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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Jusita

E no dia 06 de agosto eu tive a minha primeira experiência no Jusita, ou seria na Jusita?! Enfim... foi a minha primeira experiência de verdade em uma BR por tempo suficiente para ficar com todo o tipo de sensação que se possa imaginar hehe! Medo, euforia, alegria, aquela vontade de gritar, sensação de que iria sair voando (cheguei a 53,6 km/h – sei que para muitos pode ser pouco, mas para mim, de bike, é muuuuito) e também, e mais do que tudo, aquela sensação de superação, de mais um desafio vencido.

Ah, importante aqui lembrar, que este lugar fica em Campo Largo... para aqueles que não conhecem! Então foi uma boa “pernada”... heheh!

A intenção primeira era ir para o Pedágio, mas daí eu acabei sugerindo irmos para lá e o Kadu aceitou... e é importante registrar aqui que ele me ajudou e orientou durante todo o trajeto de ida e volta... como alguns sabem, estou com uma dorzinha chata atrás do joelho e ele estava o tempo todo cuidando para que ela não se manifestasse, ou que fosse o mais suave possível.

Chegando lá, primeiro quis ir até a Igreja que tem do outro lado da rodovia (Igreja de São Sebastião de Rondinha)... e por se tratar de um domingo pela manhã, imaginei que a mesma estivesse aberta, eu queria agradecer pela meta atingida e por muitas outras coisas... mas para minha surpresa, ela estava fechada (uma pena).

Enfim, atravessamos a rodovia novamente e fomos em direção a Jusita... uma lanchonete que tem um famoso suco de uva... lá me esbaldei de comer (esqueci que tinha que voltar pedalando sabe, kkkkkk), e ainda passamos por uma loja de louças que é de encher os olhos de tanta coisa bonita.
A volta foi um pouco mais “pesada”, pois o cansaço bateu um pouco e também porque a barriga estava cheia demais, kkkkkk.

Mas ainda paramos no Park Shopping Barigui no retorno...

A questão é que foi uma experiência única, deliciosa e que eu gostaria de repetir um dia... digo um dia, pois agora vai ficar mais difícil fazer pedais mais longos, ou que tenham mais subidas fortes e terreno irregular.... por um tempo pelo menos.

Como vocês perceberam eu sumi por tempo demais daqui.... mas é que muitas coisas aconteceram na minha vida e não deu para escrever... me faltou tempo... para compartilhar esta experiência maravilhosa que foi chegar até Campo Largo pedalando... e também para ler e escrever sobre minhas leituras.

Mas estas são histórias para os próximos posts....

Deixo abaixo, algumas fotos dos momentos deliciosos passados neste pedal mais que especial... o último forte que fiz (por enquanto).









E vocês, conhecem este lugar? Já foram pra lá? Compartilhem suas experiências...

Vamos conversar?


Bjo bjo

sábado, 10 de junho de 2017

Free Force



Hello People! 

Quanto tempo sem aparecer por aqui né? Mas é que realmente não andava conseguindo tempo para parar e escrever e também os últimos dois livros que li não me inspiraram pra escrever.

Mas agora estou em férias, em um lugar super fofo e tranquilo, então além de tempo, veio a inspiração para escrever.

Como algumas pessoas que me acompanham pelo face já sabem, no último final de semana de maio eu fui para Bombinhas para participar do 3º Pedal Free Force. Em dezembro do ano passado participei do 2º à convite do amigo Fabio, e quando soubemos deste, já deixamos previamente combinado que iríamos.


Conseguimos “montar” uma equipe “perfeita”... conseguimos um sobradinho mara por um preço camarada... e na data combinada, embarcamos para mais esta aventura de pedal. 

O Fabio conseguiu a van “emprestada” e fomos todos juntos... 6 pessoas, 6 bikes, malas, mochilas, comida e muita alegria no coração.

Uma viagem tranquila, com muita risada, boa conversa e diversão.

