sábado, 22 de maio de 2010

Ser Feliz

Pergunte às pessoas o que querem da vida, a resposta é simples... ser feliz.

Talvez seja essa expectativa. Querer ser feliz... que nos impede de sermos felizes.

Talvez quanto mais tentamos ficar em estado de alegria, mais confusos ficamos... até não nos reconhecermos mais.

Ao invés disso, continuamos sorrindo, tentando ser as pessoas felizes que queríamos ser.

Até que cai a ficha, sempre esteve lá... não em nossos sonhos e esperanças, mas no conhecido, o confortável, o familiar.

Grey's Anatomy - Sexta Temporada - Episódio 22

quarta-feira, 12 de maio de 2010

O Desafio de Encarar Novos Desafios

Bom Dia Pessoal,


Depois de vários dias sem tempo para postar, cá estou eu novamente.
Justifico minha ausência... e ela está totalmente relacionada com o texto abaixo.
Na semana que passou, recebi um novo desafio... daqueles que são ótimos, mas que exigem muito da gente.
Então fui pra casa, munida de toda documentação que dizia respeito a esse novo desafio, avaliei bem os prós e contras e também a questão TEMPO e decidi aceitar.
A partir dessa semana, minha vida teve que se readequar a novos horários e a novas pessoas... A primeira e segunda impressões foram boas.... sai satisfeita com o meu desempenho e espero que isso continue pelos próximos dias e meses também.

Então é isso... Você está pronto para encarar novos desafios em sua vida profissional?
Espero que sim, pois o retorno é a melhor recompensa.

beijos pra todos que passam por aqui!!!!

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O desafio de encarar novos desafios

Você está pronto para mudar?

 
Por Simão Vieira, www.administradores.com.br

Fazer mais uma aposta e ter a chance de ganhar um milhão ou voltar para casa contente com os dez mil que ganhou? No mercado de trabalho, algumas propostas de mudança, às vezes, soam tentadoras como a grande chance numa mesa de jogo: arriscar muito por muito mais. Trocar de setor, mudar de cidade, assumir novas responsabilidades, tendo que aprender muita coisa e se reinventar. Você está pronto para encarar novos desafios?
No jogo, quem comanda é a sorte. No mundo profissional, a posição dos dados quem decide é o profissional. Nem todo mundo vê com bons olhos as possibilidades de mudança, mas quem vê precisa colocar em mente uma coisa: antes de fazer a aposta, ter certeza de que pode ganhar. Daí em diante, é só trabalhar, e trabalhar muito. "É necessário que a pessoa compre o desafio, se comprometa com ele e seja persistente para conseguir alcançá-lo. Além disso, deverá criar um planejamento, uma estratégia, um processo para que consiga alcançá-lo, e depois agir e fazer as correções que forem necessárias no trajeto", afirma Adriana Néglia, consultora da Career Center, empresa especializada em gestão estratégica de carreiras e recursos humanos.

 
Quem vai e quem fica
 
De acordo com a consultora, para muitos profissionais, enfrentar o desafio já é a própria realização. Segundo ela, pessoas com esse perfil "fundamentam suas carreiras na percepção de que podem conquistar qualquer coisa. Para elas o sucesso é transpor obstáculos, vencer adversários e quando conquistam algo, correm atrás de outra coisa mais complexa".

Para quem tem uma postura mais conservadora com relação ao trabalho, encarar mudanças pode não ser muito positivo. "Isto não quer dizer que o profissional não se adapte, ele até poderá se adaptar, mas o tempo necessário para que isto ocorra será bem maior do que no caso de quem tem sede por mudanças", afirma Néglia.
 

Satisfação no trabalho
 
"Sem dúvida que é mais fácil fazermos o que gostamos e mais difícil gostarmos de tudo que fazemos. Mas onde está o trabalho/emprego que só tem atividades que gostamos?", questiona a consultora. Néglia levanta uma questão que, muitas vezes, pesa na hora de tomar uma decisão quanto a mudanças no âmbito profissional. Desenvolver métodos que permitam o melhor aproveitamento do dia no exercício de uma função é fundamental em qualquer lugar, seja na sala nova ou na antiga. "Cabe a nós encontrarmos uma forma mais leve de lidar com as atividades que não gostamos. Se possível, realizá-las logo no início do dia, quando estamos bem dispostos. Deixe as atividades que gosta para o meio e final do dia de trabalho e o conclua seu dia de forma bem mais prazerosa", aconselha Néglia.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Princípio do Vazio

Boa Tarde Pessoal,
Acabei de ler este texto no blog da Lígia Guerra... ela tem um blog no site da Gazeta do Povo também.
Sugiro que acompanhem.
Apreciem o texto e reflitam... beijos
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Tens o hábito de juntar objetos inúteis neste momento, crendo que um dia (não sabes quando) poderás precisar deles.
Tens o hábito de juntar dinheiro só para não o gastar, pois pensas que no futuro poderá fazer falta.
Tens o hábito de guardar roupa, brinquedos, sapatos, movéis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usas há bastante tempo.
Tens o hábito de guardar o que sentes, broncas, ressentimentos, tristezas, medos, pessoas, etc. …
E dentro de ti ?…Não faças isso! É anti-prosperidade.
É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem à tua vida.
É preciso eliminar o que é inútil em ti e na tua vida, para que a prosperidade venha.
É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que tu desejas.
Enquanto estiveres material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades.
Os bens precisam de circular…Limpa as gavetas, os armários, o teu quarto, a garagem.
Dá o que tu já não usas.
A atitude de guardar um montão de coisas inúteis amarra a tua vida.
Não são os objectos guardados que param a tua vida, mas o significado da atitude de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade de falta,de carência.
É acreditar que amanhã poderá faltar e tu não terás meios de prover às tuas necessidades.
Com essa postura, tu estás a enviar duas mensagens para o teu cérebro e para a tua vida:
1º… tu não confias no amanhã
2º… tu crês que o novo e o melhor NÃO são para ti, já que te alegras com guardar coisas velhas e inúteis.
Joseph Newton

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Filosofia do Dia

Boa Tarde Pessoal!
Recebi esta mensagem a pouco e resolvi compartilhá-la com vocês.
Desejo que tenham um ótimo final de semana.
Beijos!!!
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Um cientista vivia trancado em seu laboratório, procurando respostas para os problemas do mundo.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu sua sala, decidido a ajudá-lo. Impaciente, o cientista pediu que o filho fosse brincar em outro lugar, no entanto, sem sucesso.
Então, procurou algum objeto que pudesse entreter a curiosidade do menino, logo encontrando o mapa-múndi impresso na página de uma revista.
Recortou o mapa em vários pedaços, pegou um rolo de fita adesiva e entregou tudo ao filho, dizendo:
- Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo, todo quebrado, para consertar. Veja se consegue fazer tudo direitinho.
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Porém, algumas horas depois, ouviu a voz do filho:
- Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!
Incrédulo, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria uma mapa sem sentido. Mas, para sua surpresa, o mapa estava completo, com tudo em seus devidos lugares.
- Você não sabia como era o mundo, meu filho. Como conseguiu?
- Pai, eu não sabia como era o mundo, tentei consertar, mas não consegui. Mas, quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que, do outro lado, havia a figura de um homem.
Então lembrei disso, virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O Ciclo da Auto-Sabotagem

Na semana passada terminei de ler o livro: O Ciclo da Auto-Sabotagem – Por que Repetimos Atitudes que Destroem nossos Relacionamentos e nos fazem Sofrer, de Stanley Rosner e Patricia Hermes.

