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sábado, 10 de junho de 2017

Free Force



Hello People! 

Quanto tempo sem aparecer por aqui né? Mas é que realmente não andava conseguindo tempo para parar e escrever e também os últimos dois livros que li não me inspiraram pra escrever.

Mas agora estou em férias, em um lugar super fofo e tranquilo, então além de tempo, veio a inspiração para escrever.

Como algumas pessoas que me acompanham pelo face já sabem, no último final de semana de maio eu fui para Bombinhas para participar do 3º Pedal Free Force. Em dezembro do ano passado participei do 2º à convite do amigo Fabio, e quando soubemos deste, já deixamos previamente combinado que iríamos.


Conseguimos “montar” uma equipe “perfeita”... conseguimos um sobradinho mara por um preço camarada... e na data combinada, embarcamos para mais esta aventura de pedal. 

O Fabio conseguiu a van “emprestada” e fomos todos juntos... 6 pessoas, 6 bikes, malas, mochilas, comida e muita alegria no coração.

Uma viagem tranquila, com muita risada, boa conversa e diversão.

E quem é essa nossa trupe?”  Carlinha, Fabio, Lu Maia, Lu Santos e Luis, além de mim, é claro. Como disseram lá, fechamos, grupo de amigos, pessoas boas, e em quem confiamos.





  
 
 Chegamos em Bombinhas na hora do almoço. Paramos para comer no centro da cidade e rumamos ao nosso lar temporário.

O sobradinho super fofo e com todo o espaço que precisávamos era bem perto do lugar do evento.

Ajeitamos um pouco as coisas e fomos buscar nossos kits para o evento. A intenção era ir pedalando, ou até a pé, mas quem disse que a chuva deixou? Então borá de van... rumo ao Nickos que era o lugar da entrega dos kits e da partida para o pedal no domingo cedo. 

Como chegamos lá antes do horário de liberação dos kits, ficamos conversando no bar/restaurante, fomos molhar os pés na água, ver um pouco da paisagem, que mesmo cinza faz nossas energias se renovarem. Praia é tudo de bom. 

Aos poucos os ciclistas começaram a chegar e foi aumentando o número de pessoas no aguardo.

Aqui cabe dizer que houve um pouco de desorganização por parte da Equipe Free Force. Apenas duas pessoas para entregarem os kits, num quiosque minúsculo e sem iluminação adequada. 

E de repente, mesmo com toda aquela chuva, muitas e muitas pessoas “brotaram” do chão e virou uma bagunça só a entrega dos benditos kits. Quando consegui pegar o meu, já procurei sair do meio do fervo, e voltar para o bar, onde abri a minha mochilinha e constatei que não tinha a pulseira, nem a plaquinha da bike. Logo a Lu Santos apareceu e confirmamos que na mochilinha dela também não tinha. Achamos estranho, mas enfim... provei minha camiseta, vi que tinha ficado boa e ali ficamos. Como o povo não voltava lá da entrega, voltamos e verificamos que eles tinham esquecido de nos entregar a pulseirinha junto com a placa da bike. Mais uma bagunça, pois como eles não encontraram as nossas, nos entregaram placas sem os nomes e números... mas antes ter assim, do que não ter, afinal a pulseirinha é que dava acesso ao almoço. Como a plaquinha estava sem nome, não tive vontade de colocar na bike... então guardei. 

Enfim, depois desse “stress”, fomos até um mercado pegar algumas coisinhas que sentimos falta e voltamos pro sobrado. Ajudei a Lu Santos com nosso jantar... macarrão de panela de pressão. Ficou uma delícia... tomamos um vinho para harmonizar (que chique, kkkkkk). Depois da janta super batemos papo, demos risada, escolhemos nossos quartos e arrumamos as coisas para dormir, afinal tínhamos que pular cedo da cama. 

Como a entrega dos kits foi meio bagunçada, achamos por bem tomar café da manhã em casa mesmo, pra não correr o risco de ficar sem comer e passar mal durante o pedal. Como o tempo ainda não estava colaborando, fora as subidas fortes do caminho, resolvemos ir de van até o ponto de partida. 