E quem é essa nossa trupe?”  Carlinha, Fabio, Lu Maia, Lu Santos e Luis, além de mim, é claro. Como disseram lá, fechamos, grupo de amigos, pessoas boas, e em quem confiamos.





  
 
 Chegamos em Bombinhas na hora do almoço. Paramos para comer no centro da cidade e rumamos ao nosso lar temporário.

O sobradinho super fofo e com todo o espaço que precisávamos era bem perto do lugar do evento.

Ajeitamos um pouco as coisas e fomos buscar nossos kits para o evento. A intenção era ir pedalando, ou até a pé, mas quem disse que a chuva deixou? Então borá de van... rumo ao Nickos que era o lugar da entrega dos kits e da partida para o pedal no domingo cedo. 

Como chegamos lá antes do horário de liberação dos kits, ficamos conversando no bar/restaurante, fomos molhar os pés na água, ver um pouco da paisagem, que mesmo cinza faz nossas energias se renovarem. Praia é tudo de bom. 

Aos poucos os ciclistas começaram a chegar e foi aumentando o número de pessoas no aguardo.

Aqui cabe dizer que houve um pouco de desorganização por parte da Equipe Free Force. Apenas duas pessoas para entregarem os kits, num quiosque minúsculo e sem iluminação adequada. 

E de repente, mesmo com toda aquela chuva, muitas e muitas pessoas “brotaram” do chão e virou uma bagunça só a entrega dos benditos kits. Quando consegui pegar o meu, já procurei sair do meio do fervo, e voltar para o bar, onde abri a minha mochilinha e constatei que não tinha a pulseira, nem a plaquinha da bike. Logo a Lu Santos apareceu e confirmamos que na mochilinha dela também não tinha. Achamos estranho, mas enfim... provei minha camiseta, vi que tinha ficado boa e ali ficamos. Como o povo não voltava lá da entrega, voltamos e verificamos que eles tinham esquecido de nos entregar a pulseirinha junto com a placa da bike. Mais uma bagunça, pois como eles não encontraram as nossas, nos entregaram placas sem os nomes e números... mas antes ter assim, do que não ter, afinal a pulseirinha é que dava acesso ao almoço. Como a plaquinha estava sem nome, não tive vontade de colocar na bike... então guardei. 

Enfim, depois desse “stress”, fomos até um mercado pegar algumas coisinhas que sentimos falta e voltamos pro sobrado. Ajudei a Lu Santos com nosso jantar... macarrão de panela de pressão. Ficou uma delícia... tomamos um vinho para harmonizar (que chique, kkkkkk). Depois da janta super batemos papo, demos risada, escolhemos nossos quartos e arrumamos as coisas para dormir, afinal tínhamos que pular cedo da cama. 

Como a entrega dos kits foi meio bagunçada, achamos por bem tomar café da manhã em casa mesmo, pra não correr o risco de ficar sem comer e passar mal durante o pedal. Como o tempo ainda não estava colaborando, fora as subidas fortes do caminho, resolvemos ir de van até o ponto de partida. 

Pouco depois do horário programado,deu-se a largada. Apenas para o passeio, pois devido a grande chuva da noite, acharam conveniente cancelar o desafio, que seria no Morro da Tainha. Tudo por uma questão de segurança dos ciclistas, o que achei bem prudente da parte da organização. 

Mas e quem disse que o passeio seria susse? Lembram das subidas que evitamos indo de van? Pois é... tivemos que seguir por elas... hehe... subidas realmente fortes. Mas tudo bem, faz parte... como eu sempre digo, nada que não deixe as pernas mais gostosas, kkkkkkk! Tudo bem que tive que descer diversas vezes e empurrar, mas faz parte... o importante foi aproveitar o passeio, admirar a paisagem, conhecer gente nova. Foi legal pois a maior parte do pedal conseguimos fazer com a nossa turminha... hora todos, hora 2 ou 3, mas sozinha não fiquei em nenhum momento. 

