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sábado, 3 de dezembro de 2016

Pedal Noturno



Gente... e com todas essas coisas que aconteceram e ainda estão acontecendo na minha vida, eu comecei a escrever este texto e ele ficou “esquecido” nos meus arquivos.

Eu fiz o  meu primeiro pedal noturno e nem compartilhei com vocês a experiência... e foi com um grupo de pedal super forte... hehe! Foi com o Bike & Runners. E não foi um pedal qualquer, foi um pedal em grande estilo, um pedal temático, foi o Pedal Halloween, ou como alguns chamaram: Pedalaween! Hehe...

E como vocês podem perceber, já faz um certo tempo né, pois se foi um pedal de halloween, foi no dia 31/10 e só agora percebi que comecei a escrever este texto e não terminei. Mas foco no objetivo do texto... vamos ao pedal:

Ele foi divertidíssimo... como disse, ele foi organizado pelo grupo Bike & Runners, rumo ao Cemitério Municipal.

Ótima oportunidade para a pessoa sair de casa de pijama... explico. Eu tenho um pijama de caveira, daqueles que brilham no escuro inclusive, =D e então, foi o momento que eu tive para sair na rua de pijama! Hehe

E ainda maquiada... com cara de caveira, ou mais ou menos, kkkkkkk, pois a gente tenta, já que não é expert (nada nada) em maquiagem! 







A parceria de sempre da Lu foi importante e também é bem importante citar aqui a recente parceria do Fábio... que conhecemos no Parque Náutico em evento da Pedalada Cristã e que tem se demonstrado um parceiro de verdade. Nos acompanhou o trajeto todo e sempre perguntando se estava tudo bem, se a gente estava dando conta do pedal. Mas foi tranquilo, foi um pedal passeio... então não foi corrido, agitado, foi bem light, num ritmo bem tranquilo, passeando mesmo... só lá perto do cemitério mesmo que teve uma subidinha mais tensa. 

Lá no cemitério ainda teve comemoração ao aniversário do Val, um dos líderes do grupo... confraternizamos, conversamos com as pessoas, tiramos fotos... teve até um concurso das “melhores caracterizações”. Fiquei entre os melhores... eu só dava risada, parecia uma boba, kkkkk

A questão é que de fato foi um super pedal, que eu me diverti diversos e quero poder repetir quando for possível.

E vocês, costumam pedalar? De dia de noite? Gostam? Vamos conversar?

Bjo Bjo

domingo, 2 de outubro de 2016

Pedais com Trilhas e Rumos



E nos dois últimos finais de semana tive minhas primeiras experiências com o pessoal do grupo Trilhas e Rumos... um pedal até o Caminho do Vinho... até o Restaurante do Vô João para comer morango com nata e outro até a Colônia Zacarias, para comer bolinho de graxa.

Para o primeiro pedal, como não conhecia ninguém (não sabia se a Alessandra iria – pessoa que me indicou o grupo), então convidei o “meu pessoal”, mas ninguém poderia ir... convidei também o Burg, que prontamente aceitou. Fiquei feliz, afinal, era alguém conhecido hehe.

E no horário marcado, estávamos lá, no coreto da Praça do Carmo, e aos poucos, aquele lugar virou um "enxame de ciclistas"... coisa linda de ver mesmo.

Bikers chegando de tudo quanto é lado, além do pessoal que chegava de carro, com suas bikes no transbike.

E um pouco depois do horário combinado, saímos rumo ao Caminho do Vinho, rumo ao tal morango com nata.

Um grupo de quase 30 pessoas eu acho... dominamos uma pista da Marechal e “bora lá”...

Tava bonito de ver toda aquela galera, um pessoal responsável pela organização cuidava de todos, principalmente no cruzamento das vias, pra manter a segurança de geral.

Alguns momentos mais cansativos, fiquei um pouco pra trás, de repente tava lá no meio da galera de novo... Burg sempre parceiro me acompanhando... dando várias dicas.

Até o Japa encontramos no caminho! Foi show.

