quinta-feira, 11 de março de 2010
O Tempo Passou e me Formei em Solidão
quinta-feira, 4 de março de 2010
Curitiba para os Amigos
Adorei. Deleitem-se:
Tenho por princípio rejeitar todas as teorias sobre o estranho modo de vida dos curitibanos. Não passam de teses preconceituosas, sem base antropológica e empiricamente não comprováveis. Basta, por exemplo, nos reservar 15 minutos de atenção para destruir a crença de que não damos trela a estranhos. Quanto ao constante rabo de olho durante a conversa deixe quieto: trata-se de um inofensivo reflexo condicionado herdado dos antepassados ou resultado de algum vento que bateu nas costas.
Indignado com a facilidade com que os forasteiros nos chamam de desconfiados e fechados, cheguei a convocar uma amiga, amabilíssima, a iniciar uma cruzada pela redenção moral da gente daqui. Fundaremos uma confraria. Ela, sorridente, falante, sempre de portas abertas, dona de uma voz maviosa um verdadeiro canto da gralha-azul será o símbolo da nossa civilidade. Graças ao nosso grupo, há de vingar em todo o território nacional a expressão simpático como um curitibano.
Tenho cá para mim que o sotaque é o culpado de nos acharem pouco dados. Nossa fala, que dó, não tem a doçura mineira, a brejeirice paulista, a fluência carioca, o encanto pernambucano. Nossos mês ditos com ênfase operístico podem desafinar e ter o efeito de um pé de ouvido. Mesmo assim, há dicções autóctones agradabilíssimas, como a da jornalista Valéria Prochmann e do livreiro Aramis Chaim. Adoro ouvi-los falar.
E bom carnaval, seja lá o que isso for.
terça-feira, 2 de março de 2010
O que está acontecendo com a nossa Educação?
Aqui, comento sobre dois textos de duas edições da Veja. De 03/02, Educação de Quarto Mundo, Lya Luft e de 10/02, Prestígio Zero, Marcelo Bortoloti.
Segundo o Relatório “Educação para Todos”, da Unesco, estamos na 88.ª posição no ranking de desenvolvimento educacional, atrás do Paraguai, Equador e Bolívia. Nosso índice de repetência é altíssimo. Em paralelo, vemos que os bons alunos não querem ser professores, não querem seguir o magistério... E agora?
Apenas 2% dos estudantes brasileiros pretendem seguir o magistério, e destes, 30% está entre os alunos com as piores notas da escola. Estes dados são de uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas e nos deixam assustados. Sem bons professores, sem professores realmente interessados e verdadeiros amantes da profissão, como sairmos dessa 88.ª posição?
Que a realidade da educação no Brasil é preocupante nós já sabemos. O que nós precisamos, é fazer algo para mudar essa situação.
Primeiro, devemos dar atenção àqueles que desejam ser professores, com ações que mostrem que ser professor no Brasil é uma coisa boa, por mais que isso pareça piada. E, além disso, dar à estes futuros profissionais, condições de uma boa formação, salários justos e dignos, programas de incentivo, onde o professor é reconhecido por seu talento e capacidade intelectual, para que se tornem profissionais de qualidade.
Depois, devemos nos preocupar com a formação de nossas crianças, pois, por mais clichê que pareça, elas são os futuros eleitores que decidirão o que será do nosso país.
Mas ai vêm a pergunta: Quanto do orçamento nacional é investido em educação? Isso reflete o que muitos de nós já sabemos, o medo que nossos governantes têm de um povo consciente, estudado, politizado. Melhor manter as coisas como estão, caso contrário, como continuarão no poder?
Fica aqui o alerta e a reflexão para nossa triste realidade. Precisamos incutir em nossos jovens o desejo e o amor pela docência, para que eles possam educar adequadamente nossas crianças e assim, quem sabe, podermos melhorar a nossa posição nas próximas pesquisas.
Andréa Melissa Grigowski
Professora Universitária
segunda-feira, 1 de março de 2010
Um Olhar do Paraíso
Sim, sim, eu sei, estou super sumida daqui, mas tenho uma boa desculpa, eu juro, hehe!
É pura falta de tempo. Para quem ainda não sabe, participei e passei no processo seletivo da Unibrasil e agora, finalmente, sou professora universitária. Mas a vida de professora universitária não é fácil não... grande correria.... elaborar aulas, estudar, ler trabalhos, fora o meu outro emprego, a família e o namorado, claro, hehe.... Mas não estou reclamando, de maneira alguma. Eu estou amando muito tudo isso.
