sábado, 12 de março de 2011

Notre Dame


E no dia 28 de dezembro de 2010 amanheci em Paris e foi lindo... S2
A realização de um sonho... uma vontade de sair gritando: "Eu estou em Paris, eu estou em Paris", mas com receio de ser tachada de louca, me limitei a pedir informações sobre como chegar a uma estação de metro, hehe....
Segundo o site
www.mundi.com.br, Paris é a capital e a maior cidade da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France, na bacia parisiense. A cidade é atravessada pelo Rio Sena. É a segunda maior metrópole da Europa (só menos populosa que Moscou), e é a maior cidade francofonica do mundo. A sua área metropolitana tem cerca de 12 milhões de habitantes.
A cidade é conhecida mundialmente como Cidade Luz, devido a ser uma das primeiras cidades a possuir uma iluminação urbana, sendo uma das principais cidades turísticas do mundo. A cidade encanta pela beleza de sua arquitetura, suas perspectivas urbanas e suas avenidas, bem como por seus vários museus
. As margens do Rio Sena, em Paris, foram inscritas, em 1991, na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.
Tendo sido capital de um império que se estendeu sobre os cinco continentes
, Paris continua a reter uma forte posição no cenário mundial, e a ser considerada a capital do mundo francofonico. Paris é um pólo comercial, industrial, financeiro e turístico, que tornou a cidade um dos maiores centros de transportes do mundo.

E estando em Paris, a minha primeira parada foi: Catedral de Notre Dame.

Ao descer da estação de metrô, a primeira visão que se tem é do Palácio da Justiça.... uma fila enoooorme para entrar, mas aquele não era o meu objetivo.
Após pedir informação em uma banca de revistas, segui ladeando o Rio Sena e lá estava ela, imponente, grandiosa, fantástica.... a Catedral de Notre Dame. Uma emoção sem tamanho tomou conta de mim, afinal, eu estava diante de uma Catedral que até então, eu só havia visto em filmes e fotos pela internet. Difícil explicar como me senti naquele momento, só posso dizer que quero voltar...

Abaixo deixo mais algumas informações sobre a belíssima Catedral de Notre Dame, retiradas do site www.lmc.ep.usp.br:


A Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena Île de la Cité em Paris, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

A catedral surge intimamente ligada à ideia de gótico no seu esplendor, ao efeito claro das necessidades e aspirações da sociedade da altura, a uma nova abordagem da catedral como edifício de contato e ascensão espiritual.

A arquitetura gótica é um instrumento poderoso no seio de uma sociedade que vê, no início do século XI, a vida urbana transformar-se a um ritmo acelerado. A cidade ressurge com uma extrema importância no campo político, no campo econômico (espelho das crescentes relações comerciais), ascendendo também, por seu lado, a burguesia endinheirada e a influência do clero urbano. Resultado disto é uma substituição também das necessidades de construção religiosa fora das cidades, nas comunidades monásticas rurais, pelo novo símbolo da prosperidade citadina, a catedral gótica. E como reposta à procura de uma nova dignidade crescente no seio de França, surge a Catedral de Notre-Dame de Paris.

Mais um pouco de história...

Um espírito de competição tomou conta do século XII no que se referia à construção de catedrais. O desconhecido mestre (idealizador e construtor) dos trabalhos de Notre Dame em Paris, logo no início do trabalho em 1150, decidiu que esta catedral seria a mais alta igreja existente na época. Assim os trabalhos começaram e, quando o coro estava praticamente terminado, foi tomada mais uma corajosa decisão, aumentar ainda mais a altura da catedral, agora a uma altura um terço mais alta do que qualquer outra catedral existente.

Notre Dame tornou-se assim um lugar de grandes discussões pois, além da beleza criada pela grande altura, muitos problemas, nunca antes enfrentados, começaram a surgir. Sua altura se tornou tão grande que a luz que entrava pelas janelas situadas na parte superior das paredes da catedral não atingia o chão. Quanto mais alta ficava sua estrutura, mais problemas eram encontrados, dentre eles a grande velocidade e, principalmente, a grande pressão dos ventos.

Frente a esses problemas, os mestres construtores e estudiosos encontraram uma solução: abóbodas ogivais, arcobotantes e contrafortes introduzidos em 1180. Esses novos elementos estruturais propiciaram paredes mais altas e resistiram aos esforços laterais gerados pelas abóbadas e pelo vento. Porém, frente a pequenas rachaduras, os construtores perceberam pontos falhos nesse esquema estrutural e, em 1220, modificaram a estrutura, além de terem introduzido escadarias ao lado dos corredores e galerias

Em 1250, Jean de Chelles, mestre construtor do período, decidiu substituir as paredes dos transeptos por paredes de vidro. Livres da influência de cargas, foram abertos nessas paredes grandes orifícios que foram preenchidos com vidros e estruturados apenas por dois pequenos pilares. Assim, formou-se com centenas de blocos de pedra uma belíssima moldura para esses vidros em forma de rosa, delineando a fachada da catedral

A perfeição e habilidade do trabalho de Jean de Chelles, desenvolvendo a geometria e supervisionando o corte das pedras, foi tanta que essa moldura de pedra vem suportando 117 metros quadrados de vidros há mais de 700 anos e, nos 100 anos seguintes, pouco menos de 20 janelas tentaram superá-la em tamanho, porém nenhuma realmente conseguiu.


O Palácio da Justiça


A Catedral em toda a sua Magnitude


  
 Vista de dentro


  
Este vitral é perfeito

  
Sim, eu estava lá, hehe

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Arquà Petrarca


A próxima parada que compartilho com vocês é  Arquà Petrarca.
Difícil explicar a graciosidade desta pequena comunidade. Ruas de pedra, casas de pedra, uma beleza rústica, admirável mesmo.
No dia que fomos pra lá o frio era intenso e como a parte histórica da cidade fica no alto, o vento era cortante, mas o passeio valeu a pena.
Abaixo mais algumas informações interessantes adaptadas do site www.borghitalia.it.

O nome 
A cidade cresceu, nas encostas de dois morros e é levemente inclinada para a planície em forma de arco, daí o nome latino Arquatum, então popularizou no Arquade e finalmente Arquà. Em 1868 foi acrescentado o nome de Petrarca. 