E lá no Restaurante do Vô João.... que coisa linda de ver todo aquele morango hehe... e que delícia, pena que não deu pra repetir! Muita gente né, se duvidasse ficava sem o primeiro, kkkkk

O retorno foi por outro caminho, e tivemos o privilégio de ver o sol se pôr ao lado do aeroporto.... super visual!

Neste sábado, o roteiro foi outro... com bem menos gente também, pois o tempo não estava muito convidativo...  fomos para a Colônia Zacarias, para comer bolinho de graxa. Menos km, mas um pouco mais de dificuldade no meu ponto de vista... uma descida em estrada de chão que foi, no mínimo tensa, hehe.... suei frio bonito... e na volta, algumas subidas que foram de tirar o fôlego... fora as “resvaladas” na travessia da passarela, hehe. Mas nada que os gritos de motivação do Marcos não resolvessem hehe!

E é assim que a gente aprende, cria resistência, melhora o condicionamento... fica “mais pernuda” pra aguentar o tranco.

Dessa vez a amiga Lu Maia acompanhou a trupe, parece que curtiu! Se bem que não tem como não gostar, pois realmente pedalar é altamente contagiante e viciante.

Tanto que hoje, mesmo cansada, não resisti e fui pedalar novamente... só mais 30 km, kkkkk... tá ficando bom esse negócio.

Mas a questão aqui é que eu gostaria de agradecer à Alessandra por ter me apresentado para o Trilhas e Rumos... ao Aquino por ter me aceitado no grupo e me acolhido tão gentilmente. E à todos que participam do grupo, pela parceria nestes dois sábados... foi ótimo... e podem ter certeza que sempre que puder, estarei pedalando com vocês, pois vocês são show de bola... ou melhor, show de bike!!!! =D

Agora o registro dos pedais para vocês ficarem com água na boca:













 
E vocês, curtem pedalar? Vamos conversar?

Bjo bjo

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Como Eu Era Antes de Você - O Filme

Então, como já era previsto, eu não podia deixar de ver este filme, já que o livro foi tão impactante na minha vida...fui com a mamys ao cinema e pra variar a expectativa estava lá no alto.

A primeira coisa intrigante foi achar um cinema onde o filme fosse legendado, pois por mais incrível que pareça, em quase todos os cinemas da cidade, ele só estava passando dublado, e dublado não dá né.

A segunda questão é que, quando finalmente achamos um cinema que estava exibindo o filme legendado, só tinha sessão na sala VIP... sabem aquela ultra mega ninja power cara? Pois é... e eu ainda não tenho minha carteirinha de estudante... então seriam R$ 47,00 só de entrada, mas o rapaz da bilheteria foi um amor e fez meia entrada pra mim e pra mamys (ela já tem direito em virtude da idade)! E pela primeira vez eu entrei numa sala VIP hehe... e achei o máximo! =D

Mas vamos ao filme que é o objetivo do post... primeiramente, os atores escolhidos representaram muito bem os personagens principais do livro, o que é ótimo.

Escrevi sobre o livro em 10 de abril de 2015, e ainda lembro muito bem como o livro me impactou... fiquei semanas meio perturbada pela força do livro, pela força daquelas palavras. Pois a história é forte de fato, não é uma história de amor e vida, é uma história de morte... e isso é triste, bem triste. Porém, sempre nos leva à reflexão. Principalmente sobre o que estamos fazendo da nossa vida e como estamos tratando as pessoas que estão ao nosso lado... aquelas que nem sempre damos a devida atenção e respeitamos.

E é isso que Will Traynor faz quando se vê, aos 35 anos, lindo e loiro, preso a uma cadeira de rodas... ele esquece que existem outras pessoas à sua volta, trata a todos muito mal, é grosseiro, antipático, terrivelmente insensível. E na ânsia de tentar dar o mínimo de qualidade de vida à ele, seus pais buscam por um cuidador que tenha coragem de ficar ao seu lado.

Como as pessoas especializadas não estavam dando conta do negócio, a sua mãe resolve contratar uma mocinha, sem experiência nenhuma, já que a contratação é por tempo determinado (seis meses).

E esta mocinha é Louise Clark... A cena de Will imitando Christy Brown, do filme Meu Pé Esquerdo, para assustar Lou, é excelente, e a cara dela é fantástica, porém, ela consegue disfarçar bem. Mas na real, ela queria era sair correndo de lá, mas já tinha aceitado o emprego hehe!