Pouco depois do horário programado,deu-se a largada. Apenas para o passeio, pois devido a grande chuva da noite, acharam conveniente cancelar o desafio, que seria no Morro da Tainha. Tudo por uma questão de segurança dos ciclistas, o que achei bem prudente da parte da organização. 

Mas e quem disse que o passeio seria susse? Lembram das subidas que evitamos indo de van? Pois é... tivemos que seguir por elas... hehe... subidas realmente fortes. Mas tudo bem, faz parte... como eu sempre digo, nada que não deixe as pernas mais gostosas, kkkkkkk! Tudo bem que tive que descer diversas vezes e empurrar, mas faz parte... o importante foi aproveitar o passeio, admirar a paisagem, conhecer gente nova. Foi legal pois a maior parte do pedal conseguimos fazer com a nossa turminha... hora todos, hora 2 ou 3, mas sozinha não fiquei em nenhum momento. 

E melhor que isso, diferentemente de Pomerode, onde terminamos o desafio 2h depois do tempo previsto, dessa vez conseguimos terminar junto com todos... muito bom, muito feliz com isso. 

Felizes, fomos guardar as bikes e almoçar. O almoço correu bem, estava organizado e rapidamente pegamos a comida e encontramos lugar para sentir. A comida era simples, mas bem saborosa. 

Ainda ficamos lá durante a apresentação de manobras com bikes, de hip hop e também nos sorteios (infelizmente não ganhamos nada, hunf). 

No retorno ao sobrado, tomamos aquele banho esperto, descansamos e pegamos a estrada para o nosso retorno à casa.

Até “entregar” todo mundo e ser “entregue”, cheguei em casa quase meia noite... mas valeu cada minuto este final de semana de mais superação, conquistas, amizade, de conhecer gente e lugar novo. Pedalar realmente é algo que me faz muito bem. 

E que venha dezembro.... para o 4º Pedal Free Force! Bora lá?

E vocês, já fizeram algum pedal Free Force? Vamos conversar?

Bjo Bjo

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

2º Pedal Free Force em Pomerode

E neste final de semana eu vivi mais um daqueles momentos perfeitos... e foi um momento perfeito cheio de superação e parceria que só o pedal consegue proporcionar para nós!

Eu participei do 2º Pedal Free Force em Pomerode, a convite do querido amigo Fabio! Simplesmente SENSACIONAL!!!!

Um daqueles momentos que só vivendo mesmo para poder descrever as sensações (e acho que nem assim a gente consegue descrever realmente)... pois é um misto de cansaço, desespero, dor, mas também de superação, parceria, alegria... foi uma experiência única.

Fomos no sábado a tarde para lá e chegamos já no início da noite, pois pegamos bastante trânsito. Ao chegar na Pousada apenas deixamos nossas coisas e fomos nos encontrar com o pessoal que já estava na cidade para jantar e tomar um chopp para relaxar. Comi uma batata recheada com linguiça blumenau que era dos deuses, hehe!

De volta à pousada um banho relaxante e cama, pois deveríamos “pular” cedo da cama.

O desafio tinha saída programada para às 8h, mas desde às 6h o kit já estava sendo entregue e como não deu tempo de pegar no sábado, fomos bem cedinho para o Pavilhão de Eventos pegar o nosso. Aproveitamos para tomar café por lá, já que o horário de café da Pousada era mais tarde e não conseguimos forrar o estômago antes de sair.

Comi uma (ou várias) cuca de banana pra ter energia para encarar os 40 km que viriam pela frente e que eu nem imaginava como seriam.

Pouco depois das 8h partimos... quase 900 pessoas inscritas para o Desafio, destas, aproximadamente 200 mulheres, e eu era uma delas! =D

E foi dada a largada, hehe... lindo de ver aquele mar de bikers. Muitas e muitas bicicletas, de todos os tipos e modelos possíveis e imagináveis, das mais simples até as mega sofisticadas, muitas e muitas pessoas, das mais preparadas e atletas, até aquelas com pouca experiência (como eu).

