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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Balanço 2025

Origem: vecteezy.com 


Bom dia, boa tarde e boa noite, tudo bem com vocês? E o primeiro post do ano está chegando... aquele famoso de todo ano... o balanço de 2025!

Mas e então, como foram de virada? E 2025, foi do jeitinho que vocês esperavam? Melhor? Pior? Igual? Inesperado?

O post do ano passado iniciei falando das perdas de 2024 que tanto me doeram e confesso que ainda doem, e às vezes ainda parecem inacreditáveis, e no discurso de que a vida é um sopro, e que devemos aproveitar, em 2025 fizemos uma viagem muito especial, relato descrito em detalhes aqui no blog, Post de 24 de setembro, vejam lá quando quiserem, foi muito especial mesmo... conhecer meu sogro e outros familiares do esposo por parte da mãe foi deveras importante.., foram quase 2 mil quilômetros rodados de carro em família e muitas histórias pra contar!

Em 2025 a Maria iniciou o ensino fundamental e mudou de escola... e com a graça de Deus escolhemos uma boa escola, a professora Adriana foi maravilhosa no decorrer do ano, Maria fez amiguinhos muito especiais, uma turminha pequena, acolhedora, com aulas de robótica que ela amou conhecer, se apaixonou pela matemática, foi Aluna Destaque em dois bimestres nos deixando muito orgulhosos enquanto pais e avós e cresceu e aprendeu muito em 2025... e acreditem, está super animada para que comecem as aulas em 2026! Ah, e o fato de termos saído da antiga escola não excluiu as amizades estabelecidas, foram alguns aniversários da turminha do Adventista ainda da agenda da Maricotinha em 2025, o que nos deixa muito felizes e agradecidos.

Este foi o ano que o esposo fez a sua primeira tatuagem e eu mais uma... já até perdi a conta... fizemos a mesma tatuagem, uma homenagem a nossa menina... o seu pezinho ao nascer.  Ficou fofo, delicado e ela ficou muito feliz com a homenagem.

Além da viagem das férias em julho, antes, em abril, passamos uns diazinhos em Caiobá, ainda não estava frio então deu para aproveitar um pouco do mar e se divertir... momentos felizes em família, criando memórias... este foi um bom ano para criar memórias. Procuramos ter momentos em família passeando no parque também, no shopping, indo tomar sorvete, levando o Bolinha pra passear, fazendo um lanche... sempre que possível, estar juntos, partilhar o momento, curtir... foram momentos especiais. =)

Mas também foi um ano de deixar o coração apertado, primeiro com o AVC do meu tio Aurival e depois com a saúde do meu pai que ficou bem debilitada... foram meses de muita apreensão, medo, tensão, mas graças a Deus ambos estão bem, meu tio em recuperação, um dia de cada vez, uma pequena vitória por vez... e o pai, dentro das limitações da idade e de alguns descuidos ao longo da vida, está bem. Por isso, tenho muito o que agradecer.

Por estas questões de saúde chegamos a pensar que o Natal em Família estaria “cancelado”, mas graças a Deus ele aconteceu... com menos familiares do que a gente gostaria, mas ainda assim repleto de muito amor, alegria, comida gostosa e aconchego. Para 2026 desejo que possamos ter todos aqui em casa e repartir a mesa novamente... tenho fé de que será possível.

É importante compartilhar também, que no ano que passou, o Kadu iniciou sua trajetória mais engajada dentro da Igreja, de forma mais participativa. Através do catecumenato e em consequência do seu Batismo, entendeu a importância de uma vida cristã, fez boas amizades, ganhou padrinhos ativos que o acolheram de forma muito especial e isso aquece o coração e emociona só de escrever aqui, de ver emociona mais ainda, vocês nem imaginam. =)

Mudando o rumo da proza, o meu ano fitness foi meio fraco... me desviei do caminho, mas ainda assim, consegui manter o foco de não engordar... a reeducação alimentar foi mantida em termos o que foi muito positivo, então consegui finalizar o ano com um peso que me deixa satisfeita... mudamos de academia e este ano pretende ser mais fiel aos treinos, espero cumprir esse propósito =)

No trabalho tudo em ordem, bastante agito no ano que passou, muitas mudanças, rolou concurso, gente nova entrando, gente de outras áreas vindo para a nossa coordenação, substitui minha coordenadora em duas oportunidades, com grandes desafios em ambas as vezes... mais uma vez feliz pela escolha e aprendendo muito com tudo isso.

Em junho tive a oportunidade de ir à São Paulo participar do CBTD, um dos maiores eventos de Treinamento e Desenvolvimento do Brasil... é coisa do outro mundo, sério... foi sensacional. Foram quatro dias de imersão no que tem de mais moderno na área e conhecendo gente das mais diversas empresas e cidades de todo o Brasil, aprendendo sobre novas tecnologias, modernidades, tudo de mais avançado para melhorar nossa área. Foi delicioso participar.

E agora, vamos aos números de 2025.

As postagens no blog foram 19 no decorrer do ano, quatro a mais que em 2024, ainda não é o ideal, mas já melhorou. Mais uma vez a grande maioria sobre os livros lidos... mas também, vejam só...

Sobre os livros, só gratidão ao clube das Gurias Literárias... muitos livros lidos, dos mais diversos gêneros, ampliando horizontes, experimentando... descobrindo e redescobrindo... entendendo que tem alguns gêneros que não gosto mesmo e outros que gostei e vou ler mais! Foram 22 livros em 2025... olha só que lindo! Exatamente o dobro de 2024. Aqui uma curiosidade... pela primeira vez na vida, me permiti abandonar um livro... não consegui terminar de ler um dos livros que não gostei, não me senti bem lendo e fiquei tranquila com isso. Ai que orgulho hehe!