Um oásis de arte e natureza no coração do Veneto 
Leveza e serenidade são termos que podem definir esta aldeia do século XIV. Na verdade, a cidade vibra com o silêncio, contém em seus ângulos, as suas ruas pavimentadas, as suas paisagens, o ardor da juventude, que está mergulhada em melancolia, talvez como um espelho que reflete o clima de Petrarca, quando ele estabeleceu a sua residência final. Mas ela se destaca muito brilhante, dada a pedra clara de suas casas, suas igrejas, palácios que a moda Petrarca erguido para as famílias ricas de Veneza...
As casas de pedra são belíssimas e interessantes, além da visão dos sumidouros, pouco antes da fonte em que Petrarca veio tirar água, terminando no adro da igreja paroquial de S. Maria Assunta.
Fora no adro da igreja está o túmulo de Petrarca, a Arca foi construída, seis anos após sua morte, em mármore vermelho de Verona. A igreja não é novidade desde 1026, na época de Petrarca tinha um alpendre e era habitual para ser enterrado ao lado dela, como o próprio poeta no seu testamento havia estabelecido para si mesmo. Dentro da igreja, recentemente restaurada afrescos da escola veneziana-bizantino, um retábulo do século XIV, um retábulo de Palma il Giovane. 
 Bem Vindo a Comune de Arquà Petrarca


 Túmulo de Petrarca



 Prefeirura


 Ruas e casas de pedra


 Francesco, Mel e Ana

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A Menina que não Sabia Ler

Mudando um pouco o rumo, escrevo sobre o livro que terminei de ler na semana passada.

“A Menina que não Sabia Ler”, de John Harding.



O livro começa muito modesto, porém lá pela quinta página você não quer mais parar de ler, pois quer saber o que vai acontecer na trama.

Apesar do título “doce”, “ingênio”, trata-se de um suspense muito envolvente, que se passa em 1891 e tem como protagonista Florence, uma menina de 12 anos, que vive em uma mansão sombria com seu meio-irmão caçula, Giles.

Em busca de algo interessante para fazer naquela enorme mansão, Florence descobre a biblioteca da casa e fica maravilhada, porém, tem ordens expressas do tio (pois Florence é órfã de pai e mãe) que não deve ser alfabetizada, pois meninas não precisam disso.

Mas o fascínio pelos livros fala mais alto e ela aprende a ler e passa a viver o mundo dos livros. Todos os dias foge da sua realidade para mergulhar no mundo encantado das histórias literárias.

Quando seu irmão vai para outra cidade estudar, esta prática torna-se mais frequente ainda... porém, não se adaptando à escola, Giles volta e junto com ele, uma preceptora para educá-lo que, morrendo tragicamente, é substituída pela Senhorita Taylor... a partir daí a trama torna-se mais envolvente ainda, misturando o real com a imaginação de Florence, que faz TUDO para defender seus dois grandes tesouros: Giles e os livros.



Leiam e depois de digam o que acharam.



Abraços!!!!!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Padova

Continuando com os posts da minha viagem, vamos para a próxima cidade, PADOVA!

Estive em Padova pela primeira vez (retornei por mais uma ou duas vezes) no dia 24 de dezembro, que para os italianos é um dia normal, já que não fazem Ceia de Véspera como nós.
Me encantei com a beleza da cidade e sua arquitetura muito antiga.
O tradicional "mercado" estava lá também, cheio de todas as coisas que você possa imaginar para vender... algumas coisas bem baratas, outras de valores normais, outras caras.... a veia consumista ficou bem animada.
Mas de tudo o que vi por lá, o que mais me encantou foi a Basílica de Santo Antônio... uma igreja enorme e belíssima. Muitos turistas, mas mesmo assim, aquela áurea sacra continuava no ar, um local de muita fé e muitas orações.
Tive a oportunidade de tocar no "túmulo" de Santo Antonio e fazer uma oração e também ver suas relíquias, dentre elas a sua língua, e túnica que utilizava.
Em certo momento, recebemos (minha tia e eu) uma bênção de um frei que estava lá. Sai da Basílica inundada de uma grande paz e emoção.


Abaixo, seguem algumas informações históricas que obtive no site www.initalytoday.com

Padova é protagonista da história do Vêneto desde a antiguidade. Era um importante centro já ao tempo dos romanos, em 59 a.C. No período comunal a história da cidade foi especialmente tumultuada mas sempre importante para o cristianismo pois ali viveu Santo Antonio de Pádua, de origem portuguesa ( Lisboa), que passou ali os últimos anos de sua vida, para depois despertar o grande período de desenvolvimento cultural e artístico sob a nobreza dos Carraresi, de 1318 a 1405 graças à presença de estudiosos e artistas atraídos pela Universidade já ativa desde 1222.

No período dos Carraresi a cidade viu surgir alguns dos seus monumentos mais famosos: o Palazzo della Ragione, a Basilica di S. Antonio, a Igreja degli Eremitani, a Cappella degli Scrovegni com os afrescos de Giotto quase antecipando o papel que terá em Florença em 1400. E, em 1405, Padova passa sob o domínio de Veneza mesmo continuando a desenvolver um papel autônomo na cultura e na arte graças à presença de artistas como Mantegna e Donatello. Apesar de tudo isso, a cidade jamais assumiu um aspecto monumental e o seu desenho urbano é abundantemente irregular, alternando largas praças e pequenas ruazinhas porticadas e pitorescas, especialmente na zona do velho gueto, atualmente restaurada e vivaz centro de galerias de arte, lojas de antiguidades e cafés.
Hoje a vida da cidade é caracterizada pelo turismo, pelos eventos culturais, pela Universidade e pela famosa Fiera Campionaria ( centro de exposições) que com suas atividades realizadas o ano inteiro e com seus padilhões sempre em expansão, tornou-se um dos pólos econômicos mais importantes do norte da Itália.





sábado, 5 de fevereiro de 2011

Monselice

Boa Noite Pessoal...

Começo hoje o "giro" que dei pela Europa durante as minhas férias...

No período de 20/12/10 até 08/01/2011 fiz a minha primeira viagem internacional (oficial)... fui para Itália, visitar meus tios e aproveitei para conhecer Paris, que era um sonho antigo já. Nos dias que virão, vou descrever um pouco dos lugares que visitei e das experiências que passei... espero que gostem, divulguem e comentem. Abraços!!!!




E a primeira cidade sobre a qual falerei é....



Monselice



Monselice é a cidade onde moram meus tios. Ela é uma “comuna” italiana da região de Vêneto, província de Padova, com cerca de 16.507 habitantes. É conhecida também como a Cidade Murada.