Ok, ok, lendo o título vocês automaticamente pensarão em relacionamentos afetivos, certo? Mas podem ficar tranquilos, o livro se refere a todo tipo de relacionamento e é muito interessante.

Pare para pensar, você nunca repetiu determinado comportamento? Ou então, você já parou e pensou: parece que eu já passei por isso antes... é, e provavelmente passou mesmo, pois temos por hábito repetir determinados comportamentos sem nem percebermos, eles já estão enraizados no nosso íntimo.


Abaixo, segue uma pequena sinopse que encontrei na internet:

Em O ciclo da auto-sabotagem, Stanley Rosner, Ph.D., alia-se à escritora Patricia Hermes para analisar a compulsão por repetição – a tendência de o ser humano reproduzir atitudes que o fazem sofrer. Por meio de histórias reais, o autor mostra como episódios traumáticos – como a separação dos pais na infância ou o término conturbado de um relacionamento – podem criar dilemas inconscientes que acabam nos fazendo agir contra nós mesmos. O resultado é um ciclo de auto-destruição que afeta as relações pessoais e profissionais. Os autores também explicam como reconhecer esses comportamentos e superá-los, em busca de novos caminhos.


Segue também um link da Revista Veja que tem um trecho do primeiro capítulo para vocês sentirem o gostinho de uma boa leitura:





sábado, 17 de abril de 2010

Se Não Agora, Quando?

Serei feliz quando juntar dinheiro
Der a volta ao mundo e mudar de emprego
Serei feliz quando estiver mais magro
E couber em qualquer roupa que estiver na moda
Serei feliz quando tiver respostas
Quando for famoso e me sentir seguro
Serei feliz quando ela for embora
Quando o meu país me parecer mais justo

Serei feliz quando a dor passar
Serei feliz em outro lugar
Serei feliz quando você ligar
A sorte é que tem sempre alguém pra me lembrar

Que agora é o futuro
Que eu andava esperando
Agora é o futuro
Se não agora, quando?

Serei feliz quando eu tiver dezoito
Sair de casa e comprar um carro
Serei feliz quando aos trinta e poucos
Comprar a minha casa e a vida for mais clara
Serei feliz quando um verso meu
Te fizer chorar e perder a fala
Serei feliz quando eu abrir a porta
E encontrar os meus problemas arrumando a mala

Serei feliz quando o sol nascer
Serei feliz quando Deus quiser
Serei feliz quando merecer
Mas escrevo pelos muros pra não me esquecer

Que agora é o futuro
Que eu andava esperando
Agora é o futuro
Se não agora, quando?

Música de Leoni
Visitem: http://www.leoni.com.br/

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Me Adora - Pitty

Composição: Pitty / Derrick Green / Andreas Kisser

Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”


Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nome


Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir


Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber


Perceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nome


Não importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nome


Será que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitir


Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Vestida para trabalhar

Estava pesquisando alguns sites sobre a nossa tão amada profissão e encontrei este texto que fala sobre como devemos nos vestir para trabalhar.
A autora do texto é Andréa Rabelo, Secretária Executiva - DRT/CE 684, Central Executiva de Secretariadodo Ceará - CESEC.
Espero que gostem:
Faça da moda uma aliada do seu marketing pessoal... Quando a profissão não exige uniforme, a hora de decidir o que usar para ir ao trabalho pode ser um tormento.
Várias questões vêm a cabeça: será que essa cor é muito chamativa, esse decote é muito grande, a calça ou a saia são muito justas, devo repetir esse casaco?
A forma como você se veste, a maquiagem e os acessórios que usa fazem parte do seu marketing pessoal.
Mesmo quem não trabalha em grandes empresas precisa tomar muito cuidado com o que vai vestir.
O ambiente faz a moda. Cada emprego ou ocasião pede um tipo de roupa. Para não se sentir deslocada no seu ambiente de trabalho, seja ele formal ou informal, confira as dicas abaixo.
Para empregos formais
As mulheres de profissões mais formais devem optar pela discrição. Seu visual precisa ser clean, sem extravagâncias. Blazers, saias (sempre na altura dos joelhos ou um pouco abaixo), calças clássicas, terninhos, vestidos tubo, tailleur e camisas neutras e pouco decotadas, são as roupas mais adequadas. Essas peças devem ser usadas em tons clássicos.
Malhas, casacos ou lenços amenizam a variação de temperatura em ambientes com ar condicionado.
Evite decotes provocantes, roupas justas, ou seja, nada que chame a atenção para seu corpo. A palavra sexy e trabalho não combinam.
Para não ser pega desprevenida sempre observe seus compromissos do dia e vista a roupa adequada para as atividades daquele dia.
Reuniões com novos clientes e chefes, happy hour para comemorar o aniversário de um colega, viagens, tudo tem uma roupa específica. Saia de casa prevendo estes acontecimentos. Uma opção ao tailleur tradicional é este modelo mais curto tipo jaquetinha. Para mudar a cara do tailleur preto coloque um cinto fininho ou médio.
No verão, abuse das cores claras e dos paletós sem forro. Preste atenção também no tipo de tecido. Evite aqueles que amassam com facilidade, como o linho. Prefira as roupas de microfibra que, além de não amassarem, evitam transpiração excessiva e estão preparadas para aguentar um longo batente. Evite também tecidos transparentes.
Dicas para "Casual Day"
Se você trabalha em um ambiente informal, onde jeans e malhas são permitidos, há mais liberdade de escolha. Mesmo assim é preciso tomar alguns cuidados para não cair na vulgaridade ou no desleixo e acabar se tornando o centro das atenções na empresa (por um ângulo negativo).
Os empregos informais também não permitem nada curto, justo ou decotado demais. Alguns cuidados com cores e estampas também são necessárias, para não ser taxada de "brega".
O jeans pode ser seu melhor amigo, mas não deixe as calças de tecido ou mesmo as mais coloridas de lado. Aproveite quando tiver uma reunião com o chefe, ou mesmo algo mais formal na empresa para produzir o “look” executiva. Mas cuidado para não ficar exatamente como uma e acabar se sentindo um peixe fora d'água.
Use as camisas de tecido como coringas. Você pode comprá-las das mais variadas cores e texturas, sem parecer que está repetindo a roupa. Se você precisa passar muitas horas sentada, opte pela malha que não vai prender sua circulação e nem incomodar. Mas esqueça o moletom, ele deve se restringir às academias de ginástica ou ao lar. Existem calças em malhas elaboradas como as de microfibra.
Casacos e jaquetas estão em alta. E como geralmente a temperatura varia muito, tenha um sempre à mão. Vestidos e tubinhos também são uma boa pedida e nunca saem de moda.
Acessórios e maquiagem
Os acessórios como jóias, sapatos, bolsas e até cabelos, maquiagem e unhas são importantes em qualquer ambiente, afinal estão em evidência. Para ambientes formais, bijuterias e jóias devem ser discretas. São aliados para dar charme a uma roupa. Pulseiras barulhentas, brincos grandes demais, vários anéis nos dedos, tudo polui muito o visual. Sapatos e bolsas precisam combinar com o estilo de roupa escolhido. Uma bolsa em tom neutro evita a troca diária.
Se você usa meias, lembre-se que meias de nylon rasgam com facilidade, então tenha sempre algumas de reserva na bolsa e na gaveta.
A maquiagem também é outra aliada. Quanto mais discreta melhor. Use-a para esconder cansaço ou ruguinhas de expressão. Uma boa nécessaire deve conter base, rímel e batom. Outro ponto a mais na aparência são as mãos. Elas estarão em evidência todo o dia. Unhas bem feitas, curtas e com esmalte discreto são sempre bem vindas.
Para um ambiente informal nada impede que os acessórios sejam mais criativos e arrojados. As jóias podem ser originais e modernas, mas sem cair na vulgaridade. Sapatos e bolsas também podem andar junto com a moda ou com o gosto de cada um. Estes acessórios geralmente mostram bem as características de cada um. Mas se você não quer um olhar desaprovador do chefe veja como os companheiros se vestem para não ter erro.
Para as mãos você tem liberdade total na escolha do esmalte, mas não se esqueça de deixá-las em dia. Nada pior do que ver uma pessoa com o esmalte descascando ou faltando em alguns dedos.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Uma Frase para Reflexão