Vamos ver se consigo voltar à ativa com o blog e pra começar, comento o filme que assisti ontem: Um Olhar do Paraíso.
Eu gostei muito do filme, apesar de ter lido alguns comentários negativos sobre o mesmo.
Conta a história de Susie Salmon, uma menina de 14 anos que é assassinada por seu vizinho. A maneira como ela fica entre o céu e a Terra, vendo o sofrimento de sua família e o deleite de seu assassino que passa despercebido por todos é terrivelmente angustiante.
As descobertas que ela faz e as peças que começam a se encaixar para o seu pai e irmã, fazem com que o seu vizinho, aparentemente inofensivo, torne-se o principal suspeito da família. Porém, sem provas, nada pode ser feito.
Mas assim como em nossas vidas, o destino se encarrega de ajeitar as coisas... é um filme triste, porém forte e com uma boa lição.
Recomendo.
Abaixo segue um editoral, retirado de http://www.guiadasemana.com.br/:
Aos 14 anos, a jovem Susan Salmon (Saoirse Ronan) tem o grande sonho de beijar um garoto por
quem está apaixonada. Seu desejo, no entanto, é frustrado quando seu vizinho George (Stanley Tucci) a convida para entrar em um retiro que ele construiu em sua casa. O convite é apenas uma desculpa para que ele possa arrastá-la para dentro de sua residência, estuprá-la e matá-la brutalmente.
Com o desaparecimento da filha, Jack (Mark Wahlberg) e Abigail (Rachel Weisz) demoram a acreditar que possa ter acontecido algo de mais grave. Porém, logo a polícia encontra um pedaço do braço da menina, o que indica que há poucas chances dela estar viva. Enquanto a família sofre com a notícia, Susan acompanha todas as mudanças desencadeadas com a sua morte, e não terá paz enquanto o crime não for solucionado.
Um Olhar do Paraíso é dirigido por Peter Jackson, famoso pelas superproduções King Kong e a trilogia Senhor dos Anéis, e é adaptado do livro de Alice Sebold. Apesar de bastante criticado, o longa foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, para Stanley Tucci. Mark Wahlberg foi chamado para atuar como o pai de Susan dias antes do início das filmagens. O ator escolhido para o papel havia sido Hugh Jackman, que não aceitou o convite. Ryan Gosling, que foi selecionado depois, desistiu do papel pouco antes do início da produção.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Alzheimer
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
O Clube do Filme
No ano passado, a Veja publicou uma matéria sobre o mesmo e aquele texto despertou a minha curiosidade.
Como poderia um pai dizer para o filho: “pode sair da escola”, e educá-lo em casa, através de filmes?
Parecia uma ideia fantástica, desafiadora, busquei o livro entre amigos e conhecidos, amantes da leitura, mas ninguém o tinha.
Acabou que, devido a vários motivos, este livro caiu no esquecimento (da minha pessoa), até que, no começo deste ano, em uma visita a Livrarias Curitiba, o vejo lá, me chamando. Não resisti e comprei (O preço estava bom, claro. A leitura, infelizmente, ainda é um prazer um tanto quanto caro).
Na ocasião, eu estava lendo Eclipse, mas já estava terminando e, no mesmo dia da compra, comecei a lê-lo.
Sabe quando vamos com muita sede ao pote? Com uma grande expectativa sobre a história? Então, foi assim que aconteceu, me joguei no livro, e preciso confessar que me decepcionei num primeiro momento.
Mas ok, já tinha passado por isso com outros livros, então vamos em frente...
E não é que o livro melhora? Desperta a atenção.
É curiosa a luta daquele pai para participar da vida do filho de fato, não esquecendo nunca de que tinha que educá-lo, já que ele não ia à escola.
O medo de estar fazendo as coisas erradas, a imaginação que corre solta a respeito do futuro do filho.... tudo isso faz deste, um bom livro. Além, é claro, dos comentários sobre os filmes assistidos por eles, que é um capítulo a parte de tão interessante. Dá vontade de sair correndo à locadora para ver os referidos filmes e descobrir se eles nos passarão as mesmas sensações, se despertarão os mesmos sentimentos.
E é por isso que eu indico este livro:
A todos que ficaram curiosos, segue uma sinopse do livro e também algumas críticas publicadas no site da editora: http://www.intrinseca.com.br/:
Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro contado e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. O autor, diante da falência, da desorientação e da infelicidade do filho-problema, faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos por ele, o pai.