Enquanto a gente estava no asfalto, paralelepipedo e estrada de chão, mas era plano, tudo bem... mas a hora que chegou na subida, vi muito neguinho dando meia volta e retornando ao Pavilhão de Eventos. E não era uma subidinha não, era uma subida master blaster power... e não eram assim alguns metros, eram vários quilometros... e ela não era a única... tinha mais e mais pra frente.

Respirei fundo, contei até três e bora lá, kkkkkk... até encontrei os colegas Mauri e Neia na subida, mas como eu não tenho resistência, perdi eles já no início... Fui até aonde eu aguentava, não foi muito não sabe, mas foi bastante pra mim. Daí desci da bichinha e fui empurrando... quando nem empurrar era mais possível o amigo Mauro fez a gentileza de empurrar a minha bike um bom trecho. Mas um bom trecho mesmo, fiquei até com vergonha, pois eu nem conseguia vê-lo lá na frente.

Tentei levar mais um pouco e como vi que não ia rolar, pedi “arrego” para o carro de apoio e fui até uma altura do percurso. Lá desci e me garantiram que iríamos, mais a frente, seguir por um trecho plano, que não precisaria fazer o percurso pelo Morro do Saco. Então fiquei “feliz” e retonei o pedal. Mas quando chegou no local onde seria para seguir este novo caminho, informaram que o desvio seria de muitos kms e que o ideal era subir o morro mesmo. Então, sabendo dos meus limites e para não estragar a festa dos que estavam comigo, revolvi voltar para o carro de apoio. Fui nele até acabar toda a subida. Passava eventualmente pelo Fabio que resolveu seguir com a bike... ficava preocupada cada vez que o via com cara de “morto” kkkkkk... mas ele estava lá, firme e forte, um orgulho, me garantindo sempre que estava “bem”.
Quando chegou no trecho que mais para frente se iniciaria a descida, peguei a bike, esperei o Fabio e seguimos... mas e quem disse que descer era mais fácil? Descida hard também. Estrada de chão com pedrinhas (e pedronas) soltas, bike dançandinho e a ponto de tombar. Grandes emoções, algumas derrapadas, uma quase caída, alguns arranhões, agradecimentos especiais à menina do Divas da Bike de Joinville que segurou a minha bike senão o tombo seria feio.  Neste trecho também encontramos uma menina desfalecida, tinha perdido o controle da bike durante a descida e bateu com as costas no chão, tenso, mas foi atendida pelo SAMU e SIATE, e até onde sabemos, fraturou costela, mas passa bem.

E bora continuar descendo, testando os freios da bike e sem se distrair muito, apreciar a vista... alguns lugares dignos de cena de filme.

Quando chegamos no terreno plano eu nem acreditava... fiquei tão tão feliz que quase chorei hehe! Mas ainda faltavam vários kms para finalizar o desafio... então tocamos pra frente... corre lá, ou melhor, pedala Mel. Pegamos BR, onde deu pra ganhar certa velocidade apesar das pernas cansadas.

Chegando ao Pavilhão de Eventos, procuramos nossos companheiros de desafios e foi muito gratificante ver a cara de alegria do Mauro quando nos viu... pois nada nada, terminados o percurso 2 horas depois do horário previsto para o término de desafio. Mas o importante é que finalizamos. Morta com farofa literalmente... cansada, esgotada, mas feliz, muito feliz. Pela experiência, por conhecer uma nova cidade, pelo convite, pela parceria, pelos novos amigos feitos, enfim,  pelo conjunto da obra.

Só tenho a agradecer pelo convite e espero poder participar de outros eventos assim... mas da próxima vez, vou me preparar adequadamente para finalizar com melhor tempo e fazendo todo o percurso sem pedir arrego para o carro de apoio, hehe! =)






 Mas e vocês, participaram do 2º Pedal Free Force ou de algum outro desafio como este? Como foi? Vamos conversar?

