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segunda-feira, 24 de julho de 2017

A Importância da Parceria em uma Relação Afetiva



oi Pessoal! Estou aqui hoje para escrever um texto diferente... algo que foge à minha experiência, ou ainda, que foge muito aos temas que costumo escrever por aqui. Mas é que estou vivendo um momento único, que tem me feito refletir sobre várias coisas e decidi compartilhar estas reflexões para ver se estou no caminho certo... portanto, fiquem muito à vontade para comentar, por favor.

Hoje eu estou aqui para falar sobre os relacionamentos afetivos... sobre as relações de parceria. Tenho percebido no meu dia a dia, a importância da parceria, do respeito, do amor... desde as grandes coisas da vida, até aquelas mais simples, se não houver parceria, respeito e amor, não há relação que dure.

E eu encontrei um parceiro pra vida... se vai durar a vida toda ou se será até o próximo verão, eu não tenho como saber, eu não tenho como afirmar, confirmar nada... a vida é repleta de surpresas e esta pessoa foi uma grata surpresa que a vida me trouxe.... que o pedal me trouxe, no caso. E olha lá a bicicleta mudando mais um pouco a vida da pessoa aqui.

Conheci meu namorado em um pedal... e já faz tempo, bastante tempo, mas como ele é um galático, pouco o via e confesso, gente, pra mim, ele era a pessoa mais metida da face da Terra nos pedais (e exibido também hehe)... o cara não parava quieto, já tinha ido e voltado umas vinte vezes enquanto a gente ainda estava indo a primeira.... sobe morro, desce morro, sobe escada, desce escada... anda deitado na bike, parecendo que vai voar... aff, que tipo desse piá (nossa, isso é muito curitibano).

Mas um dia esse “piá metido”, resolveu passar um pedal inteirinho ao meu lado, conversando comigo, me fazendo rir, me ajudando. E não é que ele não era tão metido assim?!  Até hoje me pergunto e pergunto à ele, por que cargas d’água ele resolveu ficar de papo comigo.

Daquele domingo em diante, do pedal do morango com nata com o grupo Trilhas Curitiba, ele não parou mais de falar comigo... todos os dias, o dia todo.

Então resolvi convidá-lo para conhecer os meus outros amigos de pedal, aqueles lá do Fazendinha.... convidei-o pois achava que seria legal, afinal, o Black é ótimo, super divertido, e faz uns pedais mais fortinhos, talvez ele curtisse. E naquele dia, o pedal foi fortão, não fortinho... e se ele não tivesse ido, talvez eu não estivesse escrevendo agora, hehe... pensem num pedal forte pra caramba, com uma quilometragem não tão grande, mas com um percurso forte. E se não fosse ele me empurrar praticamente o pedal todo, eu não teria conseguido acompanhar o grupo. Tanto que dei o nome de pedal do empurra pra essa noite.

Mas não foi assim, só me empurrando, que ele me conquistou. Desde o primeiro dia que começamos a conversar oficialmente, ele se mostrou alguém interessante. Bem mais novo, é verdade, mas já com uma história de vida interessante, com vitórias na vida, com dificuldades superadas, outras sendo superadas ainda... com um coração enorme, um sorriso fácil... ai ai, já perceberam né?! Ele me conquistou, ganhou meu coração.

Eu que achei que não encontraria ninguém disposto a uma relação de verdade nessa vida tão superficial e descartável que as pessoas vivem hoje. E gente, eu resisti, passei vários dias apenas respondendo às mensagens dele e dizendo que não era possível, que a nossa diferença de idade era muita, que eu já tinha alguém, que não daria certo.

Aí ele vêm com o “jogo sujo” hehe... dizendo que queria namorar, usar aliança, andar de mãos dadas no parque, casar, ter filhos... viver uma vida juntos, de verdade. Ah gente, aí eu tive que rever os meus conceitos e cheguei a conclusão de que eu não tinha nada a perder tentando.