Faz fronteira com Arquà Petrarca, Baone, Battaglia Terme, Este, Galzignano Terme, Pernumia, Pozzonovo, San Pietro Viminario, Sant'Elena, Solesino, Tribano.

Todas as segundas-feiras um animado “mercado” (que para nós seria uma feira) lota as principais ruas da cidade, por lá vende-se de tudo.... e com bons preços. O mais interessante são as barracas que vendem peixe frito já cedo... mas não me animei para provar.

A casa dos meus tios fica próximo da principal praça da cidade, que diga-se de passagem é um charme. Devido ao período de Natal, projeções nas paredes deixavam a mostra Nossa Senhora com o Menino Jesus e estrelas que “iluminavam” o céu nas noites frias.

Lá, as leis de trânsito são respeitadas e não se ouvem muitos barulhos.... nem de carros, nem de bagunça, nem mesmo dos vizinhos. Enfim, a cidade é uma paz só. Adorei.

Abaixo algumas fotos para ilustrar a beleza de Monselice!!!!





terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Feliz 2011!!!!

Bom Dia Pessoal!!!

Depois de um longo "inverno", voltamos à ativa.

Começo com uma mensagem que recebi por email... estou preparando posts sobre a viagem que fiz para algumas cidades da Itália e Paris durante as minhas férias... aguardem bons textos.

Abraços e que o ano de 2011 seja um ano repleto de novas conquistas, e grandes realizações!!!!

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Um experimento socialista


Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado.. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós..
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

"O Banqueiro dos Pobres"

Agora vamos falar um pouco de livros.... durante o mês de outubro e novembro li um livro chamado "O Banqueiro dos Pobres", de Muhammad Yunus e Alan Jolis, que fala sobre como a visão de uma única pessoa, validada pelo esforço coletivo, pode mudar a vida das pessoas de baixa renda.

O livro é de leitura obrigatória para os alunos do 6º período de Administração e nós, professores, devemos cobrá-lo de alguma maneira deles. Resolvi fazer uma questão na prova, vinculada aos temas pertinentes a minha disciplina.

O livro é realmente interessante e real, retrata uma vida diferente da nossa aqui, porém com as mesmas mazelas e tristezas.

Segue abaixo texto de Paulo Cunha sobre o livro.
Retirado do site planetasustentavel.abril.com.br/noticia/estante/estante_264059.shtml.


O Banqueiro dos pobres

Confiando nos mais pobres, o indiano Muhammad Yunus mostra como é possível lucrar e ajudar na distribuição de renda

Bangladesh é um país de 120 milhões de habitantes que está entre os mais pobres do mundo. Quarenta por cento de seu povo vive na mais absoluta miséria. O resto se aguenta. Os endinheirados, donos do poder, constituem uma minoria ridícula em termos numéricos. A cada década algum infortúnio de enormes proporções - inundação, ciclone ou terremoto - deixa milhões de desabrigados. Porém, as catástrofes naturais que assolam este pequeno país asiático não são nada perto da fome que fustiga seus habitantes. Por causa da desnutrição, a média de peso e altura da população está diminuindo. Boa parte das crianças não chega à idade adulta. Além disso, um número assustador de pessoas vaga pelas ruas todos os dias em busca de comida e de um teto para passar a noite. Em Bangladesh, não se vive, sobrevive-se.

Foi a partir desse cenário desolador que o economista Muhammad Yunus teve uma idéia não apenas brilhante, mas revolucionária. Em 1974, logo após a terrível estiagem que se abateu sobre o país, Yunus era o chefe do departamento de economia na Universidade de Chittagong, um pequeno distrito no sudeste do país. Em suas aulas, ele ensinava as teorias que se propunham a resolver os grandes problemas da humanidade. Falava-se em milhões de dólares como se fossem nada. Fora do campus, a realidade era outra, bem mais cruel. Era impossível não ver as hordas de famintos, que estavam por toda parte. O que separava essas pessoas da morte era apenas um punhado de comida. Yunus passou a ficar incomodado com a distância entre o conteúdo de suas aulas e a vida do lado de fora. "Comecei a achar que minhas aulas eram uma sala de cinema onde podíamos relaxar, tranqüilizados pela vitória certa do herói. (...) Mas a partir do momento que saía da sala de aula me confrontava com o mundo real. Lá os heróis eram moídos de pancadas, selvagemente pisoteados", conta no livro. Então, tomou, como ele próprio admite, a decisão mais importante de sua vida. Largou a faculdade e foi descobrir o que estava acontecendo com aquelas pessoas. Yunus queria compreender a realidade do pobre, entender a economia da vida real. "O banqueiro dos pobres" escrito por ele (com a ajuda de Alan Jolis), em 1997, é a história dessa decisão e de tudo o mais que ocorreu - não só em Bangladesh, mas em todo o mundo - por conta dela. A empreitada valeu-lhe o Prêmio Nobel da Paz.

Yunus começou seu trabalho pela pequena aldeia de Jobra, que ficava perto da universidade. Aproximando-se das famílias, começou a perceber como funcionava a economia doméstica naqueles lares e chegou a uma triste constatação: a de que cada trabalhador ganhava no final de uma longa e extenuante jornada, em média, o equivalente a dois centavos de dólar. O grosso da produção ficava todo nas mãos dos intermediários, que obviamente pagavam muito menos do que o valor de mercado. Era exatamente esse sistema de produção que estava, havia décadas, gerando a pobreza de uma população quase inteira. A diferença entre viver decentemente e morrer de fome era dois cents. Yunus, então, decidiu emprestar aos moradores da aldeia o valor que precisavam para não depender mais dos intermediários. Não seriam cobrados juros e eles poderiam pagar quando pudessem. Estava assim lançada a idéia que aos poucos foi crescendo e se transformou no Grameen, o primeiro banco da história criado para os pobres. A instituição que, há três décadas, vem concedendo microcréditos a pequenos produtores e comerciantes como uma estratégia vitoriosa para combater a pobreza.

