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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Arrombamento


E o Inferno Astral parece que não é só um mês antes do nosso aniversário... está sendo tipo o ano todo... quantas provações. Mas vamos sair bem de todas elas.

Na madrugada de 09 para 10/07/2019, o portão do nosso condomínio foi arrombado e o meliante roubou a bicicleta de trabalho do meu esposo, Kadu.

Talvez o cara até tivesse roubado outras coisas, mas ele derrubou a bicicleta e com o barulho eu acordei... quando olhei pela janela, ele já estava atravessando o portão com a bike.

Bem complicado sabe gente, pois além de ser a bike de trabalho do Kadu, nos baús laterais tinha todo o material que ele usa para fazer os atendimentos, várias ferramentas, além de um compressor de ar recém comprado, novinho em folha. 

Como alguns devem ter visto, divulguei de forma pública no facebook uma foto da bicicleta e um relato do que aconteceu. Já são mais de 700 compartilhamentos. Ainda estamos em busca dela e temos esperanças de encontrá-la! Se você viu algo, por favor nos avise.

As imagens de segurança mostram a facilidade com que o meliante abriu o portão e a tranquilidade com que andou pelo condomínio, olhando para alguns sobrados, mas provavelmente achou mais complicado pois as bicicletas dos vizinhos e até uma vap estavam ao lado dos carros, o que dificultaria a passagem. O tempo todo ele estava com a mão para trás, como que segurando uma arma que (provavelmente) seria sacada caso encontrasse alguém no pátio.

Quando ele viu a bicicleta do Kadu “estacionada” no lugar do carro (mandamos consertar finalmente – o caso do engavetamento), ele foi direto nela e ao mexer, provavelmente não imaginou que era de empresa e nem que era tão pesada... quando ela caiu, o barulho do capacete caindo no chão me chamou a atenção. Chamei meu esposo, mas ele não acordou, foi então que levantei e fui até o quarto da minha filha para olhar pela janela, avistando o meliante já atravessando o portão.

Desci correndo, abri a porta (bem louca né, vai que ainda tinha alguém por lá), e confirmei que realmente a bike tinha sido levada (sei lá, de repente eu tava sonhando né? Isso seria perfeito), mas ela não estava lá. 

Subi correndo e acordei o Kadu, informando o acontecido. Descemos e fomos lá pra fora. O vizinho do 20, ao ver que estávamos no pátio, se juntou a nós dizendo que ouviu o barulho de quando o meliante passou com a bicicleta por baixo do portão, pois ele ficou semi aberto e o caboclo teve que deitar a bicicleta para ela passar. Ligamos para a polícia que em uns 20 minutos já chegou e fez o boletim de ocorrência alegando que daria uma volta pela região. 

Ao tentar fechar o portão constatamos que toda a sua lateral estava solta, com o impacto que o meliante desferiu para abrir o portão, ficou tudo solto. Deixamos no manual o portão, informamos aos vizinhos pelo grupo de whatsapp o ocorrido e voltamos pra casa. 

Mas quem disse que se dorme depois de algo assim? Não consegui dormir até quase amanhecer. Na verdade não tenho dormido bem desde o ocorrido, com medo mesmo do cara voltar ou de outras pessoas tentarem como ele fez. Me sinto desprotegida, é horrível, sério!

Ah, isso aconteceu por volta das 1:45 da manhã e a ação do meliante durou pouco mais que 1 minuto. Talvez tivesse durado mais se ele não tivesse feito barulho. Pois acredito que ele iria voltar aos sobrados que havia olhado antes e constatado que tinham coisas que poderiam ser furtadas.

Agora estamos aqui, na esperança de encontrar a bichinha e investigando toda e qualquer notícia que nos passam.  

Então, se você viu essa bike circulando por ai, nos avise... só existem 2 iguais na cidade, então fica bem fácil identificar. 




Obrigada!


terça-feira, 24 de outubro de 2017

A Violência de Curitiba



A Pior? Sim, acho que foi a pior situação que vivi na vida, até hoje...

E cá estou eu para compartilhar mais um pouco da minha vida com vocês. Lamentavelmente, esta foi uma experiência horrível, e que não desejo para ninguém.

