quinta-feira, 11 de março de 2010

O Tempo Passou e me Formei em Solidão

Mais um feliz texto recebido via email que compartilho com todos.
Vale, e muito, a reflexão.
Ótimo dia a todos!!!!
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Texto de José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando- nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha - geralmente uma das filhas - e dizia:
Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.
Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, t ambém ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
Vamos marcar uma saída!... ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Curitiba para os Amigos

Recebi este texto agora cedo por email e achei ótimo. Não encontrei na net o autor, se alguém souber, por favor me avise para dar os créditos.
E quem disse que curitibano é antipático???

Adorei. Deleitem-se:
Verão senegalês da última semana pôs à mostra uma marca de nascença curitibana: aqui, dia lindo não é sinônimo de dia ensolarado, com temperatura em elevação.

Tenho por princípio rejeitar todas as teorias sobre o estranho modo de vida dos curitibanos. Não passam de teses preconceituosas, sem base antropológica e empiricamente não comprováveis. Basta, por exemplo, nos reservar 15 minutos de atenção para destruir a crença de que não damos trela a estranhos. Quanto ao constante rabo de olho durante a conversa deixe quieto: trata-se de um inofensivo reflexo condicionado herdado dos antepassados ou resultado de algum vento que bateu nas costas.

Indignado com a facilidade com que os forasteiros nos chamam de desconfiados e fechados, cheguei a convocar uma amiga, amabilíssima, a iniciar uma cruzada pela redenção moral da gente daqui. Fundaremos uma confraria. Ela, sorridente, falante, sempre de portas abertas, dona de uma voz maviosa um verdadeiro canto da gralha-azul será o símbolo da nossa civilidade. Graças ao nosso grupo, há de vingar em todo o território nacional a expressão simpático como um curitibano.

Tenho cá para mim que o sotaque é o culpado de nos acharem pouco dados. Nossa fala, que dó, não tem a doçura mineira, a brejeirice paulista, a fluência carioca, o encanto pernambucano. Nossos mês ditos com ênfase operístico podem desafinar e ter o efeito de um pé de ouvido. Mesmo assim, há dicções autóctones agradabilíssimas, como a da jornalista Valéria Prochmann e do livreiro Aramis Chaim. Adoro ouvi-los falar.
Dias desses, dois garçons um gaúcho e outro cearense me confidenciaram ter a impressão de que os fregueses estão brigando com eles: EscuTE, moço, me traga o cardápio. Agora... De fato, parece um pito. De fato, as­­susta. Um dos garotos jurou estar de malas prontas. Contei-lhe um ocorrido.
Reza a lenda que Miguel Fa­­labella criou a personagem Bozena depois de, em visita à capital, dar autógrafo a uma rotunda e severa "RUTE que se apresentou como se batesse continência ao Füher. Depois do susto, o ator se esbaldou no riso e deu o troco. É o que todos deveriam fazer. Disse isso ao garçom. É o nosso jeitinho... Daqui a três anos você não vai querer morar em outro lugar.
Em Curitiba, defendo, não se deve ter pressa para travar relações sociais. As amizades custam, mas são para sempre. É preciso entender nossa parcimônia em escancarar os braços e o sofá da sala. Tudo aqui era mata fechada de pinheiros, lugar de passagem de tropeiros muitos de maus-bofes. Vai saber quem é quem. Além do mais, tinha muito rio raso e feio, índios canibais e temperaturas polares. Mexe com o humor, né, por uns quatro séculos, como se vê.
A escuridão e o frio macularam nossa alma. Mas somos gente. Sabemos tudo sobre a vida do vizinho, mesmo falando muito pouco com ele. É praticamente um modelo de gestão. Por isso digo e repito: forasteiro, não desanime. Procure um curitibano para chamar de seu. Ele existe e põe a mesa do café da tarde esperando por você. Diante do chineque fresco, há de contar como o nonno e a baba desbravaram o Orleans e do seu sonho de Santa Felicidade. Falará os podres de uma família inteira que não aquela em que nasceu e o que pensa do metrô. Somos todos historiadores e urbanistas natos. Somos irresistíveis.
Em tempo, temos uma marca de nascença: o horror aos chamados dias lindos. Que é isso, companheiro? O pessoal da meteorologia chama manhã ensolarada e com elevação da temperatura de tempo bom. Só se for para a fuça deles. Dias felizes são cobertos de nuvens, com chuviscos depois do meio-dia, seguidos de frente fria da Argentina e súbita queda da temperatura no início da noite.
Aqui é assim, nego: o povo só se sente bem quando a luz é prateada. Não nos leve a mal: nossa fala é seca como o cinza da paisagem que nos aninha. Se o céu hoje ficar nublado, bom dia!
E bom carnaval, seja lá o que isso for.

terça-feira, 2 de março de 2010

O que está acontecendo com a nossa Educação?


Aqui, comento sobre dois textos de duas edições da Veja. De 03/02, Educação de Quarto Mundo, Lya Luft e de 10/02, Prestígio Zero, Marcelo Bortoloti.

Segundo o Relatório “Educação para Todos”, da Unesco, estamos na 88.ª posição no ranking de desenvolvimento educacional, atrás do Paraguai, Equador e Bolívia. Nosso índice de repetência é altíssimo. Em paralelo, vemos que os bons alunos não querem ser professores, não querem seguir o magistério... E agora?

Apenas 2% dos estudantes brasileiros pretendem seguir o magistério, e destes, 30% está entre os alunos com as piores notas da escola. Estes dados são de uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas e nos deixam assustados. Sem bons professores, sem professores realmente interessados e verdadeiros amantes da profissão, como sairmos dessa 88.ª posição?
Que a realidade da educação no Brasil é preocupante nós já sabemos. O que nós precisamos, é fazer algo para mudar essa situação.

Primeiro, devemos dar atenção àqueles que desejam ser professores, com ações que mostrem que ser professor no Brasil é uma coisa boa, por mais que isso pareça piada. E, além disso, dar à estes futuros profissionais, condições de uma boa formação, salários justos e dignos, programas de incentivo, onde o professor é reconhecido por seu talento e capacidade intelectual, para que se tornem profissionais de qualidade.

Depois, devemos nos preocupar com a formação de nossas crianças, pois, por mais clichê que pareça, elas são os futuros eleitores que decidirão o que será do nosso país.

Mas ai vêm a pergunta: Quanto do orçamento nacional é investido em educação? Isso reflete o que muitos de nós já sabemos, o medo que nossos governantes têm de um povo consciente, estudado, politizado. Melhor manter as coisas como estão, caso contrário, como continuarão no poder?

Fica aqui o alerta e a reflexão para nossa triste realidade. Precisamos incutir em nossos jovens o desejo e o amor pela docência, para que eles possam educar adequadamente nossas crianças e assim, quem sabe, podermos melhorar a nossa posição nas próximas pesquisas.

