quinta-feira, 20 de outubro de 2016

OktoberFest 2016

E este ano fiquei esperta, não esqueci dos prazos para a Oktober e consegui ir hehe!

Ano passado marquei bobeira bonito e quando vi já era outubro e já não dava mais. O que me deixou realmente frustrada, pois apesar da canseira, vale muito a pena ir.

A questão é que o contexto deste ano tinha mudado... então fui à caça de companhia... ao que prontamente a amiga Danutha aceitou, o que me deixou imensamente feliz. Já viajamos para Castrolanda juntas e foi uma ótima companhia. Pessoa super parceira.

Como ano passado eu não havia ido, não sei dizer como foi, mas pude observar algumas mudanças da última vez para agora... primeiro que o povo do ônibus era mais bonito hehehe... e também mais organizado, apesar de que aqueles amigos que fiz nas outras viagens fizeram falta, as meninas super animadas e que davam risada por tudo realmente fizeram falta. Sua alegria era contagiante.

Estar só eu e a Dan de conhecidas foi um tanto estranho, pois claro que quanto mais gente, melhor, mas no final das contas deu pra curtir a noite.

Voltando a questão da organização, desta vez o Ton e a Dai não foram, mas motivo mais justo impossível, eles estão em lua de mel, então tá super perdoado.

Porém o Wesley com a sua namorada não deixaram nada à desejar, foram extremamente atenciosos, educados, gostei mesmo.

Chegamos lá e já nos organizamos para entrar, antes uma fotinho para registrar o momento (foto esta que preciso descobrir como conseguir e postar aqui hehe), e bora fazer o reconhecimento do lugar e curtir a festa.

O chopp escolhido para “regar” a noite foi o Eisenbahn, pilsen mesmo... e bora circular pelos barracões, ver gente, dançar, encontrar os amigos da Danutha que estavam por lá, conhecer gente nova, e comer aquelas batatas recheadas MARAVILHOSAS hehe!

Uma coisa chata aconteceu, é preciso registrar, a Dan perdeu a sua carteira. Ficamos um tempão na fila da polícia civil para registrar o BO, mas pelo menos já fizemos isso lá e ficou tudo resolvido. Volta  meia a gente ia até lá para ver se por acaso alguém não tinha encontrado e devolvido, mas até a hora de ir embora, nada. Documentos, carteirinha do convênio médico, dinheiro... ela ficou chateada, e eu entendo, mas fazer o que. Coisas que acontecem!

No final das contas conhecemos uns meninos super divertidos de Criciúma que nos fizeram companhia até a hora de ir embora e isso acabou distraindo-a do ocorrido. Pessoal bacana, animados e à carater hehe! Uma graça.

Confesso que este ano me cansei um pouco mais, acho que a idade está pegando para fazer este bate e volta, talvez seja prudente passar um final de semana por lá da próxima vez, kkkkkkkk... que feio né, dizer que a idade está pegando, mas é a pura verdade. Mas mesmo assim eu me diverti, bebi, comi, dancei, dei risada... e voltei pra casa feliz da vida... já pensando em como será no ano que vêm.

E vocês, costumam ir para a OktoberFest? Foram ou vão este ano? Vamos conversar?


Bjo bjo


domingo, 2 de outubro de 2016

Pedais com Trilhas e Rumos



E nos dois últimos finais de semana tive minhas primeiras experiências com o pessoal do grupo Trilhas e Rumos... um pedal até o Caminho do Vinho... até o Restaurante do Vô João para comer morango com nata e outro até a Colônia Zacarias, para comer bolinho de graxa.

Para o primeiro pedal, como não conhecia ninguém (não sabia se a Alessandra iria – pessoa que me indicou o grupo), então convidei o “meu pessoal”, mas ninguém poderia ir... convidei também o Burg, que prontamente aceitou. Fiquei feliz, afinal, era alguém conhecido hehe.

E no horário marcado, estávamos lá, no coreto da Praça do Carmo, e aos poucos, aquele lugar virou um "enxame de ciclistas"... coisa linda de ver mesmo.

Bikers chegando de tudo quanto é lado, além do pessoal que chegava de carro, com suas bikes no transbike.

E um pouco depois do horário combinado, saímos rumo ao Caminho do Vinho, rumo ao tal morango com nata.

Um grupo de quase 30 pessoas eu acho... dominamos uma pista da Marechal e “bora lá”...

Tava bonito de ver toda aquela galera, um pessoal responsável pela organização cuidava de todos, principalmente no cruzamento das vias, pra manter a segurança de geral.

Alguns momentos mais cansativos, fiquei um pouco pra trás, de repente tava lá no meio da galera de novo... Burg sempre parceiro me acompanhando... dando várias dicas.