Como alguns já sabem, eu estou grávida, de 14 semanas, e na última sexta-feira (dia 20/10), indo fazer alguns exames de manhã cedo (6h15), eu fui abordada por dois delinquentes que me deram voz de assalto e já foram chegando, me empurrando no chão, tentando tirar minha mochila das costas. Me mandaram não gritar, mas foi só isso que eu consegui fazer, pedir por socorro, pedir ajuda... aleguei estar grávida e eles disseram não estar nem aí, queriam as minhas coisas.

Isto aconteceu na rua 24 de Maio, entre as ruas Engenheiros Rebouças e Getúlio Vargas. Por causa do horário de verão, ainda estava escuro e não tinha ninguém na rua (nem andando, nem de bicicleta, nem de carro). Enfim, era bem cedo, então, eu estava sozinha... e como disse, gritando a plenos pulmões, eles me arrastaram pelo chão, puxando de todo jeito a mochila. 

De repente, um casal começou a gritar que havia chamado a polícia e percebi outras pessoas nas janelas observando tudo... aí os dois meliantes forçaram mais ainda e conseguiram tirar a mochila de mim, saindo correndo.

Depois, só me lembro de atravessar a rua e me jogar no chão, na frente da casa deste casal. Eles me acolheu em sua casa e me levaram (de carro) pra casa... eu chorava muito, não conseguia me acalmar de jeito nenhum... acordei o Kadu e contei o que tinha acontecido... eu não conseguia parar de chorar e com o meu desespero, pude ver a aflição e raiva no rosto do meu amado. Ele agradeceu ao casal, pegou a bike e saiu feito um louco, não sei se atrás dos caras, ou atrás de achar algo que eles podiam ter deixado pra trás. 

Aqui, quero agradecer imensamente, de todo o meu coração ao casal... ainda existem pessoas boas neste mundo! Obrigada!!!!

Antes, o Kadu me colocou na cama, mas como eu não conseguia me acalmar ou descansar, levantei e comecei a tratar das questões práticas necessárias num caso deste. Então, cancelei meus cartões, o chip e o aparelho celular, mudei minhas senhas nas redes sociais que estavam salvas no celular.... depois tomei um banho pra tirar aquela roupa com todas as lembranças e traços da violência que me acometeu. Logo o Kadu voltou, de mãos vazias claro, e fomos registrar a ocorrência e ir até o hospital para ver se estava tudo bem com o nosso bebê. 

No 2º Distrito, o policial que nos atendeu não pareceu ligar muito para o que tinha acontecido comigo, ele foi de uma frieza que chegou a me irritar, mas tudo bem, ele está acostumado né? É o seu dia a dia.

Depois, fomos até o Santa Brígida, onde fui prontamente atendida, mesmo sem documentos, e com a graça de Deus, ouvimos o coração do bebê e soubemos que foi só o susto para o nosso pequeno pedaço.

De volta em casa, o Kadu saiu de novo para tentar encontrar algo... e observou que a polícia estava circulando pelas ruas, sinal de que as pessoas realmente chamaram e eles foram... então estavam abordando pessoas suspeitas na rua e fazendo um tipo de “batida”, isso já me confortou de alguma maneira.

Neste momento, o celular o Kadu tocou e um homem, se identificando como soldado, alegou ter encontrado um celular que podia ser o meu, mas que eu deveria ir até o local para identificar o aparelho e também quem estava com ele. Então fui atrás do Kadu e fomos até o local... lá na Avenida Paraná, quase no terminal do Santa Cândida. 

E lá estava o meu celular. E dois caras que eu não conseguia identificar de jeito nenhum. Me acalmando um pouco, tive certeza de que não era nenhum dos dois. Um era um pobre coitado que foi abordado pelo meliante que havia “comprado” o meu celular na Rui Barbosa. Alegou ter pago 100 pelo aparelho, mas não consigo acreditar.

Enfim, a questão é que o ser foi preso por receptação de produto roubado, e nós tivemos que ir à delegacia para eu dar meu depoimento sobre o ocorrido. E ainda terei que passar por uma audiência por isso.

Depois de um tempo imenso, conseguimos sair de lá e fomos atrás da minha mochila, que gentilmente uma senhora que trabalha no Pronto Socorro do Sugisawa encontrou... e lá estavam todos os meus documentos, minha agenda... o que foi um alívio tremendo... só não estavam lá o carregador portátil, meus pen drives, meus remédios e alguns outros objetos de uso pessoal, mas tendo em vista as circunstâncias, dos males o menor, bem menor. 