O destaque do ano foi para Tudo é Rio, de Carla Madeira, um livro que me impactou sobremaneira...

Entre filmes e seriados, assisti a 1438 títulos, 145 a mais que em 2025, um número bem considerável. Muitos no cinema, e como no ano de 2024, todos infantis, ossos do ofício de mãe, fazer o que.

Destaque para séries que fazem dar risada, tipo Machos Alfa e as “genéricas” que fizeram na mesma linha, os doramas, que foram em grande escala esse ano, sem destacar nenhum em específico pois todos são muito bons, Flores e Esperança foi uma minissérie que marcou bastante. Outra minissérie muito boa foi Duas Covas, e este ano tivemos muitas novelas colombianas para “chorar” também, hehe! Além, é claro, de todos os seriados policiais de sempre.

Para o ano de 2026, temos muitos projetos, alguns que já se iniciaram em 2025 mas que só vou contar para vocês mais para frente, senão perde o sspense e também, evita-se os olhos gordos, se é que me entendem, hehe... Então, acho acho que é isso, gratidão por tudo que foi vivido em 2025, seja bem vindo 2026! Chegue com tudo e me surpreenda, positivamente, claro! =D

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Todo Mundo Que Vale a Pena Conhecer

Hello People... e cá estou eu para escrever sobre mais um livro finalizado: Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer, de Lauren Weisberger.



Eu não sei se é porque eu demorei muito tempo (3 meses), para terminar de ler este livro, ou se foi porque eu criei faltas expectativas, mas eu não gostei do final dele. Terminei de ler agora (02/08) e confesso que me decepcionei um pouco.

Todo Mundo que Vale a Pena Conhecer conta a história de Bette. Uma jovem que leva uma vida mais ou menos, trabalhando para um banco local, que não tem nada de estilo e que se compreende feliz dentro desta realidade que pode-se dizer até que é meio medíocre. Pois bem, ela é a típica personagem “mocinha bobinha”, que tem uma melhor amiga, pais “cafonas” e tios refinados.

Um belo dia ela cansa desta vidinha mais ou menos e aceita as investidas do tio para buscar algo melhor e mais útil para fazer e assim começa a trbalhar numa empresa de relações públicas que organiza festas de todo tipo, de segunda a segunda. E neste novo mundo, Bette conhece todo tipo de gente, desde artistas famosos de todo o mundo, até o segurança daquela boate do momento.

Assim ela emagrece, passa a se vestir “bem” (entre aspas sim, pois o bem pra mim pode não ser para você, coisa beeeeem relativa) e sai em colunas sociais praticamente todos os dias. Ela até “ganha” um namorado de fachada, desses bad boys super famosões, desejados por todas as mulheres (e homens) da face da Terra.

Porém, o que Bette não imaginava, é que afora todos estes “ganhos”, ela perderia muito... sua privacidade, sua melhor amiga, o respeito dos pais e até do tio que foi quem a ajudou a entrar nesta nova vida.

Ela não tem mais tempo para nada a não ser frequentar festas badaladas, paparicar estrelas da mídia, e dormir pouco, muito pouco. No começo tudo é alegria e felicidade... mas com o tempo, esta vida tão agitada começa a cansar Bette... principalmente porque ela pensa ter encontrado o grande amor da sua vida, que não é o bad boy famosão, mas sim o segurança da boate badalada.

E em um momento de stress intenso, em uma grande festa que ela organizou para a empresa em que trabalhava, ela simplesmente abandona tudo e vai pra casa... desiste desta vida.

Então ela passa por aquele famoso momento depre, até que no dia do seu aniversário, meses depois de ter abandonado a festa e tudo aquilo (inclusive o seu segurança amado), ele aparece, o seu grande amor, em uma ligação, a convida para um drink e conhecer o restaurante que ele abriu, seu grande sonho de ser chef. E ai, você imaginam o que acontece né? Já imaginam o final também, não?!

Achei tão, tão sem graça, hehe... tão, tão clichê. Esperava mais romance, mais “pimenta”, mais vida... ou sei lá o que eu esperava de fato.

Enfim, talvez seja porque eu não ando lendo tanto quanto gostaria, e acabei deixando o “climax” da história se perder...

Ressalto aqui duas questões: Bette participa de um clube do livro, daqueles livros de bancas de revista, tipo “Sabrina”, romances açucarados e que sempre, sempre tem um final feliz... e isso é bem fofo nela. E também, nas minhas investidas pela  internet para ler sobre o livro, descobri que várias pessoas concordam que o livro é extenso e fraco para a autora, afinal é a autora de O Diabo Veste Prada, maaaaas, faz parte!

Mas é isso, livro extenso, longo, que me cansou e que no final das contas não recomendo.

E vocês, já leram? Curtiram? Vamos conversar?


Bjo bjo

segunda-feira, 17 de julho de 2017

As Mudanças da Vida



Agora estou aqui para falar um pouco sobre as mudanças que ocorreram na minha vida nos últimos seis (sete, ou oito) meses. 

Como alguns sabem, em novembro do ano passado, eu resolvi que era hora de partir da casa dos meus pais... tentar ser um pouco mais independente e tomar pose da minha vida de vez. 

No começo a procura por um lugar foi bem difícil, não queria sair do bairro, mas os aluguéis excessivamente caros me fizeram ter que ampliar o entorno da procura. Com a ajuda dos amigos e colegas de trabalho, fui visitar vários imóveis, até que finalmente encontrei um bacana, próximo ao meu trabalho e que cabia no orçamento. 

O processo da mudança foi muito doloroso, tanto para os meus pais quanto para mim, e também foi lento, muito lento. Mas no último dia das minhas férias de janeiro, eu tinha me mudado 100%.