Andréa Melissa Grigowski
Professora Universitária

segunda-feira, 1 de março de 2010

Um Olhar do Paraíso

Boa Tarde Pessoal...

Sim, sim, eu sei, estou super sumida daqui, mas tenho uma boa desculpa, eu juro, hehe!



É pura falta de tempo. Para quem ainda não sabe, participei e passei no processo seletivo da Unibrasil e agora, finalmente, sou professora universitária. Mas a vida de professora universitária não é fácil não... grande correria.... elaborar aulas, estudar, ler trabalhos, fora o meu outro emprego, a família e o namorado, claro, hehe.... Mas não estou reclamando, de maneira alguma. Eu estou amando muito tudo isso.

Vamos ver se consigo voltar à ativa com o blog e pra começar, comento o filme que assisti ontem: Um Olhar do Paraíso.

Eu gostei muito do filme, apesar de ter lido alguns comentários negativos sobre o mesmo.


Conta a história de Susie Salmon, uma menina de 14 anos que é assassinada por seu vizinho. A maneira como ela fica entre o céu e a Terra, vendo o sofrimento de sua família e o deleite de seu assassino que passa despercebido por todos é terrivelmente angustiante.


As descobertas que ela faz e as peças que começam a se encaixar para o seu pai e irmã, fazem com que o seu vizinho, aparentemente inofensivo, torne-se o principal suspeito da família. Porém, sem provas, nada pode ser feito.


Mas assim como em nossas vidas, o destino se encarrega de ajeitar as coisas... é um filme triste, porém forte e com uma boa lição.


Recomendo.





Abaixo segue um editoral, retirado de http://www.guiadasemana.com.br/:





Aos 14 anos, a jovem Susan Salmon (Saoirse Ronan) tem o grande sonho de beijar um garoto por
quem está apaixonada. Seu desejo, no entanto, é frustrado quando seu vizinho George (Stanley Tucci) a convida para entrar em um retiro que ele construiu em sua casa. O convite é apenas uma desculpa para que ele possa arrastá-la para dentro de sua residência, estuprá-la e matá-la brutalmente.

Com o desaparecimento da filha, Jack (Mark Wahlberg) e Abigail (Rachel Weisz) demoram a acreditar que possa ter acontecido algo de mais grave. Porém, logo a polícia encontra um pedaço do braço da menina, o que indica que há poucas chances dela estar viva. Enquanto a família sofre com a notícia, Susan acompanha todas as mudanças desencadeadas com a sua morte, e não terá paz enquanto o crime não for solucionado.

Um Olhar do Paraíso é dirigido por Peter Jackson, famoso pelas superproduções King Kong e a trilogia Senhor dos Anéis, e é adaptado do livro de Alice Sebold. Apesar de bastante criticado, o longa foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, para Stanley Tucci. Mark Wahlberg foi chamado para atuar como o pai de Susan dias antes do início das filmagens. O ator escolhido para o papel havia sido Hugh Jackman, que não aceitou o convite. Ryan Gosling, que foi selecionado depois, desistiu do papel pouco antes do início da produção.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Alzheimer

Bom Dia Pessoal...
Cá estou eu novamente... em débito com o blog essa semana. Mas a verdade é que, além de não encontrar nenhum texto bacana que eu pudesse trabalhar em cima, estou lendo Amanhecer e confesso, estou totalmente envolvida com o livro, hehe... gostando de algumas coisas, de outras não, mas enfim. Pra fechar a semana, segue o texto de um email que recebi... no final tem algumas dicas para exercitarmos nosso cérebro... achei bem interessante.
A alguns anos atrás comprei um livro que falava justamente sobre exercitar o cérebro. Vou procurá-lo em casa para indicar com o nome certinho e também autor.
Um final de semana excelente pra todos. =]
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Texto de Roberto Goldkorn, ele é psicólogo e escritor.
A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.
Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'.
Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto.
Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que.....', frase que me dá arrepios.
E o que fazer... para evitarmos essas drogas? Como?
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.
Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo nunca, pois dali, só há um caminho: descer.
Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.
Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.
Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum.... Preocupante).
Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.
Dicas para escapar do Alzheimer:
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro. Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa.
O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.
Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro! Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
'Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!' Sucesso para você!!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Clube do Filme

Hoje terminei de ler o livro “O Clube do Filme”, de David Gilmour.

No ano passado, a Veja publicou uma matéria sobre o mesmo e aquele texto despertou a minha curiosidade.

Como poderia um pai dizer para o filho: “pode sair da escola”, e educá-lo em casa, através de filmes?

Parecia uma ideia fantástica, desafiadora, busquei o livro entre amigos e conhecidos, amantes da leitura, mas ninguém o tinha.

Acabou que, devido a vários motivos, este livro caiu no esquecimento (da minha pessoa), até que, no começo deste ano, em uma visita a Livrarias Curitiba, o vejo lá, me chamando. Não resisti e comprei (O preço estava bom, claro. A leitura, infelizmente, ainda é um prazer um tanto quanto caro).

Na ocasião, eu estava lendo Eclipse, mas já estava terminando e, no mesmo dia da compra, comecei a lê-lo.

Sabe quando vamos com muita sede ao pote? Com uma grande expectativa sobre a história? Então, foi assim que aconteceu, me joguei no livro, e preciso confessar que me decepcionei num primeiro momento.

Mas ok, já tinha passado por isso com outros livros, então vamos em frente...

E não é que o livro melhora? Desperta a atenção.

É curiosa a luta daquele pai para participar da vida do filho de fato, não esquecendo nunca de que tinha que educá-lo, já que ele não ia à escola.

O medo de estar fazendo as coisas erradas, a imaginação que corre solta a respeito do futuro do filho.... tudo isso faz deste, um bom livro. Além, é claro, dos comentários sobre os filmes assistidos por eles, que é um capítulo a parte de tão interessante. Dá vontade de sair correndo à locadora para ver os referidos filmes e descobrir se eles nos passarão as mesmas sensações, se despertarão os mesmos sentimentos.

E é por isso que eu indico este livro:






A todos que ficaram curiosos, segue uma sinopse do livro e também algumas críticas publicadas no site da editora: http://www.intrinseca.com.br/:

Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro contado e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. O autor, diante da falência, da desorientação e da infelicidade do filho-problema, faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos por ele, o pai.
A aposta diferente resultou no Clube do Filme. Semana a semana, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa da Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de "melhores filmes de todos os tempos") a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do coreano Wong KarWay).
David Gilmour, crítico de cinema e escritor premiado, oferece uma percepção singular sobre filmes, roteiros, diretores e atores inesquecíveis ao relatar essa vivência com olho clínico e muita sinceridade. E emociona ao mostrar aos leitores a descoberta da vida adulta pelos olhos de um jovem e os dilemas da adolescência administrados por um pai muito presente.