As roupas de Lou no filme são um comentário a parte... quem ficou responsável pelo figurino caprichou, pois ficou show de bola mesmo! Já visualizava de forma autentica para dizer o mínimo, mas no caso, superou as minhas expectativas. Digamos que ela pode ser definida como excêntrica para os mais comedidos. O traje do seu aniversário, quando ela  ganha a famosa meia calça de abelhinha, gente, ela realmente é uma abelha em pessoa! =D




Outra cena que vale muito, é a cena do casamento, o fatídico casamento da ex com o melhor amigo... quando Lou “dança” com Will na cadeira de rodas.

Mas enfim, como no livro, no filme Will procura ser de uma simpatia extrema (só que não) com Lou para que ela desista da função e vá embora, deixando-o com sua autopiedade. Mas ela não desiste... simplesmente o deixa só, no seu canto, enquanto isso, limpa a casa, faz um chá, lê um livro.... e aos poucos conquista a confiança dele, e com o tempo, sua amizade. Aos poucos ele conversa, conta histórias, ouve também, e até permite que ela faça algumas coisas por ele, e com ele.

E disto nasce uma bela amizade, e depois um amor... até que Lou toma conhecimento do desejo de Will... algo que ela não consegue digerir, não consegue entender... como alguém, em sã consciência tem coragem de desejar isso? Mesmo nas condições de Will, ela não consegue entender. Ele tem tanto dinheiro, pode recorrer a todos os recursos possíveis.

E na tentativa de fazê-lo mudar de ideia, busca alternativas para sua qualidade de vida! O que é ótimo, o que o deixa muito feliz, o que o faz ter bons momentos... porém, não o faz desistir.

E isto deixa Lou muito mal, se sentindo de alguma forma irresponsável, inapta, incompetente, pois ela “não conseguiu”.

Porém, no último momento, indo contra todas as suas convicções, ela corre ao encontro do seu amado Will, para estar ao seu lado naquele momento tão intenso.

Esta é uma história de amor, de amizade, de respeito e também, de morte. Pois, por mais que todos tentem e queiram diferente, nada faz com que Will mude de ideia, e ele, com a ajuda de uma clínica especializada, tira a própria vida. Pois a vida que está levando, não é a vida que ele quer ter, aquela não é vida para ele, que antes de sofrer o acidente que o levou à cadeira de rodas, estava rodeado de aventuras e agitação.

Confesso que não me emocionei como achei que me emocionaria durante o filme... não chorei, não fiquei com aquela angústia que achei que ficaria. Creio que faltaram algumas cenas que considero importantes no livro... e que são relevantes para mostrar a relação criada entre os dois, mais enfim, é uma adaptação né, e não dá pra agradar todo mundo hehe!

Mas é isso... e vocês, leram o livro? Assistiram ao filme? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Pedalando por Aí!!!!


Oi Pessoal,

Hoje o assunto será um pouco diferente. Apenas para compartilhar algo legal! =)

Como vocês sabem, já faz um pouco mais de um ano que eu resolvi adotar a pedalada como uma prática constante na minha vida.

Começou por causa de um passeio ciclístico da igreja que fui acompanhar a minha mãe e como precisava fazer alguma atividade física por ordem médica, descobri que era bom e resolvi tentar... e não é que peguei gosto pela coisa?

                                          Fonte: http://www.irdeb.ba.gov.br/soteropolis/?p=2448


O primeiro passo ao decidir começar foi dar uma geral na minha bicicleta, pois ela já é bem velhinha (tentei lembrar, mas não consegui, hehe... mas acho que são mais de 10 anos que a tenho), mas ela ainda está em bom estado pro tempo de vida! Enfim, troquei os pneus que estavam bem ruins e comecei a andar... ou melhor, pedalar.

Na região que eu moro tem ciclofaixa em uma boa extensão, então isso facilita bastante, mas eu pedalava uns 20 minutos e já estava mortinha de canseira. Mas como a persistência é necessária, continuei... e assim fui criando resistência e melhorando o meu tempo...