Com o básico para a sobrevivência, comecei uma nova fase!

Quando vamos morar sozinhos, temos uma falsa impressão de que tudo será fácil, lindo, florido e tranquilo. Que serão só festas, bagunça e pernas pro ar. Mas não, não é assim não... muito pelo contrário, é bastante trabalho, muitas coisas para organizar diariamente, casa pra limpar, roupa pra lavar, comida pra fazer... mas também tem sim, muitas coisas boas. É o seu espaço, que você organiza quando puder e como quiser. É você aprender que sabe cozinhar sim, e que faz uma comida gostosa... é você terminar de limpar a casa e se sentir feliz e satisfeita pois ela está linda, cheirosa e bem do jeitinho que você queria.... aconchegante... e com cara de lar. 

Claro que tive que abrir mão de muitas coisas por isso!  O dimdim é sempre curto, contado e mais suado do que nunca. Ainda não tenho um guarda-roupas (e nem espaço pra isso), nem um sofá de verdade (sofá cama, eu te amo, mais você sabe que é bem velhinho e já está quase no osso, hehe).


Edit 1: Agora eu já tenho um sofá... e um armário que atende bem como guarda-roupas.


Mas a experiência é maravilhosa... o aprendizado é fabuloso... a relação comigo mesma tem melhorado muito... o amor próprio... o autoconhecimento... cada dia descubro algo diferente, novo e muito bom.

Sim, tem dias que fico triste... sinto falta dos meus pais e da Pepê... do som deles fazendo suas coisas nos cômodos ao lado. Sinto-me sozinha também... tenho medo... mas vou aprendendo a viver e conviver com tudo isso.

Foi uma escolha da qual não me arrependo. Descobri que nós geramos muito, mas muito lixo mesmo, descobri que dá pena de tomar banho e fazer comida depois que a gente deixa tudo limpinho e arrumado. Descobri também que estou crescendo e amadurecendo mais e mais. E que isto é bom, muito bom.

O saldo geral é positivo no final das contas, e assim a vida segue, traçando novos rumos, conhecendo novas pessoas, aprendendo com a vida... vivendo verdadeiramente a alegria e a tristeza de ser quem sou!

Alguns dizem que eu não deveria ter feito isso, outros que a saída foi tardia... eu acho que foi no momento certo.

Viver um dia de cada vez, aproveitando todos os momentos para crescer e ser feliz!

E vocês já passaram por esta experiência? Como foi? Vamos conversar?


Bjo bjo

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Que la Muerte te Acompañe

Oi Pessoal, comecei a escrever este post a muuuuito tempo, muito tempo mesmo... meses, vários... e acabei deixando de lado, pois como se trata de um livro em espanhol, eu queria dar toda a atenção e todas as “desventuras” da vida sempre me levavam a deixar de lado este texto. Enfim... quando comecei, a ideia era contar toda a história, toda mesmo, em português para vocês, o que daria um post gigantesco. Mas depois de muito refletir... e também com a intenção de finalmente startar este post, resolvi mudar a minha estratégia.
Vou fazer como faço com os outros... comentar, contar superficialmente... tentar explicar do que se trata a história e assim “tentar” despertar o interesse de vocês para uma leitura bem diferente.

Apenas para contextualizar, como muitos de vocês sabem, eu fazia o curso de espanhol que por diversas questões terei que suspender temporariamente, e ler livros no idioma me pareceu uma boa, afinal, apenas assistir aos filmes deixava a lacuna da leitura, do tentar entender ao ler, do interpretar e visualizar, imaginar em outro idioma. Então, ao encontrar este livro por uma bagatela de R$ 35,00 na Livrarias Cultura, abracei-o com todas as forças e me dirigi ao caixa. Acreditem, R$ 35,00 para um livro estrangeiro, é muito barato, pois estes livros custam sempre em torno ou muito próximo dos R$ 100,00. Mas vamos ao nosso foco que é a história do livro.



Mas antes de falar sobre a história do livro, que se chama “Que la Muerte te Acompañe”, vamos falar sobre o autor.
Ele se chama Risto Mejide, é formado em Administração de Empresas e tem MBA em Administração pela ESADE, onde foi professor. Também deu aulas na Escuela Superior de Diseño ELISAVA. Na sua ampla trajetória dentro do mundo da publicidade e da comunicação, trabalhou como redator e diretor criativo de algumas das agências mais conhecidas das Espanha. Em 2012 foi eleito um dos Melhores Criativos do Ano. Já foi (e ainda é) colunista de jornal, em programa de rádio, apresentador de programas na TV e é escritor. É sócio fundador e diretor executivo criativo da agência Aftershare.tv desde 2007, sócio produtor executivo da produtora de tv 60dB, associada ao grupo Mediaset e sócio fundador da “aceleradora” para startups Conector. Ufa... tem mais algumas coisas, mas acho que já tá bom né? Hehe... todas essas informações retirei do site dele mesmo: http://ristomejide.com/bio/ Visitem... vale a pena! =)

Agora vamos ao livro... (alerto que possivelmente constem alguns spoilers por aqui, desculpem por isso).

Primeiro fato interessante: ao abri-lo para começar a ler, observei que o mesmo tinha o seu capítulo 1 iniciando na página 214... isso mesmo, página 214. As páginas são numeradas de trás para frente.... e isto tem um propósito? Não sei... vamos descobrir juntos?
Outra coisa... ele é uma história de amor, mas uma história de amor às avessas... ele também é uma história de morte.... e ao mesmo tempo, uma história de vida.
Ele conta a história de Toscano... e em paralelo, a história de Paula.