Críticas:

The New York Times
“É um relato sincero sobre como é difícil crescer, como é difícil ver alguém crescer, e como no meio da raiva e da desordem de uma família não há nada tão bem-vindo quanto um filme.”

Publishers Weekly
“Gilmour lida habilmente com a nostalgia não só do cinema, mas também dos pais, que assistem ao crescimento de seus filhos e ao desenvolvimento de vidas independentes.”

Newsweek
“O que surge para o leitor é um belo retrato de pais e filhos, sem retoque — com imperfeições, parcial, repleto de mágoa e afeição.”

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Para Reflexão

Bom Dia Pessoal,
Hoje, segue um texto que recebi por email para nossa reflexão.
Parece somente mais um texto daqueles com fundo social, muitos já devem tê-lo recebido também, maaaaaas, realmente vale a reflexão.
O que estamos fazendo da nossa vida? O que estamos fazendo pelo próximo?
Um final de semana abençoado pra todos e até semana que vêm! =]
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Entrei apressado e com muita fome no restaurante.
Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, pois queria aproveitar os poucos minutos de que dispunha naquele dia atribulado para comer e consertar alguns bugs de programação de um sistema que estava desenvolvendo, além de planejar minha viagem de férias, que há tempos não sei o que são.
Pedi um filé de salmão com alcaparras na manteiga, uma salada e um suco de laranja, pois afinal de contas fome é fome, mas regime é regime, né?
Abri meu notebook e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
-Tio, dá um trocado?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.
Para variar, minha caixa de entrada estava lotada de e-mails. Fico distraído vendo poesias, as formatações lindas, dando risadas com as piadas malucas. Ah! Essa música me leva a Londres e a boas lembranças de tempos idos.
- Tio, pede para colocar margarina e queijo também?
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- OK, mas depois me deixe trabalhar, pois estou muito ocupado, tá?
Chega a minha refeição e junto com ela o meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir. Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem.
- Deixe-o ficar. Traga o pão e mais uma refeição decente para ele.
Então o menino se sentou à minha frente e perguntou:
- Tio, o que está fazendo?
- Estou lendo uns e-mails.
- O que são e-mails?
- São mensagens eletrônicas mandadas por pessoas via Internet.
Sabia que ele não iria entender nada, mas a título de livrar-me de maiores questionários disse:
- É como se fosse uma carta, só que via Internet.
- Tio, você tem Internet?
- Tenho sim, é essencial no mundo de hoje.
- O que é Internet, tio?
- É um local no computador onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual, tio?
Resolvo dar uma explicação simplificada, novamente na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Legal isso. Gostei!
- Mocinho, você entendeu o que é virtual?
- Sim, tio, eu também vivo neste mundo virtual.
- Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito.... Virtual. Minha mãe fica todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome, e eu dou água para ele pensar que é sopa. Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas eu não entendo, pois ela sempre volta com o corpo. Meu pai está na cadeia há muito tempo. Mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de Natal, e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isto não é virtual, tio?
Fechei meu notebook, não antes que as lágrimas caíssem sobre o teclado.
Esperei que o menino terminasse de literalmente 'devorar' o prato dele, paguei a conta e dei o troco para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que eu já recebi na vida, e com um 'Brigado tio, você é legal!'.
Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia de verdade, e fazemos de conta que não percebemos!
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No email que recebi não tem o autor do texto, se alguém souber, me avise que darei os devidos créditos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Considerações Gerais sobre um Novo Paradigma de Educação

Bom Dia Pessoas... hoje, os meus escritos se baseiam num texto de Ceres Scheffer (Santa Cruz do Sul, de 02 de agosto de 2004), tendo como título o nome deste post.
Espero que gostem... e não liguem, ainda estou me adaptando à escrita, então, talvez tenham algumas frases confusas... porém, é somente com a prática que aprenderei melhor.
Cometem, critiquem, dêem sugestões.
Abraços a todos!!!!
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O novo Paradigma de Educação deseja que o homem seja educado de forma integrada e glogal. Para isso, é necessário que mestres e aprendizes estejam em conformidade com as exigências dos novos saberes, com a nova forma de se ensinar e de aprender.
E isto é primordial, pois os saberes se tornam ultrapassados rapidamente, e assim, entra em cena a formação continuada, onde o professor, além de ensinar, também aprende.
Porém, além de adquirir novos conhecimentos, é preciso desenvolver habilidades para o 'aprender a aprender' utilizando para isto, as novas tecnologias e ferramentas que temos à disposição.
Como vivemos em um mundo repleto de informações, nem todo conhecimento que 'recebemos' é retido pela nossa mente, e é ai que entra a ação dos professores, que devem orientar os alunos no processo de aprendizagem do 'saber aprender a aprender', ajudando-o a identificar quais destes conhecimentos DEVEM ser retidos para contribuir com a busca de um convivência harmoniosa e equilibrada entre homem, sociedade e natureza.
Baseados na educação de forma integrada e global, citada no início do texto como o novo paradigma de educação, o professor deve trabalhar como um educador holístico, baseado em uma educação holística, aquela educação onde o indivíduo encontra sua identidade, significado e propósito de vida através da conexão com o mundo pela sensibilidade e racionalidade equilibradamente desenvolvidas, onde ele busca uma vida em comunidade, respeitando e preservando todos os seres vivos e bens naturais .
Mas, para que este 'bom conviver' ocorra, é necessária uma educação de QUALIDADE, e Scgeffer aponta alguns pontos que devem ser observados para isto:
"- que a educação seja democrática, que o acesso e permanência à ela e nela se dê de forma integral, global e continuada, em função das permanentes necessidades que se impõem neste mundo de aceleradas mudanças e novos conhecimentos necessários;
- que os professores se assumam enquanto permanentes aprendizes para estarem e serem capazes através de suas práticas, propiciar uma educação integral e global de seus aprendizes;
- que as estruturas burocrático-administrativas das instituições educacionais se ajustem e ajustem seus currículos a este novo paradigma, de uma educação centrada na 'valorização do homem' e de seus conhecimento como o mais importante capital deste tempo;
- que os processos de ensinar-aprender se dêem sobre bases solidárias e democráticas que propiciem 'trocas de saberes', na medida em que nos educamos uns aos outros;
- que os processos operacionais de avaliação e verificação do que foi ensinado sejam balizados por uma concepção de avaliação formativa, onde várias ferramentas, mecanismos, instrumentos sejam considerados, inclusive a auto-avaliação;
- que as avaliações não priorizem apenas os aspectos cognitivos, conhecimentos cientificamente acumulados, mas que avalie o indivíduo como um todo, que busque identificar mudanças de comportamento, onde se evidencie na vivência, transparência e aplicação dos conhecimentos com autonomia, em busca de soluções para problemas novos que surgem."
Mas para que tudo isso aconteça, é necessário um novo perfil para o professor, pois ele, acima de tudo, tem que ser aprendiz; tem que possuir habilidades para propiciar, estimular e orientar os alunos na aquisição, produção, transferência e aplicação dos conhecimentos, para assim, mudar a sociedade a partir da observância das necessidades constatadas; tem que ser democrático para educar com enfoque no desenvolvimento global e integral do ser humano; tem que exercitar no aluno a multiplicidade de suas dimensionalidades, ou seja, fazer cm que o aluno exercite as suas funções afetivas, sociais, psicológicas, emocionais, éticas, cognitivas, intuitivas, criativas; e, estes professores, devem possibilitar uma nova visão de mundo, focando o desenvolvimento sustentável e buscando uma sociedade de paz, solidariedade e democracia.
Que grande responsabilidade esta nossa como educadores heim? Quanto antes começarmos, melhor.
Andréa Melissa Grigowski
14/01/2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Ano de Pensar