A aposta diferente resultou no Clube do Filme. Semana a semana, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa da Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de "melhores filmes de todos os tempos") a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do coreano Wong KarWay).
David Gilmour, crítico de cinema e escritor premiado, oferece uma percepção singular sobre filmes, roteiros, diretores e atores inesquecíveis ao relatar essa vivência com olho clínico e muita sinceridade. E emociona ao mostrar aos leitores a descoberta da vida adulta pelos olhos de um jovem e os dilemas da adolescência administrados por um pai muito presente.
Críticas:
The New York Times
“É um relato sincero sobre como é difícil crescer, como é difícil ver alguém crescer, e como no meio da raiva e da desordem de uma família não há nada tão bem-vindo quanto um filme.”
Publishers Weekly
“Gilmour lida habilmente com a nostalgia não só do cinema, mas também dos pais, que assistem ao crescimento de seus filhos e ao desenvolvimento de vidas independentes.”
Newsweek
“O que surge para o leitor é um belo retrato de pais e filhos, sem retoque — com imperfeições, parcial, repleto de mágoa e afeição.”
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Para Reflexão
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Considerações Gerais sobre um Novo Paradigma de Educação
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O Ano de Pensar
Espero que gostem e que valha a reflexão.
Abraços a todos!!!!
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Todos os anos fazemos aquela "proposta" para o ano que se inicia. Emagrecer, guardar dinheiro, ser melhor nisso ou naquilo, e, fatalmente, já no primeiro mês do novo ano, estes projetos são engavetados e esquecidos.
A sugestão de Lya Luft para 2010, é que este ano seja O Ano de Pensar. Mas, e o que fazemos com a preguiça de pensar? Pensar dá trabalho é o que muitos dizem; já preciso pensar enquanto estou trabalhando, etc., mas pensar, como diz o texto, "é um direito, e deveria ser um prazer".
Ok, vamos pensar, mas pensar em que?
Vamos pensar na nossa vida e no que estamos fazendo dela, vamos pensar nos que estão próximos a nós, e também nos que não estão tão próximos assim; vamos pensar no mundo e no que estamos fazendo por ele... são tantas as coisas nas quais podemos pensar.
O texto sugere que pensemos para sermos uma pessoa mais decente; para que amemos mais e melhor; para que votemos com mais lucidez (e sendo ano eleitoral, este pensar é de extrema importância).
Bom, fica aqui o meu reforço à proposta de Lya Luft, façamos deste ano, o ano de pensar, mas pensar para melhor e acreditar que isto é possível. Basta que cada um saia um pouco da sua zona de conforto, e contribua, fazendo com que deste pensar, saiam ações concretas, começando pela sua própria vida e depois, para um mundo melhor para todos nós.
Andréa Melissa Grigowski
12/01/2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Dos Amores Prováveis
Aos domingos ele saia de casa para andar a esmo pela cidade. A semana era tão barra pesada no seu trabalho que eram raros os sábados com disposição para caminhadas. Sábado era dia para lavar a alma nos livros, nos filmes e no Jazz, seus benditos vícios.
Tiago Inforzato
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
As Doenças e suas Causas Emocionais
Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana.
DOENÇAS/CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
"Gente Fina"
Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões, quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados:
sabe transgredir, sem agredir.
Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana.
Te ajuda, mas, permite que você cresça sozinho.
Gente fina, diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.
Gente fina, se sente confortável em qualquer ambiente:
num boteco de beira de estrada,
e num castelo no interior da Escócia.
Gente fina não julga ninguém - tem opinião, apenas.
"Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera". O que mais se pode querer?
Gente fina, não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e,
como o próprio nome diz, não engrossa.
Não veio ao mundo, pra colocar areia, no projeto dos outros.
Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.
Gente fina, é que tinha que virar tendência.
Porque, colocando na balança, é quem faz toda a diferença.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Levantamento/Balanço de 2009 e Proposições para 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Receita de ano novo
Carlos Drummond de Andrade
Desejo a todos que me visitam, que tenham um ano abençoado... que 2010 seja repleto de grandes conquistas e realizações.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Cirque Du Soleil - Quidam
Na semana passada eu tive o privilégio de ir ao Cirque du Soleil.
O espetáculo mais incrível que já vi na vida... valeu cada centavo.
Beleza, leveza, agilidade, versatilidade, perfeição e todos os outros adjetivos que vocês puderem imaginar que descrevam algo simplesmente maravilhoso. São 10 atos, duas horas de espetáculo, com um intervalo de meia hora.