Toscano é caixa de supermercado, e sua maior “diversão” é ficar prestando atenção nas compras das pessoas e fazendo comentários maldosos sobre elas (as pessoas e as compras delas). E o pior, diretamente para elas... deixando-as constrangidas e desconfortáveis.
Para justificar tal situação, faz uma comparação de sua vida ao nascer e quando criança, dizendo que enquanto todos eram laranjas, ele era um limão, mas que isso não deveria justificar tanta acidez... mas que é este o motivo de ser tão “maldoso” com as pessoas.

“Em fin. Supongo que todo este rollo de limones y naranjas no justifica que me dedique a tratar la gente como la trato. Pero igual así entiendes el principio de tanta acidez” (p. 204).

Ele era ácido assim, porém nutria algo bom, nutria um amor em silêncio... um amor por uma das clientes do supermercado em que trabalhava.

Em outra esfera da história está Paula... desafortunada no amor, e mais uma vez abandonada, mais uma vez apenas com a metade de suas coisas, de sua vida.

“Fue entonces cuando dibujó media sonrisa y enjugó la mitad de todas sus lágrimas” (p. 199).

Voltando à Toscano, em um dia como outro qualquer de trabalho, o próximo da fila do seu caixa, nada levava, apenas um cartão de visitas, e nele, algo estranho escrito. Era a morte a levá-lo embora.

Toscano, ao olhar para seu corpo morto não podia crer que era ele mesmo e só conseguia pensar em Paula e em porque a amou calado.

“Porque amar em silencio no es nada. Porque quien ama en secreto, muere en soledad. pensó. ¿Y cómo sabía que era una gran lección? Porque las grandes lecciones son las que llegan en los peores momentos” (p. 197).

A morte se apresentou dizendo ser aquela que muitos querem e muitos não e pediu para ser chamada de Max. Mas na verdade Max não era a morte e sim, um agente de almas, como explicou mais tarde.

E se dirigiram a um grande prédio bem conhecido de Toscano, e lá, entraram em diversos elevadores, alguns que subiam, outros que desciam, outros que iam de lado, e enquanto isso, Max explicava a sua função de agente de almas. Dizendo que como São Pedro e os anjos e santos não estavam dando conta do serviço de receber as pessoas nas portas do céu e direcioná-las ou ao céu ou ao inferno, foi necessária a ajuda de “outros”... pessoas más, da pior espécie possível: os publicitários.

E assim foram rumo às portas do céu, conversando, até que Toscano não se aguentou e disse que não poderia morrer, que pessoas dependiam dele, que ele precisava viver. Por causa do amor. Nisso Max é muito irônico com ele, dizendo que ele nunca amou e coisas do gênero, mostrando como ele mesmo era cruel com as pessoas.

“Toscano sintió la estocada letal. Lo más sorprendente era que venía de alguien casi tan bueno como él en el enrevesado arte de la dialéctica destructiva, algo a lo que no estava acostumbrado. De pronto, lo que él siempre había considerado que eran dardos se conviertieron em bumeranes” (p. 184).


O desenrolar do livro se dá nos diversos estágios que Toscano deve passar para chegar às portas do céu... porém, o que não se imagina é a reviravolta de toda esta história e quem, na realidade, é Max de fato. E também, tudo o que acontece à Paula e como ela toma conhecimento deste “amor” que Toscano “sentia” por ela.

Ah uma nota na orelha do livro que o descreve brilhantemente:
“Que la Muerte te Acompañe es muchas cosas, pero, sobre todo, es un ejercicio de contradicción. Un texto novel con golpes de madurez. Una historia ligera cargada de sabiduría. Que habla de la muerte y trata de la vida. Con personajes imposibles, reflejo de cada uno de nosotros. Es una historia de amor, y es un thriller y un manual de supervivencia. Es un libro que comprarás con recelo, empezarás con curiosidad y devorarás en horas. Y seguro que después no lo guardarás muy lejos”.
Iván de Cristóbal

Ah, estava quase esquecendo... o propósito das páginas invertidas... só lendo mesmo para entender e se eu contar aqui, vai ser um spoiler grande demais.

E vocês, conhecem este autor? Este livro? Já leram? Já leram algum livro em espanhol? Vamos conversar?


Bjo Bjo

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Eu Estive Aqui



E quando eu comecei a ler este livro, jamais imaginei que o mês de setembro seria o Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção ao suicídio.... e o livro de Gayle Forman da vez, mesma autora de Se eu Ficar, é Eu Estive Aqui, um livro que fala de suicídio... um livro que é ficção, que é dito um romance, mas que trata de um tema tão forte, um tema tão sério e tão pouco valorizado pela maioria das pessoas!



Ele conta a história de Meg e Cody, melhores amigas que viveram praticamente tudo juntas desde a infância, e que foram separadas na juventude, quando Meg consegue uma bolsa de estudos para Universidade e vai embora, deixando sua fiel amiga Cody na cidadezinha em que nasceram. Cody, que sempre prometeu estar junto de Meg, não consegue sair de sua cidade natal, e lá fica, sem grandes perspectivas de vida, e como ela percebe que Meg está “seguindo em frente”, a relação das duas acaba ficando um pouco distante, assim como a distância física que às separa...

Isto só muda quando Cody recebe um email de Meg... um email de despedida. Porém, uma despedida sem volta. Sua melhor amiga está morta, cometeu suicídio tomando um frasco de veneno em um quarto de  motel.

Cody se sente muito mal com isso e até um pouco culpada, pois nos últimos tempos, por pura inveja até, tinha se afastado da amiga, já não sabia mais o que estava acontecendo com Meg, já não reconhecia mais a amiga... pensava que se estivesse mais presente, poderia ter evitado o que aconteceu, e assim, ela vai até Tacoma, cidade onde vivia sua grande amiga, para “recolher” o que restou de Meg (à pedido de seus pais que não tiveram coragem de fazer isso). E ao mexer em seu laptop, ela começa a descobrir que tem muitas coisas estranhas por trás daquele suicídio...

