NUNES(Publicação no DOU nº 121, de 27/06/2005, Seção 1, página 79/80)

sábado, 15 de agosto de 2009

Oração por Minha Mãe

Pai, tu, sendo Deus, quiseste mostrar entre nós tua face materna...
Por isso criaste todas as mães!
Peço-te por minha mãe, sinal concreto e visível de teu amor entre nós.
Multiplicai os seus dias em nosso meio!
Acompanha-a em todo riso e em toda lágrima, todo trabalho e toda prece, todo dia e toda noite!
Que tua bênção cubra de luz a vida de minha mãe para que, inundada de ti, ela seja sempre mais
Presença do divino em minha vida.
Amém!

Deixo aqui esta oração para minha mãe querida e para todas as mães que conheço.

E deixo aqui esta oração pois não faz nem uma semana que a minha mãe viajou e eu já estou morrendo de saudades... por enquanto nosso contato é só via mensagens de celular... ela ligou só uma vez, mas eu estava trabalhando.

Em casa, assumi suas responsabilidades... e como a gente é né? Não valoriza o que nossas mães fazem por nós. Faz parte do "pacote" quando se tem uma família cozinhar, limpar, lavar, passar.... mas quando a gente não faz, não sabe como é... e agora, com a ausência da minha mãe eu estou fazendo tudo... cozinhando, limpando, lavando, passando... e gente, cansa, cansa muito. Ela sempre fez tudo por mim então eu não estava acostumada a essas atividades.

Cozinhar: todos os dias... bom, até ai tudo bem. Maaaaaas.... e criatividade pra não fazer todos os dias a mesma coisa???

Lavar: uma vez por semana... a máquina super ajuda, tarefa mais tranquila!

Passar... só o que realmente precisa... tranquilo também.

Limpar: uma vez por semana... ok ok, não é difícil, mas cansa e como cansa... tô moida, moida, moida... e hoje foi só o primeiro final de semana! Acho que com o tempo eu me acostumo e não vou sentir tanto.

Mas até ai tudo bem... é bom assumir as responsabilidades da casa. Como eu disse esses dias: "vou virar gente agora".

Mas e as saudades? E as conversas? E os momentos juntas, quietinhas... Heim???? Como é que fica???? Fica na lembrança dos bons momentos que tivemos e dos que virão assim que ela voltar... (e vai demorar gente, vai demorar)

Enfim... o motivo principal de escrever era homenagear a minha mamys mesmo... dizer que eu a amo mais que tudo e que sou muito grata por ela ter feito tudo o que fez por mim. E acreditem, pra quem não conhece a minha história, ela fez muito mesmo por mim.

Só posso finalizar com uma frase: "Obrigada por existir e me permitir participar da sua vida e fazer da minha, uma vida mais digna, responsável e feliz."

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Mulheres Possíveis

Recebi este texto por email já tem um bom tempo e fazendo uma "faxina virtual" o encontrei e resolvi compartilhar com vocês.
Ele é ótimo e muito real. Espero que apreciem!
Texto retirado da Revista do Jornal O Globo
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
Martha Medeiros - Jornalista e escritora

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A Última Grande Lição


Já tem um certo tempo que eu li este livro, porém lembrei-me dele ontem e resolvi indicar.

É uma grande história, envolvente.

É aquele tipo de livro que você não pára de ler, pois quer saber o que vai acontecer e quando se dá conta, já está no final...

Segue abaixo sinopse do mesmo:

Cada um de nós teve na juventude uma figura especial que, com paciência, afeto e sabedoria, nos ajudou a descobrir dimensões mais profundas e a escolher nossos caminhos com maior liberdade. Para Mitch Albom, esta pessoa foi Morrie Schwartz, seu professor na universidade.

Vinte anos depois, Mitch reencontra Morrie, nos últimos meses da vida de seu velho mestre, acometido de uma doença terminal. Durante quatorze encontros, eles tratam de temas fundamentais para a felicidade e realização humana. É uma lição de esperança sobre o sentido da existência, em que a experiência e reflexão são transmitidas de forma simples e comovente, que transformou a vida do autor e, que ele quis registrar como uma dádiva de Morrie para o mundo.


E agora, um pequeno trecho do livro:

Não importa onde vivamos, o maior problema dos seres humanos é a miopia intelectual. Não enxergamos o que podemos ser. Devíamos atentar para o nosso potencial e nos esforçarmos para alcançar tudo o que podemos ser. Mas quando se vive cercado de pessoas que dizem “quero o meu agora”, acaba-se tendo poucas pessoas possuindo tudo...

O problema é não acreditarmos que os seres humanos são muito parecidos. Brancos e negros, católicos e protestantes, homens e mulheres. Se olhássemos uns para os outros como iguais, talvez sentíssemos o desejo de nos unirmos, formando uma grande família humana no mundo e nos dedicarmos a essa família como nos dedicamos à nossa família particular.

Mas quando se está morrendo vê-se o quanto isso é verdadeiro. Todos temos o mesmo começo, o nascimento, e o mesmo fim, a morte. Assim, onde ficam as grandes diferenças?