Bjo Bjo


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

CicloTurismo - Castrolanda Carambeí



 E neste sábado eu tive a minha primeira experiência de pedal com viagem, e preciso dizer que foi SENSACIONAL!

Confesso que fui com uma expectativa, ou melhor, com várias. Primeiro que seria tranquilo e que eu daria conta de um pedal médio. Segundo que se eu não curtisse, esta seria a minha primeira e última viagem com este grupo. Mas neste caso, é aquele medo normal de uma viagem com gente que a gente não conhece.

E tudo foi bem diferente do que eu imaginava.

Primeiro porque um pedal médio com esse pessoal é infinitamente mais pesado do que um pedal hard com o meu pessoal em Curitiba. Segundo que eles foram ótimos e eu quero fazer muitas outras viagens com eles. Hehe!

E tudo começou com a noite anterior, que eu tinha que dormir cedo e não consegui fazê-lo tão cedo quanto tinha me programado e também, tendo em vista a ansiedade, o sono demorou pra caramba à chegar. E daí, quando o despertador tocou às 3h50, a pessoa estava podre de cansada, hehe, mas faz parte, bora lá levantar.

Fui buscar a amiga Danutha, responsável por eu ter uma viagem para fazer, pois foi dela o convite para este cicloturismo e vamos para o ponto de encontro, no 17º Batalhão do SJP.

Quando chegamos lá quase todos já tinham chegado, e ali já tive o meu primeiro “choque”, digamos assim, pois todas as bicicletas eram infinitamente melhores que a minha. Mas vamos levar em consideração que a minha bike tem 13 anos.

Entramos no microônibus, nos ajeitamos e bora pegar a estrada.

Paramos em Vila Velha para um café da manhã, dei notícias para a mamys, algumas outras questões se ajeitaram e seguimos. Confesso que me desliguei de horários, pois era tudo tão diferente, tão novo que o relógio ficou de fora. Ficou de fora também o monitoramento do pedal, que costumo fazer com dois aplicativos e nem lembrei hehe (isso foi ruim, mas depois uma colega gentilmente cedeu as informações).

Enfim, quando chegamos a Castrolanda, fomos recepcionados pela Rachel, que nos explicou sobre a origem do nome e contou um pouco sobre a história do leite, dos moinhos, e nos levou para um passeio no moinho que é um museu muito interessante, de fato com muita história e resgate, e depois, na Cidade do Leite. Do Moinho Castrolanda até a Cidade do Leite já fomos pedalando... já a primeira sensação de vento no rosto e aquela liberdade que só a bike pode proporcionar.

A Cidade do Leite é linda e estava super habitada. Isso porque esta semana se iniciou a Agroleite 2016, que é um evento técnico voltado para todas as fases da cadeia do leite. Coisas que nos foram explicadas com muita propriedade lá... o que eu achei bem bacana. Lá, deixamos as magrelas “estacionadas” e passeamos por tudo a pé, tendo em vista a quantidade de gente trabalhando para deixar tudo pronto para o evento que começou em 16/08.

Lugar lindo, reprodução de casas holandesas e, devido à feira, cheio de vacas premiadas... inclusive, eles tem até uma calçada da fama, com as vacas mais famosas, as ganhadoras de cada ano do evento. Muito interessante.

E depois desta visita é que começou o grande percurso pedalando até a cidade de Carambeí, aproximadamente 30 km.... que eu achei que tirarei de letra e que não foi bem assim. Uma porque de fato a minha bicicleta não é apropriada para este tipo de pedal e outra porque eu não tenho a preparação necessária como achava que tinha. E aqui cabe dizer que eu só finalizei honrosamente o meu pedal (bem depois que todos já tinham finalizado, mas bem depois mesmo) pois tive ao meu lado pessoas me incentivando e que não me deixaram descer da bike.... e que inclusive, por diversos momentos, literalmente, me empurraram... principalmente no trajeto que antecedeu ao pedágio, chamado por alguns dos participantes deste passeio de falsa subida... olha, pra mim não teve nada de falsa nela não... ela era bem real... e imensa hehe... mas aqui fica o meu agradecimento ao Rodrigo Watanabe, o famoso Japa (que me deu dicas de todos os tipos e me apoiou em todo o trajeto) e também ao Gèter, que além deste empurrãozinho, me deu altas dicas sobre as marchas e como posicionar corretamente os pés nos pedais. Agradeço também ao Fábio, que me orientou sobre a altura do meu banco e a Lilica e a Danutha, por terem me ensinado (finalmente) a mexer nas marchas da bike corretamente!