Todos os dias, recebo um email com várias frases... muitas delas uso no twitter, algumas no msn e, quase todas, na vida... a de hoje me fez parar para pensar em tudo o que está acontecendo na minha vida... altos e baixos, normais de toda vida, de toda pessoa... graças à Deus, muito mais altos do que baixos, mas um baixo em especial tem me deixado um tanto quanto triste... mas como diz Tom Morris no livro do post anterior: "Isto também vai passar".
A frase:
"Princípios da Eficiência: não temer o futuro nem idolatrar o passado. O insucesso é apenas uma oportunidade de começar de novo com mais inteligência. O passado só nos serve para mostrar nossas falhas e fornecer indicações para o progresso no futuro."
Henry Ford
Não temer o futuro, nem idolatar o passado... quantas vezes sofremos antecipadamente por um futuro que pode até não acontecer? Quantas vezes vivemos do passado, pois no passado éramos felizes? A vida é feita de momentos de felicidade, precisamos é aprender a aproveitá-los da melhor maneira possível, e não ficar esperando que algo melhor aconteça. Viver o hoje, o agora.
O insucesso é apenas uma oportunidade de começar de novo com mais inteligência... e que medo do insucesso, do fracasso, mas eles também fazem parte da nossa vida, e são com eles que mais aprendemos (ou pelo menos deveríamos). Começar de novo com mais inteligência é mudar o caminho, desviar do erro, pedir ajuda, ser humilde, admitir que não se sabe tudo... somos eternos aprendizes e quando achamos que já sabemos tudo, opa, tem algo errado por ai.
O passado só nos serve para mostrar nossas falhas e fornecer indicações para o progresso no futuro... foco no progresso, no crescimento. Todos os dias caminhamos rumo ao nosso mundo desejado. Façamos desse mundo desejado, um mundo simples, sem muitas necessidades, somente o básico: um emprego digno e do qual gostamos, pessoas amadas ao nosso lado, alegria pelas pequenas conquistas do dia, nada de grandes expectativas, pois quanto maiores as expectativas, maior o tombo caso as coisas não aconteçam exatamente como a gente gostaria... entre várias outras coisas simples que podemos ter e fazer em nossa vida.
Desejo para todos um ótimo final de semana... um final de semana simples, feliz! =]

terça-feira, 6 de abril de 2010

E se Harry Potter Dirigisse a General Electric?

Boa Tarde Pessoal..

Cá estou eu para indicar mais um livro: E se Harry Potter Dirigisse a General Electric?, de Tom Morris



Demorei exatamente 3 meses para ler o dito, mas tenho uma boa desculpa. Com a correria do processo seletivo da Unibrasil e depois, com tantas aulas para elaborar, acabei deixando a leitura prazer de lado.

Mas essa semana retomei a leitura e hoje consegui terminá-lo.

É um livro fantástico que faz uma comparação incrível com o nosso mundo corporativo de hoje e a história de todos os livros do Harry Potter.

Fiz até o fichamento do livro, pois se que posso usá-lo tranquilamente em minhas aulas.

Vou citar alguns trechos só para aguçar a curiosidade de todos:

"O significado da vida não deve ser encontrado em elixires ou encantamentos, palavras secretas, ou objetos exóticos com poderes esotéricos, mas sim na virtude moral real e na magia do que ela pode nos ajudar a fazer" (MORRIS, 2006, p. 17).

"Coragem é fazer o correto, não o fácil. Um ato de coragem é a resposta - adequadamente motivada e ponderada para perceber o risco - de uma pessoa que quer enfrentar o perigo potencial por causa da segurança ou em nome de um bem maior" (MORRIS, 2006, p. 52).

"Não há nada mais decisivo para desenvolver uma grande carreira, gozar de uma vida pessoal plena e enriquecedora e deixar o seu próprio legado neste mundo do que viver os valores éticos corretos em tudo o que você faz" (MORRIS, 2006, p. 86).

"Uma das lições que percebemos de uma forma nova é que nunca devemos tomar por certo o bom em nossas vidas e que deveríamos sempre fazer o possível para ver além do mau. A roda vai girar, e o que estamos experimentando agora não será sempre o que iremos encontrar no futuro. Precisamos aprender a lidar com os altos e baixos, as oportunidades e as dificuldades, e compreender os outros quando eles estão fazendo o mesmo" (MORRIS, 2006, p. 234).

O livro é excelente e deveria ser lido por todos que tem aspirações profissionais de crescimento. É fascinante como o autor consegue interpretar os livros de Rowling de uma maneira tão corporativa.

Espero que apreciem.

Beijos

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Eu Aprendi

Bom Dia Pessoal...

Segue uma mensagem de Shakespeare para pensarmos um pouco.
Às vezes a vida nos coloca em situações que nos fazem parar e pensar. Às vezes são coisas tão simples que podem fazer a diferença em nossa vida...

Vamos aprender um pouco com essa bela mensagem!

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Eu aprendi
que a melhor sala de aula do mundo está aos pés de uma pessoa mais velha;
Eu aprendi
que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;
Eu aprendi
que ser gentil é mais importante do que estar certo;
Eu aprendi
que nunca se deve negar um presente a uma criança;
Eu aprendi
que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;
Eu aprendi
que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto;
Eu aprendi
que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender;
Eu aprendi
que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto;
Eu aprendi
que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;
Eu aprendi
que dinheiro não compra "classe";
Eu aprendi
que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular;
Eu aprendi
que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada;
Eu aprendi
que Deus não fez tudo num só dia;
o que me faz pensar que eu possa ?
Eu aprendi
que ignorar os fatos não os altera;
Eu aprendi
que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;
Eu aprendi
que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;
Eu aprendi
que a maneira mais facil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;
Eu aprendi
que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;
Eu aprendi
que ninguem é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;
Eu aprendi
que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;
Eu aprendi
que as oportunidades nunca são perdidas;
alguém vai aproveitar as que você perdeu.
Eu aprendi
que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;
Eu aprendi
que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las;
Eu aprendi
que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;
Eu aprendi
que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;
Eu aprendi
que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;
Eu aprendi
que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;
Eu aprendi
Que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.

Willian Shakespeare

sábado, 27 de março de 2010

Expectativas

Como o tempo anda cada vez menor e confesso que estou sem inspiração para textos próprios ou sobre minha amada profissão, segue mais um texto que recebi por email e que vale a reflexão.

As expectativas que nos colocamos e as expectativas que colocam em nós... difícil viver assim!

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Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso
quando um cachorro entrou.

Ele espantou o cachorro,
mas logo o cãozinho voltou.

Novamente ele tentou espantá-lo,
foi quando viu que
o animal trazia um bilhete na boca.

Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado.... Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia
uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as
salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica,
junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

O açougueiro ficou impressionado e como já era
mesmo hora de fechar o açougue, ele
decidiu seguir o animal.

O cachorro desceu a rua, quando chegou ao
cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão
para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na
boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.

O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o
cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo,
foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando
alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
-'Por Deus do céu,o que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!'

A pessoa respondeu:
- 'Um gênio?
Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'



Moral da História:
' Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado' Qualquer um pode suportar a adversidade, mas se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não
é o de um profissional, lembre-se:
Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.

Quem conhece os outros é inteligente.
Quem conhece a si
mesmo é iluminado.
Quem vence os outros é forte.
Quem vence a si mesmo é invencível!!

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Livro de Eli

Bom Dia Pessoal!!!!


Este final de semana fui assistir "O Livro de Eli".


É um filme interessante, pois mostra que um livro, um simples livro (porém nem tão simples assim), pode ser "a salvação" do mundo. Salvação de um mundo já muito devastado após uma grande guerra. Onde as pessoas dão valor para coisas que hoje jogamos fora, que nem damos atenção, como um lenço umedecido ou uma toalha, um pedaço de pano.


Acho que vale a reflexão do que estamos fazendo com o nosso Planeta e para onde estamos indo. Lembrando aqui da questão do meio ambiente acima de tudo.


Abaixo segue uma sinopse do filme:

Num mundo pós-apocalíptico Eli (Denzel) é um homem solitário que tem de proteger um livro sagrado que pode conter a resposta para salvação da humanidade, mas como todo herói tem seu algoz nessa história não é diferente e para poder obter o livro, um tirano prefeito de uma pequena cidade (Gary Oldman) fará de tudo, mesmo que para isso tenha de matar Eli.


Recomendo!

terça-feira, 16 de março de 2010

O Vendedor de Palavras

Na falta de tempo para criar, copio...
Segue mais um texto recebido via email.

Beijos pessoal...

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Por Fábio Reynol

Ouviu dizer que o Brasil sofria de uma grave falta de palavras. Em um programa de TV, viu uma escritora lamentando que não se liam livros nesta terra, por isso as palavras estavam em falta na praça. O mal tinha até nome de batismo, como qualquer doença grande, "indigência lexical".

Comerciante de tino que era, não perdeu tempo em ter uma idéia fantástica.

Pegou dicionário, mesa e cartolina e saiu ao mercado cavar espaço entre os camelôs.

Entre uma banca de relógios e outra de lingerie instalou a sua: uma mesa, o dicionário e a cartolina na qual se lia: "Histriônico - apenas R$ 0,50!". Demorou quase quatro horas para que o primeiro de mais de cinquenta curiosos parasse e perguntasse.

- O que o senhor está vendendo?

- Palavras, meu senhor. A promoção do dia é histriônico a cinquenta centavos como diz a placa.

- O senhor não pode vender palavras. Elas não são suas. Palavras são de todos.

- O senhor sabe o significado de histriônico?

- Não.

- Então o senhor não a tem. Não vendo algo que as pessoas já têm ou coisas de que elas não precisem.

- Mas eu posso pegar essa palavra de graça no dicionário.

- O senhor tem dicionário em casa?

- Não. Mas eu poderia muito bem ir à biblioteca pública e consultar um.

- O senhor estava indo à biblioteca?

- Não. Na verdade, eu estou a caminho do supermercado.

- Então veio ao lugar certo. O senhor está para comprar o feijão e a alface, pode muito bem levar para casa uma palavra por apenas cinquenta centavos de real!

- Eu não vou usar essa palavra. Vou pagar para depois esquecê-la?

- Se o senhor não comer a alface ela acaba apodrecendo na geladeira e terá de jogá-la fora e o feijão caruncha.

- O que pretende com isso? Vai ficar rico vendendo palavras?

- O senhor conhece Nélida Piñon?

- Não.

- É uma escritora. Esta manhã, ela disse na televisão que o País sofre com a falta de palavras, pois os livros são muito pouco lidos por aqui.

- E por que o senhor não vende livros?

- Justamente por isso. As pessoas não compram as palavras no atacado, portanto eu as vendo no varejo.

- E o que as pessoas vão fazer com as palavras? Palavras são palavras, não enchem barriga.

- A escritora também disse que cada palavra corresponde a um pensamento. Se temos poucas palavras, pensamos pouco. Se eu vender uma palavra por dia, trabalhando duzentos dias por ano, serão duzentos novos pensamentos cem por cento brasileiros. Isso sem contar os que furtam o meu produto. São como trombadinhas que saem correndo com os relógios do meu colega aqui do lado. Olhe aquela senhora com o carrinho de feira dobrando a esquina. Com aquela carinha de dona-de-casa ela nunca me enganou. Passou por aqui sorrateira. Olhou minha placa e deu um sorrisinho maroto se mordendo de curiosidade. Mas nem parou para perguntar. Eu tenho certeza de que ela tem um dicionário em casa. Assim que chegar lá, vai abri-lo e me roubar a carga. Suponho que para cada pessoa que se dispõe a comprar uma palavra, pelo menos cinco a roubarão. Então eu provocarei mil pensamentos novos em um ano de trabalho.

- O senhor não acha muita pretensão? Pegar um...

- Jactância.

- Pegar um livro velho...

- Alfarrábio..

- O senhor me interrompe!

- Profaço.

- Está me enrolando, não é?

- Tergiversando.

- Quanta lenga-lenga...

- Ambages.

- Ambages?

- Pode ser também evasivas.

- Eu sou mesmo um banana para dar trela para gente como você!

- Pusilânime.

- O senhor é engraçadinho, não?

- Finalmente chegamos: histriônico!

- Adeus.

- Ei! Vai embora sem pagar?

- Tome seus cinquenta centavos.

- São três reais e cinquenta.

- Como é?

- Pelas minhas contas, são oito palavras novas que eu acabei de entregar para o senhor. Só histriônico estava na promoção, mas como o senhor se mostrou interessado, faço todas pelo mesmo preço.

- Mas oito palavras seriam quatro reais, certo?

- É que quem leva ambages ganha uma evasiva, entende?

- Tem troco para cinco?

quinta-feira, 11 de março de 2010

O Tempo Passou e me Formei em Solidão

Mais um feliz texto recebido via email que compartilho com todos.
Vale, e muito, a reflexão.
Ótimo dia a todos!!!!
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Texto de José Antônio Oliveira de Resende, Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando- nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha - geralmente uma das filhas - e dizia:
Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.
Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa.. A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, t ambém ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
Vamos marcar uma saída!... ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite... Que saudade do compadre e da comadre!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Curitiba para os Amigos

Recebi este texto agora cedo por email e achei ótimo. Não encontrei na net o autor, se alguém souber, por favor me avise para dar os créditos.
E quem disse que curitibano é antipático???

Adorei. Deleitem-se:
Verão senegalês da última semana pôs à mostra uma marca de nascença curitibana: aqui, dia lindo não é sinônimo de dia ensolarado, com temperatura em elevação.

Tenho por princípio rejeitar todas as teorias sobre o estranho modo de vida dos curitibanos. Não passam de teses preconceituosas, sem base antropológica e empiricamente não comprováveis. Basta, por exemplo, nos reservar 15 minutos de atenção para destruir a crença de que não damos trela a estranhos. Quanto ao constante rabo de olho durante a conversa deixe quieto: trata-se de um inofensivo reflexo condicionado herdado dos antepassados ou resultado de algum vento que bateu nas costas.

