sexta-feira, 5 de abril de 2019

Festa de Aniversário do Primeiro Ano


Oi Meu Povo, tudo bem com vocês?


Então, hoje resolvi escrever sobre tema controverso... fazer ou não fazer festa de aniversário de 1 ano?

É, eu sinto muito, o foco deste blog mudou... agora falamos de maternidade mais que de outras coisas. Mas calma, logo voltam postagens sobre livros, prometo!

Mas vamos lá então... festinha de aniversário para comemorar um aninho do bebê! 

Muitos são adeptos do não fazer, alegam que a criança é muito pequena, não aproveita, não entende ainda o que está acontecendo e que a festa acaba, no final das contas, sendo para “os adultos”.

Já outros são a favor, dizem que a comemoração não é só da criança, mas dos pais que estão completando um ano como pai e como mãe. E que no final das contas, a criança aproveita sim, se diverte, brinca, interage (mas isso vai de criança para criança, claro). 

Enfim, desde que a Maria estava na minha barriga eu tive mil ideias sobre fazer ou não. Decidi não fazer, depois mudei de ideia e assim foi por um bom tempo, até ela nascer e eu resolver fazer só um bolinho em casa... vocês conhecem aquele vídeo do só um bolinho?!

Segue abaixo para vocês darem risada:



E esse “só um bolinho” em casa virou uma festinha na casa da Dinda... era para ser umas 10 pessoas no máximo e já estamos em quase 40! Ahhhhhhhhh, socorro.

Faz bolo? Manda fazer? E os docinhos? Ah, melhor fazer em casa... (madrinha vai dar, ufa), e os salgados? Ah, tem aquele Japa que faz um pastel mara... mas só pastel? Então vamos fazer uns empadões de pão e aqueles patês com pão de forma... ótimo, fechou. 

Mas espera, isso vai dar muito trabalho, não vai dar tempo... é, muda, então vamos pegar mais salgados... coxinha e risoles? Coxinha e kibe? Coxinha e bolinha de queijo?... É, certeza mesmo só da coxinha. 

Ah, eu quero aquele suco que lembra a infância... sim sim, perfeito, só não esquece de comprar água pra fazer. Ah, água comprada, 5 litros, tá bom? Ótimo, perfeito... mas daí o galão não cabe na geladeira... SOCOOOOORRO! Kkkkkk, parece piada, mas é muito, muito sério mesmo. 

E a decoração... ah, a decoração mamãe vai fazer em casa... mas quem disse que a filha deixa?! E se comprar pronta? Vamos ver... nooooooossa, muito caro, vamos fazer. E dai, não se encontra muitos apetrechos, pois a mãe escolhe tema distinto dos “temas comuns”... corre atrás de copos, pratos, guardanapos e garfinhos vermelhos e amarelos. Ah, e precisa de pratos grandes para servir os salgadinhos... e tem que ser vermelhos e amarelos... e vamos fazer um jardim de flores vermelhas e amarelas para a nossa princesa...


E lembrancinha, o que vai ser? Ah, mas precisa? Sim, precisa sim... o que fazer para que as pessoas lembrem por um bom tempo ou até pra sempre deste dia tão especial? Hummmmm, pensa, pensa, pensa... Já sei, flores... Ótimo, flores, mas tem que ser flor que, caso as pessoas queiram, elas possam plantar... e lógico, tem que ser vermelhas e amarelas... dai se descobrem vários tipos de flores vermelhas e amarelas, todas os olhos da cara por causa da época do ano... ah, então vamos de kalanchoe... dai descobrimos que ela é chamada também de Flor da Fortuna, perfeito, os convidados vão amar. E sim, eles podem plantar se quiserem, pois já plantamos em casa e deu certo! =D

Agora, só por curiosidade, o que a Wikipédia diz sobre essas plantinhas: 