Com o passando dos dias, fui adquirindo assessórios necessários como capacete, luvas, até um protetor de orelha para os dias como muito vento ou muito frio. E nos finais de semana era levantar cedo e abraçar a magrela.

Hoje já tenho mais segurança, já fui até trabalhar algumas vezes pedalando, dá uns 40 minutos pra ir mais 40 pra voltar e é bem tranquilo pois quase todo o trajeto tem ciclovia ou ciclofaixa que deixa o percurso mais seguro.

Claro que os motoristas de carros ainda não tem a consciência que deveriam sobre o ciclista... claro que nem todos os ciclistas fazem tudo certo também. Claro que ainda falta muita mobilidade na nossa cidade... mas acho que está melhorando. Todas as vezes que saio para pedalar percebo uma situação diferente... como na semana passada em que vi um rapaz estirado no chão. Não sei dizer exatamente o que houve com ele... se foi algum carro que bateu nele ou se ele caiu por conta, se passou mal, enfim, só sei que assim como os motociclistas, em minutos tinham muitos, mas muitos ciclistas em volta se solidarizando com ele e o ajudando no que fosse necessário até a ambulância chegar. Achei isso muito interessante, pois percebi que se algum dia algo me acontecer, posso contar com a ajuda dos outros.
Ou de alguns gentis motoristas que dão a vez para nós passarmos, ou esperam para atravessarmos a rua, também tem os colegas ciclistas que ao cruzarem conosco no caminho nos cumprimentam, desejam um bom dia, uma boa tarde! Coisas simples, mas que fazem a diferença.

Mas também vi coisas ruins, como os carros que estacionam em cima da ciclofaixa (só que esses são punidos na forma da lei – pena que nem sempre - e tem seus carros recolhidos e confesso que é muito divertido ver as suas caras quando encontram um adesivo no lugar dos seus carros, hehe). Ou aqueles que invadem um pedaço da ciclofaixa na Marechal Floriano onde a faixa para estacionar é ao lado da ciclofaixa e parece que eles precisam colocar seus carros praticamente em cima dos olhos de gato, sei lá por que... daí, quando abrem suas portas, sem olhar para fora, batem no ciclista que vem despreocupado, pois está na sua via, né?! Aff...

Enfim... nessas minhas pedaladas já vi de tudo. Gosto de fazer o “circuito Marechal” e também de ir até o Parque Náutico Iguaçu, pois são trajetos que entre ida e volta dão em torno de uma hora, ou um pouco mais e são “seguros”. Como disse, agora ando me aventurando por outras vias, indo até o meu trabalho, o que é bom também, além de ser saudável, ainda contribuo para o meio ambiente, já que deixo o carro em casa! =D

Mas o que eu quero dizer com tudo isso é que pedalar é uma coisa muito boa, além de ser uma atividade física, ou seja, faz bem para a saúde, faz bem para a alma também, além de você conhecer gente, passear pela sua cidade, contribuir para o meio ambiente e facilitar a mobilidade.

Acho que a mobilidade ainda precisa melhorar muito, é claro... deveríamos ter mais vias acessíveis, para mais bairros da cidade... a exemplo da Marechal Floriano, da Av. Sete de Setembro e da Av. das Torres que são as ruas que eu sei que tem ciclovias ou ciclofaixas em uma grande extensão... Acho também, que os motoristas deveriam se conscientizar mais da presença do ciclista e os respeitar, assim como os ciclistas devem respeitar as leis de trânsito que são vigentes para eles também. Mas é assim... um dia de cada vez... um pouco cada dia, é assim que começa.



A imagem acima encontrei no site da Gazeta do Povo... achei bem bacana e resolvi compartilhar neste post justamente porque acho que é bem por ai mesmo a coisa... como o fluxo de bicicletas tem aumentado bastante nas ruas da nossa cidade, essa relação já é um fato, então, o ideal é que ela seja uma boa relação... cabe a nós fazermos dar certo! =D

 Mas e vocês, costumam pedalar? Tem medo? Acham a cidade segura para os ciclistas? Acham que vale a pena pedalar?

Vamos conversar?

Bjo bjo