E melhor que isso, diferentemente de Pomerode, onde terminamos o desafio 2h depois do tempo previsto, dessa vez conseguimos terminar junto com todos... muito bom, muito feliz com isso. 

Felizes, fomos guardar as bikes e almoçar. O almoço correu bem, estava organizado e rapidamente pegamos a comida e encontramos lugar para sentir. A comida era simples, mas bem saborosa. 

Ainda ficamos lá durante a apresentação de manobras com bikes, de hip hop e também nos sorteios (infelizmente não ganhamos nada, hunf). 

No retorno ao sobrado, tomamos aquele banho esperto, descansamos e pegamos a estrada para o nosso retorno à casa.

Até “entregar” todo mundo e ser “entregue”, cheguei em casa quase meia noite... mas valeu cada minuto este final de semana de mais superação, conquistas, amizade, de conhecer gente e lugar novo. Pedalar realmente é algo que me faz muito bem. 

E que venha dezembro.... para o 4º Pedal Free Force! Bora lá?

E vocês, já fizeram algum pedal Free Force? Vamos conversar?

Bjo Bjo

segunda-feira, 13 de março de 2017

Morretes - Rota 66



Oi Pessoal, cá estou eu novamente para falar com vocês sobre os pedais que faço. Desta vez, uma experiência totalmente nova (mais uma). Fomos para Morretes no dia 25/02! 

Gente, pensem num pedal delícia... fizemos a Rota 66... estrada de chão, muitas pedras soltas, muitas subidas e descidas.... fantástico.  Tudo bem que eu tive que empurrar a magrela em várias situações, mas não tem problema, faz parte do pacote hehe!

A questão é que foi mais uma superação, mais amigos feitos, muita risada, um pouco de “sofrimento”, e aquela satisfação, aquela sensação gostosa, que só o pedal te proporciona. 

O passeio foi organizado pelo Trilhas e Rumos, e teve parceria do Bike SJP, pois foram as meninas que puxaram... a Lilica e a Dani. 

Nos encontramos cedinho no ponto de encontro tradicional de sempre e fomos de van até uma altura da BR. De lá, encaramos a estrada de chão... todas aquelas pedras soltas, muitas derrapadas, alguns sustos... mas vale tudo, só emoção. E lá pelas tantas encontramos a plaquinha, beeeem antiga, escrito Rota 66.

Fomos em 3 vans, e pense numa galera animada... contando causos, aventuras... muito bacana. E além disso, já acabamos por ter ideias para novas aventuras, com e sem bike! 



 O tempo colaborou com a gente, então deu pra curtir um solzinho, entramos em dois rios... e por dois momentos tivemos que carregar as bikes pra não molhar a relação hehe!


Muito gostosa essa sensação de vitória ao erguer a sua bicicleta para passar por um rio. Ao ver que você consegue, que não precisa de alguém para te ajudar. Mas também se precisasse, esse não seria um problema, pois todos que estavam lá são muito parceiros e fariam isso de bom grado.

Quando estávamos chegando lá em Morretes propriamente dito, na “cidade”, começou uma chuvinha que acabou por se transformar em um chuvão. 

O que foi uma pena, pois a nossa intenção era almoçar no centro da cidade, turismar um pouco. Ver gente diferente, pois nada nada, era o sábado de carnaval, então, a cidade estava cheia.

Mas isso não anulou o delicioso passeio que fizemos. Acabamos por almoçar no caminho de retorno, e acabei por fazer a feira nesse lugar... tantas coisas gostosas para comer hehe, a começar pelas balas de banana, super tradicionais da região. 

Enfim, foi um passeio maravilhoso... muitas subidas e descidas que solicitaram todas as minhas forças... muitas vezes com a bike empurrada mesmo, pois o medo de cair e estragar o passeio dos outros era maior. Mas não tem problema, o importante foi curtir o pedal, a interação com as pessoas, a natureza. Foi tudo, realmente, uma BELEZA!