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Decálogo da Secretária

1) Promova mudanças com sabedoria.
Aceite e participe das contínuas mudanças dos paradigmas da empresa e da própria profissão.

2) Desafie a criatividade.
Desenvolva a sua criatividade, aplicando-a continuamente.

3) Desenvolva a melhoria contínua.
Adote a prática da melhoria contínua como filosofia de vida e de trabalho.

4) Gerencie informações.
Mantenha-se informada, transmita as informações aos seus clientes, parceiros e fornecedores. Faça da informação a sua estratégia para o sucesso.

5) Personalize a assessoria.
Personalize a assessoria aos seus clientes, diferenciando-os. Encante-os.

6) Comunique-se.
Promova a comunicação na sua empresa e viva a grande aventura de interagir com outras pessoas.

7) Desenvolva a sua tecnologia.
Esteja em permanente estado de desenvolvimento tecnológico.

8) Orquestre os times.
Aja como o maestro da orquestra, no que se refere aos times dos quais participa.

9) Seja o modelo.
Seja o modelo e não o imitador.

10) Orgulhe-se de sua profissão.
Agradeça sempre a oportunidade que a vida deu para que você atue nesta profissão estimulante e vencedora.

Texto de Liana Natalense

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Funções/Atribuições de um Profissional de Secretariado


Para a profissão de secretariado foram atribuídas algumas funções somadas ao longos dos anos desde o início de sua história, então a partir do século XX esta função ficou sendo mais e mais valorizada, tornando-se essencial dentro de uma Organização. Entre algumas atividades desenvolvidas no caráter de seu cargo que foram divididos em Secretária, técnico em secretariado e secretariado executivo, estão:

TÉCNICO EM SECRETARIADO
Sumária:
- Prestar serviços de secretaria a uma pessoa, setor ou atividade, executando tarefas de anotação, redação, digitação e organização de documentos e compromissos.
- Manter contatos e preparar informações para eventos agendados.
- Proceder segundo normas específicas rotineiras ou de acordo com seus próprios critérios para assegurar o fluxo de trabalhos administrativos da sua área de atuação.
Detalhada:
- Assistir seu superior ou setor na organização e administração de eventos e informações, marcando e cancelando compromissos, visando a melhor fluidez das atividades e adequação do tempo.
- Preparar reuniões, verificando a adequação do espaço e providenciando materiais e equipamentos necessários.
- Registrar, quando solicitado por seu superior, o evento em ata, com posterior distribuição aos participantes.
- Recepcionar e encaminhar os visitantes agendados aos locais determinados.
- Controlar e organizar documentos e correspondências e dar encaminhamento a processos e protocolados.
- Pesquisar e realizar reservas de passagens e hospedagem.
- Realizar as compras de suprimentos de escritório e manter o controle do estoque do setor.
- Organizar arquivos e orientar o envio e recebimento de documentos pertinentes de sua área de atuação.
- Zelar pela guarda, conservação, limpeza e manutenção dos equipamentos, instrumentos e materiais peculiares ao seu trabalho.
- Executar tratamento e descarte de resíduos provenientes de seu trabalho.
- Manter-se atualizado em relação às tendências e inovações tecnológicas de sua área de atuação e das necessidades do setor/departamento.
- Executar outras tarefas correlatas, conforme necessidade ou a critério de seu superior.

SECRETARIADO EXECUTIVO
Sumária:
- Assessorar seu superior nas funções de gerenciamento das suas rotinas administrativas.
- Planejar, coordenar e executar tarefas dentro de uma atividade, área ou grupo de trabalho, organizando agendas, preparando relatórios, documentando processos e protocolados, classificando e encaminhando correspondências.
- Receber, orientar e encaminhar visitantes externos.
- Proceder segundo normas específicas rotineiras ou de acordo com seus próprios critérios para assegurar o fluxo de trabalhos administrativos da sua área de atuação.
Detalhada:
- Assessorar seu superior no gerenciamento das rotinas administrativas, de forma que as atividades e informações da área fluam com eficácia.
- Planejar, coordenar e executar as atividades da área, organizando agendas, de forma a manter o tempo do superior administrado adequadamente.
- Preparar reuniões e recepções, verificando a adequação do espaço e providenciando materiais e equipamentos necessários. Poderá ser solicitado registrar o evento em ata, com posterior distribuição aos participantes.
- Recepcionar, orientar e encaminhar os visitantes, inclusive estrangeiros, aos locais determinados.
- Controlar e organizar documentos e correspondências e preparar documentos de processos e protocolados.
- Elaborar relatórios das atividades do setor.
- Pesquisar e realizar reservas de passagens e hospedagem.
- Coordenar e controlar equipes, incluindo contínuos, motoristas e outras secretárias.
- Zelar pela guarda, conservação, manutenção e limpeza dos equipamentos, instrumentos e materiais utilizados, bem como do local de trabalho.
- Executar tratamento e descarte de resíduos provenientes de seu trabalho.
- Manter-se atualizado em relação às tendências e inovações tecnológicas de sua área de atuação e das necessidades do setor/departamento.
- Executar outras tarefas correlatas, conforme necessidade ou a critério de seu superior.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