A diferença de idade é muita? Sim, é muita.... mas ele está disposto a acompanhar... e é ai que entra a questão da parceria, que é o foco deste texto. Pensem em alguém parceiro, mas muito parceiro mesmo... nos pedais e na vida. 

Já perdi a conta de quantas vezes ele me empurrou durante os pedais.... sempre bem humorado e fazendo bagunça e piadas com os colegas de pedal. Me empurra nas subidas mais ferradas, aquelas que só de olhar você busca um caminho alternativo. Mas ele também é parceiro na vida, daquele que vai pra cozinha pra fazer a janta, que não se importa de lavar uma louça, que presta atenção nos meus tocs (e faz de tudo pra não ‘fazer nada errado’ por conta deles, hehe) e faz de tudo para que eu esteja bem e feliz. Ele é aquele cara que gosta de andar de mãos dadas na rua, que vive me enchendo de beijos, que diz que me ama.... mesmo com tão pouco tempo de relacionamento. 

Mas o foco aqui é a parceria... em tão pouco tempo, ele se mostrou parceiro, tão parceiro que parece que estamos juntos à anos, que nos conhecemos a vida toda... é tanta intimidade, gostamos das mesmas coisas, damos risadas das mesmas coisas bobas, mas também conversamos sério, pensamos e falamos sobre o futuro. Dividimos as coisas... nos ajudamos.. cuidamos um do outro. 

No pedal que fizemos no dia 15/07 para as profundezas do Taboão, pedal este que eu já queria fazer a muito tempo, mas que temia as famigeradas subidas, nosso colega de pedal Marcus retratou um destes momentos de parceria... e eu fiquei tão encantada por esta foto, que por causa dela, resolvi ler, pesquisar e escrever sobre as parcerias nos relacionamentos.


Claro que todo relacionamento tem “problemas”, palavra que eu entendo que podemos trocar por “adversidades”... e que podem ser superadas, desde que haja respeito, amor, amizade... e parceria. Desde que ambos respeitem os limites do seu companheiro, que façam a sua parte, mas que também, saibam contribuir para a parte do outro... seja fazendo algo, seja não fazendo nada, seja ficando em silêncio, seja contemplando a alegria e vibrando com a vitória do parceiro. 

Enfim, já estou aqui me enrolando e falando demais, como quase sempre faço hehe... 

Nas minhas leituras pela internet achei um trecho de um texto que quero compartilhar com vocês, pois ele descreve exatamente o que é esta parceria que estou sentindo neste momento e que percebo ser tão importante... e mais do que isso, que desejo que perdure por muito e muito tempo. O texto é de Anissis Moura Ramos e retirei do link: https://www.anissis.com.br/single-post/2016/07/08/A-parceria-num-relacionamento-a-dois

“Ser parceiro não é concordar com tudo que o seu companheiro fala ou fazer tudo o que ele quer, tornando-se um marionete em sua mão. Quando se concorda com tudo o que o outro diz, ao invés de ser um parceiro, se está servindo de espelho. Parceria não exige que você anule a sua personalidade, que seja submissa, apesar de a parceria permitir que o outro nos ensine a ver diferente, que nos proporcione momentos prazerosos e fazer com que isto retorne para a pessoa.
 Parceria não é desenvolver críticas, ser deselegante com o outro. Isto é chatice, é ser rabugento. Ser parceiro é saber lidar com as diferenças no dia-a-dia. São exemplos e demonstrações de afeto e carinho. É a transmissão de princípios e valores, sabendo que haverá um retorno, que as suas atitudes não ficarão no vácuo.
 É poder contar com a generosidade, com a elegância, com a finesse, com espontaneidade, com a alegria de seu parceiro, pois se tem a clareza que a recíproca será verdadeira. É poder acompanhá-lo, mesmo quando o programa não é algo que você prioriza, mas sabe que na hora que lhe sugerir algo, ele irá fazer, pois sabe que lhe dará prazer. A parceria se dá não apenas nos momentos bons, nos ruins ela também deverá estar presente.
 Parceria é compreender e se deixar ser compreendido; é ser benevolente, respeitar o momento do outro, como ele o respeita; é gerar prazer e receber prazer; é dar amor e se permitir receber amor. Esta cumplicidade que se estabelece num casal é que ajuda a nutrir a reação e fazer com que esta perdure por um bom tempo.
 Enfim, a parceria é um dos ingredientes que não pode faltar numa relação para que ela se torne saudável, Sem a presença dela, o que se estabelece é a desunião, as brigas, as críticas, o desrespeito, o afastamento, gerando frustrações e desconfortos para o casal”.