Saldo do dia, arranhões, roxos, dor nas costas, alguns itens furtados, mas os mais importantes retornaram para mim... e o mais importante, tudo bem com o nosso pedacinho.

A violência sofrida ainda será lembrada por muito tempo, o corpo ainda dói.... o medo de sair sozinha na rua ainda está aqui, afinal, a gente jamais imagina que passará por uma situação destas, ainda mais grávida, e a meia quadra de casa. 

Ainda tenho medo que tudo o que aconteceu deixe sequelas no meu bebezinho... demorei muito, muito tempo mesmo para me acalmar, para conseguir pensar, sem chorar ou entrar em desespero. Sei que tudo que sentimos passamos para o bebê, rezo a Deus que seja apenas o susto, que não haja nada mais. 

Mais uma vez, agradeço ao casal que me acolheu... agradeço também, aos policiais que desconfiaram daquele cara e o abordaram... agradeço ainda, à senhora que encontrou minha mochila e à outra senhorinha que colocou tudo na internet. Ah, agradeço também ao rapaz que encontrou o meu crachá da empresa... e também à quem o deixou na portaria da empresa. 

Ah, agradeço também à todos que, de alguma forma, se preocuparam... que mandaram mensagens, que ligaram, agradeço cada abraço e cada acolhida, tão importantes num momento como este.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Como Eu Era Antes de Você - O Filme

Então, como já era previsto, eu não podia deixar de ver este filme, já que o livro foi tão impactante na minha vida...fui com a mamys ao cinema e pra variar a expectativa estava lá no alto.

A primeira coisa intrigante foi achar um cinema onde o filme fosse legendado, pois por mais incrível que pareça, em quase todos os cinemas da cidade, ele só estava passando dublado, e dublado não dá né.

A segunda questão é que, quando finalmente achamos um cinema que estava exibindo o filme legendado, só tinha sessão na sala VIP... sabem aquela ultra mega ninja power cara? Pois é... e eu ainda não tenho minha carteirinha de estudante... então seriam R$ 47,00 só de entrada, mas o rapaz da bilheteria foi um amor e fez meia entrada pra mim e pra mamys (ela já tem direito em virtude da idade)! E pela primeira vez eu entrei numa sala VIP hehe... e achei o máximo! =D

Mas vamos ao filme que é o objetivo do post... primeiramente, os atores escolhidos representaram muito bem os personagens principais do livro, o que é ótimo.

Escrevi sobre o livro em 10 de abril de 2015, e ainda lembro muito bem como o livro me impactou... fiquei semanas meio perturbada pela força do livro, pela força daquelas palavras. Pois a história é forte de fato, não é uma história de amor e vida, é uma história de morte... e isso é triste, bem triste. Porém, sempre nos leva à reflexão. Principalmente sobre o que estamos fazendo da nossa vida e como estamos tratando as pessoas que estão ao nosso lado... aquelas que nem sempre damos a devida atenção e respeitamos.

E é isso que Will Traynor faz quando se vê, aos 35 anos, lindo e loiro, preso a uma cadeira de rodas... ele esquece que existem outras pessoas à sua volta, trata a todos muito mal, é grosseiro, antipático, terrivelmente insensível. E na ânsia de tentar dar o mínimo de qualidade de vida à ele, seus pais buscam por um cuidador que tenha coragem de ficar ao seu lado.

Como as pessoas especializadas não estavam dando conta do negócio, a sua mãe resolve contratar uma mocinha, sem experiência nenhuma, já que a contratação é por tempo determinado (seis meses).

E esta mocinha é Louise Clark... A cena de Will imitando Christy Brown, do filme Meu Pé Esquerdo, para assustar Lou, é excelente, e a cara dela é fantástica, porém, ela consegue disfarçar bem. Mas na real, ela queria era sair correndo de lá, mas já tinha aceitado o emprego hehe!