Ao voltar para casa, os pais de Meg lhe dão o laptop de presente, e assim, Cody resolve investigar mais a fundo o que aconteceu com sua amiga, vasculhando suas mensagens de email (enviadas e recebidas) e os documentos arquivados na memória do computador, até mesmo aqueles que foram deletados.

E assim ela se envolve com um grupo de apoio que nunca tinha pensado que existia, e também conhece um lado de Meg que jamais havia imaginado.

É uma história forte, intensa, não dá vontade de largar... ao mesmo tempo que dá, por medo de saber o que realmente levou Meg a fazer o que fez... em alguns momentos dá raiva de Cody, e também de Ben, o guitarrista com quem Meg se envolveu e que acaba por ajudar Cody a desvendar muito do que aconteceu com sua amiga.

Enfim, você quer saber o que levou Meg àquilo... e quando descobre, percebe que a sua realidade não é tão diferente assim da de Meg, o que é diferente, talvez, é como você lida com tudo isso. Muito bom, vale a leitura e a reflexão.

E vocês, já leram? Conhecem a história? Vamos conversar?
Bjo bjo

terça-feira, 24 de maio de 2016

Simplesmente Acontece

Quando peguei este livro para ler, a expectativa é que seria um bom livro, pois todos os livros que li desta autora (Cecelia Ahern) foram bons, mas confesso que quando eu vi que o livro todo era escrito através de bilhetinhos, mensagens de celular, emails e cartas, aquilo me desanimou um pouco.



E o começo do livro pareceu muito clichê, melhores amigos desde criança, que crescem juntos, se apaixonam mas que não tem coragem de assumir, contar um ao outro o que sentem pois tem medo de que isso prejudique sua amizade, e até uma altura da história aquele clichê me incomodou e eu já imaginava o final da história. Mas ainda bem que eu me enganei. Talvez não com o final da história, mas sim com a profundidade dela, e com toda a relação envolvida na história. Todo relacionamento, toda a vida destes dois: Rosie e Alex. Melhores amigos desde criancinhas... separados na juventude, quando Alex vai para Boston deixando sua melhor amiga em Dublin... prometendo voltar para o tão sonhado baile de formatura, mas ele não conseguiu, e ela foi com Brian Chorão... e por isso Rosie engravidou... e tudo na sua vida mudou!

Vai dizer que não é clichê?!

Mas assim como Jojo Moyes em A Última Carta de Amor, este livro também surpreendeu. A história se aprofunda de uma forma... e o mais fantástico, tudo através de emails, mensagens de texto, cartas... o que eu achei que seria super cansativo e que no final das contas até se tornou despercebido no decorrer da leitura.

E Cecelia Ahern conta a história de vida de Rosie... e de Alex... alegrias, tristezas, casamentos, filhos, mortes... e nada de assumirem o amor que sentiam um pelo outro... ele em Boston, se tornando o renomado médico que sempre sonhou... e ela em Dublin, batendo a cabeça e tentando viver o sonho de ser a gerente de um grande hotel.

E pasmem, muitos anos se passam... até que eu pensei, meu Deus, daqui a pouco um deles morre e não viverão este amor... mas sempre há uma esperança.

Obrigada luz no final do túnel, obrigada Cecelia Ahern, por tornar dias difíceis em minha vida, mais leves, mesmo com histórias tão profundas, por mais antagônico que isto pareça.

E encerro os comentários por aqui, pois o que vale é dizer que como todos os outros livros de Cecelia lidos, este também é muito bom, e deve ser lido com muito carinho, pois você entra na história, vivencia junto com os personagens aqueles momentos, se coloca em seus lugares, pensa “nossa, eu já passei por isso”, ou ainda “como eu quero sentir ou passar por isso”, ou ainda, “será que isso vai acontecer comigo?!” Mais uma daquelas histórias mais reais do que se imagina... 

Mas e vocês, já leram Simplesmente Acontece? Gostaram? Me contem... Fiquei sabendo que tem até filme... agora vou assistir para ver se ele é tão bom quanto o livro (espero que sim).

Vamos conversar?


Bjo bjo

terça-feira, 10 de maio de 2016

Reativação do Facebook

Oi Pessoal... estou aqui para compartilhar com vocês que eu reativei o meu facebook.

Foi no início do mês de maio... então isso quer dizer que eu fiquei pouco mais de um ano e meio sem face.

E preciso dizer que não foi difícil... ou melhor, no começo foi bem difícil hehe... tipo largar um vício mesmo, sofrido, mas depois foi totalmente aceitável e tranquilo. As únicas situações em que eu me pegava percebendo que era ruim era quando acontecia algo e as pessoas diziam: “você viu?” ... “não vi”... “ah, estava no face, esqueci que você não tem mais face”... e aí elas me contavam, às vezes mostravam fotos... e por aí ia... como tenho uma tia que mora fora, isso pesava um pouco, pois às vezes algumas coisas bacanas aconteciam com o meu afilhado e eu não tomava conhecimento pois não acompanhava a vida virtual do povo! Mas enfim, sobrevivi e sobrevivi relativamente bem.

Mas o fato é que várias questões ocorreram nos últimos tempos que me levaram a repensar a necessidade de ter a tal rede social... sim necessidade. Questões que não vou expor aqui pois ainda não é o momento, mas que logo todos poderão tomar conhecimento.