SIMBOLOGIA DO SECRETARIADO E SEU JURAMENTO


A pena do livro representa a história da secretária, desde o tempo dos escribas, cuja atuação sempre esteve vinculada ao ato de escrever. Representa o escrever secretariando e simboliza escrevendo a própria história.
A serpente enrolada no bastão representa o Oriente, a sabedoria que pode ser usada tanto para construir como destruir.
Juramento para o Curso Superior :
Eu, Profissional de Secretariado, sob juramento solene, prometo: “Exercer a profissão dentro dos princípios da ética, da integridade, da honestidade, e da lealdade; respeitar a Constituição Federal, o Código de Ética Profissional e as normas institucionais e constitucionais; buscar o aperfeiçoamento contínuo e; contribuir, com o meu trabalho, para uma sociedade mais justa e mais humana”.
Pedra: Água Marinha. Cor oficial aprovada na Plenária do VIII CONSEC-Congresso Nacional de Secretariado/1992, em Manaus/AM.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Decepção

Eu já deveria ter aprendido, mas parece que não.
Quanto mais a gente pensa que conhece uma pessoa, menos a conhecemos na verdade.

Desabafo aqui... agora, algo que já me incomoda a vários meses e que hoje teve o seu ponto final.
Expresso a minha decepção através de textos colhidos na net e que dizem exatamente o que estou sentindo:

Porque nos decepcionamos com uma pessoa, com um acontecimento, com uma situação, com a vida?

A decepção é um sentimento tão frustante, talvez seja das sensações que mais me entristece, me deixa pra baixo, me impede de continuar, me bloqueia.

Será que criamos expectativas altas demais? Ou será que as expectativas eram normais, próprias e adequadas, mas a decepção teimosamente nos bate à porta?

Será um problema de ansiedade, de querermos que tanto se realize, que tanto aconteça?

Será que somos exigentes demais, e exigimos dos outros, coisas que nem nós próprios sabemos fazer?

Será que uns são mais atreitos a decepções que outros? Será que uns, nem percebem a decepção não lhe dando a importância que outros lhe dão?
Será que as decepções só acontecem aos emotivos? Aos frágeis? Aos corajosos? Aos exagerados? Aos idiotas?

E acordar depois de uma decepção?

Acordar para a Vida, acordar para o Dia, pôr os pés fora da cama, levantar o corpo, calçar qualquer coisa para começar a pisar o chão, a terra, olharmo-nos no espelho, olhar uns olhos decepcionados...
E depois, muitas vezes voltar ao mesmo sítio, ao mesmo local, ver a mesma pessoa, ter de falar com essa pessoa, voltar e reencontar o mesmo ambiente, o mesmo cenário...

Reagir…. Como se faz para Re Agir?
Reagir é voltar a agir! Para voltar a agir, é preciso ter vontade de agir.
E o mundo que nos rodeia, exigente, que não tolera a insatisfação, não tolera tristezas, que como uma criança mimada, quer-nos Lindos, Contentes, Sorrizinhos, Arranjados, Elegantes, Perfeitos, e todos nos pedem, “Vá reage, faz qualquer coisa, tens de melhorar!
Lá estás tu com o teu péssimismo!…”. E para culminar, lá dizem a frase: “Não percebo, porque ficas assim, não é caso para isso!”.
E nós, envolvidos num manto negro de tristeza, de amargos na boca, de nós no estomâgo, de dedos das mãos frios, de joelhos ligeiramente a quebrar, ficamos perplexos a olhar para aquela gente que nos diz “Que não é nada!”. Não é nada???! Mas não percebem, que para nós É TUDO!
Que houve uma derrocada de terras, por cima da nossa boca, que houve uma inundação de líquidos salgados, que nos deixou molhados de suores frios, que o nosso coração saltou, mexeu-se, como se de um sismo se tratasse e nos deixou com taquicárdia, que houve um corte a meio dos nossos pulmões, e os pôs a trabalhar em limites mínimos, que sentimos o sangue a parar nas veias e que fomos invadidos por um vento frio e quente, que levantou todas as areias no ar que nos sufocam e nos cegam? Pois, não vêem isto?
Faltam as lágrimas? Ah, as lágrimas, as piegas lágrimas, que comovem os outros... Mas olhem, os decepcionados não choram por fora, choram por dentro! Choram, choram, choram, até ficar secos, como um solo africano, seco, ressequido, morto...

Deixem-nos enterrar uma decepção, como se de um corpo morto se tratasse, deixem-nos enviuvar, chorar aquilo que nunca acontecerá, que nunca iremos possuir, deixem-nos cair no chão (não nos levantem, por favor!), de pernas e braços abertos deixem-nos gritar, gritar muito para que saiam os espíritos malígnos que nos envenenam, deixem-nos enlouquecer, perder o juízo, falar sozinhos, deixem-nos sair para a rua de robe e chinelos como um velho senil, deixem-nos estar sós, desgrenhados e sem comer, deixem-nos fugir (não vão à nossa procura, por favor!) e se quisermos deixem-nos morrer.
Mas havemos de sobreviver!
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DECEPÇÃO COM AMIGOS

Decepção não mata. Ensina à viver…
Fato que só nos decepcionamos com quem a gente espera alguma coisa. Mas existem vários tipos de decepções embora todas elas nos deixem num marasmo negro do “não saber o que fazer”.
Segundo o dicionário Michaelis, decepção é uma frustração de uma esperança, uma desilusão, um desengano, uma surpresa desagradável.