“Kalanchoe é um gênero de plantas suculentas da família crassulaceae (ordem Saxifragales). Sua origem é africana e ela também é conhecida como flor-da-fortuna ou kalandiva. No Brasil, é conhecida também como coerana, eoirama-branca, erva-da-costa, folha-da-fortuna, folha-de-costa ou saião.
Na hora de comprar, escolha sempre plantas com folhas inteiras, brilhantes, viçosas e sem manchas. Observe o número de botões fechados, pois as que possuem grande números de botões terão uma durabilidade maior.
Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia. O vaso deve ser colocado onde possa receber sol e vento. Exposta ao sol, suas flores duram mais tempo.
Por acumular muita água, precisa de poucos cuidados com a rega. No verão pode ser regada apenas duas vezes semanalmente e no inverno apenas uma ou quando o substrato estiver começando a ressecar. A rega deve ser feita apenas sobre o solo, sem molhar a planta. Deixe o solo secar antes de regar novamente. Regar sempre com pouca água, o suficiente para que escorra um pouco no pratinho, ou nem isso.
O período de florada vai em geral do início do inverno ao fim da primavera. Pode ser encontrada com flores vermelhas, rosas, laranjas, brancas, amarelas e talvez outras cores. Quando adulta, alcança até 30 centímetros de altura”.

É, acho que escolhemos bem. Então vamos na Floricultura pra encomendar... Levamos sorte, encontramos uma senhora de bom coração (Dona Hilda) que disse que pode fazer os vasinhos se levarmos os cachepôs. Uhuuuu... bora decorar cachepôs vermelhos com laços amarelos. Na semana do aniversário marido leva tudo para lá... e dois dias antes temos que ir buscar. Ufa, resolvido, e vai ficar lindo (Siiiim, já peguei as flores e ficaram lindas, os convidados vão amar). 

Então vamos para a lista de convidados... vai ser só família mais próxima... padrinhos, avós e tios da Maria... não não, vamos abrir para os tios da mamãe... ah, mas se vão os tios, por que não os primos também? E a lista vai aumentando... mas e aquela tia avó que não é da família, mas é mais presente que muita família? Ela não pode faltar... ah, mas e aquela amiga que a mamãe ama de paixão e que tem bebezinho pequeno também? Ah, ela pode... E aquele amigo do papai que ele considera um pai? E aquele outro que não é mais o patrão, mas é muito mais que isso? ... e assim a lista vai aumentando, aumentando, aumentando... Será que cabe todo mundo? Espero que sim! Ah, mas sempre tem um e outro que não vão... é, vamos contar com isso! Kkkkk E foi assim que a quantidade de pessoas cresceu tanto e com isso aumentou a preocupação se a comida vai dar.

Bom, estamos na correria para os últimos preparativos e a ansiedade está batendo forte... por mais que não seja uma mega festa, com tudo que se tem direito, quero algo que marque as pessoas e, principalmente, nossa menina. Sei que talvez ela nem lembre, mas acredito que quando ela vivenciar certas coisas, pode remeter a aquele momento e quero apenas lembranças boas. 

O grande dia é amanhã... tudo o que poderia ser feito foi... agora só falta arrumar o salão, pegar as comidinhas e esperar nossos convidados. 

Sinto que estou fazendo a coisa certa com essa festinha... será um momento de confraternização, com pessoas queridas, pessoas que querem bem à minha pequena! 

Depois eu volto e conto para vocês como foi.... 

Mas e vocês, mamães e papais, fizeram festa de um ano? Festinha? Festão? Bolinho? Bolão? Compartilhem suas experiências.

Vamos conversar?

Bjo bjo

sexta-feira, 29 de março de 2019

A Maternidade Real



   


Oi pessoal, tudo bem com vocês? Eu estava super feliz que consegui, por duas semanas, atualizar o blog e achei que a minha vida tinha voltado ao normal... que piada, acho que nunca mais terei uma vida normal... e talvez isso nem seja tão ruim assim, mas que estar fora do controle me assusta às vezes, isso é.

Enfim, estou aqui para falar com vocês sobre como é a maternidade real... sim, REAL, não aquela escrita em livros e blogs e mostrada em filmes de Hollywood... a maternidade real é algo muito mais tenso, muito mais profundo, muito mais cansativo.