Detalhe... de todas essas pessoas, eu só conhecia a Danutha, as outras, todas, conheci lá, naquele dia, naquele momento... e me trataram tão bem, como se as conhecesse a muito tempo. Me senti realmente acolhida, parte daquele grupo. Foi, como já disse lá no começo SENSACIONAL!

E eu quase ia me esquecendo... e a adrenalina de pedalar em uma rodovia?! E a velocidade que a gente pega?! E aquele monte de caminhões passando do seu lado?! Medo, emoção, tudo misturado... teve momentos que eu achei que fosse voar, kkkkk... em outros eu realmente me senti livre livre livre... queria gritar, nem sei por que não fiz isso, mas nesse momento da velocidade, de estar pedalando na rodovia, só você e a sua bike, vendo o caminho na sua frente que deveria ser vencido, aquele vento no rosto, o sol, o dia lindo que estava fazendo... a sensação era de liberdade mesmo! 

Mas a Mel cansou pra caramba.... então... 

Quando fizemos aquela famosa curva que se chega em algum lugar, sabe aquela curva que tem em todas as cidades e pá, você chegou, hehe, então... quando fiz aquela curva que você faz e vê o portal de Carambeí, comecei a sentir uma certa dor no joelho direito, mas daí faltava pouco, então bora lá, vamos pedalar que já estou chegando.

Neste momento eu estava próximo do grupo, pois o pessoal tinha parado para tirar fotos, dar uma recuperada no fôlego... e logo chegamos ao restaurante para almoçar.

Almoço simples, porém saboroso, ali consegui recuperar as energias, descansar um tico!

De lá partimos para o Parque Histórico de Carambeí... pedal mais suave e pertinho. Lá chegando tivemos um guia para nos dar orientações sobre a história da cidade e sobre o que era aquele lugar e as coisas que lá constavam. Gente... que lugar maravilhoso... que coisa mais linda... e com o passar do dia, que diga-se de passagem foi fantástico, Deus nos privilegiou com um dia de sol belíssimo, a iluminação natural do local dava todo um charme que é difícil descrever... só estando lá mesmo para entender tamanha beleza. Apesar de que confesso, consegui tirar umas fotos até bem interessantes! =D Nem dá pra dizer que fui eu que tirei, kkkkkk!!!

No Parque passamos um bom tempo, porém lá, fizemos o passeio a pé, e neste momento fomos informados de que nossas bikes estavam dispensadas “por hoje”. Então nosso pedal tinha acabado... porém não o passeio. Então me senti feliz, satisfeita, realizada... cansada sim, não nego, mas muito feliz por ter conseguido, mesmo cansada, mesmo com uma bicicleta inferior, mesmo sendo a última láááááá no final, dei conta do recado. Sei que pareço um tanto repetitiva, mas entendam... até passar por isso, eu não tinha ideia de como era... de como funcionava um pedal assim. Minha experiência é de quase dois anos pedalando, mas com um pedal urbano, num ritmo mais lento, e foi muito bom ver que posso mais... que sim, necessito de um preparo melhor, que preciso aumentar o meu ritmo aqui, mas que eu dou conta.

Mas voltando ao passeio, conhecemos o Parque todo a pé, apreciando sua beleza e tirando muitas fotos... depois ainda fechamos o passeio com chave de ouro, na Frederica’s Koffiehuis, uma confeitaria que tinha tanta, mas tanta gente que eu achei que não conseguiríamos entrar... mas dá pra entender a lotação. Um empadão de frango divino e a melhor torta de doce de leite com nozes que eu já comi na vida.... se a gula me permitisse, teria comido mais, sem sombra de dúvida.