E retornando com a intenção de melhorar a minha escrita para os tão desejados e necessários artigos científicos, fica abaixo meio primeiro texto do ano, baseado na coluna de Lya Luft, da revista Veja de 06 de janeiro de 2010.
Espero que gostem e que valha a reflexão.

Abraços a todos!!!!

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Todos os anos fazemos aquela "proposta" para o ano que se inicia. Emagrecer, guardar dinheiro, ser melhor nisso ou naquilo, e, fatalmente, já no primeiro mês do novo ano, estes projetos são engavetados e esquecidos.

A sugestão de Lya Luft para 2010, é que este ano seja O Ano de Pensar. Mas, e o que fazemos com a preguiça de pensar? Pensar dá trabalho é o que muitos dizem; já preciso pensar enquanto estou trabalhando, etc., mas pensar, como diz o texto, "é um direito, e deveria ser um prazer".

Ok, vamos pensar, mas pensar em que?

Vamos pensar na nossa vida e no que estamos fazendo dela, vamos pensar nos que estão próximos a nós, e também nos que não estão tão próximos assim; vamos pensar no mundo e no que estamos fazendo por ele... são tantas as coisas nas quais podemos pensar.

O texto sugere que pensemos para sermos uma pessoa mais decente; para que amemos mais e melhor; para que votemos com mais lucidez (e sendo ano eleitoral, este pensar é de extrema importância).

Bom, fica aqui o meu reforço à proposta de Lya Luft, façamos deste ano, o ano de pensar, mas pensar para melhor e acreditar que isto é possível. Basta que cada um saia um pouco da sua zona de conforto, e contribua, fazendo com que deste pensar, saiam ações concretas, começando pela sua própria vida e depois, para um mundo melhor para todos nós.

Andréa Melissa Grigowski
12/01/2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Dos Amores Prováveis

Para fechar a semana com chave de ouro, segue abaixo o texto de um amigo querido, muito querido mesmo, Tiago Lobão Inforzato. Além de baixista da Banda Nevilton, é um exímio escritor.
Para saber mais sobre seus textos, visitem: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=10468, além do blog http://www.lobservando.blogspot.com/.
Ótimo final de semana a todos!!!
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Dos Amores Prováveis

Aos domingos ele saia de casa para andar a esmo pela cidade. A semana era tão barra pesada no seu trabalho que eram raros os sábados com disposição para caminhadas. Sábado era dia para lavar a alma nos livros, nos filmes e no Jazz, seus benditos vícios.
Naquele domingo ia caminhando solitário e pensativo, como sempre, até que se deparou com a mulher da sua vida. Congelou e tremeu de baixo à cima. Ela estava bem na usa frente, sorrindo o mais belo sorriso do mundo, com o mais lindo olhar do mundo, e despertava nele as melhores sensações e intenções do mundo. De longe, a olhou por alguns minutos e pensou : “Que pena que não posso falar com ela...seria tão bom...” e continuou sua caminhada.
Durante a semana começou a ver a garota em mais partes da cidade. No trajeto para o trabalho, ao mercado, nos atalhos e rotas alternativas que pegava para fugir da rotina... ela estava por ali, sempre saltando a seus olhos.
Pensava ele: “Será que ela iria gostar de mim? Será que ela gosta de Quintana, Coltrane...quem sabe Tarantino, um bom vinho... whisky, sushi... palavras cruzadas?”. Imaginava-se com ela pelas noites, nos bate papos da vida, nos eventos da empresa, a conhecia detalhadamente em sua imaginação. E era tudo sempre bom. “Ah, se ela gostasse...”.
As semanas se passaram e suas caminhadas dominicais não eram mais à esmo, elas tinha roteiro e objetivo. Sentia-se inspirado, caminhava feliz e sorria ainda mais quando a via pelas ruas, mas não podia chegar até ela. Resumia-se a admira-la e partir. “Que lástima” – pensava.
Mais algum tempo se passou e a situação foi mudando, piorando. Não encontrava mais aquela moça tão bela, sua paixão, com tanta facilidade. Durante a semana não a via mais no caminho para o trabalho e nem nos atalhos; aos domingos, à pé, rareavam as vezes em que olhar mais lindo do mundo lhe acariciava o coração. Até que chegou o dia em que nunca mais a viu. Para sua completa infelicidade, ela não estava mais em lugar algum.
Com o coração partido, demorou à perceber, ou não queria acreditar. Não podia conceber que nunca mais veria a mulher da sua vida uma outra vez, nunca mais teria a chance de olhar para a garota do Outdoor.
Ps: Publicado Originalmente na Culturanja de 20 de Dezembro de 2009. http://www.culturanja.blogspot.com

Tiago Inforzato

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

As Doenças e suas Causas Emocionais

Bom Dia Pessoal,
Recebi este email a algum tempo e resolvi agora compartilhar com vocês.
Sempre ouvi dizer e, analisando calmamente, passei a observar que realmente, muito dos males que sentimos, são gerados por nós mesmo.
Como temos o mal hábito de interiorizar sempre as coisas negativas, para uma doença, é um passo.
Um exemplo bem simples é quando somos elogiados, dura um segundo aquela euforia do elogio e logo o esquecemos, porém, quando somos ofendidos, ficamos remoendo isso por horas e até dias. E se a pessoa que falou é alguém que nós consideramos importante na nossa vida, pode durar semanas essa dor da ofensa.
Está na hora de repensarmos a importância das palavras e dos sentimentos em nossas vidas, às vezes nem percebemos, mas isso está corroendo nosso organismo, fazendo um mal devastador.
Vamos praticar o bom senso: pedir desculpas, ser mais tolerante com o próximo, ouvir mais do que falar, evitar os famosos pré-julgamentos e pré-conceitos e, por fim, tentar absorver o menos possível as coisas negativas que as outras pessoas trazem até nós.
Vamos refletir sobre isto e mudar alguns hábitos já que estamos no início do ano e devemos nos propor um ano e uma vida melhor?
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Segue o texto recebido:
CURIOSIDADES

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS/CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Interessante não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos, principalmente daqueles que escondemos de nós. Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma".