Minha Maria está para completar um aninho, e, com 08 dentinhos já naquela boca pequena, tem dado bastante trabalho pra mamãe aqui (não por causa dos dentinhos, ou não só por causa dos dentinhos, mas pelo pacote completo).

Talvez a culpa seja minha mesmo, como muitos dizem, você acostumou mal, só no colo, só no peito, só na cama de vocês... e agora não consegue desfazer isso. É, talvez seja isso mesmo, mas no manual de sobrevivência da mamãe moderna não está escrito que o seu filho NÃO VAI DORMIR SE NÃO FOR MAMANDO NO PEITO, ou SEU FILHO NÃO VAI DORMIR SE NÃO ESTIVER NO SEU COLO, ou ainda, SEU FILHO NÃO VAI DORMIR SE NÃO FOR NA SUA CAMA.... não, lá está escrito em lindas letras que você deve colocar o bebê sonolento em seu berço e deixar ele lá... e que ele vai pegar no sono e dormir a noite toda.... HA HA HA ... vai fazer 12 meses que eu não sei o que é dormir a noite toda... na verdade faz um pouco mais, pois no final da gestação já não tinha mais jeito de dormir. 


Outra coisa que ninguém conta, é que o seu corpo não volta ao normal... e que talvez nunca volte mesmo... e que os seus pés crescem e que você perde todos os seu calçados! =( 

E como isso é dolorido para quem tinha feito um tratamento médico para emagrecer, que estava no peso ideal e que tem um milhão de pares de calçados. 

Ninguém te conta que amamentar dói... e que quando os dentinhos nascem, dói mais ainda... que às vezes chega a sair sangue e fazer machucado... que eles mordem e que se você tira porque sentiu dor, eles choram, choram muito e chegam a ficar ofendidos.

É, a maternidade não são só flores... tem muitos espinhos no caminho. 

E quando o bebê fica doente e você já fez de tudo e ainda assim ele não melhora? E você está cansada e sente “raiva” e depois culpa por sentir raiva?! E quando o médico diz que tudo é normal, que tudo faz parte, que tudo é assim mesmo e que você tem que se acostumar?! 

E quando você quer sumir no mundo... desaparecer... resgatar sua “antiga” vida... e daí você pensa: “Que ingrata você é, que desumana, você não é uma boa mãe, reveja seus conceitos”.

Ou então quando você percebe que “perdeu” seus amigos... que eles não mandam nem um whats pra saber se você está viva... Quando o bebê nasce, todo mundo quer te visitar, conhecer a criança, falam de tantos planos para o novo serzinho que chegou, mas na realidade do dia a dia, essas pessoas nem lembram que você existe... a menos que precisem de algo. E ninguém te conta que isso dói... todos só dizem que você vai fazer novas amizades, que você vai ter amigas mães como você e que tudo será lindo... Na escolinha, as mães não chegam nem a descer direito dos seus carros para deixar/pegar os filhos, quanto mais conversar com estranhos para tentar afinar alguma relação.

É, eu estou cansada... muito.... e antes que você diga que eu sou um monstro, eu te digo que isso é absolutamente normal e que, conversando com outras mães que tenho contato diário, elas também passam por isso e que talvez isso demore muito, mas vai se amenizar. Que a relação que você tem com as pessoas que se diziam suas amigas vai se perder mesmo e que, em algum momento da vida, virão pessoas novas, e será bom... mas enquanto isso o coração dói, a cabeça, dói, o corpo dói... e não é só uma dor física, é uma dor na alma... alma que nunca mais voltará a ser a mesma. 



E tudo isso não quer dizer que eu não ame, ou ame menos a minha filha. Eu a amo muito, e ela é meu maior presente... e um sonho realizado. É apenas que a mudança que um filho trás para a vida de uma mãe é muito forte e não tem “manual de sobrevivência” na vida que te mostre e te conte e te prepare para isso. É só o dia a dia pra saber como as coisas são mesmo. 