E é isso, desejo que todos encontrem o seu parceiro “perfeito”, aquele que lhes faça feliz com as simples coisas da vida. E se vocês já tem esta pessoa, cultivem este relacionamento, mantenham esta parceria ativa, acessa, viva. E mais do que tudo, curtam cada momento juntos e sejam felizes.

Ufa, quanto romantismo, quanta “melação”.... nem me lembro quando me senti ou estive assim... só sei que é bom e quero aproveitar cada momento.

Então, agora espero comentários contando sobre a parceria que existe em suas relações!

Bjo bjo!

domingo, 17 de julho de 2016

Aconteceu em Veneza




* Atenção, contêm spoilers*

E este é um livro continuação... ele é a continuação de Aconteceu em Paris, de Molly Hopkins, sobre o qual escrevi em 03 de junho de 2014... nossa, faz tempo heim?



Ele conta a continuação da história de Evie Dexter.
Ela é guia de turismo e apaixonadíssima pelo seu lindo namorado (agora noivo), Rob, que tem uma empresa de ônibus de viagem, que possui um tipo de parceria com a empresa que ela trabalha.

Ela vivia meio que um conto de fadas com Rob, e dividia os seus dias entre trabalhar como guia turística, como garçonete no bar do seu “amigo” .... e em ser a “amada amante” de seu noivo “o gostoso” Rob. Até que ele a trai... mas como foi só uma vez, e ela é uma mulher muito apaixonada, ela resolve perdoá-lo e seguir em frente. É a melhor coisa a fazer. Como diz a sinopse, nos últimos 10 dias, ela só o chamou de cafajeste 11 vezes. Realmente é a melhor coisa a fazer, esquecer tudo e ser feliz.

E assim, eles viajam para Barbados e enquanto Rob só quer saber de aproveitar Evie dentro do quarto, ela insiste para que eles saiam para aproveitar o sol e a praia e assim o fazem e várias coisas acontecem, nem tão legais assim, mas eles até que conseguem deixar a traição de Rob de lado.

E para ajudar com isso, tem a Lulu, colega de apartamento de Evie, que no fundo não gosta do senhor garanhão e vive lembrando sua amiga que Rob não é o noivo perfeito. Ela é uma figura, pois entra em um concurso de um programa de rádio para parar de fumar, e acaba ganhando, porém, na realidade ela não pára de fumar, o que a torna uma verdadeira fraude. Mas com palavras de motivação para quem quer largar este vício, ela conquista a confiança de todos. Tanto, que “ganha” um programa na rádio... e chega a ficar até um pouco “famosa”.

Enfim Rob decide que está na hora de marcar o casamento e vai conhecer a família de Evie, e o jantar foi um desastre anunciado, mas que no final das contas saiu melhor do que ela imaginava, e assim, foram para casa e ela esperava ter uma noite linda de amor com seu noivo. Porém o telefone de Rob tocou e ele precisou sair. E Evie foi arrumar um monte de papeis que estavam espalhados em cima da mesa.... e encontrou lá, uma fatura de cartão de crédito, e para seu desespero, aquela fatura mudou sua vida.

E o seu Rob, o seu amado Rob, mais uma vez estava mentindo... e a mentira era imensa.... ele era casado, e tinha um filho.... e isso Evie não podia perdoar. E assim ela fica desolada, deprimida e John (um empresário que usa os serviços da agência que ela trabalha) e Nikki são as pessoas que tentam retirá-la do fundo do poço. Por diversos momentos achei que ela ficaria com John, porém, não foi isso que aconteceu.