Mas vamos deixar de lado as decepções amorosas e tratar de algo ainda mais grave: a decepção com amigos. Não! Eu não tô decepcionada com nenhum amigo!
Graças a DEUS tenho amigos perfeitos aos quais posso confiar, contar e que acredito eu, jamais irão me decepcionar… Não me decepcionem, crianças! =) (o que não foi o meu caso)
Como venho repetindo diariamente, o mundo não tá pra peixe como diria o mar! Aquela historinha de “as pessoas não se respeitam, não sabem o que querem pananãn, pananãn”.
Trato deste tipo de decepção porque acredito que amores vem e vão. Hoje você tá com alguém, amanhã pode não mais estar, mas os seus amigos estarão sempre ao seu lado, aquela coisinha de “para sempre” sabe? Mas, confiança a gente perde uma vez só.

Triste é você confiar em um amigo(a) que você julga ser seu melhor amigo(a), praticamente o irmão(a) que você sempre teve, e de uma hora pra outra leva uma facada pelas costas, uma decepção que não tem nome nem explicação onde a confiança cai por um inevitável precipício e onde só mais tarde você vai acabar entendendo que a amizade valia muito mais.
Decepção não mata, ensina a viver. Ensina a sermos decentes, a ponderar nossos atos, a deixar a razão agir na mesma proporção da emoção e medirmos o valor que temos para as pessoas que julgamos importantes para nós e que nos consideram importantes também.
Gente, amizade não tem preço, não exige nota fiscal e não cobra imposto. Valorize os seus amigos de verdade porque o resto tem de monte no mundo.
Texto de Paula Cassim
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Textos retirados de:

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Dia Nacional e Internacional da Secretária


Durante a segunda fase da Revolução Industrial (fase esta iniciada em 1860), Christopher Sholes inventou um tipo de máquina de escrever. Sua filha - Lilian Sholes - testou tal invento, tornando-se a primeira mulher a escrever numa máquina, em público.
Lilian Sholes nasceu em 30 de setembro de 1850. Por ocasião do centenário de seu nascimento, as empresas fabricantes de máquinas de escrever fizeram diversas comemorações. Entre elas, concursos para escolher a melhor datilógrafa. Tais concursos alcançaram sucesso, passando a repetir-se anualmente, a cada 30 de setembro.
Como muitas secretárias participavam, o dia passou a ser conhecido como o "Dia das Secretárias".
Com o surgimento das associações da classe de secretárias do Brasil, apareceram os movimentos para o reconhecimeno da profissão.
Das atividades das associações, uma das conseqüências foi a divulgação e popularização do dia 30 de setembro como sendo o "Dia da(o) Secretária(o)".
Em alguns Estados brasileiros o dia foi oficialmente reconhecido. Em São Paulo, por exemplo, a lei nº 1.421 de 26/10/1977, reconhece e oficializa 30 de setembro como "Dia da(o) Secretária(o)".
Há também o "Dia Internacional da(o) Secretária(o)", que é comemorado na última 4ª feira do mês de abril.
Fonte: Sênoma Landy de barros Cavalcante

terça-feira, 28 de julho de 2009

História da Profissão de Secretariado

Nos remotos dias de Alexandre Magno, um secretário era "realmente" um secretário. Para levar a cabo este encargo, em 300 a.C., você passaria a noite em claro, entalhando uma tabuinha de cera com a espátula e todo o dia seguinte retalhando o inimigo com uma espada. Esta era uma posição de prestígio - porém perigosa - e, Alexandre Magno, unicamente em sua campanha da Ásia, perdeu 43 Secretários.
Quando o Império Romano atingiu o seu ápice, os Secretários trocaram as suas espadas pelos deveres de simples escribas. Porém os Secretários, em sua maioria, eram escravos e suas condições de trabalho estavam longe de ser as ideais. Na Idade Média viram-se os secretários novamente obrigados a lidar tanto com a espada como com a pena. No entanto um grupo de escribas começou a combater astuciosamente este sistema, adotando o hábito de monges.
Assim sendo, em meados do século XIV, 70% da classe Secretarial originava-se dos monastérios, fato este nada surpreendente, pois naquela época os Secretários eram todos homens. As mulheres só surgiram no cenário como Secretárias, quando Napoleão Bonaparte levou uma a fim de registrar os detalhes das batalhas, a cada uma de suas campanhas. Contudo, Josefina, mais do que depressa, objetou e, finalmente, Napoleão contratou um homem quando de sua fatal invasão a Rússia.