Indignado com a facilidade com que os forasteiros nos chamam de desconfiados e fechados, cheguei a convocar uma amiga, amabilíssima, a iniciar uma cruzada pela redenção moral da gente daqui. Fundaremos uma confraria. Ela, sorridente, falante, sempre de portas abertas, dona de uma voz maviosa um verdadeiro canto da gralha-azul será o símbolo da nossa civilidade. Graças ao nosso grupo, há de vingar em todo o território nacional a expressão simpático como um curitibano.

Tenho cá para mim que o sotaque é o culpado de nos acharem pouco dados. Nossa fala, que dó, não tem a doçura mineira, a brejeirice paulista, a fluência carioca, o encanto pernambucano. Nossos mês ditos com ênfase operístico podem desafinar e ter o efeito de um pé de ouvido. Mesmo assim, há dicções autóctones agradabilíssimas, como a da jornalista Valéria Prochmann e do livreiro Aramis Chaim. Adoro ouvi-los falar.
Dias desses, dois garçons um gaúcho e outro cearense me confidenciaram ter a impressão de que os fregueses estão brigando com eles: EscuTE, moço, me traga o cardápio. Agora... De fato, parece um pito. De fato, as­­susta. Um dos garotos jurou estar de malas prontas. Contei-lhe um ocorrido.
Reza a lenda que Miguel Fa­­labella criou a personagem Bozena depois de, em visita à capital, dar autógrafo a uma rotunda e severa "RUTE que se apresentou como se batesse continência ao Füher. Depois do susto, o ator se esbaldou no riso e deu o troco. É o que todos deveriam fazer. Disse isso ao garçom. É o nosso jeitinho... Daqui a três anos você não vai querer morar em outro lugar.
Em Curitiba, defendo, não se deve ter pressa para travar relações sociais. As amizades custam, mas são para sempre. É preciso entender nossa parcimônia em escancarar os braços e o sofá da sala. Tudo aqui era mata fechada de pinheiros, lugar de passagem de tropeiros muitos de maus-bofes. Vai saber quem é quem. Além do mais, tinha muito rio raso e feio, índios canibais e temperaturas polares. Mexe com o humor, né, por uns quatro séculos, como se vê.
A escuridão e o frio macularam nossa alma. Mas somos gente. Sabemos tudo sobre a vida do vizinho, mesmo falando muito pouco com ele. É praticamente um modelo de gestão. Por isso digo e repito: forasteiro, não desanime. Procure um curitibano para chamar de seu. Ele existe e põe a mesa do café da tarde esperando por você. Diante do chineque fresco, há de contar como o nonno e a baba desbravaram o Orleans e do seu sonho de Santa Felicidade. Falará os podres de uma família inteira que não aquela em que nasceu e o que pensa do metrô. Somos todos historiadores e urbanistas natos. Somos irresistíveis.
Em tempo, temos uma marca de nascença: o horror aos chamados dias lindos. Que é isso, companheiro? O pessoal da meteorologia chama manhã ensolarada e com elevação da temperatura de tempo bom. Só se for para a fuça deles. Dias felizes são cobertos de nuvens, com chuviscos depois do meio-dia, seguidos de frente fria da Argentina e súbita queda da temperatura no início da noite.
Aqui é assim, nego: o povo só se sente bem quando a luz é prateada. Não nos leve a mal: nossa fala é seca como o cinza da paisagem que nos aninha. Se o céu hoje ficar nublado, bom dia!
E bom carnaval, seja lá o que isso for.

terça-feira, 2 de março de 2010

O que está acontecendo com a nossa Educação?


Aqui, comento sobre dois textos de duas edições da Veja. De 03/02, Educação de Quarto Mundo, Lya Luft e de 10/02, Prestígio Zero, Marcelo Bortoloti.

Segundo o Relatório “Educação para Todos”, da Unesco, estamos na 88.ª posição no ranking de desenvolvimento educacional, atrás do Paraguai, Equador e Bolívia. Nosso índice de repetência é altíssimo. Em paralelo, vemos que os bons alunos não querem ser professores, não querem seguir o magistério... E agora?

Apenas 2% dos estudantes brasileiros pretendem seguir o magistério, e destes, 30% está entre os alunos com as piores notas da escola. Estes dados são de uma pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas e nos deixam assustados. Sem bons professores, sem professores realmente interessados e verdadeiros amantes da profissão, como sairmos dessa 88.ª posição?
Que a realidade da educação no Brasil é preocupante nós já sabemos. O que nós precisamos, é fazer algo para mudar essa situação.

Primeiro, devemos dar atenção àqueles que desejam ser professores, com ações que mostrem que ser professor no Brasil é uma coisa boa, por mais que isso pareça piada. E, além disso, dar à estes futuros profissionais, condições de uma boa formação, salários justos e dignos, programas de incentivo, onde o professor é reconhecido por seu talento e capacidade intelectual, para que se tornem profissionais de qualidade.

Depois, devemos nos preocupar com a formação de nossas crianças, pois, por mais clichê que pareça, elas são os futuros eleitores que decidirão o que será do nosso país.

Mas ai vêm a pergunta: Quanto do orçamento nacional é investido em educação? Isso reflete o que muitos de nós já sabemos, o medo que nossos governantes têm de um povo consciente, estudado, politizado. Melhor manter as coisas como estão, caso contrário, como continuarão no poder?

Fica aqui o alerta e a reflexão para nossa triste realidade. Precisamos incutir em nossos jovens o desejo e o amor pela docência, para que eles possam educar adequadamente nossas crianças e assim, quem sabe, podermos melhorar a nossa posição nas próximas pesquisas.

Andréa Melissa Grigowski
Professora Universitária

segunda-feira, 1 de março de 2010

Um Olhar do Paraíso

Boa Tarde Pessoal...

Sim, sim, eu sei, estou super sumida daqui, mas tenho uma boa desculpa, eu juro, hehe!



É pura falta de tempo. Para quem ainda não sabe, participei e passei no processo seletivo da Unibrasil e agora, finalmente, sou professora universitária. Mas a vida de professora universitária não é fácil não... grande correria.... elaborar aulas, estudar, ler trabalhos, fora o meu outro emprego, a família e o namorado, claro, hehe.... Mas não estou reclamando, de maneira alguma. Eu estou amando muito tudo isso.

Vamos ver se consigo voltar à ativa com o blog e pra começar, comento o filme que assisti ontem: Um Olhar do Paraíso.

Eu gostei muito do filme, apesar de ter lido alguns comentários negativos sobre o mesmo.


Conta a história de Susie Salmon, uma menina de 14 anos que é assassinada por seu vizinho. A maneira como ela fica entre o céu e a Terra, vendo o sofrimento de sua família e o deleite de seu assassino que passa despercebido por todos é terrivelmente angustiante.


As descobertas que ela faz e as peças que começam a se encaixar para o seu pai e irmã, fazem com que o seu vizinho, aparentemente inofensivo, torne-se o principal suspeito da família. Porém, sem provas, nada pode ser feito.


Mas assim como em nossas vidas, o destino se encarrega de ajeitar as coisas... é um filme triste, porém forte e com uma boa lição.


Recomendo.





Abaixo segue um editoral, retirado de http://www.guiadasemana.com.br/:





Aos 14 anos, a jovem Susan Salmon (Saoirse Ronan) tem o grande sonho de beijar um garoto por
quem está apaixonada. Seu desejo, no entanto, é frustrado quando seu vizinho George (Stanley Tucci) a convida para entrar em um retiro que ele construiu em sua casa. O convite é apenas uma desculpa para que ele possa arrastá-la para dentro de sua residência, estuprá-la e matá-la brutalmente.