Ufa, acho que estava com algumas coisas engasgadas aqui... me sinto até um pouco mais leve. Enfim, o que eu queria dizer aqui, é que não são só alegrias e lindezas a vida de mãe. Quem vê as fotos que posto no Instagram e no Facebook, não sabem o dobrado que eu corto.

São muitas mini roupas pra lavar e depois passar... é a casa que precisa estar “impecável” pois agora a Maria engatinha por tudo e o que antes já ia pra boca, agora é muito mais. É a comida que precisa ser preparada com muito cuidado para não exagerar em temperos e sabores que possam magoar aquele estomago ainda em formação. É um milhão de coisas que precisam ir na bolsa da bebê só para ir até ali na esquina. E ainda tem o dog que precisa de atenção, amor, carinho, comida e banho.

Ah, mas você não é casada? E o seu marido? Ele não faz nada? Faz sim gente... poderia fazer mais, mas isso é perfil masculino, enfim.... só que tem coisas que é com a gente mesmo. 

Quer um bom exemplo: Maria começa a chorar do nada... papai pega no colo, conversa, canta, faz palhaçadas... a menina chora mais ainda... esperneia... não se sabe aparentemente o motivo daquele choro, mas é só a mamãe aqui pegar no colo que para na hora. Tudo bem que tem vezes que não para nem comigo e a gente não consegue descobrir qual é o problema... mas tudo bem, faz parte né? Logo começa a falar e explicar melhor o que sente.

E tem mais... a gente quer que o bebê cresça logo e engatinhe pois não aguenta mais carregar o bichinho no colo... e quando começa a engatinhar, a gente entra em parafuso, pois piscou, o bichinho já sumiu... e provavelmente só em um lugar onde não deveria, tipo o potinho de água do cachorro, o lixo do banheiro ou da cozinha, a porta da rua! 

E isso é absolutamente normal... e vai passar... e ela vai aprender a andar e as coisas que agora são novidade e curiosidades a serem “matadas”, serão outras... e é isso ai, bola pra frente... lembrando sempre que somos um exemplo, então, mesmo que a vontade seja jogar tudo pro alto e sumir, gritar, chorar, xingar, o negócio é respirar fundo e seguir... não que isso seja fácil, não que eu não chore... eu choro muito, eu acho que não vou dar conta todos os dias , e logo depois eu descubro que de pouquinho em pouquinho eu estou dando conta. Afinal, Dona Maria já vai completar seu primeiro aninho e é saudável, está com o desenvolvimento em dia... só ficou dodói duas vezes e não foi negligência minha... tá certo que é magrela magrela, mas no final das contas até isso é bom, já que a mamãe está super acima do peso, pode ser que ela tenha essa tendência também... então, melhor magrela que obesa.

Ufa de novo... acho que chega né? Já escrevi bastante por hoje.

Tomara conseguir manter as atualizações com maior frequência.

É isso... beijo pra quem fica! =*

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Bodas de Papel



 Fonte Imagem: https://www.blogsoestado.com/pedrosobrinho/tag/bodas-de-papel/

Em 16 de dezembro de 2018, completei meu primeiro ano de casada.

Neste dia “comemoramos” Bodas de Papel... segundo o site significados, o papel simboliza o primeiro ano do matrimônio por ter o significado da "fragilidade", típico do começo de qualquer relacionamento. No entanto, as bodas de papel, de acordo com a tradição popular, também podem ter a conotação da "flexibilidade" que os jovens casais devem possuir para encarar os desafios da vida a dois.

As duas palavras destacadas foram desafiadoras nestes 12 meses de matrimônio: fragilidade e flexibilidade. 

Pensem comigo... qualquer relação passa por dificuldades, existe o tempo para conhecer o outro em sua essência, afinal, dormir e acordar juntos todos os dias é bem diferente da época de namoro, quando saem juntos mas cada um dorme na sua casa. Aprender a respeitar as diferenças, não tentar mudar a pessoa para se adaptar a você... são muitos os desafios... junte a isso um bebezinho recém nascido, frágil e totalmente dependente... pois é, não foi fácil... por diversos momentos bateu aquele desespero de que eu não daria conta, que eu não servia para tudo aquilo... que eu queria jogar tudo para o alto e sair correndo... 