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

"Gente Fina"

Gente fina, é aquela que é tão especial, que a gente nem percebe, se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima, de qualquer classificação.
Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões, quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados:
sabe transgredir, sem agredir.
Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana.
Te ajuda, mas, permite que você cresça sozinho.
Gente fina, diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.
Gente fina, se sente confortável em qualquer ambiente:
num boteco de beira de estrada,
e num castelo no interior da Escócia.
Gente fina não julga ninguém - tem opinião, apenas.
"Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera". O que mais se pode querer?
Gente fina, não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e,
como o próprio nome diz, não engrossa.
Não veio ao mundo, pra colocar areia, no projeto dos outros.
Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.
Gente fina, é que tinha que virar tendência.
Porque, colocando na balança, é quem faz toda a diferença.
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Desejo que todos tenham alguns "gente fina" em suas vidas. Eu tenho alguns e agradeço todos os dias à Deus por eles.
Obrigada queridos amigos por fazerem parte literalmente da minha vida e fazerem dela algo mais especial a cada dia.
AMO VOCÊS!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Levantamento/Balanço de 2009 e Proposições para 2010

Bom Dia Pessoal,
E ai, como foram de feriado? Espero que todos tenham passado por um Natal Abençoado e uma festa de Ano Novo MARAVILHOSA.
E cá estamos nós em 2010... ano novinho em folha, cheio de páginas em branco para nós preenchermos.
Cada um sabe como quer preencher as suas páginas... as famosas proposições para o ano que se inicia. Mas antes de falar sobre as minhas, quer falar um pouco sobre o ano que passou.
2009 foi um ano cheio de mudanças e crescimento:
Profissionalmente mudei de área, o que foi ótimo para a minha vida em todos os sentidos, conquistei um pouco do que gostaria na área da docência, participei de processo seletivo, estudei muito, corri atrás, mas ainda não consegui aquela colocação que tanto quero... mas 2010 está ai para que seja diferente.
Pessoalmente aprendi muito durante os 2 meses que a minha mãe passou na Itália... aprendi sobre relacionamento (com o meu pai), aprendi sobre como cuidar da casa (em todos os sentidos), aprendi sobre amor (saudades imeeensas). Além disso, aprendi muito sobre amizades e coleguismo, sobre interesses escusos e verdadeiros, sobre quem vale e quem não vale a pena participar da minha vida.
Financeiramente, apesar de alguns excessos durante o decorrer dos doze meses, consegui fechar o ano no azul.
Culturalmente, foi um ano até que bem produtivo: foram 302 filmes e episódios de seriados, 12 livros e 41 shows.
Entre filmes e seriados, superei de longe o ano de 2008, agora, quanto aos livros, tenho que me dedicar mais. Aqui, não estou contando os livros que li parcialmente para o processo seletivo, mas sim outros livros. Destes, destaco A Cabana, de William P. Young; O Menino do Pijama Listrado, de John Boyne; e Comer, Rezar e Amar, de Elizabeth Gilbert.
Sobre os filmes e seriados, complicado citar, pois seriam muitos mesmo... maaaas, Ensaio sobre a Cegueira me impressionou muito. Trem da Vida também tem uma história interessante. Dos filmes brasileiros, destaco Estômago e Linha de Passe. Dos seriados, Grey's Anatomy com certeza é o que eu achei melhor.
Sobre os shows, o destaque do ano foi, é lógico, para Nevilton. Sou fã de carteirinha e fui em todos os shows que eles fizeram aqui desde março (confesso que não sei se eles fizeram shows aqui nos meses de janeiro e fevereiro). Sempre levo alguém comigo aos shows e essas pessoas sempre se tornam fãs também, pois os meninos tem um som de qualidade e encantam com sua simpatia e talento. Outra banda que mandou muito bem neste ano que acabou foi Mordida. O show do Festival de Inverno foi simplesmente o melhor do ano.
Bom, agora, as proposições para o ano que se inicia... sempre aquelas básicas, emagrecer, arrumar um namorado (mas um namorado decente, que valha realmente a pena, hehe), ter saúde, hehe... sempre a mesma coisa. Mas destaco aqui o crescimento profissional que desejo na área da docência e farei tudo o que estiver ao meu alcance para conseguir uma colocação em faculdade da minha área. Tenho também o objetivo de guardar dinheiro para viajar para a Itália e, se possível, viajar durante este ano mesmo, para visitar a minha tia Ana e o meu afilhado lindo, o Francesco. Outro objetivo importante para este ano é fazer o mestrado, pois na docência, isso conta muito.
Bom, acho que é isso. E vocês, como foi o ano que passou? E o que esperam para 2010?
Comentem... =]

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Receita de ano novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?)
Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade
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Este será, provavelmente, o meu último post este ano... no começo do ano que se aproxima farei um levantamento de todos os filmes que assisti, livros que li e shows de assisti e vou comentar por aqui.

Desejo a todos que me visitam, que tenham um ano abençoado... que 2010 seja repleto de grandes conquistas e realizações.
Obrigada pelas visitas e até 2010!!!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Cirque Du Soleil - Quidam




Na semana passada eu tive o privilégio de ir ao Cirque du Soleil.
O espetáculo mais incrível que já vi na vida... valeu cada centavo.
Beleza, leveza, agilidade, versatilidade, perfeição e todos os outros adjetivos que vocês puderem imaginar que descrevam algo simplesmente maravilhoso. São 10 atos, duas horas de espetáculo, com um intervalo de meia hora.
Nessas duas horas eu viajei ao mundo da imaginação, me senti uma criança vidrada com um brinquedo novo... não consegui desviar o olhar uma vez sequer.
Recomendo a todos que puderem, que vão assistir... não sei até quando eles ficam na cidade, mas vão!

Abaixo algumas informações que tirei do site do cirque:



O Espetáculo
Quidam™ –terceira produção do repertório do Cirque du Soleil®, é reconhecida internacionalmente por sua intensa teatralidade aliada a números de impacto. Com direção de Franco Dragone e direção criativa de Gilles Ste-Croix, traz uma combinação única de performances acrobáticas, domínio técnico, figurinos e cenários extravagantes.
Num processo criativo de cooperação, os diretores e a figurinista Dominique Lemieux procuraram explorar os diferentes mundos da vida cotidiana, atribuindo aos personagens características e figurinos que refletem a personalidade dos próprios artistas.
Já a trilha sonora, assinada por Benoit Jutras, traz músicos tocando ao vivo e revezando-se em vários instrumentos, desde violinos até guitarras. Os vocais variam entre a fragilidade de uma voz infantil com uma poderosa voz masculina, para criar uma atmosfera intensa e sensível.
A grandiosidade do espetáculo também pode ser traduzida em números: desde que estreou no Canadá, em 1996, já foi visto por mais de 9 milhões de espectadores em 20 países. No palco, 51 artistas de 15 nacionalidades entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores, dançarinos e demais artistas circenses revezam-se. A montagem utiliza mais de 250 figurinos, 200 pares de sapato e 500 objetos de cena, além de arrojadas plataformas invertidas suspensas, que trazem os artistas à cena.