Enfim, este foi um momento muito legal, pois sentamos numa grande mesa e pudemos bater papo com as pessoas que lá estavam... que participaram deste dia diferente na minha vida... e descobri que uma outra colega também teve as dificuldades que eu tive... mas o seu ritmo ainda era melhor que o meu, mas ela também achou que não fosse dar conta, também teve dor... me senti melhor, no sentido de que não fui a única. Pois às vezes é ruim você ser a última e ter a impressão de que atrapalha o grupo. Apesar do Japa a todo momento me tranquilizar de que não era o caso. Aquele pessoal já está acostumado um com o outro. Eles tem seu próprio ritmo... ai chega uma pessoa estranha, que não aguenta e não desiste hehe... mas fiquei grata por ver que outros também tem limitações e que cada um ali estava vencendo os seus limites ou ainda, outras questões pessoais.

Muitos não sabem, mas foi realmente importante ter ido, foi realmente libertador e fez a diferença ter participado de tudo aquilo. Tudo aconteceu como deveria... até os atrapalhos com o nosso “amigo Marcelo”... que começaram bem cedinho e se estenderam até às 2h40 da madruga se não me engano (que dó)!

Fica aqui, mais uma vez, o meu agradecimento à todos que fizeram parte deste dia e deste evento especial.... primeiro, eu espero, de muitos outros pedais que pretendo fazer daqui por diante. Sei que terei que mudar de bike e melhorar o meu ritmo... mas isso, isso eu vou fazendo aos poucos...

Agora só um gostinho do que foi essa maravilhosa experiência:













 E vocês, já pedalaram em outras cidades? Como foram as suas experiências? Vamos conversar?

Bjo bjo

terça-feira, 7 de junho de 2016

Festival de Outono Bodebrown



E finalmente eu participei no meu primeiro Festival Bodebrown... o Festival de Outono!

Foi no sábado, dia 04 de junho e, segundo os organizadores, foram mais de 20 mil pessoas que passaram por lá durante todo o dia.

Foram 3 quadras (e mais um braço, digamos assim), onde podíamos encontrar várias barracas com as cervejas da casa e algumas parceiras, muuuuitos foodtrucks com todas as comidinhas que vocês possam imaginar, além de 2 containers para aqueles que possuem o black card da Bodebrown, e tinham também algumas barracas de parceiros vendendo souveniers, além da “lujinha” da Bode onde eu adquiri meus óculos super estilosos e uma camiseta do festival.

Apesar de grandes filas para comprar o “dinheirinho”, um ticket com o valor de R$ 5,00 cada, que era a moeda de troca nas barracas, o fluxo era contínuo, a fila não parava... mesmo tendo abastecido o meu cartão durante a semana, justamente para não enfrentar filas, tive que entrar numa dessas pois eu queria um caneco... o que me deixou bem chateada foi que, ao chegar no evento descobri que as pessoas que estavam abastecendo R$ 80,00 no black card, ou que estavam adquirindo o mesmo valor em tickets, tinham direito àquela caneca. Mas eu carreguei R$ 100,00 no meu cartão durante a semana e ninguém me falou nada sobre isso... então “tive” que pegar mais R$ 100,00 em tickets pois eu queria muito uma daquelas... mas tudo bem, a intenção era curtir e foi o que eu fiz.

Tive que ir na casa da amiga Tati trocar de blusa, pois eu fui super agasalhada (nossa, isso é muito curitibano) e como estava mega cheio, eu estava com muito calor. Então coloquei a minha camiseta do Festival e bora curtir. Teve até um momento engraçado, onde um casal veio me pedir informações, pois eu estava parecendo garota propaganda com a camiseta e os óculos... tudo bem, não estava trabalhando no evento, mas dei a informação do mesmo jeito, já que eu sabia responder ao que eles queriam, kkkkkkkk!!!