Ai você para e pensa... lembra de alguns relacionamentos de amigos que você conhece e que duram já muitos anos... e reflete sobre o que essas pessoas fazem para “fazer durar”... não pensem que aqueles casais que tem muitos anos de casados e estão sempre de mãos dadas não tem problemas... eles tem sim, a diferença é que eles "discutem” a relação... conversam, respeitam... OUVEM um ao outro. 

Sempre disse para todos os amigos que estavam para se casar que o respeito deveria prevalecer acima de tudo, pois com respeito tudo seria mais fácil... no dia a dia percebi que eu estava certa... e errada. Sim, o respeito é fundamental, pois sem ele, um desentendimento virar uma briga, uma discussão e descambar para o “vamos nos separar” é muito forte. Mas também, ninguém me contou que às vezes a gente sofre para conseguir respeitar o outro... as diferenças, às vezes, são muitas, são grandes, pesam... às vezes, tudo aquilo que a gente desejou, sonhou, imaginou, não chega nem perto de se realizar, e tudo porque o que o outro faz reflete em nós. 

O dia a dia às vezes é cruel... ah, eu vou casar, ter minha filha... quando ela estiver completando os seus 12 meses (um pouco mais) a gente já vai ter dinheiro o suficiente para dar entrada na nossa casinha... kkkkk, que bobinha que você é. 

A realidade nos mostra que todos os dias os imprevistos acontecem... e que muitas vezes eles levam as nossas economias.... e você tem que optar por manter a relação apesar das economias irem embora, ou “perder” tudo, literalmente.

Um casamento muda a vida da gente... um bebê muda mais ainda... quantos sentimentos bagunçados e intensos que invadem nossa mente, nosso coração. O que é prioridade? Tudo que for relacionado ao filho... mas também, não podemos esquecer da nossa relação... bebê nenhum segura casamento, se segura, tenha certeza de que uma das partes (ou as duas), está infeliz.

É, a gente mudou a ordem das coisas e talvez não tenha dimensionado as consequências disso... Mas sempre ouvi que Deus nunca dá um “fardo” maior do que podemos carregar... então a gente respira fundo, e vai, crendo que Deus nos mostrará o caminho, que Deus nos amparará, nos dará sua mão... nos carregará em seu colo.

Cai, se machuca, chora, levanta... e aprende com tudo isso... e conhece cada dia mais aquela pessoa que escolheu viver a vida ao seu lado. Percebe que nem tudo o que viu no namoro é de fato real, e que não viu quase nada no namoro, pois ele foi “relâmpago”... que a pessoa tem muitos defeitos (e nós também, claro) e que, às vezes, esses defeitos incomodam tanto... e dai você respira fundo, avalia... pede para Deus te mostrar o caminho... e dai vêm em mente aquele sorriso, aquela primeira surpresa... aquela comidinha gostosa que só ele sabe fazer... aquele EU TE AMO que vêm do nada.... e você lembra da primeira vez que ouviu este EU TE AMO... e lembra que isso aconteceu com uma semana de namoro e que você ainda disse: não é muito cedo para isso? E também lembra de ter a certeza de que não era... de que aquele sentimento era verdadeiro... e ainda é.

Ele é atrapalhado e eu certinha demais... eu sou séria e ele “um palhaço”... que bom, ele me faz rir... mesmo quando estou brava, muito brava, mesmo que eu não queira mostrar, ele me faz rir... e isso é uma delícia. E ele faz nossa filha rir... a primeira gargalhada da pequena foi para o pai... tem amor maior que esse? Só de lembrar o coração se enche de alegria e os olhos de lágrimas de emoção... sentimentos que a gente acha que conhece, mas só vivendo o dia a dia da relação conjugal e da maternidade é que percebe que nem de longe havia sentido algo igual.

Desafios, eu acredito que teremos muitos... todos os dias... imprevistos, desentendimentos, farão parte da nossa vida para sempre... quem disser que não tem isso em suas relações está mentindo, eu tenho certeza. 