Foi o comércio americano que recebeu o primeiro ataque da Secretária. Em 1877, a primeira dentre esta nova raça, entrou timidamente num escritório de Nova Iorque e orgulhosamente anunciou ser ela a nova Secretária do Executivo. O homem explodiu, blasfemou, indagando o que estava acontecendo ao mundo e já se inclinava para pegar o telefone e contratar um homem. Deu-se, então o primeiro passo para a emancipação feminina. A jovem rompeu em prantos. Seu executivo cedeu e a primeira mulher Secretária americana levou os louros do dia.
Por volta de 1902, havia cerca de 50.000 Secretárias mulheres e isto provocou uma série de alterações nos escritórios. O relegado lavatório brilhava, o tão inestético cuspidor desapareceu misteriosamente, surgiram cortinas nas janelas e muitas foram as blasfêmias engolidas pelos Executivos enrubescidos. Por todo país as mulheres invadiram os escritórios e fincaram seus pés nas posições conquistadas. Um fato que influenciou o aumento numérico de Secretárias foi o salário baixo. Os homens exigiam e recebiam US$ 50,00 a mais por semana. As mulheres trabalhavam por menos que um terço desse montante.
Entretanto, por volta de 1911, já havia mulheres suficientes no ramo, para se reunirem e reivindicarem salários mais altos, melhores condições de trabalho e outros benefícios. Graças aos esforços dessas pioneiras, os ordenados subiram para uma média de US$ 20,00 semanais e a maioria delas conseguiu obter de seus Executivos uma semana de férias (não remuneradas), por ano.

Finalmente, o maior benefício resultou em utilizar-se o escritório como um feliz campo a caça de homens elegíveis para futuros maridos. Este foi um choque enorme aos homens americanos. Se eles não estavam mais a salvo nos escritórios, que santuários lhes restava?
O que deu maior estímulo à integração da mulher nos escritórios foi a Primeira Guerra Mundial. Ela drenou a força de trabalho americano e a mulher apareceu para substituir o homem, trabalhando como Secretária e às vezes até em atividades executivas, bem como em outras profissões. Havia procura e necessidade e as mulheres responderam ao desafio. Este era um dos lados da moeda. Pois, um Executivo ao dar baixa no serviço militar e ao reassumir suas funções civis manifestou-se do seguinte modo: "nós ganhamos uma guerra, mas perdemos a outra. Esta época será lembrada como a da maior emboscada sofrida pelos homens em toda a História."

Após a guerra, a mulher manteve sua posição tão arduamente conquistada. Por volta de 1920 já havia 1,2 milhões de mulheres desempenhando os cargos de Secretárias e Estenógrafas. Mudanças drásticas sucediam-se, arrebanhando cada vez mais mulheres para a força trabalhadora. Construíram-se casas e apartamentos menores, que exigiam menos cuidados e trabalhos de manutenção, alimentos enlatados, máquinas de lavar roupa, ferros de passar elétrico e roupas feitas, deixaram as mulheres com mais tempo livre à sua disposição. Os executivos, sem alternativas diante das dramáticas vitórias conseguidas pelo sufrágio feminino e pela crescente influência do Bureau Trabalhista Feminino, começaram a aceitar a Secretária feminina como um fato cotidiano da vida.

No começo da década dos anos 30 havia três milhões de Secretárias e os empregos continuavam a chover, inclusive durante os anos de repressão. Prontamente, apareceu a Secretária como uma jovem distinta, ativa em tudo do tênis à política. Surgiu a primeira dentre as Secretárias Executivas. Datilógrafa e Estenografa, e nasceu o intervalo do cafezinho!!!

A Segunda Guerra Mundial, tal qual a primeira, levou a sua cota de mão-de-obra e a procura por Secretárias aumentou na medida em que os negócios progrediram. A prosperidade continuou e por volta de 1945 toda a força de trabalho feminino cresceu dos seus 14 milhões, em 1940, para o significante número de 20 milhões. A estatística para 1960 era de 22 milhões e para os dias de hoje calcula-se que 42% da população economicamente ativa seja do sexo feminino.

Mas o papel da Secretária de hoje mudou. Aos seus deveres tradicionais outros foram adicionados, manipular e redigir cartas, marcar entrevistas, reservar passagens, manipulação de modernos equipamentos de escritório, organizar viagens e eventos, participar de reuniões, cancelar e remarcar visitas e o desempenho de uma grande variedade de pequenas tarefas como: redigir anúncios, e-mails, preparar relatórios e apresentações, cotar orçamentos, etc.

Linha do tempo - Evolução da Profissão
Por ocasião das duas grandes guerras mundiais e com a escassez de mão-de-obra masculina, desviada para os campos de batalha e com uma estrutura industrial/empresarial desenvolvida, as empresas não tiveram outra alternativa senão a de utilizar a mão-de-obra feminina em todas as áreas.
Anos 50: O papel da secretaria limitava-se a executar algumas das técnicas secretariais como taquigrafia, datilografia, arquivo, atendimento telefônico e anotação de recados.
Anos 60: Com o início do treinamento gerencial, nos anos 60, as secretárias tiveram mudanças no perfil dos administradores e executivos. A secretária, porém, continuou a ter uma papel de simples auxiliar. Nesta época ter uma secretária passou a ser um dos símbolos de status na empresa brasileira.
Anos 70: Mudanças significativas começaram a acontecer na profissão. Ela passou a ser vista como um membro ativo na gerência, participando de programas de desenvolvimento mais elaborados. A atuação das associações de classe, em todo Brasil, e seu grande trabalho a favor da regulamentação da profissão, ajudaram a criar uma nova mentalidade nas profissionais. No final da década de 70, vimos a secretária com uma atuação mais dinâmica e abrangente, ganhando respeito nas organizações.
Anos 80: O Brasil despertou para a era da qualidade. Um momento renovador invadiu as empresas. Percebeu-se que uma das primeiras formas de administração participativa está na ação conjunta de Executivo e Secretária. Começou-se então, a divulgação e o treinamento de executivos e secretárias para uma atuação em parceria, formando uma equipe de dois.