O que se sucedeu a partir daí é a história de uma transformação, muito bem narrada nas páginas de "O banqueiro dos pobres". O Grameen é um banco completamente diferente dos demais - ele é destinado aos deserdados da sociedade, àqueles que, à primeira vista, não oferecem nenhuma garantia para pagar os empréstimos concedidos e que, por isso, são sempre rejeitados pelos bancos comuns. Yunus constatou que, por mais difícil que seja a situação dos financiados, os empréstimos são sempre pagos, ainda que leve algum tempo. O sucesso do Grameen foi tão grande que colocou por terra os argumentos dos economistas do mundo todo, que não davam nada ao projeto. Os números não deixam dúvidas: de um punhado de dólares emprestados a 42 pessoas da aldeia de Jobra em 1976 até os bilhões de dólares concedidos a 100 milhões de famílias em 2005, com a ajuda do Banco Mundial, foi um longo caminho percorrido. O grande diferencial do Grameen é que ele é baseado em princípios humanistas - não apenas econômicos. Sua ação e seus valores não vêem os pobres como sobra da sociedade, mas como seres humanos que merecem alcançar a cidadania, a vida digna. "Nós acreditamos que a pobreza não tem lugar numa sociedade civilizada, e sim nos museus", afirma Yunus a certa altura do livro, com a certeza de quem sabe o que está dizendo.


domingo, 28 de novembro de 2010

Tropa de Elite 2

Depois de vários dias ausentes tendo em vista a correria na faculdade e no meu outro emprego também, cá estou eu novamente... o primeiro post será sobre o filme "Tropa de Elite 2" que todos vocês já devem ter assistido, pois se não foram, vão.... o filme é fantástico, apesar de dito ser ficção, muito do que lá se passa é a nossa realidade. É só tomarmos como exemplo tudo o que tem acontecido no Rio de Janeiro.

Wagner Moura como o Capitão Nascimento dá um tom mais real ainda à história. Sua atuação é de tirar o chapéu e só confirma que excelente ator ele é.
O foco continua sendo a violència e a corrupção, porém não mais voltado para os "riquinhos que alimentam o tráfico", mas para policiais e políticos corruptos que visam o benefício próprio, envolvendo ai até questões eleitorais.
Na minha opinião, o capitão Fábio (Milhem Cortaz) também é um caso a parte, mostrando que no final das contas, por mais que existam corruptos e que você entre no jogo, no fundo no fundo, ainda há uma esperança para tudo isso.


Segue abaixo link com crítica de Renato Marafon:
www.cinepop.com.br/criticas/tropadeelite2_101.htm

Repito, para quem ainda não assistiu, corram!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vai Além....

Mensagem recebida e compartilhada... belíssima!!!!
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Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. E você pode evitar que ela vá a falência. Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo". É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz.

E, quando você errar o caminho, recomece.

Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.

Jamais desista de si mesmo.

Jamais desista das pessoas que você ama.

Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de fatores a demonstrarem o contrário.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Juntos Pelo Acaso

Bom Dia Pessoal,

Vamos para o lado cultura do blog hoje... faz tempo que não falo nada sobre livros, filmes e shows.

Antes de mais nada, quinta-feira agora, dia 21/10, vai ter show da Banda Nevilton lá no James, não deixem de conferir porque eu posso GARANTIR que será ÓTIMO!


Mas então, no final de semana fui ao cinema assistir ao filme Juntos pelo Acaso... uma daquelas comédias românticas básicas, mas muito bonitinha e ótima para aqueles que querem se distrair e esquecer da correria do dia a dia...

Abaixo, segue um comentário retirado do site do Estadão:


"Juntos pelo Acaso", é uma comédia romântica com todos os clichês que uma comédia romântica pode ter. Sendo assim, o filme pode ser resumido dessa forma: o mocinho, no início do filme, odeia a mocinha. Eles se evitam e criam situações cômicas. Um fato diferente acontece e eles são obrigados a ficar juntos. No fim, depois de várias intempéries, eles declaram o amor eterno durante uma festa, celebração ou qualquer coisa pública. No fim das contas, o que difere esse dos outros filmes é a forma como tudo acontece que, no caso de "Juntos Por Acaso", emociona e também diverte.


Um dos diferenciais do longa é a sua carga pseudo-dramática que fará chorar os corações mais sentimentais. O elo que une o casal Holly Berenson, interpretada por Katherine Heigl (que também está em cartaz em "Par Perfeito", ao lado de Ashton Kutcher) e Eric Messer (Josh Duhamel) é uma tragédia: a morte dos melhores amigos deles, Peter Novak (Hayes MacArthur) e Alison (Christina Hendricks). Holly e Eric são padrinhos de Sophie, filha de Peter e Alison. O que os padrinhos não sabiam era que o casal morto deixou uma espécie de testamento, no qual dão a guarda de Sophie aos amigos, caso morressem. Juntos nessa improvável situação que só poderia acontecer no cinema, Holly e Eric decidem morar juntos na casa que era dos amigos mortos.

O novo casal também aceita cuidar de Sophie. A convivência forçada desestabiliza completamente a vida dos dois, mas faz com que eles se apaixonem um pelo outro. Antes da tragédia, Eric estava num promissor trabalho na TV e Holly pensava em expandir sua pequena e sofisticada cafeteria. A inesperada criança faz com que eles também tenham de repensar o modo de vida e a guardar o dinheiro que iriam usar em seus projetos pessoais. Mais previsível, impossível. Mas a boa sacada do filme não está no roteiro, e sim nos diálogos. A picuinha entre o casal não exagera em situações absurdas e faz graça com coisas cotidianas. O filme diverte e acertará em cheio os casais apaixonados.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Parabéns Professores

Hoje, 15 de outubro, é comemorado o dia dos professores.

Aos meus colegas, amigos e conhecidos e também aos meus antigos e eternos professores, amantes da educação e responsáveis por ensinar, os meus mais sinceros parabéns.... obrigada por terem passado pela minha vida e estarem presentes hoje, nesta tarefa maravilhosa que é educar...

Segue abaixo uma mensagem carinhosa à todos vocês!

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As bolas de papel na cabeça,


Os inúmeros diários para se corrigir,

As críticas, as noites mal dormidas...

Tudo isso não foi o suficiente

Para te fazer desistir do teu maior sonho:

Tornar possíveis os sonhos do mundo.

Que bom que esta tua vocação

Tem despertado a vocação de muitos.

Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,

Quando em seu dia-a-dia

Tantas dificuldades acontecem.

A rotina é dura, mas você ainda persiste.

Teu mundo é alegre, pois você

Consegue olhar os olhos de todos os outros

E fazê-los felizes também.

Você é feliz, pois na tua matemática de vida,

Dividir é sempre a melhor solução.

Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida

O teu coração a cada dia,

Dando-te tanto prazer em ensinar.

Homenagens, frases poéticas,

Certamente farão parte do seu dia a dia,

E quero de forma especial, relembrar

A pessoa maravilhosa que você é

E a importância daquilo do seu ofício.

É por isto que você merece esta homenagem

Hoje e sempre, por aquilo que você é

E por aquilo que você faz.