Nessas duas horas eu viajei ao mundo da imaginação, me senti uma criança vidrada com um brinquedo novo... não consegui desviar o olhar uma vez sequer.
Recomendo a todos que puderem, que vão assistir... não sei até quando eles ficam na cidade, mas vão!
Abaixo algumas informações que tirei do site do cirque:
O Espetáculo
Quidam™ –terceira produção do repertório do Cirque du Soleil®, é reconhecida internacionalmente por sua intensa teatralidade aliada a números de impacto. Com direção de Franco Dragone e direção criativa de Gilles Ste-Croix, traz uma combinação única de performances acrobáticas, domínio técnico, figurinos e cenários extravagantes.
Num processo criativo de cooperação, os diretores e a figurinista Dominique Lemieux procuraram explorar os diferentes mundos da vida cotidiana, atribuindo aos personagens características e figurinos que refletem a personalidade dos próprios artistas.
Já a trilha sonora, assinada por Benoit Jutras, traz músicos tocando ao vivo e revezando-se em vários instrumentos, desde violinos até guitarras. Os vocais variam entre a fragilidade de uma voz infantil com uma poderosa voz masculina, para criar uma atmosfera intensa e sensível.
A grandiosidade do espetáculo também pode ser traduzida em números: desde que estreou no Canadá, em 1996, já foi visto por mais de 9 milhões de espectadores em 20 países. No palco, 51 artistas de 15 nacionalidades entre acrobatas, ginastas, palhaços, atores, músicos, cantores, dançarinos e demais artistas circenses revezam-se. A montagem utiliza mais de 250 figurinos, 200 pares de sapato e 500 objetos de cena, além de arrojadas plataformas invertidas suspensas, que trazem os artistas à cena.
Aqui deixo um vídeo que encontrei no youtube... não são os mesmos artistas, pois é uma apresentação antiga, mas é uma parte do mesmo belo, lindo, fantástico espetáculo:
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Abraçando a Imperfeição
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
A Minha Própria Vida
domingo, 22 de novembro de 2009
Pequeno Manual da Civilidade
O primeiro deles é sobre uma matéria que saiu na Revista Veja de 04 de novembro de 2009 e que tinha como título "Pequeno Manual da Civilidade".
Após a leitura, registrem a sua opinião, sugiram melhoras... obrigada
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A Revista Veja de 04 de novembro publicou um texto falando sobre o “Pequeno Manual da Civilidade” e eu gostaria de comentar, pois achei interessantíssimo.
São atitudes diárias e tão simples, que caem no desuso facilmente, pois achamos que, se fulano e ciclano não fazem, porque eu preciso fazer?
Então o assunto é civilidade e diz respeito a todos nós. O texto dividiu a civilidade em 10 itens:
01 – Honradez: ter honra é ter fidelidade aos próprios princípios ou ao próprio eu. Como diz o texto, é “ter vergonha na cara”. Ser honrado é ter integridade moral e escrúpulos e, hoje em dia, é tão fácil ver situações em que a honra é totalmente esquecida. Ter honra é dar exemplo, é ser exemplo. Pensemos em todas as situações que passamos em nossa vida e reflitamos se agimos, ou não, com honra.
02 – Integridade: ter integridade é ter a qualidade do que é inteiro, completo, é ser alguém que não tem duas palavras, duas lealdades. É ser honesto, incorruptível. Como está no texto, ser íntegro é não “deixar o carro aqui só um minutinho”, não dizer que vai atender “só esta chamada” no meio da refeição compartilhada. Quantas vezes você já não passou por situações em que disse, eu vou deixar o meu carro aqui, estacionado na vaga para idosos ou deficientes, mas é que eu só vou pegar o pão no mercado, é rapidinho.
03 – Boas Maneiras: cortesia, uma palavra tão simpática e tão pouco utilizada. Ser cortez, ter boas maneiras caiu tanto em desuso que chega a assustar. Qual é a dificuldade de você chegar no ponto do ônibus onde você está todas as manhãs e encontra sempre as mesmas pessoas e dizer um “bom dia”? Ou então no elevador, ou nos corredores da empresa? Parece que dizer “bom dia”, “boa tarde” vai tirar um pedaço de si, então você se cala, por vezes até abaixa a cabeça. Dar lugar para um idoso ou uma gestante? De jeito nenhum, eu trabalhei o dia inteiro, estou cansado. Além destas situações e palavras temos: um muito obrigada, um com licença, por favor. Para refletirmos, ficam alguns sinônimos de boas maneiras: cortesia, maneiras delicadas, urbanidade, civilidade, polidez, afabilidade.