Anos 90: Os anos 90 representaram um grande desafio para a profissão de secretária. A busca da excelência, obrigaram as profissionais a redimensionarem a sua atuação. O perfil da moça elegante, bem vestida e ótima datilógrafa é substituído. Exige-se, agora, profissionais de perfil empresarial: pessoas polivalentes e atualizadas, produtoras de lucros e resultados. Perfil valorizado
Antes Agora
Submissa Autônoma
Dócil Empreendedora
Subjetiva Objetiva
Mecânica Criativa
Disponível Acessível
Fonte: Sêmona Landy de Barros Cavalcanti

sábado, 18 de julho de 2009

Faz Parte do Meu Show

Oi Pessoal...

Ontem me emprestaram um livro dizendo que eu tinha que ler. A pessoa que o emprestou achou que eu iria gostar, e ela estava certa. Adorei o livro, tanto que o li hoje, todo ele... não que seja um livro extenso ou curto demais... é um livro que prende a atenção, você quer saber qual é o próximo passo daquele que pouco acompanhei em vida... são 176 páginas de muita intensidade.

Abaixo um pequeno resumo do livro. Para todos que gostam deste estilo de leitura, recomendo.

Faz Parte do Meu Show

Escrito por Robson Pinheiro, orientado pelo espírito Ângelo Inácio.

A autobiografia de alguém muito especial que viveu de forma especialmente exagerada. Um romance que retrata o renascimento após a morte. Rebeldia somada a sexo, drogas e muito rock’ n’ roll identificam as pegadas de alguém que soube viver à sua maneira: curtiu como sabia e viveu como podia. Compôs, interpretou, tocou multidões. Seu canto foi a voz de uma geração; sua poesia o retrato de uma época; sua irreverência o anseio da juventude.Desperto para a vida imortal, esse personagem reencontra-se consigo mesmo e se descobre filho de Deus, espírito eterno. O artista em busca de si mesmo nos faz acompanhar os instantes após sua desencarnação, o socorro em hospitais espirituais e as propostas de trabalho. Em companhia de diversos artistas, tão famosos quanto ele, participa de shows de arte e música com o objetivo de despertar espíritos situados em regiões de sofrimento no mundo astral. Luzes, música, poesia: o show precisa continuar!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Curso de Secretariado

Para quem não sabia, segue uma informação interessante sobre o nosso amado curso:

1º Curso de nível superior em Secretariado no Brasil: Universidade Federal da Bahia. Criado em 1969 e reconhecido em 1998, através do Parecer 331/98 - DOU 24/8/98.

1º Curso de nível superior em Secretariado reconhecido no Brasil: Universidade Federal de Pernambuco. Criado em 1970 e reconhecido em 1978, através do Decreto no. 82.166, publicado no Diário Oficial da União do dia 25/8/78.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

O Menino do Pijama Listrado

Já falei sobre este livro, porém, ontem a noite assisti ao filme.

O filme não é nem um terço do livro, falta falar, por exemplo, da relação de Bruno com o homem que corta os legumes em sua "nova" casa... acredito que a relação que ele cria com este personagem é importante e poderia ser melhor retratada... além de outras cenas que teriam enriquecido muito mais esta produção.

Mas mesmo assim, vale a pena assistir, pois é uma visão diferente do holocausto, porém não menos verdadeira.

Para quem não lembra da história, segue um pequeno resumo:

Bruno, de oito anos de idade, é o filho protegido de um oficial nazista cuja promoção leva toda família a deixar sua confortável casa em Berlim para seguir para uma área desolada onde o menino solitário não tem o que fazer e nem com quem brincar. Muito entediado e movido pela curiosidade, Bruno ignora as insistentes recomendações da mãe de não explorar o jardim dos fundos e segue para a fazenda que ele viu a certa distância. Lá ele encontra Shmuel, um menino da sua idade que vive uma existência paralela e diferente do outro lado da cerca de arame farpado. O encontro de Bruno com o menino do pijama listrado o leva da inocência a uma profunda reflexão sobre o mundo adulto ao seu redor conforme seus encontros com Shmuel se transformam em uma amizade com conseqüências devastadoras.

domingo, 28 de junho de 2009

Tenho me Identificado Bastante com esta Música

Sal de fruta

Lorenza Pozza


O meu passado é o ar que vem em gavetas
Não quero mais olhar pra trás
Quero uma escada rolante que me leve para o ar
Sem nenhum contato com o chão
Com um walkmen em minhas mãos
Ouvindo Enya

Elevadores são salas de espera
Levam pro inferno ou pro céu
Eu prefiro ficar no térreo e descobrir o meu papel
Esse teatro sem explicação
Onde o cenário muda o tempo todo
Como a tela da televisão
E a tela da televisão

Vou pular, vou pular, vou pular
Numa piscina com água e sal de fruta
Que me dê motivo para flutuar
Vou me livrar dessa lei da gravidade
Que me puxa pra baixo
Eu quero ser do acaso
Eu quero ser do acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Grey's Anatomy

Passamos toda a nossa vida nos preocupando com o futuro.