As roupas de Lou no filme são um comentário a parte... quem ficou responsável pelo figurino caprichou, pois ficou show de bola mesmo! Já visualizava de forma autentica para dizer o mínimo, mas no caso, superou as minhas expectativas. Digamos que ela pode ser definida como excêntrica para os mais comedidos. O traje do seu aniversário, quando ela  ganha a famosa meia calça de abelhinha, gente, ela realmente é uma abelha em pessoa! =D




Outra cena que vale muito, é a cena do casamento, o fatídico casamento da ex com o melhor amigo... quando Lou “dança” com Will na cadeira de rodas.

Mas enfim, como no livro, no filme Will procura ser de uma simpatia extrema (só que não) com Lou para que ela desista da função e vá embora, deixando-o com sua autopiedade. Mas ela não desiste... simplesmente o deixa só, no seu canto, enquanto isso, limpa a casa, faz um chá, lê um livro.... e aos poucos conquista a confiança dele, e com o tempo, sua amizade. Aos poucos ele conversa, conta histórias, ouve também, e até permite que ela faça algumas coisas por ele, e com ele.

E disto nasce uma bela amizade, e depois um amor... até que Lou toma conhecimento do desejo de Will... algo que ela não consegue digerir, não consegue entender... como alguém, em sã consciência tem coragem de desejar isso? Mesmo nas condições de Will, ela não consegue entender. Ele tem tanto dinheiro, pode recorrer a todos os recursos possíveis.

E na tentativa de fazê-lo mudar de ideia, busca alternativas para sua qualidade de vida! O que é ótimo, o que o deixa muito feliz, o que o faz ter bons momentos... porém, não o faz desistir.

E isto deixa Lou muito mal, se sentindo de alguma forma irresponsável, inapta, incompetente, pois ela “não conseguiu”.

Porém, no último momento, indo contra todas as suas convicções, ela corre ao encontro do seu amado Will, para estar ao seu lado naquele momento tão intenso.

Esta é uma história de amor, de amizade, de respeito e também, de morte. Pois, por mais que todos tentem e queiram diferente, nada faz com que Will mude de ideia, e ele, com a ajuda de uma clínica especializada, tira a própria vida. Pois a vida que está levando, não é a vida que ele quer ter, aquela não é vida para ele, que antes de sofrer o acidente que o levou à cadeira de rodas, estava rodeado de aventuras e agitação.

Confesso que não me emocionei como achei que me emocionaria durante o filme... não chorei, não fiquei com aquela angústia que achei que ficaria. Creio que faltaram algumas cenas que considero importantes no livro... e que são relevantes para mostrar a relação criada entre os dois, mais enfim, é uma adaptação né, e não dá pra agradar todo mundo hehe!

Mas é isso... e vocês, leram o livro? Assistiram ao filme? O que acharam?

Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 26 de abril de 2016

Lugares Escuros






Este é mais um livro de Gillian Flynn, responsável por Garota Exemplar e Objetos Cortantes, livros excelentes e que prenderam a minha atenção de forma peculiar.


E com este não foi diferente... para a minha alegria. Esta autora tem um dom espetacular, e isto é maravilhoso, pois nos brinda sempre com leituras fantásticas. Envolventes, misteriosas, daquelas que você entra no livro, participa da história, sente medo, dor, tristeza, raiva, quer saber logo o que vai acontecer, o que ocorreu, quem foi, quem fez, se desespera, tem aquele embrulho no estômago... aquela ânsia, aff, faltam palavras para descrever todos os sentimentos que brotam durante a leitura. 


Especificamente neste livro, no decorrer do mesmo fica claro que, para a autora, lugares escuros são todos aqueles lugares sombrios para os quais o seu pensamento se transporta quando você começa a lembrar de certas coisas que aconteceram em sua vida... certas situações que viveu, e que preferia não ter vivido e que gostaria de esquecer, e que deixaram sequelas que podem ser consideradas irreparáveis em sua vida!


E assim é a vida de Libby Day, única sobrevivente de um massacre ocorrido na madrugada de 03 de janeiro de 1985, na fazenda em que vivia com a sua família. Libby Day que tem uma mente cheia de lugares escuros... na realidade, uma vida repleta de lugares escuros.