Felicidades!!!

(autor Desconhecido)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Parabéns Secretários(as)

Feliz Dia do Profissional de Secretariado Executivo para todos(as) os(as) colegas, professores e alunos(as)

Encontrei esta mensagem bem humorada e dedico a todos nós, profissionais indispensáveis na vida de seus gestores!


Grande abraço neste dia tão especial e em todos os outros 364 também!!!!


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Se a gente pudesse, neste dia 30 o seu telefone não tocaria na hora errada nem daria ocupado na hora H.

Seu computador, num capricho da tecnologia iria digitar sozinho o mais complicado dos relatórios, sem ousar pedir nem uma mãozinha pra você.

Aquela ata da reunião iria resumir-se em uma só frase, que caberia numa linha, escrita numa única folha de papel.

Se dependesse da gente, neste dia 30 o seu almoço é que deveria ficar fazendo hora extra num bom restaurante, sem hora de acabar, ‘a sua inteira disposição...

O arquivo emperraria todas as gavetas, recusando-se a abrir exceções e informações para não perturbar a sua homenagem.

E a agenda, em solidariedade, apagaria todos os seus compromissos, reservando o dia inteiro para você.

Só que a gente não pode transformar esse dia 30 de setembro num feriado.

Mas dar um clima de festa, a gente pode: Desejando que você comemore o DIA DA SECRETÁRIA no final de semana com as lembranças deste dia especial.

Parabéns pelo seu dia.

Autor: Desconhecido

terça-feira, 28 de setembro de 2010

VII Encontro de Secretariado Executivo Unibrasil

Boa Noite Pessoal,

Convido à todos os profissionais, alunos e professores dos cursos de Secretariado e também Escolas de Nivel Médio para participarem do nosso VII Encontro de Secretariado Executivo em comemoração ao Dia do Profissional de Secretariado Executivo, nos dias 30/09 e 01/10.

Segue abaixo folder com maiores informações:


Venham participar conosco!!!!

domingo, 26 de setembro de 2010

O RH Como Clínico Geral

Boa Noite Meu Povo!

Segue artigo sobre Gestão de Pessoas... uma questão interessante sobre os benefícios.
Apreciem:

http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=12943

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Liderança Sustentável. Você tem? Você faz? Você é?

Bom Dia Pessoal,

Mais um texto interessante do site da Gazeta do Povo, blog Giro Sustentável:

http://www.gazetadopovo.com.br/blog/girosustentavel/?id=1045085

Abraços Pessoal!!!!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Jogar ou Recolher, Você Escolhe

Acabei de receber este texto por email e ele cabe nas aulas de Gestão Secretarial Avançada... e também cabe na nossa vida diária.... Leiam, reflitam e mãos a obra:

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Este é o slogan de campanha desencadeada pela Prefeitura de importante capital brasileira, estampado em cartaz que mostra uma mão sobre um pedaço de papel ao chão.

Tem a ver com educação. Tem a ver com cidadania. Convida o cidadão a refletir sobre o tipo de cidade que ele deseja para si: uma bela e limpa cidade ou ruas cheias de entulho.
Chama o cidadão à responsabilidade, a partir da sua decisão que, naturalmente, tem a ver com a sua formação moral, com sua ética, com seu comprometimento como cidadão.
Em verdade, tudo que nos rodeia, de alguma forma, é de nossa responsabilidade. E depende de nossas escolhas.
Vejamos que podemos morar em um bairro aprazível, mas somente teremos bons vizinhos, se cultivarmos a gentileza e a boa educação.
E isso é feito a partir de pequenos cuidados. Lembremos, por exemplo, de uma saída de carro muito cedo pela manhã, para o nosso trabalho.
Podemos retirar o carro da garagem sem barulho, sem acelerar ruidosamente e, portanto, sem acordar o vizinho que ainda dorme.
Ou podemos fazer todo o barulho que nos achamos no direito de produzir pensando que se nós estamos despertos, tão cedo, os outros também podem acordar à mesma hora.
Podemos limpar a frente de nossa casa, lavar a calçada, tomando cuidado para não sujar a frente da casa ao lado. Ou podemos, de forma descuidada, ir jogando tudo justamente para os lados e emporcalhando a frente das casas próximas.
Podemos ser gentis no trânsito, detendo-nos mínimos segundos a fim de permitir que outro carro, que aguarda no acostamento, possa adentrar a via à nossa frente.
Ou podemos ser totalmente insensíveis e deixar que o seu condutor canse de esperar, até a enorme fila de veículos findar.
Antipatia, simpatia. Nós decidimos se desejamos uma ou outra.
Podemos entrar no elevador e saudar as pessoas. Ou podemos fazer de conta que todas são invisíveis.
Podemos fazer uma gentileza e segurar o elevador um segundo para permitir a entrada de alguém que vem chegando, depressa.
Ou podemos apertar o botão e deixar que a porta se feche, exatamente à face de quem tentou chegar a tempo.
Podemos pensar somente em nós, viver como se mais ninguém houvesse no mundo.
Ou podemos viver, olhando em derredor, percebendo que alguém precisa de ajuda e ajudar.
Podemos fingir que somos surdos ou podemos nos dispor a escutar alguém a pedir informação a um e a outro e nos dispormos a ofertá-la.
Podemos fingir que somos cegos e não enxergar a pessoa obesa, em pé, no transporte público, ou a grávida, ou o idoso.
Ou podemos ser humanos e oferecer o nosso assento, com a certeza de que esse alguém precisa mais dele do que nós.
Mesmo que o cansaço esteja nos enlaçando, ao final do dia, os pés estejam doendo e o corpo todo diga: Preciso descansar.
Pensemos nisso e nos disponhamos a contribuir, desde hoje, com o mundo mais justo, harmonioso e feliz com que tanto sonhamos.


Redação do Momento Espírita.
Em 30.08.2010.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Contratações: você realmente sabe o que quer?

Boa Tarde Pessoal,

Dando continuidade aos artigos que norteiam as aulas de Aplicações de Gestão de Pessoas, segue mais um texto para leitura e apreciação.

http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/contratacoes-voce-realmente-sabe-o-que-quer/47548/



Abraços,

Profa. Melissa

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

7 dicas para evitar gestos que revelam nervosismo e ansiedade na entrevista de emprego

Bom Dia Pessoal,

Este post vai para o pessoal da Administração... sobre nossa matéria Aplicações de Gestão de Pessoas.