Com o desaparecimento da filha, Jack (Mark Wahlberg) e Abigail (Rachel Weisz) demoram a acreditar que possa ter acontecido algo de mais grave. Porém, logo a polícia encontra um pedaço do braço da menina, o que indica que há poucas chances dela estar viva. Enquanto a família sofre com a notícia, Susan acompanha todas as mudanças desencadeadas com a sua morte, e não terá paz enquanto o crime não for solucionado.

Um Olhar do Paraíso é dirigido por Peter Jackson, famoso pelas superproduções King Kong e a trilogia Senhor dos Anéis, e é adaptado do livro de Alice Sebold. Apesar de bastante criticado, o longa foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, para Stanley Tucci. Mark Wahlberg foi chamado para atuar como o pai de Susan dias antes do início das filmagens. O ator escolhido para o papel havia sido Hugh Jackman, que não aceitou o convite. Ryan Gosling, que foi selecionado depois, desistiu do papel pouco antes do início da produção.



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Alzheimer

Bom Dia Pessoal...
Cá estou eu novamente... em débito com o blog essa semana. Mas a verdade é que, além de não encontrar nenhum texto bacana que eu pudesse trabalhar em cima, estou lendo Amanhecer e confesso, estou totalmente envolvida com o livro, hehe... gostando de algumas coisas, de outras não, mas enfim. Pra fechar a semana, segue o texto de um email que recebi... no final tem algumas dicas para exercitarmos nosso cérebro... achei bem interessante.
A alguns anos atrás comprei um livro que falava justamente sobre exercitar o cérebro. Vou procurá-lo em casa para indicar com o nome certinho e também autor.
Um final de semana excelente pra todos. =]
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Texto de Roberto Goldkorn, ele é psicólogo e escritor.
A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos.
Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'.
Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto.
Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu: esternocleidomastóideo.
O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer.
Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que.....', frase que me dá arrepios.
E o que fazer... para evitarmos essas drogas? Como?
Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'.
Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo nunca, pois dali, só há um caminho: descer.
Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos.
Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.
Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos.
Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso.
Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir para a cozinha? Hum.... Preocupante).
Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer.
Dicas para escapar do Alzheimer:
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso; limitam o cérebro. Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando-se na tarefa.
O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.
Tente fazer um teste:
- use o relógio de pulso no braço direito;
- escove os dentes com a mão contrária da de costume;
- ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque);
- vista-se de olhos fechados;
- estimule o paladar, coma coisas diferentes;
- veja fotos de cabeça para baixo;
- veja as horas num espelho;
- faça um novo caminho para ir ao trabalho.
A proposta é mudar o comportamento rotineiro! Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar!
'Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!' Sucesso para você!!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O Clube do Filme

Hoje terminei de ler o livro “O Clube do Filme”, de David Gilmour.

No ano passado, a Veja publicou uma matéria sobre o mesmo e aquele texto despertou a minha curiosidade.

Como poderia um pai dizer para o filho: “pode sair da escola”, e educá-lo em casa, através de filmes?

Parecia uma ideia fantástica, desafiadora, busquei o livro entre amigos e conhecidos, amantes da leitura, mas ninguém o tinha.

Acabou que, devido a vários motivos, este livro caiu no esquecimento (da minha pessoa), até que, no começo deste ano, em uma visita a Livrarias Curitiba, o vejo lá, me chamando. Não resisti e comprei (O preço estava bom, claro. A leitura, infelizmente, ainda é um prazer um tanto quanto caro).

Na ocasião, eu estava lendo Eclipse, mas já estava terminando e, no mesmo dia da compra, comecei a lê-lo.

Sabe quando vamos com muita sede ao pote? Com uma grande expectativa sobre a história? Então, foi assim que aconteceu, me joguei no livro, e preciso confessar que me decepcionei num primeiro momento.

Mas ok, já tinha passado por isso com outros livros, então vamos em frente...

E não é que o livro melhora? Desperta a atenção.

É curiosa a luta daquele pai para participar da vida do filho de fato, não esquecendo nunca de que tinha que educá-lo, já que ele não ia à escola.

O medo de estar fazendo as coisas erradas, a imaginação que corre solta a respeito do futuro do filho.... tudo isso faz deste, um bom livro. Além, é claro, dos comentários sobre os filmes assistidos por eles, que é um capítulo a parte de tão interessante. Dá vontade de sair correndo à locadora para ver os referidos filmes e descobrir se eles nos passarão as mesmas sensações, se despertarão os mesmos sentimentos.

E é por isso que eu indico este livro:






A todos que ficaram curiosos, segue uma sinopse do livro e também algumas críticas publicadas no site da editora: http://www.intrinseca.com.br/:

Eram tempos difíceis para David Gilmour: sem trabalho fixo, com o dinheiro contado e o filho de 15 anos colecionando reprovações em todas as matérias do ensino médio. O autor, diante da falência, da desorientação e da infelicidade do filho-problema, faz uma oferta fora dos padrões: o garoto poderia sair da escola – e ficar sem trabalhar e sem pagar aluguel – desde que assistisse semanalmente a três filmes escolhidos por ele, o pai.
A aposta diferente resultou no Clube do Filme. Semana a semana, pai e filho viam e discutiam o melhor (e, ocasionalmente, o pior) do cinema: de A Doce Vida (o clássico de Federico Fellini) a Instinto Selvagem (o thriller sensual estrelado por Sharon Stone); de Os Reis do Iê, Iê, Iê (hit cinematográfico da Beatlemania) a O Iluminado (interpretação primorosa da Jack Nicholson, dirigido por Stanley Kubrick); de O Poderoso Chefão (um dos integrantes das listas de "melhores filmes de todos os tempos") a Amores Expressos (cult romântico e contemporâneo do coreano Wong KarWay).
David Gilmour, crítico de cinema e escritor premiado, oferece uma percepção singular sobre filmes, roteiros, diretores e atores inesquecíveis ao relatar essa vivência com olho clínico e muita sinceridade. E emociona ao mostrar aos leitores a descoberta da vida adulta pelos olhos de um jovem e os dilemas da adolescência administrados por um pai muito presente.

Críticas:

The New York Times
“É um relato sincero sobre como é difícil crescer, como é difícil ver alguém crescer, e como no meio da raiva e da desordem de uma família não há nada tão bem-vindo quanto um filme.”

Publishers Weekly
“Gilmour lida habilmente com a nostalgia não só do cinema, mas também dos pais, que assistem ao crescimento de seus filhos e ao desenvolvimento de vidas independentes.”

Newsweek
“O que surge para o leitor é um belo retrato de pais e filhos, sem retoque — com imperfeições, parcial, repleto de mágoa e afeição.”