Para mais informações, entrem no site:
http://www.quidam.com.br

Aqui deixo um vídeo que encontrei no youtube... não são os mesmos artistas, pois é uma apresentação antiga, mas é uma parte do mesmo belo, lindo, fantástico espetáculo:

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Abraçando a Imperfeição

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.
E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho muito duro.
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato.
Tudo o que meu pai fez foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:
"Querida, eu adoro torrada queimada."
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado eestava realmente cansada. Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, e com amigos.
Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.
Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração Dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse; mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as acolheu e valorizou.
(Recebi o texto por email, sem o autor, se alguém souber, por favor me avise, para dar os créditos)
E que todos tenham um dia ILUMINADO!!!!!!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A Minha Própria Vida

Texto de Woody Allen

Na minha próxima vida quero vivê-la de trás pra frente.
Começar morto para despachar logo esse assunto.
Depois acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a aposentadoria e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar por 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamentee ser bastante promíscuo, e depois estar pronto para o secundário e para o primário, antes de virar criança e só brincar, sem responsabilidades.
Aí viro um bebê inocente até nascer. Por fim, passo 9 meses flutuando num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quarto a disposição e espaço maior dia a dia, e depois
- Voilà! -
desapareço num orgasmo.

domingo, 22 de novembro de 2009

Pequeno Manual da Civilidade

Agora que já aconteceu o que eu estava esperando, na verdade não bem como eu estava esperando, mas aconteceu, quero ver se reestabeleço meus contatos com o blog... mas, além de falar sobre assuntos relacionados à minha tão amada profissão e também sobre assuntos que eu gosto e que estejam relacionados a lazer, começo hoje a postar textos que estou produzindo. Preciso melhorar a minha escrita, preciso de artigos científicos na minha área para melhorar minha titulação, e assim, vou começar escrevendo sobre artigos e matérias de revistas e sites que eu ache interessante.

O primeiro deles é sobre uma matéria que saiu na Revista Veja de 04 de novembro de 2009 e que tinha como título "Pequeno Manual da Civilidade".

Após a leitura, registrem a sua opinião, sugiram melhoras... obrigada

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A Revista Veja de 04 de novembro publicou um texto falando sobre o “Pequeno Manual da Civilidade” e eu gostaria de comentar, pois achei interessantíssimo.

São atitudes diárias e tão simples, que caem no desuso facilmente, pois achamos que, se fulano e ciclano não fazem, porque eu preciso fazer?

Então o assunto é civilidade e diz respeito a todos nós. O texto dividiu a civilidade em 10 itens:

01 – Honradez: ter honra é ter fidelidade aos próprios princípios ou ao próprio eu. Como diz o texto, é “ter vergonha na cara”. Ser honrado é ter integridade moral e escrúpulos e, hoje em dia, é tão fácil ver situações em que a honra é totalmente esquecida. Ter honra é dar exemplo, é ser exemplo. Pensemos em todas as situações que passamos em nossa vida e reflitamos se agimos, ou não, com honra.

02 – Integridade: ter integridade é ter a qualidade do que é inteiro, completo, é ser alguém que não tem duas palavras, duas lealdades. É ser honesto, incorruptível. Como está no texto, ser íntegro é não “deixar o carro aqui só um minutinho”, não dizer que vai atender “só esta chamada” no meio da refeição compartilhada. Quantas vezes você já não passou por situações em que disse, eu vou deixar o meu carro aqui, estacionado na vaga para idosos ou deficientes, mas é que eu só vou pegar o pão no mercado, é rapidinho.

03 – Boas Maneiras: cortesia, uma palavra tão simpática e tão pouco utilizada. Ser cortez, ter boas maneiras caiu tanto em desuso que chega a assustar. Qual é a dificuldade de você chegar no ponto do ônibus onde você está todas as manhãs e encontra sempre as mesmas pessoas e dizer um “bom dia”? Ou então no elevador, ou nos corredores da empresa? Parece que dizer “bom dia”, “boa tarde” vai tirar um pedaço de si, então você se cala, por vezes até abaixa a cabeça. Dar lugar para um idoso ou uma gestante? De jeito nenhum, eu trabalhei o dia inteiro, estou cansado. Além destas situações e palavras temos: um muito obrigada, um com licença, por favor. Para refletirmos, ficam alguns sinônimos de boas maneiras: cortesia, maneiras delicadas, urbanidade, civilidade, polidez, afabilidade.

04 – Tolerância: segundo o texto, a tolerância é o campo da civilidade que mais exige autoaprendizagem. É a aceitação das diferenças, que começam com um simples time de futebol diferente do seu, mas que podem entrar no âmbito da religião, raça, comportamento sexual e ai é que a situação se complica. Na vida social, a tolerância é a virtude mais útil. Dentro desta tolerância podemos falar também sobre respeito. Ser tolerante é ter respeito ao seu próximo, mesmo que ele seja diferente, tenha gostos, modos de pensar, agir e sentir diferentes dos nossos.

05 – Autocontrole: o autocontrole nada mais do que o domínio dos seus próprios impulsos e emoções. Acessos de raiva, stress, descontrole emocional, sentimento de vingança, todas essas situações podem te levar a cometer algum ato de violência, física ou verbal. O texto cita exemplos de trânsito: levar uma fechada, ouvir uma buzinada milésimos de segundo depois que o sinal abre. Todas essas situações nos levam a testar nosso autocontrole. E, ainda segundo o texto, a única maneira de adquirir autocontrole é tomarmos a decisão, de maneira íntima e compromissada, de não agir com violência diante de uma situação de stress.

06 – Civilidade: saber viver em sociedade, bons modos à mesa e em todas as situações da vida e, principalmente, respeito entre as pessoas, respeito ao próximo, é disso que fala a civilidade. Ela é a observação das conveniências, das boas maneiras em sociedade; cortesia, urbanidade, polidez. O texto propõe uma pergunta simples para aplicarmos o conceito de civilidade em diferentes situações de nossa vida cotidiana: o que posso fazer pelo outro para que a vida de todos seja suportável? Fica ai a reflexão.