Em minhas pesquisas pelos bons sites da vida encontrei este artigo que é para o candidato.... mas que serve como parâmetro para o entrevistador também, pois pode fazer com que ele se torne mais observador enquanto ouve seu futuro empregado.

Leiam com atenção e façam suas anotações:

http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/7-dicas-para-evitar-gestos-que-revelam-nervosismo-e-ansiedade-na-entrevista-de-emprego/37047/

Abraços,

Profa. Melissa

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Meu Lixo, sua Economia e nosso Planeta mais Sustentável

Olá Pessoal,

Continuando com matérias relacionadas às nossas aulas de Gestão Secretarial Avançada, encontrei no site da Gazeta do Povo, no Blog Giro Sustentável um texto que fala sobre reuso e sustentabilidade.

http://www.gazetadopovo.com.br/blog/girosustentavel/?id=1039592

Dêem uma olhada, reflitam, se cadastrem e vamos trocar coisas.

Abraços,

Profa. Melissa

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Um texto de Fernando Pessoa

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...


Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.



Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..

E lembra-te:

Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Por que os homens nos matam

Olha eu aqui novamente.
Estou tentando colocar em dia a leitura da Revista Veja, mas a correria me impede de lê-la semanalmente.
Hoje peguei em mãos a edição de 21 de julho (quase não está atrasada heim?). Bom, a questão é a seguinte, ontem, na aula de Gestão Secretarial Avançada, eu falei sobre os problemas sociais no Brasil e dentre eles, citei dados atualizados sobre um deles, que é a violência praticada contra a mulher e qual é a minha surpresa quando encontro este artigo da Lya Luft que fala exatamente desta questão.

Segue abaixo um link para o artigo. Apreciem e conscientizem-se.

http://www.semira.go.gov.br/index.php?idMateria=82908

Posso Errar?

Bom Dia Pessoal,

Segue texto recebido via email, para reflexão das muitas mulheres que visitam o blog.
Homens, indiquem para suas amigas, namoradas e conhecidas.

Beijos,

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Por Leila Ferreira

Há pouco tempo fui obrigada a lavar meus cabelos com o xampu "errado". Foi num hotel, onde cheguei pouco antes de fazer uma palestra e, depois de ver que tinha deixado meu xampu em casa, descobri que não havia farmácia nem shopping num raio de 10 quilômetros. A única opção era usar o dois-em-um (xampu com efeito condicionador) do kit do hotel. Opção? Maneira de dizer. Meus cabelos, super oleosos, grudam só de ouvir a palavra "condicionador". Mas fui em frente. Apliquei o produto cautelosamente, enxaguei, fiz a escova de praxe e... surpresa! Os cabelos ficaram soltos e brilhantes tudo aquilo que meus nove vidros de xampu "certo" que deixei em casa costumam prometer para nem sempre cumprir.
Foi aí que me dei conta do quanto a gente se esforça para fazer a coisa certa, comprar o produto certo, usar a roupa certa, dizer a coisa certa e a pergunta que não quer calar é: certa pra quem? Ou: certa por quê?

O homem certo, por exemplo: existe ficção maior do que essa? Minha amiga se casou com um exemplar da espécie depois de namorá-lo sete anos. Levou um mês para descobrir que estava com o marido errado. Ele foi "certo" até colocar a aliança. O que faz surgir outra pergunta: certo até quando? Porque o certo de hoje pode se transformar no equívoco monumental de amanhã. Ou o contrário: existem homens que chegam com aquele jeito de "nada a ver", vão ficando e, quando você se assusta, está casada "e feliz" com um deles.

E as roupas? Quantos sábados você já passou num shopping procurando o vestido certo e os sapatos certos para aquele casamento chiquérrimo e, na hora de sair para a festa, você se olha no espelho e tem a sensação de que está tudo errado? As vendedoras juraram que era a escolha perfeita, mas talvez você se sentisse melhor com uma dose menor de perfeição. Eu mesma já fui para várias festas me sentindo fantasiada. Estava com a roupa "certa", mas o que eu queria mesmo era ter ficado mais parecida comigo mesma, nem que fosse para "errar".

Outro dia fui dar uma bronca numa amiga que insiste em fumar, apesar dos problemas de saúde, e ela me respondeu: "Eu sei que está errado, mas a gente tem que fazer alguma coisa errada na vida, senão fica tudo muito sem graça. O que eu queria mesmo era trair meu marido, mas isso eu não tenho coragem. Então eu fumo". Sem entrar no mérito da questão "da traição ou do cigarro", concordo que viver é, eventualmente, poder escorregar ou sair do tom. O mundo está cheio de regras, que vão desde nosso guarda-roupa, passando por cosméticos e dietas, até o que vamos dizer na entrevista de emprego, o vinho que devemos pedir no restaurante, o desempenho sexual que nos torna parceiros interessantes, o restaurante que está na moda, o celular que dá status, a idade que devemos aparentar. Obedecer, ou acertar, sempre é fazer um pacto com o óbvio, renunciar ao inesperado.

O filósofo Mario Sergio Cortella conta que muitas pessoas se surpreendem quando constatam que ele não sabe dirigir e tem sempre alguém que pergunta: "Como assim?! Você não dirige?!". Com toda a calma, ele responde: "Não, eu não dirijo. Também não boto ovo, não fabrico rádios tem um punhado de coisas que eu não faço". Não temos que fazer tudo que esperam que a gente faça nem acertar sempre no que fazemos. Como diz Sofia, agente de viagens que adora questionar regras: "Não sou obrigada a gostar de comida japonesa, nem a ter manequim 38 e, muito menos, a achar normal uma vida sem carboidratos". O certo ou o "certo" pode até ser bom. Mas às vezes merecemos aposentar régua e compasso.

Leila Ferreira é jornalista, apresentadora de TV e autora do livro "Mulheres: Por que será que elas..."

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Conceitos, Características e Desacordos no Terceiro Setor

Boa Tarde Pessoal,

Esse post é para as minhas alunas (e aluno) do Secretariado.

Leitura recomendada, relacionada às nossas aulas desta semana:

http://www2.oabsp.org.br/asp/esa/comunicacao/artigos/conceitoscaracteristicas.pdf

Por Rodrigo Mendes Pereira, Assessor jurídico e técnico em projetos sociais. Graduado em Direito pela USP, pós-graduado pela FIA/FEA/USP (MBA - Gestão e Empreendedorismo Social) e com cursos de extensão nas áreas de Direito e Administração do Terceiro Setor e de Captação de Recursos pela EAESP/FGV.
Coordenador e professor de cursos focados no Terceiro Setor da Escola Superior de Advocacia – ESA - da OAB/SP, articulista da rede Bom Dia de jornais e do portal Agência Social, palestrante, instrutor e autor de artigos sobre o Terceiro Setor. Membro fundador e ex-Vice-Presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB/SP.
Atualmente é consultor associado à Criando Atividades Alternativas.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Insubstituível

Bom Dia...