Fazendo planos para o futuro.

Tentando prever o futuro.

Como se desvendá-lo fosse aliviar o impacto.

Mas o futuro está sempre mudando.

O futuro é o lar dos nossos medos mais profundos.

E das nossas maiores esperanças.

Mas uma coisa é certa.

Quando ele finalmente se revela...

... o futuro...

... nunca é da maneira que imaginamos.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cegos Guiando Cegos

Não posso deixar de compartilhar com todos este email que recebi.
É um texto longo, mas que merece nossa atenção e divulgação.
"CEGOS GUIANDO CEGOS”

A prudência nos ensina que na maioria das vezes é melhor calar do que falar, entretanto, motivado por dois fatos recentes, meu espírito anda inquieto, exigindo-me uma conduta que supere a inércia que muitas vezes nos protege, mas que, ao mesmo tempo, nos condena em consciência pela omissão.

O primeiro fato diz respeito ao grave acidente de trânsito que vitimou três jovens, dois condenados à morte e um terceiro condenado à vida, sabe-se lá em que circunstâncias.

O segundo fato ocorreu quando recentemente, ao buscar meu filho na saída de uma festa de aniversário de 15 anos, percebi que alguns de seus colegas estavam embriagados. Meu filho tem 14 anos, e seus colegas, também (Graças a Deus ele não bebe).

Não pretendo ser raso e comentar o acidente em si, até porque muitas pessoas e a própria imprensa já se ocuparam dessa missão, promovendo as mais diversas opiniões. Algumas abalizadas, e outras, infelizmente, nem tanto, mas invariavelmente quase todas manipulando para cá e acolá a opinião pública.

Quanto ao acidente, além de lamentar o ocorrido, somente me resta pedir a Deus que conforte os corações dos pais e mães das três famílias envolvidas, esperando que a justiça dos homens seja feita à semelhança da Divina, entretanto, preocupa-me a forma superficial como este fato vem sendo tratado, inclusive pela imprensa, onde a opinião pública está toda voltada para o deslinde do caso em si e na necessidade de exemplar punição ao infrator, com vozes clamando pela condenação deste ou daquele, e algumas delas até de forma absurdamente “taleônica”, jogando para debaixo do tapete a real discussão que deve ser travada entre pais e filhos, mães e filhos, entre amigos, na sociedade em geral, a partir de tão lamentável acidente.

E para tanto, não posso deixar de “fazer um link” com o segundo fato, onde numa festa de aniversário de 15 anos, alguns dos colegas do meu filho, todos na faixa de 14 anos de idade, apresentavam-se alcoolizados.

Preocupa-me o fato de pessoas promoverem festas e franquearem o consumo de bebidas alcoólicas e energéticos para adolescentes de 14 ou 15 anos como se isso fosse permitido, preocupa-me a omissão do Poder Público através de seus diversos órgãos de proteção ao menor para com tais fatos, mas preocupa-me muito mais a permissividade dos pais para com o comportamento de seus filhos sejam eles crianças ou adolescentes, que se esquivam do dever moral e legal de educa-los, dando-lhes princípios, impondo-lhes limites, para que pelo menos se tornem no futuro pais melhores do que os seus omissos pais estão sendo atualmente.

Que tipo de adultos se tornarão estes adolescentes que já aos 14 anos se embriagam? Que tipo de comportamento poderá ser deles exigido no futuro?

Talvez os pais dos meninos e meninas que estão embriagando-se já na adolescência, estejam hoje cerrando fileiras no clamor pela justiça que deva ser aplicada no caso do acidente, exigindo a condenando deste ou daquele, infelizmente sem olhar para a própria paternidade que lhes foi confiada por Deus, para perceber que o fatídico acidente, hoje na mídia por força de seus protagonistas, é apenas mais um na triste estatística dos delitos de trânsito que diariamente ceifam vidas prematuramente.

Daí porque esta singela reflexão não poderia ter outro título, senão aquele tirado do versículo 14, do capítulo 15, do Evangelho de São Mateus: “Cegos guiando cegos”.

De fato, a cegueira tomou conta da paternidade atual, onde os pais não mais estão educando seus filhos, transmitindo-lhes princípios, valores morais e éticos, e, principalmente, impondo-lhes limites.

Lembro-me de certa vez que em conversa com a mãe de um aluno, esta me relatou “não poder mais com as atitudes do filho”, e que do jeito que as coisas iam não lhe restaria outra alternativa, “senão a de tirar-lhe o carro”. Detalhe: o filho a que ela estava se referindo tinha 16 anos.
Diante de tal afirmação daquela tão “preocupada” mãe, somente pude pensar que quem precisava de um corretivo não era seu filho, e sim ela, por falhar no sagrado dever de educar, de impor limites, deixando como muitos pais que conheço para as escolas tão árdua tarefa, da qual os heróicos professores deveriam ser somente coadjuvantes desses mesmos pais.