Mas e vocês, já fizeram algum pedal lá para os lados de Morretes? Já passaram pela Rota 66?

Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Bike Beer com Bike SJP

E esse final de semana eu vivenciei a minha primeira Bike Beer... sim, primeira pois eu quero ir em outras, hehe!

Eu simplesmente amei!

Foram mais de 60 ciclistas, 4 cervejarias, quase 34 km! Pedal de dia todo, lugares lindos dentro de São José dos Pinhais que eu ainda não conhecia.



Saimos do Mc Donalds de São José, de manhã (um pouco depois das 9h), rumo a primeira cervejaria, a Nut Bier Pub e Cervejaria. Fomos muito bem recepcionados pelos donos,  e a cerveja que eu tomei, de trigo, era bem saborosa.



Lá ficamos um bom tempo, o pessoal degustou, juntamente com a cerveja, porções diversas... foi um momento de descontração, bater papo, dar risada. Teve até sorteio de brindes, mas não ganhei nada.

Depois, seguimos para a Vitis, que na realidade é uma vinícola, mas que possui um vasto cardápio de cervejas artesanais... encontrei até as deliciosas Bodebrown por lá. Lá decidi não tomar nada, ficamos só de papo e na hora do sorteio, não é que eu ganhei uma cerveja?! A cerveja do Papito hehe... será que é boa? Não sei... mas já coloquei ela pra gelar e assim que descobrir conto pra vocês.




De lá rumamos para a Vosgerau, a única cervejaria que eu já conhecia de passar na frente sempre que vamos para o Morango com Nata hehe! Lá tomei uma viena, deliciosa... suave, saborosa, super recomendo.

Lá também rolou sorteio e até distribuição de salame tradicional da região.

Por fim, rumamos para o centro de São José dos Pinhais, na Sapopema... onde haviam várias opções de cerveja para degustar, porém, tive uma baixa de açúcar no sangue pois o sol estava judiando da gente... e lembrando que já passava das 15h, então fiquei na coca mesmo hehe.... e lá almoçamos... food truck, um sanduiche gostoso!



Foi um pedal de dia todo praticamente, pois já eram 16h30 quando cheguei no Mc Donalds para buscar o meu carro. Só eu e mais um rapaz voltamos para lá, não sei se na dispersão, todo mundo que tinha deixado o carro lá já tinha ido buscar, ou se ainda estavam lá na Sapopema. Enfim... bike no transbike e partiu casa... rumo a um banho revigorante e descansar que temos a semana toda pela frente.

Mas, o que dizer desse pedal? Foi um pedal incrível, divertido... o melhor foi encarar novos rumos dentro de São José dos Pinhais, com muitas subidas e descidas em estrada de chão.... sempre contando com a parceria dos outros bikers, mesmo aqueles que não nos conhecem, como o homem que fez a gentileza de arrumar a minha corrente que soltou numa subida tensa (pra dizer o mínimo)... mas a pessoa aqui vai trocar a marcha na hora errada, dá nisso... o importante é que não arrebentou.

Parceria da Lu Maia e do Tiuzão, companheiros de outras aventuras e que estão firmes nos pedais também, para nossa alegria.

Enfim, foi um pedal incrível, e o melhor é que o Japa já está pensando em fazer outro hehe... isso é bom demais! =D

Bora lá, fazer uma integração de grupos, pedalar, rir, se divertir, fazer novos amigos e de quebra ainda cuidar da saúde.
 
E vocês, conhecem essas cervejarias? Já pensaram em ir até elas de bike? Vamos conversar?


Bjo bjo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

2º Pedal Free Force em Pomerode

E neste final de semana eu vivi mais um daqueles momentos perfeitos... e foi um momento perfeito cheio de superação e parceria que só o pedal consegue proporcionar para nós!

Eu participei do 2º Pedal Free Force em Pomerode, a convite do querido amigo Fabio! Simplesmente SENSACIONAL!!!!