Mais uma vez recebi uma bela mensagem via email e compartilho-a com vocês.
Realmente, pregamos e ouvimos que devemos reter nossos talentos, incentivá-los, que cada funcionário, agora chamado colaborador, parceiro é único, mas quando algo acontece é esta máxima que dizemos: "ninguém é insubstituível".
Bom, leiam a mensagem abaixo e tirem suas próprias conclusões.

(Ps.: Se souberem o autor, me avisem para dar os devidos créditos)

Abraços...

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Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: " Ninguém é insubstituível.


A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal, as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ..".

É bom para refletir e se valorizar!

domingo, 1 de agosto de 2010

Novidades

Bom Dia Pessoal,

Como vocês já devem ter percebido, aconteceram algumas mudanças por aqui.
Estas mudanças fazem parte de uma proposta feita pela instituição de ensino em que dou aula.
A partir de agora, vou buscar focar o blog em informações da área secretarial, mas também de administração, que são os cursos em que dou aula.
Mas não vou deixar de lado as informações sobre shows, peças de teatro e livros que costumo indicar por aqui.

É isso, espero que gostem das novidades, cometem e divulguem para todos os seus amigos.

Abraços!!!!!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Projeto Lemos + Nevilton



Oi Pessoal... essa é para todos que moram em Curitiba, mas também para aqueles que estiverem dispostos a fazer uma viagem por um ótimo motivo, hehe.
Então, você já tem compromisso para o dia 29/07, quinta-feira próxima? Não? Então não marque nada, pois você não pode perder uma parceria divina que vai acontecer no James Bar... Rodrigo Lemos e Nevilton... olha só que coisa linda de Deus como diria o meu querido Ton!

Para quem não conhece esse rapaz talentosíssimo e também os meninos do Nevilton, ai vão algumas informações:

Sobre LEMOS .."Traga o futuro tropical....." Repito todos os dias para mim mesmo, na esperança de ter o desejo atendido sabe-se lá por quem ou por quê. Influenciado pela chegada do verão - não a estação, mas .."o verão da vida.." - inspirado pela confluência que há entre Paranavaí e o Brooklyn; é assim que chego até aqui. Afoito para cantar um samba que seja meu. Um sonho lúcido, no qual o futuro chegou através de uma colagem de conceitos leves. Um lugar onde até mesmo quem não é de samba tem direito a ele. Já cooperaram na concepção das primeiras faixas do LEMOS os músicos: Alexandre Rogoski, João Marcelo Gomes, Thiago Chaves, Marcelo Oliveira, Vinícius Nisi, Diego Perin e Luís Bourscheidt. Conduzido pelo autor e produtor Rodrigo Lemos, o grupo vem arranjando e executando canções no estúdio Off-Beat (Curitiba). As gravações seguem durante os primeiros meses de 2010, com apresentações a partir de agosto. Rodrigo integrou oficialmente as bandas Poléxia e Sabonetes. Com estas, se apresentou em diversos cantos do Brasil de 2003 a 2009, participou dos discos .."O Avesso.." (Poléxia, 2005), .."A Força do Hábito.." (Poléxia, 2009), .."Caligrafia.." (Ludov, 2010) .."Sabonetes.." (Sabonetes, 2010) e teve canções de sua autoria produzidas em parceria com produtores como John Ulhoa (Pato Fu) e Tomás Magno. Atualmente, compõe e dirige trilhas para cinema e teatro enquanto prepara seu retorno aos palcos com o novo trabalho.


Sobre Nevilton
De volta ao Brasil após alguns meses de muito rock em Los Angeles (USA), os paranaenses Nevilton de Alencar e Tiago ‘Lobão’ Inforzato estão apresentando as composições de Nevilton, e contando com a força do grande baterista 'Chapolla', o trio está mais responsa que nunca. As influências são muitas, entre elas estão os Beatles, Pixies, Cake, Los Hermanos, Hellacopters, Pavement, conhaques baratos e outras boas coisas da vida. Mesmo com pouco tempo de banda com essa formação e nome, já se apresentaram em várias cidades, como Maringá (PR), Curitiba (PR), Joinville (SC), Baln. Camboriú (SC), Florianópolis (SC), Puerto Iguazu (Arg), Porto Alegre (RS), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Brasília (DF), Palmas (TO), São Paulo (SP), São Carlos (SP), Recife (PE), João Pessoa (PB) e várias outras.

O primeiro disco do trio já está gravado e tem previsão de lançamento para 2010 (já lançado, baixe no site www.nevilton.com.br e aprecie sem moderação, hehe). Bastante aguardado pela critica e público, o trabalho promete manter os rapazes entre as grandes revelações do rock nacional e bastante ocupados pelas estradas do Brasil e redondezas. Aos que tiverem interesse em conhecer um pouco do que há de muito bom sendo produzido no Paraná, fica aqui o convite... e apreciem sem moderação!!!

Bom, minha experiência pessoal com eles é a seguinte: do Rodrigo, conheço bem as músicas do tempo de Poléxia, pena ter ido em poucos shows... mas as músicas são ótimas, muitas semelhanças com nossas vidas... do Nevilton, sou fã de carteirinha... tiete meeeeesmo e sem vergonha, hehe... conheci os meninos em março do ano passado e desde então vou em todos os shows aqui em Curitiba.

Mas é isso... espero todos vocês para apreciarem um som de qualidade dia 29, lá no James (http://www.barjames.com.br/).

Beijooooooos


quarta-feira, 21 de julho de 2010

Não estás deprimido, estás distraído...

Bom Dia Pessoal...
Mais uma mensagem que recebi por email ontem e que achei muito interessante, por isso compartilho com todos.

Tenham um lindo dia!!!

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Não estás deprimido, estás distraído...

Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeias, golfinhos, bosques, mares, montanhas, rios.
Não caias como caiu teu irmão que sofre por um único ser humano, quando existem cinco mil e seiscentos milhões no mundo. Além de tudo, não é assim tão ruim viver só. Eu fico bem, decidindo a cada instante o que desejo fazer, e graças à solidão conheço-me o que é fundamental para viver.
Não faças o que fez teu pai, que se sente velho porque tem setenta anos, e esquece que Moisés comandou o Êxodo aos oitenta e Rubinstein interpretava Chopin com uma maestria sem igual aos noventa, para citar apenas dois casos conhecidos.
Não estás deprimido, estás distraído. Por isso acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado. Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma.
Além disso, a vida não te tira coisas: te liberta de coisas... alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude. Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção. E não esqueças, que o melhor dele, o amor, continua vivo em teu coração.
Não existe a morte...
Apenas a mudança. E do outro lado te esperam pessoas maravilhosas: Gandhi, o Arcanjo Miguel, Whitman, São Agostinho, Madre Teresa, teu avô e minha mãe, que acreditava que a pobreza está mais próxima do amor, porque o dinheiro nos distrai com coisas demais, e nos machuca, porque nos torna desconfiados.
Faz apenas o que amas e serás feliz. Aquele que faz o que ama, está benditamente condenado ao sucesso, que chegará quando for a hora porque o que deve ser será, e chegará de forma natural. Não faças coisa alguma por obrigação ou por compromisso, apenas por amor. Então terás plenitude, e nessa plenitude tudo é possível sem esforço, porque és movido pela força natural da vida, a mesma que me ergueu quando caiu o avião que levava minha mulher e minha filha; a mesma que me manteve vivo quando os médicos me deram três ou quatro meses de vida.
Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo. E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.
Lembra-te: "Amarás ao próximo como a ti mesmo". Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.
Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos. Um único homem que não possui talento ou valor para viver, mandou matar seis milhões de judeus, seus irmãos.
Existem tantas coisas para experimentar, e a nossa passagem pela terra é tão curta, que sofrer é uma perda de tempo. Podemos experimentar a neve no inverno e as flores na primavera, o chocolate de Perusa, a baguette francesa, os tacos mexicanos, o vinho chileno, os mares e os rios, o futebol dos brasileiros, As Mil e Uma Noites, a Divina Comédia, Quixote, Pedro Páramo, os boleros de Manzanero e as poesias de Whitman; a música de Mahler, Mozart, Chopin, Beethoven; as pinturas de Caravaggio, Rembrandt, Velázquez, Picasso e Tamayo entre tantas maravilhas.
E se estás com câncer ou AIDS, podem acontecer duas coisas, e ambas são positivas: se a doença ganha, te liberta do corpo que é cheio de processos (tenho fome, tenho frio, tenho sono, tenho vontades, tenho razão, tenho dúvidas)... Se tu vences, serás mais humilde, mais agradecido... portanto, facilmente feliz, livre do enorme peso da culpa, da responsabilidade e da vaidade, disposto a viver cada instante profundamente, como deve ser.
Não estás deprimido, estás desocupado.
Ajuda a criança que precisa de ti, essa criança que será sócia do teu filho. Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez.
Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão.
Dá sem medida, e receberás sem medida.
Ama até que te tornes o ser amado; mais ainda converte-te no próprio Amor. E não te deixes enganar por alguns homicidas e suicidas.
O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso. Uma bomba faz mais barulho que uma caricia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida. Vale a pena, não é mesmo?
Se Deus possuísse uma geladeira, teria a tua foto pregada nela. Se ele possuísse uma carteira, tua foto estaria nela. Ele te envia flores a cada primavera. Ele te envia um amanhecer a cada manhã.
Cada vez que desejas falar, Ele te escuta. Ele poderia viver em qualquer ponto do Universo, mas escolheu o teu coração. Encara, amigo, Ele está louco por ti!
Deus não te prometeu dias sem dor, riso sem tristeza, sol sem chuva, porém Ele prometeu força para cada dia, consolo para as lágrimas, e luz para o caminho.

"Quando a vida te trouxer mil razões para chorar, mostra que tens mil e uma razões para sorrir".

(Facundo Cabral)

terça-feira, 20 de julho de 2010

Feliz Dia do Amigo


Hoje, 20 de julho, é considerado o Dia do Amigo!
Recebi este email de um colega de trabalho.... mensagem curta, simples, mas de muita verdade.

Apreciem!


O importante da amizade não é conhecer o amigo; e sim saber o que há dentro dele!...



Cada amigo novo que ganhamos na vida, nos aperfeiçoa e enriquece, não pelo que nos dá, mas pelo quanto descobrimos de nós mesmos. Ser amigo não é coisa de um dia. São gestos, palavras, sentimentos que se solidificam no tempo e não se apagam jamais. O amigo revela, desvenda, conforta.É uma porta sempre aberta em qualquer situação. O amigo na hora certa, é sol ao meio dia, estrela na escuridão. O amigo é bússola e rota no oceano, porto seguro da tripulação. O amigo é o milagre do calor humano que a amizade opera no coração (Cecilia Antunes).


Feliz Dia do Amigo para todas as pessoas que são realmente minhas amigas e para todas aquelas que estão se tornando.

domingo, 18 de julho de 2010

Estou Viva!!!!

Bom Dia Pessoal.... sei que, mais uma vez, estou em falta com o blog, mas é que realmente a correria está grande e também, confesso que ando meio desmotivada para algumas coisas.
Bom, mesmo nessa correria, estou dedicando um tempo diário (pouco, confesso), para uma leitura que não seja técnica.
O livro foi indicado por uma grande amiga, e se chama: Por Que Homens Inteligentes se Casam com Mulheres Inteligentes, de Christine B. Whelan e hoje li algo que se encaixa exatamente com o que me aconteceu a uns 3 meses atrás....

"Se alguém tenta lhe dizer que um homem por quem você anda sofrendo na verdade a ama, só que não consegue lidar com quem você é, essa pessoa só pode estar fumando crack. O cara vai querer ficar com você se ele estiver a fim de você, e ponto. Eu vi que tinha que para de dar ouvidos àquele papo furado de 'você é inteligente demais' " (p. 124).

Ouvi isso de várias pessoas... "você é demais para ele", "vocês são muito diferentes", "a questão cultural vai começar a pesar logo", etc, etc.... ouvi algumas dessas coisas, inclusive dele.

Não sei se o cara não aguentou mesmo comigo, ou se se desencantou, sei lá... eu sei que não vou mais ficar me escondendo, minimizando minha vida profissional só para me encaixar ao que os homens acham que é melhor para eles.... talvez eu fique sozinha por um bom tempo, ou para sempre, mas agora serei mais autentica do que jamais fui.

E é isso... e ponto (como diria Christine B. Whelan).