04 – Tolerância: segundo o texto, a tolerância é o campo da civilidade que mais exige autoaprendizagem. É a aceitação das diferenças, que começam com um simples time de futebol diferente do seu, mas que podem entrar no âmbito da religião, raça, comportamento sexual e ai é que a situação se complica. Na vida social, a tolerância é a virtude mais útil. Dentro desta tolerância podemos falar também sobre respeito. Ser tolerante é ter respeito ao seu próximo, mesmo que ele seja diferente, tenha gostos, modos de pensar, agir e sentir diferentes dos nossos.
05 – Autocontrole: o autocontrole nada mais do que o domínio dos seus próprios impulsos e emoções. Acessos de raiva, stress, descontrole emocional, sentimento de vingança, todas essas situações podem te levar a cometer algum ato de violência, física ou verbal. O texto cita exemplos de trânsito: levar uma fechada, ouvir uma buzinada milésimos de segundo depois que o sinal abre. Todas essas situações nos levam a testar nosso autocontrole. E, ainda segundo o texto, a única maneira de adquirir autocontrole é tomarmos a decisão, de maneira íntima e compromissada, de não agir com violência diante de uma situação de stress.
06 – Civilidade: saber viver em sociedade, bons modos à mesa e em todas as situações da vida e, principalmente, respeito entre as pessoas, respeito ao próximo, é disso que fala a civilidade. Ela é a observação das conveniências, das boas maneiras em sociedade; cortesia, urbanidade, polidez. O texto propõe uma pergunta simples para aplicarmos o conceito de civilidade em diferentes situações de nossa vida cotidiana: o que posso fazer pelo outro para que a vida de todos seja suportável? Fica ai a reflexão.
07 – Honestidade: ser honesto é ter decoro, decência, probidade. É não fazer qualquer coisa para se dar bem na vida. A desonestidade é muitas vezes entendida como a trapaça, o passar a perna em alguém para se conseguir o que quer. E quem nunca fez algo pequeno, porém desonesto e disse, “ah, mas é só nessa prova que eu vou colar, mas é porque não deu tempo de estudar”. E aquele filme que você baixou da internet, e aquela música, ou aquele livro? São coisas simples e que todo mundo faz. Que mal tem em eu fazer também? Comportamentos como esses são desonestos. E é por estes e outros comportamentos que os brasileiros são considerados desonestos, e que o termo “o famoso jeitinho brasileiro” é considerado desonestidade.
08 – Contenção verbal: será que nós podemos falar o que quisermos, sem nos preocuparmos com as consequências de nossas palavras? Eu acho que não. Devemos, como diz o texto, obedecer ao mecanismo de freios sociais pelo qual as opiniões próprias são atenuadas de forma a não ofender os sentimentos alheios. Isso acontece muitas vezes quando falamos sem pensar. Alegamos que estamos nos expressando e que precisamos disso, mas ter má-educação e não levar em conta as consequências de nossas palavras é fortalecer a desagregação social.
09 – Pedir desculpas: quando foi a última vez que você pediu desculpas a alguém sinceramente? Sim, sinceramente, aquelas desculpas cuja intenção é menos aliviar a sua consciência e mais dar uma satisfação moral a quem você ofendeu. Lembre-se sempre: não adianta só pedir desculpas da boca pra fora, o que vale é demonstrar que você está ciente de que fez algo errado e que realmente se arrependeu de ter magoado a outra pessoa. Pedir desculpas é ter respeito ao sentimento do outro.
10 – Decoro: ter decoro é ter decência, respeito próprio, dignidade e conveniência. Ser decoroso é falar adequadamente, é dizer o que tem que ser dito sem adular ou ferir o outro, é não ser exibicionista ou apelativo. O exemplo citado pelo texto é ótimo, pois é da personagem Lady Kate, interpretada por Katiuscia Canoro. Ela esbanja o dinheiro de um certo senador, sendo exibida, decotada e exagerada, além de usar o bordão que está na boca de todos: “tô pagando”. E nossa vida, devemos perseguir nossos objetivos, porém devemos ter certeza de que somos justos com os outros.