07 – Honestidade: ser honesto é ter decoro, decência, probidade. É não fazer qualquer coisa para se dar bem na vida. A desonestidade é muitas vezes entendida como a trapaça, o passar a perna em alguém para se conseguir o que quer. E quem nunca fez algo pequeno, porém desonesto e disse, “ah, mas é só nessa prova que eu vou colar, mas é porque não deu tempo de estudar”. E aquele filme que você baixou da internet, e aquela música, ou aquele livro? São coisas simples e que todo mundo faz. Que mal tem em eu fazer também? Comportamentos como esses são desonestos. E é por estes e outros comportamentos que os brasileiros são considerados desonestos, e que o termo “o famoso jeitinho brasileiro” é considerado desonestidade.

08 – Contenção verbal: será que nós podemos falar o que quisermos, sem nos preocuparmos com as consequências de nossas palavras? Eu acho que não. Devemos, como diz o texto, obedecer ao mecanismo de freios sociais pelo qual as opiniões próprias são atenuadas de forma a não ofender os sentimentos alheios. Isso acontece muitas vezes quando falamos sem pensar. Alegamos que estamos nos expressando e que precisamos disso, mas ter má-educação e não levar em conta as consequências de nossas palavras é fortalecer a desagregação social.

09 – Pedir desculpas: quando foi a última vez que você pediu desculpas a alguém sinceramente? Sim, sinceramente, aquelas desculpas cuja intenção é menos aliviar a sua consciência e mais dar uma satisfação moral a quem você ofendeu. Lembre-se sempre: não adianta só pedir desculpas da boca pra fora, o que vale é demonstrar que você está ciente de que fez algo errado e que realmente se arrependeu de ter magoado a outra pessoa. Pedir desculpas é ter respeito ao sentimento do outro.

10 – Decoro: ter decoro é ter decência, respeito próprio, dignidade e conveniência. Ser decoroso é falar adequadamente, é dizer o que tem que ser dito sem adular ou ferir o outro, é não ser exibicionista ou apelativo. O exemplo citado pelo texto é ótimo, pois é da personagem Lady Kate, interpretada por Katiuscia Canoro. Ela esbanja o dinheiro de um certo senador, sendo exibida, decotada e exagerada, além de usar o bordão que está na boca de todos: “tô pagando”. E nossa vida, devemos perseguir nossos objetivos, porém devemos ter certeza de que somos justos com os outros.

Bom, como fica claro no decorrer do texto, todas essas virtudes se complementam, são sinônimos umas das outras e, se passarmos a prestar um pouquinho mais de atenção e as praticarmos diariamente, em todas as situações de nossas vidas, conseguiremos viver com mais civilidade e melhor.


sábado, 14 de novembro de 2009

O Valor da Persistência

“A persistência é o caminho do êxito” – Charles Chaplin

O ato de persistir é uma das condições da vitória. Muitas vezes, a vida mede a nossa fé opondo-nos a resistência. Os obstáculos fazem parte da nossa caminhada e render-se a eles demonstra fraqueza.
Não há na história da humanidade, um grande homem sequer que não tenha tido uma fé inquebrantável. Somente por meio da persistência e do bom ânimo conseguimos tornar realidade nossos mais ousados sonhos.

Quando se tem certeza interior de que estamos no caminho certo, nada, nem ninguém, pode ser mais forte que nós mesmos. Possuímos uma força poderosa, capaz de perseverar e conseguir tudo, bastando acreditar firmemente que, mesmo difícil, jamais será impossível. Alias, “o impossível é o possível que nunca foi tentado”.

Chega quem caminha. Então caminhe com determinação, jamais duvidando da sua capacidade de vencer. Você pode se acreditar que pode. Todos nós, quando bem intencionados, somos merecedores de uma vida nova. E, para tanto, necessário se faz uma ação contínua e persistente no sentido de tornar nossa vida mais próspera e feliz.

Sem esforço não existe vitória.
Persista hoje e sempre.
Persista mais e muito.
E lembre-se. “Um mundo melhor começa em você”.
Recebi a mensagem por email, não sei se todo o texto é de Charlie Chaplin ou somente a primeira frase. Se alguém souber, me informe para que eu possa dar os devidos créditos.
Obrigada.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Torcida por você

Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você.
Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai.
Estavam torcendo para você nascer perfeito.
Daí continuaram torcendo.
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra , pelo primeiro passo.
O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida.
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel.
Torcia o nariz para o quiabo e a escarola.
Mas torcia por hambúrguer e refrigerante.
Começou a torcer até para um time.
Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo paravocê ser uma pessoa bacana.
Seus amigos torciam para você usar brinco, cabular aula, falar palavrão.
Eles também estavam torcendo para você ser bacana.
Nessas horas, você só torcia para não ter nascido.
E por não saber pelo que você torcia, torcia torcido.
Torceu para seus irmãos se ferrarem, torceu para o mundo explodir.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amasso.
Depois começou a torcer pela sua liberdade.
Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua.
Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa.
Passou a torcer o nariz para as roupas da sua irmã, para as ideias dos professores e para qualquer opinião dos seus pais.
Todo mundo queria era torcer o seu pescoço.
Foi quando até você começou a torcer pelo seu futuro.
Torceu para ser médico, músico, advogado.
Na dúvida, torceu para ser físico nuclear ou jogador de futebol.
Seus pais torciam para passar logo essa fase.
No dia do vestibular, uma grande torcida se formou.
Pais, avós, vizinhos, namoradas e todos os santos torceram por você.
Na faculdade, então, era torcida pra todo lado.
Para a direita, esquerda, contra a corrupção, a fome na Albânia e o preço da coxinha na cantina.
E, de torcida em torcida, um dia teve um torcicolo de tanto olhar para ela.
Primeiro, torceu para ela não ter outro.
Torceu para ela não te achar muito baixo, muito alto, muito gordo, muito magro.
Descobriu que ela torcia igual a você.
E de repente vocês estavam torcendo para não acordar desse sonho.
Torceram para ganhar a geladeira, o microondas e a grana para a viagem de lua-de-mel.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida.
Porque, mesmo antes do seu filho nascer, já tinha muita gente torcendo por ele.
Mesmo com toda essa torcida, pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas muita gente ainda torce por você!
Se procurar bem você acaba encontrando.
Não a explicação (duvidosa), mas a poesia (inexplicável) da vida.
Carlos Drummond de Andrade
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Como andei estudando um monte nos últimos dias, ando meio sem inspiração para textos da área... por isso essas belas mensagens que normalmente recebo via email e compartilho com todos.
Acredito que nos próximos dias eu consiga me organizar melhor e a área de Secretariado Executibo volte a reinar por aqui! =]

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Charme Chulo na Fnac


Foi na capital paranaense que nasceu o Charme Chulo.
O grupo, criado pelos primos Igor Filus e Leandro Delmonico, surpreendeu a cena musical curitibana com seu rock caipira apresentado pela primeira vez no EP "Você sabe muito bem onde eu estou" (2004).