E aí começam diversos dramas que não vale a pena descrever... mas enfim, o que eu achei engraçado é que o livro estava quase acabando e ela não chegava em Veneza, hehe... e eu, “poxa, mas o que, afinal de contas, é que vai acontecer em Veneza?!”
E finalmente ela é enviada para Veneza para ser uma hóspede misteriosa.. daquelas que na verdade está no hotel para avaliar os serviços prestados e fazer sugestões de melhorias. Ela fica feliz, pois é uma maneira de ficar longe dos seus fantasmas e John ainda se propôs a encontrá-la para eles aproveitarem um tempo juntos.

Porém, enquanto ela está lá, quem ela encontra é outra pessoa. O seu querido chefe, Nikki. O que é muito estranho, pois ele deveria estar cuidando do pub, mas enfim, ela fica feliz, pois no final das contas ela estava se sentindo um pouco solitária. Evie não serve para viver só, ela precisa ter alguém por perto. E ele poderia lhe fazer companhia até que John chegasse.

E lá, finalmente, acontece em Veneza... Nikki, de um jeito muito peculiar, declara seu amor à Evie, e eles passam momentos inesquecíveis naquela cidade MARAVILHOSA.

Mas o medo assombra Evie... como será quando eles voltarem? Não, antes disso, e quando John chegasse à Veneza? Mas John não aparece... e eles voltam para casa e acabam assumindo seu relacionamento, que acaba virando um relacionamento “comum”, com todos os altos e baixos de qualquer relação.

E o que acontece a partir daí? Bom, creio que vocês devem imaginar... se não, leiam, pois já escrevi spoilers demais aqui hehe!

Mas e ai, já leram este livro? E o primeiro? Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 26 de abril de 2016

Lugares Escuros






Este é mais um livro de Gillian Flynn, responsável por Garota Exemplar e Objetos Cortantes, livros excelentes e que prenderam a minha atenção de forma peculiar.


E com este não foi diferente... para a minha alegria. Esta autora tem um dom espetacular, e isto é maravilhoso, pois nos brinda sempre com leituras fantásticas. Envolventes, misteriosas, daquelas que você entra no livro, participa da história, sente medo, dor, tristeza, raiva, quer saber logo o que vai acontecer, o que ocorreu, quem foi, quem fez, se desespera, tem aquele embrulho no estômago... aquela ânsia, aff, faltam palavras para descrever todos os sentimentos que brotam durante a leitura. 


Especificamente neste livro, no decorrer do mesmo fica claro que, para a autora, lugares escuros são todos aqueles lugares sombrios para os quais o seu pensamento se transporta quando você começa a lembrar de certas coisas que aconteceram em sua vida... certas situações que viveu, e que preferia não ter vivido e que gostaria de esquecer, e que deixaram sequelas que podem ser consideradas irreparáveis em sua vida!


E assim é a vida de Libby Day, única sobrevivente de um massacre ocorrido na madrugada de 03 de janeiro de 1985, na fazenda em que vivia com a sua família. Libby Day que tem uma mente cheia de lugares escuros... na realidade, uma vida repleta de lugares escuros.


Ela tinha somente 7 anos quando foi testemunha de uma triste tragédia: a morte da mãe e das suas duas irmãs. E como se isto não bastasse, seu irmão mais velho, Ben, naquela época um adolescente cheio de problemas, e um dito adorador do diabo, foi acusado do crime e Libby, muito nova e confusa, acabou testemunhando que sim, tinha sido ele o assassino. Devido a esta acusação, Ben foi condenado à prisão perpétua e Libby viveu pulando de lar em lar, com tios que tentavam de toda a forma possível, dar uma vida digna a uma menina que só queria saber de fazer da vida de todos um inferno. E por isso, ela acabou sozinha e com uma vida totalmente infeliz, sobrevivendo de uma ajuda de custo do governo e também de doações feitas por pessoas que tinham pena dela, além dos direitos autorais de um livro de autoajuda escrito por ela, mas que não teve todo aquele sucesso que ela gostaria.