E sabe que no final das contas foi legal voltar? Rever pessoas... meus alunos queridos, pessoas das quais eu não lembrava, outras que eu sentia falta e só tinha o contato por ali... e também foi interessante voltar para ver que algumas coisas e pessoas não mudam... algumas pessoas continuam reclamando de tudo, “oh vida, oh azar”, hehe... mas a graça da vida está nisso! E vamos aprender com isso que é o bom da coisa toda.

Ah, uma situação engraçada... quando reativei, a rede me deu várias opções de pessoas que eu poderia conhecer e que poderiam ser minhas “amigas” e dentre elas, uma que disse que não tinha facebook e que eu descobri ser uma grande mentirosa (por vários motivos, desde estado civil, até situação financeira), como a vida virtual entrega as pessoas, na hora eu ri, depois, refleti, e percebi que eu fui enganada por alguns meses, mas que a convivência me mostrou que eu deveria deixar essa pessoa seguir sem a minha presença, mesmo sem ter acesso “à rede”, no final das contas, eu fiz a escolha certa! Ufa. 

Enfim... voltei, se vou ficar, não sei! Só sei que por hora, está divertido... principalmente porque estou com uma rede de relacionamentos nova e as pessoas são por demais divertidas e saudáveis, se posso dizer assim, hehe!

Pra quem me acompanha pelo Insta, sabe que estou na vibe das pedaladas, e não por que é moda como alguns por ai andam dizendo, e sim, por que peguei gosto pela coisa. Começou com uma necessidade e se tornou um vício delicioso, tanto que não consigo ficar sem... um final de semana sem pedalar parece que falta algo, fica incompleto... tipo sair de casa sem brinco, ou melhor, sem o celular, estão entendendo?!

Mas é isso, este post era apenas para compartilhar que estou na rede novamente. Então, se quiserem, me add lá...

E vocês, já tiveram alguma experiência assim? Já saíram do face e voltaram? Ou saíram e nunca mais voltaram? Ou quiseram sair e não tiveram coragem?

Vamos conversar?

Bjo bjo

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

CBTD15



Hello People...
Conforme prometido, vou contar para vocês como foi a minha experiência no CBTD15!!!

Vamos lá???

Ele aconteceu no período de 25 a 27 de novembro e foi a sua 30a edição. CBTD significa: Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento.

E antes de começar a falar sobre esta experiência MARAVILHOSA, eu preciso agradecer primeiramente à minha coordenadora, Ruth Aparecida Favorin Martins, pois se não fosse o seu empenho, eu não teria ido, e depois à empresa, que me proporcionou essa oportunidade. OBRIGADA mesmo!!!!

Dito isso, vou compartilhar com vocês essa experiência super interessante que foi participar de um congresso de nível nacional, na cidade de Santos-SP.

Primeiro que enquanto o processo para a participação não voltou aprovado em todas as instâncias eu não me mexi para contar para as pessoas que eu participaria hehe, medo que não desse certo. Mas também, depois, eu queria gritar para os quatro cantos do mundo que eu iria.

Corri atrás da reserva do hotel, das passagens, fazer as malas, ou melhor, a mala (fui tão contida, fiquei orgulhosa de mim) e correr pro abraço, digo, pro aeroporto. A chefe e o colega Fábio foram também.

Chegando no aeroporto de São Paulo tinha transporte do evento para nos levar até Santos... uma viagem longa, porém, fui ouvindo uma musiquinha e até que consegui relaxar. Tudo um primor como diria a chefe... até um lanchinho nos aguardava no interior do ônibus.

O lugar do evento super organizado... local para deixar as malas, credenciamento rápido, uma mochila linda com o material e bora procurar um lugar para almoçar pois logo iniciaria a palestra magna de abertura com o Prof. Clóvis de Barros Filho.



A abertura do Congresso foi feita pelo Alexandre Slivnik e logo entrou em cena o Prof. Clóvis que eu não conhecia, mas que me deixou de boca aberta. O tema do evento era que devemos ser Protagonistas do nosso Sucesso. E a palestra dele: Era do Protagonismo – Construindo Trajetórias de Sucesso! Parece que ele falou por horas infindáveis... e foi como música para os meus ouvidos... simplesmente fantástico, de uma eloquência, de uma segurança, com momentos de descontração, mas falando de um tema sério, mostrando de que forma devemos enxergar a nossa vida como pessoas e como profissionais e como devemos fazer o nosso melhor. E o principal, como devemos ser protagonistas das nossas vidas para que, desta forma, possamos ser protagonistas das nossas empresas. Sem querer me tornar repetitiva, mas já sendo, simplesmente sensacional. Só com essa palestra eles já me ganharam... eu já estava imaginando o que fazer para voltar no ano que vêm.

Depois desta palestra demos umas voltas pela feira que era fixa e contava com diversas empresas que atendem a área de recursos humanos em toda a sua extensão, mas principalmente na parte de treinamento e desenvolvimento e logo em seguida nos separamos para iniciarmos nossa participação nas palestras escolhidas individualmente.

As palestras escolhidas por mim para este primeiro dia foram:
O Poder é Seu – Os Aspectos Subconscientes do Sucesso, com Rafael Baltresca; e
Além da Tecnologia: Como a Visão Digital está Mudando a Educação Corporativa, com Conrado Schlochauer.

Rafael Baltresca foi ótimo e o que deixou de mais interessante foi que o seu foco era na automotivação e também, que o que importa é como percebemos a realidade, as coisas não são como são e sim como nós percebemos.