A certa altura do dia, escolhemos o sanduba que queríamos provar, achamos uma mesa disponível (o que não foi tão difícil como imaginávamos também), carregamos nossos copos e bora beber, dar risada, conversar!

Curti as bandas que estavam lá pra abrilhantar mais ainda o Festival que foi phodástico como o pessoal está dizendo por ai hehe!

Tenho que dizer que, apesar da quantidade de gente, estava tudo bem organizado... espaço para as crianças, muitos banheiros (não fiquei na fila nenhuma vez), não vi confusão em momento algum... estava tudo identificado... sempre alguém para auxiliar se fosse preciso.... concordo com algumas pessoas que disseram que deveriam ter barracas de cervejas intercaladas com os foodtrucks, pois a gente tinha que andar “longe” para ir atrás da bebida enquanto esperava a comida... e também, separar os containers, pois eram dois, mas estavam um ao lado do outro. Imagino que isto foi por uma questão de logística, afinal para fazer aqueles “bichinhos” funcionarem, precisa de eletricidade e um monte de outras questões, mas enfim.

A questão é que foi muito show e eu me diverti pra caramba. Mesmo tendo chovido um pouco (marca registrada da nossa amada Churitiva, digo, Curitiba), isto não atrapalhou em nada, pois as tendas atenderam à necessidade, e tinha bastante gente prevenida, que levou o seu guarda-chuva, hehe.

E é isso... acabou que tirei poucas fotos, mas dizem que isto é por que a gente se divertiu de verdade.




Alegria, alegria... e que venham outros!

Ah, as cervejas que eu tomei no Festival foram:

Bodebrown Hop Weiss: A Hop Weiss é uma cerveja que combina o estilo Hefe-Weiss com Dry Hoping (adição de lúpulo no final da maturação). Nesta cerveja de trigo, foi usado lúpulo de Amarillo (cítrico americano). A bebida conta com notas de banana e cravo e tem um aroma cítrico de maracujá bem marcante. Sua coloração é amarelo ouro, marcando bem a presença do Amarillo, tem baixo nível de amargor e uma graduação alcoólica de 5,5%.

Blanche de Curitiba: Criada para homenagear os 319 anos da cidade onde fica a sede da Bodebrown, celebrados em 2012, a Blanche de Curitiba agrada a todos os gostos. Refrescante e aromática, no estilo Witbier, é uma cerveja de trigo belga. Em sua composição, conta com sementes de coentro e cascas de laranja, tornando-a uma cerveja aromática e leve. Com 5,5% de teor alcoólico, foi desenvolvida com a intenção de unir os aromas frutados condimentados às notas cítricas, inspiradas nas Biere Blanch (ou Wit Bier) da cidade de Hoegaarden na Bélgica.

Cerveja do Amor: Se a cerveja é uma paixão, nada melhor do que celebrar esse sentimento com a Bodebrown Cerveja do Amor. No estilo Belgian Tripel, esta bebida recebe adição de aromas. O sabor das amoras balanceia as características da cerveja com uma leve acidez característica da fruta. A coloração é levemente avermelhada e de baixo amargor, com uma porcentagem de grau alcoólico em torno de 8%. Ideal para os apaixonados, é produzida em datas especiais como Dia dos Namorados e Natal.

Atomga Russian Imperial Stout: Receita elaborada em uma parceria com os cervejeiros norte-americanos Chris Krik e Joyce Tyller, conhecidos pelo trabalho na Great Divide. O nome da cerveja foi inspirado por uma banda de Afrobeat americana da cidade de Denver!

Bodebrown/Bierhoff® Outono Indian Pale Lager: não achei informações oficiais desta, mas como é uma IPA, achei amarga demais hehe!

As informações sobre as cervejas, retirei do site e do facebook da Bodebrown.

E vocês, foram ao festival? Conhecem a Bodebrown? Já provaram as cervejas? Vamos conversar?

Bjo bjo!