Passados 24 anos desta tragédia ela se vê com pouco dinheiro e pensando o que fazer para continuar sobrevivendo, pois as pessoas não se interessam mais por ela, já que há outros casos que chamam mais atenção, que “dão mais audiência”... e é neste momento em que ela não vê mais perspectivas que entra em sua vida Lyle Wirth, representante de um grupo chamado Kill Club, clube este que está lhe oferecendo um “trabalho”... que vai lhe pagar 500 dólares, então ela resolve ver qual é a do tal clube.


Na realidade eles vão fazer um tipo de evento e ela terá que participar como um tipo de atração principal, e falar sobre o dia mais difícil da sua vida. Porém,  neste clube, as pessoas acham que o seu irmão é inocente, e é aí que tudo começa a mudar na vida de Libby.


Mesmo meio contrariada, mas principalmente por causa do dinheiro, ela vai, e a partir daí, ela começa a rever seus conceitos (literalmente), e junto com Lyle e aquelas pessoas “estranhas” (porém não mais estranhas que ela própria), Libby resolve reabrir uma ferida que na realidade nunca cicatrizou e  investigar o que realmente aconteceu aquele dia.


A narrativa do livro se passa nos dias atuais e no passado. Os personagens que narram a história são Libby, Patty (sua mãe) e Ben, apenas um capítulo é narrado por outro personagem, e de forma geral, os capítulos de Libby são no tempo presente e os de Patty e Ben são do passado. Apenas um capítulo é de Ben nos tempos atuais. Esta alternância, por diversas oportunidades, trás respostas ao leitor.


E assim, Libby, juntamente com Lyle buscam informações com as pessoas envolvidas... desta forma ela resgata o contato com seu pai, e até com Ben, que em todos estes anos ela nunca foi visitar na cadeia.


Entram em cena, a partir daí, diversos outros personagens que são importantíssimos para desvendar os acontecimentos daquela madrugada.... mas e ai, será que Ben é culpado? Ou seria outra pessoa? Ele fez aquilo tudo sozinho? Alguém ajudou-o? Ele realmente era adorador do diabo como todos diziam? Grandes mistérios são desvendados por Libby que depois de tantos anos, finalmente, encontra um pouco de paz e elimina alguns dos lugares escuros da sua vida!



Sinopse Retirada do Skoob:

“Libby Day tinha apenas sete anos quando testemunhou o brutal assassinato da mãe e das duas irmãs na fazenda da família. O acusado do crime foi seu irmão mais velho, que acabou condenado à prisão perpétua.
Desde aquele dia, Libby passou a viver sem rumo. Uma vida paralisada no tempo, sem amigos, família ou trabalho. Mas, vinte e quatro anos depois, quando é procurada por um grupo de pessoas convencidas da inocência de seu irmão, Libby começa a se fazer as perguntas que até então nunca ousara formular. Será que a voz que ouviu naquela noite era mesmo a do irmão? Ben era considerado um desajustado na pequena cidade em que viviam, mas ele seria mesmo capaz de matar? Existiria algum segredo por trás daqueles assassinatos?

Gillian Flynn intercala a trajetória detetivesca de Libby com flashbacks dos acontecimentos do dia dos crimes com tanta habilidade que o leitor é levado a diferentes direções. Escrito com primor, Lugares escuros não só mostra como a memória é passível de falhas, mas também evidencia as mentiras que uma criança pode contar a si mesma para superar um trauma”.

Fonte: http://www.skoob.com.br/lugares-escuros-445494ed504765.html




Mas e ai, vocês já leram este livro? Conhecem os livros de Gillian Flynn? Curtem este tipo de história? Vamos conversar?


Bjo bjo