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Para Reflexão

Bom Dia Pessoal,
Hoje, segue um texto que recebi por email para nossa reflexão.
Parece somente mais um texto daqueles com fundo social, muitos já devem tê-lo recebido também, maaaaaas, realmente vale a reflexão.
O que estamos fazendo da nossa vida? O que estamos fazendo pelo próximo?
Um final de semana abençoado pra todos e até semana que vêm! =]
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Entrei apressado e com muita fome no restaurante.
Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, pois queria aproveitar os poucos minutos de que dispunha naquele dia atribulado para comer e consertar alguns bugs de programação de um sistema que estava desenvolvendo, além de planejar minha viagem de férias, que há tempos não sei o que são.
Pedi um filé de salmão com alcaparras na manteiga, uma salada e um suco de laranja, pois afinal de contas fome é fome, mas regime é regime, né?
Abri meu notebook e levei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
-Tio, dá um trocado?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, compro um para você.
Para variar, minha caixa de entrada estava lotada de e-mails. Fico distraído vendo poesias, as formatações lindas, dando risadas com as piadas malucas. Ah! Essa música me leva a Londres e a boas lembranças de tempos idos.
- Tio, pede para colocar margarina e queijo também?
Percebo que o menino tinha ficado ali.
- OK, mas depois me deixe trabalhar, pois estou muito ocupado, tá?
Chega a minha refeição e junto com ela o meu constrangimento. Faço o pedido do menino, e o garçom me pergunta se quero que mande o garoto ir. Meus resquícios de consciência me impedem de dizer. Digo que está tudo bem.
- Deixe-o ficar. Traga o pão e mais uma refeição decente para ele.
Então o menino se sentou à minha frente e perguntou:
- Tio, o que está fazendo?
- Estou lendo uns e-mails.
- O que são e-mails?
- São mensagens eletrônicas mandadas por pessoas via Internet.
Sabia que ele não iria entender nada, mas a título de livrar-me de maiores questionários disse:
- É como se fosse uma carta, só que via Internet.
- Tio, você tem Internet?
- Tenho sim, é essencial no mundo de hoje.
- O que é Internet, tio?
- É um local no computador onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem tudo no mundo virtual.
- E o que é virtual, tio?
Resolvo dar uma explicação simplificada, novamente na certeza que ele pouco vai entender e vai me liberar para comer minha refeição, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos pegar, tocar. É lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer. Criamos nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Legal isso. Gostei!
- Mocinho, você entendeu o que é virtual?
- Sim, tio, eu também vivo neste mundo virtual.
- Você tem computador?
- Não, mas meu mundo também é desse jeito.... Virtual. Minha mãe fica todo dia fora, só chega muito tarde, quase não a vejo. Eu fico cuidando do meu irmão pequeno que vive chorando de fome, e eu dou água para ele pensar que é sopa. Minha irmã mais velha sai todo dia, diz que vai vender o corpo, mas eu não entendo, pois ela sempre volta com o corpo. Meu pai está na cadeia há muito tempo. Mas sempre imagino nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de Natal, e eu indo ao colégio para virar médico um dia. Isto não é virtual, tio?
Fechei meu notebook, não antes que as lágrimas caíssem sobre o teclado.
Esperei que o menino terminasse de literalmente 'devorar' o prato dele, paguei a conta e dei o troco para o garoto, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que eu já recebi na vida, e com um 'Brigado tio, você é legal!'.
Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel rodeia de verdade, e fazemos de conta que não percebemos!
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No email que recebi não tem o autor do texto, se alguém souber, me avise que darei os devidos créditos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Considerações Gerais sobre um Novo Paradigma de Educação

Bom Dia Pessoas... hoje, os meus escritos se baseiam num texto de Ceres Scheffer (Santa Cruz do Sul, de 02 de agosto de 2004), tendo como título o nome deste post.
Espero que gostem... e não liguem, ainda estou me adaptando à escrita, então, talvez tenham algumas frases confusas... porém, é somente com a prática que aprenderei melhor.
Cometem, critiquem, dêem sugestões.
Abraços a todos!!!!
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O novo Paradigma de Educação deseja que o homem seja educado de forma integrada e glogal. Para isso, é necessário que mestres e aprendizes estejam em conformidade com as exigências dos novos saberes, com a nova forma de se ensinar e de aprender.
E isto é primordial, pois os saberes se tornam ultrapassados rapidamente, e assim, entra em cena a formação continuada, onde o professor, além de ensinar, também aprende.
Porém, além de adquirir novos conhecimentos, é preciso desenvolver habilidades para o 'aprender a aprender' utilizando para isto, as novas tecnologias e ferramentas que temos à disposição.
Como vivemos em um mundo repleto de informações, nem todo conhecimento que 'recebemos' é retido pela nossa mente, e é ai que entra a ação dos professores, que devem orientar os alunos no processo de aprendizagem do 'saber aprender a aprender', ajudando-o a identificar quais destes conhecimentos DEVEM ser retidos para contribuir com a busca de um convivência harmoniosa e equilibrada entre homem, sociedade e natureza.
Baseados na educação de forma integrada e global, citada no início do texto como o novo paradigma de educação, o professor deve trabalhar como um educador holístico, baseado em uma educação holística, aquela educação onde o indivíduo encontra sua identidade, significado e propósito de vida através da conexão com o mundo pela sensibilidade e racionalidade equilibradamente desenvolvidas, onde ele busca uma vida em comunidade, respeitando e preservando todos os seres vivos e bens naturais .
Mas, para que este 'bom conviver' ocorra, é necessária uma educação de QUALIDADE, e Scgeffer aponta alguns pontos que devem ser observados para isto:
"- que a educação seja democrática, que o acesso e permanência à ela e nela se dê de forma integral, global e continuada, em função das permanentes necessidades que se impõem neste mundo de aceleradas mudanças e novos conhecimentos necessários;
- que os professores se assumam enquanto permanentes aprendizes para estarem e serem capazes através de suas práticas, propiciar uma educação integral e global de seus aprendizes;
- que as estruturas burocrático-administrativas das instituições educacionais se ajustem e ajustem seus currículos a este novo paradigma, de uma educação centrada na 'valorização do homem' e de seus conhecimento como o mais importante capital deste tempo;
- que os processos de ensinar-aprender se dêem sobre bases solidárias e democráticas que propiciem 'trocas de saberes', na medida em que nos educamos uns aos outros;
- que os processos operacionais de avaliação e verificação do que foi ensinado sejam balizados por uma concepção de avaliação formativa, onde várias ferramentas, mecanismos, instrumentos sejam considerados, inclusive a auto-avaliação;
- que as avaliações não priorizem apenas os aspectos cognitivos, conhecimentos cientificamente acumulados, mas que avalie o indivíduo como um todo, que busque identificar mudanças de comportamento, onde se evidencie na vivência, transparência e aplicação dos conhecimentos com autonomia, em busca de soluções para problemas novos que surgem."
Mas para que tudo isso aconteça, é necessário um novo perfil para o professor, pois ele, acima de tudo, tem que ser aprendiz; tem que possuir habilidades para propiciar, estimular e orientar os alunos na aquisição, produção, transferência e aplicação dos conhecimentos, para assim, mudar a sociedade a partir da observância das necessidades constatadas; tem que ser democrático para educar com enfoque no desenvolvimento global e integral do ser humano; tem que exercitar no aluno a multiplicidade de suas dimensionalidades, ou seja, fazer cm que o aluno exercite as suas funções afetivas, sociais, psicológicas, emocionais, éticas, cognitivas, intuitivas, criativas; e, estes professores, devem possibilitar uma nova visão de mundo, focando o desenvolvimento sustentável e buscando uma sociedade de paz, solidariedade e democracia.
Que grande responsabilidade esta nossa como educadores heim? Quanto antes começarmos, melhor.
Andréa Melissa Grigowski
14/01/2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Ano de Pensar

E retornando com a intenção de melhorar a minha escrita para os tão desejados e necessários artigos científicos, fica abaixo meio primeiro texto do ano, baseado na coluna de Lya Luft, da revista Veja de 06 de janeiro de 2010.
Espero que gostem e que valha a reflexão.

Abraços a todos!!!!