Até o Japa encontramos no caminho! Foi show.

E lá no Restaurante do Vô João.... que coisa linda de ver todo aquele morango hehe... e que delícia, pena que não deu pra repetir! Muita gente né, se duvidasse ficava sem o primeiro, kkkkk

O retorno foi por outro caminho, e tivemos o privilégio de ver o sol se pôr ao lado do aeroporto.... super visual!

Neste sábado, o roteiro foi outro... com bem menos gente também, pois o tempo não estava muito convidativo...  fomos para a Colônia Zacarias, para comer bolinho de graxa. Menos km, mas um pouco mais de dificuldade no meu ponto de vista... uma descida em estrada de chão que foi, no mínimo tensa, hehe.... suei frio bonito... e na volta, algumas subidas que foram de tirar o fôlego... fora as “resvaladas” na travessia da passarela, hehe. Mas nada que os gritos de motivação do Marcos não resolvessem hehe!

E é assim que a gente aprende, cria resistência, melhora o condicionamento... fica “mais pernuda” pra aguentar o tranco.

Dessa vez a amiga Lu Maia acompanhou a trupe, parece que curtiu! Se bem que não tem como não gostar, pois realmente pedalar é altamente contagiante e viciante.

Tanto que hoje, mesmo cansada, não resisti e fui pedalar novamente... só mais 30 km, kkkkk... tá ficando bom esse negócio.

Mas a questão aqui é que eu gostaria de agradecer à Alessandra por ter me apresentado para o Trilhas e Rumos... ao Aquino por ter me aceitado no grupo e me acolhido tão gentilmente. E à todos que participam do grupo, pela parceria nestes dois sábados... foi ótimo... e podem ter certeza que sempre que puder, estarei pedalando com vocês, pois vocês são show de bola... ou melhor, show de bike!!!! =D

Agora o registro dos pedais para vocês ficarem com água na boca:













 
E vocês, curtem pedalar? Vamos conversar?

Bjo bjo

sábado, 24 de setembro de 2016

Lemoskine convida Fernanda Takai



E no domingo, dia 18 de setembro, eu tive o prazer de ver dois grandes artistas juntos no palco. E quase que não deu, como coloquei no face, tudo conspirando contra... é carro que perde a vida, é chuva que chega, entre outras coisas que não vêm ao caso... mas no final das contas, com a ajuda da amiga Lu (super carona de ida) e com a companhia da sempre companheira Mamys Poderosa (encarando a aventura sem carro – incrível como somos dependentes dessa máquina), fomos para a Fiep assistir a este belo espetáculo.

Só para contextualizar como funciona este esquema de Lemoskine convida Fernanda Takai, esta parceria se deu através do Projeto Sesi Música, que busca reunir artistas locais e nacionais para valorizar esta conexão musical.

O Rodrigo Lemos já tem contato com o Pato Fu desde a época da Poléxia e o John Ulhoa produziu o seu CD Toda a Casa Crua, então, parece natural que ele divida o palco com a Fernanda Takai... e gente, foi tão lindo.

O show iniciou com músicas do Lemoskine, do CD Pangea I Palace II, e também do Toda a Casa Crua, e em certa altura da apresentação chegou a Fernanda Takai, para abrilhantar a noite. A parceria na voz foi muito interessante, e a escolha das músicas também... não tinha como ficar parada... eram mãos, pés e cabeça mexendo... fora o coro hehe... não tinha como não cantar todas as músicas junto. E não podemos esquecer dos momentos em que assobiamos, batemos palmas, estalamos os dedos hehe! Tudo parte do show.

Parceria perfeita... espero que se repita! Saí de lá com as energias renovadas, pronta pra encarar a semana bem mais motivada.

Obrigada Rodrigo Lemos, obrigada Fernanda Takai, por deixarem nossa cena musical muito melhor! =)

E vocês, curtem o som dessas feras? Estiveram no show? Vamos conversar?

Bjo bjo

 


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Eu Estive Aqui



E quando eu comecei a ler este livro, jamais imaginei que o mês de setembro seria o Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção ao suicídio.... e o livro de Gayle Forman da vez, mesma autora de Se eu Ficar, é Eu Estive Aqui, um livro que fala de suicídio... um livro que é ficção, que é dito um romance, mas que trata de um tema tão forte, um tema tão sério e tão pouco valorizado pela maioria das pessoas!