Bom, como fica claro no decorrer do texto, todas essas virtudes se complementam, são sinônimos umas das outras e, se passarmos a prestar um pouquinho mais de atenção e as praticarmos diariamente, em todas as situações de nossas vidas, conseguiremos viver com mais civilidade e melhor.
sábado, 14 de novembro de 2009
O Valor da Persistência
O ato de persistir é uma das condições da vitória. Muitas vezes, a vida mede a nossa fé opondo-nos a resistência. Os obstáculos fazem parte da nossa caminhada e render-se a eles demonstra fraqueza.
Não há na história da humanidade, um grande homem sequer que não tenha tido uma fé inquebrantável. Somente por meio da persistência e do bom ânimo conseguimos tornar realidade nossos mais ousados sonhos.
Quando se tem certeza interior de que estamos no caminho certo, nada, nem ninguém, pode ser mais forte que nós mesmos. Possuímos uma força poderosa, capaz de perseverar e conseguir tudo, bastando acreditar firmemente que, mesmo difícil, jamais será impossível. Alias, “o impossível é o possível que nunca foi tentado”.
Chega quem caminha. Então caminhe com determinação, jamais duvidando da sua capacidade de vencer. Você pode se acreditar que pode. Todos nós, quando bem intencionados, somos merecedores de uma vida nova. E, para tanto, necessário se faz uma ação contínua e persistente no sentido de tornar nossa vida mais próspera e feliz.
Sem esforço não existe vitória.
Persista hoje e sempre.
Persista mais e muito.
E lembre-se. “Um mundo melhor começa em você”.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Torcida por você
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Charme Chulo na Fnac
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Coisas que a vida ensina depois dos 40
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.
Obrigado, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.
O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças... Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado. E vive a vida mais alegremente...
© Artur da Távola
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Hoje é o Dia dos Professores
Abaixo falo um pouco sobre como surgiu o dia dos professores:
Você sabe como surgiu o Dia do Professor?
O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”.
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a ideia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963.
Fontes:
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Piquenique das Tartarugas
As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram 7 anos preparando-se para o passeio.
Passados 6 meses, após acharem o lugar ideal, ao desembalarem a cesta de piquenique descobriram que estavam sem sal.
Então, designaram a tartaruga mais nova para voltar à casa e pegar o sal, por ser a mais rápida.
A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou.
Concordou em ir, mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse.
Três anos se passaram...seis anos...e a pequenina não tinha retornado.
Ao sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha já não suportando mais a fome, decidiu desembalar um sanduíche.
Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou:
-Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal!
Na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma.
Desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas. Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de escrever nossa própria história.
Como disse Mário Quintana:
'O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso.'
Viva sua vida e deixe de se preocupar com a opinião e o interesse dos outros por você.
'O sucesso parece estar ligado à ação. Pessoas bem-sucedidas mantêm-se ativas. Elas cometem erros, mas não desistem.'
(Texto extraído da Revista Crescimento Pessoal e Motivação)
Depois de vários dias ausente, cá estou novamente.
Tem várias coisas acontecendo... aulas, trabalho, doença, viagem da mãe... entre outras coisas que preciso não comentar aqui, pelo menos não por enquanto. Estou um tanto quanto carente, cansada, precisando recuperar as forças... talvez uma viagem, acho que a praia me faria muito bem... vamos ver!
Espero que o texto acima agrade... ele é muito real, às vezes nos preocupamos tanto com os outros, com o que os outros vão pensar, sempre os outros... e esquecemos até de viver por isso.
Desejo a todos que consigam viver suas vidas de verdade... SUAS VIDAS...
beijos pessoal... e comentem que eu estou precisando.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Dia do Profissional de Secretariado
Parabéns à todas as Secretárias e Secretárias Executivas pelo nosso dia!!!!!
Sabemos que você é uma pessoa autêntica,
com muito trabalho,
mas ouça um momento.
Você já parou para analisar o seu papel nesse local?
Sem você nada caminha,
o seu chefe fica sem ponto de partida,
as viagens não ocorrem conforme o previsto,
os clientes se atropelam, e ninguém se entende.
Você é a peça que não pode faltar nesse quebra-cabeça.
Nada pode ser feito sem você.
As importâncias do dia,
o fechamento de contratos benéficos, a redação,
o bom atendimento, a boa relação com as pessoas,
a delicadeza, tudo isso são adereços
que só você tem, e por você ter tanto para dar,
e dá o melhor é que esse lugar foi feito para você.
Neste local de trabalho,
a prioridade do dia é você,
a sempre competente Secretária.
Parabéns pelo seu dia!