A chamada para a sua palestra era a seguinte:
“Por que alguns têm tudo e são tão infelizes? E por que outros possuem tão pouco e são tão felizes? Quanto tempo dura a motivação? Como preservar nossa automotivação meio a cenários desmotivadores? Qual o papel do subconsciente em nossas decisões diárias? Qual a essência da verdadeira liderança? Na palestra motivacional O Poder é Seu, os Aspectos Subconscientes do Sucesso, Rafael Baltresca responde todas essas perguntas (com total interação da plateia) e traz reflexões necessárias ao profissional que quer se livrar dos mesmos paradigmas”.

Já Conrado Schlochauer falou sobre o futuro da educação corporativa, sobre a necessidade de um olhar mais atento para a educação digital. Um fato, mas que ainda encontra muita resistência na maior parte das empresas.

A chamada para a sua palestra era:
“A iniciativas de educação têm sido repensadas e a utilização das ferramentas digitais são cada vez mais um desafio para os profissionais da área. Aliás, este é possivelmente um dos principais desafios da atualidade em grande parte das áreas de atuação. No ambiente corporativo de maneira geral, essa transformação é um imperativo. As tecnologias de fato impõem uma pressão por mudanças na maneira de fazer negócios, entretanto, muito mais do que falar de ferramentas, é preciso entender o impacto delas na cultura dos negócios”.

Depois das palestras, pegar nossa mala que estava muito bem guardada e bora para o hotel, jantinha por lá mesmo e cair na cama. Ou melhor, um banho morno pra relaxar e cama, hehe... Mas quem disse que se dorme em Santos quando é noite de quarta-feira, com jogo do Santos e quando o Santos ganha e o seu hotel é beira mar??????????? (ok ok, deixa pra lá)

Na manhã seguinte, mega café da manhã no hotel e bora para o segundo dia de Congresso.

As palestras do dia foram:
Alto Desempenho em Momentos de Crise, com Paulo Alvarenga, que gosta de ser chamado de PA.
Mais uma daquelas palestras em que você nem pisca para não correr o risco de perder alguma informação importante. Enquanto o PA falava, eu me lembrava no nosso empregado super motivado, mas deixa pra lá que isso é piada interna da empresa hehe! Ele é ótimo e o seu tema central foi falar sobre a crise de energia humana, o por que de ignorarmos os alertas e como lidamos com os conflitos e problemas.

A chamada para a sua palestra:
“Em momentos de crise existem 2 tipos de profissionais: os Protagonistas e as vítimas. Vamos entender como aumentar a Performance e nos tornarmos mais eficientes na VIDA Pessoal e Profissional utilizando o cenário da CRISE e STRESS a nosso favor. Utilizando uma metodologia que através do gerenciamento de energia e não de tempo podemos superar todos os desafios nesse cenário com grandes mudanças. Vamos mapear os bloqueios que nos impede de sermos mais eficientes, utilizar o conceito GPS para direcionar o nosso foco. Equilibrar as 4 dimensões que nos desenvolvem: Física, Mental, Emocional e Espiritual”.

Depois corre para a próxima palestra, pois cada uma era numa sala diferente e como o lugar era enorme, quase que não deu tempo, pois entre uma palestra e outra tínhamos um tempinho para “passear” pelos stands das empresas que estavam expondo os seus trabalhos no congresso. E tinha tanta coisa interessante. Tanto trabalho bom que poderia fazer parte da nossa vida profissional, que quando a gente se dá conta, já está na hora da próxima palestra. Enfim, quando cheguei na entrada da sala e olhei o nome do palestrante achei que tinha alguma coisa errada, mas estava correto, pois meu querido palestrante é libanês e seu nome que aqui para nós é feminino, lá é masculino, assim como o meu nome, que na Itália é masculino... ah, meu primeiro nome hehe...e não o segundo que é pela qual a maioria das pessoas me conhece. Mas vamos lá, foco no Congresso.

Então mais uma grata surpresa ao ouvir, por tempo insuficiente, diga-se de passagem, Karim Khoury, que falou sobre as competências que um instrutor profissional deve ter. Olha gente, fiquei tão tão, mas tãããããão feliz porque descobri que algumas destas competências eu já aplico no meu dia a dia de professora/instrutora que saí orgulhosa de mim lá de dentro. E o melhor de tudo, o nome da palestra de Karim se iniciava com É Hora do Show, então me senti como uma pop star mesmo... e ele aplicou conosco as 12 competências que devemos aplicar com nossos “pupilos”.
Cada hora passada neste congresso me engrandecia mais como profissional e pessoa e eu ficava mais e mais feliz por estar lá. E pra ser melhor ainda, no final da palestra ganhei o livro dele... e em um dos intervalos ele ainda autografou e bateu um papo sincero comigo. Pessoa humilde, simples e sincera. Gostei mesmo... ficará guardado no meu coração.

A chamada para a sua palestra:
“Apresentar as 12 competências que garantem o sucesso dos treinamentos ministrados por um instrutor de acordo com o mais recente estudo de competências da ATD (Associtiaon for Talent Development).Identificar os comportamentos observáveis dos instrutores bem sucedidos baseado nas melhores práticas de instrução”.

E com uma horinha apenas para o almoço, acabamos nos atrasando para as palestras da tarde e perdi a que eu queria.... e tive que me adequar a outras... mas tudo bem. Faz parte do show! Não participei do workshop que tinha em mente, mas optei por duas palestras que valeram a pena... a primeira delas com Alexandre Slivnik, sobre o Estilo Disney de Encantar Clientes Internos e Externos.

Chamadinha:
“A Disney é reconhecida como uma das principais referências em atendimento ao cliente. Mas o que poucos sabem é que para obter essa excelência, tudo começa com uma Gestão de Pessoas focada em encantar o cliente interno. Nessa palestra, Alexandre Slivnik abordará os processos de Gestão de Pessoas na Disney, bem como trará, através de exemplos práticos, como podemos obter resultados através do engajamento de clientes internos, com o objetivo de encantar os clientes externos”.