Um daqueles momentos que só vivendo mesmo para poder descrever as sensações (e acho que nem assim a gente consegue descrever realmente)... pois é um misto de cansaço, desespero, dor, mas também de superação, parceria, alegria... foi uma experiência única.

Fomos no sábado a tarde para lá e chegamos já no início da noite, pois pegamos bastante trânsito. Ao chegar na Pousada apenas deixamos nossas coisas e fomos nos encontrar com o pessoal que já estava na cidade para jantar e tomar um chopp para relaxar. Comi uma batata recheada com linguiça blumenau que era dos deuses, hehe!

De volta à pousada um banho relaxante e cama, pois deveríamos “pular” cedo da cama.

O desafio tinha saída programada para às 8h, mas desde às 6h o kit já estava sendo entregue e como não deu tempo de pegar no sábado, fomos bem cedinho para o Pavilhão de Eventos pegar o nosso. Aproveitamos para tomar café por lá, já que o horário de café da Pousada era mais tarde e não conseguimos forrar o estômago antes de sair.

Comi uma (ou várias) cuca de banana pra ter energia para encarar os 40 km que viriam pela frente e que eu nem imaginava como seriam.

Pouco depois das 8h partimos... quase 900 pessoas inscritas para o Desafio, destas, aproximadamente 200 mulheres, e eu era uma delas! =D

E foi dada a largada, hehe... lindo de ver aquele mar de bikers. Muitas e muitas bicicletas, de todos os tipos e modelos possíveis e imagináveis, das mais simples até as mega sofisticadas, muitas e muitas pessoas, das mais preparadas e atletas, até aquelas com pouca experiência (como eu).

Enquanto a gente estava no asfalto, paralelepipedo e estrada de chão, mas era plano, tudo bem... mas a hora que chegou na subida, vi muito neguinho dando meia volta e retornando ao Pavilhão de Eventos. E não era uma subidinha não, era uma subida master blaster power... e não eram assim alguns metros, eram vários quilometros... e ela não era a única... tinha mais e mais pra frente.

Respirei fundo, contei até três e bora lá, kkkkkk... até encontrei os colegas Mauri e Neia na subida, mas como eu não tenho resistência, perdi eles já no início... Fui até aonde eu aguentava, não foi muito não sabe, mas foi bastante pra mim. Daí desci da bichinha e fui empurrando... quando nem empurrar era mais possível o amigo Mauro fez a gentileza de empurrar a minha bike um bom trecho. Mas um bom trecho mesmo, fiquei até com vergonha, pois eu nem conseguia vê-lo lá na frente.

Tentei levar mais um pouco e como vi que não ia rolar, pedi “arrego” para o carro de apoio e fui até uma altura do percurso. Lá desci e me garantiram que iríamos, mais a frente, seguir por um trecho plano, que não precisaria fazer o percurso pelo Morro do Saco. Então fiquei “feliz” e retonei o pedal. Mas quando chegou no local onde seria para seguir este novo caminho, informaram que o desvio seria de muitos kms e que o ideal era subir o morro mesmo. Então, sabendo dos meus limites e para não estragar a festa dos que estavam comigo, revolvi voltar para o carro de apoio. Fui nele até acabar toda a subida. Passava eventualmente pelo Fabio que resolveu seguir com a bike... ficava preocupada cada vez que o via com cara de “morto” kkkkkk... mas ele estava lá, firme e forte, um orgulho, me garantindo sempre que estava “bem”.
Quando chegou no trecho que mais para frente se iniciaria a descida, peguei a bike, esperei o Fabio e seguimos... mas e quem disse que descer era mais fácil? Descida hard também. Estrada de chão com pedrinhas (e pedronas) soltas, bike dançandinho e a ponto de tombar. Grandes emoções, algumas derrapadas, uma quase caída, alguns arranhões, agradecimentos especiais à menina do Divas da Bike de Joinville que segurou a minha bike senão o tombo seria feio.  Neste trecho também encontramos uma menina desfalecida, tinha perdido o controle da bike durante a descida e bateu com as costas no chão, tenso, mas foi atendida pelo SAMU e SIATE, e até onde sabemos, fraturou costela, mas passa bem.