Os críticos definiram o trabalho como uma mescla de rock oitentista e música caipira de raiz.
Essa mistura aparentemente inusitada contava com letras particulares, que passeavam entre o melancólico, o irônico e o regional.
As apresentações ao vivo foram fundamentais para o reconhecimento da banda que, mesmo com pouco tempo de estrada, já apresentava ao público um show vigoroso, com direito a camisa xadrez, viola caipira, guitarra, "cozinha" pós-punk e um vocalista de personalidade.
O primeiro disco do Charme Chulo, homônimo, foi lançado em abril de 2007 pelo selo paulista Volume Um.

O trabalho contém duas regravações do EP (“Polaca azeda” e “Piada cruel”), mais dez faixas que resumem bem a trajetória da banda até então, destaque para “Mazzaropi incriminado”, “Barretos” e “Não deixa a vida te levar”.

A produção do CD foi uma parceria entre a banda e o músico Eduardo “Xuxu”, ex-vocalista da banda catarinense Pipodélica.
O disco, que agradou de imediato o público e a mídia, recebeu inúmeras críticas positivas pelo país.
A banda teve destaque em veículos como Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio Brasiliense, Gazeta Mercantil, Revista Veja e Revista Bizz.

Sites especializados em música independente como Trama Virtual, Senhor F e Scream & Yell também apostaram na banda, que foi eleita pelos leitores do blog do jornalista Lúcio Ribeiro como uma das cinco bandas mais excitantes do rock nacional.
Na TV vale lembrar a veiculação dos clipes “Mazzaropi incriminado” e “Piada cruel” na programação da MTV e aparições nos programas Jornal da MTV, TramaVirtual Multishow, Radar (RBS) e Revista RPC.

No final de 2007 a banda registrou seis faixas ao vivo no projeto local “A grande garagem que grava”, incluindo as inéditas “De hoje não passa” e “Até dizer chega”.
O CD saiu em uma tiragem especial e algumas canções foram disponibilizadas na Internet.

O ano de 2008 reservou, além dos shows, a concepção do segundo disco oficial da banda, que promete firmar ainda mais o som diferenciado do quarteto.

E hoje, na FNAC do Park Shopping Barigui, a partir das 19:30, acontecerá um pocket show para o lançamento do CD "Nova Onda Caipira” .


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Coisas que a vida ensina depois dos 40

Amor não se implora, não se pede, não se espera... Amor se vive, ou não.

Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.

Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.

As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.

Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.

Água é um santo remédio.

Deus inventou o choro para o homem não explodir.

Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.

Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.

A criatividade caminha junto com a falta de grana.

Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.

Amigos de verdade nunca te abandonam.

O carinho é a melhor arma contra o ódio.

As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.

Há poesia em toda a criação divina.

Deus é o maior poeta de todos os tempos.

A música é a sobremesa da vida.

Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.

Filhos são presentes raros.

De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.

Obrigado, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.

O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças... Não há vida decente sem amor!

E é certo, quem ama, é muito amado. E vive a vida mais alegremente...

© Artur da Távola

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Hoje é o Dia dos Professores

Bom Dia Pessoal...
Hoje é Dia dos Professores e nada mais justo do que falar um pouco sobre nossos amados professores, principalmente porque a docência foi uma das áreas que escolhi para a minha vida também.
Foi através de grandes professores que tive e ainda tenho em minha vida que cresci profissional e também pessoalmente. E ser professor é uma coisa MARAVILHOSA.
Passar um pouco do que sabemos para quem tem interesse em aprender é muito gratificante... é imensamente satisfatório.
É chegar em casa depois de uma noite de aula e pensar: foi uma grande noite, ensinei, aprendi, compartilhei.... estou feliz, realizada. E é assim que me sinto sempre que dou aula.
Parabéns a todos os professores e professoras que conheço e também aos que não conheço. Um parabéns especial para a Fernanda, a Diana e a Karim... professoras e agora colegas que estão me ajudando muito.

Abaixo falo um pouco sobre como surgiu o dia dos professores:


Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.

No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil.
Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”.
Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados.
A ideia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.

Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.

Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”.
O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período.
Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.

O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a ideia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.

A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.
O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

Fontes:

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Piquenique das Tartarugas

Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique.

As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram 7 anos preparando-se para o passeio.

Passados 6 meses, após acharem o lugar ideal, ao desembalarem a cesta de piquenique descobriram que estavam sem sal.

Então, designaram a tartaruga mais nova para voltar à casa e pegar o sal, por ser a mais rápida.
A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou.

Concordou em ir, mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse.

Três anos se passaram...seis anos...e a pequenina não tinha retornado.

Ao sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha já não suportando mais a fome, decidiu desembalar um sanduíche.

Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:

-Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal!

Na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma.

Desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas. Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de escrever nossa própria história.

Como disse Mário Quintana:

'O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.'

Viva sua vida e deixe de se preocupar com a opinião e o interesse dos outros por você.

'O sucesso parece estar ligado à ação. Pessoas bem-sucedidas mantêm-se ativas. Elas cometem erros, mas não desistem.'

(Texto extraído da Revista Crescimento Pessoal e Motivação)


Depois de vários dias ausente, cá estou novamente.
Tem várias coisas acontecendo... aulas, trabalho, doença, viagem da mãe... entre outras coisas que preciso não comentar aqui, pelo menos não por enquanto. Estou um tanto quanto carente, cansada, precisando recuperar as forças... talvez uma viagem, acho que a praia me faria muito bem... vamos ver!
Espero que o texto acima agrade... ele é muito real, às vezes nos preocupamos tanto com os outros, com o que os outros vão pensar, sempre os outros... e esquecemos até de viver por isso.
Desejo a todos que consigam viver suas vidas de verdade... SUAS VIDAS...


beijos pessoal... e comentem que eu estou precisando.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dia do Profissional de Secretariado

Amanhã, 30 de Setembro é o dia dedicado ao Profissional de Secretariado e eu, como Secretária Executiva e que ama a profissão que escolheu, deixo aqui uma mensagem que retirei do site Mensagens e Poemas.





Parabéns à todas as Secretárias e Secretárias Executivas pelo nosso dia!!!!!



Sabemos que você é uma pessoa autêntica,

com muito trabalho,

mas ouça um momento.

Você já parou para analisar o seu papel nesse local?

Sem você nada caminha,

o seu chefe fica sem ponto de partida,

as viagens não ocorrem conforme o previsto,

os clientes se atropelam, e ninguém se entende.

Você é a peça que não pode faltar nesse quebra-cabeça.

Nada pode ser feito sem você.

As importâncias do dia,

o fechamento de contratos benéficos, a redação,

o bom atendimento, a boa relação com as pessoas,

a delicadeza, tudo isso são adereços

que só você tem, e por você ter tanto para dar,

e dá o melhor é que esse lugar foi feito para você.

Neste local de trabalho,

a prioridade do dia é você,

a sempre competente Secretária.

Parabéns pelo seu dia!