Ele conta a história de Meg e Cody, melhores amigas que viveram praticamente tudo juntas desde a infância, e que foram separadas na juventude, quando Meg consegue uma bolsa de estudos para Universidade e vai embora, deixando sua fiel amiga Cody na cidadezinha em que nasceram. Cody, que sempre prometeu estar junto de Meg, não consegue sair de sua cidade natal, e lá fica, sem grandes perspectivas de vida, e como ela percebe que Meg está “seguindo em frente”, a relação das duas acaba ficando um pouco distante, assim como a distância física que às separa...

Isto só muda quando Cody recebe um email de Meg... um email de despedida. Porém, uma despedida sem volta. Sua melhor amiga está morta, cometeu suicídio tomando um frasco de veneno em um quarto de  motel.

Cody se sente muito mal com isso e até um pouco culpada, pois nos últimos tempos, por pura inveja até, tinha se afastado da amiga, já não sabia mais o que estava acontecendo com Meg, já não reconhecia mais a amiga... pensava que se estivesse mais presente, poderia ter evitado o que aconteceu, e assim, ela vai até Tacoma, cidade onde vivia sua grande amiga, para “recolher” o que restou de Meg (à pedido de seus pais que não tiveram coragem de fazer isso). E ao mexer em seu laptop, ela começa a descobrir que tem muitas coisas estranhas por trás daquele suicídio...

Ao voltar para casa, os pais de Meg lhe dão o laptop de presente, e assim, Cody resolve investigar mais a fundo o que aconteceu com sua amiga, vasculhando suas mensagens de email (enviadas e recebidas) e os documentos arquivados na memória do computador, até mesmo aqueles que foram deletados.

E assim ela se envolve com um grupo de apoio que nunca tinha pensado que existia, e também conhece um lado de Meg que jamais havia imaginado.

É uma história forte, intensa, não dá vontade de largar... ao mesmo tempo que dá, por medo de saber o que realmente levou Meg a fazer o que fez... em alguns momentos dá raiva de Cody, e também de Ben, o guitarrista com quem Meg se envolveu e que acaba por ajudar Cody a desvendar muito do que aconteceu com sua amiga.

Enfim, você quer saber o que levou Meg àquilo... e quando descobre, percebe que a sua realidade não é tão diferente assim da de Meg, o que é diferente, talvez, é como você lida com tudo isso. Muito bom, vale a leitura e a reflexão.

E vocês, já leram? Conhecem a história? Vamos conversar?
Bjo bjo

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Viagem à Aparecida do Norte



E pelo segundo ano seguido, fui para Aparecida com a Romaria dos Amigos de Chris e Lidi, Romaria que eles organizam à 15 anos já e que tive a satisfação de ir ano passado com a mãe e este ano novamente, nos dias 26, 27 e 28 de agosto.

Digo satisfação, pois não era para ir esse ano... mas como disse a Lidiane, quando a Mãezinha quer, ela dá um jeito, e acabou dando certo.

Mais uma vez uma Romaria extremamente bem organizada, com um valor justo, desta vez com dois pontos de encontro para facilitar a vida de todos os interessados, porém com menos gente, pois ano passado foram dois ônibus e este, somente um. Mas enfim, quem era para ir, foi e quem foi, rezou com certeza por quem não pôde ir por qualquer motivo que seja.

Como foi o segundo ano seguido, já sabia como funcionavam algumas coisas, então foi mais fácil me programar com algumas situações, o que ajudou bastante. E também, foi mais proveitoso o real objetivo de uma Romaria, que é visitar ao Santuário, agradecer, pedir, rezar pelos nossos, enfim, aquela parte espiritual tão forte que talvez eu não tenha dado a devida atenção e importância na primeira vez em que fui.

Este ano foram muitos os agradecimentos e também os pedidos, porém, foram diferentes do ano passado... quer dizer, algumas coisas nem tanto, mas outras sim. A questão é que me senti mais presente lá... e senti a presença de Nossa Senhora mais em mim. Acho que foi muito mais intenso, mais santo, mais verdadeiro, não sei explicar. Talvez a palavra correta seja fé, foi com mais fé desta vez. Talvez os motivos também tenham sido mais corretos, se é que a gente pode dizer isso...

Claro que teve também aquele momento consumo, mas bem mais leve desta vez.... realmente o objetivo era outro!

E o retorno, não a viagem, mas o agora, o que se processa nos dias vindouros é o que mais se ganhou com essa viagem.

Obrigada Nossa Senhora Aparecida, por no final das contas, permitir que desse certo que eu fosse... Obrigada Lidiane, por lembrar de mim quando surgiu a desistência, obrigada mãe, por sempre me acompanhar.

Que Nossa Senhora Aparecida esteja sempre presente na vida de todos os que acompanham o meu blog... que ela interceda por seus pedidos e olhe por todos.

Amém!