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Todos os anos fazemos aquela "proposta" para o ano que se inicia. Emagrecer, guardar dinheiro, ser melhor nisso ou naquilo, e, fatalmente, já no primeiro mês do novo ano, estes projetos são engavetados e esquecidos.

A sugestão de Lya Luft para 2010, é que este ano seja O Ano de Pensar. Mas, e o que fazemos com a preguiça de pensar? Pensar dá trabalho é o que muitos dizem; já preciso pensar enquanto estou trabalhando, etc., mas pensar, como diz o texto, "é um direito, e deveria ser um prazer".

Ok, vamos pensar, mas pensar em que?

Vamos pensar na nossa vida e no que estamos fazendo dela, vamos pensar nos que estão próximos a nós, e também nos que não estão tão próximos assim; vamos pensar no mundo e no que estamos fazendo por ele... são tantas as coisas nas quais podemos pensar.

O texto sugere que pensemos para sermos uma pessoa mais decente; para que amemos mais e melhor; para que votemos com mais lucidez (e sendo ano eleitoral, este pensar é de extrema importância).

Bom, fica aqui o meu reforço à proposta de Lya Luft, façamos deste ano, o ano de pensar, mas pensar para melhor e acreditar que isto é possível. Basta que cada um saia um pouco da sua zona de conforto, e contribua, fazendo com que deste pensar, saiam ações concretas, começando pela sua própria vida e depois, para um mundo melhor para todos nós.

Andréa Melissa Grigowski
12/01/2010

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Dos Amores Prováveis

Para fechar a semana com chave de ouro, segue abaixo o texto de um amigo querido, muito querido mesmo, Tiago Lobão Inforzato. Além de baixista da Banda Nevilton, é um exímio escritor.
Para saber mais sobre seus textos, visitem: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=10468, além do blog http://www.lobservando.blogspot.com/.
Ótimo final de semana a todos!!!
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Dos Amores Prováveis

Aos domingos ele saia de casa para andar a esmo pela cidade. A semana era tão barra pesada no seu trabalho que eram raros os sábados com disposição para caminhadas. Sábado era dia para lavar a alma nos livros, nos filmes e no Jazz, seus benditos vícios.
Naquele domingo ia caminhando solitário e pensativo, como sempre, até que se deparou com a mulher da sua vida. Congelou e tremeu de baixo à cima. Ela estava bem na usa frente, sorrindo o mais belo sorriso do mundo, com o mais lindo olhar do mundo, e despertava nele as melhores sensações e intenções do mundo. De longe, a olhou por alguns minutos e pensou : “Que pena que não posso falar com ela...seria tão bom...” e continuou sua caminhada.
Durante a semana começou a ver a garota em mais partes da cidade. No trajeto para o trabalho, ao mercado, nos atalhos e rotas alternativas que pegava para fugir da rotina... ela estava por ali, sempre saltando a seus olhos.
Pensava ele: “Será que ela iria gostar de mim? Será que ela gosta de Quintana, Coltrane...quem sabe Tarantino, um bom vinho... whisky, sushi... palavras cruzadas?”. Imaginava-se com ela pelas noites, nos bate papos da vida, nos eventos da empresa, a conhecia detalhadamente em sua imaginação. E era tudo sempre bom. “Ah, se ela gostasse...”.
As semanas se passaram e suas caminhadas dominicais não eram mais à esmo, elas tinha roteiro e objetivo. Sentia-se inspirado, caminhava feliz e sorria ainda mais quando a via pelas ruas, mas não podia chegar até ela. Resumia-se a admira-la e partir. “Que lástima” – pensava.
Mais algum tempo se passou e a situação foi mudando, piorando. Não encontrava mais aquela moça tão bela, sua paixão, com tanta facilidade. Durante a semana não a via mais no caminho para o trabalho e nem nos atalhos; aos domingos, à pé, rareavam as vezes em que olhar mais lindo do mundo lhe acariciava o coração. Até que chegou o dia em que nunca mais a viu. Para sua completa infelicidade, ela não estava mais em lugar algum.
Com o coração partido, demorou à perceber, ou não queria acreditar. Não podia conceber que nunca mais veria a mulher da sua vida uma outra vez, nunca mais teria a chance de olhar para a garota do Outdoor.
Ps: Publicado Originalmente na Culturanja de 20 de Dezembro de 2009. http://www.culturanja.blogspot.com

Tiago Inforzato

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

As Doenças e suas Causas Emocionais

Bom Dia Pessoal,
Recebi este email a algum tempo e resolvi agora compartilhar com vocês.
Sempre ouvi dizer e, analisando calmamente, passei a observar que realmente, muito dos males que sentimos, são gerados por nós mesmo.
Como temos o mal hábito de interiorizar sempre as coisas negativas, para uma doença, é um passo.
Um exemplo bem simples é quando somos elogiados, dura um segundo aquela euforia do elogio e logo o esquecemos, porém, quando somos ofendidos, ficamos remoendo isso por horas e até dias. E se a pessoa que falou é alguém que nós consideramos importante na nossa vida, pode durar semanas essa dor da ofensa.
Está na hora de repensarmos a importância das palavras e dos sentimentos em nossas vidas, às vezes nem percebemos, mas isso está corroendo nosso organismo, fazendo um mal devastador.
Vamos praticar o bom senso: pedir desculpas, ser mais tolerante com o próximo, ouvir mais do que falar, evitar os famosos pré-julgamentos e pré-conceitos e, por fim, tentar absorver o menos possível as coisas negativas que as outras pessoas trazem até nós.
Vamos refletir sobre isto e mudar alguns hábitos já que estamos no início do ano e devemos nos propor um ano e uma vida melhor?
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Segue o texto recebido:
CURIOSIDADES

Segundo a psicóloga americana Louise l. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. Todas as doenças tem origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga americana.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

DOENÇAS/CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Interessante não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos, principalmente daqueles que escondemos de nós. Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma".

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

"Gente Fina"

Gente fina, é aquela que é tão especial, que a gente nem percebe, se é gorda, magra, velha, moça, loira, morena, alta ou baixa. Ela é gente fina, ou seja, está acima, de qualquer classificação.
Todos a querem por perto.
Tem um astral leve, mas sabe aprofundar as questões, quando necessário. É simpática, mas não bobalhona. É uma pessoa direita, mas não escravizada pelos certos e errados:
sabe transgredir, sem agredir.
Gente fina é aquela que é generosa, mas não banana.
Te ajuda, mas, permite que você cresça sozinho.
Gente fina, diz mais sim do que não, e faz isso naturalmente, não é para agradar.
Gente fina, se sente confortável em qualquer ambiente:
num boteco de beira de estrada,
e num castelo no interior da Escócia.
Gente fina não julga ninguém - tem opinião, apenas.
"Um novo começo de era, com gente fina, elegante e sincera". O que mais se pode querer?
Gente fina, não esnoba, não humilha, não trapaceia, não compete e,
como o próprio nome diz, não engrossa.
Não veio ao mundo, pra colocar areia, no projeto dos outros.
Ela não pesa, mesmo sendo gorda, e não é leviana, mesmo sendo magra.
Gente fina, é que tinha que virar tendência.
Porque, colocando na balança, é quem faz toda a diferença.
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Desejo que todos tenham alguns "gente fina" em suas vidas. Eu tenho alguns e agradeço todos os dias à Deus por eles.
Obrigada queridos amigos por fazerem parte literalmente da minha vida e fazerem dela algo mais especial a cada dia.
AMO VOCÊS!