Ainda do mesmo Evangelho de São Mateus, há uma passagem em que o evangelista retrata um diálogo duríssimo, mas necessário, de Jesus com os Fariseus. O diálogo está inserido no capítulo 23, que poderá ser rememorado pelo leitor oportunamente e do qual relembro apenas o versículo 24: “Guias cegos! Filtrais o mosquito, mas engolis o camelo”.

Quando vejo vozes de muitos pais se levantando para pedir justiça (e é correto que o façam) em acontecimentos como esse lamentável acidente, somando-se às vozes daqueles pais cujos filhos perderam a vida, espera-se que o façam a partir do olhar de suas próprias vidas, olhando de dentro e para dentro de suas próprias casas, VENDO primeiro se estão cumprindo a contento a missão da paternidade que lhes foi divinamente confiada, JULGANDO se esta missão, à luz dos preceitos evangélicos, vem sendo cumprida a contento, e AGINDO na transformação de suas realidades, caso a missão necessite de uma correção de rota.

Se o pedido de justiça é feito apenas no clamor da comoção, no “embalo da revolta alimentada por opiniões ou pela mídia”, sem antes passar por uma detida análise de nossa responsabilidade como pais, creio que estejamos realmente cegos.

Preocupamo-nos com o acidente em si e suas conseqüências, e deixamos passar ao largo a oportunidade de discutir com nossos filhos e filhas, com nossos amigos e com os amigos de nossos filhos, com nossos professores, com as autoridades constituídas, sobre a necessidade de agirmos não somente pedindo justiça nesse caso concreto, a qual certamente ocorrerá a seu tempo, mas principalmente sobre agirmos de modo a intervir na formação de nossas crianças e adolescentes, atraindo a atenção destes para princípios e valores que devem nortear nossa vida em sociedade, exigindo e “cobrando” deles a vivência de tais princípios e valores desde a mais tenra idade e corrigindo seus desvios, redescobrindo com eles o “senso de coletivo”, perdido por nós num meio social que infelizmente tende ao individualismo.

Do contrário, meu paciente leitor, se como pais ou mães, filhos ou filhas nos mantivermos inertes, se alienadamente não agirmos com decisão para resgatarmos o real sentido da vida a nossas crianças e adolescentes, o futuro não nos brindará com dias melhores.

Cuidado para não engasgar com o camelo.

Em Guarapuava, 17. 05.2009.

RENATO PENTEADO

domingo, 7 de junho de 2009

Escritores da Liberdade



Acabei de assistir ao filme "ESCRITORES DA LIBERDADE" e recomendo, é simplesmente perfeito para quem como eu, se encontrou na docência...

Abaixo uma pequena resenha para verem como vale a pena:



O filme "Escritores da Liberdade" (Freedom Writers, EUA, 2007) aborda, de uma forma comovente e instigante, o desafio da educação em um contexto social problemático e violento. Tal filme se inicia com uma jovem professora, Erin (interpretada por Hilary Swank), que entra como novata em uma instituição de "ensino médio", a fim de lecionar Língua Inglesa e Literatura para uma turma de adolescentes considerados "turbulentos", inclusive envolvidos com gangues. Ao perceber os grandes problemas enfrentados por tais estudantes, a professora Erin resolve adotar novos métodos de ensino, ainda que sem a concordância da diretora do colégio. Para isso, a educadora entregou aos seus alunos um caderno para que escrevessem, diariamente, sobre aspectos de suas próprias vidas, desde conflitos internos até problemas familiares. Ademais, a professora indicou a leitura de diferentes obras sobre episódios cruciais da humanidade, como o célebre livro "O Diário de Anne Frank", com o objetivo de que os alunos percebessem a necessidade de tolerância mútua, sem a qual muitas barbáries ocorreram e ainda podem se perpetrar. Com o passar do tempo, os alunos vão se engajando em seus escritos nos diários e, trocando experiências de vida, passam a conviver de forma mais tolerante, superando entraves em suas próprias rotinas. Assim, eles reuniram seus diários em um livro, que foi publicado nos Estados Unidos em 1999, após uma série de dificuldades. É claro que projetos inovadores como esse, em se tratando de estabelecimentos de ensino com poucos recursos, enfrentam diversos obstáculos, desde a burocracia até a resistência aos novos paradigmas pedagógicos. Em países como o Brasil, então, as dificuldades são imensas, mas superáveis, se houver engajamento e esforços próprios. Nesse sentido, o filme "Escritores da Liberdade" merece ser visto como apreço, sobretudo pela sua ênfase no papel da educação como mecanismo de transformações individuais e comunitárias. Com essas considerações, vê-se que a educação, como já ressaltaram grandes educadores da estirpe de Paulo Freire, tem um papel indispensável no implemento de novas realidades sociais, a partir da conscientização de cada ser humano como artífice de possíveis avanços em sua própria vida e, principalmente, em sua comunidade.