E assim vamos vivendo, um dia de cada vez... aprendendo, crescendo, ensinando, respeitando... e que venham as bodas de algodão, trigo, flores, frutas, cera, madeira, ferro, perfume, açúcar, latão, lã, papoula, barro, cerâmica, vime, estanho, aço, seda, ônix, linho, renda, marfim, cristal, turmalina, rosa, cretone, água marinha, porcelana, zincão, louça, palha, opala, prata, alexandrita, crisopázio, hematita, erva, pérola, nácar, pinho, crizo, oliveira, coral, cedro, aventurina, carvalho, mármore, rubi, esmeralda, seda, prata dourada, azaviche, carbonato, platina, safira, alabrastro, jaspe, granito, heliotrópio, ouro, bronze, argila, antimônio, níquel, ametista, malaquita, lápis lazuli, vidro, cereja, diamante, jade, ufa.... e muitas outras bodas que venham.

É isso ai... e vocês, são casados? Como é a relação de vocês? Altos e baixos? Alegria e tristeza? Saúde e doença? 

Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Balanço 2018




E ai pessoal, tudo bem com vocês? Vejam só como a vida de mãe é corrida... estamos já em fevereiro e só agora que deu tempo de pensar no texto sobre o balanço de 2018.... e como vocês puderam perceber, não estou conseguindo escrever para deixar o blog lindamente atualizado como antes... confesso que sinto falta, mas a vida nova é boa... diferente, corrida, sem tempo pra mim, mas é boa!

Então vamos lá para 2018... no balanço de 2017 eu disse que foi o ano que mudou a minha vida... e foi mesmo, mas preciso dizer que 2018 também mudou a minha vida... acho que mais que 2017, pois em 2018 eu me tornei mãe... tem mudança maior na vida de alguém? Acho que não... no ano que passou me vi revendo fortemente algumas “convicções” ditas como definitivas... como o que achamos certo, correto, adequado também passa por adaptações quando temos um pequeno ser sob a nossa responsabilidade.

Mais uma vez, um ano de aprendizados... diários para dizer a verdade... Mais uma vez nos mudamos de endereço, para ficar mais próximos da casa da minha mãe, para os cuidados com nosso ser mais precioso... Em abril Maria Alice Grigowski Chagas veio ao mundo... um dia lindo, um dia de emoções confusas e alegria transbordante.

Conforme eu imaginava, não existe mais muito tempo para mim, então, os dados que sempre    “alimento” nos balanços anuais serão bem mirrados, bem escassos, pois o meu tempo não é mais meu e sim da minha filha linda... apesar de que depois da adaptação inicial, até que seriados e filmes eu consegui assistir uma boa quantidade... mas livros, isso não me pertence mais, pelo menos por algum tempo ficarei na vontade de ler... não dá tempo.

Bom, vamos lá então... começando pelas atualizações do blog... apenas 2 em 12 meses! =(

Para quem tinha a intenção de 2 ou 3 posts por mês, 2 no ano foi feio... um em janeiro e outro em julho. Mas vamos ver se isso muda esse ano... se consigo melhorar meu status de blogueira, kkkkkkk! Mas já vou avisando, provavelmente os assuntos serão: mamães, bebê, papinhas, picos de desenvolvimento, dentinhos, essas coisas sabe... =D


Já quanto aos filmes e seriados vistos, foram 502 (nenhum no cinema, além de caro, impossível sair de casa para ir ao cinema com um bebezinho), muito mais que no ano anterior... e isso se deve aos 07 meses em casa... 06 meses de licença maternidade mais um de férias acabaram rendendo... no lugar de ir dormir quando dona Maria dormia, eu ai fazer minhas coisas e também, ver um seriado ou filme.
Foi o ano dos seriados... Dark, La Casa de Papel, Merlí (em espanhol, MARAVILHOSO), Shadowhunters (minha dose adolescente falando alto), Seven Seconds (suspense policial), Grimm (que cortou o coração porque acabou), Bates Motel (finalmente comecei e terminei a série), Greys Anatomy (amor eterno), The Good Wife (bom demais para avaliar o empoderamento feminino e também a gangorra de uma vida pública/política), Segurança em Jogo (curtinho mas bom demais) e Você (intrigante). Difícil avaliar qual foi melhor... além desses tiveram outros seriados e muitos filmes... dos quais destaco um visto em dezembro, Bird Box, amplamente comentado pela mídia... alguns falando muito mal, mas eu gostei, me senti envolvida, vivenciando tudo aqui e nem vi o tempo passar. Em dezembro também foi o momento de ver filmes natalinos, desses sessão da tarde, super fofinhos, foram 12, kkkkkk, todos produção Netflix....