E depois, Razão e Emoção - Como Ativar Mudanças Comportamentais, com Tom Coelho, onde aprendi que a questão é FAZER VALER A PENA, em qualquer circunstância! E valeu a pena mesmo ter escolhido assisti-la. =)
Chamada:
“Pessoas comprometidas, engajadas e com elevada produtividade. Este é o anseio de todas as organizações em relação aos seus colaboradores. Mas para alcançar este objetivo é essencial ativar o envolvimento emocional. Nesta palestra, os participantes aprenderão como conectar razão e emoção, passando também pela análise de um conjunto de valores comportamentais essenciais: humildade, respeito, integridade, pluralidade, empatia, solidariedade e ética”.

Depois houve a junção de todos os participantes do congresso no auditório central para as plenárias com a Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza e depois com Marcos Scaldelai, que é o presidente da Bombril. Ambas plenárias bem interessantes, com as suas particularidades.
Deu para entender por que Luiza Helena é quem é e tem Magazine Luiza em todo o Brasil... e foi muito bacana conhecer a história de vida de Marcos Scaldelai, que para ficar claro (como ele mesmo disse) não é o filho do dono da Bombril, mas um profissional que foi recrutado no mercado de trabalho, ou seja, todos nós temos chances de crescer, basta trabalhar.

E mais um dia de congresso chegou ao fim e parece que foi ontem que chegamos aqui... opa, e foi mesmo hehe!
Depois de um banho reconfortante saímos para dar uma volta pela orla e jantar. De volta ao hotel o negócio foi dar um jeito de arrumar mala e todos os livros que comprei e mais os brindes que ganhei, pois no dia seguinte já era o último dia de um grande evento em minha vida.

E o último dia do Congresso chegou, e foi dia de levantar mais cedo para fazer check out, café da manhã reforçado e para tristeza geral da Melzinha, aproveitar as últimas horas deste evento que ficará marcado em minha vida, hunf! =(

E como chegamos mais cedo ao local do Congresso, deu tempo de pegar senha para a camiseta com caricatura.... uhuuuuu! Fiquei maneira na fita, digo, na camiseta hehe! =D



As palestras do dia foram:

Líder de si Mesmo: a Importância de Desenvolver a Autoliderança, com Verônica Ahrens.
Chamada da palestra:
“Apresentar a importância de desenvolvendo profissionais que focam na auto gestão da sua performance, tornando-se líderes de si mesmos. Pessoas com maior competência emocional apresentam o caráter, o compromisso, a criatividade, a energia e a resiliência necessárias para apresentarem desempenho superior em suas carreiras e na vida como um todo. As mudanças comportamentais acontecem de dentro para fora, desenvolvendo nos colaboradores a motivação e iniciativa para escolher e traçar suas próprias metas profissionais e pessoais, sendo capazes de gerirem suas próprias emoções e de se comunicarem com mais eficiência”.

HR Canvas: Alinhando a Estratégia do RH à Estratégia do Negócio, com Daniel Orlean
Chamada da palestra:
“Ao longo dos últimos anos, a área de Planejamento Estratégico vivenciou o desenvolvimento e a introdução de diversas ferramentas com o objetivo popularizar e facilitar o trabalho de modelagem de negócios e estratégias, tendo no Design Thinking e na ferramenta Business Model Canvas dois de seus exemplos mais conhecidos. Ao mesmo tempo, as áreas de RH e T&D das organizações são cada vez mais cobradas para atuarem de forma alinhada às estratégias organizacionais, desde a definição dos objetivos à sua mensuração. Com base em diversas experiências práticas, os autores desenvolveram a ferramenta HR Canvas, um desdobramento do Strategy Canvas, elaborado por um dos autores, que permite o alinhamento entre as duas estratégias de forma prática e sintética”.

e...

Next Now! Megatendências Globais e o Papel da Educação Corporativa Agora, com Graziela Moreno, que foi bem interessante e contou com o auxílio de Roberto Martini e de uma teia muito engenhosa que só estando lá para entender! ^^
Chamadinha:
“O mundo está passando por mudanças sem precedentes. Se por um lado as empresas precisam se adaptar à velocidade dessas transformações para que possam crescer e gerar resultados alinhados à estratégia da organização, por outro, a educação corporativa tem o imenso desafio de colocar todos os colaboradores nessa mesma frequência. A palestra Next Now! Megatendências Globais e o Papel da Educação Corporativa agora traz uma reflexão sobre o papel do desenvolvimento humano e reforça sua relevância E urgência nesse contexto de transformações”.

E por fim, houve a apresentação da pesquisa: "O Panorama do Treinamento no Brasil 2015", com Fernando Cardoso, e a palestra de encerramento, com o grande Cortella, falando sobre a gestão do conhecimento como um desafio necessário, fechando a fala do prof. Clóvis, que iniciou tudo isso lá no primeiro dia.

“O que caracteriza um ser humano é a capacidade de aprender e ensinar. A educação e o conhecimento fazem sentido quando se coloca à disposição um coletivo, a soma dos conhecimentos individuais propicia uma inteligência coletiva de grande relevância para as organizações atuais”.


E depois de toda essa overdose de conhecimento e aprendizado, só me restou voltar para casa cheia de dúvidas e reflexões... ai ai, sério gente, é maldade demais com o compadre participar de um Congresso desses hehe!

E pra fechar este post imenso de grande, mais uma vez eu tenho que agradecer à minha coordenadora Ruth por todo o empenho para que eu pudesse participar deste evento e à empresa por me proporcionar tal oportunidade.

Mas e vocês, conhecem o CBTD? Já tiveram oportunidade de participar? Vamos conversar?

Bjo bjo