E bora continuar descendo, testando os freios da bike e sem se distrair muito, apreciar a vista... alguns lugares dignos de cena de filme.

Quando chegamos no terreno plano eu nem acreditava... fiquei tão tão feliz que quase chorei hehe! Mas ainda faltavam vários kms para finalizar o desafio... então tocamos pra frente... corre lá, ou melhor, pedala Mel. Pegamos BR, onde deu pra ganhar certa velocidade apesar das pernas cansadas.

Chegando ao Pavilhão de Eventos, procuramos nossos companheiros de desafios e foi muito gratificante ver a cara de alegria do Mauro quando nos viu... pois nada nada, terminados o percurso 2 horas depois do horário previsto para o término de desafio. Mas o importante é que finalizamos. Morta com farofa literalmente... cansada, esgotada, mas feliz, muito feliz. Pela experiência, por conhecer uma nova cidade, pelo convite, pela parceria, pelos novos amigos feitos, enfim,  pelo conjunto da obra.

Só tenho a agradecer pelo convite e espero poder participar de outros eventos assim... mas da próxima vez, vou me preparar adequadamente para finalizar com melhor tempo e fazendo todo o percurso sem pedir arrego para o carro de apoio, hehe! =)






 Mas e vocês, participaram do 2º Pedal Free Force ou de algum outro desafio como este? Como foi? Vamos conversar?

Bjo Bjo


sábado, 3 de dezembro de 2016

Pedal Noturno



Gente... e com todas essas coisas que aconteceram e ainda estão acontecendo na minha vida, eu comecei a escrever este texto e ele ficou “esquecido” nos meus arquivos.

Eu fiz o  meu primeiro pedal noturno e nem compartilhei com vocês a experiência... e foi com um grupo de pedal super forte... hehe! Foi com o Bike & Runners. E não foi um pedal qualquer, foi um pedal em grande estilo, um pedal temático, foi o Pedal Halloween, ou como alguns chamaram: Pedalaween! Hehe...

E como vocês podem perceber, já faz um certo tempo né, pois se foi um pedal de halloween, foi no dia 31/10 e só agora percebi que comecei a escrever este texto e não terminei. Mas foco no objetivo do texto... vamos ao pedal:

Ele foi divertidíssimo... como disse, ele foi organizado pelo grupo Bike & Runners, rumo ao Cemitério Municipal.

Ótima oportunidade para a pessoa sair de casa de pijama... explico. Eu tenho um pijama de caveira, daqueles que brilham no escuro inclusive, =D e então, foi o momento que eu tive para sair na rua de pijama! Hehe

E ainda maquiada... com cara de caveira, ou mais ou menos, kkkkkkk, pois a gente tenta, já que não é expert (nada nada) em maquiagem! 







A parceria de sempre da Lu foi importante e também é bem importante citar aqui a recente parceria do Fábio... que conhecemos no Parque Náutico em evento da Pedalada Cristã e que tem se demonstrado um parceiro de verdade. Nos acompanhou o trajeto todo e sempre perguntando se estava tudo bem, se a gente estava dando conta do pedal. Mas foi tranquilo, foi um pedal passeio... então não foi corrido, agitado, foi bem light, num ritmo bem tranquilo, passeando mesmo... só lá perto do cemitério mesmo que teve uma subidinha mais tensa. 

Lá no cemitério ainda teve comemoração ao aniversário do Val, um dos líderes do grupo... confraternizamos, conversamos com as pessoas, tiramos fotos... teve até um concurso das “melhores caracterizações”. Fiquei entre os melhores... eu só dava risada, parecia uma boba, kkkkk

A questão é que de fato foi um super pedal, que eu me diverti diversos e quero poder repetir quando for possível.

E vocês, costumam pedalar? De dia de noite? Gostam? Vamos conversar?

Bjo Bjo