Quanto aos livros, consegui terminar Férias que tinha começado a ler em 2017, pasmem... e iniciei outro, do Harry Potter, mas ainda não consegui terminar. Que vergonha, kkkk ... quem sabe esse ano de 2019 eu melhoro essa marca, pelo menos começar e terminar um kkkkkk
Mas não quer dizer que eu não tenha lido em 2018... eu li muito, mas assim, 99% coisas em aplicativos e sites que estão relacionados a bebês e maternidade.

Quanto ao balanço profissional, foram 5 meses de trabalho na empresa e 7 meses de trabalho em casa... mais trabalho do que se imagina. Para quem acha que estar em licença maternidade é estar em férias, preciso dizer que ISSO É MENTIRA... trabalha-se muito mais em casa que nas empresas... e olha que na empresa deu o horário você vai embora e pronto, em casa não tem isso não... são 24 horas a disposição. E acreditem, um bebezinho precisa de você as 24 horas do dia... madrugadas sem dormir, essa é a minha realidade agora. Desde que Maria nasceu, foram 3 noites de 8 horas de sono... nas outras, no máximo 3, 4 horas seguidas, hehehehehe... pensa num zumbi ambulante. Mas isso não é bem uma reclamação, apenas uma constatação e desabafo... eu amo ser mãe, é a realização de um sonho, mas sou humana e tenho fraquezas, então, às vezes, a gente fica “sacudo”, cansado e desesperado... mas passa.

Ah, preciso compartilhar que em 2018 eu participei de algumas bancas de TCC lá na UFPR, para avaliar projetos de implantação de melhorias na área de secretariado... foi um dos momentos de me sentir viva profissionalmente. Como é bom fazer algo na área secretarial para variar. Fiquei imensamente feliz com o convite! =D

Viagens não aconteceram como eu previ no balanço de 2017, apesar de uma intenção quando completamos 1 anos de casados... pena que não deu certo... em 2019 queremos levar nossa Maria para conhecer o mar, tomara que dê certo.

Quanto as questões de coração estamos bem... coração ocupado, feliz... claro que com altos e baixos, aquelas discussões básicas, alguns desentendimentos, afinal somos diferentes e isso faz parte de toda relação. Seguimos aprendendo um com o outro e crescendo juntos. Conquistando cada dia algo novo e especial em nossa relação... nem que seja aquele abraço para dormir (de conchinha), ou um beijo de bom dia... todos os momentos valem a pena. Amor, eu sou chata, eu sei, mas eu te amo, tá?!

Voltando na questão profissional, preciso compartilhar que foi bom voltar ao trabalho e se sentir útil de uma forma diferente.... nos 7 meses em que estive fora, muitas coisas aconteceram, muitas mudanças ocorreram e isso refletiu no trabalho... houve a necessidade de algumas adaptações e novos aprendizados, o que recebi de coração aberto... este ano que se iniciou promete ser diferente, muitas mudanças ocorreram e me sinto bem mais aproveitada agora... produtiva, parece que faço a diferença realmente... que assim seja! =D

Bom, acho que por hora é isso, 2018 foi ano de mudanças, crescimento e aprendizado... e quer saber o que aprendi bem? Que com um filho, todo dia é dia de aprendizado... que ele será eterno... que 2019 seja um ano de muito amor e aprendizado para todos, pois o meu já está sendo! Mas e como foi o ano de 2018 para vocês? O que desejam para 2019?

Vamos conversar?

Bjo Bjo