Ela tinha somente 7 anos quando foi testemunha de uma triste tragédia: a morte da mãe e das suas duas irmãs. E como se isto não bastasse, seu irmão mais velho, Ben, naquela época um adolescente cheio de problemas, e um dito adorador do diabo, foi acusado do crime e Libby, muito nova e confusa, acabou testemunhando que sim, tinha sido ele o assassino. Devido a esta acusação, Ben foi condenado à prisão perpétua e Libby viveu pulando de lar em lar, com tios que tentavam de toda a forma possível, dar uma vida digna a uma menina que só queria saber de fazer da vida de todos um inferno. E por isso, ela acabou sozinha e com uma vida totalmente infeliz, sobrevivendo de uma ajuda de custo do governo e também de doações feitas por pessoas que tinham pena dela, além dos direitos autorais de um livro de autoajuda escrito por ela, mas que não teve todo aquele sucesso que ela gostaria.

Passados 24 anos desta tragédia ela se vê com pouco dinheiro e pensando o que fazer para continuar sobrevivendo, pois as pessoas não se interessam mais por ela, já que há outros casos que chamam mais atenção, que “dão mais audiência”... e é neste momento em que ela não vê mais perspectivas que entra em sua vida Lyle Wirth, representante de um grupo chamado Kill Club, clube este que está lhe oferecendo um “trabalho”... que vai lhe pagar 500 dólares, então ela resolve ver qual é a do tal clube.


Na realidade eles vão fazer um tipo de evento e ela terá que participar como um tipo de atração principal, e falar sobre o dia mais difícil da sua vida. Porém,  neste clube, as pessoas acham que o seu irmão é inocente, e é aí que tudo começa a mudar na vida de Libby.


Mesmo meio contrariada, mas principalmente por causa do dinheiro, ela vai, e a partir daí, ela começa a rever seus conceitos (literalmente), e junto com Lyle e aquelas pessoas “estranhas” (porém não mais estranhas que ela própria), Libby resolve reabrir uma ferida que na realidade nunca cicatrizou e  investigar o que realmente aconteceu aquele dia.


A narrativa do livro se passa nos dias atuais e no passado. Os personagens que narram a história são Libby, Patty (sua mãe) e Ben, apenas um capítulo é narrado por outro personagem, e de forma geral, os capítulos de Libby são no tempo presente e os de Patty e Ben são do passado. Apenas um capítulo é de Ben nos tempos atuais. Esta alternância, por diversas oportunidades, trás respostas ao leitor.


E assim, Libby, juntamente com Lyle buscam informações com as pessoas envolvidas... desta forma ela resgata o contato com seu pai, e até com Ben, que em todos estes anos ela nunca foi visitar na cadeia.


Entram em cena, a partir daí, diversos outros personagens que são importantíssimos para desvendar os acontecimentos daquela madrugada.... mas e ai, será que Ben é culpado? Ou seria outra pessoa? Ele fez aquilo tudo sozinho? Alguém ajudou-o? Ele realmente era adorador do diabo como todos diziam? Grandes mistérios são desvendados por Libby que depois de tantos anos, finalmente, encontra um pouco de paz e elimina alguns dos lugares escuros da sua vida!



Sinopse Retirada do Skoob:

“Libby Day tinha apenas sete anos quando testemunhou o brutal assassinato da mãe e das duas irmãs na fazenda da família. O acusado do crime foi seu irmão mais velho, que acabou condenado à prisão perpétua.
Desde aquele dia, Libby passou a viver sem rumo. Uma vida paralisada no tempo, sem amigos, família ou trabalho. Mas, vinte e quatro anos depois, quando é procurada por um grupo de pessoas convencidas da inocência de seu irmão, Libby começa a se fazer as perguntas que até então nunca ousara formular. Será que a voz que ouviu naquela noite era mesmo a do irmão? Ben era considerado um desajustado na pequena cidade em que viviam, mas ele seria mesmo capaz de matar? Existiria algum segredo por trás daqueles assassinatos?

Gillian Flynn intercala a trajetória detetivesca de Libby com flashbacks dos acontecimentos do dia dos crimes com tanta habilidade que o leitor é levado a diferentes direções. Escrito com primor, Lugares escuros não só mostra como a memória é passível de falhas, mas também evidencia as mentiras que uma criança pode contar a si mesma para superar um trauma”.

Fonte: http://www.skoob.com.br/lugares-escuros-445494ed504765.html




Mas e ai, vocês já leram este livro? Conhecem os livros de Gillian Flynn? Curtem este tipo de história? Vamos conversar?


Bjo bjo